Pense Nisso | Morena FM - Easy | Cadena

Episódios

LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBEM

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29/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:13

FEITO REVOADA

FEITO REVOADA Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos? As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres; A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida. A árvore nunca foi tão exuberante. Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo. Outro belíssimo espetáculo de se ver. Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam... Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação. Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos. A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta. Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore. * * * Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo. As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente. Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana... E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia. Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços. Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos... É de se compreender a tristeza da árvore. Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas. São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim. Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos? A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas. Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ... Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação. Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista. Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram. Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante... Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade... Façamos isso, todos os dias... Pense nisso, mas… pense agora! (*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.

28/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:22

O MUNDO DAS MULHERES

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27/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:09

COLABORAÇÃO

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26/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:49

A ARTE DE ENVELHECER

A ARTE DE ENVELHECER Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada. Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos. Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço. Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias. Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer. Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso. Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio! Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha. Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes. O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir. * * * Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos. Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter. Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás. Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde. Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros. Que belas lições! Pensemos a respeito. Redação do Pense Nisso, com base em dados biográficos de Cora Coralina. Em 16.6.2019.

25/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:15

MÚSICA - A VOZ DO MUNDO

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24/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:10

QUESTÃO DE ESCOLHA

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22/10/2022 10:05 | DURAÇÃO 4:43

SOLIDÃO VIRTUAL

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21/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:52

AMIGOS

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20/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:25

NO REINOS DAS BORBOLETAS

À beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crepúsculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas: Não temam! Sou sua irmã de raça! Venho para lhes trazer esperança. Nem sempre permanecerão coladas às ervas do pântano! Tenham calma, fortaleza e paciência. Esforcem-se para não sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem. Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordarão com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar... Então, não mais se arrastarão, presas ao solo úmido e triste. Adquirirão preciosa visão da vida, pois poderão subir muito alto e seu alimento será o néctar das flores... Viajarão deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma! Observarão o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destrói, e verão a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem. Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclamações admiradas: Ah, não posso crer no que vejo! Que misteriosa criatura! Será uma fada milagrosa? Nada possui de comum conosco... Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou: Não se iludam! Não sou uma fada celeste! Minhas asas são parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva. Ontem, eu vivia com vocês; amanhã viverão comigo! Flutuarão no imenso espaço, em voos sublimes em plena luz. Libertas do lodaçal, se elevarão felizes. Conhecerão a beleza das copas floridas e o saboroso néctar das pétalas perfumadas. Contemplarão a altura e a amplitude do firmamento... Logo após, lançando carinhoso olhar à família alvoroçada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul. Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os comentários empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada: Calem-se e escutem! Tudo isso é insensatez, mentiras, divagações... Não nos iludamos! Nunca teremos asas! Ninguém deve filosofar... Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos práticas, no imediatismo da própria vida. Esqueçam-se de pretensos seres alados que não existem. Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais... As lagartas calaram-se, desencantadas. Caiu a noite e, em meio à sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente imóvel. As irmãs, preocupadas, observavam curiosas o fenômeno... Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar... * * * À semelhança da formosa borboleta que desceu às faixas escuras onde rastejavam suas irmãs lagartas, um dia a Humanidade também recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperança. Falou da vida estuante, além do casulo físico. E para provar que o que dizia é realidade, Ele próprio, após desvencilhar-se do corpo físico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes. Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensidão azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galiléia... E, mais de dois milênios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer é comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais... Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei. Pense Nisso. Redação do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro Contos e apólogos, pelo Espírito Irmão X, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Em 26.06.2012.

19/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:09

ATITUDES

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18/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:00

UM ADVERSÁRIO A ALTURA

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17/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 2:58

SUPERTIÇÕES

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15/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:25

BRINQUEDO QUEBRADO, CRIANÇA FELIZ

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14/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:47

NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

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13/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:36

TEMPOS FUGAZES

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10/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 5:01

O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?

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08/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:15

RAZÃO DE VIVER

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07/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:56

INGREDIENTES PARA O ÊXITO

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06/10/2022 08:00 | DURAÇÃO 5:15

ANOS SESSENTA E SETENTA

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05/10/2022 08:00 | DURAÇÃO 5:21

COMEÇANDO O DIA

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03/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:40

ACOSTUMADOS DEMAIS

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01/10/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:52

ALGUÉM MELHOR

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29/09/2022 06:30 | DURAÇÃO 3:22

A ARTE DOS ELOGIOS

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28/09/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:25

TER SEMPRE RAZÃO

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27/09/2022 06:30 | DURAÇÃO 4:55