Pense Nisso | Centro América FM Cuiabá - Easy | Cadena

Episódios

Renovar a confiança

RENOVAR A CONFIANÇA O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, capítulo seis, versículo trinta e um: Não andeis, pois, inquietos. Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a política, com a família. Inquietos em relação ao futuro; inquietos em relação ao passado; inquietos com nós mesmos. A inquietude da criatura revela, no âmago, a falta de confiança, a falta de fé e, também a falta de conhecimento. Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da pátria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidadãos.E no final, nada são que, usurpadores da fé alheia.Que usam essa fé, como escudo das suas improbidades para não serem alcançados pela lei. Não estamos incentivando a indiferença nem a irresponsabilidade. Preconizamos a vigilância, não aconselhamos a despreocupação ante o acervo do serviço a fazer. O que devemos é combater o pessimismo crônico. Ser pessimista é estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo começar. Ser pessimista é boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo à nossa volta para o bem ou para o mal. Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, inúmeras vezes, com pântanos e desertos, espinheiros, animais daninhos e serpentes. São os tempos de transição. Urge, porém, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem arrongância e impávia. Em todos os lugares há derrotistas intransigentes. Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no zênite. Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas. Marcham atormentados por desconfianças atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colaboração produtiva em qualquer serviço nobre. Aflitos e angustiados, desorientam-se a propósito de mínimos obstáculos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do próximo lhes partilhasse a sombra interior. nós precisamos confiar... Não há treva que dure para sempre. Não há coração destinado ao mal. O tempo de escuridão é passageiro, é momento de aprendizagem, de provas necessárias. A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo é regido por uma Inteligência dotada de justiça e bondade. Dessa forma, como não confiar? Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, não colaboremos com seu estardalhaço desproporcional. Divulgá-lo sem propósito benéfico, propagá-lo sem fim útil, apenas para causar espanto, é dar-lhe mais forças. O otimista não é aquele que se nega a enxergar o mal à sua frente. É simplesmente aquele que dá mais valor ao bem do que ao mal que alguém promova. O otimista é aquele que sempre vê uma saída, que sempre vê um aprendizado em toda experiência, por mais penosa que tenha sido. Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que estão confiando. Têm fé imensa sem saber que a têm ou sem mesmo precisar dar rótulos a ela. Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre. Texto elaborado om base no cap. "Saibamos confiar", do livro Vinha de Luz, de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.

23/04/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:39

A Arte de Envelhecer

-

22/04/2020 19:21 | DURAÇÃO 4:37

De Volta Pra Casa

DE VOLTA PRA CASA Não lembro como foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo!!! E eu dependia ... sem saber de quem Aos poucos meu mundo foi nascendo Aos poucos a Luz do Sol!!! A cada dia... algo novo Tudo era tão simples Nem vi o tempo passar Nem percebi quando virei Eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos... Já não eram mais os mesmos Novos desafios... No tempo que Voa Sem me dar explicações Sem que eu soubesse a razão Sem ouvir a batida de suas Asas Sem eu notar , quando as coisas mudaram... Tão rapidamente Deixando de me reconhecer Como se agora fosse outra pessoa Mudei sem perceber Me transformei todos os dias Sem ver o tempo passar Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro Virei outra pessoa!!! Perdida no tempo Que me enganou.... .... me transformou... ... me conduziu.... .... me deu... .....e me tirou.... e me deixou sem chão..... Sem saber porque!!! Com a sensação de estar fora de casa ou não ter mais casa Como se tudo tivesse sido um sonho Que estranhamente nunca vai acabar Talvez eu só perceba em parte... Que estou indo a algum lugar E que tudo é uma coisa só Que todos os dias são UM Que tudo faz sentido E que todas as coisas Só existiram dentro de mim E me conduzirão, todos os dias ... De volta para casa..... No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates. No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas. Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado. Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas. Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida. O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos. É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida. E para que essa reflexão, ao final de uma existência? Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima. A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante. Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio. Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho. Texto elaborado com base em um vídeo de autoria ignorada.

21/04/2020 19:19 | DURAÇÃO 4:39

Pato ou Águia

Pense Nisso PATO OU ÁGUIA? Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço." Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias. ****** Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar. Afinal, você é um pato ou uma águia? Pense nisso, mas pense agora.

20/04/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:14

A Benéfica Influência da Música

A benéfica influência da música No mês de março de 2008, a revista científica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, com pacientes que sofreram derrame cerebral. Sessenta voluntários participaram da pesquisa, divididos em três grupos. O primeiro, formado por pacientes que foram expostos à audição musical, por duas horas diárias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-áudio. O terceiro grupo não ficou exposto a nenhum tipo de estímulo auditivo. Após três meses, os cientistas observaram que a memória verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam música, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-áudio e 29% entre os pacientes que não receberam estímulos auditivos. A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram música, durante a recuperação, revelaram uma melhora de 17% na concentração e na habilidade de controlar e realizar operações mentais e resolver problemas. Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposição à música durante o período de recuperação estimula a atividade cognitiva e as áreas do cérebro afetadas pelo derrame. Além de ajudar a prevenir a depressão nos pacientes. A notícia é maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avança no conhecimento, ampliando seus conceitos. Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recuperação do cérebro humano? * * * Utilizemos a música em nossa vida. A música que emociona, que eleva. Não há necessidade de se ouvir somente música erudita, clássica. Há tantos compositores populares, de tantos países, com músicas belíssimas, que encantam e extasiam os que as escutam. Busquemo-las e deixemos que nossa alma cresça, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.

18/04/2020 16:35 | DURAÇÃO 2:15

Com afeto e com firmeza

Com afeto e com firmeza. Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos. Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos. A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou. O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos. Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais. O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela. Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação. * * * A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe. Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento. Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação. Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão. Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências. Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho. Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos. Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida. Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos. Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade. Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida. Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade. Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo. Com narração de fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em 7 de abril de 2017.

17/04/2020 16:31 | DURAÇÃO 4:05

Ser Ético

-

16/04/2020 09:00 | DURAÇÃO 3:51

Exame de Consciência

-

15/04/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:20

Amando a Vida

Amando a vida Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu... Assim são os versos iniciais da música de Chico Buarque de Holanda, Roda viva. E é como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperançadas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores. Pessoas que acreditam que para ser feliz há que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates. A mídia, de um modo geral, reforça essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequência do ter. Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa não teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo não atendeu a um pedido, tudo é motivo para tristeza. Acreditam que a vida não vai além de uma feliz excursão pelo planeta, em venturoso período de férias. Para quem, no entanto, tem a consciência da real dimensão da vida, que é aprendizado e progresso, todo esforço é valorizado e a superação é comemorada. Para todos os que lamentam não ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, é bom recordar, que há muitos sem identidade, sem família, com graves deficiências nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas deficiências físicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que não tenham braços perfeitos para envolver o pescoço de um ser amado. Porém, não se culpe caso você esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necessário não estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a alegria de quem é herdeiro do universo. Pense nisso.

14/04/2020 09:00 | DURAÇÃO 2:28

Resiliência

RESILIÊNCIA Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças. Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo. Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas. Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas. E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico. A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez. Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos. Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos. Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado? Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra. O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down. E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver. E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal. Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo. Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down. Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência. Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio. E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios. Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina. E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos. Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral. Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer. Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação. Texto elaborado com base no artigo "Do desafio à superação," de Willian Bressan, do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.

13/04/2020 18:52 | DURAÇÃO 4:16

Veja de Um Ponto Mais Alto

Veja de um ponto mais alto Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras. É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos. Diz o garoto: Quando era pequeno, minha mãe bordava muito. Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando. Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso. Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição. Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo. Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso! Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo. Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo? E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho. E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes? O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei o Meu. Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle. * * * Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção. Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez. No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos. Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos. Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos. * * * Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos. É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades. Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação. Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

12/04/2020 09:00 | DURAÇÃO 4:34

Páscoa

-

11/04/2020 18:50 | DURAÇÃO 3:55

Um Herói, 669 vidas

UM HERÓI, 669 VIDAS Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura. Aposto que foi exatamente isso que você imaginou. Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo. Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum. O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso. Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido. Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente. De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez. Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista. Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha. De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados. Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção. Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos. Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas. Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra. Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração. Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669? Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra. Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário. Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo. Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer. Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera. Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima. Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade. Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015 * * * Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem. Texto elaborado com base em fatos da vida de Nicolas Winton. Em 30.10.2016

10/04/2020 18:49 | DURAÇÃO 5:38

Aceitação

ACEITAÇÃO Se você tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade. Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais? Que estamos mais limitados fisicamente? A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça. O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual? A resposta chave é: aceitação. Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz. Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres. Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado. Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir. Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência. Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação. Se alguém lhe falar que você está velho, aceite. E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém. Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida. Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz! E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.” Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela. Pense Nisso, mas pense agora.

09/04/2020 18:47 | DURAÇÃO 3:59

O Silêncio que orienta

-

08/04/2020 16:30 | DURAÇÃO 4:28

Não Envergonhe sua mãe

NÃO ENVERGONHE SUA MÃE A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”. Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta... E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe? Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo. Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona. O que fez o Espanhol Fernandez? Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória. O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio. Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez? E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,, Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido; O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso? -Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito. O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar! Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar. Sim, mas ele estava distraído. -Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo? E o atleta disse algo mais interessante ainda: - Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito? E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta. Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe? A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar. Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter. Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado, Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa, Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga. A mãe é o último reduto da nossa redenção. Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou. Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar. O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”. Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe. No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”. Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade. O que não devemos fazer? Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães. E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe? Pense Nisso, mas pense agora. Com base em Reportagem televisiva em 2012.

07/04/2020 18:37 | DURAÇÃO 4:47

Provocações

Provocações A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável. * * * Você costuma levar desaforo pra casa? Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não. Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda. Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Com base no cap. 3, do livro "Desperte e seja feliz", ed. LEAL. E na experiência vivida pelo autor deste texto.

06/04/2020 18:35 | DURAÇÃO 4:23

O que você quer ser quando crescer

O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER? Quando se é pequeno tudo o que você deseja se torna mais simples do que parece. Construir o próprio patrimônio, chegar à lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo. O engraçado é que você cresce e a maioria desses desejos permanece com você por muito tempo. Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade, mas para isso é preciso que você responda à uma pequena pergunta: O que você quer ser quando crescer? Astronauta? Médico? Bombeiro? Saber esta resposta não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras. É através dela que o seu futuro começa a ser desempenhado, é ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível. Comigo não foi diferente. Assim como você, eu queria o improvável, surpreendente, o inovador. Fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcançar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo. Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos. E assim como em uma brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável. O trabalho dos sonhos, a família perfeita. E porque não viajar pelo espaço? Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente. Servi a aeronaútica, vendi jornais, verduras e picolé. Trabalhei como ajudante na construção civil. Fui operador de produção, pintor e até artesão. O primeiro grande patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas opções não me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experiência. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo. E você? Tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá? Ficar parado não vai lhe trazer nenhum resultado inovador. Não lamente sua sorte, não tenha vergonha do que faz. O trabalho é o que transforma você. Posso te dar um conselho? Sonhe! Experimente! Faça o novo. Busque a concretização dos seus desejos todos os dias. Escolha fazer o que você gosta e não apenas o que lhe trás dinheiro. Ele virá naturalmente através dos seus esforços. Seja fiel aos seus valores. Faça com amor e seja o melhor naquilo que faz. Lembre-se: Você é o único responsável pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o próximo na mesma proporção que se ama. Somos todos capazes de ser e fazer. Não deixe que façam por você. Erre. Erre de novo e através do erro ganhe experiência. Não seja tão duro com você mesmo e quando tudo parecer difícil, volte a ser uma criança novamente sem nenhum medo de responder a pergunta: O que você quer ser quando crescer? Pense nisso, mas pense agora. Baseado no texto de Deivison Pedroza.

04/04/2020 15:00 | DURAÇÃO 4:35

Gentiliza Virilizada

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado... E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho! Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona! E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos. Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza... Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa. Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza. Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda. Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias. Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras. Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade... Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade? Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz. Redação do Pense Nisso, com base no cap. "O amor e o taxista", de autoria de Art Buchwald, do livro "Histórias para aquecer o coração", de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.

03/04/2020 13:05 | DURAÇÃO 4:25

As Estações da Vida

As Estações da Vida Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável. Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes. A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho. Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las. E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno. Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas. Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver. Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida. Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre. Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte. E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações. Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza. A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares. No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso. Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes. E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria. Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores. E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem. Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas. Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo. E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações. Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar. Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz. Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade. Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

02/04/2020 13:05 | DURAÇÃO 4:46

Descontrola da Nova Geração

-

01/04/2020 18:54 | DURAÇÃO 5:08

Ignorância e Estupidez

-

31/03/2020 18:08 | DURAÇÃO 3:19

A Palavra Sincera

A PALAVRA SINCERA Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos? Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso. Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos: Como é lindo! Parece até que não tem cera! “Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes. Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano. Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações. A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração. Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias. Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados. Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância? Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira? Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam? Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor. Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades. Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. *** Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos. Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo. Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos. Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração. Pense nisso, mas pense agora! Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.

30/03/2020 18:51 | DURAÇÃO 3:27

Datas Importantes

-

28/03/2020 18:49 | DURAÇÃO 4:38

A Felicidade e A Riqeuza

-

27/03/2020 18:57 | DURAÇÃO 4:59