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    <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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    <title><![CDATA[Pense Nisso]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Rondonópolis - Easy</copyright>
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    <item>
      <description><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Por que os cães vivem menos?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL

Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL

Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></itunes:subtitle>
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Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></itunes:summary>
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Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 01 Apr 2021 16:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ

Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos.

Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar.

Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.

No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.

Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou.

Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.

É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos.

E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.

Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil.

Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma.

Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.

Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.

Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.

Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ

Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos.

Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar.

Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.

No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.

Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou.

Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.

É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos.

E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.

Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil.

Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma.

Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.

Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.

Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.

Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ

Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos.

Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar.

Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.

No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.

Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou.

Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.

É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos.

E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.

Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil.

Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma.

Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.

Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.

Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.

Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ

Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos.

Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar.

Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.

No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.

Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus há muito já se instalou.

Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.

É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos.

E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência. Nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.

Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil.

Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma.

Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.

Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.

Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.

Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:59:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 17 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
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      <title><![CDATA[Respeito pela vida]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

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      <title><![CDATA[Mente e sintonia]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 May 2021 14:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Colaboração]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      </image>
      <pubDate>Tue, 22 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SUPERSTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SUPERSTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SUPERSTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SUPERSTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Superstições]]></title>
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      </image>
      <pubDate>Tue, 29 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Salário Ideal]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 May 2021 14:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Insubstituível]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 May 2021 14:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 12 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Fugindo da Verdade]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Haverá sempre um amanhã]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 23 Jun 2021 16:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conversas Vazias

Certo dia, enquanto passeava com seu filho, o pai perguntou:

— Filho, você está ouvindo esse barulho?

— Ah, sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada — respondeu o garoto.

— Isso mesmo — disse o pai. — É uma carroça vazia.

— Vazia? Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? — perguntou o garoto, intrigado.

— Ora, filho, é muito fácil. Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta ela é.

É muito comum, hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo, obviamente, mas também vazias de compreensão, interesse pelo outro, emoção, sinceridade e até de empatia.

Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas não tem qualidade. Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.

Quem faz barulho demais e diz o que não deve acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais ser apagadas.

Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?

Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda. As conversas são superficiais, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todos sem sentido e sem significado profundos. Não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro.

Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos nem conhecemos, de verdade, as pessoas do nosso convívio.

Falar muito e dizer pouco é um fato comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, porém não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes, o quanto nossas conversas são profundas e de boa qualidade.

Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário, o poder da síntese é qualidade dos sábios.

Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz em nossas vidas.

Palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.

A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, para edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.

Dessa forma, antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e qualidade das nossas palavras.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 17 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA

No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA

No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></itunes:subtitle>
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No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></itunes:summary>
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No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Sócrates e a imortalidade da alma]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Apr 2021 17:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A verdade]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Mar 2021 15:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.”

Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos.

As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora.

E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma.

A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder?

A vida é tão rara.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.”

Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos.

As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora.

E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma.

A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder?

A vida é tão rara.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.”

Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos.

As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora.

E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma.

A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder?

A vida é tão rara.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A frase estampada em uma arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo.”

Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrá-lo. Já não temos mais tempo para quase nada. Não temos paciência para uma longa conversa ao telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial: o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não coincidem. No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário porque, logo na sequência, temos outros compromissos.

As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E, aos poucos, começamos a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa em uma velocidade assustadora.

E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais; outros, para ajustar a vida espiritual e até mesmo a vida familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que os momentos em família são necessários, mas também aprendemos, da maneira mais difícil, que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e como é bom ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos: andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa alguma.

A vida está passando. Será que é tempo o que nos falta para perceber isso?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder?

A vida é tão rara.

Pense nisso. Mas pense agora.
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      <title><![CDATA[ PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ VOCÊ LEMBRARÁ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Aug 2021 09:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 25 May 2021 14:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Quando me amo]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Feb 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA É CURTA PRA SER PEQUENA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 May 2021 14:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Escolas ou presídios?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2020 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vaidade]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 25 Mar 2021 15:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não te entregues]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 16:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Nem Nem]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Oct 2020 12:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O silêncio que orienta]]></description>
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      <pubDate>Mon, 14 Jun 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER



Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER



Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER



Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER



Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
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Em 16.6.2019.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 25 Jun 2021 16:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CHAPLIN E O SORRISO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Aug 2021 09:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015
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      <title><![CDATA[ Apaixone-se ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Jun 2021 12:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso

Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados.

Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.

Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers.

Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.

A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.

Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira.

De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava.

Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.

Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo:

— Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas.

Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.

E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.

Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso

Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados.

Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.

Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers.

Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.

A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.

Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira.

De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava.

Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.

Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo:

— Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas.

Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.

E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.

Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso

Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados.

Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.

Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers.

Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.

A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.

Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira.

De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava.

Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.

Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo:

— Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas.

Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.

E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.

Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Poder do Amor Silencioso

Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas e calçados.

Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.

Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa: a casa da senhora Withers.

Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra. Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.

A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão, em um bule especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.

Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional e realizara o seu sonho de ser enfermeira.

De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a senhora Withers comprava produtos se não os usava.

Segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava; comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis. Depois, repassava os produtos a outros; nem todos, como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.

Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se, então, das palavras da senhora Withers e começou dizendo:

— Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas.

Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.

E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.

Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ser Feliz]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Oct 2020 12:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Para aqueles que não podem ver]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Jun 2021 15:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Mais um ano...]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 31 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Quando não vale a pena insistir]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Mar 2021 16:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 04 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
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Reportagem televisiva em 2012.

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      <title><![CDATA[Não envergonhe sua mãe]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jul 2021 17:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 07 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
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      <title><![CDATA[Criaturas únicas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 22 Jul 2021 17:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pais brilhantes]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 28 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ O Aniversariante]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Dec 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
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      <title><![CDATA[Criaturas únicas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 21 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Descontrole]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Para aqueles que não podem ver]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vida]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRATICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Combatendo o preconceito]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Aug 2021 14:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></itunes:summary>
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Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Influências na infância]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></itunes:summary>
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A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 17 Jul 2021 17:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Deserto florido]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 May 2021 14:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></description>
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      <pubDate>Mon, 15 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.

A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.

Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.

A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.

Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.

Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável.

Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não.

Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda.

Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.

Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.

Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.

A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.

Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.

A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.

Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.

Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável.

Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não.

Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda.

Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.

Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.

Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.

A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.

Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.

A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.

Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.

Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável.

Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não.

Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda.

Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.

Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.

Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A provocação, de qualquer natureza, é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.

A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.

Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.

A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.

Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.

Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa à sua marcha inevitável.

Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre, não.

Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois, em casa, podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda.

Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas, sim, o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar, num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.

Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.

Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Perdendo a noção do tempo]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Agir ou reagir]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Rogativa do culpado]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 16 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A dor que causamos]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 14:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jul 2021 17:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Nossos Personagens]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Apr 2021 17:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho quando conheceu Pedro, um garotinho de 6 anos de idade. Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre. O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito. O cão foi cercado pela família. O menino Pedro parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez. Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar. O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava, por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos? Pedro disse, eu sei por quê. A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta. Ele disse, a gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser uma boa pessoa, né? Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós, entendeu? Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade, faz todo o sentido. Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles. Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada. Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos. Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro extasia. Tire cochilos e alongue-se antes de se levantar. Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso. Aprenda com os cães. Evite um morder quando apenas um rosnado seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores e deixar marcas. Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dança movendo todo o seu corpo. Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está enterrado, cabe até encontrar. Ah, e seja fiel, independente da situação. Quando alguém estiver num mau dia, fique em silêncio. Sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, a sua companhia fará toda diferença. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[O primeiro pássaro]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O primeiro pássaro]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O primeiro pássaro]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Mar 2021 16:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.

Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.

Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.

Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo.

— Você reparou? — falou, admirada.

Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.

No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias.

As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:

— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?

— Por que pergunta? — disse o marido.

— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você?

— Não — afirmou. — Claro que não! Por que deveria?

— É que você — respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.

— Não, querida — tornou a falar Tom, sorrindo. — Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.

Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar".

Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.

Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.

Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.

Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo.

— Você reparou? — falou, admirada.

Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.

No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias.

As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:

— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?

— Por que pergunta? — disse o marido.

— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você?

— Não — afirmou. — Claro que não! Por que deveria?

— É que você — respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.

— Não, querida — tornou a falar Tom, sorrindo. — Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.

Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar".

Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.

Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.

Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.

Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo.

— Você reparou? — falou, admirada.

Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.

No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias.

As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:

— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?

— Por que pergunta? — disse o marido.

— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você?

— Não — afirmou. — Claro que não! Por que deveria?

— É que você — respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.

— Não, querida — tornou a falar Tom, sorrindo. — Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.

Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar".

Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence. A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo, está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado. O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente, gosta de confusão, faz tempestade em copo d'água. O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.

Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.

Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Pode-se demonstrar amor através de gestos simples. Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar. Ficou imaginando o que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos, se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse, se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.

Durante as férias de duas semanas em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso. No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem vestindo aquele suéter amarelo.

— Você reparou? — falou, admirada.

Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio junto ao mar. Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.

No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi. Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar. E assim se passaram 12 dias.

As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor. Foi então que surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:

— Você sabe de alguma coisa que eu não sei?

— Por que pergunta? — disse o marido.

— Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso, ele disse alguma coisa diferente para você?

— Não — afirmou. — Claro que não! Por que deveria?

— É que você — respondeu a esposa — está sendo tão bom para mim, que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.

— Não, querida — tornou a falar Tom, sorrindo. — Você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.

Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos. Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: "Cometi um erro"; "Você tem razão"; "Peço perdão"; "Fui indelicado"; "Prometo mudar".

Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
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      <title><![CDATA[Sorrir todos os dias]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Jun 2021 16:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O incerto também tem seu encanto]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação o Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 06 Aug 2021 13:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O porquê da dor]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 16:04:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

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      <title><![CDATA[O sal da vida]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Empatia]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Vida e o Tempo

Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Vida e o Tempo

Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Vida e o Tempo

Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.

]]></itunes:summary>
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Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.

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      <title><![CDATA[ A Vida e o Tempo]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Seja patrão]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A caridade do respeito]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pretexto]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 15:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Retribuição]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Jun 2021 16:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[GENEROSIDADE

Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[GENEROSIDADE

Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[GENEROSIDADE

Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[GENEROSIDADE

Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Generosidade]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Mar 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Acomodação]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 15:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um simples bolo de aniversário.

Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas. Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp, um pequeno gesto de gentileza dão ânimo a alguém desanimado. Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento, pode marcar corações, mexer com as emoções.

Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha. Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem precise. Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e compraram um bolo para comemorar o aniversário, o dia dele.

Quando entregaram o bolo e cantaram “Parabéns a Você”, o rapaz se emocionou. Agradeceu muito e não segurou as lágrimas. Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário. Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo. Era de uma família muito simples, com poucos recursos. E ele agora estava com o bolo nas mãos, presente dos seus colegas.

Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz, e todos se emocionaram junto com ele.

O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas, como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade. Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por se descobrir carente de tudo.

A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais. É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.

Mas, quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as manifestações de apreço, de amizade.

Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos que o rodeavam. Quando ele entra na cidade de Naim e vê passar homens carregando um corpo para o sepultamento, observa a dor da mãe viúva que o acompanhava. Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver à mãe o filho com vida.

Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação da família, ora e cura a sogra do amigo, tomada por febre.

Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.

Comecemos, pois, esse exercício e haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar com muito pouco.

O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido. Pode ser que lhe baste um cumprimento, saber que alguém se importa com ele. Talvez um café, um bolinho, uma flor possam tornar diferente o seu dia.

Com certeza, não haveremos de resolver os problemas do mundo, mas, se colaborarmos para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um simples bolo de aniversário.

Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas. Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp, um pequeno gesto de gentileza dão ânimo a alguém desanimado. Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento, pode marcar corações, mexer com as emoções.

Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha. Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem precise. Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e compraram um bolo para comemorar o aniversário, o dia dele.

Quando entregaram o bolo e cantaram “Parabéns a Você”, o rapaz se emocionou. Agradeceu muito e não segurou as lágrimas. Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário. Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo. Era de uma família muito simples, com poucos recursos. E ele agora estava com o bolo nas mãos, presente dos seus colegas.

Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz, e todos se emocionaram junto com ele.

O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas, como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade. Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por se descobrir carente de tudo.

A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais. É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.

Mas, quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as manifestações de apreço, de amizade.

Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos que o rodeavam. Quando ele entra na cidade de Naim e vê passar homens carregando um corpo para o sepultamento, observa a dor da mãe viúva que o acompanhava. Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver à mãe o filho com vida.

Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação da família, ora e cura a sogra do amigo, tomada por febre.

Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.

Comecemos, pois, esse exercício e haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar com muito pouco.

O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido. Pode ser que lhe baste um cumprimento, saber que alguém se importa com ele. Talvez um café, um bolinho, uma flor possam tornar diferente o seu dia.

Com certeza, não haveremos de resolver os problemas do mundo, mas, se colaborarmos para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um simples bolo de aniversário.

Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas. Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp, um pequeno gesto de gentileza dão ânimo a alguém desanimado. Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento, pode marcar corações, mexer com as emoções.

Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha. Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem precise. Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e compraram um bolo para comemorar o aniversário, o dia dele.

Quando entregaram o bolo e cantaram “Parabéns a Você”, o rapaz se emocionou. Agradeceu muito e não segurou as lágrimas. Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário. Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo. Era de uma família muito simples, com poucos recursos. E ele agora estava com o bolo nas mãos, presente dos seus colegas.

Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz, e todos se emocionaram junto com ele.

O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas, como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade. Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por se descobrir carente de tudo.

A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais. É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.

Mas, quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as manifestações de apreço, de amizade.

Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos que o rodeavam. Quando ele entra na cidade de Naim e vê passar homens carregando um corpo para o sepultamento, observa a dor da mãe viúva que o acompanhava. Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver à mãe o filho com vida.

Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação da família, ora e cura a sogra do amigo, tomada por febre.

Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.

Comecemos, pois, esse exercício e haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar com muito pouco.

O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido. Pode ser que lhe baste um cumprimento, saber que alguém se importa com ele. Talvez um café, um bolinho, uma flor possam tornar diferente o seu dia.

Com certeza, não haveremos de resolver os problemas do mundo, mas, se colaborarmos para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um simples bolo de aniversário.

Existem acontecimentos que fazem uma diferença enorme em nossas vidas. Por vezes, um aceno em meio ao trânsito, algumas palavras carinhosas recebidas no WhatsApp, um pequeno gesto de gentileza dão ânimo a alguém desanimado. Uma iniciativa que tomamos para um colega, um conhecido, um amigo, em determinado momento, pode marcar corações, mexer com as emoções.

Foi o que aconteceu com o jovem Michael, no supermercado onde trabalha. Ele é estimado pelos companheiros por sua educação e disposição para ajudar a quem precise. Quando os colegas ficaram sabendo que Michael estava aniversariando, juntaram dinheiro e compraram um bolo para comemorar o aniversário, o dia dele.

Quando entregaram o bolo e cantaram “Parabéns a Você”, o rapaz se emocionou. Agradeceu muito e não segurou as lágrimas. Disse que era a primeira vez que comemorava o aniversário. Sua mãe não podia dar-se ao luxo de comprar um bolo. Era de uma família muito simples, com poucos recursos. E ele agora estava com o bolo nas mãos, presente dos seus colegas.

Ninguém imaginava que essa comemoração fosse inédita na vida do rapaz, e todos se emocionaram junto com ele.

O ser humano, por mais que se considere bem resolvido e pense não ligar para certas coisas, como um gesto de carinho, sempre descobre que esta é uma necessidade. Quem diz não se importar de sentir-se aceito, respeitado, querido, em verdade acaba por se descobrir carente de tudo.

A carência afetiva atinge todas as faixas etárias, culturais e sociais. É um mal que vai consumindo devagarinho, entristecendo o ser, deixando marcas.

Mas, quando se é um bom amigo, bom irmão, bom companheiro, torna-se fácil ofertar as manifestações de apreço, de amizade.

Na vida prática de Jesus, observamos o quanto ele prestava atenção aos sentimentos dos que o rodeavam. Quando ele entra na cidade de Naim e vê passar homens carregando um corpo para o sepultamento, observa a dor da mãe viúva que o acompanhava. Então, por identificar aquele sofrimento, resolveu devolver à mãe o filho com vida.

Em outro momento, quando Jesus entra na casa de Simão Pedro, percebendo a preocupação da família, ora e cura a sogra do amigo, tomada por febre.

Ele, o Mestre, nos ensinou a nos mantermos atentos ao nosso entorno, descobrirmos as dores do próximo e fazer ao outro o que gostaríamos que nos fosse feito.

Comecemos, pois, esse exercício e haveremos de descobrir quanta alegria poderemos espalhar com muito pouco.

O nosso papel é descobrir quem anda desanimado, entristecido. Pode ser que lhe baste um cumprimento, saber que alguém se importa com ele. Talvez um café, um bolinho, uma flor possam tornar diferente o seu dia.

Com certeza, não haveremos de resolver os problemas do mundo, mas, se colaborarmos para a felicidade de alguém a cada dia, nós mesmos haveremos de nos sentir muito realizados.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSARIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
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      <title><![CDATA[ A família]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Mulher e dedicação]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Deixe o outro falar]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Feb 2021 08:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 22 Mar 2021 15:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Troca-se um relógio com tempo rápido por um relógio de horas longas para olhar a natureza e apreciar os pássaros. Troca-se um dia apavorado, preso, rápido por um dia solto, leve e comprido para brincar e aproveitar. Este singelo poema é de uma jovem estudante. De alguém que, mesmo em tenra e idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos. Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos. O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue. É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge. Mas poderíamos questionar, precisamos realmente de tudo isso? Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças? Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo? Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem? Se fizermos uma análise profunda, veremos que não. Que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz. Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo. Mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas. Um pai ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditar em que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo é o que de mais valioso podem dar a eles. Esta existência é uma oportunidade única e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui. É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade. Que tal pensarmos? Quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos, com os nossos queridos? Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais para nos ocuparmos com atividades filantrópicas? Quando foi a última vez que paramos para ouvir de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia? Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante? Quando foi a última vez que lembramos que somos um espírito imortal e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais? Pensemos nisso, mas pensemos agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Sep 2021 19:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ As Estações da Vida]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ilusão]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 May 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O que fazer de agora em diante]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Jun 2021 12:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></itunes:subtitle>
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A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></itunes:summary>
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A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 03 Jul 2021 13:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[FEITO REVOADA

Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?

As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;

A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.

A árvore nunca foi tão exuberante.

Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.

Outro belíssimo espetáculo de se ver.

Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...

Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.

Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.

A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.

Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.

* * *

Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.

As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.

Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...

E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.

Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.

Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...

É de se compreender a tristeza da árvore.

Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.

São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.

Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?

A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.

Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...

Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.

Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.

Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.

Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...

Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...

Façamos isso, todos os dias...

Pense nisso, mas… pense agora!

(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[FEITO REVOADA

Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?

As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;

A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.

A árvore nunca foi tão exuberante.

Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.

Outro belíssimo espetáculo de se ver.

Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...

Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.

Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.

A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.

Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.

* * *

Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.

As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.

Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...

E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.

Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.

Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...

É de se compreender a tristeza da árvore.

Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.

São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.

Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?

A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.

Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...

Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.

Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.

Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.

Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...

Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...

Façamos isso, todos os dias...

Pense nisso, mas… pense agora!

(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[FEITO REVOADA

Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?

As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;

A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.

A árvore nunca foi tão exuberante.

Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.

Outro belíssimo espetáculo de se ver.

Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...

Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.

Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.

A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.

Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.

* * *

Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.

As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.

Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...

E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.

Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.

Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...

É de se compreender a tristeza da árvore.

Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.

São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.

Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?

A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.

Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...

Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.

Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.

Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.

Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...

Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...

Façamos isso, todos os dias...

Pense nisso, mas… pense agora!

(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[FEITO REVOADA

Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?

As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;

A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.

A árvore nunca foi tão exuberante.

Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.

Outro belíssimo espetáculo de se ver.

Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...

Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.

Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.

A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.

Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.

* * *

Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.

As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.

Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...

E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.

Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.

Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...

É de se compreender a tristeza da árvore.

Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.

São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.

Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?

A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.

Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...

Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.

Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.

Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.

Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...

Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...

Façamos isso, todos os dias...

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(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Feito revoada]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Jul 2021 13:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></itunes:summary>
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Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Aug 2021 09:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 09 Jul 2021 17:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
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Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Um ponto negro]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Mar 2021 15:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente.

Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito.

O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família.

Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes.

Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos.

Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido.

Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:

— Não desista!

Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria.

Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar.

Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero.

Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.

— Bem-vindo — disse. — Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar?

— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo.

O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles.

— Ah, meu querido amigo — disse Arão —, tenho ótimas notícias para você!

O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.

O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo.

Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira.

Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada.

"Examinem tudo. Retenham o que é bom."

Pense nisso... mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente.

Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito.

O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família.

Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes.

Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos.

Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido.

Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:

— Não desista!

Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria.

Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar.

Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero.

Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.

— Bem-vindo — disse. — Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar?

— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo.

O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles.

— Ah, meu querido amigo — disse Arão —, tenho ótimas notícias para você!

O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.

O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo.

Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira.

Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada.

"Examinem tudo. Retenham o que é bom."

Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente.

Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito.

O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família.

Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes.

Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos.

Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido.

Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:

— Não desista!

Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria.

Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar.

Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero.

Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.

— Bem-vindo — disse. — Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar?

— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo.

O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles.

— Ah, meu querido amigo — disse Arão —, tenho ótimas notícias para você!

O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.

O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo.

Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira.

Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada.

"Examinem tudo. Retenham o que é bom."

Pense nisso... mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslováquia. O jovem Arão precisava sustentar a esposa e o filho recém-nascido. Ele trabalhava em uma pequena loja com a mãe, mas o lucro não era suficiente para sustentar as duas famílias. Por isso, decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente.

Naquela época, havia muita escassez em todos os setores. A indústria de calçados era uma delas. Era muito difícil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papelão e pano e não duravam muito.

O jovem Arão logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. O empreendimento no setor de calçados lhe permitiria sustentar, com dignidade, a família.

Tomou emprestada uma quantia muito grande de dinheiro com amigos, vizinhos e parentes. Foi até a cidade grande e voltou com 500 pares de calçados militares, fortes e resistentes.

Enorme foi o seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil pés direitos.

Retornou à cidade, procurou o negociante e não o encontrou. Parecia que ele nunca tinha existido.

Arão voltou para sua casa e começou a chorar. A esposa o abraçou e disse:

— Não desista!

Por fim, ele procurou um homem sábio, que lhe falou para ir ao templo, orar, recitar salmos e ter fé. Deus o ajudaria.

Arão obedeceu. Durante vários dias, chorou e orou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa vinham vê-lo, traziam-lhe alimento, que ele engolia sem prestar atenção, e continuava a orar e a chorar.

Até que um estranho entrou no templo e também começou a soluçar. Depois, passou a gritar, tão grande era o seu desespero.

Arão pareceu despertar da sua própria dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.

— Bem-vindo — disse. — Sinto compaixão pelo seu sofrimento. Posso ajudar?

— Ninguém pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para começar um negócio. Pobre de mim! O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o pé esquerdo.

O estranho pousou os olhos vermelhos de tanto chorar nos olhos de Arão e viu que um brilho alegre dançava neles.

— Ah, meu querido amigo — disse Arão —, tenho ótimas notícias para você!

O estranho e Arão juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho. Venderam todos e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.

O conselho somente terá valor se você estiver disposto a segui-lo.

Quando estiver em dificuldade em qualquer assunto, recorra a uma pessoa mais experiente, melhor preparada, pedindo-lhe ajuda e orientação. Todavia, não leve a sua própria opinião tentando provar que ela é a verdadeira.

Ouça com atenção. Reflita. Depois, tome a decisão que lhe pareça mais acertada.

"Examinem tudo. Retenham o que é bom."

Pense nisso... mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista. Houve muitos risos na plateia. E Tyson dá prosseguimento à sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda. Portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico. Desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições. E tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam você não quer ser um atleta? Ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico era tão profundo e tão rico em combustível que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me questiono, quem, ou o que se passou para que eu tenha sobrevivido e os outros não? Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada lugar. Cada momento. Chegou ao ponto em que seguranças de mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier. Famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></description>
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      <title><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 May 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
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Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

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      <title><![CDATA[A verdadeira amizade]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jul 2021 16:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 07 Sep 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Rótulos e Potes de Geleia]]></description>
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      <pubDate>Sat, 17 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A equipe mais importante]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Apr 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Nossa Herança]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:summary>
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Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jul 2021 17:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Melindres e Melindres]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></itunes:subtitle>
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Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Vozes amigas]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Desfrute de você]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Aug 2021 16:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um mundo melhor]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

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      <title><![CDATA[Mágoa desnecessária]]></title>
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      </image>
      <pubDate>Tue, 04 May 2021 14:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 16 Jul 2021 17:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Dia Amargo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      </image>
      <pubDate>Thu, 15 Oct 2020 14:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Envelheça Bem
Um jovem universitário, no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos que, assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade. 

Rindo, ela respondeu: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo, me aposentar e viajar"."Eu falo sério", disse seu jovem colega. "Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade".Gentilmente, ela respondeu: "Sempre sonhei em ter uma educação universitária e, agora, vou ter".  Os anos passaram e, durante o curso, ela se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse e todos gostavam dela. Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcaram muito aquele jovem. Ela disse: "Não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. 

Temos que ter um ideal, porque, quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. Só envelhece quem deixa de viver a vida.

Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. 

O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós. Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fácil, e sim com fé, com alegria de viver e otimismo. 

O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.

É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações são a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruíssemos, que aprendêssemos a aceitar o destino sem querer pegar atalhos. Aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.

Muitas vezes, o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade: as experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas. 
Tudo o que faz de nós pessoas ímpares. E, como o poeta José Saramago deixou no texto: 'Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto'. Não importa a idade que você tenha: cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Envelheça Bem
Um jovem universitário, no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos que, assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade. 

Rindo, ela respondeu: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo, me aposentar e viajar"."Eu falo sério", disse seu jovem colega. "Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade".Gentilmente, ela respondeu: "Sempre sonhei em ter uma educação universitária e, agora, vou ter".  Os anos passaram e, durante o curso, ela se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse e todos gostavam dela. Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcaram muito aquele jovem. Ela disse: "Não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. 

Temos que ter um ideal, porque, quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. Só envelhece quem deixa de viver a vida.

Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. 

O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós. Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fácil, e sim com fé, com alegria de viver e otimismo. 

O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.

É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações são a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruíssemos, que aprendêssemos a aceitar o destino sem querer pegar atalhos. Aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.

Muitas vezes, o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade: as experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas. 
Tudo o que faz de nós pessoas ímpares. E, como o poeta José Saramago deixou no texto: 'Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto'. Não importa a idade que você tenha: cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Envelheça Bem
Um jovem universitário, no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos que, assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade. 

Rindo, ela respondeu: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo, me aposentar e viajar"."Eu falo sério", disse seu jovem colega. "Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade".Gentilmente, ela respondeu: "Sempre sonhei em ter uma educação universitária e, agora, vou ter".  Os anos passaram e, durante o curso, ela se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse e todos gostavam dela. Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcaram muito aquele jovem. Ela disse: "Não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. 

Temos que ter um ideal, porque, quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. Só envelhece quem deixa de viver a vida.

Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. 

O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós. Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fácil, e sim com fé, com alegria de viver e otimismo. 

O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.

É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações são a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruíssemos, que aprendêssemos a aceitar o destino sem querer pegar atalhos. Aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.

Muitas vezes, o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade: as experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas. 
Tudo o que faz de nós pessoas ímpares. E, como o poeta José Saramago deixou no texto: 'Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto'. Não importa a idade que você tenha: cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Envelheça Bem
Um jovem universitário, no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos que, assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali naquela idade. 

Rindo, ela respondeu: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos e, logo, me aposentar e viajar"."Eu falo sério", disse seu jovem colega. "Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade".Gentilmente, ela respondeu: "Sempre sonhei em ter uma educação universitária e, agora, vou ter".  Os anos passaram e, durante o curso, ela se fez muito popular na universidade. Fazia amizades onde quer que fosse e todos gostavam dela. Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcaram muito aquele jovem. Ela disse: "Não deixamos de brincar porque estamos velhos, ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há alguns segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar. Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. 

Temos que ter um ideal, porque, quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. Só envelhece quem deixa de viver a vida.

Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. 

O envelhecer é a mera passagem do tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós. Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fácil, e sim com fé, com alegria de viver e otimismo. 

O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferecem.

É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações são a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruíssemos, que aprendêssemos a aceitar o destino sem querer pegar atalhos. Aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento, podemos viver livres, fleumáticos e sem medos.

Muitas vezes, o medo de envelhecer nos impede de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade: as experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas. 
Tudo o que faz de nós pessoas ímpares. E, como o poeta José Saramago deixou no texto: 'Quantos anos tenho? Isso a quem importa? Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto'. Não importa a idade que você tenha: cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre-se com seu amadurecimento e viva intensamente. Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jun 2021 12:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Aug 2021 09:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[De volta pra casa]]></title>
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      </image>
      <pubDate>Wed, 12 May 2021 14:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Gentileza virilizada]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[30 anos se haviam passado.

A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos. A arquitetura, a disposição dos móveis, tudo impressionava.

Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, dos filhos. Era um longo desfile de alegrias.

Comentavam sobre a empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.

Deram-se conta, depois de muito falar, de que uma dentre eles se mantinha calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega.

Voltaram-se para ela e perguntaram:

— E você? Quais os grandes lances da sua vida?

Ela sorriu e disse:

— Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca dos próprios destinos. A mim, finalizando o Ensino Médio, sucederam acontecimentos marcantes: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados e a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.

Dediquei-me à minha avó e à minha mãe, que enfermaram em anos sucessivos, exigindo de mim total dedicação. Não consegui entrar em uma universidade, tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.

Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a debilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.

Os anos se passaram. Não me casei. Não tenho filhos, senão os da alma, que assumi por questões próprias. Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram, e ainda são, direcionadas aos que dependem de mim.

Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta, porque me parecem fenomenais os seus relatos.

Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.

No entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.

Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:

— Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.

Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto as demais.

Não se desespere porque a vida tomou um caminho que você não pretendia percorrer. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos trilhar para alcançarmos a perfeição da alma.
Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 23 Feb 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
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Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava, alguém que fez história, deixou de existir nessa terra e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista. Não, essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos.

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver, muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido, em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o amor é importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e, ao longo do tempo, se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios. E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde. Saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo, e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

E, na fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza, e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser, hoje, melhores do que fomos ontem.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Aug 2021 11:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 15:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Páscoa]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Apr 2021 16:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Preocupações]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 10 May 2021 14:11:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[**Preocupações**

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos. Onde vão morar? A viagem para o exterior? Um novo curso que ele deve começar? São tantas incertezas. Será que vão conseguir superar todas as etapas? E, se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E, se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isso refletirá em nossa carreira? Nossas finanças, como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses? E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal-entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver, um após outro, os problemas. Porque, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam. Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a divina providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:subtitle><![CDATA[**Preocupações**

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos. Onde vão morar? A viagem para o exterior? Um novo curso que ele deve começar? São tantas incertezas. Será que vão conseguir superar todas as etapas? E, se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E, se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isso refletirá em nossa carreira? Nossas finanças, como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses? E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal-entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver, um após outro, os problemas. Porque, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam. Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a divina providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[**Preocupações**

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos. Onde vão morar? A viagem para o exterior? Um novo curso que ele deve começar? São tantas incertezas. Será que vão conseguir superar todas as etapas? E, se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E, se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isso refletirá em nossa carreira? Nossas finanças, como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses? E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal-entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver, um após outro, os problemas. Porque, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam. Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a divina providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[**Preocupações**

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos. Onde vão morar? A viagem para o exterior? Um novo curso que ele deve começar? São tantas incertezas. Será que vão conseguir superar todas as etapas? E, se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo dessa vez? E, se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isso refletirá em nossa carreira? Nossas finanças, como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses? E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa e indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse, ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal-entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver, um após outro, os problemas. Porque, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

O Criador nunca deixa ao abandono os que nele confiam. Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a divina providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vida em transformação]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 27 Jul 2021 17:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Solidão numa multidão]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits101-rondonopolis/podcast-541399629/episodes/942424-PENSE%20NISSO%20-%20SEXTA%20-%2022122021%20-%20SOLIDAO%20NUMA%20MULTIDAO%20-%20TARDE.mp3" type="audio/mpeg" length="2207820"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 22 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Regras para Ser Feliz

Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu juntar uma significativa fortuna. Mas, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz. Um grande vazio perturbava sua alma, e as tribulações lhe roubavam a paz.

Certo dia, ouviu falar de um velho sábio, conhecedor de regras eficientes para quem desejasse ser feliz. O executivo não teve dúvidas: foi ao encontro dele.

Após uma longa e exaustiva viagem, chegou ao lugarejo onde residia o sábio. Frente a frente com ele, o homem de negócios foi direto ao assunto:

— Ouvi dizer que o senhor conhece a receita para se conquistar a felicidade. O que mais desejo é ser feliz. Pode me ajudar?

O sábio respondeu:

— Bem, na verdade, as regras são muito simples. A primeira delas é prestar atenção. A segunda é prestar atenção. E a terceira e última é prestar muita atenção.

O executivo pensou que aquilo poderia ser uma brincadeira. No entanto, mudou de ideia à medida que se dispôs a ouvir, de forma pausada e calma, as explicações.

— Quem presta atenção em tudo o que acontece nos momentos de sua vida consegue ser feliz. Preste atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível.

Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere. Sinta seus sabores. Preste atenção em tudo à sua volta.

Olhe atentamente para a lua, as estrelas e o amanhecer. Contemple um jardim, seus perfumes e suas cores. Observe as aves e a variedade de suas plumagens. Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário.

Preste atenção na chuva. Imagine os lençóis d'água no subsolo espalhando fertilidade e vida. Pare para observar o trabalho das formigas, sua organização e sua perseverança.

Enfim, observe atentamente os pequenos detalhes ao seu redor. Em pouco tempo, você perceberá que existe uma infinidade de coisas boas no mundo, e isso o fará feliz.

Quando o sábio concluiu sua fala, o empresário foi percebendo o quanto tudo aquilo lhe passava despercebido. Guardou em seu coração todas aquelas regras e, ao retornar para seu lar, estava disposto a lutar pela felicidade tão almejada.

Por muitas vezes, agimos como aquele homem infeliz. Mesmo com a felicidade tão perto, desperdiçamos a oportunidade de desfrutá-la.

As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria. Embora se repitam incessantemente, os minutos nunca são os mesmos, e as circunstâncias mudam a cada segundo.

A cada hora, temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade. Basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que nossa atenção deve voltar-se para as coisas positivas.

Ah, e elas são muitas!

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Regras para Ser Feliz

Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu juntar uma significativa fortuna. Mas, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz. Um grande vazio perturbava sua alma, e as tribulações lhe roubavam a paz.

Certo dia, ouviu falar de um velho sábio, conhecedor de regras eficientes para quem desejasse ser feliz. O executivo não teve dúvidas: foi ao encontro dele.

Após uma longa e exaustiva viagem, chegou ao lugarejo onde residia o sábio. Frente a frente com ele, o homem de negócios foi direto ao assunto:

— Ouvi dizer que o senhor conhece a receita para se conquistar a felicidade. O que mais desejo é ser feliz. Pode me ajudar?

O sábio respondeu:

— Bem, na verdade, as regras são muito simples. A primeira delas é prestar atenção. A segunda é prestar atenção. E a terceira e última é prestar muita atenção.

O executivo pensou que aquilo poderia ser uma brincadeira. No entanto, mudou de ideia à medida que se dispôs a ouvir, de forma pausada e calma, as explicações.

— Quem presta atenção em tudo o que acontece nos momentos de sua vida consegue ser feliz. Preste atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível.

Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere. Sinta seus sabores. Preste atenção em tudo à sua volta.

Olhe atentamente para a lua, as estrelas e o amanhecer. Contemple um jardim, seus perfumes e suas cores. Observe as aves e a variedade de suas plumagens. Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário.

Preste atenção na chuva. Imagine os lençóis d'água no subsolo espalhando fertilidade e vida. Pare para observar o trabalho das formigas, sua organização e sua perseverança.

Enfim, observe atentamente os pequenos detalhes ao seu redor. Em pouco tempo, você perceberá que existe uma infinidade de coisas boas no mundo, e isso o fará feliz.

Quando o sábio concluiu sua fala, o empresário foi percebendo o quanto tudo aquilo lhe passava despercebido. Guardou em seu coração todas aquelas regras e, ao retornar para seu lar, estava disposto a lutar pela felicidade tão almejada.

Por muitas vezes, agimos como aquele homem infeliz. Mesmo com a felicidade tão perto, desperdiçamos a oportunidade de desfrutá-la.

As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria. Embora se repitam incessantemente, os minutos nunca são os mesmos, e as circunstâncias mudam a cada segundo.

A cada hora, temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade. Basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que nossa atenção deve voltar-se para as coisas positivas.

Ah, e elas são muitas!

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Regras para Ser Feliz

Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu juntar uma significativa fortuna. Mas, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz. Um grande vazio perturbava sua alma, e as tribulações lhe roubavam a paz.

Certo dia, ouviu falar de um velho sábio, conhecedor de regras eficientes para quem desejasse ser feliz. O executivo não teve dúvidas: foi ao encontro dele.

Após uma longa e exaustiva viagem, chegou ao lugarejo onde residia o sábio. Frente a frente com ele, o homem de negócios foi direto ao assunto:

— Ouvi dizer que o senhor conhece a receita para se conquistar a felicidade. O que mais desejo é ser feliz. Pode me ajudar?

O sábio respondeu:

— Bem, na verdade, as regras são muito simples. A primeira delas é prestar atenção. A segunda é prestar atenção. E a terceira e última é prestar muita atenção.

O executivo pensou que aquilo poderia ser uma brincadeira. No entanto, mudou de ideia à medida que se dispôs a ouvir, de forma pausada e calma, as explicações.

— Quem presta atenção em tudo o que acontece nos momentos de sua vida consegue ser feliz. Preste atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível.

Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere. Sinta seus sabores. Preste atenção em tudo à sua volta.

Olhe atentamente para a lua, as estrelas e o amanhecer. Contemple um jardim, seus perfumes e suas cores. Observe as aves e a variedade de suas plumagens. Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário.

Preste atenção na chuva. Imagine os lençóis d'água no subsolo espalhando fertilidade e vida. Pare para observar o trabalho das formigas, sua organização e sua perseverança.

Enfim, observe atentamente os pequenos detalhes ao seu redor. Em pouco tempo, você perceberá que existe uma infinidade de coisas boas no mundo, e isso o fará feliz.

Quando o sábio concluiu sua fala, o empresário foi percebendo o quanto tudo aquilo lhe passava despercebido. Guardou em seu coração todas aquelas regras e, ao retornar para seu lar, estava disposto a lutar pela felicidade tão almejada.

Por muitas vezes, agimos como aquele homem infeliz. Mesmo com a felicidade tão perto, desperdiçamos a oportunidade de desfrutá-la.

As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria. Embora se repitam incessantemente, os minutos nunca são os mesmos, e as circunstâncias mudam a cada segundo.

A cada hora, temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade. Basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que nossa atenção deve voltar-se para as coisas positivas.

Ah, e elas são muitas!

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Regras para Ser Feliz

Conta-se que um homem de negócios, após longos anos de trabalho árduo, conseguiu juntar uma significativa fortuna. Mas, apesar de todo o dinheiro que possuía, sentia-se infeliz. Um grande vazio perturbava sua alma, e as tribulações lhe roubavam a paz.

Certo dia, ouviu falar de um velho sábio, conhecedor de regras eficientes para quem desejasse ser feliz. O executivo não teve dúvidas: foi ao encontro dele.

Após uma longa e exaustiva viagem, chegou ao lugarejo onde residia o sábio. Frente a frente com ele, o homem de negócios foi direto ao assunto:

— Ouvi dizer que o senhor conhece a receita para se conquistar a felicidade. O que mais desejo é ser feliz. Pode me ajudar?

O sábio respondeu:

— Bem, na verdade, as regras são muito simples. A primeira delas é prestar atenção. A segunda é prestar atenção. E a terceira e última é prestar muita atenção.

O executivo pensou que aquilo poderia ser uma brincadeira. No entanto, mudou de ideia à medida que se dispôs a ouvir, de forma pausada e calma, as explicações.

— Quem presta atenção em tudo o que acontece nos momentos de sua vida consegue ser feliz. Preste atenção no que as pessoas lhe dizem. Saiba ouvi-las com serenidade, buscando ajudar na medida do possível.

Ao fazer uma refeição, aproveite bem o momento. Preste atenção nos alimentos que ingere. Sinta seus sabores. Preste atenção em tudo à sua volta.

Olhe atentamente para a lua, as estrelas e o amanhecer. Contemple um jardim, seus perfumes e suas cores. Observe as aves e a variedade de suas plumagens. Ouça atentamente o canto de um pássaro solitário.

Preste atenção na chuva. Imagine os lençóis d'água no subsolo espalhando fertilidade e vida. Pare para observar o trabalho das formigas, sua organização e sua perseverança.

Enfim, observe atentamente os pequenos detalhes ao seu redor. Em pouco tempo, você perceberá que existe uma infinidade de coisas boas no mundo, e isso o fará feliz.

Quando o sábio concluiu sua fala, o empresário foi percebendo o quanto tudo aquilo lhe passava despercebido. Guardou em seu coração todas aquelas regras e, ao retornar para seu lar, estava disposto a lutar pela felicidade tão almejada.

Por muitas vezes, agimos como aquele homem infeliz. Mesmo com a felicidade tão perto, desperdiçamos a oportunidade de desfrutá-la.

As horas são abençoadas oportunidades de aprendizado e alegria. Embora se repitam incessantemente, os minutos nunca são os mesmos, e as circunstâncias mudam a cada segundo.

A cada hora, temos sessenta minutos para encontrar motivos de felicidade. Basta que prestemos muita atenção em cada um deles, sem esquecer que nossa atenção deve voltar-se para as coisas positivas.

Ah, e elas são muitas!

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Dia dos namorados. E eis que chega outra vez. Hoje, 12 de junho, haverá muitas flores, perfumes, presentes, jantares à luz de velas, abraços, expectativas. Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda. E basta-se anunciar o dia dos namorados para que o coração bata diferente.

A origem do dia dos namorados remonta ao século 3 da nossa era. Conta-se que, durante o governo do imperador Claudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Claudio acreditava que, se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.

Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim, e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes, dizendo que eles ainda acreditavam no amor. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.

A partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como dia dos namorados em vários países. No Brasil, a data do dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio. É que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro, provavelmente por suas pregações a respeito da importância da união familiar, que, na época, era combatida pelos cátaros.

Independentemente de datas, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia para aqueles de que nós, que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama. Um dia para todos os casais: namorados, noivos, casados. Um dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho.

E nesse dia é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento. E, se houver rusgas, que sejam desfeitas com um abraço, com um beijo, flores e ternura. Porque, afinal, é maravilhoso ter alguém para amar.

Pense nisso. Mas pense hoje, dia dos namorados.

O que você acha?
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Dia dos namorados. E eis que chega outra vez. Hoje, 12 de junho, haverá muitas flores, perfumes, presentes, jantares à luz de velas, abraços, expectativas. Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda. E basta-se anunciar o dia dos namorados para que o coração bata diferente.

A origem do dia dos namorados remonta ao século 3 da nossa era. Conta-se que, durante o governo do imperador Claudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Claudio acreditava que, se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.

Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim, e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes, dizendo que eles ainda acreditavam no amor. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.

A partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como dia dos namorados em vários países. No Brasil, a data do dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio. É que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro, provavelmente por suas pregações a respeito da importância da união familiar, que, na época, era combatida pelos cátaros.

Independentemente de datas, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia para aqueles de que nós, que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama. Um dia para todos os casais: namorados, noivos, casados. Um dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho.

E nesse dia é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento. E, se houver rusgas, que sejam desfeitas com um abraço, com um beijo, flores e ternura. Porque, afinal, é maravilhoso ter alguém para amar.

Pense nisso. Mas pense hoje, dia dos namorados.

O que você acha?
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Dia dos namorados. E eis que chega outra vez. Hoje, 12 de junho, haverá muitas flores, perfumes, presentes, jantares à luz de velas, abraços, expectativas. Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda. E basta-se anunciar o dia dos namorados para que o coração bata diferente.

A origem do dia dos namorados remonta ao século 3 da nossa era. Conta-se que, durante o governo do imperador Claudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Claudio acreditava que, se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.

Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim, e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes, dizendo que eles ainda acreditavam no amor. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.

A partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como dia dos namorados em vários países. No Brasil, a data do dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio. É que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro, provavelmente por suas pregações a respeito da importância da união familiar, que, na época, era combatida pelos cátaros.

Independentemente de datas, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia para aqueles de que nós, que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama. Um dia para todos os casais: namorados, noivos, casados. Um dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho.

E nesse dia é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento. E, se houver rusgas, que sejam desfeitas com um abraço, com um beijo, flores e ternura. Porque, afinal, é maravilhoso ter alguém para amar.

Pense nisso. Mas pense hoje, dia dos namorados.

O que você acha?
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Dia dos namorados. E eis que chega outra vez. Hoje, 12 de junho, haverá muitas flores, perfumes, presentes, jantares à luz de velas, abraços, expectativas. Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda. E basta-se anunciar o dia dos namorados para que o coração bata diferente.

A origem do dia dos namorados remonta ao século 3 da nossa era. Conta-se que, durante o governo do imperador Claudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Claudio acreditava que, se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade.

Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim, e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes, dizendo que eles ainda acreditavam no amor. Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.

A partir de então, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como dia dos namorados em vários países. No Brasil, a data do dia dos namorados é comemorada a 12 de junho, por ser a véspera do dia 13, dia de Santo Antônio. É que Santo Antônio tem tradição de casamenteiro, provavelmente por suas pregações a respeito da importância da união familiar, que, na época, era combatida pelos cátaros.

Independentemente de datas, o mais importante é a manifestação do amor. É ter um dia para aqueles de que nós, que andamos esquecidos de como é importante demonstrar que se ama. Um dia para todos os casais: namorados, noivos, casados. Um dia especial para lembrar de como é bom amar. Como é bom ter alguém ao seu lado para dar e receber carinho.

E nesse dia é bom recordar os tempos felizes de um início de namoro, de casamento. E, se houver rusgas, que sejam desfeitas com um abraço, com um beijo, flores e ternura. Porque, afinal, é maravilhoso ter alguém para amar.

Pense nisso. Mas pense hoje, dia dos namorados.

O que você acha?
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ DIA DOS NAMORADOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 10:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
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      <title><![CDATA[Coisas feitas pelo coração]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Mar 2021 15:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></itunes:summary>
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Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprender a florescer]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Apr 2021 16:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Anjos nós também somos]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 May 2021 14:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Os Bons São Maioria]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Oct 2020 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Amemos nossas crianças]]></description>
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      <pubDate>Mon, 01 Mar 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Fixação mental]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jun 2021 16:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O melhor amigo de todo mundo]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Apr 2021 14:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></description>
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      <pubDate>Wed, 04 Aug 2021 13:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Aug 2021 11:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A renovação inteligente]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 May 2021 14:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Aug 2021 09:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No exercício profissional, Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então: — Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia. Marcela não teve opção senão concordar e concluir: — É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No exercício profissional, Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então: — Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia. Marcela não teve opção senão concordar e concluir: — É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No exercício profissional, Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então: — Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia. Marcela não teve opção senão concordar e concluir: — É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No exercício profissional, Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa. Como precisasse colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer. Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando Psicologia. O qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente. Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera. E Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar e passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecera muita gente, melhorara a sua conversação e aprendera, principalmente, a escutar. A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou, então: — Você não percebeu que todas essas profissões estavam preparando você para o sucesso na área da Psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa, também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da Psicologia. Marcela não teve opção senão concordar e concluir: — É verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil. É sempre trabalho abençoado que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento. Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua sepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Acolhimento que arrebata]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Mar 2021 16:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aborrecimentos]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Oct 2020 11:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:summary>
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Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 16 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Maneiras de ver as coisas]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jul 2021 17:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></itunes:summary>
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Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 23 Mar 2021 13:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pedras e pães]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Apr 2021 16:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Aug 2021 11:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Em busca da felicidade

Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles.

Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim.

Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz.

Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais.

No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação.

Pense isso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em busca da felicidade

Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles.

Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim.

Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz.

Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais.

No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação.

Pense isso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em busca da felicidade

Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles.

Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim.

Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz.

Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais.

No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação.

Pense isso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em busca da felicidade

Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia, ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava, perguntava o segredo da felicidade, e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles.

Os anos se passaram, e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia, ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada, caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim.

Só então ele se deu conta de que aquela era a sua casa, que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz.

Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes, passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstâncias. Sustâncias especiais.

No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara: a felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação.

Pense isso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EM BUSCA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.

Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer.

Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.

Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.

Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.

Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer.

Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.

Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.

Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.

Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer.

Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.

Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.

Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Muitas vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e, gradativamente, vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam, e, então, fugimos de nós mesmos. Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga, mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.

Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo. E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer.

Viver bons momentos é fácil. Tudo se torna agradável. Nos sentimos confiantes. Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.

Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir. Apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.

Estamos apenas aprendendo, tudo passa. E, assim, vamos evoluindo um pouco a cada dia. E, no final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO FUJA DE VOCE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
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      <title><![CDATA[O rico vigilante]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Apr 2021 16:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></itunes:summary>
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Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 02 Dec 2020 08:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.

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      <title><![CDATA[Você é Deus?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?

Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.

Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei."

A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram.

Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?"

Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote.

A bicharada, espantada, pediu uma explicação.

Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.'

Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'"

"A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.

Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial.

Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo.

Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos.

Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.

A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias.

Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade.

Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus.

Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.

Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?

Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.

Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei."

A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram.

Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?"

Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote.

A bicharada, espantada, pediu uma explicação.

Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.'

Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'"

"A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.

Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial.

Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo.

Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos.

Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.

A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias.

Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade.

Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus.

Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.

Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?

Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.

Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei."

A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram.

Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?"

Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote.

A bicharada, espantada, pediu uma explicação.

Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.'

Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'"

"A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.

Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial.

Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo.

Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos.

Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.

A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias.

Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade.

Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus.

Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.

Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?

Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.

Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: "Vamos fazer um desafio. Cada leãozinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar ao topo será aclamado rei."

A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram.

Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. Todos se perguntavam: "Então não teremos um rei?"

Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote.

A bicharada, espantada, pediu uma explicação.

Olhando para todos, a coruja respondeu: "Sei que todos os leõezinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguirem, disseram: 'A montanha nos venceu.'

Entretanto, o terceiro falou: 'A montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou ao seu tamanho e à sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas, quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.'"

"A diferença", completou a velha coruja, "é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.

Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades: você vencerá quando alcançar o seu potencial.

Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos. As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo.

Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. Dê tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudarão a conquistar os seus objetivos e desejos.

Não se aborreça se, por acaso, o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde e, durante esse tempo, pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.

A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias.

Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão, uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior e enfrentar as situações com maestria e criatividade.

Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus.

Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, para que nunca lhe faltem forças nas horas difíceis, a fim de que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.

Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos ao seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga. E um verdadeiro vencedor sabe que, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ FRACASSOU OU AINDA NÃO É O TEMPO DE VENCER?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Sentir na própria pele]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A HONRA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Pense Nisso ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 23 Aug 2021 09:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 15 Mar 2021 16:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A Vida]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Oct 2020 12:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
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(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A nossa parte]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jul 2021 12:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera. Então, ele começou a temer os caçadores. A essa altura, o mágico desistiu. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. 

Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E, na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. 

Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. 
Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam.

 Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade.
 Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera. Então, ele começou a temer os caçadores. A essa altura, o mágico desistiu. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. 

Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E, na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. 

Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. 
Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam.

 Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade.
 Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O mágico teve pena dele e o transformou em gato, mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera. Então, ele começou a temer os caçadores. A essa altura, o mágico desistiu. Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. 

Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E, na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. 

Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. 
Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam.

 Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade.
 Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
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Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E, na vida, muitas vezes é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir. 

Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. 
Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer. Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento, somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem. Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam.

 Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos. Sabe, a evolução requer tempo e maturidade.
 Então, não fique ansioso. Ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

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      <title><![CDATA[O Que Você Fala É Mais Alto]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Oct 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></itunes:summary>
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Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 30 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho, Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre. ''Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer'' disse o pai, justificando a sua atitude. Numa pesquisa de opinião realizada por jornalistas europeus na capital italiana, na ocasião, foi verificado que 76 pessoas entre 100 tendem a eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na terra não é feita para sofrer. Em 10 de maio de 1912, em Nova York, nasceu o menino Henry Viscardi Junior, filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pelas. No seu lugar apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano. Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho. Até os 25 anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava graças a umas botas enormes que pareciam luvas de boxe. Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter. Aos 26 anos passou a utilizar pernas artificiais. A operação foi gratuita. O médico lhe disse ''um dia faça alguma coisa por outros deficientes, então a dívida estará quitada.'' Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York. O importante a salientar em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais. Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos num perfeito desafio à dignidade humana. Ele escreveu um livro que se tornou um verdadeiro best seller em todo o mundo. Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt. E aí nos perguntamos, será que o pequeno Ivano, lançado ao tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que seu colega Henry realizou nos Estados Unidos? Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o espírito suplanta a matéria e a domina? Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Os que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje. Recados como este estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles. Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou como instrumentos de trabalho. Conseguiram confiar em si mesmos e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou o restante. Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Acabamos nisso e nos disponhamos sempre a investir na vida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O urso e a panela quente]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Apr 2021 16:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A verdadeira amizade]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Acostumados demais]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Acostumados demais]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Acostumados demais]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[Acostumados demais]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Pense Nisso ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 10 Aug 2021 11:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 27 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Relacionamento Familiar]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Sep 2021 19:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 17 Mar 2021 15:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Maneiras de ver as coisas]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Créditos de vida]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um dia de cada vez. Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: "Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?" O artista simplesmente respondeu: "Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado."

A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.

Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações; se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repita no futuro.
Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual: seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje, viva-o agora: um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais.

Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance! Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.
Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas.

E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um dia de cada vez. Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: "Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?" O artista simplesmente respondeu: "Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado."

A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.

Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações; se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repita no futuro.
Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual: seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje, viva-o agora: um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais.

Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance! Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.
Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas.

E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um dia de cada vez. Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: "Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?" O artista simplesmente respondeu: "Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado."

A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.

Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações; se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repita no futuro.
Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual: seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje, viva-o agora: um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais.

Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance! Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.
Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas.

E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um dia de cada vez. Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: "Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?" O artista simplesmente respondeu: "Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez, e um dia o mosaico estará terminado."

A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.

Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações; se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repita no futuro.
Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual: seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje, viva-o agora: um dia de cada vez. O dia de ontem não voltará jamais.

Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance! Ouça a sua música preferida. Diga "eu te amo" para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.
Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprenda a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro: o mosaico das nossas vidas.

E lembre-se: infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Descontrole da nova geração]]></description>
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      <pubDate>Thu, 18 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Aug 2021 09:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Tempos Fugazes]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:summary>
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Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Servir sempre]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Jun 2021 16:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
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      <content:encoded><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
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      <title><![CDATA[Eu achava que o choro era ruim]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Apr 2021 16:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></itunes:subtitle>
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Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></itunes:summary>
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Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Afabilidade]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 May 2021 14:32:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Aug 2021 09:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[TÉDIO

Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.

A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios.

Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição.

Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.

Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo.

Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação.

Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena.

Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório.

É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos.

Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil.

Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver.

Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo.

O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto.

Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.

Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos.

Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais.

Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TÉDIO

Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.

A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios.

Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição.

Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.

Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo.

Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação.

Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena.

Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório.

É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos.

Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil.

Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver.

Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo.

O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto.

Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.

Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos.

Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais.

Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno.

Pense nisso, mas pense agora.
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      <itunes:summary><![CDATA[TÉDIO

Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.

A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios.

Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição.

Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.

Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo.

Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação.

Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena.

Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório.

É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos.

Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil.

Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver.

Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo.

O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto.

Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.

Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos.

Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais.

Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TÉDIO

Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida que passam a ser buscados com intensa determinação. Limitam seus interesses à conquista de seus sonhos e, quando os alcançam, nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.

A meta, que por tanto tempo representou a razão de viver, cede lugar ao tédio, empurrando os seres para os abismos da depressão ou dos vícios.

Por vezes, são pais que colocam na vida dos filhos os próprios sonhos. Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles próprios não puderam realizar. No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as próprias lutas e dar curso às próprias vidas. Por vezes, a constatação dessa verdade causa nos pais mais despreparados amarga aflição.

Outros, ainda, anseiam por alcançar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consideráveis recursos financeiros. Porém, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.

Há aqueles que se esforçam para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcançam, amargurados e vazios, entregam-se às drogas e aos abusos do sexo.

Inquietação e desequilíbrio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfação. Tais metas são frutos do egoísmo que ainda move os seres e, quando alcançadas, produzem tão somente rápida e passageira satisfação.

Em pouco tempo, a antiga e conhecida sensação de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influência no cotidiano, como se todo o esforço tivesse sido vão. Como se toda a luta não tivesse valido a pena.

Nos lábios, a impressão de que alguma palavra ficou faltando. Na boca, a permanente sensação de sede. É a fome de realização plena. É uma sensação de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfatório.

É o tédio, terrível flagelo que consome existências. Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indivíduos.

Quando te perceberes a um passo do tédio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo físico e mental de forma útil.

Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir. Considera o esforço dos artistas sem braços ou sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores e desenhistas, ricos de inspiração e de alegria de viver.

Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renovação interior, tornando-se membros indispensáveis da economia moral e social no mundo.

O esforço que lhes foi exigido não lhes concedeu tempo para qualquer forma de tédio ou de desinteresse, nem para se entregarem à lamentação ou ao desencanto.

Não cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do já feito. Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.

Aspira à conquista do infinito e nunca te sentirás entediado com os logros conseguidos.

Quem se basta com as aquisições meramente materiais ainda não alcançou a real maturidade, nem descobriu as prioritárias metas existenciais.

Pela alegria de viver, e não apenas pelo que consiga deter nas mãos, jamais será vítima do tédio, porque estará sempre em ação, sentindo-se útil e pleno.

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      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um rei ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita. Vários artistas apresentaram suas obras como a representação do que é ter paz. De todas, o rei escolheu duas finalistas. Uma, um lago espelhado, perfeito, onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. E a outra, um céu furioso, do qual saía um impetuoso aguaceiro, com raios e trovões. E as montanhas pareciam retumbar uma forte e espumosa torrente de água. Então, perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora. E ele respondeu: a segunda. Sabem por quê? Atrás de uma cascata, cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha. E ali, no meio da violenta queda da água, tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A paz não significa estar num lugar sem barulhos, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas, podemos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. Hoje, vivemos em meio a mísseis, explosões e infrações devido à guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos e desejando que tudo se acalme para que possamos viver em paz. A paz é um dos tesouros mais desejados. Só que, ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado. A paz começa no íntimo de cada um. É a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadilhas da frustração, dos desgostos e da negatividade. A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, famílias, vizinhos, e os impactos emocionais que essas guerras trazem são negativos para nossa existência. Nos trazem dor, tristeza, caos. A paz é possível, mas demanda esforços. Comecemos por praticar a paz em nossos lares e, aos poucos, vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos. Sejamos artesãos da paz ao nosso redor. Busquemos sempre viver em paz, em harmonia com o nosso próximo. Busquemos sempre a solução diplomática e, em toda circunstância, busquemos fazer o bem. Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos. Acalma tua alma e a tua mente, porque, quanto mais buscamos a paz, mais podemos viver uma vida longínqua, profícua e prazerosa, com sabedoria e benevolência. Benditos sejam aqueles que conseguem encontrar a paz. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O sol da esperança]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Mar 2021 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Cidadania e respeito ao próximo]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Apr 2021 16:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A palavra sincera]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 May 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única.

Afinal, o que é um diferencial?

Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos.

Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:

— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área.

Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade?

Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão.

"Eu preciso de mais seguidores."
"Preciso postar o Reels do momento."
"Preciso do mais novo modelo de celular lançado."
"Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo."

Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial.

Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade.

São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana.

E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder:

"Sou diferente porque aprendo quando erro."
"Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado."
"Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente."

O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade.

Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única.

Afinal, o que é um diferencial?

Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos.

Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:

— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área.

Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade?

Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão.

"Eu preciso de mais seguidores."
"Preciso postar o Reels do momento."
"Preciso do mais novo modelo de celular lançado."
"Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo."

Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial.

Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade.

São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana.

E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder:

"Sou diferente porque aprendo quando erro."
"Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado."
"Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente."

O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade.

Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única.

Afinal, o que é um diferencial?

Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos.

Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:

— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área.

Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade?

Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão.

"Eu preciso de mais seguidores."
"Preciso postar o Reels do momento."
"Preciso do mais novo modelo de celular lançado."
"Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo."

Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial.

Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade.

São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana.

E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder:

"Sou diferente porque aprendo quando erro."
"Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado."
"Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente."

O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade.

Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No mundo em que vivemos, repleto de mídias e padrões sociais, ser diferente é quase ser um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão de pessoas com deficiências físicas ou síndromes. Estamos falando daquela pessoa que opta por não ser igual apenas para se encaixar. Daquela pessoa que pensa diferente. Daquela pessoa que não quer ser apenas mais uma, mas única.

Afinal, o que é um diferencial?

Na matemática, é uma diferença pequeníssima, conhecida como infinitesimal. No carro, é um dispositivo mecânico indispensável. No dicionário, é algo singular e único. Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna indivíduos.

Muitas empresas, quando estão recrutando novos candidatos, perguntam: "Qual é o seu diferencial?". E a pessoa, timidamente, responde aquilo que acredita que o recrutador quer ouvir:

— Ah, eu tenho boa comunicação.
— Tenho formação acadêmica.
— Sou especializado em determinada área.

Mas por que escondemos a verdade? Por que não falamos sobre o nosso verdadeiro diferencial? Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que, na verdade, são apenas expressões da nossa individualidade?

Todos nós, seres humanos, temos as nossas próprias carências, frustrações e dificuldades. Tentar preencher expectativas criadas pela sociedade, onde o indivíduo precisa se sujeitar a um mundo ordeiro e alienado, gera conflitos e expectativas irreais, levando-nos, muitas vezes, à depressão.

"Eu preciso de mais seguidores."
"Preciso postar o Reels do momento."
"Preciso do mais novo modelo de celular lançado."
"Nas rodas de amigos, preciso beber muito para fazer parte do grupo."

Essa obsessão e essa angústia por sermos aceitos pelo coletivo pairam constantemente sobre nós. E, aos poucos, dia após dia, vamos nos perdendo. Vamos perdendo o nosso diferencial.

Não se perca tentando viver em um ambiente que não lhe traz felicidade, onde não aceitam seus defeitos, suas peculiaridades e suas manias. Respeite, valorize e apoie a sua singularidade, pois é dela que se constituem a nossa originalidade e a nossa unicidade.

São as nossas manias e os nossos defeitos que nos distinguem entre tantas outras pessoas. É o somatório das características intrínsecas que compõem a alma humana.

E, da próxima vez que alguém lhe perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder:

"Sou diferente porque aprendo quando erro."
"Sou diferente porque amo cantar alto, mesmo desafinado."
"Ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vêm à mente."

O diferencial é indispensável para que não percamos a nossa individualidade.

Seja distinto. Seja extraordinário. Seja, simplesmente, você.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 10:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 19 Jun 2021 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O Incerto Também Tem Seu Encanto]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 07 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.
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      <title><![CDATA[Servos e anjos]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
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A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
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      <title><![CDATA[Vontade]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Jun 2021 12:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 29 Jul 2021 18:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
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Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
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      <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 16:33:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Thu, 06 May 2021 14:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Certezas Da Vida]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Oct 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></itunes:summary>
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Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O zelador da fonte]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Nov 2020 17:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um amor especial]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 20 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 20 Jul 2021 17:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Resignação]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 23 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Solidariedade entre as gerações]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Servir Sempre]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Amor sem preço]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></itunes:summary>
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Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ainda o amor]]></title>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Aug 2021 09:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
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      <title><![CDATA[Transitoriedade]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 18 May 2021 14:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Você sabe que vou ser igual a você]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits101-rondonopolis/podcast-541399629/episodes/289088-PENSE%20NISSO%20-%20SEXTA%20-%2002042021%20-%20EU%20VOU%20SER%20IGUAL%20A%20VOCE.mp3" type="audio/mpeg" length="1205345"/>
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      <pubDate>Fri, 02 Apr 2021 16:38:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></itunes:subtitle>
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No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

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Redação do Pense Nisso, com base em
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      <pubDate>Fri, 19 Mar 2021 15:55:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 21 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></itunes:summary>
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Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

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      <pubDate>Fri, 29 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Exame de consciência ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Apr 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O essencial]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></itunes:summary>
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Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Desejo]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Indagações]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jul 2021 17:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O destino

Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente.

Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite.

Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado.

No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado.

O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares.

Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar.

Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam.

Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido.

O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro.

O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável.

Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito.

No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes.

Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O destino

Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente.

Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite.

Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado.

No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado.

O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares.

Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar.

Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam.

Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido.

O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro.

O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável.

Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito.

No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O destino

Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente.

Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite.

Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado.

No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado.

O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares.

Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar.

Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam.

Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido.

O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro.

O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável.

Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito.

No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes.

Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O destino

Em uma floresta, havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondido em uma caverna, para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente.

Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e os abrigou para passarem a noite.

Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e, então, previu que um dos amigos, em um ano, seria o rei daquele lugar e, para o outro amigo, previu que, em um ano, seria assassinado.

No dia seguinte, bem cedo, os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz, e o outro, desesperado.

O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável, certo de que, quando se nasce rei, teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser, para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares.

Um ano se passou, e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam, o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e, quando o pegou, viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz, começou a cantar e dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar.

Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defender-se, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam.

Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido.

O monge meditou e falou para o homem que seria rei: suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou: suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro.

O destino muda conforme nossas ações. Não se prendam a previsões e, sim, tentem ser as melhores pessoas que puderem, e todo o seu destino será favorável.

Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas, principalmente, em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com esperança e propósito.

No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes.

Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DESTINO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas.

Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta.

Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante.

Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas.

O que havia acontecido? O que ela havia esquecido?

Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos.

Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho?

O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.

— Para a mulher mais forte que já conheci — disse ele.

Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força?

— Você não me reconhece, não é mesmo? — perguntou o homem.

Dona Elisa balançou a cabeça.

— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram.

A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto.

As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles.

Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse.

Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer.

Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos.

E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas.

Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta.

Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante.

Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas.

O que havia acontecido? O que ela havia esquecido?

Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos.

Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho?

O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.

— Para a mulher mais forte que já conheci — disse ele.

Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força?

— Você não me reconhece, não é mesmo? — perguntou o homem.

Dona Elisa balançou a cabeça.

— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram.

A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto.

As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles.

Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse.

Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer.

Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos.

E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas.

Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta.

Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante.

Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas.

O que havia acontecido? O que ela havia esquecido?

Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos.

Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho?

O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.

— Para a mulher mais forte que já conheci — disse ele.

Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força?

— Você não me reconhece, não é mesmo? — perguntou o homem.

Dona Elisa balançou a cabeça.

— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram.

A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto.

As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles.

Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse.

Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer.

Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos.

E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia uma pequena casa de madeira no topo da colina, onde o vento sussurrava segredos e as árvores dançavam ao som da chuva. E lá vivia Dona Elisa, uma senhora de cabelos prateados e olhos que guardavam histórias de décadas passadas.

Dona Elisa tinha uma memória afiada e lembrava-se de cada detalhe, cada riso, cada lágrima. Mas havia algo que a intrigava: o último lapso de memória, uma lacuna no tempo que a deixava inquieta.

Era uma manhã de primavera quando aconteceu. Dona Elisa estava sentada na varanda, olhando o horizonte. O sol pintava o céu de tons dourados, e ela sentia a força da vida pulsando em suas veias. Mas então, como se alguém tivesse apagado uma vela, sua mente se apagou por um breve instante.

Quando acordou, estava deitada na grama úmida. As árvores a cercavam, e o cheiro da terra molhada invadia suas narinas. Ela se levantou devagar, sentindo a força em suas pernas.

O que havia acontecido? O que ela havia esquecido?

Foi então que viu uma figura se aproximando: um homem alto, com olhos profundos e um sorriso gentil. Ele segurava uma rosa vermelha nas mãos.

Dona Elisa sentiu seu coração bater mais rápido. Quem era aquele estranho?

O homem se aproximou e estendeu a rosa para ela.

— Para a mulher mais forte que já conheci — disse ele.

Dona Elisa ficou sem palavras. Como ele sabia? Como ele conhecia a sua força?

— Você não me reconhece, não é mesmo? — perguntou o homem.

Dona Elisa balançou a cabeça.

— Eu sou seu neto, Miguel. Vó, há dois anos você foi diagnosticada com Alzheimer. Desde então, trouxemos você para este lugar para que possa passar seus dias em paz e em segurança. Foi você quem pediu que, nos seus últimos dias, estivesse cercada pela natureza e pela família. Então, todos nós mudamos nossa rotina para nos adequarmos à sua. Você é a nossa matriarca. Nos ensinou sobre valores, caráter e, nos últimos anos, tem nos ensinado como ser forte e como enfrentar os desafios da vida com coragem. Sua memória pode estar falhando, mas sua força e seu amor nunca se apagaram.

A rosa vermelha em suas mãos era como se o universo tivesse enviado uma flecha certeira para lembrá-la de sua família, de sua história e de seu neto.

As lágrimas brotaram em seus olhos e, abraçando Miguel com força, ela sentiu a conexão entre eles.

Naquela colina, cercada por árvores e memórias, Dona Elisa entendeu que a força não está apenas na mente, mas também no amor que sentia por sua família. E ali, com seu neto ao lado, encontrou a inspiração para seguir em frente, mesmo que a memória falhasse.

Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada de amor, paciência e resiliência. É ser a luz na escuridão, guardião das lembranças, arquiteto de sorrisos e um porto seguro para aqueles que enfrentam a escuridão da mente, onde as memórias se desvanecem como estrelas no amanhecer.

Busque informações e ajuda. E, sempre que possível, passe tempo com seu ente querido. Abrace, conte histórias, ouça músicas juntos. Porque, no coração do Alzheimer, há momentos preciosos que se tornam eternos.

E você nunca saberá quando será a última vez que eles se lembrarão. Mas cada momento compartilhado é um presente.

Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FLEXA CERTEIRA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Telha de vidro]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Telha de vidro]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[Telha de vidro]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Feb 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Sep 2021 19:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
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      <title><![CDATA[Música, a voz do mundo]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Apr 2021 14:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[No próximo amanhecer]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 25 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprisionados pelo medo]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Relacionamento familiar]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 May 2021 14:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A arte dos elogios]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Aug 2021 19:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[Aqui Existe Uma Criança]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Correr riscos]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Mar 2021 16:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Contemplação do Excelente]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ser gentil ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O abraço que eu não posso dar]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Ser gentil.

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave. A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais. O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.

Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.

Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem. De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem. Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.

Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas. Apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo. Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.

A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos, a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam. Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras. Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal e não pôde prosseguir.

A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez. A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava às suas costas.

Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações. Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem. Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.

Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento. Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada. Suavemente, apoiou sua mão sobre o ombro dela e gentilmente a convidou:

— Vamos sentar na poltrona, minha flor.

Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo. Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.

Este é o poder da gentileza. Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.

Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.

Ser gentil extrapola a polidez, vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo. Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Ser gentil.

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave. A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais. O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.

Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.

Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem. De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem. Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.

Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas. Apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo. Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.

A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos, a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam. Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras. Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal e não pôde prosseguir.

A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez. A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava às suas costas.

Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações. Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem. Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.

Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento. Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada. Suavemente, apoiou sua mão sobre o ombro dela e gentilmente a convidou:

— Vamos sentar na poltrona, minha flor.

Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo. Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.

Este é o poder da gentileza. Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.

Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.

Ser gentil extrapola a polidez, vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo. Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
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Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave. A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais. O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.

Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.

Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem. De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem. Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.

Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas. Apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo. Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.

A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos, a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam. Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras. Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal e não pôde prosseguir.

A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez. A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava às suas costas.

Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações. Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem. Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.

Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento. Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada. Suavemente, apoiou sua mão sobre o ombro dela e gentilmente a convidou:

— Vamos sentar na poltrona, minha flor.

Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo. Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.

Este é o poder da gentileza. Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.

Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.

Ser gentil extrapola a polidez, vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo. Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.

Pense nisso, mas pense agora.
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      <content:encoded><![CDATA[Ser gentil.

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave. A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais. O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.

Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.

Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem. De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem. Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.

Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas. Apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo. Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.

A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos, a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam. Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras. Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal e não pôde prosseguir.

A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez. A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava às suas costas.

Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações. Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem. Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.

Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento. Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada. Suavemente, apoiou sua mão sobre o ombro dela e gentilmente a convidou:

— Vamos sentar na poltrona, minha flor.

Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo. Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.

Este é o poder da gentileza. Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.

Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.

Ser gentil extrapola a polidez, vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo. Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.

Pense nisso, mas pense agora.
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Tia Doce]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Valores e moedas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 28 Apr 2021 17:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Norte, sul, leste, oeste: lugar nenhum]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR

Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR

Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR

Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR

Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 22 Jun 2021 15:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
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      <title><![CDATA[Ter e ser.]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jul 2021 14:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O óbvio]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Jul 2021 18:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Perdendo a noção do tempo]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jul 2021 17:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Incapaz]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Incapaz]]></itunes:subtitle>
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      <pubDate>Thu, 13 May 2021 14:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Destacando o positivo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 15 Apr 2021 15:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Brasil de todos nós]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Ter coragem]]></description>
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      <pubDate>Wed, 14 Apr 2021 16:16:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGENCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Dec 2020 08:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Sep 2021 19:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

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Redação do Pense Nisso com base em artigo
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      <title><![CDATA[Peripatético]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Jul 2021 14:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O silêncio que orienta]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O silêncio que orienta]]></itunes:subtitle>
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      <pubDate>Thu, 25 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
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      <itunes:summary><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pontos de vista]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 10 Apr 2021 16:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Como se escreve?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Preconceito]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      </image>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2020 08:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Desfrute de você]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aborrecimentos]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Para mudar o mundo]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Amar a vida]]></description>
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      <pubDate>Mon, 28 Jun 2021 16:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></description>
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      <title><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[TREINAMENTO E QUALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Aug 2021 11:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Aug 2021 11:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O mundo das mulheres]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Mar 2021 16:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Provocações]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Determinação e Fé]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jul 2021 17:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Impaciência e irritação]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 May 2021 14:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Dinheiro e Valores]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...


Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...


Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...


Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...


Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020
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      <pubDate>Tue, 15 Dec 2020 08:27:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 11 Aug 2021 11:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Aug 2021 11:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Oh, como eu a amei]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Solidariedade entre as gerações]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jul 2021 17:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O valor da paciência]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Tato de pais]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 16 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­ o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­ o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­ o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­ o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 05 Oct 2020 12:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não basta ser executivo, tem que ser pai]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo físico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo físico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo físico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
]]></itunes:summary>
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O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo físico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
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      <title><![CDATA[Mães extraordinárias]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 May 2021 14:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.
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É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.
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É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.
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      <pubDate>Tue, 26 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a Humanidade.
Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a Humanidade.
Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

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Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

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Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

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      <title><![CDATA[Exemplos, lições e experiências]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 May 2021 14:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprendendo Com a Morte]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 02 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Julgamentos

Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar, a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.

Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso, ele continuou seu caminho e ignorou a moça.

Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu, e eles seguiram o caminho.

O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo, por fim, falou:

— Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?

Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?

Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações, julgamentos e o peso deles?

O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse uma mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia.

O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como foi difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.

Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos.

Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas, sem qualquer culpa.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Julgamentos

Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar, a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.

Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso, ele continuou seu caminho e ignorou a moça.

Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu, e eles seguiram o caminho.

O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo, por fim, falou:

— Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?

Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?

Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações, julgamentos e o peso deles?

O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse uma mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia.

O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como foi difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.

Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos.

Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas, sem qualquer culpa.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Julgamentos

Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar, a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.

Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso, ele continuou seu caminho e ignorou a moça.

Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu, e eles seguiram o caminho.

O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo, por fim, falou:

— Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?

Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?

Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações, julgamentos e o peso deles?

O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse uma mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia.

O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como foi difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.

Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos.

Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas, sem qualquer culpa.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Julgamentos

Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar, a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.

Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso, ele continuou seu caminho e ignorou a moça.

Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu, e eles seguiram o caminho.

O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo, por fim, falou:

— Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?

Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?

Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações, julgamentos e o peso deles?

O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse uma mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia.

O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como foi difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.

Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos.

Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas, sem qualquer culpa.

Pense nisso. Mas pense agora.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[JULGAMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
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      <title><![CDATA[Planeta Terra, nossa breve passagem]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Mar 2021 16:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja você mesmo.

Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias.

Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos.

É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.

Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens?

Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco.

Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver.

Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo.

Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja você mesmo.

Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias.

Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos.

É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.

Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens?

Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco.

Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver.

Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo.

Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja você mesmo.

Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias.

Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos.

É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.

Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens?

Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco.

Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver.

Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo.

Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja você mesmo.

Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. Na maioria das vezes, não temos a oportunidade de desenvolver ou seguir as nossas intuições e manias.

Passamos horas tentando convencer a nós mesmos de que está tudo bem e de que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, comparamos as nossas realizações e os nossos progressos com os de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos próprios sucessos e sonhos.

É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira, dizendo o que as outras pessoas querem ouvir e fazendo coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.

Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens?

Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos, aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco.

Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e nossa personalidade. Acostumamo-nos a ser infiéis a nós mesmos. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver.

Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo a uma mentira. Retire todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo.

Quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente.

Pense nisso, mas pense agora.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCE MESMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal.  Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão.  Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros.  Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol.  Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder.  Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha.  No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.  Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto.  Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho.  Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato.  Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas.  Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar.  O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando,  que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai.  Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados,  ainda se desdobram com as tarefas domésticas.  Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida,  sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.  Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.  Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.  Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família.  Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.  Família é o que há de mais importante na vida.  Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho.  Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.  Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim.  Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando.  Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação.  Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família,  enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar.  Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida.  E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente.  Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.  Família é um, é auxílio.  Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado,  descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.  Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção.  Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.  Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.  Pense nisso.  Mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal.  Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão.  Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros.  Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol.  Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder.  Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha.  No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.  Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto.  Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho.  Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato.  Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas.  Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar.  O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando,  que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai.  Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados,  ainda se desdobram com as tarefas domésticas.  Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida,  sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.  Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.  Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.  Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família.  Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.  Família é o que há de mais importante na vida.  Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho.  Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.  Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim.  Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando.  Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação.  Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família,  enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar.  Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida.  E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente.  Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.  Família é um, é auxílio.  Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado,  descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.  Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção.  Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.  Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.  Pense nisso.  Mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal.  Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão.  Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros.  Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol.  Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder.  Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha.  No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.  Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto.  Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho.  Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato.  Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas.  Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar.  O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando,  que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai.  Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados,  ainda se desdobram com as tarefas domésticas.  Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida,  sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.  Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.  Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.  Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família.  Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.  Família é o que há de mais importante na vida.  Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho.  Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.  Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim.  Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando.  Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação.  Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família,  enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar.  Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida.  E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente.  Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.  Família é um, é auxílio.  Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado,  descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.  Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção.  Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.  Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.  Pense nisso.  Mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Era o dia das profissões na escola municipal.  Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão.  Os alunos curiosos faziam perguntas. Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros.  Ou excitavam a fantasia da criançada como de ator ou músico ou jogador de futebol.  Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder.  Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Coro de vergonha.  No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.  Que profissão é esta? O que é exatamente que o senhor faz? Perguntou logo um aflito garoto.  Bom, eu diria que minha principal ocupação no momento é procurar trabalho.  Um grande silêncio se fez na sala. Roberto, corajoso, continuou o seu relato.  Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de 4 a 0. Então temos duas alternativas.  Podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar.  O que vocês fariam? A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando,  que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si. Pois é, continuou aquele pai.  Imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e à noite, quando chegam cansados,  ainda se desdobram com as tarefas domésticas.  Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa para ganhar a própria vida,  sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.  Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.  Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.  Eu sou jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter, minha família.  Nesse momento, o garoto Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.  Família é o que há de mais importante na vida.  Minha família me sustenta nesse período em que saio a cada dia tentando conseguir um trabalho.  Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.  Minha família suporta meu mau humor quando tem um dia ruim.  Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando.  Não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter à situação.  Por isso, eu continuo todos os dias procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família,  enquanto ela mesmo me sustenta sem reclamar, sem acusar.  Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida.  E, para cada um de nós, é, com certeza, a equipe graças a qual vamos em frente.  Não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.  Família é um, é auxílio.  Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado,  descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.  Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção.  Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.  Uma lição que eles levariam em pressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.  Pense nisso.  Mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
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      <title><![CDATA[A sabedoria do samurai]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Jun 2021 16:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[As mãos do meu avô]]></description>
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      <title><![CDATA[As mãos do meu avô]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não Te Entregues]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Como Se Fosse a Primeira Vez]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Um conto de Natal

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Um conto de Natal

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></itunes:subtitle>
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A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></itunes:summary>
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A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Um conto de Natal]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 13 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 10:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Mar 2021 16:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

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      <title><![CDATA[Ser transparente]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jul 2021 17:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A caridade do respeito]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 14 Jul 2021 17:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Colaboração]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Jun 2021 16:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Velocidade máxima]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 May 2021 14:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Três pedidos atendidos]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ O homem que não se irritava]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Apr 2021 18:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Se eu fosse Deus…]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Jul 2021 17:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ajudando a chorar]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 19 May 2021 14:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um herói, 669 vidas]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Mar 2021 15:52:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
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      <title><![CDATA[Criando um sentido para a vida]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A oferta da certeza]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação o Pense Nisso]]></itunes:author>
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      </image>
      <pubDate>Thu, 05 Aug 2021 13:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Impasse]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 11 May 2021 14:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
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      <title><![CDATA[Conclusões equivocadas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 30 Mar 2021 15:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

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      <title><![CDATA[As cinco bolas]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 16:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Fixação mental]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A perda gera descobertas]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aceitação]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 May 2021 14:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A Raiva]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Mar 2021 16:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Corações congelados de amor]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Nov 2020 09:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Aug 2021 09:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Importante lição]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 08 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A dor do erro]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Apr 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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