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Coisas feitas pelo coração

COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto. Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico. Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal. Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente. E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar. De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração? Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos. E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo. E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa. Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado. Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado. E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? Redação do Pense Nisso, Em 03.01.2013.

18/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:34

Ser ético

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17/12/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:14

A vaidade

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16/12/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:06

Aprisionados pelo medo

Aprisionados pelo medo Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro. Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão. Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola... Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão. Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso... E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina. E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém. Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe. Um medo terrível de algo que nunca existiu. Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades. Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida. Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai... Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância. Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas. Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento. . Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos. É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência. É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada... Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância. Sócrates foi o precursor da dialética da razão e lógica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos. Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida! Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam. Redação do Pense Nisso Em 09.02.2011.

15/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:50

Isso é amor

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14/12/2021 07:00 | DURAÇÃO 3:56

A vida

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13/12/2021 07:00 | DURAÇÃO 4:09

Stephen Hawking – Um Homem Notável.

STEPHEN HAWKING – Um Homem Notável. Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen. Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo mútuo de não agressão às cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha. Criado em Londres, foi um garoto saudável e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe. Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria médico, Stephen Hawking inicia o curso de Física, seu grande sonho, em Oxford. Ainda durante a Universidade começou a mostrar sintomas de uma estranha doença: lentidão nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagnóstico sombrio: esclerose lateral amiotrófica. Até hoje sem cura, essa doença destrói os neurônios que controlam os movimentos, e os músculos vão paralisando lentamente. É como uma sentença de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde. Os médicos tinham dado 3 anos, no máximo, de vida ao jovem Stephen. O jovem rapaz, aturdido pelo diagnóstico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar. Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expansão, a partir de um ponto conhecido como Big Bang. Casou-se e teve três filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incansável. A lentidão física, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.Em 1991, Hawking e Jane se divorciaram, mas continuaram unidos pelo amor. Ganhou fama também com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos científicos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente. No início do livro Uma breve história do tempo, ele diz que, exceção feita à sua doença, ele é feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profissão que só precisa do intelecto. Chegou a escrever que sua deficiência não lhe causara maiores problemas, tendo contado com auxílio da família, de colegas e alunos. Ele se comunicava por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o até de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafiou a medicina com sua longa sobrevida. Em 14 de Março de 2018, Stephen Hawking morreu sereno aos 76 anos, em sua casa em Cambridge, Reino Unido, no mesmo dia do nascimento de outro grande gênio, Albert Einstein. . * * * Pensemos quantos de nós, frente ao mais leve sintoma de doença, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados médicos de longa duração. Quantos se aposentam por invalidez e não voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condições físicas. Que o exemplo desse notável homem, que ocupou a cadeira de Professor Lucasiano de matemática, na Universidade de Cambridge, lugar já ocupado por Isaac Newton, nos sirva de reflexão e de exemplo de vida. Para finalizar o Pense Nisso de hoje, vamos refletir com as palavras de Stephen Hawking: Você pode me ouvir? Tem sido uma época gloriosa estar vivo e fazer pesquisas em Física Teórica. Nossa imagem do Universo mudou muito nos últimos cinquenta anos e estou feliz por ter feito uma pequena contribuição. O fato de nós humanos, que somos uma mera coleção de partículas fundamentais da Natureza, termos sido capazes de chegar tão perto para compreender as leis que governam nós e o nosso universo. Quero compartilhar a minha alegria e entusiasmo sobre essa busca. Então, lembre-se de olhar para as estrelas e não para os pés. Tente compreender o que você vê e se pergunte o que faz o Universo existir. Seja curioso. E por mais que a vida possa parecer difícil há sempre algo que você pode fazer para ter sucesso. O que importa é que você não desista. Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver! Obrigado por me ouvir. Redação do Pense Nisso. Em 14.03.2018.

11/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 6:03

Regras para ser feliz

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10/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:34

A Vida e o Tempo

A Vida e o Tempo Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos! No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou.. Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro. Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou. Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão. Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um. Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa. Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei. Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo. *** O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim. O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados. Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados. Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas. O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências. Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas. Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz... Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos. Sempre há tempo...Sempre há vida. Pense Nisso. Redação do Pense Nisso, com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”. Em 23.06.2017.

09/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 5:04

O poder do amor silencioso

O PODER DO AMOR SILENCIOSO Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares. Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira. De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava. Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos. Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers. E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender. E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. * * * Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente. Suas palavras me ajudaram. Obrigado por me servir. Senti sua falta. Estou muito feliz por você. Orei por você hoje. Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial, de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press. Em 24.2.2015.

08/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:32

A vida que nos é dada

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07/12/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:06

Telha de vidro

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06/12/2021 08:00 | DURAÇÃO 5:08

A nova geração dos anos sessenta e setenta

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04/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 5:07

A ilusão

A Ilusão A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada. A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora. Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem. A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico. Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão. Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo. São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada... Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados... Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais... São iludidos... São ilusões... A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo. Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas. Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física. Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão. Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades. Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana. Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão. Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos. Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias. Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer. Pensemos nisso! Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra. Em 28.08.2012

03/12/2021 08:00 | DURAÇÃO 3:44

Datas importantes

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02/12/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:44

Você é feliz ?

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01/12/2021 08:00 | DURAÇÃO 3:47

Ser feliz

SER FELIZ Você conhece alguém que não queira ser feliz? Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz? Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo. Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza? Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade. Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia. Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes. Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer? Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida. Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria. Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica. Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre. Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial. Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize. Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes. Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência. Construir a própria felicidade não é um processo simples. Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas. E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida. Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário. Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila. Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã. E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro. Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade. Pensemos nisso. Redação do Pense Nisso

30/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:35

Ser ético

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29/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:35

Adolescentes antes da hora

ADOLESCENTES ANTES DA HORA Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo está programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos já estão assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos. Sempre há quem aplauda e ache bonito que as crianças cresçam rápido. Afinal, estamos no terceiro milênio, a era da informática e da aldeia global. Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crianças. É que elas começam a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual até já se deu um nome: síndrome da adolescência precoce. É síndrome porque não é uma adolescência de fato. Até em torno dos 11 anos de idade, os pequenos não têm a devida estrutura psíquica para processar emoções que surgem em situações complexas vividas pelos maiores. Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alcoólica ricocheteia no corpo e não encontra lugar para se encaixar. Não dá prazer. Só fazem com que eles se achem importantes. Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que estão sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depressão e a agressividade. Tentando ser o que não podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. É por isso que a atitude dos pais se faz muito importante. Dos seis aos onze anos é a fase em que a criançada tem tudo para ser tranquila, não rebelde. É a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. É a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas são a sombra das mães. Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase. Sua tarefa é assumir o lugar de importância máxima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. Só pode ser referência para uma criança, quem cuida dela. E só quem coloca limites realmente cuida. É assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo. Sem esta posição, sem esta ajuda, as crianças ficam à mercê de comportamentos ilusórios e com a falsa impressão de que só serão bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pareçam ser grandes. Vão se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poderão ficar ousados ou poderão ficar com aquela impressão amarga de que estão perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes está escorrendo através dos dedos, enquanto os outros estão, sim, gozando a vida. *** A tarefa da educação começa no berço, e não mais tarde. A criança e o adolescente, embora possam parecer ingênuos, puros, quase nunca o são. Podem trazer experiências nem sempre positivas de existências anteriores. Em razão disso, é indispensável a educação no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades. Para esse nobre objetivo são indispensáveis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, serão gravadas nestas almas, que estão reescrevendo a própria história, as lições que as deverão acompanhar para sempre.Pense nisso! Redação do Pense Nisso com base no(Livro Adolescência e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).

27/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:53

Os pais envelhecem

OS PAIS ENVELHECEM Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho. Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça. Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso. Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem. Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz. O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar. Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas. Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais. Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho. É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular? Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida. Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos. A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas. Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes. Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente. Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos. E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los? Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento? Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão. E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia. * * * A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui. O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa. Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo. Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto... Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria. VOCÊ FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.

26/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 3:48

Mulher e dedicação

MULHER E DEDICAÇÃO Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo. Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos. No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje. Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel. Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega. Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha. Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha. Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres. Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer. Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos. Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou? Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade. Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites. Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas? Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita? E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora. Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos. Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços. Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro. E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta. Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol. * * * Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor. A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.

25/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 5:06

Simplesmente simples

Simplesmente simples Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas. Acham que têm compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno. Entretanto, inúmeras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade. Viver com simplicidade é uma opção que se faz. Muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas. A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si. Angustiadas por múltiplos compromissos, não refletem sobre sua realidade íntima. Esquecem do que gostam, não pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias. De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si próprio? Se a criatura não tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser. Ninguém necessita trocar de carro constantemente, ter incontáveis sapatos, sair todo final de semana. É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade. O simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele. A pessoa simples não calcula os resultados de cada gesto, não tem artimanhas e nem segundas intenções. Não se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a própria infância. A simplicidade não ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial. Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de mãos dadas, tomar sorvete... Tudo isso compõe a simplicidade do existir. Não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz. Mas é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta. Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso. É bom e importante trabalhar, estudar e aperfeiçoar-se. Progredir sempre é uma necessidade humana. Mas isso não implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades. Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena. As coisas sempre ficam para trás, mais cedo ou mais tarde. Mas há tesouros imateriais que jamais se esgotam. As amizades genuínas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de espírito são alguns deles. Preste atenção em como você gasta seu tempo. Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas não são apenas um peso desnecessário em sua existência. Experimente desapegar-se dos excessos. Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver. Steve Jobs, um dos maiores gênios da industria de softwares, dizia sempre: “O genial não é fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.” Pense nisso e experimente o simples. Redação do Pense Nisso. Em 26.06.2012

24/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 4:04

Conivência

Conivência Com certeza a maioria de nós nos consideramos pessoas de bem. Ficamos cheios de indignação com a corrupção que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que nós pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situação? Constitui equívoco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percepção. Certamente é condenável divulgar os defeitos do próximo por malevolência, com a intenção de denegri-lo. Mas também é censurável prestigiar a comodidade de um único ser, em detrimento de inúmeros outros. A corrupção que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. O dinheiro público surrupiado por alguns faz falta na construção de hospitais e escolas. O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua falência. A compaixão não justifica a inércia perante esse tipo de situação. Nada há de louvável em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. Na verdade, a timidez e a acomodação dos homens íntegros favorece a preponderância dos desonestos. Quando o vício for combatido, sem ódio, mas firmemente, ele encontrará pouco espaço para proliferar. É preciso ter compaixão pelo delinqüente, mas jamais compactuar com seus atos. Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que você vive. A título de ostentar virtude, não simule ignorância e nem seja conivente. Pense nisso!MAS PENSE AGORA

23/11/2021 08:00 | DURAÇÃO 2:34

Amor sem preço

Amor sem preço Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum. Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo. Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu: Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais. A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada. O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço. Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram. Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado. Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta. Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada. O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe. A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor. * * * Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas. Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado. As ações são sempre mais fortes que as palavras. Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos. Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados. * * * É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes. Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais. É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora. Redação do Pense Nisso. Em 30.10.2017.

22/11/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:38

O sonho de Martin

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20/11/2021 06:00 | DURAÇÃO 4:20