Pense Nisso | Centro América FM Sorriso - Hits | Cadena

Episódios

O AMANHECER E O ANOITECER

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18/10/2021 10:04 | DURAÇÃO 4:27

RENOVAR A CONFIANÇA

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20/08/2021 11:35 | DURAÇÃO 4:39

O SILÊNCIO

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19/08/2021 11:34 | DURAÇÃO 3:12

NOSSAS INGRATIDÕES

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18/08/2021 11:41 | DURAÇÃO 4:03

COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

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17/08/2021 11:45 | DURAÇÃO 3:54

TREINAMENTO E QUALIDADE

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14/08/2021 11:42 | DURAÇÃO 2:58

A DUREZA DA VIDA

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13/08/2021 11:43 | DURAÇÃO 5:00

AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ

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12/08/2021 11:46 | DURAÇÃO 4:21

DINHEIRO E VALORES

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11/08/2021 11:36 | DURAÇÃO 2:29

O ZELADOR DA FONTE

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10/08/2021 11:44 | DURAÇÃO 4:30

UM PAI EM NOSSAS VIDAS

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07/08/2021 11:42 | DURAÇÃO 4:53

O incerto também tem seu encanto

O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso. Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte: Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes. Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente. Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”. Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria? O incerto também tem seu encanto. É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso. Equipe de Redação do Pense Nisso, com base nos devaneios do autor deste texto. Em 27.04.2016

06/08/2021 13:53 | DURAÇÃO 3:54

A oferta da certeza

A OFERTA DA CERTEZA A oferta da certeza A oferta da segurança completa A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões É uma oferta de algo que não vale a pena ter Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente De não ter entendido suficiente De não poder saber o suficiente Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros Eu não aceitaria que fosse de outra forma Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta Que coisa terrível de dizer isso para as crianças Não pense nisso como uma dádiva Pense nisso como um cálice de veneno Afaste-o de você Por mais tentador que seja Corra o risco de pensar por si mesmo E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você. O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente. A humildade, por sua vez, permanece e felicita. seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida. Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas. Continua a agir no bem, a servir sempre. Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida. Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres. Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro. Pense Nisso. Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no artigo de Christopher Hitchen Em 14.1.2015.

05/08/2021 13:54 | DURAÇÃO 2:36

A felicidade e a riqueza

A felicidade e a riqueza

04/08/2021 13:59 | DURAÇÃO 4:50

Desfrute de você

DESFRUTE DE VOCÊ Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior. Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação. Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz. Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir: Primeiro fique sozinho. Primeiro comece a se divertir sozinho. Primeiro amar a si mesmo. Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando. Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem - Você não está em falta. Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta. Você está em casa. Se alguém vier, bom, ótimo. Se ninguém vier, também é bom e ótimo. Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz. Agora você se move como um mestre, não como um mendigo. Agora você se move como um imperador, não como um vassalo. E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo. Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada. Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração. E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham. Eles não utilizam o outro. Em vez disso, pelo contrário, ambos tornam-se UM e desfrutam da existência que os rodeia. Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você. Pense nisso e faça isso. Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br Redação do Pense Nisso. Em 12.5.2014.

03/08/2021 16:25 | DURAÇÃO 2:45

Combatendo o preconceito

COMBATENDO O PRECONCEITO Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas. Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem. Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias. Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis. Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos. Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social. E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus. Estava certo Gandhi. Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater. À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço. A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas. Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização. Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar. Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais. Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse. É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis. Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião. Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja. Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente. É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social. É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva. Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados. Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes? Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância? Pense Nisso, mas pense agora. Redação do Pense Nisso- com base no livro Momento Espírita, v. 7, ed. Fep. Em 19.05.2008.

02/08/2021 14:00 | DURAÇÃO 3:29

Peripatético

PERIPATÉTICO Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe? A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa. Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe. Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários. Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento. Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação: Jesus era peripatético. Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato. Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos. Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram: Que comentário de mau gosto! – disse um. De absoluta falta de respeito! – falou outro. Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento. Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém. Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor. Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo: Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento. Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez. Alguém ousou falar: Professor, veja bem, esse negócio de peripatético... É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos. Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico... Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando." Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra. Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar. Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário. Pense nisso. O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro. Informe-se. Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar. E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento. E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime. Pense de que lado você prefere ficar. Redação do Pense Nisso com base em artigo assinado por Max Gehringer Em 18.12.2014

31/07/2021 14:01 | DURAÇÃO 3:39

O óbvio

O ÓBVIO Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou: Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico? Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades. Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber: E o homem mais justo e sábio? Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder: O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever. Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio! Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo: Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio! Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade! O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra! A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum. Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho. Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista. Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples. Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas. Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade. Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã. Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes. O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás. As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo. É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade. Pense Nisso! Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita

30/07/2021 17:02 | DURAÇÃO 3:09

Um mundo melhor

Um mundo melhor Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo. Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo. Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos? O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes. Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza. Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs. A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente. A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900. Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda; Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo. Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos. São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres. Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração; Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande. Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior. Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos. Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes; Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer! Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar. Pense nisso... mas, pense agora. (*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.

29/07/2021 17:00 | DURAÇÃO 4:08

Solidariedade entre as gerações

Solidariedade entre as gerações De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida. Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais. Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos. Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados. Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade. Ocorre que a vida não é feita de acasos. Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória. Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos. As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir. Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse. Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor. Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade. Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir. Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor. É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos. Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente. Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar. Trata-se de um erro enorme de planejamento. Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito. Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo. As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos. Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras .. Sim, pense nisso.. Mas, pense agora. (*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.

28/07/2021 17:09 | DURAÇÃO 3:08

A vida em transformação

A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda. Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova. No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente. Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo. Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio. É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias. No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível. Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado. Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida. Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante. Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente. * * * Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída. Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte. Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia. E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa. Transforme sua vida. Pense nisso.

27/07/2021 17:13 | DURAÇÃO 3:48

Perdendo a noção do tempo

Perdendo a noção do tempo A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção: “Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”. Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar... Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem... No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos. Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma. A vida está passando. Será que é tempo que nos falta pra perceber? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, Será que temos esse tempo pra perder? A vida é tão rara Pense nisso... mas, pense agora! (Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência) Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine

26/07/2021 17:12 | DURAÇÃO 3:36

O bom exemplo nasce no lar

O bom exemplo nasce no lar Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares? Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos. Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação? Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor. Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!” Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso... Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor. Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências. Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima. Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte. Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha. A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância. Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas. Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade. Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados. Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos. Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar. * * * Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença. A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz. São Pequenos passos capazes de transportar realidades: Da ignorância à sabedoria. Do instinto à razão. Da força ao direito. Do egoísmo à fraternidade. Da tirania à compaixão. Da violência ao entendimento. Do ódio ao amor. Da extorsão à justiça. Do desequilíbrio à harmonia. Do caos à glória. Pense nisso, mas... pense agora. Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb. Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.

24/07/2021 17:10 | DURAÇÃO 4:40

A nossa parte

A nossa parte A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos. Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida. Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos. Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida. São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador. É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros. Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome. A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males... Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada. Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros. Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel. Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor... Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista. Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar... Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo. Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar. Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte. Pense nisso. Mas... Pense agora. (*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020

23/07/2021 12:50 | DURAÇÃO 3:35

Criaturas únicas

CRIATURAS ÚNICAS Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem. O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.” Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.” O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam. Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel. Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar! O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel. O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.” O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?” “Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...” O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.” Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?” Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.” Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.” *** A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa. Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas. E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor. Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos. Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil. Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial. Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você! Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor. Em 13.01.2013

22/07/2021 17:16 | DURAÇÃO 4:28