Pense Nisso | Morena FM - Easy | Cadena

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QUANTO VALE SER UMA PESSOA SABIA?

Quanto vale ser uma pessoa sábia? Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardokeu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou, prontamente, perfumes de mirra, entre outras iguarias da época. Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ster, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado. Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema, salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamam, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei, informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Açueiro, esposo de Ester, concedeu o pedido. Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria, pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadeza e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele. Ester se tornou referência para outras pessoas, inclusive hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa? Esther sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo, de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível. Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma. A lição de hoje é para você: se cuide. Tire um tempo para si. Leia bons livros. Faça atividade física. Medite. Cante. Dança. Viaje. Compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso. Mas pense agora.

06/05/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:15

INGREDIENTES PARA O EXITO

INGREDIENTES PARA O ÊXITO Todos desejamos ter êxito em nossas vidas. Queremos alcançar os melhores resultados possíveis. E isso está ao nosso alcance. Basta estarmos atentos às oportunidades que nos surgem no caminho diário, na vontade e disposição de realizar ações que nos permitam construir a trajetória exitosa. Podemos deixar no passado os sentimentos e pensamentos negativos que nos perturbam. Se cometemos erros, que nos sirvam como aprendizado para não errarmos de novo. Seja nosso o propósito de não cair nos mesmos equívocos. Cada superação se constitui em degrau acima em nossa ascensão. Salientemos as qualidades nossas e do nosso próximo e esqueçamos os defeitos. As qualidades podem nos possibilitar boas ações. Os defeitos devem ser analisados para que possamos ir transformando-os em virtudes. Mobilizemos nossos pensamentos na construção de uma vida nova. Busquemos aprender sempre. Os novos conhecimentos nos permitirão ampliar nossa compreensão e agir com maior segurança. Fortaleçamos o recurso da simpatia. Ela nos permitirá viver de forma mais harmoniosa e nos aproximará das pessoas. Acostumemo-nos a sorrir. Um sorriso alegre ao dia. Podemos oferecer sorrisos sem qualquer custo no transcorrer das horas. Melhoremos nosso vocabulário. As boas palavras podem ser poderosos recursos de auxílio ao próximo. Uma palavra de incentivo e de esperança pode mudar a vida de alguém. Saibamos usar nossas palavras para o progresso e a transformação positiva ao nosso redor. Criemos a disposição da escutatória. Importante é saber ouvir. Quem se encontra em um momento de aflição muitas vezes quer apenas compartilhar sua dor. Cedamos algum tempo para ouvir quem precisa dizer das suas dores e dos seus desconfortos, criando um vínculo de amorosidade que a aconchega e a acalenta. Valorizemos a ação das pessoas que estão ao nosso redor. Significa a gratidão reconhecer as boas iniciativas praticadas por quem nos beneficia. Saibamos desenvolver o reconhecimento das potencialidades daqueles que caminham pelas nossas mesmas estradas. Abençoemos a vida. Saibamos ser gratos por viver mais um dia, mesmo quando as dificuldades surgem. Saibamos também agradecer as bênçãos do sol, da chuva, do ar que respiramos. Se conseguirmos desenvolver esses recursos, com certeza melhoraremos nossas vidas e conseguiremos contribuir para a melhoria daqueles que estão ao nosso redor. O êxito verdadeiro vem das conquistas íntimas. O desenvolvimento desses recursos se faz ferramenta de transformação moral. O próprio tempo é um grande recurso de que devemos nos servir da melhor forma: viver o presente sem perder a vida, sem perder tempo com aflições do passado, que geram mágoas e ressentimentos. Pensemos no futuro com proposições de sermos melhores, com desejos de construir o bem. Desenvolvamos novos recursos íntimos. Potencializemos nossas conquistas. Comecemos no hoje, no agora. Pensem nisso, mas pense agora.

05/05/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:38

COMPARAÇÕES

Comparações Você tem o costume de se comparar com alguém? Escute a história sobre o Jardim do Rei. Certa vez, o Rei foi visitar o seu jardim e ficou surpreso com o que viu. O jardim estava murcho, as árvores estavam secas e as flores não brotavam. Imediatamente, ele chamou o jardineiro, que também não soube explicar o porquê de o jardim estar da maneira que estava. Ele explicou que estava irrigando, adubando, podando e cuidando da melhor maneira, mas não adiantava. Então, o rei resolveu perguntar às plantas o que estava acontecendo e, para sua surpresa, elas responderam. O carvalho estava triste porque não era tão alto quanto o pinheiro. O pinheiro estava triste porque não produzia uvas como a parreira. A parreira queria produzir flores como a roseira. E a roseira queria ser uma árvore como o carvalho. Somente um pé de amor-perfeito estava belo e florido. Intrigado com tudo aquilo, o rei foi falar com o amor-perfeito, que respondeu: “Como posso querer ser alguém além de mim mesmo? Somente tento ser o melhor que posso ser a cada dia.” Essa história de hoje nos ensina a importância de se aceitar e reconhecer as suas próprias qualidades. Nessa história, o jardim pode ser interpretado como uma metáfora da vida humana, onde cada planta representa um indivíduo com características próprias. O rei percebeu a tristeza e a insatisfação de suas plantas e perguntou a elas o que estava acontecendo. Ele entendeu as inquietações delas, mas somente quando falou com o amor-perfeito, aprendeu uma lição valiosa. O amor-perfeito representa a autenticidade e a integridade do eu. Ele não aspira a ser outra planta, mas se esforça para ser o melhor em sua própria natureza. É preciso cultivar a autoaceitação e a gratidão pelas próprias características e conquistas. Assim como o amor-perfeito, devemos buscar a autenticidade e nos valorizar, ao invés de nos confundir, comparando-nos constantemente com os outros. A verdadeira beleza e contentamento vêm de aceitar e prosperar em nossa própria essência. Uma pensadora disse, certa vez, que a comparação é a mãe da insatisfação, e a insatisfação é o parente mais próximo do fracasso. Outro do ser humano: é hora de olhar para si apenas. O quanto já evoluiu do eu do passado? E quanto pretende evoluir para ser o eu do futuro? Não se compare. Cada um tem uma jornada, um ponto de partida e uma linha de chegada. Não é uma corrida. Viva a sua vida enxergando a maravilha da singularidade. Você não precisa ser o carvalho almejando ser o pinheiro. Seja como o amor-perfeito: único e feliz por ser quem é e ter o que tem. Pense nisso, mas pense agora.

04/05/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:53

ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Acolhimento que arrebata Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento. Tinha uma forma toda especial de tratar com os desertados da sorte, os pobres, os equivocados. Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale foram pedir comida a Freangelo. Ciente de quem eram e dos danos que poderiam provocar, ele os afugentou. Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera. No entanto, Francisco de imediato não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos evangelhos e com os exemplos do mestre, Jesus. Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões. Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas. Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos: Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E, quando assaltarem, por favor, não batam nelas. O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem a presença dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma: Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los? Arrumar alguma ocupação? Que tal? A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco. É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando e a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho. Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física. Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos. Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento. Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar os malfeitores da nossa paz: os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas. Como poderíamos interagir de forma positiva com eles? Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta às suas agressões, o desejo de que se reabilitem, que se deem conta do desastre que estão causando para si mesmos. Que, quem semeia ventos colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular. Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas. Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.

02/05/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:23

O ZELADOR DA FONTE

O Zelador da Fonte Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios. Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem triste dos restaurantes era de uma beleza extraordinária. Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da Cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago a âmbito, pela cidade. E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato. Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente. Depois, pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado. O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar. Voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso. Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores. Aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos; quase sempre passamos por eles sem vê-los. Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado, ou a vida seria inviável. O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pensem nisso, mas pense agora.

01/05/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:42

O VALOR DE UM ABRAÇO

O VALOR DE UM ABRAÇO Cansado de mais um dia árduo de trabalho, um feirante sentou-se à beira da calçada onde sua banca de legumes ficava. Pensativo por não ter vendido o suficiente naquela semana e exausto da sua rotina, resolveu fechar seus olhos e pedir aos céus que lhe desse forças para continuar. Ao voltar para casa, foi recebido com um prolongado abraço do seu filho, que saiu contando do seu dia na escola. E, quando a noite se encerrou, o feirante se deu conta de como o abraço do seu filho trouxe alívio e esperança de dias melhores. Todos os dias, levantamos cedo e vamos trabalhar. Enfrentamos as dificuldades, os desafios. Superamos obstáculos, buscamos nossos objetivos, nos dedicamos, nos esforçamos e sacrificamos momentos preciosos com as pessoas que amamos. E nem sempre as coisas saem como planejamos, não ganhamos o suficiente para viver como queríamos, não economizamos o necessário, nem sempre temos tempo, energia, disposição para tentar mais uma vez. Cansados, não damos atenção a nossos familiares, que esperaram ansiosos pelo nosso retorno. E, no outro dia, estamos outra vez correndo atrás do material e, muitas das vezes, não vemos esboço de felicidade, não nos sentimos motivados ou esperançosos com o futuro. Contudo, a vida tem uma maneira especial de nos surpreender, de nos fazer recarregar as energias, de nos dar o combustível. O combustível que precisamos para continuar. E esse combustível é o amor. O amor é capaz de transformar a dor em alegria, a tristeza em esperança, o medo em coragem. O amor é capaz de curar as feridas, de renovar as energias, de iluminar as trevas. O amor pode ser encontrado nas coisas mais simples da vida, nas pequenas atitudes, nos gestos cotidianos, em um olhar, um sorriso, em um abraço. O abraço é uma das formas mais puras e sinceras de recarregar as energias. É uma forma de dizer: eu estou aqui, eu me importo, eu te apoio. É a forma mais singela de dizer: eu te amo. Aproxime-se mais das pessoas que você ama. Tente sentir do que um abraço é capaz de fazer com a nossa alma. Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, diminui o medo, divide alegrias e ternuras. Um abraço pode fazer milagres na vida. Aliviar o cansaço, acalmar o coração, tranquilizar a mente, fortalecer a autoestima, aumentar a confiança, melhorar o humor. Não deixe de dar e receber abraços sempre que puder. Não deixe de expressar o seu amor através dos seus braços. Não deixe de sentir o amor através do seu peito. Lembre-se: um abraço pode mudar o seu dia e o dia de alguém. Um abraço pode mudar a sua vida e a vida dos outros. Um abraço pode mudar o mundo. Então, abra os seus braços e abrace. Abra o seu coração e sinta. Abra a sua mente. E perceba o valor de um abraço. Pense nisso, mas pense agora.

30/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:16

FOLHA DE PAPEL

A confiança é a base de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional. É ela que nos permite abrir nossos corações e mentes para os outros, compartilhar nossos sentimentos, nossos sonhos, nossos medos. É o que nos faz sentir seguros, respeitados, valorizados. Mas o que acontece quando essa confiança é quebrada? Quando alguém nos trai, mente, nos decepciona? Como podemos lidar com essa situação? Como podemos recuperar a confiança perdida? Pegue uma folha de papel e amasse bem. Agora tente desamassar e deixar a folha lisa novamente. Conseguiram? Provavelmente. A folha ficou cheia de marcas, de dobras, de rugas. Ela nunca mais será a mesma. Assim é a confiança. Quando alguém nos machuca, nos fere, nos magoa, a confiança fica amassada. Ela nunca mais será a mesma. Podemos até tentar consertar, perdoar, esquecer, mas as marcas ficam lá, nos lembrando do que aconteceu, e isso afeta a forma como nos relacionamos com as outras pessoas, como nos vemos e como vemos o mundo. Mas então, o que devemos fazer? Devemos desistir da confiança? Devemos nos fechar para os outros? Devemos viver com medo de sermos feridos novamente? Claro que não. A confiança é essencial para a nossa felicidade, para o nosso crescimento e para o nosso sucesso. Não podemos deixar que uma experiência ruim nos impeça de confiar novamente. Mas como podemos restaurar a confiança? Como podemos voltar a acreditar nas pessoas ou em nós mesmos? Não há uma resposta fácil para isso. Cada caso é um caso. Cada pessoa é uma pessoa. Mas podemos trabalhar nossos sentimentos e educar as nossas emoções. E o primeiro passo para a cura é: Não negue. Não minimize. Não ignore o que aconteceu. Encare a realidade. Admita que você foi ferido, que você se sentiu traído, que você perdeu a confiança. Isso é importante para se libertar da culpa, da raiva, da mágoa. Isso é importante para você se curar. Não se isole. Nem se feche. Compartilhe seus sentimentos com alguém de confiança, que possa te ouvir, te apoiar, te compreender, fazer sentir acolhido, respeitado, valorizado. Desabafa. Falar lava a alma. A confiança é como uma folha de papel, quando amassado, nunca mais será o mesmo. Mas isso não significa que ela não possa ser usada novamente. Podemos transformar essa folha em um aviãozinho, em um barquinho, em um origami. Podemos transformar essa folha em uma obra de arte, em uma mensagem de amor, em um bilhete de esperança. Podemos transformar essa folha em algo novo, algo melhor, algo mais bonito. Podemos transformar essa dor em uma lição, em uma oportunidade, em um desafio. Transformar essa dor em crescimento, em superação, em uma vitória. Por isso, não desista de mais. De confiar. Não desista de acreditar na bondade do próximo, de confiar na vida e, principalmente, confiar em si mesmo. A confiança é o que nos move, o que nos inspira, o que nos faz felizes. A confiança é o que nos torna humanos. Pense nisso, mas pense agora.

29/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:31

PREOCUPAÇÃO

Preocupação Há um oponente que nos persegue a todo instante, surrupiando nossa paz interior, impedindo-nos de viver o agora. Ele nos persegue implacavelmente, nos ataca incansavelmente, comprometendo até nossa saúde, nos angustiando e arrancando de nós o maior presente da vida: a felicidade do aqui e agora. Com ele, não conseguimos aproveitar as coisas simples e até grandiosas da vida. Deixamos de vibrar por algo e damos lugar a um medo. Esse inimigo é a preocupação. Palavra originalizada do latim Preocupazione, que significa preocupação. E quantas vezes não estamos preocupados previamente pelas diversas ocasiões? Por elas somos bombardeados desde que acordamos e, às vezes, é o motivo de nem dormirmos. A preocupação com o amanhã nos assusta mais do que deixar de viver o hoje. E, às vezes, essas aflições são diversas. Por vezes, são as questões financeiras, contas e dívidas que parecem não ter fim; as demandas do trabalho e o futuro na carreira; ainda a família, amigos e pessoas que estão em conflitos; a saúde; e, ainda, situações globais, como doenças e pandemias. Você consegue pensar, lembrar do que te traz aflições? O que tem te deixado angustiado? Quais são as situações da sua vida que lhe geram preocupação? O que tira a sua paz? O mestre Jesus, quando passou aqui na Terra, instruiu a não nos preocuparmos com o amanhã, pois basta a cada dia o seu mal, o seu leão por dia. O Nazareno ainda nos orienta a observarmos as aves do céu, pois, quando olhamos para elas, percebemos que não semeiam nem colhem e, mesmo assim, nada lhes falta, pois o Criador cuida delas. Elas não se preocupam com a comida de amanhã, apenas vivem o hoje. Um líder budista disse, certa vez, que só existem dois dias do ano em que não podemos fazer nada: um se chama ontem e o outro, amanhã. Talvez você esteja deixando de viver momentos preso na preocupação do dia que ainda nem chegou, do problema que nem aconteceu, da falta que não surgiu, do imprevisto que nem aconteceu. O poeta William Shakespeare explanou que é possível perder-se a vida quando a pretendemos resgatar à custa de demasiadas preocupações. O que tira a sua energia? Quais preocupações tiram a sua paz? O que você pode fazer sobre elas? Às vezes, a melhor saída é viver o agora, crendo que o amanhã será melhor. Pense nisso, mas pense agora.

28/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:38

O SILENCIO É OURO

O silêncio é ouro. Creio que todos já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o silêncio é ouro. Mas poucos conseguem, de fato, colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana. Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado, em determinadas situações, é uma covardia, insegurança e falta de posicionamento. Mas o silêncio é, na verdade, uma atitude necessária e importante. Muitas situações se resolvem de modo mais construtivo e pacífico quando fazemos alguns segundos de silêncio, ao invés de discutir, criticar ou agredir verbalmente. No silêncio, é possível acalmar os ânimos, refletir com o corpo, com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto. O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra, depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou: o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela, porque a boca fala do que o coração está cheio. Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio, respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária. Falar sobre o que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante. Jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado, ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia, sejamos cuidadosos com o que sai da boca. Da nossa boca e no momento que sai, pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certa e, o pior de tudo, palavras erradas em horas erradas. No mundo em que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, a comentar a respeito de tudo que nos acontece ou que presenciamos, que, muitas das vezes, esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos. O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância. De vez em quando, é necessário ser silencioso, habituar-se à própria presença, inteirar-se de solidão e entendê-lo e sentimentos. No silêncio, conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a humildade, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão. Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida, pois o homem sábio vive em quietude e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom. Pense nisso, mas pense agora.

24/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:30

A EDUCAÇÃO E A MUSICA

A educação e a música A música faz parte da história da humanidade desde os mais remotos tempos. As pinturas rupestres, achadas em sítios arqueológicos e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos, sugerem danças e uso de instrumentos musicais. A história das civilizações antigas é repleta de manifestações musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo. Desde a vida intra-uterina, a música parece influir no bebê. Mulheres grávidas relatam menor agitação da criança quando escutam música suave. Durante os primeiros meses de vida, a criança já mostra percepção musical. Estudos demonstram que os recém-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave. As crianças comumente se alegram quando ouvem música e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical através do hábito. Entre os séculos XIII e XIX, a humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de música elevado, conhecido hoje como música clássica e erudita, que significa música de qualidade. Entre os compositores desse período estão Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin. Esse tipo de música, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras, em todos os países, se dedicam a apresentar obras desses gênios da humanidade. Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele através da música. Mozart dizia que a música não era sua, mas sim fruto de uma inspiração superior. Muitas composições de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e, até hoje, emocionam o mundo, como o famoso oratório de Natal. Os espectadores de um concerto de música clássica sentem-se, comumente, enlevados, desfrutando de uma emoção muitas vezes indescritível. Comumente, tal gosto musical se associa a outros hábitos culturais. Por esse motivo, esse estilo musical é também chamado erudito, palavra que significa vasta cultura. A plateia dos concertos clássicos costuma manter-se em silêncio, comportamento bastante diverso das apresentações de estilos musicais populares, que convidam à agitação. No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela música clássica não é o mesmo. Não é o que predomina, talvez porque tal estilo não seja apresentado às crianças. Assim como a educação formal é necessária para que a criança aprenda a ler e a escrever e desenvolva um conhecimento básico que a habilite para a sua vida, a educação musical pode formar o hábito do indivíduo. Ao ouvir música de elevada qualidade desde a infância, o indivíduo poderá incorporá-la a seus hábitos com maior facilidade. Educar é desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e afetiva de um indivíduo. Educar uma criança é uma tarefa da mais alta responsabilidade. É dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma criança e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre arbítrio, ela escolherá. Pense nisso, mas pense agora.

22/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:07

APRISIONADOS PELO MEDO

Aprisionados pelo medo. Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: ah, professora, eu tenho medo do escuro. Outro falou: tenho muito medo do bicho papão. Medo da morte? Medo de altura? Medo de ser esquecido pelos pais na escola? Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que conseguia libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo através do uso da razão. Por fim, uma garotinha disse, com arde e assustada: tenho muito medo do mal amém, que é um monstro muito perigoso. E você já viu esse monstro? Perguntou, interessada, a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina. E concluiu: minha mãe sempre pede a Deus, no fim da sua oração, e livrai-nos do mal amém. Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca usou confessá-lo à mãe: um medo terrível de algo que nunca existiu. Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis em pessoas de todas as idades. Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida. Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai. Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a enfericitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância. Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido. O conhecimento é diferente de crença: a crença é sempre cega, vazia de certezas. Para crer em algo, não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento. Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos. É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros e precisa ser aniquilado com urgência. É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada. Como asseverou o grande filósofo grego Sócrates, há apenas um bem, o conhecimento, e um mal, a ignorância. Sócrates foi o precursor da dialética, da lógica, mas foi vítima da ignorância de seus contemporâneos. Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida. Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam. Pensem nisso, mas pensem agora.

20/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:26

A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO

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18/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 6:43

A VIDA FORA DO MUNDO DIGITAL

A vida fora do mundo digital. Aquele homem, desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser técnico de limpeza. O gerente de recursos humanos o entrevista, faz um teste, ou seja, varrer o chão, e então lhe diz: o serviço é seu. Me passa seu e-mail, e eu lhe enviarei a ficha para preencher, a data e hora que deverá se apresentar para o serviço. O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos e-mail. O gerente de RH disse que lamenta, mas, se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho. O homem sai desesperado, sem saber o que fazer, tem apenas 100 dólares no bolso. Então, ele decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates. Bate de porta em porta, vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta pra casa. Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira. Sai de casa cada vez mais cedo e volta pra casa cada vez mais tarde, e assim triplica e até quadriplica o dinheiro a cada dia. Pouco tempo depois, compra uma combi, depois troca por um caminhão e, pouco tempo depois, chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição. Passados cinco anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da família, decide fazer um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail. Curioso, o corretor lhe diz: você não tem e-mail e chegou a construir este império? Imagine se você tivesse um e-mail? O homem pensa e responde: se eu tivesse e-mail, seria um homem da limpeza da Microsoft. A história não é sobre um cargo ou outro, mas sim sobre a vida real que podemos construir fora da internet. Vivemos em uma era onde o digital parece ser a resposta para tudo, desde empregos e comunicação até compras e entretenimento. Há uma necessidade urgente de se estar inserido nas redes sociais e se sentir pertencente deste novo mundo. No entanto, essa história nos ensina que a vida real, com seus desafios e oportunidades tangíveis, é onde a verdadeira transformação acontece. No off, onde ninguém vê. A internet pode, sim, facilitar o processo, mas é a atitude que realmente move montanhas. Experimente, como esse homem, construir uma vida fora da urgência das selfies e dos vídeos de 30 segundos. Existem várias possibilidades fora da internet. Pense nisso, mas pense agora.

17/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:42

ILHA DOS SENTIMENTOS

A ilha dos sentimentos. Era uma vez uma ilha onde moravam todos os sentimentos: a alegria, a tristeza, a sabedoria e todos os outros. Por fim, o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha, pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar só mais um pouquinho com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o amor começou a pedir ajuda. Nesse momento, estava passando a riqueza em um lindo barco. O amor disse: Riqueza, leve-me com você. Não posso, há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você. Ele pediu ajuda à vaidade, que também vinha passando: Vaidade, por favor, me ajude. Não posso te ajudar, amor. Você está todo molhado e poderia estragar meu barco novo. Então, o amor pediu ajuda à tristeza: Tristeza, leve-me com você. Ah, amor, eu estou tão triste. Eu prefiro ir sozinha. Também passou a alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la. Já desesperado, o amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar: Vem, amor, eu levo você. Era um velhinho. O amor ficou tão feliz que se esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado, na praia, ele perguntou à sabedoria: Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui? A sabedoria respondeu: Era o tempo. O tempo? Mas por que só o tempo me trouxe? Porque só o tempo é capaz de entender o amor. Na pressa do dia a dia, é fácil esquecer que o tempo é nosso aliado mais valioso. Ele nos dá a perspectiva e a sabedoria necessárias para entender o amor em sua forma mais pura. Confie no tempo, pois ele sempre nos levará ao entendimento e à verdade. Talvez você não tenha o amor correspondido na medida que gostaria, mas lembre-se que só o tempo é capaz de entender o amor. Pense nisso, mas pense agora.

16/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 2:52

PILOTO AUTOMATICO

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15/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:19

O SÁBIO INDIANO

O Sábio Indiano Na Antiga Índia, havia um grande sábio. Muitas pessoas viajavam por semanas para visitá-lo e pedir seus conselhos. Raramente ele saía do seu monastério, mas, quando o fazia, reunia multidões para escutar suas palavras. Certa vez, ele estava no vilarejo próximo ao monastério, e milhares de pessoas se reuniram para ouvir os seus ensinamentos. Então, um homem na multidão. O sábio respondeu: assim como a água tem sua fonte no topo da montanha e escorre formando rios nas suas faces, todos fluindo e correndo em direção ao mar, assim também é Deus. Ele é visto por seus diversos ângulos, por pessoas e civilizações diferentes. As religiões são criadas por seres humanos, mas o propósito de todas é nos levar a Deus, ao único Deus. A religião certa é o amor a Deus e ao próximo. Essa história nos ensina sobre um Deus universal. Enquanto muitas vezes estamos ocupados em estabelecer poder e veracidade entre crenças e credos, Deus segue apenas interessado em amar a todos que estão dispostos a crer nele, independente da perspectiva. Ao invés de nos preocuparmos em barrar a fé do outro por não se associar à nossa, devíamos estar preocupados em amar o próximo, aceitá-lo e viver em paz. Que, diante de qualquer embate religioso, você se lembre deste grande sábio da Índia. O amor de Deus transcende fronteiras religiosas, acolhendo a todos, independentemente de sua crença, independentemente da tradição religiosa que seguimos. A essência divina é um amor incondicional que nos une como seres humanos. Reconhecer essa dimensão inclusiva do amor divino pode promover a compreensão, a tolerância e a paz entre as diferentes crenças, enfatizando a mensagem fundamental de amor e união presente em muitas tradições espirituais. Pense nisso. Mas pense agora.

14/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:07

O TEMPO

O tempo. Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando. Os dias vão ficando mais rápidos. Entra ano e sai ano, e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada. Quantas vezes você já parou e pensou: o que eu fiz com todos os dias do ano passado? Claro que lembramos de algumas coisas que nos marcaram, algumas conquistas ou situações muito difíceis. Mas você se lembra de todos os 365 dias vividos? O que foi feito com eles? É o tempo que está acelerando? Ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida? Talvez seja apenas a desconformidade com que utilizamos o nosso tempo, e cada minuto parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele. As fotografias estão antigas um minuto após o clique, mas 60 segundos de espera em um semáforo é muito. Um minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas, para um pai que espera seu filho nascer, é uma eternidade. Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler pode esperar. A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo, seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem ou atualizar uma série. Estamos sempre pensando: “vou economizar meu tempo”. E, quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele. É que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum. E, enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos e nos equívocos, poucas vezes damos valor ao tempo, que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos. Vamos com calma. Vamos apreciar as belezas da vida: o café da manhã, o nascer e o pôr do sol. Nutrifique a sua mente com um bom livro. Passe tempo de qualidade com a sua família, para que, quando chegarmos ao final inevitável da vida, possamos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida. Pense nisso, mas pense agora.

13/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:01

EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIENCIAS

Exemplos, lições e experiências. Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a humanidade. Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza. Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós que não valorizamos: pais, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever. Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romano que somente aos 76 anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos. Um homem de 76 anos, de profundos olhos azuis, que, apesar de toda a dureza e maus-tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena, mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava. Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava: “Que belo sonho! Que maravilha! A vida vale a pena ser vivida em toda a sua plenitude.” Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas, ele trabalhou duro sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta para sua mãe, emocionada: “Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado. Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles. Sozinho, ficou em seu país, amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes, que o consideravam um fracassado. Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim. Na quinta série, escrevi à professora uma carta de protesto, porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos. Atualmente, sou representante da turma no conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola. Tenho orgulho de meu avô romano. Espero que, de fato, exista uma outra vida para que eu possa vê-lo outra vez.” O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade. Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos; senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita. Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, quando falamos de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior. Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra a cada hora. Estejamos abertos, estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir. Os exemplos passam ao nosso lado, e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar. Pense nisso, mas pense agora.

11/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:35

O QUE É VIRTUAL?

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10/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:14

O REFLEXO INTERNO E EXTERNO

O reflexo no interno e no externo. Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado, e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe: “Que tipo de pessoa vive neste lugar?” “Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?”, perguntou, por sua vez, o ancião. “Ah, um grupo de egoístas e malvados”, replicou o rapaz. “Estou satisfeito de haver saído de lá.” “A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui”, replicou o velho. No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e, vendo o ancião, perguntou-lhe: “Que tipo de pessoa vive por aqui?” O velho respondeu com a mesma pergunta: “Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?” O rapaz respondeu: “Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.” “O mesmo encontrará por aqui”, respondeu o ancião. Um homem, que havia escutado as duas conversas, perguntou ao velho: “Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?” Ao que o velho respondeu: “Cada um carrega no seu coração o ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.” A verdade deste conto é que carregamos dentro de nós a nossa realidade. Nosso mundo externo, às vezes, só reflete o que temos no nosso mundo interior, o que está dentro de nós. Você já pensou sobre isso? Sobre o seu descontentamento com o mundo real, por vezes, estar relacionado com o descontentamento interno? É preciso mudar a perspectiva interna, e então tudo mudará. É necessário trabalhar a mente para aprender a lidar melhor com as pessoas, com as coisas e com o que delas esperamos. Pense nisso, mas pense agora.

09/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 2:40

INCAPAZ

Incapaz, Andy Foster tem 45 anos. É autista e garçom num restaurante da Inglaterra. Quando alguns clientes se sentiram incomodados com a sua presença, como se tivessem algum problema em serem atendidos por ele, o dono do estabelecimento tomou uma atitude radical: escreveu uma carta e postou numa rede social. “Hoje, passamos o dia reconstruindo a autoestima de um dos membros da nossa equipe, depois de ele ter sido desrespeitado e discriminado ao servir uma mesa no jantar de ontem à noite. Qual o problema dele? E por que você deu esse trabalho para ele?”, os clientes perguntaram. “Aqui em nosso restaurante, nós contratamos nossos funcionários com base na experiência e paixão pelo trabalho. Não contratamos pela cor da pele, aparência, pela quantidade de tatuagens, pelo tamanho das roupas, pelas crenças religiosas ou por doenças. Nós não discriminamos. Mas, se você faz isso, então, por favor, não reserve uma mesa conosco. Você não merece nosso tempo, esforço nem respeito.” Ainda trazemos vícios antigos na alma. Por que homens e mulheres recebem remunerações diferentes ao realizarem o mesmo trabalho, ao ocuparem o mesmo cargo? Por que as pessoas idosas não podem trabalhar? Por que nos utilizamos do termo incapaz referindo-nos à pessoa com deficiência? Incapaz do quê? De realizar certas tarefas? Refletamos. Será que todos nós não somos ainda incapazes de muitas coisas? Alguns de nós, vendo alguém tocando alguns acordes de uma música num instrumento qualquer, afirmamos: “Não sou capaz de tocar nem uma campainha.” Outros não temos jeito algum para trabalhar manuais. Outros, ainda, não entendemos uma vírgula das notícias sobre economia, bolsa de valores, câmbio etc. E somos chamados de incapazes por isso? Seria uma grande ofensa, no mínimo. Assim, debruçando nosso olhar para esses que são considerados especiais, perceberemos que eles podem ter muita dificuldade em certas áreas, que aprendem com mais vagar. Entretanto, ao mesmo tempo, fazem muitas outras coisas com maestria, até com virtuosismo. São capazes de atender uma mesa num restaurante com mais simpatia e alegria do que muitos dos chamados normais. São capazes de realizar tarefas com extrema atenção, com capricho, algo muito difícil de se encontrar em funcionários, no geral. São capazes de cozinhar, de ministrar uma aula, de atuar e de tudo o que possamos imaginar. Mais ainda, são capazes de nos fazer acreditar no poder da persistência, do esforço e da resignação. Eles nos ensinam muitas coisas. Pensemos bem. Refletamos um pouco mais da próxima vez que ouvirmos o termo incapaz ou quando percebermos qualquer tipo de discriminação com quem quer que seja. Por fim, sejamos nós aqueles que abramos portas para eles, para que deixem de ser excluídos em nossa sociedade e possam ter uma vida plena. Não permitamos que nosso preconceito nos transforme em verdadeiros incapazes.

08/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:02

O VALOR DO SER HUMANO

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07/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:16

A MENTE

A mente. Certa vez, um viajante parou embaixo de uma árvore para descansar em sua sombra. Ele dormiu por algumas horas e, quando acordou, sentiu fome. Então pensou: gostaria de comer uma grande tigela de macarrão. Quando olhou para o lado, viu uma grande tigela de macarrão. Ele levou um susto, mas a fome era tanta que ele nem pensou muito e devorou a tigela toda. Quando terminou de comer, pensou: que sede, gostaria de tomar um copo de água fresquinha. Do nada, apareceu à sua frente um copo de água fresca. Dessa vez, seu susto foi ainda maior. Ele não estava entendendo nada. Começou a ficar com medo e pensou que talvez aquele lugar estivesse enfeitiçado, e que aqueles acontecimentos fossem obra de algum espírito maligno. Logo, olhou para o lado e viu espíritos assustadores vindo em sua direção. Ele deu um pulo e começou a tremer da cabeça aos pés. Pensou que gostaria que alguém pudesse aparecer para salvá-lo. Nesse instante, um monge apareceu e o levou para longe daquela árvore. O monge lhe explicou que aquela era a árvore dos desejos e que tudo que pensamos debaixo dela acontece. Explicou que, da mesma forma que a árvore, nossa mente também é uma fonte de desejos, que todos os nossos pensamentos, bons ou ruins, medos e sonhos, são criados primeiro em nossa mente. Que ninguém pode nos alegrar ou nos torturar, somente a nossa mente, e, dessa forma, o paraíso ou o inferno em nossa vida somos nós quem criamos. Nessa história, aprendemos sobre o poder da nossa mente. É ela o maior campo de batalha. Dela podemos produzir realidades boas ou ruins. Nela podemos nos achar fortes ou fracos. Dela vem a inspiração ou a sua falta. Cabe a nós exercitarmos nossa mente para que ela trabalhe a nosso favor. Buda disse certa vez que somos o que pensamos. Tudo que somos surge com nossos pensamentos. Com eles, fazemos o mundo. O que você tem construído com sua mente? Pense nisso, mas pense agora.

06/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 2:43

PÁSCOA

Páscoa. Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixam esquecer tal data. Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates? Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à divindade os primogênitos do seu rebanho. A palavra em aramaico “pacham”, em hebraico “pessá”, significa a passagem. Segundo alguns, do sol pela constelação de Carneiro, ou da lua pelo sol, o seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas, o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera. O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu. Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento, e alfaces amargas. Em memória daquela noite, todo ano, pelo 14 de Nizam, o mês de abril, os chefes de família celebravam a Páscoa, comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio. Nos dão notícias da última ceia de Jesus com os apóstolos, justamente na época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa. Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição de Jesus Cristo. Após a sua morte na cruz, ele se mostra vivo para os apóstolos, discípulos e amigos. O costume de oferecer ovos como presente nessa época remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China. Só que, antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolate. Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade. Para os cristãos, a Páscoa representa a imortalidade da alma, segundo as escrituras do Novo Testamento, atestado pelo próprio Cristo. Você sabia que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920 por imigrantes alemães? E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa? Pense nisso, mas pense agora.

04/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:37

CONVERSANDO COM DEUS

Conversando com Deus. Ninguém pode duvidar da eletricidade, mas, para que a lâmpada nos ilumine o aposento, recorremos a fios condutores que lhe transportem a força desde a aparelhagem da usina distante até o recesso de nossa casa. A fotografia é hoje fenômeno corriqueiro. Contudo, para que a imagem se fixe na execução do retrato, é preciso que a emulsão gelatinosa sensibilize a placa que a recebe. A voz humana, através da radiofonia, é transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade. Todavia, não prescinde do remoinho eletrônico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondulações. Entretanto, como exprimir a fé? Indaga-se muitas vezes. A fé não encontra definição no vocabulário vulgar. É força que nasce com a própria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus, que é a sabedoria da própria vida. Palpita em todos os seres, vibra em todas as coisas, mostra-se no cristal fraturado que se recompõe humilde e revela-se na árvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se às leis de renovação que abarcam a natureza. A prece é filha da fé. Quando cultivamos a fé em nosso íntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a espiritualidade maior. Temos na oração o mais eficiente sistema de intercâmbio entre o céu e a terra. Ela nos liga a Deus e dá-nos a certeza de, no recolhimento e na solidão, estarmos com Ele. Renunciar à prece é recusar a assistência divina. Nunca duvidemos da paternidade celeste. Deus vela por nós e, sempre que precisarmos, nos enviará o socorro. Para que nossa prece alcance o alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confiança em Deus. Também deve ser sincera, humilde, vir do coração e não somente dos lábios. Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto silêncio, mas o que realmente vale é a intenção com a qual oramos. Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de súplicas faremos. Deus sempre nos concede coragem, paciência e resignação. Se fizermos nossas orações com fé e sinceridade, as respostas sempre chegarão. Mas convém mantermos a mente e o coração abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus não nos enviará exatamente o que desejamos, nem da maneira como gostaríamos. Teremos o que for necessário para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar à real felicidade. Conversando com Deus, pedi força e vigor. Deus me mandou dificuldades para me fazer forte. Pedi sabedoria. Deus me deu problemas para resolver. Pedi prosperidade. Deus me deu energia e cérebro para trabalhar. Pedi amor. Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar. Pedi favores. Deus me deu oportunidades. Não recebi nada que eu queria, mas recebi tudo o que eu precisava. Minhas preces foram atendidas. Pense nisso. Mas pense agora.

03/04/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:10