Pense Nisso | Morena FM - Easy | Cadena

Episódios

DETERMINAÇÃO E FÉ

Determinação e fé. A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam, muitas vezes, surpresos com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas 11 anos, deu uma grande demonstração a respeito disso. Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir. Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar, ela precisava estar calçando tênis. Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe. Mas a pequena Ria Boulos estava determinada. Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou o dobro. Dedos e pés. Com o marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida. Ela estava equipada para a disputa. Não era um tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de 400, 800 e 1500 metros. Venceu em todas as modalidades e conquistou três medalhas de ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória. Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los. Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor. Com persistência, podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas. Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências. Fazer das curvas e contra-curvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé, para superar as dificuldades, é buscar nossa própria superação. Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores. A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo que desejamos realizar. Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor. Tudo o que idealizamos e conseguimos tornar realidade passa a ser ponto marcante em nossa vida. A confiança na nossa própria força e fé nos permite executar grandes feitos. Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo. Sim, os desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível. Pense nisso, mas pense agora.

10/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:42

A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA

A verdadeira paz profunda. Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar, em uma pintura, a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostaram, e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa, com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura achavam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas, mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade, com uma chuva forte, arraios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada, com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores, vibrantes. Nada naquele lugar. Aquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado, observando a natureza, na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados, e o sábio monarca explicou: a paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar a serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos. Pense nisso, mas pense agora.

09/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:22

INTERAÇÕES HUMANAS

Interações Humanas Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o homem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vive? — O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. — Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui — respondeu o velho. No dia seguinte, o homem foi embora. Dia depois, um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro. Se hospedou, foi até a praça para comer e encontrou, na barraquinha de macarrão, o mesmo velho. — Que tipo de pessoas vive nesse lugar? — perguntou o jovem ao velho. — Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? — O melhor tipo de gente. Lá, as pessoas são amáveis e amigas. — O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer, o jovem foi embora, e o dono da barraquinha perguntou ao velho: — Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? — Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.

08/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 2:48

TUDO PASSA

Isso passa. Um príncipe da péssia muito generoso tinha em sua corte um sábio cuja função era orientá-lo em suas decisões, esclarecê-lo em suas dúvidas e corrigi-lo em seus erros e injustiças. Um dia, bem cedo, o príncipe ordenou que o conselheiro viesse à sua presença e disse: – acabo de receber este pequeno cofre, dentro do qual havia apenas este anel de ouro. O conselheiro examinou a joia e, depois de refletir durante algum tempo, falou: – afirmo que este anel é uma das mais antigas e valiosas peças do tesouro persa. Como vê, no rico escudo em forma de tâmara, ele ostenta, em letras bem talhadas, a palavra IAZU. IAZU é a palavra mais expressiva e eloquente entre todas as que figuram no riquíssimo vocabulário persa. Tem o dom de nos tornar alegres, quando estamos tristes, e de moderar nossas alegrias nos momentos de extrema felicidade e ventura. Singular. Muito singular, refletiu o soberano. Mas insisto em perguntar: o que significa tal palavra? IAZU, ao príncipe, dentro da sua espantosa simplicidade, significa pelas isso passa, ou tudo passa. Há ocasiões em que nos sentimos aniquilados pelos sofrimentos, pelas enfermidades, feridos pelas aflições, pelos golpes imprevistos do infortúnio. Para que o ânimo volte ao nó. Nosso Espírito, proferimos, cheios de fé, fortalecidos de esperanças e azul: Sim, tudo passa. Virão dias melhores, dias calmos e felizes. A prosperidade voltará a iluminar a nossa jornada. A saúde será reconquistada. E a serenidade procurará pouso em nosso atribulado coração. O príncipe tomou o anel em suas mãos e, examinando-o serenamente, concluiu: No meio de estonteantes triunfos ou sob grandes dificuldades, em todos os momentos culminantes de minha vida, jamais esquecerei tal ensinamento. Isso passa. Lembremos deste ensinamento. Tudo é transitório. Passa a dor. Passa o problema. Passa a tempestade. Passa a bonança. Às vezes parece difícil demais. Os problemas se acumulam, as frustrações nos abatem, as tristezas nos invadem. Os momentos de felicidade passam, os sorrisos vão embora, o amor acaba. Disponhamos-nos a viver o hoje, viver o agora, o momento. Porque, seja ele bom ou ruim, isso passará. O ontem se foi, e o amanhã não nos pertence. O que nos resta é o hoje. Nos momentos de tristezas, mantenhamos a calma e busquemos a paz. E, nos momentos de felicidade e de tranquilidade, pensemos no futuro. Construamos boas amizades, bons momentos, para que sirva como alicer-se do nosso bem-estar. E, em todos os momentos, aproximemos-nos. De Deus. Para tudo há uma esperança e uma solução. A compreensão de viver é entender a vida no sentido mais amplo. Nesta razão, traçamos objetivamente a vida, através da boa vivência, da fé e do amor que distribuímos ao próximo. E, dia após dia, que esse seja nosso lema diário. E azul, tudo passa. Pensemos nisso, mas pensemos agora.

07/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:42

QUANTO VALE SER UMA PESSOA SABIA?

Quanto vale ser uma pessoa sábia? Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardokeu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou prontamente perfumes de mirra, entre outras iguarias da época. Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado. Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema. Salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamam, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei. Informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Açueiro, esposo de Ester, concedeu o pedido. Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria. Pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadez e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele. Ester se tornou referência para outras pessoas. Inclusive, hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa? Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível. Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma. A lição de hoje é para você. Se cuide. Tire um tempo para si. Leia bons livros. Faça atividade física. Medite. Cante. Dança. Viaje. Compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso. Mas pense agora.

06/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:15

QUEM DOBROU SEU PAREQUEDAS HOJE?

Quem dobrou seu paraquedas hoje? Charles Plomb foi piloto de caça na guerra do Vietnã. Certo dia, seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em um campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no norte vietnamita. Após sobreviver a esse período e retornar aos Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua odisseia e o que a prisão lhe ensinara. Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem. Olá, você é Charles Plomb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo? Sim, respondeu. Como você sabe? Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade? Charles Plumb, o piloto, ficou boquiaperto. Claro que funcionou. Caso contrário, eu não estaria aqui hoje. Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se quantas vezes via esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse nenhum bom dia. Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro. Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos tão senhores de si como ele próprio se considerava. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Hoje, Charles Plumb inicia suas palestras e o faz perguntando à plateia: quem dobrou seu paraquedas hoje? Como Charles Plumb, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez repensar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. E, como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas que muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar a sua vida, contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar. E é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar: quem dobrou seu paraquedas hoje? Pense nisso, mas pense agora.

05/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:50

FAÇA SEMPRE UM POUCO MAIS

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03/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:25

VIVA GRANDEMENTE

VIVA GRANDEMENTE. Mariana era uma menina curiosa e sensível. Caminhava com seu pai pelas ruas da pequena cidade, quando viu um menino, magro, mal trapilho, rodeando algumas latas de lixo. Seus olhos, fundos e tristes, encontraram os da menina por um breve instante, antes que eles se escondessem na densa mata que margeava a estrada. Mariana, sem pensar, chamou a atenção do seu pai. Aquele homem justo e compassivo não hesitou, chamou as autoridades para a averiguar e logo descobriu que o menino havia fugido de uma casa em guerra, onde era constantemente maltratado por seus cuidadores. Mariana aproximou-se do menino e perguntou: Por que você não pediu uma ajuda? Ajuda? Assustado, o menino respondeu: a floresta é melhor que os humanos. Elas não machucam. O pai de Mariana ajoelhou em frente do garoto e disse: algumas pessoas podem ser cruéis, sim, e a natureza é boa, mas você precisa de cuidados humanos para crescer e se tornar uma pessoa maravilhosa. E lembre-se: não é porque você veio de uma família infeliz que sua história precisa ser triste. Agarre essa nova oportunidade que a vida te dá e viva grandemente. Anos depois, Mariana soube que o menino havia sido adotado, cresceu o restante da sua vida com o amor e agora um médico pediátrico e voluntário no orfanato que o abrigou nos seus dias difíceis. Em um mundo onde as sombras do egoísmo e da indiferença se estendem, a luz da empatia brilha como um farol de esperança. Empatia não é apenas sentir o que o outro sente, é a ponte que conecta corações e mentes, permitindo que as pessoas vejam além de si mesmas e estendam a mão para ajudar quem precisa. Cada ato de compreensão é uma semente plantada no solo fértil da humanidade, e cada gesto de bondade nutre essa semente, incentivando-a a crescer e florescer. A história é um testemunho de que, quando regadas com empatia, amor e compreensão, as sementes da mudança podem romper o concreto da apatia, a dor e a desilusão. A mudança no rumo da história começa com a escolha que cada indivíduo tem ao agir com compaixão e altruísmo, bem como a escolha que cada indivíduo tem, que cada um faz diariamente diante das dificuldades e da dor. Não devemos guardar rancor, nem pensar que o mundo é culpado pelo nosso sofrimento, pois isso só aprisiona o coração, impedindo que ele se desenvolva para a vitória. A compreensão é como um eco que se propaga. Um simples ato de bondade tem o poder de iniciar uma onda de mudanças positivas, transformando a narrativa de uma era. O Evangelho nos ensina que não devemos ser prisioneiros do ciclo da retaliação, mas sim libertadores da graça. Romanos, capítulo 12, verso 21, diz: Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Este versículo ressoa como um chamado para quebrar as correntes do rancor e retribuir o mal com o bem, iluminando o caminho para um futuro em que a empatia é a chave para desbloquear o potencial ilimitado da história humana. Pense nisso, mas pense agora.

02/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:18

UM ANO NOVO PELA FRENTE

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01/01/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:30

O ESSENCIALISMO

Essencialismo Você já ouviu falar sobre essencialismo? É um conceito apresentado pelo escritor norte-americano Greg McKeown, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida. Talvez você seja uma daquelas pessoas que tenta, desesperadamente, fazer tudo ao mesmo tempo. Que diz sim para tudo e para todos. É como aquele armário de roupas superlotado: não cabe mais nada, mas cerca de 80% do que está ali apenas ocupa espaço. São peças que não são necessárias e que já não deveriam estar ali. Muitas vezes, a nossa vida é exatamente esse armário cheio. Tentamos colocar a rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa. Uma atividade aqui, outra ali, mais uma tarefa acolá. Precisamos responder e-mails, mensagens nos aplicativos, ir treinar, tirar aquele projeto do papel, participar de reuniões importantes. Quando percebemos, não temos tempo para mais nada. Mesmo assim, seguimos enchendo o armário ou melhor, a agenda e a vida, de coisas para fazer. Afinal, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: uma produtividade excessiva e, muitas vezes, totalmente tóxica. E você sabe o que deve ser feito quando o armário está cheio de roupas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar, desapegar, se desfazer, para que o armário tenha apenas o que realmente é útil e necessário. Na vida, o processo é o mesmo. Precisamos escolher quais atividades nos levam para frente, quais nos aproximam do nosso objetivo principal. Muitas vezes tentamos dividir nossa energia para sermos bons em várias coisas e dar conta de tudo, quando poderíamos focar essa energia em apenas uma coisa por vez — no que, de fato, é essencial. Ter mais foco nos permite colher melhores resultados. Para isso, precisamos eliminar as atividades que apenas sugam nossa energia, cujo único resultado é o esgotamento e o cansaço. Só conseguimos chegar a uma verdadeira lista de prioridades quando aprendemos a dizer não. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, porque culturalmente o “não” ainda é visto como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. Trata-se, sobretudo, de entender o que é importante fazer hoje, agora. O essencialismo ensina a disciplina de buscar menos, mas melhor. Não se trata de falta de produtividade, e sim de investir energia naquilo que realmente importa. Se a sua vida está cheia de coisas não essenciais para fazer, pare e reflita: o que é realmente essencial neste momento da sua vida? O que tem apenas consumido sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de viver mais o essencialismo para poder desfrutar e aproveitar a vida. Afinal, de que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante? O que é importante que você realize hoje? Pense nisso. Pense agora.

31/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 3:52

O MAIOR ÊXITO

O Maior Êxito Trinta anos haviam se passado. A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo parecia compor um cenário de sonho. Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para os relatos das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, de seus filhos. Era um longo desfile de alegrias. Comentavam sobre os filhos contratados por empresas multinacionais, sobre os altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e grandes organizações. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos. Depois de muito falarem, deram-se conta de que uma entre eles permanecia calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram: — E você? Quais foram os grandes lances da sua vida? Ela sorriu e respondeu: — Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca de seus próprios destinos. A mim, ao final do Ensino Médio, sucederam outros acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, a necessidade de trabalhar para o sustento do lar. Falou ainda da dedicação à avó e à mãe, que adoeceram em anos sucessivos, exigindo-lhe total presença. Não conseguiu ingressar numa universidade, diante do acúmulo de deveres para manter a família e enfrentar os problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano. — Tive ofertas para crescer profissionalmente — continuou —, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a fragilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum convite. Elas tinham somente a mim. Os anos se passaram. Não se casou. Não teve filhos, senão os filhos da alma, que assumiu por razões próprias. Nunca realizou grandes viagens, pois suas economias sempre foram — e ainda são — direcionadas àqueles que dependem dela. — Então, acho melhor vocês continuarem falando de seus progressos e de suas glórias. Tudo isso me encanta, porque considero fenomenais os seus relatos. Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos olhavam para aquela colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprender outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado. E, no entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas. Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: — Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós. E completou: — Há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto quaisquer outras. Não se desespere porque a vida tomou caminhos diferentes dos que você imaginava. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançar a perfeição da alma. Pense nisso. Mas pense agora.

30/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:36

VOCE FRACASSOU OU AINDA NAO É O TEMPO DE VENCER?

Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer? Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante. Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: vamos fazer um desafio. Cada leõezinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar no topo será anuleado rei. A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. O rei. Todos se perguntavam: então não teremos um rei? Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu por uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: sei que todos os leonzinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguir, disseram: a montanha nos venceu. Entretanto, o terceiro falou: a montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou no seu tamanho e na sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei. A diferença, completou a velha coruja, é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros. Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades, você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. De tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudará a conquistar os seus objetivos e desejos. Não se aborreça se por acaso o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde, e durante esse tempo pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor. A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão. Uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior. E enfrentando as situações com maestria e criatividade. Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão fechados. Feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, que nunca lhe falte forças nas horas difíceis para que continue a sua trajetória e alcance a sua meta. Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos a seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.

29/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:48

CONVERSAS VAZIAS

Conversas Vazias Certo dia, enquanto passeava com seu filho, um pai perguntou: — Filho, você está ouvindo esse barulho? — Sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto. — Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia. — Vazia? Mas como o senhor sabe que ela está vazia se não podemos vê-la? — perguntou o menino, intrigado. — Ora, meu filho, é muito simples. Quanto mais vazia é a carroça, mais barulho ela faz. Essa metáfora nos ajuda a compreender algo muito presente nos dias de hoje: as conversas vazias. Vazias de conteúdo, mas também vazias de compreensão, de interesse pelo outro, de emoção, de sinceridade e até de empatia. Há pessoas barulhentas — falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, querem sempre ter razão. No entanto, o conteúdo de suas palavras carece de profundidade e qualidade. Na tentativa de disfarçar o vazio interior, fazem muito barulho exterior, infelicitando a si mesmas e aos que estão ao redor. Quem fala demais e diz o que não deve acaba, muitas vezes, escravizado pelas próprias palavras. Uma vez ditas, elas não podem ser apagadas. Quantas vezes refletimos sobre isso? Quantas vezes avaliamos o peso das nossas conversas no cotidiano? Não é raro vermos rodas de amigos e famílias sem qualquer reflexão mais profunda. Conversas superficiais, fragmentadas, cheias de palavras, mas vazias de significado. Não se fala sobre a vida, sobre os acontecimentos do mundo, nem sobre os interesses do futuro. Assim, vamos levando uma vida de frivolidade e acabamos não conhecendo verdadeiramente as pessoas que convivem conosco. Falar muito e dizer pouco é algo comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, mas não refletimos sobre o quanto nossas palavras são coerentes, profundas e, de fato, construtivas. Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário: o poder da síntese é uma qualidade dos sábios. Ao longo da vida, testemunhamos bênçãos e estragos causados por uma única palavra. Ela pode ser a diferença entre a guerra e a paz em nossas relações. As palavras têm um impacto imenso. Por isso, pense bem antes de falar. Enquanto não dizemos as palavras, temos total domínio sobre elas. Depois que saem da nossa boca, já não nos pertencem mais. A fala nos foi concedida para construir, edificar, evoluir e promover crescimento, nosso e daqueles que nos cercam. Que antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos: somos reconhecidos pelas nossas conversas, pela quantidade e, principalmente, pela qualidade das nossas palavras. Pense nisso. Mas pense agora.

27/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 3:51

NÃO DESANIME

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26/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 2:59

O ANIVERSARIANTE

O aniversariante Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite. Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros a voz, a ceia natalina. Nada mais que um acordo amigável. A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando. O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado. Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um aniversário muito importante. O aniversário de alguém especial. Entre a emoção e o entusiasmo, a avó é muito feliz. Mor narrava como se deram o nascimento do aniversariante, alguns detalhes de sua vida e seus ensinamentos. Chegava, enfim, o momento de todos cantarem parabéns a você. Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas. Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre. Como o aniversariante era Jesus, para ele eram direcionadas as homenagens e o grande presente de amor e gratidão. Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração. O assunto tomava corpo e uma atividade era programada para o dia seguinte. Levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro em Nova Iorque. Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os seus irmãos. Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer à aquelas crianças. Agindo assim, aquela família ensinava desde cedo aos pequeninos o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre aniversariante o melhor presente? O amor espalhado entre todos. Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos que nos afirmamos cristãos. Natal é uma festa iminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus. Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família. Noite para estarmos juntos, searmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o aniversariante. Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao mestre. Há tanto que pode ser feito. Visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só. Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente. Um abraço, um aconchego, um afago, tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a terra. Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.

25/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:04

AMANHÃ É NATAL

E amanhã já é natal outra vez. Foram tantas as lutas. Você certamente teve problemas, trabalhou, sofreu, sorriu, como todo mundo. Foram tantos os obstáculos, mas as forças foram ainda maiores que permitiram superá-los. Os desentendimentos familiares não foram poucos, mas a fraternidade logrou o êxito. Um filho querido talvez tenha dendrado pelos escuros caminhos das drogas, mas a coragem foi tanta que deu suporte nos momentos amargos. O lar, tão tranquilo outra hora, esteve ameaçado por terríveis tempestades. Quase sucumbiu, mas os laços fortes do amor sustentaram. A separação promovida pela morte dilacerou as fíuras mais sutis da alma, mas a fé em Deus e a certeza da imortalidade conseguiram cicatrizá-las. A enfermidade cruel nos visitou ou visitou os entes queridos, mas a confiança e a dedicação conseguiram afastá-la. Enfim, foram tantas dores, tantos momentos amargos, mas também tantas alegrias, tantas vitórias. Amanhã é Natal. E Natal é tempo de fraternidade, perdão, solidariedade. E porque amanhã é Natal, reunamos todos os que lutamos juntos, na alegria e na dor, e que, apesar de tudo, permanecemos unidos. Olhemos para a mãezinha a quem chamamos o ano inteiro para pedir roupa limpa, comida, e digamos: mãe, o que seria da minha vida sem você? Eu te amo, mãezinha querida. Ao pai, a quem só nos dirigimos para pedir dinheiro, carro emprestado, cartão de crédito, e falemos com carinho: olá, paisão. Apesar de não ter o costume de dizer, eu amo você. Tenho certeza de que minha vida não teria sentido sem você. Acerquemos-nos daquele irmão com quem não conversamos, olhemos nos seus olhos e falemos: Olá, mano. Que bom ter você no meu caminho. Aproximemos-nos daquele filho drogado, infeliz, rebelde, e falemos com ternura: filho, você é a estrela da minha estrada. Sem você, a vida não teria sentido. E porque amanhã é Natal? Busquemos a servição doméstica, que chega ao nosso lar muitas vezes antes do sol nascer, e só vai embora depois que o último filho chega do colégio para lavar a louça e deixar tudo em ordem, e digamos: minha amiga, precisamos um dos outros. Que bom poder contar com você por mais um ano. E porque amanhã é natal, olhamos para o nosso patrão e falemos o quanto ele tem sido importante na nossa vida, pois nos ajuda a ganhar o pão de cada dia. E porque amanhã é natal, buscamos um lar pobre onde a fome insiste em se fazer presente e a expulsemos, ainda que por um dia. Levemos uma alimentação saborosa temperada com o nosso mais puro afeto e permaneçamos por algum tempo junto aos habitantes, irmãos financeiramente mais carentes que nós. E porque amanhã é natal, lembremos do aniversariante mais ilustre de que a terra teve notícias, arrebentemos os laços da discórdia que porventura haja entre os familiares e amigos e abracemos com ternura. E porque amanhã é Natal, mostremos ao aniversariante que a sua vinda-terra não foi em vão. Roguemos que nos perdoe por tê-lo crucificado e deixemos que Ele nos abrace e nos aconchegue junto ao seu coração magnânimo, porque amanhã, amanhã é Natal.

24/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:28

SE EU FOSSE DEUS

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23/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 3:41

NOSSA HERANÇA

NOSSA HERANÇA Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem vestidos? Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade? Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance, brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública. Então pensamos: há o dinheiro, sempre o dinheiro. Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem sucedidos? Pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem. Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo que querem e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza. Mas aí abrimos o jornal e as manchetes nos deixam confusos. Estudante de medicina invade cinema e mata cinco. Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido. Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos. Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai. Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregou a tanto que é o desespero, a necessidade extrema que induz as pessoas ao crime? O fato é que, às vezes, valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola. Acontece que caráter não se compra, nem se aprente no colégio. A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo, mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto. Outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta. Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho, mas nem isso impediu que ele se tornasse o maior homem de todos os tempos. Pense nisso, mas pense agora.

22/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:33

SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA

Solidão versus autoestima. Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos, ao menos, a garantia de haver alguém por perto. Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós. Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão de que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora. O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos então qualquer companhia que não a nossa, pois parece a medrontar-nos ficar soz em nossa própria presença. No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que antes nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja. Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos, eventualmente, a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado? Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre? Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a atenção, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão. Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém, tão pouco termina da solidão. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta. Pense nisso.

20/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 3:27

DESFRUTE DE VOCE

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19/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 2:44

O PODER DO AMOR SILENCIOSO

O Poder do Amor Silencioso Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera a pouco, e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vender a nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa, a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em um fusão, em um búlia especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta receberá prêmios como vendedora distrital e nacional e realizar o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens porque a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou, Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores, nunca os dispensava, comprava seus produtos, também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém com um pouco de estímulo poderia alcançar metas inimagináveis. Depois repassava outros os produtos, nem todos como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao Congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então das palavras da senhora Withers e começou dizendo, costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor. Silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia eles irão florescer quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.

18/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:08

O ZELADOR DA FONTE

O ZELADOR DA FONTE Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios. Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d'água de várias empresas da região começaram a agir, dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem trista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária. Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. Dei imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos pela cidade. E para que? O que é que ele fazia afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato. Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado. O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear, as rodas d'água voltaram a funcionar, voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso. Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores, aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos, quase sempre passamos por eles sem vê-los, mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável. O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pense nisso, mas pense agora. O mundo é uma gigantesca empresa.

17/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:30

CIUME DEVASTADOR

A vida de Ana se tornara muito ruim desde o momento em que começaram a desconfiar que Arthur, seu marido, tinha outra mulher. Ana olhava para ele e se sentia traída. Toda vez que Arthur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que for o trânsito complicado ou uma reunião de última hora, ela pensava: demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou. A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar. Por vezes, ela surpreendia Arthur dispersivo, o pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: olhe só como está pensativo. Aposto que está pensando nela. Finalmente, um dia, no dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender. Esperou-o na saída do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou numa floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho. Mal caráter, pensou ela, gastando com a outra. Aquilo a deixou de tal forma desconcertada que começou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama. Chorou muito. Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo até o quarto do casal onde ela estava. Mal ouviu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho, e desabafou: eu vi tudo, você não pode negar. Comprou flores para ela, rosas vermelhas maravilhosas. Você me traiu, traiu nosso amor. Alterada, ela se levantou e avançou na direção dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas mãos o lindo ramalhete de rosas vermelhas. Chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou: Ana, hoje é o dia do nosso aniversário de casamento. Você não lembrou? O ciúme cria quadros exagerados, fomentando desconfiança. Atestado de insegurança, destrói o relacionamento pelo clima de tensão que cria a todo momento. Cultivador da infelicidade, o ciúme altera a correta visão dos fatos, aumentando a importância de pequenos atrasos, desejos não atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois. Criando a sedume, envenena a alma e desasossega o pensamento. Colocando óculos escuros na visão mental, tudo faz parecer sombrio, devastador. Uma distração é tida a conta de desinteresse. O atraso para um encontro é considerado desrespeito. Fora da realidade sempre, o ciúme provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situações onde uma leve indagação ou uma conversa dois, com toda certeza, resolveria. Nunca deixemos que o ciúme nos atormente. Ele é o responsável pela devastação de corações e de lares. Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a relação a dois com diálogos mais profundos, com saídas para um passeio ao luar ou um final de semana a sós. Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a relação esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos laços afetivos, guardando a certeza de que é nos pequenos gestos que a relação se fortalece. Pense nisso, mas pense agora.

16/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 4:13

O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO

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15/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 6:11

A VAIDADE

A vaidade A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas. A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima. A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil, porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita. Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade. As vaidades não nos tornam apenas chatos; a vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos. Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota. Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer? Admite quando a razão está com os outros? Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.

12/12/2025 06:30 | DURAÇÃO 3:43