Pense Nisso | Centro América FM Rondonópolis - Easy | Cadena

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TÉDIO

TÉDIO Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam. A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios. Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição. Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados. Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo. Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação. Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena. Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório. É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos. Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil. Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver. Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo. O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto. Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar. Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos. Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais. Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno. Pense nisso, mas pense agora.

20/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:25

JULGAMENTOS

Julgamentos Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar, a pé, um rio chamado Rio da Discórdia. Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso, ele continuou seu caminho e ignorou a moça. Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu, e eles seguiram o caminho. O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo, por fim, falou: — Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio? Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento? Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações, julgamentos e o peso deles? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse uma mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como foi difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras. Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas, sem qualquer culpa. Pense nisso. Mas pense agora.

19/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:06

SER GENTIL

Ser gentil. Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave. A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais. O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação. Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo. Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem. De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem. Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente. Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas. Apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo. Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer. A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos, a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam. Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras. Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal e não pôde prosseguir. A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez. A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava às suas costas. Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações. Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem. Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez. Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento. Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada. Suavemente, apoiou sua mão sobre o ombro dela e gentilmente a convidou: — Vamos sentar na poltrona, minha flor. Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo. Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal. Este é o poder da gentileza. Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco. Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar. Ser gentil extrapola a polidez, vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo. Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro. Pense nisso, mas pense agora.

18/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:23

RELACIONAMENTO FAMILIAR

RELACIONAMENTO FAMILIAR O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida. Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo. Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares. Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo. — Você reparou? — falou, admirada. Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela. No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou: — Você sabe de alguma coisa que eu não sei? — Por que pergunta? — disse o marido. — Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você? — Não — afirmou. — Claro que não! Por que deveria? — É que você — respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer. — Não, querida — tornou a falar Tom, sorrindo. — Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver. Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar". Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar? Pense nisso, mas pense agora.

17/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:24

PREOCUPAÇÕES

**Preocupações** Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor. São problemas que envolvem os filhos. Onde vão morar? A viagem para o exterior? Um novo curso que ele deve começar? São tantas incertezas. Será que vão conseguir superar todas as etapas? E, se não conseguir, como vão reagir? A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E, se não der, como vai ficar o coração dela? O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isso refletirá em nossa carreira? Nossas finanças, como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses? E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer? Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias. Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta. Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença. Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos. Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra. Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue. Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal. Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal-entendidos ou questões familiares. Aprendamos a resolver, um após outro, os problemas. Porque, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades. Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento. O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam. Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade. É a divina providência, sempre alerta e a postos. Pense nisso, mas pense agora.

16/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:17

UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSARIO

Um simples bolo de aniversário. Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas. Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp, um pequeno gesto de gentileza dão ânimo a alguém desanimado. Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento, pode marcar corações, mexer com as emoções. Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha. Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem precise. Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e compraram um bolo para comemorar o aniversário, o dia dele. Quando entregaram o bolo e cantaram “Parabéns a Você”, o rapaz se emocionou. Agradeceu muito e não segurou as lágrimas. Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário. Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo. Era de uma família muito simples, com poucos recursos. E ele agora estava com o bolo nas mãos, presente dos seus colegas. Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz, e todos se emocionaram junto com ele. O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas, como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade. Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por se descobrir carente de tudo. A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais. É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas. Mas, quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as manifestações de apreço, de amizade. Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos que o rodeavam. Quando ele entra na cidade de Naim e vê passar homens carregando um corpo para o sepultamento, observa a dor da mãe viúva que o acompanhava. Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver à mãe o filho com vida. Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação da família, ora e cura a sogra do amigo, tomada por febre. Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito. Comecemos, pois, esse exercício e haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar com muito pouco. O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido. Pode ser que lhe baste um cumprimento, saber que alguém se importa com ele. Talvez um café, um bolinho, uma flor possam tornar diferente o seu dia. Com certeza, não haveremos de resolver os problemas do mundo, mas, se colaborarmos para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados. Pense nisso, mas pense agora.

15/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:40

RELACIONAMENTO DE UM SÓ

RELACIONAMENTO DE UM SÓ Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha. Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.

13/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 5:04

DIA DOS NAMORADOS

Dia dos namorados. E eis que chega outra vez. Hoje, 12 de junho, haverá muitas flores, perfumes, presentes, jantares à luz de velas, abraços, expectativas. Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda. E basta-se anunciar o dia dos namorados para que o coração bata diferente. A origem do dia dos namorados remonta ao século 3 da nossa era. Conta-se que, durante o governo do imperador Claudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Claudio acreditava que, se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim, e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes, dizendo que eles ainda acreditavam no amor. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C. A partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como dia dos namorados em vários países. No Brasil, a data do dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio. É que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro, provavelmente por suas pregações a respeito da importância da união familiar, que, na época, era combatida pelos cátaros. Independentemente de datas, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia para aqueles de que nós, que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama. Um dia para todos os casais: namorados, noivos, casados. Um dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho. E nesse dia é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento. E, se houver rusgas, que sejam desfeitas com um abraço, com um beijo, flores e ternura. Porque, afinal, é maravilhoso ter alguém para amar. Pense nisso. Mas pense hoje, dia dos namorados. O que você acha?

12/06/2026 10:07 | DURAÇÃO 3:28

RELACIONAMENTO DE UM SÓ

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11/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:51

EM BUSCA DA FELICIDADE

Em busca da felicidade Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.

10/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:05

UM GESTO DE AMOR

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09/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:45

A CARIDADE DO RESPEITO

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08/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 5:20

DESUNIÃO E DIVERGENCIA

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06/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:54

REGRAS PARA SER FELIZ

Regras para Ser Feliz Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu juntar uma significativa fortuna. Mas, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz. Um grande vazio perturbava sua alma, e as tribulações lhe roubavam a paz. Certo dia, ouviu falar de um velho sábio, conhecedor de regras eficientes para quem desejasse ser feliz. O executivo não teve dúvidas: foi ao encontro dele. Após uma longa e exaustiva viagem, chegou ao lugarejo onde residia o sábio. Frente a frente com ele, o homem de negócios foi direto ao assunto: — Ouvi dizer que o senhor conhece a receita para se conquistar a felicidade. O que mais desejo é ser feliz. Pode me ajudar? O sábio respondeu: — Bem, na verdade, as regras são muito simples. A primeira delas é prestar atenção. A segunda é prestar atenção. E a terceira e última é prestar muita atenção. O executivo pensou que aquilo poderia ser uma brincadeira. No entanto, mudou de ideia à medida que se dispôs a ouvir, de forma pausada e calma, as explicações. — Quem presta atenção em tudo o que acontece nos momentos de sua vida consegue ser feliz. Preste atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível. Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere. Sinta seus sabores. Preste atenção em tudo à sua volta. Olhe atentamente para a lua, as estrelas e o amanhecer. Contemple um jardim, seus perfumes e suas cores. Observe as aves e a variedade de suas plumagens. Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário. Preste atenção na chuva. Imagine os lençóis d'água no subsolo espalhando fertilidade e vida. Pare para observar o trabalho das formigas, sua organização e sua perseverança. Enfim, observe atentamente os pequenos detalhes ao seu redor. Em pouco tempo, você perceberá que existe uma infinidade de coisas boas no mundo, e isso o fará feliz. Quando o sábio concluiu sua fala, o empresário foi percebendo o quanto tudo aquilo lhe passava despercebido. Guardou em seu coração todas aquelas regras e, ao retornar para seu lar, estava disposto a lutar pela felicidade tão almejada. Por muitas vezes, agimos como aquele homem infeliz. Mesmo com a felicidade tão perto, desperdiçamos a oportunidade de desfrutá-la. As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria. Embora se repitam incessantemente, os minutos nunca são os mesmos, e as circunstâncias mudam a cada segundo. A cada hora, temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade. Basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que nossa atenção deve voltar-se para as coisas positivas. Ah, e elas são muitas! Pense nisso, mas pense agora.

05/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:35

O DIFERENCIAL

No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única. Afinal, o que é um diferencial? Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos. Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir: — Ah, eu tenho boa comunicação. — Tenho formação acadêmica. — Sou especializado em determinada área. Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade? Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão. "Eu preciso de mais seguidores." "Preciso postar o Reels do momento." "Preciso do mais novo modelo de celular lançado." "Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo." Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial. Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade. São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana. E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: "Sou diferente porque aprendo quando erro." "Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado." "Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente." O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade. Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você. Pense nisso, mas pense agora.

04/06/2026 10:28 | DURAÇÃO 4:29

SEJA VOCE MESMO

Seja você mesmo. Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.

03/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 2:54

ENVELHEÇA BEM

Envelheça Bem Um jovem universitário, no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos que, assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade. Rindo, ela respondeu: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo, me aposentar e viajar"."Eu falo sério", disse seu jovem colega. "Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade".Gentilmente, ela respondeu: "Sempre sonhei em ter uma educação universitária e, agora, vou ter". Os anos passaram e, durante o curso, ela se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse e todos gostavam dela. Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcaram muito aquele jovem. Ela disse: "Não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. Temos que ter um ideal, porque, quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. Só envelhece quem deixa de viver a vida. Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós. Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fácil, e sim com fé, com alegria de viver e otimismo. O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem. É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações são a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruíssemos, que aprendêssemos a aceitar o destino sem querer pegar atalhos. Aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos. Muitas vezes, o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade: as experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas. Tudo o que faz de nós pessoas ímpares. E, como o poeta José Saramago deixou no texto: 'Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto'. Não importa a idade que você tenha: cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente. Pense nisso. Mas pense agora.

02/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 4:13

PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO

A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção: “Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.” Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma. A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso. Mas pense agora.

01/06/2026 06:30 | DURAÇÃO 3:10

O AMANHECER E O ANOITECER

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18/10/2021 10:07 | DURAÇÃO 4:27

BRASIL DE TODOS NÓS

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07/09/2021 08:00 | DURAÇÃO 3:57

DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE

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06/09/2021 19:10 | DURAÇÃO 3:52

CONFLITOS ÍNTIMOS

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04/09/2021 19:09 | DURAÇÃO 4:28

SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA

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02/09/2021 19:11 | DURAÇÃO 3:27

NOSSA HERANÇA

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01/09/2021 19:10 | DURAÇÃO 4:33

DISCIPLINA

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31/08/2021 19:09 | DURAÇÃO 3:02