Pense Nisso | Morena FM - Easy | Cadena

Episódios

TELHA DE VIDROS

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21/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:19

SER ÉTICO

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20/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:27

A VAIDADE

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17/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:18

PATO OU AGUIA

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16/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:48

O SEMEADOR

Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho. Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso. Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar. Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar. Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família. Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora. - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador - Não esse foi eu – respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. – A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse “ a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela” colocando uma semente em minha mão continuou “seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo”. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família. Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas. ************************************ Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render – lhe, frutos, seja eles bons ou ruins. Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado. Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando. Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém. Pense Nisso, mas pense agora. Redação Centro América Fm: Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.

15/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:44

RESILIENCIA

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14/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:49

O ZELADOR DA FONTE

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13/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:05

EXEMPLOS,LIÇÕES E EXPERIENCIAS

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10/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:11

VOZES AMIGAS

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09/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:05

A CARIDADE DO RESPEITO

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08/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:31

DEIXE O OUTRO FALAR

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07/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:46

UM PAI EM NOSSAS VIDAS

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06/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:08

SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES

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03/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 3:42

RENOCAÇÃO INTELIGENTE

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02/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:49

AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ

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01/02/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:56

A RIQUEZA MAIOR

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31/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:11

O SILÊNCIO QUE ORIENTA

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30/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:04

ACEITAÇÃO

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28/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:34

SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo. Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida. Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos. Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco. Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais. E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável. Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade. Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos. Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade. Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos. Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento. Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates. Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional. Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer. * * * Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar. Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão. Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações. Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. * * * A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.

27/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 6:42

O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR

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26/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:56

DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO

Dois mundos num mesmo mundo O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais. A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade? A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem. Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro. Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante. Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo. Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar. Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba. E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome. Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar. E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo! E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu. Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final. Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local. Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente. Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão , pelo êxito alcançado. Que religião professam? Ou mesmo, que não professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo. * * * Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade. Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida. São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobrehumanas. E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem? Pensemos nisso. Redação do Pense Nisso.

25/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 5:11

O VALOR DA PACIÊNCIA

O VALOR DA PACIÊNCIA Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos. Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir. Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes. Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes. Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez? Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade? Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes. Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar. Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar? Absolutamente, não. Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito. Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós. Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade? Absolutamente, não. Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa. Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido. O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero. Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos. Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória. Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro. E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel... Pense Nisso, mas pense agora. ****** Redação do Pense Nisso. Com base no pensamento de Bertrand Rosseau

24/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:51

QUERO SER UM SMARTPHONE

Quero ser um smartphone Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles. Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada. Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar. Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas. O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava: O que aconteceu, querida? Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse: Lê... A redação é de um aluno meu. O marido segurou a folha de papel e começou a ler: Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me num smartphone. Quero ser levado a sério quando falar, ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas. Senhor, quero receber a mesma atenção que ele quando não funciona, quando está com algum problema. Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado. Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar. E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo. Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo. Por fim, que eu possa divertir a todos. Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive! Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado. Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! – Disse ele, virando-se para a esposa. A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro: Esta redação é do nosso filho... * * * Há tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas opções para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crianças ao adentrar numa imensa loja de brinquedos. São tantas informações disponíveis, tantas distrações, tanto entretenimento ao nosso dispor... Mas será que não estamos deixando de lado o mais importante? Será que sabemos o que é mais importante, o que procurar na vida? Mediante esta constatação, será que a família não está sendo deixada em segundo plano? Será que os relacionamentos não estão sendo vividos numa certa superficialidade confortável? É tempo de pensar em tudo isso. Não troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what’s app ou em outra mídia social. Não troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes. Aquele “like” não é mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se está bem. A vida em família é o grande alicerce da felicidade de todos nós. O resto é acessório. O resto... é resto...é “fake”. Pense Nisso, mas pense agora. Redação do Pense Nisso, com base em texto de autoria ignorada.

23/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:42

A ARTE DOS ELOGIOS

A ARTE DOS ELOGIOS A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos. Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios. Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas. Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem. É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima. O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não: 1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele. Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento. 2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos. 3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração. A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela. 4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música. 5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica. Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor: Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir. Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança. Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso. Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater. Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor. * * * O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir. Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento. Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos. Pensemos nisso. Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000. Em 24.07.2012.

21/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:21

DANDO O MELHOR

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20/01/2023 06:30 | DURAÇÃO 4:30