Pense Nisso | Centro América FM Cuiabá - Easy | Cadena

Episódios

A PERDA GERA DESCOBERTAS

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09/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 3:11

QUANDO NÃO VALE APENAS INSISTIR

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08/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 2:28

VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

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07/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:29

DESUNIÃO E DIVERGENCIA

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05/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:54

CIUME DEVASTADOR

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04/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:37

CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

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03/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:35

SER FELIZ

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02/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:35

O QUE FAZEMOS NOS

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01/08/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:16

PAIS BRILHANTES

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31/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:59

FORMULA ESPECIAL

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29/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:20

O MUNDO DAS MULHERES

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28/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 3:56

PREOCUPAÇÃO

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27/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:02

INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

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26/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:41

HOMENS OU FERAS

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25/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:40

INVERNOS EXISTENCIAIS

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24/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:45

A ARTE DE ENVELHECER

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22/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:01

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

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21/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:44

O SILENCIO É OURO

Todos nós já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o “O silêncio é ouro”, mas poucos conseguem de fato colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana. Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado em determinadas situações é uma covardia, insegurança, e falta de posicionamento. Mas o Silêncio é, na verdade uma atitude necessária e importante. Muitas situações resolvem de modo mais construtivo e pacífico, quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir verbalmente. No silêncio é possível acalmar os ânimos, refletir com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto. O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou:  o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela.” Porque a boca fala do que está cheio o coração”. Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária. Falar sobre os que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante, jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia sejamos cuidadosos com o que saí da nossa boca e no momento que saí. Pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certas e o pior de tudo palavras erradas em hora erradas. No mundo que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, em comentar a respeito de tudo que nos aconteça ou que presenciamos, que muitas das vezes esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos. O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância. De vez em quando é necessário ser silencioso. Habituar-se à própria presença, inteirar-se de sua solidão e entender os seus sentimentos. No silêncio conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a ser humilde, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão. Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida. Pois o homem sábio vive em quietude, e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom. Pense nisso. Mas pense agora. Redação Centro América Fm: Baseado nos textos do Momento Espírita: A voz e o silêncio / Cultivando o silêncio Baseado no texto: Aprenda a permanecer calado, porém firme / do site: asomadetodosafetos.com

20/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 3:54

O SONHO DE MARTIN

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19/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:21

CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR

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18/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:07

A RIQUEZA MAIOR

Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos. Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse. Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem. Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las. Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre. Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência. Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros. Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir. Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta. Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo. O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens. Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros. O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo: Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis. Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário. Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio. Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram. Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas. Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma. O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes. *   *   * De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento. *Esse texto, é do momento Espírita Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC, de novembro/1998.

17/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:00

HAVERA SEMPRE UM AMANHÃ

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15/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 3:16

COMO VIVEM AS FLORES

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14/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:23

PARA QUE EU NASCI

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13/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:30

TODA CONQUISTA TEM UMA HISTÓRIA

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12/07/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:28