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    <description><![CDATA[Descubra a harmonia perfeita entre sons e sabores no Música & Vinho. Em cada episódio, histórias envolventes se encontram com vinhos selecionados, criando uma experiência sensorial que convida você a apreciar, com calma, tudo aquilo que agrada ao ouvido e ao paladar.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Descubra a harmonia perfeita entre sons e sabores no Música & Vinho. Em cada episódio, histórias envolventes se encontram com vinhos selecionados, criando uma experiência sensorial que convida você a apreciar, com calma, tudo aquilo que agrada ao ouvido e ao paladar.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[Música e Vinho ]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Cuiabá - Easy</copyright>
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      <description><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a testar novas harmonizações. O Le Rosé de Lapostolio, mais francês dos produtores do Chile, é um rosé de estilo Provençal; só uvas francesas, as mesmas usadas nos famosos rosés de Provence. 42% do vinho é elaborado com a uva tinta Sansot, e o restante está dividido entre Cirá, Grenache e Mouvette.

Os rosés de Provence têm essa coloração mais clarinha, meio salmão, lembrando casca de cebola. No nariz aparecem notas de flores brancas, e não de rosas ou violeta, e frutas de polpa branca, como nectarina e peira, além das frutas vermelhas frescas. Tem um nariz de fruta branca bem madura.

Mas o auge dessa degustação foi a harmonização com o Camarão 348: camarões rosa com alho, ervas frescas e servidos no azeite quente, com pãezinhos para você comer curtindo todos os sabores. Camarão tem estrutura, alho é forte e estava bem presente; então, se o rosé for muito levinho e sem estrutura, o vinho some na boca.

Mas o Le Rosé de Lapostole mostrou todo o seu potencial em boca para uma bela harmonização bem clássica e desenvolvida com perfeição no Camarão 348, 348 é o nome da casa onde degustei. A casa é especializada em carnes e frutos do mar na brasa, e esse defumado da brasa traz ainda muita personalidade aos camarões. Bom Le Rosé para você.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a testar novas harmonizações. O Le Rosé de Lapostolio, mais francês dos produtores do Chile, é um rosé de estilo Provençal; só uvas francesas, as mesmas usadas nos famosos rosés de Provence. 42% do vinho é elaborado com a uva tinta Sansot, e o restante está dividido entre Cirá, Grenache e Mouvette.

Os rosés de Provence têm essa coloração mais clarinha, meio salmão, lembrando casca de cebola. No nariz aparecem notas de flores brancas, e não de rosas ou violeta, e frutas de polpa branca, como nectarina e peira, além das frutas vermelhas frescas. Tem um nariz de fruta branca bem madura.

Mas o auge dessa degustação foi a harmonização com o Camarão 348: camarões rosa com alho, ervas frescas e servidos no azeite quente, com pãezinhos para você comer curtindo todos os sabores. Camarão tem estrutura, alho é forte e estava bem presente; então, se o rosé for muito levinho e sem estrutura, o vinho some na boca.

Mas o Le Rosé de Lapostole mostrou todo o seu potencial em boca para uma bela harmonização bem clássica e desenvolvida com perfeição no Camarão 348, 348 é o nome da casa onde degustei. A casa é especializada em carnes e frutos do mar na brasa, e esse defumado da brasa traz ainda muita personalidade aos camarões. Bom Le Rosé para você.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a testar novas harmonizações. O Le Rosé de Lapostolio, mais francês dos produtores do Chile, é um rosé de estilo Provençal; só uvas francesas, as mesmas usadas nos famosos rosés de Provence. 42% do vinho é elaborado com a uva tinta Sansot, e o restante está dividido entre Cirá, Grenache e Mouvette.

Os rosés de Provence têm essa coloração mais clarinha, meio salmão, lembrando casca de cebola. No nariz aparecem notas de flores brancas, e não de rosas ou violeta, e frutas de polpa branca, como nectarina e peira, além das frutas vermelhas frescas. Tem um nariz de fruta branca bem madura.

Mas o auge dessa degustação foi a harmonização com o Camarão 348: camarões rosa com alho, ervas frescas e servidos no azeite quente, com pãezinhos para você comer curtindo todos os sabores. Camarão tem estrutura, alho é forte e estava bem presente; então, se o rosé for muito levinho e sem estrutura, o vinho some na boca.

Mas o Le Rosé de Lapostole mostrou todo o seu potencial em boca para uma bela harmonização bem clássica e desenvolvida com perfeição no Camarão 348, 348 é o nome da casa onde degustei. A casa é especializada em carnes e frutos do mar na brasa, e esse defumado da brasa traz ainda muita personalidade aos camarões. Bom Le Rosé para você.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a testar novas harmonizações. O Le Rosé de Lapostolio, mais francês dos produtores do Chile, é um rosé de estilo Provençal; só uvas francesas, as mesmas usadas nos famosos rosés de Provence. 42% do vinho é elaborado com a uva tinta Sansot, e o restante está dividido entre Cirá, Grenache e Mouvette.

Os rosés de Provence têm essa coloração mais clarinha, meio salmão, lembrando casca de cebola. No nariz aparecem notas de flores brancas, e não de rosas ou violeta, e frutas de polpa branca, como nectarina e peira, além das frutas vermelhas frescas. Tem um nariz de fruta branca bem madura.

Mas o auge dessa degustação foi a harmonização com o Camarão 348: camarões rosa com alho, ervas frescas e servidos no azeite quente, com pãezinhos para você comer curtindo todos os sabores. Camarão tem estrutura, alho é forte e estava bem presente; então, se o rosé for muito levinho e sem estrutura, o vinho some na boca.

Mas o Le Rosé de Lapostole mostrou todo o seu potencial em boca para uma bela harmonização bem clássica e desenvolvida com perfeição no Camarão 348, 348 é o nome da casa onde degustei. A casa é especializada em carnes e frutos do mar na brasa, e esse defumado da brasa traz ainda muita personalidade aos camarões. Bom Le Rosé para você.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LE ROSE LAPOSTELLE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ZIRLO TALENTI]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DECANTER DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima manhã para você. É possível sim achar um Bordeaux simples e para o dia a dia. Só para recordar, Bordeaux é a famosa região francesa dos vinhos caros do famoso corte das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, além de brancos de sobremesa como os caríssimos Soternes. São os vinhos mais cultuados do mundo, mas nos últimos anos vimos uma leva de Bordeaux mais acessíveis e com uma qualidade boa para se beber no almoço de domingo com a família. Degustei o Duc de Rosan, um Bordeaux bom e barato de Cabernet Sauvignon e Merlot. Um vinho sem passagem na madeira, só tanque de aço inox mesmo e apenas 12% de álcool. Então já se vê que é para consumo rápido. Degustei o 2015 com três anos, estava super macio. Harmonizei com comida italiana, massa ao molho de fungo e creme branco e filés. Mungui tem sempre o sabor forte que lembra a carne vermelha, essa é uma harmonização clássica, vinhos de médio corpo tintos, de Cabernet Sauvignon e Merlot, uma boa presença com massa e carnes. Bordeaux é tão cheio de subregiões e classificações que às vezes assusta a escolher, mas a classificação bordeaux superior já é bastante para começar. E a média de preços entre 60 e 120 reais também ajuda a nortear uma boa compra. Para não deixar cair sua reputação, mas ainda assim ganhar o mercado, os produtores bordaleses se dispuseram a fazer esses vinhos de um estilo com custo mais barato, sem perder a qualidade histórica e copiada em todo o mundo. Bordeaux ainda é referência e essa história começou por volta do ano 48 antes de Cristo, quando o Império Romano se estabeleceu em Saint-Emilion, até hoje nos brinda com belos vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e descobrir. Novos bordôs.

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      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima manhã para você. É possível sim achar um Bordeaux simples e para o dia a dia. Só para recordar, Bordeaux é a famosa região francesa dos vinhos caros do famoso corte das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, além de brancos de sobremesa como os caríssimos Soternes. São os vinhos mais cultuados do mundo, mas nos últimos anos vimos uma leva de Bordeaux mais acessíveis e com uma qualidade boa para se beber no almoço de domingo com a família. Degustei o Duc de Rosan, um Bordeaux bom e barato de Cabernet Sauvignon e Merlot. Um vinho sem passagem na madeira, só tanque de aço inox mesmo e apenas 12% de álcool. Então já se vê que é para consumo rápido. Degustei o 2015 com três anos, estava super macio. Harmonizei com comida italiana, massa ao molho de fungo e creme branco e filés. Mungui tem sempre o sabor forte que lembra a carne vermelha, essa é uma harmonização clássica, vinhos de médio corpo tintos, de Cabernet Sauvignon e Merlot, uma boa presença com massa e carnes. Bordeaux é tão cheio de subregiões e classificações que às vezes assusta a escolher, mas a classificação bordeaux superior já é bastante para começar. E a média de preços entre 60 e 120 reais também ajuda a nortear uma boa compra. Para não deixar cair sua reputação, mas ainda assim ganhar o mercado, os produtores bordaleses se dispuseram a fazer esses vinhos de um estilo com custo mais barato, sem perder a qualidade histórica e copiada em todo o mundo. Bordeaux ainda é referência e essa história começou por volta do ano 48 antes de Cristo, quando o Império Romano se estabeleceu em Saint-Emilion, até hoje nos brinda com belos vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e descobrir. Novos bordôs.

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      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima manhã para você. É possível sim achar um Bordeaux simples e para o dia a dia. Só para recordar, Bordeaux é a famosa região francesa dos vinhos caros do famoso corte das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, além de brancos de sobremesa como os caríssimos Soternes. São os vinhos mais cultuados do mundo, mas nos últimos anos vimos uma leva de Bordeaux mais acessíveis e com uma qualidade boa para se beber no almoço de domingo com a família. Degustei o Duc de Rosan, um Bordeaux bom e barato de Cabernet Sauvignon e Merlot. Um vinho sem passagem na madeira, só tanque de aço inox mesmo e apenas 12% de álcool. Então já se vê que é para consumo rápido. Degustei o 2015 com três anos, estava super macio. Harmonizei com comida italiana, massa ao molho de fungo e creme branco e filés. Mungui tem sempre o sabor forte que lembra a carne vermelha, essa é uma harmonização clássica, vinhos de médio corpo tintos, de Cabernet Sauvignon e Merlot, uma boa presença com massa e carnes. Bordeaux é tão cheio de subregiões e classificações que às vezes assusta a escolher, mas a classificação bordeaux superior já é bastante para começar. E a média de preços entre 60 e 120 reais também ajuda a nortear uma boa compra. Para não deixar cair sua reputação, mas ainda assim ganhar o mercado, os produtores bordaleses se dispuseram a fazer esses vinhos de um estilo com custo mais barato, sem perder a qualidade histórica e copiada em todo o mundo. Bordeaux ainda é referência e essa história começou por volta do ano 48 antes de Cristo, quando o Império Romano se estabeleceu em Saint-Emilion, até hoje nos brinda com belos vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e descobrir. Novos bordôs.

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      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima manhã para você. É possível sim achar um Bordeaux simples e para o dia a dia. Só para recordar, Bordeaux é a famosa região francesa dos vinhos caros do famoso corte das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, além de brancos de sobremesa como os caríssimos Soternes. São os vinhos mais cultuados do mundo, mas nos últimos anos vimos uma leva de Bordeaux mais acessíveis e com uma qualidade boa para se beber no almoço de domingo com a família. Degustei o Duc de Rosan, um Bordeaux bom e barato de Cabernet Sauvignon e Merlot. Um vinho sem passagem na madeira, só tanque de aço inox mesmo e apenas 12% de álcool. Então já se vê que é para consumo rápido. Degustei o 2015 com três anos, estava super macio. Harmonizei com comida italiana, massa ao molho de fungo e creme branco e filés. Mungui tem sempre o sabor forte que lembra a carne vermelha, essa é uma harmonização clássica, vinhos de médio corpo tintos, de Cabernet Sauvignon e Merlot, uma boa presença com massa e carnes. Bordeaux é tão cheio de subregiões e classificações que às vezes assusta a escolher, mas a classificação bordeaux superior já é bastante para começar. E a média de preços entre 60 e 120 reais também ajuda a nortear uma boa compra. Para não deixar cair sua reputação, mas ainda assim ganhar o mercado, os produtores bordaleses se dispuseram a fazer esses vinhos de um estilo com custo mais barato, sem perder a qualidade histórica e copiada em todo o mundo. Bordeaux ainda é referência e essa história começou por volta do ano 48 antes de Cristo, quando o Império Romano se estabeleceu em Saint-Emilion, até hoje nos brinda com belos vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e descobrir. Novos bordôs.

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      <title><![CDATA[BORDEAUX]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO OU PRATO?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[LE ROSE LAPOSTELLE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É a sua companhia que me inspira, e uma ótima manhã para você. Difícil alguém não gostar de uma massa assada com recheio cremoso de frango, palmito ou camarão. Eu amo as empadinhas desses sabores e acho bem charmoso servir com vinhos no chá da tarde, que já virou o vinho da tarde. Vale também para quiches e tortas salgadas de queijos leves, frango, palmito ou camarão.

E a sugestão de vinho que vai inspirar o seu fim de tarde é uma seleção de quatro vinhos para você definir a sua melhor escolha. Primeiro, um vinho branco francês, Lavia e Ferme Blanc de Famille Perrin, com as uvas Grenache Blanc, Puni Blanc, Bourboulant e Vermentino. Segundo, a sugestão: o chileno Rosé Le Rosé Lapostole, elaborado com as uvas Sansot, Grenache, Syrah e Mouved. Terceiro vinho: um português, também Rosé, muito mais intenso, o Quinta do Coto Rosé de Toriga Nacional, com uma leve passagem madeira e até um defumado. E quarto vinho, o italiano Bonac Sandiovese, da mesma uva Sandiovese, com notas de folhas secas.

O seu fim de tarde pode ser um momento especial, um momento de desacelerar, de apreciar o desaparecimento da luz do sol e o nascimento da lua. É a transição entre o dia e a noite e de clima mais a menos. Eu acho bem legal curtir os vinhos no seu fim de tarde. Começa com os mais leves e vai chegando aos vinhos tintos.

Bom vinho da tarde para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É a sua companhia que me inspira, e uma ótima manhã para você. Difícil alguém não gostar de uma massa assada com recheio cremoso de frango, palmito ou camarão. Eu amo as empadinhas desses sabores e acho bem charmoso servir com vinhos no chá da tarde, que já virou o vinho da tarde. Vale também para quiches e tortas salgadas de queijos leves, frango, palmito ou camarão.

E a sugestão de vinho que vai inspirar o seu fim de tarde é uma seleção de quatro vinhos para você definir a sua melhor escolha. Primeiro, um vinho branco francês, Lavia e Ferme Blanc de Famille Perrin, com as uvas Grenache Blanc, Puni Blanc, Bourboulant e Vermentino. Segundo, a sugestão: o chileno Rosé Le Rosé Lapostole, elaborado com as uvas Sansot, Grenache, Syrah e Mouved. Terceiro vinho: um português, também Rosé, muito mais intenso, o Quinta do Coto Rosé de Toriga Nacional, com uma leve passagem madeira e até um defumado. E quarto vinho, o italiano Bonac Sandiovese, da mesma uva Sandiovese, com notas de folhas secas.

O seu fim de tarde pode ser um momento especial, um momento de desacelerar, de apreciar o desaparecimento da luz do sol e o nascimento da lua. É a transição entre o dia e a noite e de clima mais a menos. Eu acho bem legal curtir os vinhos no seu fim de tarde. Começa com os mais leves e vai chegando aos vinhos tintos.

Bom vinho da tarde para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É a sua companhia que me inspira, e uma ótima manhã para você. Difícil alguém não gostar de uma massa assada com recheio cremoso de frango, palmito ou camarão. Eu amo as empadinhas desses sabores e acho bem charmoso servir com vinhos no chá da tarde, que já virou o vinho da tarde. Vale também para quiches e tortas salgadas de queijos leves, frango, palmito ou camarão.

E a sugestão de vinho que vai inspirar o seu fim de tarde é uma seleção de quatro vinhos para você definir a sua melhor escolha. Primeiro, um vinho branco francês, Lavia e Ferme Blanc de Famille Perrin, com as uvas Grenache Blanc, Puni Blanc, Bourboulant e Vermentino. Segundo, a sugestão: o chileno Rosé Le Rosé Lapostole, elaborado com as uvas Sansot, Grenache, Syrah e Mouved. Terceiro vinho: um português, também Rosé, muito mais intenso, o Quinta do Coto Rosé de Toriga Nacional, com uma leve passagem madeira e até um defumado. E quarto vinho, o italiano Bonac Sandiovese, da mesma uva Sandiovese, com notas de folhas secas.

O seu fim de tarde pode ser um momento especial, um momento de desacelerar, de apreciar o desaparecimento da luz do sol e o nascimento da lua. É a transição entre o dia e a noite e de clima mais a menos. Eu acho bem legal curtir os vinhos no seu fim de tarde. Começa com os mais leves e vai chegando aos vinhos tintos.

Bom vinho da tarde para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É a sua companhia que me inspira, e uma ótima manhã para você. Difícil alguém não gostar de uma massa assada com recheio cremoso de frango, palmito ou camarão. Eu amo as empadinhas desses sabores e acho bem charmoso servir com vinhos no chá da tarde, que já virou o vinho da tarde. Vale também para quiches e tortas salgadas de queijos leves, frango, palmito ou camarão.

E a sugestão de vinho que vai inspirar o seu fim de tarde é uma seleção de quatro vinhos para você definir a sua melhor escolha. Primeiro, um vinho branco francês, Lavia e Ferme Blanc de Famille Perrin, com as uvas Grenache Blanc, Puni Blanc, Bourboulant e Vermentino. Segundo, a sugestão: o chileno Rosé Le Rosé Lapostole, elaborado com as uvas Sansot, Grenache, Syrah e Mouved. Terceiro vinho: um português, também Rosé, muito mais intenso, o Quinta do Coto Rosé de Toriga Nacional, com uma leve passagem madeira e até um defumado. E quarto vinho, o italiano Bonac Sandiovese, da mesma uva Sandiovese, com notas de folhas secas.

O seu fim de tarde pode ser um momento especial, um momento de desacelerar, de apreciar o desaparecimento da luz do sol e o nascimento da lua. É a transição entre o dia e a noite e de clima mais a menos. Eu acho bem legal curtir os vinhos no seu fim de tarde. Começa com os mais leves e vai chegando aos vinhos tintos.

Bom vinho da tarde para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHÁ DA TARDE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CHIANT CETAMURA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LA VIEILLE FERME ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA ITALIA ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CASA VERRONE BRUT]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma super manhã para você que está curtindo Música e Vinho; vinhedos e estúdio de música lado a lado. Música e Vinho no sul da França, no Château de Miraval, que pertence ao astro Brad Pitt. Aliás, ele une música, vinho, cinema, arte e uma belíssima paisagem cênica no Castelo de Miraval. O nome Miraval vem de milagres.

O músico Jazzman Jacques Luzier criou o estúdio Bai Miraval em 1977. E, de lá para cá, já passaram no estúdio nomes como Sade, The Gypsy Kings, ACDC, The Cranberries, Pink Floyd e Chris Rhea. Sua inspiração do lifestyle da Riviera Francesa; o estúdio foi criado em meio aos vinhedos dos vinhos batizados como estúdio Bai Miraval.

O branco é 100% da uva vermentino, e o rosé das uvas são só grenache, vermentino e tiburã. As garrafas são únicas, lindas e de design artesanal. Os dois vinhos, tanto branco quanto rosé, têm caráter salino devido às influências da proximidade do mar Mediterrâneo. São vinhos que trazem o balanço e a vibração do estúdio para a taça, com boa acidez e frescor vibrante.

São vinhos perfeitos para curtir na praia, mas acompanham muito bem um ceviche, uma coalhada fresca, um quiche de legumes, saladas, frango grelhado com ervas, camarões empanados ou até uma massa com búfala e manjericão.

Não jogue a garrafa do seu estúdio; ela tem um formato único e serve como jarra para água e uma belíssima decoração.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma super manhã para você que está curtindo Música e Vinho; vinhedos e estúdio de música lado a lado. Música e Vinho no sul da França, no Château de Miraval, que pertence ao astro Brad Pitt. Aliás, ele une música, vinho, cinema, arte e uma belíssima paisagem cênica no Castelo de Miraval. O nome Miraval vem de milagres.

O músico Jazzman Jacques Luzier criou o estúdio Bai Miraval em 1977. E, de lá para cá, já passaram no estúdio nomes como Sade, The Gypsy Kings, ACDC, The Cranberries, Pink Floyd e Chris Rhea. Sua inspiração do lifestyle da Riviera Francesa; o estúdio foi criado em meio aos vinhedos dos vinhos batizados como estúdio Bai Miraval.

O branco é 100% da uva vermentino, e o rosé das uvas são só grenache, vermentino e tiburã. As garrafas são únicas, lindas e de design artesanal. Os dois vinhos, tanto branco quanto rosé, têm caráter salino devido às influências da proximidade do mar Mediterrâneo. São vinhos que trazem o balanço e a vibração do estúdio para a taça, com boa acidez e frescor vibrante.

São vinhos perfeitos para curtir na praia, mas acompanham muito bem um ceviche, uma coalhada fresca, um quiche de legumes, saladas, frango grelhado com ervas, camarões empanados ou até uma massa com búfala e manjericão.

Não jogue a garrafa do seu estúdio; ela tem um formato único e serve como jarra para água e uma belíssima decoração.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma super manhã para você que está curtindo Música e Vinho; vinhedos e estúdio de música lado a lado. Música e Vinho no sul da França, no Château de Miraval, que pertence ao astro Brad Pitt. Aliás, ele une música, vinho, cinema, arte e uma belíssima paisagem cênica no Castelo de Miraval. O nome Miraval vem de milagres.

O músico Jazzman Jacques Luzier criou o estúdio Bai Miraval em 1977. E, de lá para cá, já passaram no estúdio nomes como Sade, The Gypsy Kings, ACDC, The Cranberries, Pink Floyd e Chris Rhea. Sua inspiração do lifestyle da Riviera Francesa; o estúdio foi criado em meio aos vinhedos dos vinhos batizados como estúdio Bai Miraval.

O branco é 100% da uva vermentino, e o rosé das uvas são só grenache, vermentino e tiburã. As garrafas são únicas, lindas e de design artesanal. Os dois vinhos, tanto branco quanto rosé, têm caráter salino devido às influências da proximidade do mar Mediterrâneo. São vinhos que trazem o balanço e a vibração do estúdio para a taça, com boa acidez e frescor vibrante.

São vinhos perfeitos para curtir na praia, mas acompanham muito bem um ceviche, uma coalhada fresca, um quiche de legumes, saladas, frango grelhado com ervas, camarões empanados ou até uma massa com búfala e manjericão.

Não jogue a garrafa do seu estúdio; ela tem um formato único e serve como jarra para água e uma belíssima decoração.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma super manhã para você que está curtindo Música e Vinho; vinhedos e estúdio de música lado a lado. Música e Vinho no sul da França, no Château de Miraval, que pertence ao astro Brad Pitt. Aliás, ele une música, vinho, cinema, arte e uma belíssima paisagem cênica no Castelo de Miraval. O nome Miraval vem de milagres.

O músico Jazzman Jacques Luzier criou o estúdio Bai Miraval em 1977. E, de lá para cá, já passaram no estúdio nomes como Sade, The Gypsy Kings, ACDC, The Cranberries, Pink Floyd e Chris Rhea. Sua inspiração do lifestyle da Riviera Francesa; o estúdio foi criado em meio aos vinhedos dos vinhos batizados como estúdio Bai Miraval.

O branco é 100% da uva vermentino, e o rosé das uvas são só grenache, vermentino e tiburã. As garrafas são únicas, lindas e de design artesanal. Os dois vinhos, tanto branco quanto rosé, têm caráter salino devido às influências da proximidade do mar Mediterrâneo. São vinhos que trazem o balanço e a vibração do estúdio para a taça, com boa acidez e frescor vibrante.

São vinhos perfeitos para curtir na praia, mas acompanham muito bem um ceviche, uma coalhada fresca, um quiche de legumes, saladas, frango grelhado com ervas, camarões empanados ou até uma massa com búfala e manjericão.

Não jogue a garrafa do seu estúdio; ela tem um formato único e serve como jarra para água e uma belíssima decoração.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ STUDIO BY MIRAVAL ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM, e eu te espero em três edições de Segunda a Sábado. O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei.
Imagine só plantar e produzir vinhos da uva Cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher. Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito.

Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo Mundo, Top Ten Best Cirá em 2016. Medalha de ouro em 2016 pelos concursos Cirá do Monde e Mundus Vini. Além das pontuações com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast. Frutos selecionados de vinha dos jovens, bem maduros e colhidos à mão.
​
O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros como a meixa, notas de tostas, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução pelos seus oito meses de carvalho francês. O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan. Para viver à margem da lei, tem que ser honesto. E assim o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem, 100% cirrá.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM, e eu te espero em três edições de Segunda a Sábado. O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei.
Imagine só plantar e produzir vinhos da uva Cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher. Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito.

Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo Mundo, Top Ten Best Cirá em 2016. Medalha de ouro em 2016 pelos concursos Cirá do Monde e Mundus Vini. Além das pontuações com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast. Frutos selecionados de vinha dos jovens, bem maduros e colhidos à mão.
​
O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros como a meixa, notas de tostas, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução pelos seus oito meses de carvalho francês. O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan. Para viver à margem da lei, tem que ser honesto. E assim o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem, 100% cirrá.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM, e eu te espero em três edições de Segunda a Sábado. O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei.
Imagine só plantar e produzir vinhos da uva Cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher. Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito.

Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo Mundo, Top Ten Best Cirá em 2016. Medalha de ouro em 2016 pelos concursos Cirá do Monde e Mundus Vini. Além das pontuações com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast. Frutos selecionados de vinha dos jovens, bem maduros e colhidos à mão.
​
O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros como a meixa, notas de tostas, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução pelos seus oito meses de carvalho francês. O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan. Para viver à margem da lei, tem que ser honesto. E assim o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem, 100% cirrá.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM, e eu te espero em três edições de Segunda a Sábado. O Robin Hood dos vinhos, o fora da lei.
Imagine só plantar e produzir vinhos da uva Cirá no Alentejo, região historicamente super tradicional, que fermentava seus vinhos em ânforas desde os tempos romanos. A região portuguesa é também terra das uvas tintas de brincadeira, aragonês e alicante boucher. Até que, em 1998, a vinícola corte de cima produziu o vinho incógnito.

Fácil entender esse nome, porque o nome da uva não poderia aparecer. O vinho ganhou prêmios pelo Mundo, Top Ten Best Cirá em 2016. Medalha de ouro em 2016 pelos concursos Cirá do Monde e Mundus Vini. Além das pontuações com 92 por Robert Parker e 92 pela Wine Enthusiast. Frutos selecionados de vinha dos jovens, bem maduros e colhidos à mão.
​
O incógnito é 100% da uva cirrá e tem aromas bem complexos, de frutos negros como a meixa, notas de tostas, especiarias e terroso. É um vinho de taninos firmes e estruturado pela longa evolução pelos seus oito meses de carvalho francês. O fora da lei leva no rótulo ainda uma frase do famoso compositor Bob Dylan. Para viver à margem da lei, tem que ser honesto. E assim o incógnito escreveu no contrarrótulo sua verdadeira origem, 100% cirrá.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DA UVA SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SAUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã para você, que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços,eu nunca degustei. E você?

Mas só pelas paisagens dos vinhedos da região de Lac Léman já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do frio do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor. E, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.

A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e com aromas de frutos como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sobre um “sol triplo”:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã para você, que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços,eu nunca degustei. E você?

Mas só pelas paisagens dos vinhedos da região de Lac Léman já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do frio do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor. E, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.

A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e com aromas de frutos como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sobre um “sol triplo”:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã para você, que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços,eu nunca degustei. E você?

Mas só pelas paisagens dos vinhedos da região de Lac Léman já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do frio do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor. E, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.

A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e com aromas de frutos como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sobre um “sol triplo”:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã para você, que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços,eu nunca degustei. E você?

Mas só pelas paisagens dos vinhedos da região de Lac Léman já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do frio do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor. E, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar.

A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux.

La Côte quer dizer “encosta”, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e com aromas de frutos como pêssego, maçã, além de nozes e mel.

Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 2007.

O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sobre um “sol triplo”:
um sol que vem de cima, generoso e acolhedor;
um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado;
e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS SUIÇOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO COUDOULET DE BEAUCASTEL ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa Taça de Conhecimento de hoje será sobre a mulher mais influente em toda a história do vinho mais famoso de Portugal: o Vinho do Porto.

Antônia Adelaide Ferreira, conhecida na região do Douro como Ferreirinha, tem seu nome em uma das marcas mais famosas de vinho do mundo. Nascida em 1811, em Peso da Régua, no Alto Douro, cresceu em meio aos vinhedos da família.

Casou-se cedo com um primo, que não tinha grande interesse nos negócios, e, aos 33 anos, ficou viúva, com um casal de filhos. Ferreirinha assumiu os negócios da Casa Ferreirinha.

Quando chegou a pandemia dos vinhedos, em 1870, devido a uma praga chamada oídio, grande parte dos vinhedos do Douro foi dizimada. Ferreirinha tinha um bom estoque de vinhos em seus armazéns, e isso fez com que ela multiplicasse a sua fortuna.

Em outro momento, surgiu a filoxera, uma praga que quase dizimou os vinhedos do mundo novamente. Ferreirinha foi à Inglaterra para entender as melhores soluções para salvar as vinhas e continuar a produzir vinho. Voltou de lá implantando o processo de enxertia nas videiras. Sensacional!

Nos dias de hoje, existe um prêmio que homenageia as mulheres mais influentes em Portugal todos os anos: o Prêmio Dona Antônia Adelaide Ferreira.

Ela partiu aos 84 anos, na mesma cidade onde nasceu, Peso da Régua, e deixou um império que continua crescendo e mantendo o legado do seu nome e de sua família.

Um brinde a esta grande mulher, Ferreirinha! Um brinde a você, ouvinte, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.com. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO DO PORTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[MEU PALADAR É IGUAL AO SEU?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima manhã!

Os grandes e prestigiados chatôs de Bordeaux costumam produzir os seus Dixiam Van, traduzindo-os: são os segundos vinhos, aqueles que saem em anos em que a safra não foi boa o suficiente para elaborar o seu primeiro vinho, que sai em safras excepcionais.

Durante a década de 1980, os vinhos de Bordeaux entraram na era do ouro, em que os primeiros vinhos ganharam reconhecimento dos críticos, como Robert Parker, e os preços foram às alturas. Surgiu, então, um segmento de vinhos intermediários: os segundos vinhos, com preços mais acessíveis que os icônicos primeiros vinhos e acima dos vinhos mais simples, como o Le Charme de Quirvan, o Dixiam Van do Chateau Quirvan, um Grand Cru Classé de Margaux, que está sob comando da família Schröder Schiller.

O vinho é daqueles que está acima da média, bem acima. Vinho rico, estruturado, macio, aveludado, complexo. O Charme de Crivã foi lançado em 1993 e é um assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot.

As notas são femininas e delicadas, mas muito expressivas, de ameixa, amora e cereja madura. Tem um ataque de boca cheio de vida no primeiro gole, aliás, em todos os goles. É um vinho longo, cheio de especiarias, taninos densos e muita finesse.

Degustei o Le Charme de Crivã nas safras de 2015 e 2017. Notadamente, o 2015 está no auge e o 2017, quase lá. Esse estilo de vinho, o segundo vinho, pode ser bebido mais jovem que o primeiro, o Charme de Crivã, que agora está disponível na história.

Safras 2009, 2010 e 2011.

Vom Kirvam pra você!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima manhã!

Os grandes e prestigiados chatôs de Bordeaux costumam produzir os seus Dixiam Van, traduzindo-os: são os segundos vinhos, aqueles que saem em anos em que a safra não foi boa o suficiente para elaborar o seu primeiro vinho, que sai em safras excepcionais.

Durante a década de 1980, os vinhos de Bordeaux entraram na era do ouro, em que os primeiros vinhos ganharam reconhecimento dos críticos, como Robert Parker, e os preços foram às alturas. Surgiu, então, um segmento de vinhos intermediários: os segundos vinhos, com preços mais acessíveis que os icônicos primeiros vinhos e acima dos vinhos mais simples, como o Le Charme de Quirvan, o Dixiam Van do Chateau Quirvan, um Grand Cru Classé de Margaux, que está sob comando da família Schröder Schiller.

O vinho é daqueles que está acima da média, bem acima. Vinho rico, estruturado, macio, aveludado, complexo. O Charme de Crivã foi lançado em 1993 e é um assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot.

As notas são femininas e delicadas, mas muito expressivas, de ameixa, amora e cereja madura. Tem um ataque de boca cheio de vida no primeiro gole, aliás, em todos os goles. É um vinho longo, cheio de especiarias, taninos densos e muita finesse.

Degustei o Le Charme de Crivã nas safras de 2015 e 2017. Notadamente, o 2015 está no auge e o 2017, quase lá. Esse estilo de vinho, o segundo vinho, pode ser bebido mais jovem que o primeiro, o Charme de Crivã, que agora está disponível na história.

Safras 2009, 2010 e 2011.

Vom Kirvam pra você!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima manhã!

Os grandes e prestigiados chatôs de Bordeaux costumam produzir os seus Dixiam Van, traduzindo-os: são os segundos vinhos, aqueles que saem em anos em que a safra não foi boa o suficiente para elaborar o seu primeiro vinho, que sai em safras excepcionais.

Durante a década de 1980, os vinhos de Bordeaux entraram na era do ouro, em que os primeiros vinhos ganharam reconhecimento dos críticos, como Robert Parker, e os preços foram às alturas. Surgiu, então, um segmento de vinhos intermediários: os segundos vinhos, com preços mais acessíveis que os icônicos primeiros vinhos e acima dos vinhos mais simples, como o Le Charme de Quirvan, o Dixiam Van do Chateau Quirvan, um Grand Cru Classé de Margaux, que está sob comando da família Schröder Schiller.

O vinho é daqueles que está acima da média, bem acima. Vinho rico, estruturado, macio, aveludado, complexo. O Charme de Crivã foi lançado em 1993 e é um assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot.

As notas são femininas e delicadas, mas muito expressivas, de ameixa, amora e cereja madura. Tem um ataque de boca cheio de vida no primeiro gole, aliás, em todos os goles. É um vinho longo, cheio de especiarias, taninos densos e muita finesse.

Degustei o Le Charme de Crivã nas safras de 2015 e 2017. Notadamente, o 2015 está no auge e o 2017, quase lá. Esse estilo de vinho, o segundo vinho, pode ser bebido mais jovem que o primeiro, o Charme de Crivã, que agora está disponível na história.

Safras 2009, 2010 e 2011.

Vom Kirvam pra você!
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      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima manhã!

Os grandes e prestigiados chatôs de Bordeaux costumam produzir os seus Dixiam Van, traduzindo-os: são os segundos vinhos, aqueles que saem em anos em que a safra não foi boa o suficiente para elaborar o seu primeiro vinho, que sai em safras excepcionais.

Durante a década de 1980, os vinhos de Bordeaux entraram na era do ouro, em que os primeiros vinhos ganharam reconhecimento dos críticos, como Robert Parker, e os preços foram às alturas. Surgiu, então, um segmento de vinhos intermediários: os segundos vinhos, com preços mais acessíveis que os icônicos primeiros vinhos e acima dos vinhos mais simples, como o Le Charme de Quirvan, o Dixiam Van do Chateau Quirvan, um Grand Cru Classé de Margaux, que está sob comando da família Schröder Schiller.

O vinho é daqueles que está acima da média, bem acima. Vinho rico, estruturado, macio, aveludado, complexo. O Charme de Crivã foi lançado em 1993 e é um assemblage de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot.

As notas são femininas e delicadas, mas muito expressivas, de ameixa, amora e cereja madura. Tem um ataque de boca cheio de vida no primeiro gole, aliás, em todos os goles. É um vinho longo, cheio de especiarias, taninos densos e muita finesse.

Degustei o Le Charme de Crivã nas safras de 2015 e 2017. Notadamente, o 2015 está no auge e o 2017, quase lá. Esse estilo de vinho, o segundo vinho, pode ser bebido mais jovem que o primeiro, o Charme de Crivã, que agora está disponível na história.

Safras 2009, 2010 e 2011.

Vom Kirvam pra você!
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      <title><![CDATA[LES CHARMES DE KIRWAN ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO TANNAT]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O VINHO TE INSPIRA A QUE?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO PASSITO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[LENDAS E HISTÓRIAS DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos.

Pouco se ouve falar dos vinhos da Jumilla, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzón. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador, Dom José de Molina, fez sua carreira militar.

A uva em destaque no Finca Luzón. O vinho tem 90 pontos pelo guia espanhol Peñín; por Antonio Galloni, mais uma boa referência para você acompanhar; e 91 pontos por James Suckling.

O vinho tem a Monastrell como base e uma pontinha de Syrah. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol de Jumilla.

São de 10 a 15 dias de maceração para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região de Jumilla.

Harmonizei com um risoto de filé bem simples, bem saboroso, mas bem simples.

Bom Luzón para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos.

Pouco se ouve falar dos vinhos da Jumilla, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzón. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador, Dom José de Molina, fez sua carreira militar.

A uva em destaque no Finca Luzón. O vinho tem 90 pontos pelo guia espanhol Peñín; por Antonio Galloni, mais uma boa referência para você acompanhar; e 91 pontos por James Suckling.

O vinho tem a Monastrell como base e uma pontinha de Syrah. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol de Jumilla.

São de 10 a 15 dias de maceração para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região de Jumilla.

Harmonizei com um risoto de filé bem simples, bem saboroso, mas bem simples.

Bom Luzón para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos.

Pouco se ouve falar dos vinhos da Jumilla, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzón. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador, Dom José de Molina, fez sua carreira militar.

A uva em destaque no Finca Luzón. O vinho tem 90 pontos pelo guia espanhol Peñín; por Antonio Galloni, mais uma boa referência para você acompanhar; e 91 pontos por James Suckling.

O vinho tem a Monastrell como base e uma pontinha de Syrah. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol de Jumilla.

São de 10 a 15 dias de maceração para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região de Jumilla.

Harmonizei com um risoto de filé bem simples, bem saboroso, mas bem simples.

Bom Luzón para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos.

Pouco se ouve falar dos vinhos da Jumilla, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzón. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador, Dom José de Molina, fez sua carreira militar.

A uva em destaque no Finca Luzón. O vinho tem 90 pontos pelo guia espanhol Peñín; por Antonio Galloni, mais uma boa referência para você acompanhar; e 91 pontos por James Suckling.

O vinho tem a Monastrell como base e uma pontinha de Syrah. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol de Jumilla.

São de 10 a 15 dias de maceração para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região de Jumilla.

Harmonizei com um risoto de filé bem simples, bem saboroso, mas bem simples.

Bom Luzón para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FINCA LUZÓN]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BARONE MOLTALTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO GOULEYANT BLANC]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo. Um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideais. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande. Eu provei um da estação, em caldo de sementes e especiarias, bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Tangará, do Jean-Georges.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvre-et-Maine, do Bernard Chérot, de fermentação em sur lie, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em sur lie também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescura e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale do Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês: o Figaro Rosé, da Mas de Daumas Gassac, do sul da França, no Languedoc-Roussillon. Um rosé de Carignan que pedia um vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do Rosé Revolution, que tomou o mundo, e para não fugir do que acredito e defendo há muito tempo: a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mas de Daumas Gassac é uma vinícola orgânica que cultiva as uvas originais das sementes, sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e os sabores das uvas.

Robalo, vinhos rosé, ambos franceses, e a adstringência de um café para fechar a noite.

Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo. Um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideais. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande. Eu provei um da estação, em caldo de sementes e especiarias, bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Tangará, do Jean-Georges.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvre-et-Maine, do Bernard Chérot, de fermentação em sur lie, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em sur lie também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescura e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale do Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês: o Figaro Rosé, da Mas de Daumas Gassac, do sul da França, no Languedoc-Roussillon. Um rosé de Carignan que pedia um vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do Rosé Revolution, que tomou o mundo, e para não fugir do que acredito e defendo há muito tempo: a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mas de Daumas Gassac é uma vinícola orgânica que cultiva as uvas originais das sementes, sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e os sabores das uvas.

Robalo, vinhos rosé, ambos franceses, e a adstringência de um café para fechar a noite.

Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo. Um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideais. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande. Eu provei um da estação, em caldo de sementes e especiarias, bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Tangará, do Jean-Georges.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvre-et-Maine, do Bernard Chérot, de fermentação em sur lie, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em sur lie também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescura e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale do Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês: o Figaro Rosé, da Mas de Daumas Gassac, do sul da França, no Languedoc-Roussillon. Um rosé de Carignan que pedia um vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do Rosé Revolution, que tomou o mundo, e para não fugir do que acredito e defendo há muito tempo: a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mas de Daumas Gassac é uma vinícola orgânica que cultiva as uvas originais das sementes, sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e os sabores das uvas.

Robalo, vinhos rosé, ambos franceses, e a adstringência de um café para fechar a noite.

Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nada é mais delicado que as lascas de um filé de robalo. Um peixe encontrado principalmente na costa do Nordeste brasileiro, onde atinge tamanho e peso ideais. É um peixe bom de briga com os pescadores, mas não perde a delicadeza, a textura e a umidade no prato.

A versatilidade de receitas é grande. Eu provei um da estação, em caldo de sementes e especiarias, bem escuro e forte. Uma das maravilhas do Tangará, do Jean-Georges.

O robalo merecia a delicadeza do Muscadet de Sèvre-et-Maine, do Bernard Chérot, de fermentação em sur lie, quando o vinho fermenta sobre as borras e ganha estrutura, complexidade aromática e profundidade. A fermentação em sur lie também auxilia retardando o processo de oxidação do vinho.

O Muscadet é elaborado com a uva Melon de Bourgogne, também conhecida como Muscadet, uma uva de belíssima acidez, frescura e coloração com reflexos esverdeados. É uma das uvas principais do Vale do Loire, na França. A principal sugestão de harmonização para os Muscadets são frutos do mar e peixes.

A sequência da degustação seguiu com outro francês: o Figaro Rosé, da Mas de Daumas Gassac, do sul da França, no Languedoc-Roussillon. Um rosé de Carignan que pedia um vinho com mais corpo que o branco. Poderia ser até um vinho tinto leve, mas eu escolhi rosé para fazer parte do Rosé Revolution, que tomou o mundo, e para não fugir do que acredito e defendo há muito tempo: a versatilidade e o lugar de destaque que os rosés merecem.

A Mas de Daumas Gassac é uma vinícola orgânica que cultiva as uvas originais das sementes, sem clonagem, e assim preserva as qualidades aromáticas e os sabores das uvas.

Robalo, vinhos rosé, ambos franceses, e a adstringência de um café para fechar a noite.

Valeu a experiência do estrelado Michelin.

Lembre-se de manter a moderação sempre. Se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE VINHO E PEIXE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ADEGA EM CASA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM!
Música, vinho e uma ótima manhã pra você!

Quem nunca bebeu vinho colonial?
 Vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango?

São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel, essa é a principal uva cultivada no Brasil.
E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no país são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de vinhos consumidos que são das uvas viníferas — os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez.
É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel.
E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, de baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente!
E, pra nossa alegria, cada vez mais uvas Isabel vêm trazendo boa qualidade aos vinhos coloniais e também aos sucos de uva.

Uma ótima manhã pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM!
Música, vinho e uma ótima manhã pra você!

Quem nunca bebeu vinho colonial?
 Vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango?

São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel, essa é a principal uva cultivada no Brasil.
E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no país são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de vinhos consumidos que são das uvas viníferas — os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez.
É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel.
E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, de baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente!
E, pra nossa alegria, cada vez mais uvas Isabel vêm trazendo boa qualidade aos vinhos coloniais e também aos sucos de uva.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM!
Música, vinho e uma ótima manhã pra você!

Quem nunca bebeu vinho colonial?
 Vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango?

São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel, essa é a principal uva cultivada no Brasil.
E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no país são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de vinhos consumidos que são das uvas viníferas — os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez.
É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel.
E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, de baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente!
E, pra nossa alegria, cada vez mais uvas Isabel vêm trazendo boa qualidade aos vinhos coloniais e também aos sucos de uva.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM!
Música, vinho e uma ótima manhã pra você!

Quem nunca bebeu vinho colonial?
 Vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango?

São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel, essa é a principal uva cultivada no Brasil.
E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no país são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de vinhos consumidos que são das uvas viníferas — os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez.
É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel.
E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, de baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente!
E, pra nossa alegria, cada vez mais uvas Isabel vêm trazendo boa qualidade aos vinhos coloniais e também aos sucos de uva.

Uma ótima manhã pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVAS IZABEL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO ATLANTIS TXAKOLI]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO ORGÂNICO E BIODINÂMICO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHOS ALENTEJANOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a Revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo “vinoterapia” é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo. O termo é super antigo: os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva, casca, mosto, óleo de semente e bagaço para realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só para beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pois pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento até a redução de rugas e o anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme, além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a Revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo “vinoterapia” é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo. O termo é super antigo: os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva, casca, mosto, óleo de semente e bagaço para realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só para beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pois pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento até a redução de rugas e o anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme, além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a Revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo “vinoterapia” é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo. O termo é super antigo: os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva, casca, mosto, óleo de semente e bagaço para realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só para beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pois pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento até a redução de rugas e o anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme, além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a Revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos.

O termo “vinoterapia” é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo. O termo é super antigo: os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade.

O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva, casca, mosto, óleo de semente e bagaço para realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só para beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado para ter contato com a pele, pois pode causar irritação e produção de oleosidade.

Os benefícios vão desde o relaxamento até a redução de rugas e o anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidratar a pele, eliminar toxinas, acelerar a cicatrização de feridas, auxiliar na produção de colágeno e, por isso, manter a pele mais firme, além de ativar a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINOTERAPIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Maciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo. 

Degusteio o Maciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces, deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir até uns 10 anos. De Abruzo melhorou o estilo de Abruzo, mas sem perder a tipicidade italiana

​ Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo. Agora é um momento de reflexão e pergunta, eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Maciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo. 

Degusteio o Maciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces, deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir até uns 10 anos. De Abruzo melhorou o estilo de Abruzo, mas sem perder a tipicidade italiana

​ Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo. Agora é um momento de reflexão e pergunta, eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Maciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo. 

Degusteio o Maciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces, deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir até uns 10 anos. De Abruzo melhorou o estilo de Abruzo, mas sem perder a tipicidade italiana

​ Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo. Agora é um momento de reflexão e pergunta, eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Na década de 70, o produtor italiano Gianni Maciarelli resolveu mudar o sistema de condução dos vinhedos em Abruzo e foi criticado. Com rendimento bem inferior, ele produziu vinhos mais concentrados que os produzidos na região de Abruzo, que fica ao centro da Itália. Após algumas décadas, hoje ele é copiado e chamado de anjo da guarda do Abruzo, pois revolucionou a produção e colocou a região em evidência aos críticos e também aos consumidores de todo o mundo. 

Degusteio o Maciarelli de Monteputiano da safra de 2016. Uma das características da uva símbolo da região, a uva Monteputiano, é a coloração profunda, baixa acidez e taninos doces, deliciosos quando jovens, mas podendo evoluir até uns 10 anos. De Abruzo melhorou o estilo de Abruzo, mas sem perder a tipicidade italiana

​ Ao beber, você sabe que é um vinho italiano, pede comida, saliva na boca. Eu harmonizei com queijos, pastas, frutas, castanhas e carnes. Uma mesa bem farta, bem italiana mesmo. Agora é um momento de reflexão e pergunta, eu quero saber de você. Você procura vinhos que sejam muito diferentes um do outro? Quer encontrar vinhos que tenham a cara, ou melhor, o gosto de cada região ou país? Ou você procura vinhos que goste e pronto?]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MACCIARELI DE MONTEPULCIANO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[ELVIO REZENDE]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei, a tinta negra mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos: únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de julho.

Os vinhos Madeira passam por processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo. Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas? É exatamente isso que eu curto.

E, só para resumir esses três vinhos fortificados do Musique Vinho de hoje, todos os três têm alta graduação alcoólica. Têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá: fortifique um pouquinho seu paladar à risca e na degustação com vinhos diferentes.

Lembrando sempre, claro, de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei, a tinta negra mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos: únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de julho.

Os vinhos Madeira passam por processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo. Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas? É exatamente isso que eu curto.

E, só para resumir esses três vinhos fortificados do Musique Vinho de hoje, todos os três têm alta graduação alcoólica. Têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá: fortifique um pouquinho seu paladar à risca e na degustação com vinhos diferentes.

Lembrando sempre, claro, de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei, a tinta negra mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos: únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de julho.

Os vinhos Madeira passam por processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo. Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas? É exatamente isso que eu curto.

E, só para resumir esses três vinhos fortificados do Musique Vinho de hoje, todos os três têm alta graduação alcoólica. Têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá: fortifique um pouquinho seu paladar à risca e na degustação com vinhos diferentes.

Lembrando sempre, claro, de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei, a tinta negra mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos: únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de julho.

Os vinhos Madeira passam por processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo. Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas? É exatamente isso que eu curto.

E, só para resumir esses três vinhos fortificados do Musique Vinho de hoje, todos os três têm alta graduação alcoólica. Têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá: fortifique um pouquinho seu paladar à risca e na degustação com vinhos diferentes.

Lembrando sempre, claro, de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS FORTIFICADOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Cedro do Noval é um vinho português. Eu sabia, quer dizer, não sabia nada, só gostei do vinho e pronto. Nem imaginava que tinha uma das minhas uvas preferidas, que é a Cirá. Pesquisei muito até achar a ficha técnica com a descrição das uvas do Cedro do Noval.

Este é um vinho tinto do Douro. E o nome do vinho, Cedro do Noval, é em homenagem à árvore, o cedro típico do Douro. Os vinhos portugueses do Douro, chamados de novos durienses, têm realmente conquistado o mercado com excelentes vinhos.

E o Cedro do Noval é elaborado com 60% da uva toriga nacional, 20% de Cirá, que eu nem desconfiava, mas amo quando tem a uva Cirá no meio do vinho, 15% de toriga franca e 4% de tinto cão. 1%, restante do vinho, é elaborado com uma uva chamada donzelinho tinto.

Além da cirrar, a donzelinho-tinto também me surpreendeu. Mais uma uva pouco conhecida. Porém, a donzelinho-tinto é uma das uvas mais antigas do Douro. Normalmente, são encontradas em vinhas velhas de donzelinho-tinto. É floral e pigmenta bem o vinho. É a cereja do bolo, a surpresinha do vinho.

O cedro do Noval passa dez meses no carvalho francês. É um vinho denso, com aromas de especiarias, de chocolate e a meixa negra. E acidez firme, o que mostra a vivacidade e longevidade do vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cedro do Noval é um vinho português. Eu sabia, quer dizer, não sabia nada, só gostei do vinho e pronto. Nem imaginava que tinha uma das minhas uvas preferidas, que é a Cirá. Pesquisei muito até achar a ficha técnica com a descrição das uvas do Cedro do Noval.

Este é um vinho tinto do Douro. E o nome do vinho, Cedro do Noval, é em homenagem à árvore, o cedro típico do Douro. Os vinhos portugueses do Douro, chamados de novos durienses, têm realmente conquistado o mercado com excelentes vinhos.

E o Cedro do Noval é elaborado com 60% da uva toriga nacional, 20% de Cirá, que eu nem desconfiava, mas amo quando tem a uva Cirá no meio do vinho, 15% de toriga franca e 4% de tinto cão. 1%, restante do vinho, é elaborado com uma uva chamada donzelinho tinto.

Além da cirrar, a donzelinho-tinto também me surpreendeu. Mais uma uva pouco conhecida. Porém, a donzelinho-tinto é uma das uvas mais antigas do Douro. Normalmente, são encontradas em vinhas velhas de donzelinho-tinto. É floral e pigmenta bem o vinho. É a cereja do bolo, a surpresinha do vinho.

O cedro do Noval passa dez meses no carvalho francês. É um vinho denso, com aromas de especiarias, de chocolate e a meixa negra. E acidez firme, o que mostra a vivacidade e longevidade do vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cedro do Noval é um vinho português. Eu sabia, quer dizer, não sabia nada, só gostei do vinho e pronto. Nem imaginava que tinha uma das minhas uvas preferidas, que é a Cirá. Pesquisei muito até achar a ficha técnica com a descrição das uvas do Cedro do Noval.

Este é um vinho tinto do Douro. E o nome do vinho, Cedro do Noval, é em homenagem à árvore, o cedro típico do Douro. Os vinhos portugueses do Douro, chamados de novos durienses, têm realmente conquistado o mercado com excelentes vinhos.

E o Cedro do Noval é elaborado com 60% da uva toriga nacional, 20% de Cirá, que eu nem desconfiava, mas amo quando tem a uva Cirá no meio do vinho, 15% de toriga franca e 4% de tinto cão. 1%, restante do vinho, é elaborado com uma uva chamada donzelinho tinto.

Além da cirrar, a donzelinho-tinto também me surpreendeu. Mais uma uva pouco conhecida. Porém, a donzelinho-tinto é uma das uvas mais antigas do Douro. Normalmente, são encontradas em vinhas velhas de donzelinho-tinto. É floral e pigmenta bem o vinho. É a cereja do bolo, a surpresinha do vinho.

O cedro do Noval passa dez meses no carvalho francês. É um vinho denso, com aromas de especiarias, de chocolate e a meixa negra. E acidez firme, o que mostra a vivacidade e longevidade do vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cedro do Noval é um vinho português. Eu sabia, quer dizer, não sabia nada, só gostei do vinho e pronto. Nem imaginava que tinha uma das minhas uvas preferidas, que é a Cirá. Pesquisei muito até achar a ficha técnica com a descrição das uvas do Cedro do Noval.

Este é um vinho tinto do Douro. E o nome do vinho, Cedro do Noval, é em homenagem à árvore, o cedro típico do Douro. Os vinhos portugueses do Douro, chamados de novos durienses, têm realmente conquistado o mercado com excelentes vinhos.

E o Cedro do Noval é elaborado com 60% da uva toriga nacional, 20% de Cirá, que eu nem desconfiava, mas amo quando tem a uva Cirá no meio do vinho, 15% de toriga franca e 4% de tinto cão. 1%, restante do vinho, é elaborado com uma uva chamada donzelinho tinto.

Além da cirrar, a donzelinho-tinto também me surpreendeu. Mais uma uva pouco conhecida. Porém, a donzelinho-tinto é uma das uvas mais antigas do Douro. Normalmente, são encontradas em vinhas velhas de donzelinho-tinto. É floral e pigmenta bem o vinho. É a cereja do bolo, a surpresinha do vinho.

O cedro do Noval passa dez meses no carvalho francês. É um vinho denso, com aromas de especiarias, de chocolate e a meixa negra. E acidez firme, o que mostra a vivacidade e longevidade do vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CEDRO DO NOVAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 09 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho.

Caos não é só Malbec, a Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Gouleyat Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vighorrot é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da Filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goullian Malbec eu já te sugeri até para criar uma experiência em degustar no mesmo dia um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, delicadeza e o delicioso aroma floral do Gouleyet Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombá.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos, saladas. O Gouleyat Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina, no drink.

E eu gostei dessa ideia do Gouleyat Blanc na pescaria. Bom Gouleyat para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho.

Caos não é só Malbec, a Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Gouleyat Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vighorrot é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da Filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goullian Malbec eu já te sugeri até para criar uma experiência em degustar no mesmo dia um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, delicadeza e o delicioso aroma floral do Gouleyet Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombá.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos, saladas. O Gouleyat Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina, no drink.

E eu gostei dessa ideia do Gouleyat Blanc na pescaria. Bom Gouleyat para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho.

Caos não é só Malbec, a Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Gouleyat Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vighorrot é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da Filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goullian Malbec eu já te sugeri até para criar uma experiência em degustar no mesmo dia um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, delicadeza e o delicioso aroma floral do Gouleyet Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombá.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos, saladas. O Gouleyat Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina, no drink.

E eu gostei dessa ideia do Gouleyat Blanc na pescaria. Bom Gouleyat para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho.

Caos não é só Malbec, a Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Gouleyat Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vighorrot é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da Filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goullian Malbec eu já te sugeri até para criar uma experiência em degustar no mesmo dia um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, delicadeza e o delicioso aroma floral do Gouleyet Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombá.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos, saladas. O Gouleyat Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina, no drink.

E eu gostei dessa ideia do Gouleyat Blanc na pescaria. Bom Gouleyat para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GOULEYAT BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SAUVIGNON BLANC DA NOVA ZELÂNDIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[COMBINAÇÃO DE UVAS ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO LAS VELETAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa taça de conhecimento do dia será sobre um grande produtor de vinhos, conhecido mundialmente pelos famosos champanhes: a Moët & Chandon.

Moët & Chandon é o maior produtor de champanhes do mundo e foi fundada, em 1743, por Claude Moët, descendente de uma família que já produzia vinhos desde o século XVIII.

O neto de Claude Moët, Jean-Rémy Moët, proporcionou um grande crescimento à empresa e, nas mãos de seu filho, Victor Moët, e do genro, Pierre-Gabriel Chandon, em 1832, mudaram o nome da empresa para Moët & Chandon, como hoje conhecemos.

Hoje, produz 25 milhões de garrafas e pertence ao luxuoso grupo LVMH, Louis Vuitton Moët Hennessy.

A marca também era responsável pelo fornecimento de champanhe para a rainha da Inglaterra. Olha só que interessante!

As uvas que dão origem aos vinhos desta marca são de terroirs privilegiados, bem localizados e com altíssima qualidade, sendo mais de 1.190 hectares de solos ricos em calcário, onde as uvas autorizadas para a produção de champanhe, que são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Pinot Meunier, se expressam da melhor forma possível.

A marca possui uma cave com mais de 28 km de extensão, onde seus vinhos repousam na temperatura e umidade perfeitas.

Mais de 270 anos de história, presente em mais de 150 países: é realmente um trunfo.

Um brinde a este grande produtor que, em todo o planeta, encanta e celebra a vida.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí! Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MOËT CHANDON ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Há algum tempo fiz uma degustação de vários vinhos chilenos. Entre eles, conheci a Pérez Cruz e citei os vinhos da uva Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon da linha Limited Edition.

Desta vez, degustei o Cihá, que vem ganhando inúmeros reconhecimentos em eventos, em guias e concursos, como o Descorchados, o Wines of Chile Awards e o Concurso Mundial de Bruxelas.

Degustei a safra 2014, já que esta uva do Mediterrâneo se desenvolve, amadurece e evolui muito bem. Buscando na ficha técnica, o Pérez Cruz Cihá é feito com 90% da uva Cihá, 5% de ganacha e 5% da uva Movedre. Passa 14 meses no Carvalho Francês e tem um álcool elevado, 14%.

São três aspectos importantes para saber se o vinho tem capacidade de evoluir bem e ainda estar em bom estágio de vida após 4 anos de concursos: colheita, a variedade da uva é a primeira, ao uso da madeira e o álcool elevado.

E ok, o vinho estava delicioso.

Achei mais um detalhe. O vinho passou 30 dias de maceração, 30 dias de contato entre o líquido e a casca, extraindo cores, aromas, sabores e mais potencial de evolução.

Na verdade, o vinho estava espetacular. A fruta madura, pimenta, com uma acidez super gastronômica. E eu traduzo: acidez super gastronômica quer dizer que saliva a boca, dá vontade de comer alguma coisa.

Um vinho de bom corpo, bem estruturado, redondo e sem arestas. E mais uma vez eu traduzo novamente: sem sobrar ou faltar os famosos 4 A's do vinho.

Açúcar, amargura, acidez e álcool.

O vinho tem que ter os 4 A's, só que nem de mais e nem de menos, muito menos desequilibrado. Tem vinho que tem muito açúcar e pouca acidez. O famoso vinho chato, xoxo, sem vida, sem graça.

A vida é curta para se beber vinhos ruins.

Então anota aí para você experimentar logo: Pérez Cruz Limited Edition Cijá.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Há algum tempo fiz uma degustação de vários vinhos chilenos. Entre eles, conheci a Pérez Cruz e citei os vinhos da uva Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon da linha Limited Edition.

Desta vez, degustei o Cihá, que vem ganhando inúmeros reconhecimentos em eventos, em guias e concursos, como o Descorchados, o Wines of Chile Awards e o Concurso Mundial de Bruxelas.

Degustei a safra 2014, já que esta uva do Mediterrâneo se desenvolve, amadurece e evolui muito bem. Buscando na ficha técnica, o Pérez Cruz Cihá é feito com 90% da uva Cihá, 5% de ganacha e 5% da uva Movedre. Passa 14 meses no Carvalho Francês e tem um álcool elevado, 14%.

São três aspectos importantes para saber se o vinho tem capacidade de evoluir bem e ainda estar em bom estágio de vida após 4 anos de concursos: colheita, a variedade da uva é a primeira, ao uso da madeira e o álcool elevado.

E ok, o vinho estava delicioso.

Achei mais um detalhe. O vinho passou 30 dias de maceração, 30 dias de contato entre o líquido e a casca, extraindo cores, aromas, sabores e mais potencial de evolução.

Na verdade, o vinho estava espetacular. A fruta madura, pimenta, com uma acidez super gastronômica. E eu traduzo: acidez super gastronômica quer dizer que saliva a boca, dá vontade de comer alguma coisa.

Um vinho de bom corpo, bem estruturado, redondo e sem arestas. E mais uma vez eu traduzo novamente: sem sobrar ou faltar os famosos 4 A's do vinho.

Açúcar, amargura, acidez e álcool.

O vinho tem que ter os 4 A's, só que nem de mais e nem de menos, muito menos desequilibrado. Tem vinho que tem muito açúcar e pouca acidez. O famoso vinho chato, xoxo, sem vida, sem graça.

A vida é curta para se beber vinhos ruins.

Então anota aí para você experimentar logo: Pérez Cruz Limited Edition Cijá.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Há algum tempo fiz uma degustação de vários vinhos chilenos. Entre eles, conheci a Pérez Cruz e citei os vinhos da uva Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon da linha Limited Edition.

Desta vez, degustei o Cihá, que vem ganhando inúmeros reconhecimentos em eventos, em guias e concursos, como o Descorchados, o Wines of Chile Awards e o Concurso Mundial de Bruxelas.

Degustei a safra 2014, já que esta uva do Mediterrâneo se desenvolve, amadurece e evolui muito bem. Buscando na ficha técnica, o Pérez Cruz Cihá é feito com 90% da uva Cihá, 5% de ganacha e 5% da uva Movedre. Passa 14 meses no Carvalho Francês e tem um álcool elevado, 14%.

São três aspectos importantes para saber se o vinho tem capacidade de evoluir bem e ainda estar em bom estágio de vida após 4 anos de concursos: colheita, a variedade da uva é a primeira, ao uso da madeira e o álcool elevado.

E ok, o vinho estava delicioso.

Achei mais um detalhe. O vinho passou 30 dias de maceração, 30 dias de contato entre o líquido e a casca, extraindo cores, aromas, sabores e mais potencial de evolução.

Na verdade, o vinho estava espetacular. A fruta madura, pimenta, com uma acidez super gastronômica. E eu traduzo: acidez super gastronômica quer dizer que saliva a boca, dá vontade de comer alguma coisa.

Um vinho de bom corpo, bem estruturado, redondo e sem arestas. E mais uma vez eu traduzo novamente: sem sobrar ou faltar os famosos 4 A's do vinho.

Açúcar, amargura, acidez e álcool.

O vinho tem que ter os 4 A's, só que nem de mais e nem de menos, muito menos desequilibrado. Tem vinho que tem muito açúcar e pouca acidez. O famoso vinho chato, xoxo, sem vida, sem graça.

A vida é curta para se beber vinhos ruins.

Então anota aí para você experimentar logo: Pérez Cruz Limited Edition Cijá.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Há algum tempo fiz uma degustação de vários vinhos chilenos. Entre eles, conheci a Pérez Cruz e citei os vinhos da uva Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon da linha Limited Edition.

Desta vez, degustei o Cihá, que vem ganhando inúmeros reconhecimentos em eventos, em guias e concursos, como o Descorchados, o Wines of Chile Awards e o Concurso Mundial de Bruxelas.

Degustei a safra 2014, já que esta uva do Mediterrâneo se desenvolve, amadurece e evolui muito bem. Buscando na ficha técnica, o Pérez Cruz Cihá é feito com 90% da uva Cihá, 5% de ganacha e 5% da uva Movedre. Passa 14 meses no Carvalho Francês e tem um álcool elevado, 14%.

São três aspectos importantes para saber se o vinho tem capacidade de evoluir bem e ainda estar em bom estágio de vida após 4 anos de concursos: colheita, a variedade da uva é a primeira, ao uso da madeira e o álcool elevado.

E ok, o vinho estava delicioso.

Achei mais um detalhe. O vinho passou 30 dias de maceração, 30 dias de contato entre o líquido e a casca, extraindo cores, aromas, sabores e mais potencial de evolução.

Na verdade, o vinho estava espetacular. A fruta madura, pimenta, com uma acidez super gastronômica. E eu traduzo: acidez super gastronômica quer dizer que saliva a boca, dá vontade de comer alguma coisa.

Um vinho de bom corpo, bem estruturado, redondo e sem arestas. E mais uma vez eu traduzo novamente: sem sobrar ou faltar os famosos 4 A's do vinho.

Açúcar, amargura, acidez e álcool.

O vinho tem que ter os 4 A's, só que nem de mais e nem de menos, muito menos desequilibrado. Tem vinho que tem muito açúcar e pouca acidez. O famoso vinho chato, xoxo, sem vida, sem graça.

A vida é curta para se beber vinhos ruins.

Então anota aí para você experimentar logo: Pérez Cruz Limited Edition Cijá.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS CHILENOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais nos Estados Unidos, da região noroeste, no estado de Washington: Chateau San Michel. Tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível, e o mais legal é que eles unem música e vinho.

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola. Já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com Cabernet Sauvignon e depois degustei várias outras uvas, mas só agora tive a oportunidade de degustar o Riesling, o mais vendido do mundo. O Chateau San Michel Riesling, do Vale de Colúmbia, é super refrescante e crocante. Tem aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos porque não é muito seco nem muito mineral, então, se tiver mais, dê uma olhada. Torna fácil de beber, mas tem todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu: vieiras frescas e cruas, com muito frescor, salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão. Você pode harmonizar também com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos frescos e leves.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling, como o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia. A vinícola Chateau Saint Michel foi eleita, em 2012, como o produtor do ano dos Estados Unidos; em 2011, com a marca mais admirada; em 2013, como a vinícola do ano do Pacífico; e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator, comemorando mais de 50 anos usando as tradições do Velho Mundo e as tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo diziam que grandes vinhos americanos eram só os californianos. Quero arriscar um vinho de Washington? Que tal começar com o Chateau Saint Michel?

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir vinhos maravilhosos como o Chateau Saint Michel Riesling.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais nos Estados Unidos, da região noroeste, no estado de Washington: Chateau San Michel. Tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível, e o mais legal é que eles unem música e vinho.

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola. Já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com Cabernet Sauvignon e depois degustei várias outras uvas, mas só agora tive a oportunidade de degustar o Riesling, o mais vendido do mundo. O Chateau San Michel Riesling, do Vale de Colúmbia, é super refrescante e crocante. Tem aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos porque não é muito seco nem muito mineral, então, se tiver mais, dê uma olhada. Torna fácil de beber, mas tem todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu: vieiras frescas e cruas, com muito frescor, salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão. Você pode harmonizar também com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos frescos e leves.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling, como o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia. A vinícola Chateau Saint Michel foi eleita, em 2012, como o produtor do ano dos Estados Unidos; em 2011, com a marca mais admirada; em 2013, como a vinícola do ano do Pacífico; e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator, comemorando mais de 50 anos usando as tradições do Velho Mundo e as tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo diziam que grandes vinhos americanos eram só os californianos. Quero arriscar um vinho de Washington? Que tal começar com o Chateau Saint Michel?

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir vinhos maravilhosos como o Chateau Saint Michel Riesling.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais nos Estados Unidos, da região noroeste, no estado de Washington: Chateau San Michel. Tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível, e o mais legal é que eles unem música e vinho.

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola. Já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com Cabernet Sauvignon e depois degustei várias outras uvas, mas só agora tive a oportunidade de degustar o Riesling, o mais vendido do mundo. O Chateau San Michel Riesling, do Vale de Colúmbia, é super refrescante e crocante. Tem aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos porque não é muito seco nem muito mineral, então, se tiver mais, dê uma olhada. Torna fácil de beber, mas tem todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu: vieiras frescas e cruas, com muito frescor, salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão. Você pode harmonizar também com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos frescos e leves.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling, como o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia. A vinícola Chateau Saint Michel foi eleita, em 2012, como o produtor do ano dos Estados Unidos; em 2011, com a marca mais admirada; em 2013, como a vinícola do ano do Pacífico; e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator, comemorando mais de 50 anos usando as tradições do Velho Mundo e as tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo diziam que grandes vinhos americanos eram só os californianos. Quero arriscar um vinho de Washington? Que tal começar com o Chateau Saint Michel?

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir vinhos maravilhosos como o Chateau Saint Michel Riesling.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Antes mesmo de gravar, eu já postei e comentei muito sobre uma vinícola que eu gosto demais nos Estados Unidos, da região noroeste, no estado de Washington: Chateau San Michel. Tem vinhos de excelente custo e qualidade indiscutível, e o mais legal é que eles unem música e vinho.

Durante o verão americano, até o dia 15 de setembro, eles seguem com vários concertos na vinícola. Já sabemos que música combina com vinho. As apresentações vão de Ben Harper a Pink Floyd.

Conheci a vinícola em 2016 com Cabernet Sauvignon e depois degustei várias outras uvas, mas só agora tive a oportunidade de degustar o Riesling, o mais vendido do mundo. O Chateau San Michel Riesling, do Vale de Colúmbia, é super refrescante e crocante. Tem aromas de maçã verde e um mineral bem gostoso. Agrada a todos porque não é muito seco nem muito mineral, então, se tiver mais, dê uma olhada. Torna fácil de beber, mas tem todas as características de qualidade da uva Riesling.

Harmonizei com vieiras ao yuzu: vieiras frescas e cruas, com muito frescor, salgadinho e o azedo intenso do molho de yuzu, que é uma compota, uma conserva de limão. Você pode harmonizar também com frutos do mar, frango, queijos frescos, comida japonesa, enfim, todos os pratos frescos e leves.

A vinícola tem mais três rótulos de vinhos brancos feitos com a mesma uva Riesling, como o Heroica, o Cold Creek e o Colheita Tardia. A vinícola Chateau Saint Michel foi eleita, em 2012, como o produtor do ano dos Estados Unidos; em 2011, com a marca mais admirada; em 2013, como a vinícola do ano do Pacífico; e está sempre entre os Top 100 da Wine Spectator, comemorando mais de 50 anos usando as tradições do Velho Mundo e as tecnologias do Novo Mundo.

Até pouco tempo diziam que grandes vinhos americanos eram só os californianos. Quero arriscar um vinho de Washington? Que tal começar com o Chateau Saint Michel?

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho e descobrir vinhos maravilhosos como o Chateau Saint Michel Riesling.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHATEAU SAINT MICHEL RIESLING ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Vinho extremamente turvo, um desafio na boca.]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO TARA PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E para você que está curtindo a Centro America FM, uma ótima manhã para você. Comecei a ler um livro que me fez descobrir cada nome diferente, especialmente de pequenas regiões produtoras francesas, como Coyer, uma sub-região do Languedoc, ao sul da França. Coyer é uma região vitivinícola tão antiga que antecede Cristo e, pelos registros, provavelmente foi dominada pelos gregos seis séculos antes de Cristo.

Até 1991, a legislação só permitia vinhos tintos, quando incluíram, então, os vinhos rosés. E, em 2003, as regras mudaram para incluir vinhos brancos.

Para a gente entender melhor, os vinhos brancos são ricos e encorpados, elaborados com as uvas grenache blanque, marsan e russan. Os rosés são normalmente de coloração salmão, extraídos a partir da uva grenache gris. E os tintos, os mais antigos, são bem encorpados, bem estruturados e complexos. São vinhos, inclusive, com longevidade entre 10 e 15 anos.

As principais uvas são o famoso corte GSM: Grenache, Syrah e Mouvèdre, associado, em muitos vinhos, às uvas Carinam e Cinzo, também típicas do sul da França.

Coyer é mais um estilo de vinho do sul da França, para você explorar, descobrir e se inspirar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E para você que está curtindo a Centro America FM, uma ótima manhã para você. Comecei a ler um livro que me fez descobrir cada nome diferente, especialmente de pequenas regiões produtoras francesas, como Coyer, uma sub-região do Languedoc, ao sul da França. Coyer é uma região vitivinícola tão antiga que antecede Cristo e, pelos registros, provavelmente foi dominada pelos gregos seis séculos antes de Cristo.

Até 1991, a legislação só permitia vinhos tintos, quando incluíram, então, os vinhos rosés. E, em 2003, as regras mudaram para incluir vinhos brancos.

Para a gente entender melhor, os vinhos brancos são ricos e encorpados, elaborados com as uvas grenache blanque, marsan e russan. Os rosés são normalmente de coloração salmão, extraídos a partir da uva grenache gris. E os tintos, os mais antigos, são bem encorpados, bem estruturados e complexos. São vinhos, inclusive, com longevidade entre 10 e 15 anos.

As principais uvas são o famoso corte GSM: Grenache, Syrah e Mouvèdre, associado, em muitos vinhos, às uvas Carinam e Cinzo, também típicas do sul da França.

Coyer é mais um estilo de vinho do sul da França, para você explorar, descobrir e se inspirar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E para você que está curtindo a Centro America FM, uma ótima manhã para você. Comecei a ler um livro que me fez descobrir cada nome diferente, especialmente de pequenas regiões produtoras francesas, como Coyer, uma sub-região do Languedoc, ao sul da França. Coyer é uma região vitivinícola tão antiga que antecede Cristo e, pelos registros, provavelmente foi dominada pelos gregos seis séculos antes de Cristo.

Até 1991, a legislação só permitia vinhos tintos, quando incluíram, então, os vinhos rosés. E, em 2003, as regras mudaram para incluir vinhos brancos.

Para a gente entender melhor, os vinhos brancos são ricos e encorpados, elaborados com as uvas grenache blanque, marsan e russan. Os rosés são normalmente de coloração salmão, extraídos a partir da uva grenache gris. E os tintos, os mais antigos, são bem encorpados, bem estruturados e complexos. São vinhos, inclusive, com longevidade entre 10 e 15 anos.

As principais uvas são o famoso corte GSM: Grenache, Syrah e Mouvèdre, associado, em muitos vinhos, às uvas Carinam e Cinzo, também típicas do sul da França.

Coyer é mais um estilo de vinho do sul da França, para você explorar, descobrir e se inspirar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E para você que está curtindo a Centro America FM, uma ótima manhã para você. Comecei a ler um livro que me fez descobrir cada nome diferente, especialmente de pequenas regiões produtoras francesas, como Coyer, uma sub-região do Languedoc, ao sul da França. Coyer é uma região vitivinícola tão antiga que antecede Cristo e, pelos registros, provavelmente foi dominada pelos gregos seis séculos antes de Cristo.

Até 1991, a legislação só permitia vinhos tintos, quando incluíram, então, os vinhos rosés. E, em 2003, as regras mudaram para incluir vinhos brancos.

Para a gente entender melhor, os vinhos brancos são ricos e encorpados, elaborados com as uvas grenache blanque, marsan e russan. Os rosés são normalmente de coloração salmão, extraídos a partir da uva grenache gris. E os tintos, os mais antigos, são bem encorpados, bem estruturados e complexos. São vinhos, inclusive, com longevidade entre 10 e 15 anos.

As principais uvas são o famoso corte GSM: Grenache, Syrah e Mouvèdre, associado, em muitos vinhos, às uvas Carinam e Cinzo, também típicas do sul da França.

Coyer é mais um estilo de vinho do sul da França, para você explorar, descobrir e se inspirar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESTILO KOYLE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO CHATEAU LOS BOLDOS ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VELHO MUNDO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje eu quero apresentar a vocês um conceito super inovador que vem de um dos países mais conservadores do mundo do vinho. O conceito é inovador: unir um grupo de viticultores a uma única marca chamada Azul Portugal, que apresenta vinhos de cada região portuguesa, mas o objetivo é estritamente manter as particularidades de estilo de cada região portuguesa, sem perder sua tipicidade.

Cada cor no rótulo representa uma região e demonstra suas diferenças e particularidades. A linha Colheita contempla 9 rótulos entre vinhos verdes-brancos, rosés e tintos de cetúbal da região do Dão, Douro, Alentejo, além da Bairrada. A linha Reserva apresenta vinhas velhas do Alentejo e do Douro, ambos elaborados pelo produtor Lua Cheia.

E você vai encontrar, ainda, os espumantes, vinhos do Porto e água ardente. No site do grupo chamado Wine & Winemakers, me surpreendi com as altas notas de críticas interessantes a respeito de vários vinhos da linha Azul Portugal.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje eu quero apresentar a vocês um conceito super inovador que vem de um dos países mais conservadores do mundo do vinho. O conceito é inovador: unir um grupo de viticultores a uma única marca chamada Azul Portugal, que apresenta vinhos de cada região portuguesa, mas o objetivo é estritamente manter as particularidades de estilo de cada região portuguesa, sem perder sua tipicidade.

Cada cor no rótulo representa uma região e demonstra suas diferenças e particularidades. A linha Colheita contempla 9 rótulos entre vinhos verdes-brancos, rosés e tintos de cetúbal da região do Dão, Douro, Alentejo, além da Bairrada. A linha Reserva apresenta vinhas velhas do Alentejo e do Douro, ambos elaborados pelo produtor Lua Cheia.

E você vai encontrar, ainda, os espumantes, vinhos do Porto e água ardente. No site do grupo chamado Wine & Winemakers, me surpreendi com as altas notas de críticas interessantes a respeito de vários vinhos da linha Azul Portugal.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje eu quero apresentar a vocês um conceito super inovador que vem de um dos países mais conservadores do mundo do vinho. O conceito é inovador: unir um grupo de viticultores a uma única marca chamada Azul Portugal, que apresenta vinhos de cada região portuguesa, mas o objetivo é estritamente manter as particularidades de estilo de cada região portuguesa, sem perder sua tipicidade.

Cada cor no rótulo representa uma região e demonstra suas diferenças e particularidades. A linha Colheita contempla 9 rótulos entre vinhos verdes-brancos, rosés e tintos de cetúbal da região do Dão, Douro, Alentejo, além da Bairrada. A linha Reserva apresenta vinhas velhas do Alentejo e do Douro, ambos elaborados pelo produtor Lua Cheia.

E você vai encontrar, ainda, os espumantes, vinhos do Porto e água ardente. No site do grupo chamado Wine & Winemakers, me surpreendi com as altas notas de críticas interessantes a respeito de vários vinhos da linha Azul Portugal.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje eu quero apresentar a vocês um conceito super inovador que vem de um dos países mais conservadores do mundo do vinho. O conceito é inovador: unir um grupo de viticultores a uma única marca chamada Azul Portugal, que apresenta vinhos de cada região portuguesa, mas o objetivo é estritamente manter as particularidades de estilo de cada região portuguesa, sem perder sua tipicidade.

Cada cor no rótulo representa uma região e demonstra suas diferenças e particularidades. A linha Colheita contempla 9 rótulos entre vinhos verdes-brancos, rosés e tintos de cetúbal da região do Dão, Douro, Alentejo, além da Bairrada. A linha Reserva apresenta vinhas velhas do Alentejo e do Douro, ambos elaborados pelo produtor Lua Cheia.

E você vai encontrar, ainda, os espumantes, vinhos do Porto e água ardente. No site do grupo chamado Wine & Winemakers, me surpreendi com as altas notas de críticas interessantes a respeito de vários vinhos da linha Azul Portugal.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AZUL PORTUGAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CHIANTI RUFFINO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM. 

Nem todo rosê é tão levinho. O Quinta do Coto Rosê do Douro é um super rosado de médio corpo. É claro que a gente não compara corpo de um rosê com vinho tinto, mas, entre os rosês, é um rosê de médio corpo.

A Quinta do Coto é um grande produtor de Portugal e traz essa raridade: um rosê 100% de Toriga Nacional. Raras vezes encontramos um tinto 100% de Toriga Nacional. Essa uva costuma aparecer em cortes com outras uvas tês de Portugal, mas raro ainda um rosê 100% de Toriga Nacional.

A uva, que é originária do Dão, mas se destaca no Douro, é uma das principais uvas dos vinhos do Porto. A produtividade é baixa e, por isso, ela é usada com outras uvas, mas o Quinta do Coto Rosê é 100% de Toriga Nacional.

O vinho encanta pela sua coloração pink intenso. Paris traz notas de frutas vermelhas que lembram um tutti frutti, frutas silvestres e ervas frescas. Em boca é super saboroso, tem tanino presente, uma nota de defumado pelos 40% do vinho que passa em carvalho português por 12 meses.

E, só para te inspirar, harmonizei com várias comidinhas na Adega Santiago e ficou perfeita a sequência: torradas com queijo manteigo, carpaccio de atum, bolinhos de bacalhau, as famosas alheiras portuguesas, sardinha na brasa e paeja.

Bom rosê para você.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM. 

Nem todo rosê é tão levinho. O Quinta do Coto Rosê do Douro é um super rosado de médio corpo. É claro que a gente não compara corpo de um rosê com vinho tinto, mas, entre os rosês, é um rosê de médio corpo.

A Quinta do Coto é um grande produtor de Portugal e traz essa raridade: um rosê 100% de Toriga Nacional. Raras vezes encontramos um tinto 100% de Toriga Nacional. Essa uva costuma aparecer em cortes com outras uvas tês de Portugal, mas raro ainda um rosê 100% de Toriga Nacional.

A uva, que é originária do Dão, mas se destaca no Douro, é uma das principais uvas dos vinhos do Porto. A produtividade é baixa e, por isso, ela é usada com outras uvas, mas o Quinta do Coto Rosê é 100% de Toriga Nacional.

O vinho encanta pela sua coloração pink intenso. Paris traz notas de frutas vermelhas que lembram um tutti frutti, frutas silvestres e ervas frescas. Em boca é super saboroso, tem tanino presente, uma nota de defumado pelos 40% do vinho que passa em carvalho português por 12 meses.

E, só para te inspirar, harmonizei com várias comidinhas na Adega Santiago e ficou perfeita a sequência: torradas com queijo manteigo, carpaccio de atum, bolinhos de bacalhau, as famosas alheiras portuguesas, sardinha na brasa e paeja.

Bom rosê para você.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM. 

Nem todo rosê é tão levinho. O Quinta do Coto Rosê do Douro é um super rosado de médio corpo. É claro que a gente não compara corpo de um rosê com vinho tinto, mas, entre os rosês, é um rosê de médio corpo.

A Quinta do Coto é um grande produtor de Portugal e traz essa raridade: um rosê 100% de Toriga Nacional. Raras vezes encontramos um tinto 100% de Toriga Nacional. Essa uva costuma aparecer em cortes com outras uvas tês de Portugal, mas raro ainda um rosê 100% de Toriga Nacional.

A uva, que é originária do Dão, mas se destaca no Douro, é uma das principais uvas dos vinhos do Porto. A produtividade é baixa e, por isso, ela é usada com outras uvas, mas o Quinta do Coto Rosê é 100% de Toriga Nacional.

O vinho encanta pela sua coloração pink intenso. Paris traz notas de frutas vermelhas que lembram um tutti frutti, frutas silvestres e ervas frescas. Em boca é super saboroso, tem tanino presente, uma nota de defumado pelos 40% do vinho que passa em carvalho português por 12 meses.

E, só para te inspirar, harmonizei com várias comidinhas na Adega Santiago e ficou perfeita a sequência: torradas com queijo manteigo, carpaccio de atum, bolinhos de bacalhau, as famosas alheiras portuguesas, sardinha na brasa e paeja.

Bom rosê para você.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM. 

Nem todo rosê é tão levinho. O Quinta do Coto Rosê do Douro é um super rosado de médio corpo. É claro que a gente não compara corpo de um rosê com vinho tinto, mas, entre os rosês, é um rosê de médio corpo.

A Quinta do Coto é um grande produtor de Portugal e traz essa raridade: um rosê 100% de Toriga Nacional. Raras vezes encontramos um tinto 100% de Toriga Nacional. Essa uva costuma aparecer em cortes com outras uvas tês de Portugal, mas raro ainda um rosê 100% de Toriga Nacional.

A uva, que é originária do Dão, mas se destaca no Douro, é uma das principais uvas dos vinhos do Porto. A produtividade é baixa e, por isso, ela é usada com outras uvas, mas o Quinta do Coto Rosê é 100% de Toriga Nacional.

O vinho encanta pela sua coloração pink intenso. Paris traz notas de frutas vermelhas que lembram um tutti frutti, frutas silvestres e ervas frescas. Em boca é super saboroso, tem tanino presente, uma nota de defumado pelos 40% do vinho que passa em carvalho português por 12 meses.

E, só para te inspirar, harmonizei com várias comidinhas na Adega Santiago e ficou perfeita a sequência: torradas com queijo manteigo, carpaccio de atum, bolinhos de bacalhau, as famosas alheiras portuguesas, sardinha na brasa e paeja.

Bom rosê para você.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ QUINTA DO COTTO ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO KRUG]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Da região mais ao sul da Borgonha vem o vinho Macon-Village de Giuseppe Drouin. A região de Maconés é grande produtora de vinhos brancos de uva Chardonnay, a rainha da Borgonha. A região do Maconés tem mais sol e menos chuva, e os preços das terras são mais baratos que ao norte da Borgonha. Isso fez com que alguns produtores começassem a olhar para o sul.

A região tem potencial para produzir brancos de altíssima qualidade, com preços mais acessíveis. O Macon-Village de Drouin é super frutado, e o suco da última prensa é descartado. O vinho não tem passagem por madeira e, como todos os vinhos do produtor, mantém a pura expressão do terroir, argilo calcário da Borgonha.

Você vai sentir notas de pera, maçã e deliciosa mineralidade. Isso tudo é perfeito para um bom bacalhau, salmão, pacu, maconé, massas de queijos maduros, como parmesão, gorgonzola, golda ou ainda um canastra.

Bom macon para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Da região mais ao sul da Borgonha vem o vinho Macon-Village de Giuseppe Drouin. A região de Maconés é grande produtora de vinhos brancos de uva Chardonnay, a rainha da Borgonha. A região do Maconés tem mais sol e menos chuva, e os preços das terras são mais baratos que ao norte da Borgonha. Isso fez com que alguns produtores começassem a olhar para o sul.

A região tem potencial para produzir brancos de altíssima qualidade, com preços mais acessíveis. O Macon-Village de Drouin é super frutado, e o suco da última prensa é descartado. O vinho não tem passagem por madeira e, como todos os vinhos do produtor, mantém a pura expressão do terroir, argilo calcário da Borgonha.

Você vai sentir notas de pera, maçã e deliciosa mineralidade. Isso tudo é perfeito para um bom bacalhau, salmão, pacu, maconé, massas de queijos maduros, como parmesão, gorgonzola, golda ou ainda um canastra.

Bom macon para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Da região mais ao sul da Borgonha vem o vinho Macon-Village de Giuseppe Drouin. A região de Maconés é grande produtora de vinhos brancos de uva Chardonnay, a rainha da Borgonha. A região do Maconés tem mais sol e menos chuva, e os preços das terras são mais baratos que ao norte da Borgonha. Isso fez com que alguns produtores começassem a olhar para o sul.

A região tem potencial para produzir brancos de altíssima qualidade, com preços mais acessíveis. O Macon-Village de Drouin é super frutado, e o suco da última prensa é descartado. O vinho não tem passagem por madeira e, como todos os vinhos do produtor, mantém a pura expressão do terroir, argilo calcário da Borgonha.

Você vai sentir notas de pera, maçã e deliciosa mineralidade. Isso tudo é perfeito para um bom bacalhau, salmão, pacu, maconé, massas de queijos maduros, como parmesão, gorgonzola, golda ou ainda um canastra.

Bom macon para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Da região mais ao sul da Borgonha vem o vinho Macon-Village de Giuseppe Drouin. A região de Maconés é grande produtora de vinhos brancos de uva Chardonnay, a rainha da Borgonha. A região do Maconés tem mais sol e menos chuva, e os preços das terras são mais baratos que ao norte da Borgonha. Isso fez com que alguns produtores começassem a olhar para o sul.

A região tem potencial para produzir brancos de altíssima qualidade, com preços mais acessíveis. O Macon-Village de Drouin é super frutado, e o suco da última prensa é descartado. O vinho não tem passagem por madeira e, como todos os vinhos do produtor, mantém a pura expressão do terroir, argilo calcário da Borgonha.

Você vai sentir notas de pera, maçã e deliciosa mineralidade. Isso tudo é perfeito para um bom bacalhau, salmão, pacu, maconé, massas de queijos maduros, como parmesão, gorgonzola, golda ou ainda um canastra.

Bom macon para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MACON DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS DOCINHOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[VINHOS SEM SAFRAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leyda Reserva Syrah.

É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na vinha Leyda, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Oceano Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.
A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Está na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Syrah são perfeitos para ilustrar isso.

Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota, com toque de geleia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa.
Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas que estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leyda Reserva Syrah.

É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na vinha Leyda, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Oceano Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.
A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Está na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Syrah são perfeitos para ilustrar isso.

Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota, com toque de geleia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa.
Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas que estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leyda Reserva Syrah.

É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na vinha Leyda, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Oceano Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.
A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Está na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Syrah são perfeitos para ilustrar isso.

Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota, com toque de geleia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa.
Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas que estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leyda Reserva Syrah.

É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na vinha Leyda, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Oceano Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.
A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Está na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Syrah são perfeitos para ilustrar isso.

Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota, com toque de geleia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa.
Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas que estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ LEYDA RESERVA SYRAH ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 09 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O Música e Vinho de hoje desembarca na terra de Romeu e Julieta, a terra também dos vinhos Valpolicellas e Amarones, dos vinhos italianos do Véneto, que são um assemblage entre três uvas: a Corvina, Molinara e a Rondinella.

Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil, eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho. E o nome vem das penas dos pássaros negros, os corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Véneto, mais especificamente dos arredores de Verona, por isso é também conhecida como Corvina, Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, e com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado.

Como o vinho de Hema Corvina Veronese que degustei, da vinícola que foi estabelecida em 1936. Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, corpo cheio na boca, complexos aromas, suave no paladar e boa persistência.

Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva corvina. Então, um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar massas, polentas, queijos maduros, caça, embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Hema Corvina Veronese, do produtor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O Música e Vinho de hoje desembarca na terra de Romeu e Julieta, a terra também dos vinhos Valpolicellas e Amarones, dos vinhos italianos do Véneto, que são um assemblage entre três uvas: a Corvina, Molinara e a Rondinella.

Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil, eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho. E o nome vem das penas dos pássaros negros, os corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Véneto, mais especificamente dos arredores de Verona, por isso é também conhecida como Corvina, Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, e com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado.

Como o vinho de Hema Corvina Veronese que degustei, da vinícola que foi estabelecida em 1936. Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, corpo cheio na boca, complexos aromas, suave no paladar e boa persistência.

Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva corvina. Então, um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar massas, polentas, queijos maduros, caça, embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Hema Corvina Veronese, do produtor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O Música e Vinho de hoje desembarca na terra de Romeu e Julieta, a terra também dos vinhos Valpolicellas e Amarones, dos vinhos italianos do Véneto, que são um assemblage entre três uvas: a Corvina, Molinara e a Rondinella.

Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil, eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho. E o nome vem das penas dos pássaros negros, os corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Véneto, mais especificamente dos arredores de Verona, por isso é também conhecida como Corvina, Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, e com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado.

Como o vinho de Hema Corvina Veronese que degustei, da vinícola que foi estabelecida em 1936. Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, corpo cheio na boca, complexos aromas, suave no paladar e boa persistência.

Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva corvina. Então, um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar massas, polentas, queijos maduros, caça, embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Hema Corvina Veronese, do produtor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O Música e Vinho de hoje desembarca na terra de Romeu e Julieta, a terra também dos vinhos Valpolicellas e Amarones, dos vinhos italianos do Véneto, que são um assemblage entre três uvas: a Corvina, Molinara e a Rondinella.

Já falamos várias vezes sobre essa composição aqui no Música e Vinho e, na busca por vinhos diferentes, encontrei o Gema Corvina Veronese, um vinho da agrícola Cesare, que é feito 100% só com a uva Corvina. Difícil, eu ainda não tinha provado esta uva sozinha.

A uva é mais uma de coloração intensa, quase negra, que eu já falei aqui no Música e Vinho. E o nome vem das penas dos pássaros negros, os corvos. Uma uva de coloração bem escura e intensa, com aromas de cereja e um toque amendoado.

É uma uva autóctone do Véneto, mais especificamente dos arredores de Verona, por isso é também conhecida como Corvina, Corvina Veronese. Produz vinhos tânicos, bem estruturados e elegantes, e com aromas marcados de couro, chocolate, amêndoas, cereja e café torrado.

Como o vinho de Hema Corvina Veronese que degustei, da vinícola que foi estabelecida em 1936. Um supervinho, com 18 meses de carvalho francês e parte em carvalho esloveno, mais um ano de garrafa. Daqueles vinhos grandes, corpo cheio na boca, complexos aromas, suave no paladar e boa persistência.

Corvina é a uva principal dos Valpolicellas. Quase sempre é utilizado mais ou menos 70% só da uva corvina. Então, um vinho 100% dessa uva não poderia ser ruim.

Para acompanhar massas, polentas, queijos maduros, caça, embutidos fortes. Mais um novo vinho para sua lista: Hema Corvina Veronese, do produtor Cesare.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO JÈMA CORVINA VERONESE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Da Serra Catarinense vem a produção dos excelentes vinhos da Vila Franchione, uma vinícola fundada em 2004 com a seguinte missão: enriquecer a celebração da vida ao sabor de um elegante vinho elaborado com amor e arte.

Para eles, o vinho é considerado uma obra de arte que vai expressar suas características e sensibilidade ao integrar com quem o degusta: você. E não só a arte do vinho, mas as artes plásticas estão presentes na Vila Franchione, na galeria que já expôs nomes internacionais e obras dos artistas brasileiros como Juarez Machado e Luciano Martins.

Os dois artistas são brasileiros que retratam várias obras com cenas de vinhos e seus momentos de degustação. Degustei o vinho Francesco, um belo assemblage entre as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon, Raca, Berner Frank e Malbec. Sinceramente, estava procurando um vinho brasileiro gostoso, mas confesso a surpresa. Pode ser preconceito, mas parecia um Bordeaux. Que belo vinho brasileiro e catarinense! É que é tão novo isso pra nós?

A vinícola começou só em 2004, como eu disse, e eu degustei o Francesco 2009. Outra grande surpresa: a Saffra, um vinho de nove anos ainda tão perfeito. O Francesco é muito elegante, tem super potência aromática, com evolução de aromas terciários, sem perder a fruta. Mistura chocolate com couro, framboesas, café, volta pras compotas de frutas vermelhas e se mistura ainda ao tabaco.

É isso que mais me encanta nos vinhos: as evoluções, as mudanças de aromas e sabores que marcam a presença com um bom corpo, bom tanino. É um vinho bem vivo, com uma boa acidez, tem maciez na boca. A sugestão de guarda é de 10 anos. Mais. Acabei de degustar o vinho e acho que ele ainda aguenta pelo menos mais dois a três anos.

O Francesco passou 14 meses no carvalho francês. Eu harmonizei com pizza e depois com queijos, mas poderia ser também pratos à base de carnes vermelhas, massas ou risottos. Um belo vinho tinto brasileiro da Serra Catarinense. Mais uma sugestão para você continuar as suas degustações.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Da Serra Catarinense vem a produção dos excelentes vinhos da Vila Franchione, uma vinícola fundada em 2004 com a seguinte missão: enriquecer a celebração da vida ao sabor de um elegante vinho elaborado com amor e arte.

Para eles, o vinho é considerado uma obra de arte que vai expressar suas características e sensibilidade ao integrar com quem o degusta: você. E não só a arte do vinho, mas as artes plásticas estão presentes na Vila Franchione, na galeria que já expôs nomes internacionais e obras dos artistas brasileiros como Juarez Machado e Luciano Martins.

Os dois artistas são brasileiros que retratam várias obras com cenas de vinhos e seus momentos de degustação. Degustei o vinho Francesco, um belo assemblage entre as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon, Raca, Berner Frank e Malbec. Sinceramente, estava procurando um vinho brasileiro gostoso, mas confesso a surpresa. Pode ser preconceito, mas parecia um Bordeaux. Que belo vinho brasileiro e catarinense! É que é tão novo isso pra nós?

A vinícola começou só em 2004, como eu disse, e eu degustei o Francesco 2009. Outra grande surpresa: a Saffra, um vinho de nove anos ainda tão perfeito. O Francesco é muito elegante, tem super potência aromática, com evolução de aromas terciários, sem perder a fruta. Mistura chocolate com couro, framboesas, café, volta pras compotas de frutas vermelhas e se mistura ainda ao tabaco.

É isso que mais me encanta nos vinhos: as evoluções, as mudanças de aromas e sabores que marcam a presença com um bom corpo, bom tanino. É um vinho bem vivo, com uma boa acidez, tem maciez na boca. A sugestão de guarda é de 10 anos. Mais. Acabei de degustar o vinho e acho que ele ainda aguenta pelo menos mais dois a três anos.

O Francesco passou 14 meses no carvalho francês. Eu harmonizei com pizza e depois com queijos, mas poderia ser também pratos à base de carnes vermelhas, massas ou risottos. Um belo vinho tinto brasileiro da Serra Catarinense. Mais uma sugestão para você continuar as suas degustações.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Da Serra Catarinense vem a produção dos excelentes vinhos da Vila Franchione, uma vinícola fundada em 2004 com a seguinte missão: enriquecer a celebração da vida ao sabor de um elegante vinho elaborado com amor e arte.

Para eles, o vinho é considerado uma obra de arte que vai expressar suas características e sensibilidade ao integrar com quem o degusta: você. E não só a arte do vinho, mas as artes plásticas estão presentes na Vila Franchione, na galeria que já expôs nomes internacionais e obras dos artistas brasileiros como Juarez Machado e Luciano Martins.

Os dois artistas são brasileiros que retratam várias obras com cenas de vinhos e seus momentos de degustação. Degustei o vinho Francesco, um belo assemblage entre as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon, Raca, Berner Frank e Malbec. Sinceramente, estava procurando um vinho brasileiro gostoso, mas confesso a surpresa. Pode ser preconceito, mas parecia um Bordeaux. Que belo vinho brasileiro e catarinense! É que é tão novo isso pra nós?

A vinícola começou só em 2004, como eu disse, e eu degustei o Francesco 2009. Outra grande surpresa: a Saffra, um vinho de nove anos ainda tão perfeito. O Francesco é muito elegante, tem super potência aromática, com evolução de aromas terciários, sem perder a fruta. Mistura chocolate com couro, framboesas, café, volta pras compotas de frutas vermelhas e se mistura ainda ao tabaco.

É isso que mais me encanta nos vinhos: as evoluções, as mudanças de aromas e sabores que marcam a presença com um bom corpo, bom tanino. É um vinho bem vivo, com uma boa acidez, tem maciez na boca. A sugestão de guarda é de 10 anos. Mais. Acabei de degustar o vinho e acho que ele ainda aguenta pelo menos mais dois a três anos.

O Francesco passou 14 meses no carvalho francês. Eu harmonizei com pizza e depois com queijos, mas poderia ser também pratos à base de carnes vermelhas, massas ou risottos. Um belo vinho tinto brasileiro da Serra Catarinense. Mais uma sugestão para você continuar as suas degustações.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Da Serra Catarinense vem a produção dos excelentes vinhos da Vila Franchione, uma vinícola fundada em 2004 com a seguinte missão: enriquecer a celebração da vida ao sabor de um elegante vinho elaborado com amor e arte.

Para eles, o vinho é considerado uma obra de arte que vai expressar suas características e sensibilidade ao integrar com quem o degusta: você. E não só a arte do vinho, mas as artes plásticas estão presentes na Vila Franchione, na galeria que já expôs nomes internacionais e obras dos artistas brasileiros como Juarez Machado e Luciano Martins.

Os dois artistas são brasileiros que retratam várias obras com cenas de vinhos e seus momentos de degustação. Degustei o vinho Francesco, um belo assemblage entre as uvas Merlot, Cabernet Sauvignon, Raca, Berner Frank e Malbec. Sinceramente, estava procurando um vinho brasileiro gostoso, mas confesso a surpresa. Pode ser preconceito, mas parecia um Bordeaux. Que belo vinho brasileiro e catarinense! É que é tão novo isso pra nós?

A vinícola começou só em 2004, como eu disse, e eu degustei o Francesco 2009. Outra grande surpresa: a Saffra, um vinho de nove anos ainda tão perfeito. O Francesco é muito elegante, tem super potência aromática, com evolução de aromas terciários, sem perder a fruta. Mistura chocolate com couro, framboesas, café, volta pras compotas de frutas vermelhas e se mistura ainda ao tabaco.

É isso que mais me encanta nos vinhos: as evoluções, as mudanças de aromas e sabores que marcam a presença com um bom corpo, bom tanino. É um vinho bem vivo, com uma boa acidez, tem maciez na boca. A sugestão de guarda é de 10 anos. Mais. Acabei de degustar o vinho e acho que ele ainda aguenta pelo menos mais dois a três anos.

O Francesco passou 14 meses no carvalho francês. Eu harmonizei com pizza e depois com queijos, mas poderia ser também pratos à base de carnes vermelhas, massas ou risottos. Um belo vinho tinto brasileiro da Serra Catarinense. Mais uma sugestão para você continuar as suas degustações.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DA SERRA CATARINENSE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS AUSTRALIANOS - SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo estar com você.

Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre uma uva branca com o nome Passerina.

A Itália produz vinhos há séculos. Podemos dizer que está entre os países mais influentes no mundo do vinho. Apresenta diversas variedades de uvas nativas, e a branca Passerina é uma delas. Muitos também acreditam que sua origem seja a Grécia.

Seu nome deriva de passero, palavra italiana para pardal, o pássaro. O fato curioso é que o pardal tem um apetite voraz pela uva Passerina madura e o tamanho dos seus frutos é, geralmente, pequeno. Por isso, batizaram a variedade com o nome Passerina.

A Passerina é muito comum na região de Marche, na Itália, mais precisamente na província de Piceno, em Marche. É também conhecida como uva dourada, devido à coloração que apresenta quando está no auge de sua maturação.

Apesar de seus vinhos mais famosos virem da região de Marche, hoje recomendo um vinho da região de Abruzzo, com 100% da uva Passerina em sua composição.

O vinho Tenuta Ulissi Passerina, Terra di Chieti IGP, traz o resgate da uva Passerina. O vinho apresenta aromas que remetem ao frutado intenso, como pêssego e damasco, com nuances de tangerina e limão-siciliano. Em boca, parece brincar com a alta acidez e a sensação de doçura, tornando-se agradável a cada gole.

É um vinho branco perfeito para harmonizações com sushis, além de peixe branco assado e queijos leves. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Curta nossa página. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PASSERINA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum de 1,5 litro envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão é a quantidade de oxigênio dentro da garrafa. É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa, então o O2 é proporcionalmente menor em uma garrafa maior. A quantidade menor de O2 nas garrafas maiores faz o vinho evoluir mais lentamente, e é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda. Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que tantos tamanhos diferentes de garrafa? Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

Os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás. As garrafas no estilo borgonheza, aquela mais fina em cima e gordinha embaixo, servem para armazenar vinhos de uva típica da região da Borgonha, a Pinot Noir, e todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns. E, se você já encontrou também outros tamanhos diferentes de garrafa, compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho.


]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum de 1,5 litro envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão é a quantidade de oxigênio dentro da garrafa. É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa, então o O2 é proporcionalmente menor em uma garrafa maior. A quantidade menor de O2 nas garrafas maiores faz o vinho evoluir mais lentamente, e é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda. Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que tantos tamanhos diferentes de garrafa? Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

Os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás. As garrafas no estilo borgonheza, aquela mais fina em cima e gordinha embaixo, servem para armazenar vinhos de uva típica da região da Borgonha, a Pinot Noir, e todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns. E, se você já encontrou também outros tamanhos diferentes de garrafa, compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho.


]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum de 1,5 litro envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão é a quantidade de oxigênio dentro da garrafa. É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa, então o O2 é proporcionalmente menor em uma garrafa maior. A quantidade menor de O2 nas garrafas maiores faz o vinho evoluir mais lentamente, e é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda. Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que tantos tamanhos diferentes de garrafa? Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

Os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás. As garrafas no estilo borgonheza, aquela mais fina em cima e gordinha embaixo, servem para armazenar vinhos de uva típica da região da Borgonha, a Pinot Noir, e todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns. E, se você já encontrou também outros tamanhos diferentes de garrafa, compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho.


]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tenho uma pergunta que sempre escuto: o tamanho da garrafa muda o vinho?

Essa questão é unânime entre os enólogos: as garrafas magnum de 1,5 litro envelhecem melhor do que as garrafas tradicionais de 750 ml. E a questão é a quantidade de oxigênio dentro da garrafa. É o oxigênio que faz o vinho evoluir na garrafa, então o O2 é proporcionalmente menor em uma garrafa maior. A quantidade menor de O2 nas garrafas maiores faz o vinho evoluir mais lentamente, e é isso que dá ao vinho mais tempo para uma boa guarda. Então, quanto maior a garrafa, mais tempo o vinho aguenta.

Mas, afinal, por que tantos tamanhos diferentes de garrafa? Os formatos identificam não só a quantidade de líquido, mas também estilos de vinhos e regiões. Vou citar alguns estilos e formatos.

Os espumantes pelo mundo, por exemplo, têm o vidro mais grosso para resistir à pressão do gás. As garrafas no estilo borgonheza, aquela mais fina em cima e gordinha embaixo, servem para armazenar vinhos de uva típica da região da Borgonha, a Pinot Noir, e todos os vinhos de Pinot Noir pelo mundo. São vinhos menos tânicos e que não acumulam resíduos, ao contrário dos vinhos no estilo Bordeaux.

E aí vêm as garrafas no estilo Bordeaux, as mais comuns, com ombros mais retos, que servem justamente para acumular os resíduos sólidos dos vinhos mais encorpados, seja um Bordeaux ou outro vinho tinto mais encorpado pelo mundo.

São 13 formatos de garrafa ao todo, mas esses três são os mais comuns. E, se você já encontrou também outros tamanhos diferentes de garrafa, compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho.


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      <title><![CDATA[GARRAFAS DE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS ESTILO PASSITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PORTO & CHOCOLATE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CHABLIS]]></title>
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      <title><![CDATA[VINHO LE FLEURS SAUVAGES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MARIUS ROSE ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A LOUCA DOS ROSES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia. Rioja Red Blend é o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranilo. Além de tempranilo, esse corte tem também garnacha, amazoelo e graciano. A base é a tempranilo, com sua variedade de sabores e aromas, que vão das frutas vermelhas, como o morango e a cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas. A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A amazoelo, ou também conhecida como carinam, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. E a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranilo. O promessar a criança é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrado não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália.

Eu entendi esse estilo como corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unicabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo. O corte da Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado. Por enquanto, a minha sugestão é o promessar a criança.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia. Rioja Red Blend é o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranilo. Além de tempranilo, esse corte tem também garnacha, amazoelo e graciano. A base é a tempranilo, com sua variedade de sabores e aromas, que vão das frutas vermelhas, como o morango e a cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas. A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A amazoelo, ou também conhecida como carinam, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. E a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranilo. O promessar a criança é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrado não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália.

Eu entendi esse estilo como corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unicabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo. O corte da Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado. Por enquanto, a minha sugestão é o promessar a criança.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia. Rioja Red Blend é o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranilo. Além de tempranilo, esse corte tem também garnacha, amazoelo e graciano. A base é a tempranilo, com sua variedade de sabores e aromas, que vão das frutas vermelhas, como o morango e a cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas. A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A amazoelo, ou também conhecida como carinam, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. E a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranilo. O promessar a criança é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrado não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália.

Eu entendi esse estilo como corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unicabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo. O corte da Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado. Por enquanto, a minha sugestão é o promessar a criança.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia. Rioja Red Blend é o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranilo. Além de tempranilo, esse corte tem também garnacha, amazoelo e graciano. A base é a tempranilo, com sua variedade de sabores e aromas, que vão das frutas vermelhas, como o morango e a cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas. A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A amazoelo, ou também conhecida como carinam, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. E a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranilo. O promessar a criança é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrado não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália.

Eu entendi esse estilo como corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unicabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo. O corte da Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado. Por enquanto, a minha sugestão é o promessar a criança.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIOJA RED BLEND ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS NO ESTILO SAINT JOSEPH]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LUIGI BOSCA RIESLING]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SAUVIGNON BLANC E PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.
Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda. Se todo mundo gosta, já desconfio. E havia muito tempo que eu não parava para degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não serem degustações técnicas, mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon para beber é coisa rara.
Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia, para o almoço com carne de porco ao molho barbecue. Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei no vinho tinto espanhol, Marquês de Grinhão, da Rioja, mas, já que não era possível encontrá-la, vamos a um Cabernet Sauvignon.
Degustei o Petirrojo chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon. Um vinho super correto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber. Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves, de média cor e corpo, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.
Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado. Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.
Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros. Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirrojo, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.
A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo e é uma unanimidade: todo mundo gosta.
Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com o assemblage de outras uvas, como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah, ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.
A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas e há mais a se descobrir.
Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.
Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda. Se todo mundo gosta, já desconfio. E havia muito tempo que eu não parava para degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não serem degustações técnicas, mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon para beber é coisa rara.
Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia, para o almoço com carne de porco ao molho barbecue. Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei no vinho tinto espanhol, Marquês de Grinhão, da Rioja, mas, já que não era possível encontrá-la, vamos a um Cabernet Sauvignon.
Degustei o Petirrojo chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon. Um vinho super correto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber. Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves, de média cor e corpo, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.
Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado. Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.
Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros. Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirrojo, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.
A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo e é uma unanimidade: todo mundo gosta.
Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com o assemblage de outras uvas, como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah, ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.
A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas e há mais a se descobrir.
Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.
Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda. Se todo mundo gosta, já desconfio. E havia muito tempo que eu não parava para degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não serem degustações técnicas, mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon para beber é coisa rara.
Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia, para o almoço com carne de porco ao molho barbecue. Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei no vinho tinto espanhol, Marquês de Grinhão, da Rioja, mas, já que não era possível encontrá-la, vamos a um Cabernet Sauvignon.
Degustei o Petirrojo chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon. Um vinho super correto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber. Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves, de média cor e corpo, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.
Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado. Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.
Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros. Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirrojo, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.
A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo e é uma unanimidade: todo mundo gosta.
Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com o assemblage de outras uvas, como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah, ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.
A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas e há mais a se descobrir.
Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.
Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda. Se todo mundo gosta, já desconfio. E havia muito tempo que eu não parava para degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não serem degustações técnicas, mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon para beber é coisa rara.
Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia, para o almoço com carne de porco ao molho barbecue. Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei no vinho tinto espanhol, Marquês de Grinhão, da Rioja, mas, já que não era possível encontrá-la, vamos a um Cabernet Sauvignon.
Degustei o Petirrojo chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon. Um vinho super correto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber. Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves, de média cor e corpo, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.
Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado. Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.
Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros. Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirrojo, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.
A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo e é uma unanimidade: todo mundo gosta.
Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com o assemblage de outras uvas, como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah, ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.
A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas e há mais a se descobrir.
Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CABERNET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia. Uma ótima manhã pra você.

Além de vinho, tem um combustível que me estimula diariamente: a leitura. Pesquisas como das universidades de Toronto, no Canadá, Suxis, na Inglaterra, Stanford, nos Estados Unidos, e a New School de Nova York mostram vários benefícios da leitura.

Além do entretenimento e relaxamento, a leitura nos ensina a ser mais humano, fortalece a criatividade, diminui o estresse, estimula as diferentes partes do cérebro, preserva as habilidades mentais e, mais que saúde, a leitura traz bem-estar.

Eu gosto de ler com uma taça de vinho ao lado. Há muito tempo não encontrava um livro de vinhos tão interessante, que fosse atual e com explicações claras e acessíveis. O livro Winefolie é o meu novo companheiro.

Traz gráficos, as uvas mais cultivadas, a diferença entre Cabernet Sauvignon e Pinot Noir, ensina sobre harmonizações e como degustar. Apresenta também mapas de regiões, vinícolas e suas histórias, e muitas imagens para ilustrar o mundo do vinho.

Além do livro, você pode acessar o site WineFolly, que é coordenado pela sommelier Madeleine Pouquet. O portal tem sede em Seattle e trata os assuntos simples e os complexos de maneira didática, com muitas imagens e conteúdos totalmente atualizados.

Se me permitem, essa é uma boa dica. Livro e site WineFolly, uma boa leitura para você.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia. Uma ótima manhã pra você.

Além de vinho, tem um combustível que me estimula diariamente: a leitura. Pesquisas como das universidades de Toronto, no Canadá, Suxis, na Inglaterra, Stanford, nos Estados Unidos, e a New School de Nova York mostram vários benefícios da leitura.

Além do entretenimento e relaxamento, a leitura nos ensina a ser mais humano, fortalece a criatividade, diminui o estresse, estimula as diferentes partes do cérebro, preserva as habilidades mentais e, mais que saúde, a leitura traz bem-estar.

Eu gosto de ler com uma taça de vinho ao lado. Há muito tempo não encontrava um livro de vinhos tão interessante, que fosse atual e com explicações claras e acessíveis. O livro Winefolie é o meu novo companheiro.

Traz gráficos, as uvas mais cultivadas, a diferença entre Cabernet Sauvignon e Pinot Noir, ensina sobre harmonizações e como degustar. Apresenta também mapas de regiões, vinícolas e suas histórias, e muitas imagens para ilustrar o mundo do vinho.

Além do livro, você pode acessar o site WineFolly, que é coordenado pela sommelier Madeleine Pouquet. O portal tem sede em Seattle e trata os assuntos simples e os complexos de maneira didática, com muitas imagens e conteúdos totalmente atualizados.

Se me permitem, essa é uma boa dica. Livro e site WineFolly, uma boa leitura para você.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia. Uma ótima manhã pra você.

Além de vinho, tem um combustível que me estimula diariamente: a leitura. Pesquisas como das universidades de Toronto, no Canadá, Suxis, na Inglaterra, Stanford, nos Estados Unidos, e a New School de Nova York mostram vários benefícios da leitura.

Além do entretenimento e relaxamento, a leitura nos ensina a ser mais humano, fortalece a criatividade, diminui o estresse, estimula as diferentes partes do cérebro, preserva as habilidades mentais e, mais que saúde, a leitura traz bem-estar.

Eu gosto de ler com uma taça de vinho ao lado. Há muito tempo não encontrava um livro de vinhos tão interessante, que fosse atual e com explicações claras e acessíveis. O livro Winefolie é o meu novo companheiro.

Traz gráficos, as uvas mais cultivadas, a diferença entre Cabernet Sauvignon e Pinot Noir, ensina sobre harmonizações e como degustar. Apresenta também mapas de regiões, vinícolas e suas histórias, e muitas imagens para ilustrar o mundo do vinho.

Além do livro, você pode acessar o site WineFolly, que é coordenado pela sommelier Madeleine Pouquet. O portal tem sede em Seattle e trata os assuntos simples e os complexos de maneira didática, com muitas imagens e conteúdos totalmente atualizados.

Se me permitem, essa é uma boa dica. Livro e site WineFolly, uma boa leitura para você.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia. Uma ótima manhã pra você.

Além de vinho, tem um combustível que me estimula diariamente: a leitura. Pesquisas como das universidades de Toronto, no Canadá, Suxis, na Inglaterra, Stanford, nos Estados Unidos, e a New School de Nova York mostram vários benefícios da leitura.

Além do entretenimento e relaxamento, a leitura nos ensina a ser mais humano, fortalece a criatividade, diminui o estresse, estimula as diferentes partes do cérebro, preserva as habilidades mentais e, mais que saúde, a leitura traz bem-estar.

Eu gosto de ler com uma taça de vinho ao lado. Há muito tempo não encontrava um livro de vinhos tão interessante, que fosse atual e com explicações claras e acessíveis. O livro Winefolie é o meu novo companheiro.

Traz gráficos, as uvas mais cultivadas, a diferença entre Cabernet Sauvignon e Pinot Noir, ensina sobre harmonizações e como degustar. Apresenta também mapas de regiões, vinícolas e suas histórias, e muitas imagens para ilustrar o mundo do vinho.

Além do livro, você pode acessar o site WineFolly, que é coordenado pela sommelier Madeleine Pouquet. O portal tem sede em Seattle e trata os assuntos simples e os complexos de maneira didática, com muitas imagens e conteúdos totalmente atualizados.

Se me permitem, essa é uma boa dica. Livro e site WineFolly, uma boa leitura para você.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIVRO SOBRE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINOTERAPIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CHIANT CETAMURA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Outro dia, no tema “meu paladar não é igual ao seu”, encerrei falando sobre a uva Nero d’Avola, que de tanto insistir acabei gostando, mas é bom lembrar, nessa hora, que não quer dizer que todos os vinhos dessa uva sejam excelentes, tudo depende do produtor.

Degustei o Luigi Leonardo, da Sicília, da uva Nero d’Avola com Merlot, da cantina Esguarze Luigi. O vinho fez sucesso, foi degustado com carnes grelhadas. Já comentei a impressão ruim que eu tinha dessa uva: eu achava muito dura. De verdade, confesso que não sei se os produtores passaram a trabalhar melhor a uva até encontrar seu equilíbrio de presença de taninos verdes demais, que, para mim, pareciam duros, ou se eu mesma mudei meu paladar, evolui para esse lado de aromas mais fechados. Ainda assim, eu sempre gostei, mas estou numa fase tão de aromas fechados e tostados que nem sei se volto ao frutadinho um dia.

Aliás, eu sei sim: é a estação do ano. Entre outono e inverno, é isso mesmo, com roupas, comidas e vinhos. E depois, quando a primavera chegar, as taças serão invadidas novamente pelos rosés, pinoses, espumantes, brancos e todos os vinhos mais frutadinhos e leves.

Por enquanto, sugiro o Luigi Leonardo, tanto o Nero d’Avola com Merlot, da Sicília, quanto o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Syrah, de outra região ali bem pertinho de Dock, chamado Terra Siciliane.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Outro dia, no tema “meu paladar não é igual ao seu”, encerrei falando sobre a uva Nero d’Avola, que de tanto insistir acabei gostando, mas é bom lembrar, nessa hora, que não quer dizer que todos os vinhos dessa uva sejam excelentes, tudo depende do produtor.

Degustei o Luigi Leonardo, da Sicília, da uva Nero d’Avola com Merlot, da cantina Esguarze Luigi. O vinho fez sucesso, foi degustado com carnes grelhadas. Já comentei a impressão ruim que eu tinha dessa uva: eu achava muito dura. De verdade, confesso que não sei se os produtores passaram a trabalhar melhor a uva até encontrar seu equilíbrio de presença de taninos verdes demais, que, para mim, pareciam duros, ou se eu mesma mudei meu paladar, evolui para esse lado de aromas mais fechados. Ainda assim, eu sempre gostei, mas estou numa fase tão de aromas fechados e tostados que nem sei se volto ao frutadinho um dia.

Aliás, eu sei sim: é a estação do ano. Entre outono e inverno, é isso mesmo, com roupas, comidas e vinhos. E depois, quando a primavera chegar, as taças serão invadidas novamente pelos rosés, pinoses, espumantes, brancos e todos os vinhos mais frutadinhos e leves.

Por enquanto, sugiro o Luigi Leonardo, tanto o Nero d’Avola com Merlot, da Sicília, quanto o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Syrah, de outra região ali bem pertinho de Dock, chamado Terra Siciliane.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Outro dia, no tema “meu paladar não é igual ao seu”, encerrei falando sobre a uva Nero d’Avola, que de tanto insistir acabei gostando, mas é bom lembrar, nessa hora, que não quer dizer que todos os vinhos dessa uva sejam excelentes, tudo depende do produtor.

Degustei o Luigi Leonardo, da Sicília, da uva Nero d’Avola com Merlot, da cantina Esguarze Luigi. O vinho fez sucesso, foi degustado com carnes grelhadas. Já comentei a impressão ruim que eu tinha dessa uva: eu achava muito dura. De verdade, confesso que não sei se os produtores passaram a trabalhar melhor a uva até encontrar seu equilíbrio de presença de taninos verdes demais, que, para mim, pareciam duros, ou se eu mesma mudei meu paladar, evolui para esse lado de aromas mais fechados. Ainda assim, eu sempre gostei, mas estou numa fase tão de aromas fechados e tostados que nem sei se volto ao frutadinho um dia.

Aliás, eu sei sim: é a estação do ano. Entre outono e inverno, é isso mesmo, com roupas, comidas e vinhos. E depois, quando a primavera chegar, as taças serão invadidas novamente pelos rosés, pinoses, espumantes, brancos e todos os vinhos mais frutadinhos e leves.

Por enquanto, sugiro o Luigi Leonardo, tanto o Nero d’Avola com Merlot, da Sicília, quanto o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Syrah, de outra região ali bem pertinho de Dock, chamado Terra Siciliane.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Outro dia, no tema “meu paladar não é igual ao seu”, encerrei falando sobre a uva Nero d’Avola, que de tanto insistir acabei gostando, mas é bom lembrar, nessa hora, que não quer dizer que todos os vinhos dessa uva sejam excelentes, tudo depende do produtor.

Degustei o Luigi Leonardo, da Sicília, da uva Nero d’Avola com Merlot, da cantina Esguarze Luigi. O vinho fez sucesso, foi degustado com carnes grelhadas. Já comentei a impressão ruim que eu tinha dessa uva: eu achava muito dura. De verdade, confesso que não sei se os produtores passaram a trabalhar melhor a uva até encontrar seu equilíbrio de presença de taninos verdes demais, que, para mim, pareciam duros, ou se eu mesma mudei meu paladar, evolui para esse lado de aromas mais fechados. Ainda assim, eu sempre gostei, mas estou numa fase tão de aromas fechados e tostados que nem sei se volto ao frutadinho um dia.

Aliás, eu sei sim: é a estação do ano. Entre outono e inverno, é isso mesmo, com roupas, comidas e vinhos. E depois, quando a primavera chegar, as taças serão invadidas novamente pelos rosés, pinoses, espumantes, brancos e todos os vinhos mais frutadinhos e leves.

Por enquanto, sugiro o Luigi Leonardo, tanto o Nero d’Avola com Merlot, da Sicília, quanto o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Syrah, de outra região ali bem pertinho de Dock, chamado Terra Siciliane.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA NERO D´AVOLA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS DA UVA MORENILLO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS E PRATOS TIPICOS ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O estilo é francês em terras argentinas. Este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborado em Mendoza. A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram; porém, a família Cuvellier vem de longa história vitivinícola na França desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França, e, a partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Chateau Le Croc, em Saint-Stéphe, e o L'Eauville Pois Ferré, em Saint-Julien. Atualmente, possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Yeti e a agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Yeti, esse é um projeto que eu curto muito, idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, que reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino, com cinco uvas: a Malbec, que é a base da Argentina, além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Sihá e Petit Verdot.

Assim, são também os cortes da linha Cuvelier de Los Andes, como o Grand Van, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Sihá e Petit Verdot.

A Cuvelier de Los Andes se dedica às variedades tintas, em um estilo de plantio orgânico e biodinômico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco. O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas, com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages, porque a Argentina não é só Malbec.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O estilo é francês em terras argentinas. Este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborado em Mendoza. A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram; porém, a família Cuvellier vem de longa história vitivinícola na França desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França, e, a partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Chateau Le Croc, em Saint-Stéphe, e o L'Eauville Pois Ferré, em Saint-Julien. Atualmente, possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Yeti e a agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Yeti, esse é um projeto que eu curto muito, idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, que reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino, com cinco uvas: a Malbec, que é a base da Argentina, além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Sihá e Petit Verdot.

Assim, são também os cortes da linha Cuvelier de Los Andes, como o Grand Van, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Sihá e Petit Verdot.

A Cuvelier de Los Andes se dedica às variedades tintas, em um estilo de plantio orgânico e biodinômico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco. O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas, com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages, porque a Argentina não é só Malbec.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O estilo é francês em terras argentinas. Este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborado em Mendoza. A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram; porém, a família Cuvellier vem de longa história vitivinícola na França desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França, e, a partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Chateau Le Croc, em Saint-Stéphe, e o L'Eauville Pois Ferré, em Saint-Julien. Atualmente, possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Yeti e a agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Yeti, esse é um projeto que eu curto muito, idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, que reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino, com cinco uvas: a Malbec, que é a base da Argentina, além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Sihá e Petit Verdot.

Assim, são também os cortes da linha Cuvelier de Los Andes, como o Grand Van, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Sihá e Petit Verdot.

A Cuvelier de Los Andes se dedica às variedades tintas, em um estilo de plantio orgânico e biodinômico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco. O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas, com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages, porque a Argentina não é só Malbec.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O estilo é francês em terras argentinas. Este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborado em Mendoza. A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram; porém, a família Cuvellier vem de longa história vitivinícola na França desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França, e, a partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Chateau Le Croc, em Saint-Stéphe, e o L'Eauville Pois Ferré, em Saint-Julien. Atualmente, possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Yeti e a agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Yeti, esse é um projeto que eu curto muito, idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, que reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino, com cinco uvas: a Malbec, que é a base da Argentina, além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Sihá e Petit Verdot.

Assim, são também os cortes da linha Cuvelier de Los Andes, como o Grand Van, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Sihá e Petit Verdot.

A Cuvelier de Los Andes se dedica às variedades tintas, em um estilo de plantio orgânico e biodinômico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco. O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas, com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages, porque a Argentina não é só Malbec.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CUVELIER DE LOS ANDES ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Os vinhos da linha Monte do Pintor têm os rótulos desenhados pelo escultor português João Pires Cotileiro. João é um artista alentejano, da região dos vinhos do Monte do Pintor. Um dos vinhos recebe o nome em homenagem a ele e se chama Escultor.

O vinho é feito de trincadeira, aragonês e a uva petiverdô. Outros vinhos são o Monte do Pintor Branco e Tinto, o Monte do Pintor Tinto Reserva, além do Pequeno Pintor.

Degustei o Pequeno Pintor e me lembrei daquela ideia de que quero degustar vinhos portugueses com características de Portugal. França com gosto de França, Itália com gosto de Itália e Brasil com gosto de Brasil. O Pequeno Pintor é exatamente isso.

Traz o calor do Alentejo: aveludado, intenso, quente, saboroso, escuro e com uma concentração de frutas vermelhas e negras, e o uso das três principais uvas do Alentejo, que são a trincadeira, aragonês e a alicante boucher.

A alicante boucher é de origem francesa, mas se destaca no Alentejo. Aragonês é tempranilo na Espanha e se chama tinta roriz no Douro, uma outra região portuguesa, e a trincadeira, que recebe também o nome de tinta amarela na região do Douro.

As três uvas dificilmente são encontradas sozinhas, mas juntas formam o corte alentejano tão fácil de gostar que você também vai se encantar.

Experimente harmonizar os aromas profundos e complexos dos 15 dias de maceração e os três meses de carvalho desse vinho com um carneiro ou um ensopado de carne.

Uma ótima manhã pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Os vinhos da linha Monte do Pintor têm os rótulos desenhados pelo escultor português João Pires Cotileiro. João é um artista alentejano, da região dos vinhos do Monte do Pintor. Um dos vinhos recebe o nome em homenagem a ele e se chama Escultor.

O vinho é feito de trincadeira, aragonês e a uva petiverdô. Outros vinhos são o Monte do Pintor Branco e Tinto, o Monte do Pintor Tinto Reserva, além do Pequeno Pintor.

Degustei o Pequeno Pintor e me lembrei daquela ideia de que quero degustar vinhos portugueses com características de Portugal. França com gosto de França, Itália com gosto de Itália e Brasil com gosto de Brasil. O Pequeno Pintor é exatamente isso.

Traz o calor do Alentejo: aveludado, intenso, quente, saboroso, escuro e com uma concentração de frutas vermelhas e negras, e o uso das três principais uvas do Alentejo, que são a trincadeira, aragonês e a alicante boucher.

A alicante boucher é de origem francesa, mas se destaca no Alentejo. Aragonês é tempranilo na Espanha e se chama tinta roriz no Douro, uma outra região portuguesa, e a trincadeira, que recebe também o nome de tinta amarela na região do Douro.

As três uvas dificilmente são encontradas sozinhas, mas juntas formam o corte alentejano tão fácil de gostar que você também vai se encantar.

Experimente harmonizar os aromas profundos e complexos dos 15 dias de maceração e os três meses de carvalho desse vinho com um carneiro ou um ensopado de carne.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Os vinhos da linha Monte do Pintor têm os rótulos desenhados pelo escultor português João Pires Cotileiro. João é um artista alentejano, da região dos vinhos do Monte do Pintor. Um dos vinhos recebe o nome em homenagem a ele e se chama Escultor.

O vinho é feito de trincadeira, aragonês e a uva petiverdô. Outros vinhos são o Monte do Pintor Branco e Tinto, o Monte do Pintor Tinto Reserva, além do Pequeno Pintor.

Degustei o Pequeno Pintor e me lembrei daquela ideia de que quero degustar vinhos portugueses com características de Portugal. França com gosto de França, Itália com gosto de Itália e Brasil com gosto de Brasil. O Pequeno Pintor é exatamente isso.

Traz o calor do Alentejo: aveludado, intenso, quente, saboroso, escuro e com uma concentração de frutas vermelhas e negras, e o uso das três principais uvas do Alentejo, que são a trincadeira, aragonês e a alicante boucher.

A alicante boucher é de origem francesa, mas se destaca no Alentejo. Aragonês é tempranilo na Espanha e se chama tinta roriz no Douro, uma outra região portuguesa, e a trincadeira, que recebe também o nome de tinta amarela na região do Douro.

As três uvas dificilmente são encontradas sozinhas, mas juntas formam o corte alentejano tão fácil de gostar que você também vai se encantar.

Experimente harmonizar os aromas profundos e complexos dos 15 dias de maceração e os três meses de carvalho desse vinho com um carneiro ou um ensopado de carne.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Os vinhos da linha Monte do Pintor têm os rótulos desenhados pelo escultor português João Pires Cotileiro. João é um artista alentejano, da região dos vinhos do Monte do Pintor. Um dos vinhos recebe o nome em homenagem a ele e se chama Escultor.

O vinho é feito de trincadeira, aragonês e a uva petiverdô. Outros vinhos são o Monte do Pintor Branco e Tinto, o Monte do Pintor Tinto Reserva, além do Pequeno Pintor.

Degustei o Pequeno Pintor e me lembrei daquela ideia de que quero degustar vinhos portugueses com características de Portugal. França com gosto de França, Itália com gosto de Itália e Brasil com gosto de Brasil. O Pequeno Pintor é exatamente isso.

Traz o calor do Alentejo: aveludado, intenso, quente, saboroso, escuro e com uma concentração de frutas vermelhas e negras, e o uso das três principais uvas do Alentejo, que são a trincadeira, aragonês e a alicante boucher.

A alicante boucher é de origem francesa, mas se destaca no Alentejo. Aragonês é tempranilo na Espanha e se chama tinta roriz no Douro, uma outra região portuguesa, e a trincadeira, que recebe também o nome de tinta amarela na região do Douro.

As três uvas dificilmente são encontradas sozinhas, mas juntas formam o corte alentejano tão fácil de gostar que você também vai se encantar.

Experimente harmonizar os aromas profundos e complexos dos 15 dias de maceração e os três meses de carvalho desse vinho com um carneiro ou um ensopado de carne.

Uma ótima manhã pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO MONTE DO PINTOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense, no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc.

Ela vem se destacando no terroir catarinense, e já se discute a criação de uma DOC, uma denominação de origem controlada, para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros.

Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia.

A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes, que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia.

A amplitude térmica, e eu traduzo: é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita.

Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso.

Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático, aromas minerais, e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina.

Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá, e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense, no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc.

Ela vem se destacando no terroir catarinense, e já se discute a criação de uma DOC, uma denominação de origem controlada, para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros.

Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia.

A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes, que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia.

A amplitude térmica, e eu traduzo: é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita.

Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso.

Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático, aromas minerais, e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina.

Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá, e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense, no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc.

Ela vem se destacando no terroir catarinense, e já se discute a criação de uma DOC, uma denominação de origem controlada, para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros.

Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia.

A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes, que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia.

A amplitude térmica, e eu traduzo: é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita.

Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso.

Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático, aromas minerais, e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina.

Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá, e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense, no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc.

Ela vem se destacando no terroir catarinense, e já se discute a criação de uma DOC, uma denominação de origem controlada, para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros.

Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia.

A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes, que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia.

A amplitude térmica, e eu traduzo: é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita.

Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso.

Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático, aromas minerais, e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina.

Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá, e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SOUVIGNON ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BONS E BARATOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MONASTRELL VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SIGLA GSM ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E não é segredo pra ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. E a Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.
A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso, se elaborados, tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Se mostra mais elegante, sim, em climas frios, e mais frutada e alegre em climas tropicais.

A origem é em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os assemblages, com as uvas brancas Semilion e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, Sauvignon Blanc com Cabernet Franc resultou em Cabernet Sauvignon.
No Vale do Loire, elabora os famosos vinhos Sancerre e Pulifumée. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é super frutada, cítrica e tem um leve herbáceo.
Casaperini lançou o Casaperini Sauvignon Blanc, com a coloração amarelo palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva cidreira, bom corpo, acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

E depois é só dividir: compartilhe comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag musica e vinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o musica e vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E não é segredo pra ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. E a Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.
A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso, se elaborados, tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Se mostra mais elegante, sim, em climas frios, e mais frutada e alegre em climas tropicais.

A origem é em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os assemblages, com as uvas brancas Semilion e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, Sauvignon Blanc com Cabernet Franc resultou em Cabernet Sauvignon.
No Vale do Loire, elabora os famosos vinhos Sancerre e Pulifumée. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é super frutada, cítrica e tem um leve herbáceo.
Casaperini lançou o Casaperini Sauvignon Blanc, com a coloração amarelo palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva cidreira, bom corpo, acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

E depois é só dividir: compartilhe comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag musica e vinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o musica e vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E não é segredo pra ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. E a Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.
A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso, se elaborados, tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Se mostra mais elegante, sim, em climas frios, e mais frutada e alegre em climas tropicais.

A origem é em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os assemblages, com as uvas brancas Semilion e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, Sauvignon Blanc com Cabernet Franc resultou em Cabernet Sauvignon.
No Vale do Loire, elabora os famosos vinhos Sancerre e Pulifumée. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é super frutada, cítrica e tem um leve herbáceo.
Casaperini lançou o Casaperini Sauvignon Blanc, com a coloração amarelo palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva cidreira, bom corpo, acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

E depois é só dividir: compartilhe comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag musica e vinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o musica e vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E não é segredo pra ninguém que eu amo a uva Sauvignon Blanc. E a Casa Perini lançou um vinho 100% dessa uva tão delicada.
A Sauvignon Blanc é uma das uvas clássicas e faz sucesso, se elaborados, tanto no Velho Mundo quanto no Novo Mundo. Se mostra mais elegante, sim, em climas frios, e mais frutada e alegre em climas tropicais.

A origem é em Bordeaux, na França, onde aparece quase sempre em cortes, os assemblages, com as uvas brancas Semilion e Chenin Blanc. Segundo relatos históricos, Sauvignon Blanc com Cabernet Franc resultou em Cabernet Sauvignon.
No Vale do Loire, elabora os famosos vinhos Sancerre e Pulifumée. No Velho Mundo, a Sauvignon Blanc mostra sua mineralidade, notas defumadas e até florais. Já no Novo Mundo, é super frutada, cítrica e tem um leve herbáceo.
Casaperini lançou o Casaperini Sauvignon Blanc, com a coloração amarelo palha e tons esverdeados, aromas de flor de maracujá e erva cidreira, bom corpo, acidez e um final bem refrescante.

E, se você acha que queijo só combina com vinhos tintos, experimente um risoto de queijos frescos e outros, como brie, para acompanhar o seu Perini Sauvignon Blanc. A sua experiência vai ser incrível.

E depois é só dividir: compartilhe comigo. Eu quero saber o que você está degustando. É só usar a hashtag musica e vinho através das redes sociais. A sua degustação, a sua experiência, pode virar tema para o musica e vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ANFÔRA NA PRODUÇÃO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UVAS COM A INICIAL P]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BONACCHI]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ETAPAS DA DEGUSTAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.

A história da Vítio Vinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes holdings do setor, como a Chatolos Voldos, estabelecida desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos da Chatolos Voldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter de caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando frango, amboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.

A história da Vítio Vinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes holdings do setor, como a Chatolos Voldos, estabelecida desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos da Chatolos Voldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter de caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando frango, amboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.

A história da Vítio Vinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes holdings do setor, como a Chatolos Voldos, estabelecida desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos da Chatolos Voldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter de caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando frango, amboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.

A história da Vítio Vinícola do Chile tem mais de 500 anos, porém, os últimos anos são de grande desenvolvimento e profissionalização do mercado. Novas vinícolas, novos enólogos e antigas vinícolas formando grupos ou se associando a grandes holdings do setor, como a Chatolos Voldos, estabelecida desde 1991, mas que só em 2008 se associou à Sogrape, um dos maiores grupos de produtores e distribuidores de vinhos do mundo.

A associação trouxe reformas e evoluções com a finalidade de aumentar a qualidade em cada processo de elaboração dos vinhos da Chatolos Voldos.

Deguste o Tradition Reserve, uma assemblage de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah. Um vinho para você ter de caixa em casa, agrada a todos, combina com quase tudo e tem um bom custo.

Super frutadinho, lembrando frango, amboesa, ameixa e até um toque de tabaco, pelo seu amadurecimento de seis meses em carvalho francês.

Um vinho perfeito para carnes, churrascos, queijos, massas ao molho de carnes, molho vermelho e até molhos de linguiça.

Uma delícia para você ter em casa, lembrando sempre, claro, de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VÍTIO VINÍCOLA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e o Musica & Vinho!
Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. Pequenos, mas nem tanto, eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.

Quem curte e acompanha o Musica & Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, casca de uva branca também tem cor.

O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja; e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco, que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você, compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho usando a #Música&Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e o Musica & Vinho!
Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. Pequenos, mas nem tanto, eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.

Quem curte e acompanha o Musica & Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, casca de uva branca também tem cor.

O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja; e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco, que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você, compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho usando a #Música&Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e o Musica & Vinho!
Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. Pequenos, mas nem tanto, eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.

Quem curte e acompanha o Musica & Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, casca de uva branca também tem cor.

O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja; e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco, que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você, compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho usando a #Música&Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e o Musica & Vinho!
Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. Pequenos, mas nem tanto, eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.

Quem curte e acompanha o Musica & Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, casca de uva branca também tem cor.

O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja; e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco, que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você, compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho usando a #Música&Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS LARANJAS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[VINHO KAINÓS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu amo os vinhos Sauvignon Blanc chilenos, e sabe por que eles me encantam? Tudo: coloração esverdeada, aromas de frutas brancas maduras e um delicioso frescor na boca. Sauvignon Blanc de regiões frias, como o Vale do Colchagua, no Chile, tem uma mineralidade, isso ajuda a mineralidade dessa uva.

Degusteio Caliterra Sauvignon Blanc. A vinícola é bem nova, foi fundada em 1996 pela união entre o americano Robert Mondavi e a vinha Errazures, já instalada no Chile. O Caliterra Sauvignon Blanc tem os aromas super intensos que lembram manga e também maracujá. Além de ser muito cítrico e mineral, lembra tomates e pimenta verde.

A safra de 2015 recebeu 89 pontos no guia Descorchados e a medalha de ouro no International Wine Challenge. A partir dessa safra, os vinhos. Vinhos da linha Kaliterra Reserva foram responsáveis por renovar o estilo da vinícola, trazendo cada vez mais frescor. E esse frescor é típico da região de Casa Blanca, de clima costeiro mais frio.

Sauvignon Blanc é uma uva que se destaca no Chile, na Nova Zelândia e na França, na região do Vale-du-Loi. Pode escolher sem medo, que é bem difícil ter um vinho dessa uva que não vá te agradar. Isso se você gosta de vinho sem madeira, de vinho branco leve, de vinho com acidez alta, enfim, Sauvignon Blanc é exatamente isso.

A minha harmonização desse dia foi bem torta e não deu certo. Acabei ficando só no vinho e água para hidratar, mas poderia ser saladas, torta de legumes, peixes ou cevites. Mantenha sempre a moderação, lembre-se de beber água para acompanhar a sua degustação e de compartilhar nas redes sociais usando a nossa hashtag Musica e Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu amo os vinhos Sauvignon Blanc chilenos, e sabe por que eles me encantam? Tudo: coloração esverdeada, aromas de frutas brancas maduras e um delicioso frescor na boca. Sauvignon Blanc de regiões frias, como o Vale do Colchagua, no Chile, tem uma mineralidade, isso ajuda a mineralidade dessa uva.

Degusteio Caliterra Sauvignon Blanc. A vinícola é bem nova, foi fundada em 1996 pela união entre o americano Robert Mondavi e a vinha Errazures, já instalada no Chile. O Caliterra Sauvignon Blanc tem os aromas super intensos que lembram manga e também maracujá. Além de ser muito cítrico e mineral, lembra tomates e pimenta verde.

A safra de 2015 recebeu 89 pontos no guia Descorchados e a medalha de ouro no International Wine Challenge. A partir dessa safra, os vinhos. Vinhos da linha Kaliterra Reserva foram responsáveis por renovar o estilo da vinícola, trazendo cada vez mais frescor. E esse frescor é típico da região de Casa Blanca, de clima costeiro mais frio.

Sauvignon Blanc é uma uva que se destaca no Chile, na Nova Zelândia e na França, na região do Vale-du-Loi. Pode escolher sem medo, que é bem difícil ter um vinho dessa uva que não vá te agradar. Isso se você gosta de vinho sem madeira, de vinho branco leve, de vinho com acidez alta, enfim, Sauvignon Blanc é exatamente isso.

A minha harmonização desse dia foi bem torta e não deu certo. Acabei ficando só no vinho e água para hidratar, mas poderia ser saladas, torta de legumes, peixes ou cevites. Mantenha sempre a moderação, lembre-se de beber água para acompanhar a sua degustação e de compartilhar nas redes sociais usando a nossa hashtag Musica e Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu amo os vinhos Sauvignon Blanc chilenos, e sabe por que eles me encantam? Tudo: coloração esverdeada, aromas de frutas brancas maduras e um delicioso frescor na boca. Sauvignon Blanc de regiões frias, como o Vale do Colchagua, no Chile, tem uma mineralidade, isso ajuda a mineralidade dessa uva.

Degusteio Caliterra Sauvignon Blanc. A vinícola é bem nova, foi fundada em 1996 pela união entre o americano Robert Mondavi e a vinha Errazures, já instalada no Chile. O Caliterra Sauvignon Blanc tem os aromas super intensos que lembram manga e também maracujá. Além de ser muito cítrico e mineral, lembra tomates e pimenta verde.

A safra de 2015 recebeu 89 pontos no guia Descorchados e a medalha de ouro no International Wine Challenge. A partir dessa safra, os vinhos. Vinhos da linha Kaliterra Reserva foram responsáveis por renovar o estilo da vinícola, trazendo cada vez mais frescor. E esse frescor é típico da região de Casa Blanca, de clima costeiro mais frio.

Sauvignon Blanc é uma uva que se destaca no Chile, na Nova Zelândia e na França, na região do Vale-du-Loi. Pode escolher sem medo, que é bem difícil ter um vinho dessa uva que não vá te agradar. Isso se você gosta de vinho sem madeira, de vinho branco leve, de vinho com acidez alta, enfim, Sauvignon Blanc é exatamente isso.

A minha harmonização desse dia foi bem torta e não deu certo. Acabei ficando só no vinho e água para hidratar, mas poderia ser saladas, torta de legumes, peixes ou cevites. Mantenha sempre a moderação, lembre-se de beber água para acompanhar a sua degustação e de compartilhar nas redes sociais usando a nossa hashtag Musica e Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu amo os vinhos Sauvignon Blanc chilenos, e sabe por que eles me encantam? Tudo: coloração esverdeada, aromas de frutas brancas maduras e um delicioso frescor na boca. Sauvignon Blanc de regiões frias, como o Vale do Colchagua, no Chile, tem uma mineralidade, isso ajuda a mineralidade dessa uva.

Degusteio Caliterra Sauvignon Blanc. A vinícola é bem nova, foi fundada em 1996 pela união entre o americano Robert Mondavi e a vinha Errazures, já instalada no Chile. O Caliterra Sauvignon Blanc tem os aromas super intensos que lembram manga e também maracujá. Além de ser muito cítrico e mineral, lembra tomates e pimenta verde.

A safra de 2015 recebeu 89 pontos no guia Descorchados e a medalha de ouro no International Wine Challenge. A partir dessa safra, os vinhos. Vinhos da linha Kaliterra Reserva foram responsáveis por renovar o estilo da vinícola, trazendo cada vez mais frescor. E esse frescor é típico da região de Casa Blanca, de clima costeiro mais frio.

Sauvignon Blanc é uma uva que se destaca no Chile, na Nova Zelândia e na França, na região do Vale-du-Loi. Pode escolher sem medo, que é bem difícil ter um vinho dessa uva que não vá te agradar. Isso se você gosta de vinho sem madeira, de vinho branco leve, de vinho com acidez alta, enfim, Sauvignon Blanc é exatamente isso.

A minha harmonização desse dia foi bem torta e não deu certo. Acabei ficando só no vinho e água para hidratar, mas poderia ser saladas, torta de legumes, peixes ou cevites. Mantenha sempre a moderação, lembre-se de beber água para acompanhar a sua degustação e de compartilhar nas redes sociais usando a nossa hashtag Musica e Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOUVIGNON BLANC CHILENOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MELHORES ESPUMANTES ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Em outros contextos já falamos sobre a dupla que eu amo: pão e vinho.

No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas.

Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite e por aí vai.

Começamos pelo espumante: combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor meio adocicado, macio como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha: brioche com queijos e espumantes.

Os pães doces, com frutas secas, chocolates e castanhas, se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focaccias? Combinam com vinhos rosés mais secos. É um super pão que eu adoro: bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e do alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados: recheados com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes. Combinam com vinhos tintos, como o malbec e o sirrá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho: nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em outros contextos já falamos sobre a dupla que eu amo: pão e vinho.

No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas.

Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite e por aí vai.

Começamos pelo espumante: combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor meio adocicado, macio como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha: brioche com queijos e espumantes.

Os pães doces, com frutas secas, chocolates e castanhas, se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focaccias? Combinam com vinhos rosés mais secos. É um super pão que eu adoro: bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e do alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados: recheados com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes. Combinam com vinhos tintos, como o malbec e o sirrá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho: nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em outros contextos já falamos sobre a dupla que eu amo: pão e vinho.

No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas.

Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite e por aí vai.

Começamos pelo espumante: combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor meio adocicado, macio como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha: brioche com queijos e espumantes.

Os pães doces, com frutas secas, chocolates e castanhas, se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focaccias? Combinam com vinhos rosés mais secos. É um super pão que eu adoro: bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e do alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados: recheados com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes. Combinam com vinhos tintos, como o malbec e o sirrá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho: nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em outros contextos já falamos sobre a dupla que eu amo: pão e vinho.

No Música e Vinho de hoje, vamos harmonizar alguns tipos de pães, já que a cada dia surgem variedades de receitas e as antigas estão sendo resgatadas.

Pão não é só pão e acabou. Muda a textura, o tipo de ingredientes, a fermentação, o recheio ou a cobertura, o formato, com ou sem casca, com ou sem leite e por aí vai.

Começamos pelo espumante: combina com brioches. Espumante, inclusive, tem aroma de pão, lembrando os brioches. Você já deve ter visto, nas descrições de alguns champanhas, notas aromáticas de brioche. Experimente para ver como fica bom, porque o brioche é bem macio e tem um sabor meio adocicado, macio como a textura cremosa da espumatização dos vinhos espumantes. Pode ser uma entradinha: brioche com queijos e espumantes.

Os pães doces, com frutas secas, chocolates e castanhas, se harmonizam com os vinhos do Porto. Pode ser a sua sobremesa: pão doce com sorvete e vinho do Porto.

Os pães de azeitona combinam com os vinhos da uva Nerodávola, a uva italiana defumada da Sicília. O sabor defumado combina com o amargor das azeitonas. Se você combinar com uma berinjela ou uma caponata de berinjela, pode colocar no pão e já vira um prato bem gostoso.

E as famosas focaccias? Combinam com vinhos rosés mais secos. É um super pão que eu adoro: bem leve e fresco, com sabor acentuado do sal e do alecrim. O frescor do pão com o frescor do rosé.

Agora vamos para os pães recheados: recheados com linguiça, com queijos e outros sabores mais fortes. Combinam com vinhos tintos, como o malbec e o sirrá. Neste caso, você pode ficar só no pão ou servi-lo com massas com bastante molho de carnes ou queijo.

Pão e vinho: nem só de pão e vinho vive o homem. Se tiver música, também fica muito bom.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PÃO E VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MACON DROUHIN ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

A nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Grenache. Uma uva importante no mundo do vinho, pois está presente em grandes vinhos, como, por exemplo, o famoso Châteauneuf-du-Pape, e faz parte do famoso blend francês conhecido por GSM, sigla para a combinação de uvas Grenache, Syrah e Mourvèdre.

Na Espanha, é a segunda tinta mais cultivada, sendo superada apenas pela Tempranillo. Esta versátil uva produz tintos de alta qualidade e também rosados excepcionais. As bagas desta uva são de pele fina e têm maturação ideal quando sujeitas ao calor.

Os vinhos podem ser jovens e rápidos, sem muita complexidade, como também podem ter longevidade e complexidade, como, por exemplo, os vinhos do Priorat, na Espanha, onde o solo rochoso, rico em xisto, faz a videira levar ao fruto muita estrutura.

Quando cultivada em locais quentes, os vinhos tendem a ter alto volume alcoólico e, na Austrália, pode ser usada para vinho fortificado, no mesmo estilo dos vinhos do Porto.

Seja em um rosado fresco, frutado e elegante, em um tinto leve e até mesmo encorpado ou, por que não, em um vinho do famoso corte complexo, a Grenache cumpre bem todos os seus papéis.

Um brinde a esta uva sensacional! Um brinde a você, ouvinte do Música e Vinho.

Deixe sua sugestão de tema para o programa lá no meu Instagram, @jonas.somelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA TINTA GRENACHE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Lancei, então, o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países — tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musique Vinho, através das nossas redes sociais: @musiquivinhocafm ou através das minhas redes sociais, @kesiadjune.

Eu amei o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Merlot. Se você também quiser experimentar, tem o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com a uva Syrah.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Lancei, então, o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países — tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musique Vinho, através das nossas redes sociais: @musiquivinhocafm ou através das minhas redes sociais, @kesiadjune.

Eu amei o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Merlot. Se você também quiser experimentar, tem o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com a uva Syrah.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
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      <itunes:summary><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Lancei, então, o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países — tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musique Vinho, através das nossas redes sociais: @musiquivinhocafm ou através das minhas redes sociais, @kesiadjune.

Eu amei o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Merlot. Se você também quiser experimentar, tem o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com a uva Syrah.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Será que o meu paladar é igual ao seu?

Eu já sei que muita gente ama a uva Primitivo, mas eu não. Lancei, então, o desafio de vocês me indicarem um vinho da uva Primitivo que você amou e me dizer o porquê.

Eu já tentei vários, juro. Vários produtores e até regiões e países — tanto faz se Itália ou Estados Unidos. O açúcar residual e a falta de acidez e vivacidade não são compatíveis com o meu paladar.

Não estou falando mal do estilo, só confessando que cada um tem um paladar. O que me agrada, não te agrada.

E olha que tem uvas que eu torcia o nariz e, mesmo assim, não desisti. Ora ou outra, eu tentava de novo, e foi aí que passei a gostar da uva Nero d’Avola, por exemplo, que eu achava totalmente dura.

Já encontrei alguns bons exemplares com notas defumadas, taninos presentes sem serem tão duros e um final mais macio, embora ainda tenha essa força na boca.

Se você também tem alguma uva ou estilo de vinho que já tentou várias vezes, mas mesmo assim não gosta, e outro que te surpreendeu após algumas degustações, conte pra mim. Quero compartilhar com vocês aqui no Musique Vinho, através das nossas redes sociais: @musiquivinhocafm ou através das minhas redes sociais, @kesiadjune.

Eu amei o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com Merlot. Se você também quiser experimentar, tem o Luigi Leonardo de Nero d’Avola com a uva Syrah.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA PRIMITIVO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, era uma vez um lindo dia. Recebi essa frase da querida Virgínia Medeiros e resolvi escrever o final da história. Escrevi sem parar vários temas de vinhos no sábado à tarde. Aliás, essas minhas histórias de vinhos parecem não ter fim. Cada dia tem um novo capítulo da minha vida de sommelier. Enquanto escrevia, degustei um café e me veio uma vontade imensa de tomar vinho. Por que será que isso acontece? Talvez os taninos do café tenham ativado as minhas papilas gustativas. A culpa toda foi do café. Café também tem taninos e a principal característica é a distringência na boca, igualzinho a que sentimos na degustação dos vinhos.

E as semelhanças não param por aí. A produção dos cafés gourmet segue um processo parecido com o vinho no campo e depois na cantina, super criterioso. As espécies de café são muitas, assim como os vinhos, e a cada espécie mudam os aromas e os sabores, exatamente como os vinhos. Os aromas de café estão presentes nos meus vinhos preferidos, os mais fechados, os aromas de café nos vinhos encorpados, nos vinhos do Porto e os mais amadeirados.

​Quase todo apaixonado por vinho curte um bom café, porque as duas bebidas têm grande complexidade química para formar e resultar em ricos aromas e sabores. Eu já vi uma frase que dizia: comece com café e termine com vinho, mas normalmente eu encerro com café, só para permanecer com a sensação de a distringência na boca. Era uma vez um lindo dia, começou com café e seguiu preenchendo as páginas em branco com muitas histórias e terminou com vinho. Aliás, não termina nunca, o músico e vinho tem sempre mais uma história para te contar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, era uma vez um lindo dia. Recebi essa frase da querida Virgínia Medeiros e resolvi escrever o final da história. Escrevi sem parar vários temas de vinhos no sábado à tarde. Aliás, essas minhas histórias de vinhos parecem não ter fim. Cada dia tem um novo capítulo da minha vida de sommelier. Enquanto escrevia, degustei um café e me veio uma vontade imensa de tomar vinho. Por que será que isso acontece? Talvez os taninos do café tenham ativado as minhas papilas gustativas. A culpa toda foi do café. Café também tem taninos e a principal característica é a distringência na boca, igualzinho a que sentimos na degustação dos vinhos.

E as semelhanças não param por aí. A produção dos cafés gourmet segue um processo parecido com o vinho no campo e depois na cantina, super criterioso. As espécies de café são muitas, assim como os vinhos, e a cada espécie mudam os aromas e os sabores, exatamente como os vinhos. Os aromas de café estão presentes nos meus vinhos preferidos, os mais fechados, os aromas de café nos vinhos encorpados, nos vinhos do Porto e os mais amadeirados.

​Quase todo apaixonado por vinho curte um bom café, porque as duas bebidas têm grande complexidade química para formar e resultar em ricos aromas e sabores. Eu já vi uma frase que dizia: comece com café e termine com vinho, mas normalmente eu encerro com café, só para permanecer com a sensação de a distringência na boca. Era uma vez um lindo dia, começou com café e seguiu preenchendo as páginas em branco com muitas histórias e terminou com vinho. Aliás, não termina nunca, o músico e vinho tem sempre mais uma história para te contar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, era uma vez um lindo dia. Recebi essa frase da querida Virgínia Medeiros e resolvi escrever o final da história. Escrevi sem parar vários temas de vinhos no sábado à tarde. Aliás, essas minhas histórias de vinhos parecem não ter fim. Cada dia tem um novo capítulo da minha vida de sommelier. Enquanto escrevia, degustei um café e me veio uma vontade imensa de tomar vinho. Por que será que isso acontece? Talvez os taninos do café tenham ativado as minhas papilas gustativas. A culpa toda foi do café. Café também tem taninos e a principal característica é a distringência na boca, igualzinho a que sentimos na degustação dos vinhos.

E as semelhanças não param por aí. A produção dos cafés gourmet segue um processo parecido com o vinho no campo e depois na cantina, super criterioso. As espécies de café são muitas, assim como os vinhos, e a cada espécie mudam os aromas e os sabores, exatamente como os vinhos. Os aromas de café estão presentes nos meus vinhos preferidos, os mais fechados, os aromas de café nos vinhos encorpados, nos vinhos do Porto e os mais amadeirados.

​Quase todo apaixonado por vinho curte um bom café, porque as duas bebidas têm grande complexidade química para formar e resultar em ricos aromas e sabores. Eu já vi uma frase que dizia: comece com café e termine com vinho, mas normalmente eu encerro com café, só para permanecer com a sensação de a distringência na boca. Era uma vez um lindo dia, começou com café e seguiu preenchendo as páginas em branco com muitas histórias e terminou com vinho. Aliás, não termina nunca, o músico e vinho tem sempre mais uma história para te contar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, era uma vez um lindo dia. Recebi essa frase da querida Virgínia Medeiros e resolvi escrever o final da história. Escrevi sem parar vários temas de vinhos no sábado à tarde. Aliás, essas minhas histórias de vinhos parecem não ter fim. Cada dia tem um novo capítulo da minha vida de sommelier. Enquanto escrevia, degustei um café e me veio uma vontade imensa de tomar vinho. Por que será que isso acontece? Talvez os taninos do café tenham ativado as minhas papilas gustativas. A culpa toda foi do café. Café também tem taninos e a principal característica é a distringência na boca, igualzinho a que sentimos na degustação dos vinhos.

E as semelhanças não param por aí. A produção dos cafés gourmet segue um processo parecido com o vinho no campo e depois na cantina, super criterioso. As espécies de café são muitas, assim como os vinhos, e a cada espécie mudam os aromas e os sabores, exatamente como os vinhos. Os aromas de café estão presentes nos meus vinhos preferidos, os mais fechados, os aromas de café nos vinhos encorpados, nos vinhos do Porto e os mais amadeirados.

​Quase todo apaixonado por vinho curte um bom café, porque as duas bebidas têm grande complexidade química para formar e resultar em ricos aromas e sabores. Eu já vi uma frase que dizia: comece com café e termine com vinho, mas normalmente eu encerro com café, só para permanecer com a sensação de a distringência na boca. Era uma vez um lindo dia, começou com café e seguiu preenchendo as páginas em branco com muitas histórias e terminou com vinho. Aliás, não termina nunca, o músico e vinho tem sempre mais uma história para te contar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CAFÉ E VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quer saber mais sobre o mundo do vinho? Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizado a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação ocólica. Tive que decantar, é claro: muito álcool. O vinho era negro, 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço, um achado do meu amigo Marcelo Pádua. Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco, usando a hashtag musicvinho, através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quer saber mais sobre o mundo do vinho? Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizado a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação ocólica. Tive que decantar, é claro: muito álcool. O vinho era negro, 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço, um achado do meu amigo Marcelo Pádua. Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco, usando a hashtag musicvinho, através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quer saber mais sobre o mundo do vinho? Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizado a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação ocólica. Tive que decantar, é claro: muito álcool. O vinho era negro, 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço, um achado do meu amigo Marcelo Pádua. Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco, usando a hashtag musicvinho, através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quer saber mais sobre o mundo do vinho? Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizado a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação ocólica. Tive que decantar, é claro: muito álcool. O vinho era negro, 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço, um achado do meu amigo Marcelo Pádua. Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco, usando a hashtag musicvinho, através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Curiosidades do mundo do vinho você tem aqui, no Musique Vinho.

O vinho está tão presente na Bíblia que só não é citado em um dos livros, o Livro de Jonas. Ao fim do dilúvio, a primeira coisa que Noé fez foi plantar a videira, e o vinho foi a bebida escolhida para a última ceia de Jesus.

Naquele tempo, a cirrá era a uva mais plantada na região de Jerusalém. Conta a história que São Patrício teria plantado a cirrá no Rhone ao retornar de uma peregrinação à Terra Santa, e hoje o Rhone é o berço da uva cirrá. Mas tudo começou há muitos anos, junto com a história da humanidade.

Hoje, em Jerusalém, pesquisadores estão estudando sementes queimadas e secas, descobertas em escavações arqueológicas, para comparar a uvas vivas e talvez recriar as uvas daquele tempo, como se dizia nas celebrações.

Daquele tempo ao nosso tempo, hoje temos o Domânio do Castel, de videiras plantadas nas colinas da Judeia, perto de Jerusalém.

Israel tem hoje 6 mil hectares de vinhedos de Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc e bem pouco da uva Sihá. As colinas da Galileia formam a região mais importante em qualidade, com excelente altitude, até 1.200 metros, e clima frio propício ao cultivo das videiras.

Se quiser experimentar os vinhos da Judeia no estilo Bordeaux, como se chama em Bordeaux, segundo os vinhos equilibrados e cheios de sabor, o Domane do Castel é feito de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar vinhos diferentes, como os vinhos de Jerusalém]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Curiosidades do mundo do vinho você tem aqui, no Musique Vinho.

O vinho está tão presente na Bíblia que só não é citado em um dos livros, o Livro de Jonas. Ao fim do dilúvio, a primeira coisa que Noé fez foi plantar a videira, e o vinho foi a bebida escolhida para a última ceia de Jesus.

Naquele tempo, a cirrá era a uva mais plantada na região de Jerusalém. Conta a história que São Patrício teria plantado a cirrá no Rhone ao retornar de uma peregrinação à Terra Santa, e hoje o Rhone é o berço da uva cirrá. Mas tudo começou há muitos anos, junto com a história da humanidade.

Hoje, em Jerusalém, pesquisadores estão estudando sementes queimadas e secas, descobertas em escavações arqueológicas, para comparar a uvas vivas e talvez recriar as uvas daquele tempo, como se dizia nas celebrações.

Daquele tempo ao nosso tempo, hoje temos o Domânio do Castel, de videiras plantadas nas colinas da Judeia, perto de Jerusalém.

Israel tem hoje 6 mil hectares de vinhedos de Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc e bem pouco da uva Sihá. As colinas da Galileia formam a região mais importante em qualidade, com excelente altitude, até 1.200 metros, e clima frio propício ao cultivo das videiras.

Se quiser experimentar os vinhos da Judeia no estilo Bordeaux, como se chama em Bordeaux, segundo os vinhos equilibrados e cheios de sabor, o Domane do Castel é feito de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar vinhos diferentes, como os vinhos de Jerusalém]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Curiosidades do mundo do vinho você tem aqui, no Musique Vinho.

O vinho está tão presente na Bíblia que só não é citado em um dos livros, o Livro de Jonas. Ao fim do dilúvio, a primeira coisa que Noé fez foi plantar a videira, e o vinho foi a bebida escolhida para a última ceia de Jesus.

Naquele tempo, a cirrá era a uva mais plantada na região de Jerusalém. Conta a história que São Patrício teria plantado a cirrá no Rhone ao retornar de uma peregrinação à Terra Santa, e hoje o Rhone é o berço da uva cirrá. Mas tudo começou há muitos anos, junto com a história da humanidade.

Hoje, em Jerusalém, pesquisadores estão estudando sementes queimadas e secas, descobertas em escavações arqueológicas, para comparar a uvas vivas e talvez recriar as uvas daquele tempo, como se dizia nas celebrações.

Daquele tempo ao nosso tempo, hoje temos o Domânio do Castel, de videiras plantadas nas colinas da Judeia, perto de Jerusalém.

Israel tem hoje 6 mil hectares de vinhedos de Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc e bem pouco da uva Sihá. As colinas da Galileia formam a região mais importante em qualidade, com excelente altitude, até 1.200 metros, e clima frio propício ao cultivo das videiras.

Se quiser experimentar os vinhos da Judeia no estilo Bordeaux, como se chama em Bordeaux, segundo os vinhos equilibrados e cheios de sabor, o Domane do Castel é feito de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar vinhos diferentes, como os vinhos de Jerusalém]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Curiosidades do mundo do vinho você tem aqui, no Musique Vinho.

O vinho está tão presente na Bíblia que só não é citado em um dos livros, o Livro de Jonas. Ao fim do dilúvio, a primeira coisa que Noé fez foi plantar a videira, e o vinho foi a bebida escolhida para a última ceia de Jesus.

Naquele tempo, a cirrá era a uva mais plantada na região de Jerusalém. Conta a história que São Patrício teria plantado a cirrá no Rhone ao retornar de uma peregrinação à Terra Santa, e hoje o Rhone é o berço da uva cirrá. Mas tudo começou há muitos anos, junto com a história da humanidade.

Hoje, em Jerusalém, pesquisadores estão estudando sementes queimadas e secas, descobertas em escavações arqueológicas, para comparar a uvas vivas e talvez recriar as uvas daquele tempo, como se dizia nas celebrações.

Daquele tempo ao nosso tempo, hoje temos o Domânio do Castel, de videiras plantadas nas colinas da Judeia, perto de Jerusalém.

Israel tem hoje 6 mil hectares de vinhedos de Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Sauvignon Blanc e bem pouco da uva Sihá. As colinas da Galileia formam a região mais importante em qualidade, com excelente altitude, até 1.200 metros, e clima frio propício ao cultivo das videiras.

Se quiser experimentar os vinhos da Judeia no estilo Bordeaux, como se chama em Bordeaux, segundo os vinhos equilibrados e cheios de sabor, o Domane do Castel é feito de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar vinhos diferentes, como os vinhos de Jerusalém]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DE JERUSALÉM ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você que me faz companhia e quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Monastrel, ou Muvedre, é uma típica uva do Mediterrâneo espanhol. Atualmente, é cultivada na França, na Austrália e na Califórnia. Produz vinhos de coloração intensa, taninos altos e vinhos bem diferentes.

No sul da França, entra na famosa composição GSM: Grenache, Syrah e Muvedre. E também está presente nos vinhos famosos do Châteauneuf-du-Pape.

Na Espanha, é a segunda variedade mais plantada, atrás da Garnacha. E você jurava que era Tempranillo, mas não é. A uva mais plantada na Espanha é a Garnacha, seguida da Muvedre.

Então, se você quiser degustar um vinho 100% Monastrel, experimente o La Hormiga, da Bodegas Alceño, a mais antiga vinícola da região de Jumilla, a sudeste da Espanha.

A região de Jumilla é pouco conhecida, mas o barato do vinho é isso: descobrir, degustar e selecionar o que você mais gosta. Não tem tédio nem mesmice no mundo do vinho.

E você, descobriu alguma uva nova como a Monastrel? Já degustou um vinho 100% desta uva? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você que me faz companhia e quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Monastrel, ou Muvedre, é uma típica uva do Mediterrâneo espanhol. Atualmente, é cultivada na França, na Austrália e na Califórnia. Produz vinhos de coloração intensa, taninos altos e vinhos bem diferentes.

No sul da França, entra na famosa composição GSM: Grenache, Syrah e Muvedre. E também está presente nos vinhos famosos do Châteauneuf-du-Pape.

Na Espanha, é a segunda variedade mais plantada, atrás da Garnacha. E você jurava que era Tempranillo, mas não é. A uva mais plantada na Espanha é a Garnacha, seguida da Muvedre.

Então, se você quiser degustar um vinho 100% Monastrel, experimente o La Hormiga, da Bodegas Alceño, a mais antiga vinícola da região de Jumilla, a sudeste da Espanha.

A região de Jumilla é pouco conhecida, mas o barato do vinho é isso: descobrir, degustar e selecionar o que você mais gosta. Não tem tédio nem mesmice no mundo do vinho.

E você, descobriu alguma uva nova como a Monastrel? Já degustou um vinho 100% desta uva? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você que me faz companhia e quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Monastrel, ou Muvedre, é uma típica uva do Mediterrâneo espanhol. Atualmente, é cultivada na França, na Austrália e na Califórnia. Produz vinhos de coloração intensa, taninos altos e vinhos bem diferentes.

No sul da França, entra na famosa composição GSM: Grenache, Syrah e Muvedre. E também está presente nos vinhos famosos do Châteauneuf-du-Pape.

Na Espanha, é a segunda variedade mais plantada, atrás da Garnacha. E você jurava que era Tempranillo, mas não é. A uva mais plantada na Espanha é a Garnacha, seguida da Muvedre.

Então, se você quiser degustar um vinho 100% Monastrel, experimente o La Hormiga, da Bodegas Alceño, a mais antiga vinícola da região de Jumilla, a sudeste da Espanha.

A região de Jumilla é pouco conhecida, mas o barato do vinho é isso: descobrir, degustar e selecionar o que você mais gosta. Não tem tédio nem mesmice no mundo do vinho.

E você, descobriu alguma uva nova como a Monastrel? Já degustou um vinho 100% desta uva? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você que me faz companhia e quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Monastrel, ou Muvedre, é uma típica uva do Mediterrâneo espanhol. Atualmente, é cultivada na França, na Austrália e na Califórnia. Produz vinhos de coloração intensa, taninos altos e vinhos bem diferentes.

No sul da França, entra na famosa composição GSM: Grenache, Syrah e Muvedre. E também está presente nos vinhos famosos do Châteauneuf-du-Pape.

Na Espanha, é a segunda variedade mais plantada, atrás da Garnacha. E você jurava que era Tempranillo, mas não é. A uva mais plantada na Espanha é a Garnacha, seguida da Muvedre.

Então, se você quiser degustar um vinho 100% Monastrel, experimente o La Hormiga, da Bodegas Alceño, a mais antiga vinícola da região de Jumilla, a sudeste da Espanha.

A região de Jumilla é pouco conhecida, mas o barato do vinho é isso: descobrir, degustar e selecionar o que você mais gosta. Não tem tédio nem mesmice no mundo do vinho.

E você, descobriu alguma uva nova como a Monastrel? Já degustou um vinho 100% desta uva? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MONASTRELL OU MUVEDRE ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[VINHO COM FOFOCA ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português Cartuxa famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada.

Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scala dei e plantaram vinhas, elaborando vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo de Scala dei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a Denominação de Origem Controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, cultiva uvas como garnacha tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos, com aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Vale lembrar que a Catalunha tem baixa produtividade, devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranillo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português Cartuxa famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada.

Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scala dei e plantaram vinhas, elaborando vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo de Scala dei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a Denominação de Origem Controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, cultiva uvas como garnacha tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos, com aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Vale lembrar que a Catalunha tem baixa produtividade, devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranillo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português Cartuxa famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada.

Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scala dei e plantaram vinhas, elaborando vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo de Scala dei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a Denominação de Origem Controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, cultiva uvas como garnacha tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos, com aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Vale lembrar que a Catalunha tem baixa produtividade, devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranillo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de cartucha, os mesmos do vinho português Cartuxa famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada.

Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scala dei e plantaram vinhas, elaborando vinhos. Ao redor do mosteiro nasceu o vilarejo de Scala dei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat, ou Priorato, que significa comunidade religiosa.

Para entender melhor a região, a Denominação de Origem Controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, cultiva uvas como garnacha tinta e carinhenha. Elabora vinhos clássicos, com aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Vale lembrar que a Catalunha tem baixa produtividade, devido à condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados.

Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios. Se você também busca novidades, experimente um espanhol do Priorato, porque Espanha não é só tempranillo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VILAREJO SCALA DEI]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE VINHOS COM PRATOS TIPICOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DE GARAGEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O TAMANHO DA GARRAFA MUDA O VINHO?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COM COXINHA DE GALINHA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2024 10:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Para você sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem música e vinho. Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa, mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés. De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos.

Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14, você pode refrescar. Lembrando que quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor; e quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólico, você deve manter apenas refrescado, levemente refrescado. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Para você sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem música e vinho. Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa, mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés. De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos.

Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14, você pode refrescar. Lembrando que quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor; e quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólico, você deve manter apenas refrescado, levemente refrescado. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Para você sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem música e vinho. Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa, mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés. De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos.

Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14, você pode refrescar. Lembrando que quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor; e quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólico, você deve manter apenas refrescado, levemente refrescado. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Para você sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem música e vinho. Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa, mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés. De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos.

Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14, você pode refrescar. Lembrando que quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor; e quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólico, você deve manter apenas refrescado, levemente refrescado. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[KIT FUNCIONAL PARA VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
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      <content:encoded><![CDATA[Nossa taça de conhecimento de hoje será sobre a vinícola chamada Luiz Porto Vinhos Finos. Esta vinícola brasileira está localizada no estado de Minas Gerais. Isso mesmo, Minas Gerais! A terra do café dá lugar também a vinhos de extrema qualidade.

Na zona rural da cidade de Cordislândia, a tecnologia de produção e o autoconhecimento sobre o terroir fazem os vinhos da Luiz Porto terem muita qualidade. As mudas de videiras foram importadas da França, e os equipamentos de produção, importados da Itália.

O grande destaque deste produtor são os vinhos tintos da variedade Cirá e Cabernet Sauvignon, da linha que leva o nome da vinícola Luiz Porto. Eu destaco também os excelentes espumantes desta linha, frescos e agradáveis. Sensacional!

Os vinhos são urinudos de um terroir único, com cerca de 800 metros de altitude, com solos argilo-arenosos.

Tive a oportunidade de estar em uma degustação no interior de São Paulo com o proprietário Júnior Porto e disse a ele o quanto os vinhos estão maravilhosos. Era nítido o orgulho e o amor pelo trabalho de sua família.

O Brasil produz vinhos sensacionais. Viva o vinho mineiro! Viva o vinho do Brasil! Um brinde!

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, pode deixar registrado lá no meu Instagram. Anote aí!
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      <title><![CDATA[VINÍCOLA LUIZ PORTO VINHOS FINOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[ESLOVÊNIA - 42% VINHO POR ANO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 24 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã pra você!

No Musica & Vinho de hoje, o tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.

Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda.
Se todo mundo gosta... eu já desconfio.

E havia muito tempo que eu não parava pra degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não ser em degustações técnicas.
Mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon pra beber... é coisa rara.

Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia pro almoço, com carne de porco ao molho barbecue.

Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei num vinho tinto espanhol, Marquês de Griñón, da Rioja.
Mas, já que não era possível encontrá-lo, vamos a um Cabernet Sauvignon.

Degustei o Petirorro, chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon.
Um vinho supercorreto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber.
Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves,  de cor média, corpo médio, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.

Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado.
Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.

Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros.
Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirorro, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.

A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo, e é uma unanimidade: todo mundo gosta.

Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com assemblage de outras uvas.
Como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah;
ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot;
e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.

A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas, e tem mais a se descobrir.

Lembre-se sempre de manter a moderação.
E, se beber, não dirija!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã pra você!

No Musica & Vinho de hoje, o tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.

Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda.
Se todo mundo gosta... eu já desconfio.

E havia muito tempo que eu não parava pra degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não ser em degustações técnicas.
Mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon pra beber... é coisa rara.

Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia pro almoço, com carne de porco ao molho barbecue.

Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei num vinho tinto espanhol, Marquês de Griñón, da Rioja.
Mas, já que não era possível encontrá-lo, vamos a um Cabernet Sauvignon.

Degustei o Petirorro, chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon.
Um vinho supercorreto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber.
Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves,  de cor média, corpo médio, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.

Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado.
Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.

Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros.
Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirorro, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.

A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo, e é uma unanimidade: todo mundo gosta.

Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com assemblage de outras uvas.
Como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah;
ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot;
e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.

A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas, e tem mais a se descobrir.

Lembre-se sempre de manter a moderação.
E, se beber, não dirija!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã pra você!

No Musica & Vinho de hoje, o tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.

Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda.
Se todo mundo gosta... eu já desconfio.

E havia muito tempo que eu não parava pra degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não ser em degustações técnicas.
Mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon pra beber... é coisa rara.

Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia pro almoço, com carne de porco ao molho barbecue.

Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei num vinho tinto espanhol, Marquês de Griñón, da Rioja.
Mas, já que não era possível encontrá-lo, vamos a um Cabernet Sauvignon.

Degustei o Petirorro, chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon.
Um vinho supercorreto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber.
Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves,  de cor média, corpo médio, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.

Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado.
Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.

Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros.
Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirorro, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.

A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo, e é uma unanimidade: todo mundo gosta.

Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com assemblage de outras uvas.
Como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah;
ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot;
e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.

A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas, e tem mais a se descobrir.

Lembre-se sempre de manter a moderação.
E, se beber, não dirija!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã pra você!

No Musica & Vinho de hoje, o tema é a Cabernet Sauvignon, a famosa rainha das uvas tintas.

Engraçado como eu fujo de tudo que é muito comum, óbvio, especialmente o que está na moda.
Se todo mundo gosta... eu já desconfio.

E havia muito tempo que eu não parava pra degustar um Cabernet Sauvignon 100%, a não ser em degustações técnicas.
Mas eu mesma escolher um Cabernet Sauvignon pra beber... é coisa rara.

Resolvi me render à moda de um Cabernet Sauvignon e escolhi um vinho para o dia a dia pro almoço, com carne de porco ao molho barbecue.

Lembrei daquele aroma de barbecue que encontrei num vinho tinto espanhol, Marquês de Griñón, da Rioja.
Mas, já que não era possível encontrá-lo, vamos a um Cabernet Sauvignon.

Degustei o Petirorro, chileno, 100% da uva Cabernet Sauvignon.
Um vinho supercorreto e um Cabernet Sauvignon fácil de beber.
Pode-se dizer que é um Cabernet Sauvignon dos leves,  de cor média, corpo médio, já que não existe Cabernet Sauvignon totalmente leve.

Apenas 30% do vinho passa em carvalho, então mantém bem o frutado.
Na madeira, ganha um toque de tostado que harmoniza muito bem com a carne de porco bem assada e com aromas defumados.

Talvez você se lembre que eu falei no Música & Vinho outro dia sobre vinho e pássaros.
Pássaros têm a simbologia de mensageiros da paz, e muitos rótulos de vinhos têm pássaros estampados, como este vinho, o Petirorro, que é um pássaro vermelho e preto da região do Colchagua, no Chile.

A Cabernet Sauvignon é a rainha das uvas tintas, a que melhor se adapta em todo o mundo, e é uma unanimidade: todo mundo gosta.

Eu prefiro os Cabernet Sauvignon como base e soberana, sim, mas com assemblage de outras uvas.
Como os vinhos australianos, que misturam Cabernet Sauvignon com Syrah;
ou os franceses, com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot;
e até os Cabernet Sauvignon com Sangiovese, na região da Toscana.

A mistura, como sempre digo, traz mais complexidade, mais camadas, mais aromas, e tem mais a se descobrir.

Lembre-se sempre de manter a moderação.
E, se beber, não dirija!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CABERNET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COTE DE BEAUNE DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia pra falar de música e vinho. Uma ótima manhã pra você. 
A Itália tem os três Bs, que são os vinhos Barolo, Barbaresco e Brunello. Portugal tem os três Ts: Tinta Roris, Toriga Franca e Toriga Nacional. São três uvas regionais que elaboram grandes vinhos do Douro, a região mais famosa.

Aliás, é a primeira denominação de origem de vinhos do mundo, que foi estabelecida e demarcada em 1756 pelo então Marquês de Pombal. E é de lá que vem o Quinta de Castelares, um três Ts portugueses, localizado no Douro Superior, divisa com a região Trás-os-Montes, uma sub-região que só foi instituída em 2006, é bem recente.

É uma sub-região do Douro, um pouco mais afastada e pouco habitada. Degustei o Quinta de Castelares, um vinho com suculência de mastigar, com bom frescor, um vinho bastante vivo. Intenso, frutado e de taninos maduros, perfeitos para você acompanhar pratos também com muita suculência, como rabada, carneiros, queijos fortes, maduros e macios.

Quinta dos Castelares, três Ts portugueses de Trás dos Montes. Mais uma sugestão de vinhos diferentes para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.

E eu quero saber o que mais: se você já degustou outros vinhos dessa região de Trás dos Montes de Portugal, é muito a compartilhar comigo usando a hashtag #Música&Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia pra falar de música e vinho. Uma ótima manhã pra você. 
A Itália tem os três Bs, que são os vinhos Barolo, Barbaresco e Brunello. Portugal tem os três Ts: Tinta Roris, Toriga Franca e Toriga Nacional. São três uvas regionais que elaboram grandes vinhos do Douro, a região mais famosa.

Aliás, é a primeira denominação de origem de vinhos do mundo, que foi estabelecida e demarcada em 1756 pelo então Marquês de Pombal. E é de lá que vem o Quinta de Castelares, um três Ts portugueses, localizado no Douro Superior, divisa com a região Trás-os-Montes, uma sub-região que só foi instituída em 2006, é bem recente.

É uma sub-região do Douro, um pouco mais afastada e pouco habitada. Degustei o Quinta de Castelares, um vinho com suculência de mastigar, com bom frescor, um vinho bastante vivo. Intenso, frutado e de taninos maduros, perfeitos para você acompanhar pratos também com muita suculência, como rabada, carneiros, queijos fortes, maduros e macios.

Quinta dos Castelares, três Ts portugueses de Trás dos Montes. Mais uma sugestão de vinhos diferentes para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.

E eu quero saber o que mais: se você já degustou outros vinhos dessa região de Trás dos Montes de Portugal, é muito a compartilhar comigo usando a hashtag #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia pra falar de música e vinho. Uma ótima manhã pra você. 
A Itália tem os três Bs, que são os vinhos Barolo, Barbaresco e Brunello. Portugal tem os três Ts: Tinta Roris, Toriga Franca e Toriga Nacional. São três uvas regionais que elaboram grandes vinhos do Douro, a região mais famosa.

Aliás, é a primeira denominação de origem de vinhos do mundo, que foi estabelecida e demarcada em 1756 pelo então Marquês de Pombal. E é de lá que vem o Quinta de Castelares, um três Ts portugueses, localizado no Douro Superior, divisa com a região Trás-os-Montes, uma sub-região que só foi instituída em 2006, é bem recente.

É uma sub-região do Douro, um pouco mais afastada e pouco habitada. Degustei o Quinta de Castelares, um vinho com suculência de mastigar, com bom frescor, um vinho bastante vivo. Intenso, frutado e de taninos maduros, perfeitos para você acompanhar pratos também com muita suculência, como rabada, carneiros, queijos fortes, maduros e macios.

Quinta dos Castelares, três Ts portugueses de Trás dos Montes. Mais uma sugestão de vinhos diferentes para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.

E eu quero saber o que mais: se você já degustou outros vinhos dessa região de Trás dos Montes de Portugal, é muito a compartilhar comigo usando a hashtag #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia pra falar de música e vinho. Uma ótima manhã pra você. 
A Itália tem os três Bs, que são os vinhos Barolo, Barbaresco e Brunello. Portugal tem os três Ts: Tinta Roris, Toriga Franca e Toriga Nacional. São três uvas regionais que elaboram grandes vinhos do Douro, a região mais famosa.

Aliás, é a primeira denominação de origem de vinhos do mundo, que foi estabelecida e demarcada em 1756 pelo então Marquês de Pombal. E é de lá que vem o Quinta de Castelares, um três Ts portugueses, localizado no Douro Superior, divisa com a região Trás-os-Montes, uma sub-região que só foi instituída em 2006, é bem recente.

É uma sub-região do Douro, um pouco mais afastada e pouco habitada. Degustei o Quinta de Castelares, um vinho com suculência de mastigar, com bom frescor, um vinho bastante vivo. Intenso, frutado e de taninos maduros, perfeitos para você acompanhar pratos também com muita suculência, como rabada, carneiros, queijos fortes, maduros e macios.

Quinta dos Castelares, três Ts portugueses de Trás dos Montes. Mais uma sugestão de vinhos diferentes para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.

E eu quero saber o que mais: se você já degustou outros vinhos dessa região de Trás dos Montes de Portugal, é muito a compartilhar comigo usando a hashtag #Música&Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DA ITÁLIA E DE PORTUGAL ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ADEGA EM CASA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ VINHO ALTOS LAS HORMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO QUENTE - FAMOSO QUENTÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É legal identificar se o vinho é do seu gosto ou não, mas melhor ainda é entender por quê. Quais são os aspectos que te agradam? Será que você gosta do vinho mais leve ou mais encorpado? Mais ou menos acidez? Mais ou menos taninos?

Em uma degustação técnica, procure colocar o vinho na boca e depois girá-lo, porque ele percorre todos os lados da língua, onde sentimos as sensações do vinho: açúcar, amargor, acidez e álcool. Esses são os quatro elementos possíveis de sentir.

E depois você engole, e assim você prepara as papilas gustativas para degustar o vinho, e os aromas entram pelo nariz, e o álcool evapora. O ideal é beber uma boa quantidade, mas sem encher demais a boca, para dar esse espaço de giro para o vinho na boca.

Se você ainda não experimentou assim, vai ver que faz grande diferença. Se estiver degustando, colocando um vinho espumante, vai perceber o gás, as borbulhas que dão a sensação de picadas na língua, causando uma provocação e trazendo junto acidez, fazendo a boca salivar.

Um vinho branco da uva Pinogrid pode ter sensação de médio corpo, pouca acidez e certa doçura ao final de boca. Um vinho já é mais encorpado, vai pesar na boca e até esquentar a língua, pois, muito provavelmente, será bem alcoólico. Daí vem a sensação de peso e calor na boca.

Há muitos termos para se usar nas degustações de vinhos, e isso é fácil de encontrar na internet, como termos de vinho: adstringente, equilibrado, verde, fechado e por aí vai.

Se você também tem experiências na sua degustação, compartilhe conosco nas redes sociais, usando a hashtag música e vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É legal identificar se o vinho é do seu gosto ou não, mas melhor ainda é entender por quê. Quais são os aspectos que te agradam? Será que você gosta do vinho mais leve ou mais encorpado? Mais ou menos acidez? Mais ou menos taninos?

Em uma degustação técnica, procure colocar o vinho na boca e depois girá-lo, porque ele percorre todos os lados da língua, onde sentimos as sensações do vinho: açúcar, amargor, acidez e álcool. Esses são os quatro elementos possíveis de sentir.

E depois você engole, e assim você prepara as papilas gustativas para degustar o vinho, e os aromas entram pelo nariz, e o álcool evapora. O ideal é beber uma boa quantidade, mas sem encher demais a boca, para dar esse espaço de giro para o vinho na boca.

Se você ainda não experimentou assim, vai ver que faz grande diferença. Se estiver degustando, colocando um vinho espumante, vai perceber o gás, as borbulhas que dão a sensação de picadas na língua, causando uma provocação e trazendo junto acidez, fazendo a boca salivar.

Um vinho branco da uva Pinogrid pode ter sensação de médio corpo, pouca acidez e certa doçura ao final de boca. Um vinho já é mais encorpado, vai pesar na boca e até esquentar a língua, pois, muito provavelmente, será bem alcoólico. Daí vem a sensação de peso e calor na boca.

Há muitos termos para se usar nas degustações de vinhos, e isso é fácil de encontrar na internet, como termos de vinho: adstringente, equilibrado, verde, fechado e por aí vai.

Se você também tem experiências na sua degustação, compartilhe conosco nas redes sociais, usando a hashtag música e vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É legal identificar se o vinho é do seu gosto ou não, mas melhor ainda é entender por quê. Quais são os aspectos que te agradam? Será que você gosta do vinho mais leve ou mais encorpado? Mais ou menos acidez? Mais ou menos taninos?

Em uma degustação técnica, procure colocar o vinho na boca e depois girá-lo, porque ele percorre todos os lados da língua, onde sentimos as sensações do vinho: açúcar, amargor, acidez e álcool. Esses são os quatro elementos possíveis de sentir.

E depois você engole, e assim você prepara as papilas gustativas para degustar o vinho, e os aromas entram pelo nariz, e o álcool evapora. O ideal é beber uma boa quantidade, mas sem encher demais a boca, para dar esse espaço de giro para o vinho na boca.

Se você ainda não experimentou assim, vai ver que faz grande diferença. Se estiver degustando, colocando um vinho espumante, vai perceber o gás, as borbulhas que dão a sensação de picadas na língua, causando uma provocação e trazendo junto acidez, fazendo a boca salivar.

Um vinho branco da uva Pinogrid pode ter sensação de médio corpo, pouca acidez e certa doçura ao final de boca. Um vinho já é mais encorpado, vai pesar na boca e até esquentar a língua, pois, muito provavelmente, será bem alcoólico. Daí vem a sensação de peso e calor na boca.

Há muitos termos para se usar nas degustações de vinhos, e isso é fácil de encontrar na internet, como termos de vinho: adstringente, equilibrado, verde, fechado e por aí vai.

Se você também tem experiências na sua degustação, compartilhe conosco nas redes sociais, usando a hashtag música e vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É legal identificar se o vinho é do seu gosto ou não, mas melhor ainda é entender por quê. Quais são os aspectos que te agradam? Será que você gosta do vinho mais leve ou mais encorpado? Mais ou menos acidez? Mais ou menos taninos?

Em uma degustação técnica, procure colocar o vinho na boca e depois girá-lo, porque ele percorre todos os lados da língua, onde sentimos as sensações do vinho: açúcar, amargor, acidez e álcool. Esses são os quatro elementos possíveis de sentir.

E depois você engole, e assim você prepara as papilas gustativas para degustar o vinho, e os aromas entram pelo nariz, e o álcool evapora. O ideal é beber uma boa quantidade, mas sem encher demais a boca, para dar esse espaço de giro para o vinho na boca.

Se você ainda não experimentou assim, vai ver que faz grande diferença. Se estiver degustando, colocando um vinho espumante, vai perceber o gás, as borbulhas que dão a sensação de picadas na língua, causando uma provocação e trazendo junto acidez, fazendo a boca salivar.

Um vinho branco da uva Pinogrid pode ter sensação de médio corpo, pouca acidez e certa doçura ao final de boca. Um vinho já é mais encorpado, vai pesar na boca e até esquentar a língua, pois, muito provavelmente, será bem alcoólico. Daí vem a sensação de peso e calor na boca.

Há muitos termos para se usar nas degustações de vinhos, e isso é fácil de encontrar na internet, como termos de vinho: adstringente, equilibrado, verde, fechado e por aí vai.

Se você também tem experiências na sua degustação, compartilhe conosco nas redes sociais, usando a hashtag música e vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DEGUSTAÇÃO TÉCNICA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MALBEC E SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy. Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, aquela taça de conhecimento diária sobre o encantador mundo do vinho.

Hoje abordaremos a uva Mourvèdre, uma uva famosa que tem sua origem registrada na Espanha, onde é chamada de Monastrell, e só depois foi implantada na França, pela região sul deste país.

Esta variedade proporciona excelentes resultados em climas quentes e secos, e seus bagos têm casca grossa e coloração intensa. Assim sendo, os taninos estão em evidência nesta uva.

Na França, está presente no famoso blend GSM, sigla para Grenache, Syrah e Mourvèdre. Também é importante na Provence, onde são produzidos alguns dos rosados mais famosos e elegantes do mundo.

Na Espanha, a produção desta uva está em pleno crescimento, apresentando ao consumidor uma proposta de vinho rica em taninos, álcool e, em alguns rótulos, com açúcar residual perceptível.

Sempre que aprecio um Monastrell, prefiro decantá-lo.

Na harmonização, experimente com costela bovina cozida, hambúrguer, ensopado de cordeiro e até mesmo uma dobradinha com bacon e calabresa. E que tal uma tábua de frios? Viu como a Monastrell é muito versátil?

Particularmente falando, é um vinho que agrada muito a quem aprecia Cabernet Sauvignon encorpados do Novo Mundo. Vale a pena experimentar.

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho no meu Instagram, @jonas.sommelier.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MOURVÈDRE ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola Luísa Argenta se destaca por unir arquitetura moderna, tecnologia e tradição na produção de vinhos de alta qualidade. Com vinhedos próprios cultivados em uma das regiões mais altas do Rio Grande do Sul, a empresa valoriza o rigor no cultivo das uvas e produz rótulos que vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional, reforçando o potencial dos vinhos brasileiros.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola Luísa Argenta se destaca por unir arquitetura moderna, tecnologia e tradição na produção de vinhos de alta qualidade. Com vinhedos próprios cultivados em uma das regiões mais altas do Rio Grande do Sul, a empresa valoriza o rigor no cultivo das uvas e produz rótulos que vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional, reforçando o potencial dos vinhos brasileiros.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[LUÍSA ARGENTA: MODERNIDADE E EXCELÊNCIA NA SERRA GAÚCHA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da Bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degustei o Baía Negra Tempranillo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação alcoólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o quê? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da Bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degustei o Baía Negra Tempranillo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação alcoólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o quê? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da Bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degustei o Baía Negra Tempranillo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação alcoólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o quê? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da Bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degustei o Baía Negra Tempranillo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação alcoólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o quê? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BODEGA SELAYA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BISQUERTT LA JOYA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO VILLA CARDETO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[STUDIO BY MIRAVAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BARISTA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[lembrando sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.

Há muito tempo não degustava os vinhos da vinícula Saltón, constituída em 1910 no Brasil. Ela foi fundada pelos imigrantes italianos da família do senhor Antonio Domênico Saltón, vindos do Véneto. Os espumantes são super conhecidos e têm excelente custo-benefício. O vinho Saltón Talento já foi considerado um dos melhores tintos do Brasil. Ele é um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Taná. São quase 20 dias de maceração, 12 meses de carvalho francês, mais 12 meses na garrafa. É um super vinho brasileiro.

Degustei agora o vinho da linha exclusividade, de garrafas e produção bem limitada. O vinho se chama Septimum, com sete uvas. As uvas são Taná, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Terodego, Cabernet Sauvignon e Marcelin. Tudo junto em um único vinho. A maceração de 5 dias, mais 15 dias no carvalho francês e um ano de garrafa, para se ter um vinho profundo, de coloração vibrante, bem equilibrado às sete uvas.

Aromas de frutas secas, vermelhas e negras, com notas balsâmicas, especiarias e baunilha. Este é um vinho bastante complexo e aveludado, de taninos redondos e acentuado final de boca. Que tal um vinho brasileiro com massa de berinjela, ravioles e torteles ao molho de carnes ou caças? Já temos ótimas opções de vinhos nacionais, e o Septimum é um deles, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[lembrando sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.

Há muito tempo não degustava os vinhos da vinícula Saltón, constituída em 1910 no Brasil. Ela foi fundada pelos imigrantes italianos da família do senhor Antonio Domênico Saltón, vindos do Véneto. Os espumantes são super conhecidos e têm excelente custo-benefício. O vinho Saltón Talento já foi considerado um dos melhores tintos do Brasil. Ele é um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Taná. São quase 20 dias de maceração, 12 meses de carvalho francês, mais 12 meses na garrafa. É um super vinho brasileiro.

Degustei agora o vinho da linha exclusividade, de garrafas e produção bem limitada. O vinho se chama Septimum, com sete uvas. As uvas são Taná, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Terodego, Cabernet Sauvignon e Marcelin. Tudo junto em um único vinho. A maceração de 5 dias, mais 15 dias no carvalho francês e um ano de garrafa, para se ter um vinho profundo, de coloração vibrante, bem equilibrado às sete uvas.

Aromas de frutas secas, vermelhas e negras, com notas balsâmicas, especiarias e baunilha. Este é um vinho bastante complexo e aveludado, de taninos redondos e acentuado final de boca. Que tal um vinho brasileiro com massa de berinjela, ravioles e torteles ao molho de carnes ou caças? Já temos ótimas opções de vinhos nacionais, e o Septimum é um deles, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[lembrando sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.

Há muito tempo não degustava os vinhos da vinícula Saltón, constituída em 1910 no Brasil. Ela foi fundada pelos imigrantes italianos da família do senhor Antonio Domênico Saltón, vindos do Véneto. Os espumantes são super conhecidos e têm excelente custo-benefício. O vinho Saltón Talento já foi considerado um dos melhores tintos do Brasil. Ele é um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Taná. São quase 20 dias de maceração, 12 meses de carvalho francês, mais 12 meses na garrafa. É um super vinho brasileiro.

Degustei agora o vinho da linha exclusividade, de garrafas e produção bem limitada. O vinho se chama Septimum, com sete uvas. As uvas são Taná, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Terodego, Cabernet Sauvignon e Marcelin. Tudo junto em um único vinho. A maceração de 5 dias, mais 15 dias no carvalho francês e um ano de garrafa, para se ter um vinho profundo, de coloração vibrante, bem equilibrado às sete uvas.

Aromas de frutas secas, vermelhas e negras, com notas balsâmicas, especiarias e baunilha. Este é um vinho bastante complexo e aveludado, de taninos redondos e acentuado final de boca. Que tal um vinho brasileiro com massa de berinjela, ravioles e torteles ao molho de carnes ou caças? Já temos ótimas opções de vinhos nacionais, e o Septimum é um deles, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[lembrando sempre de manter a moderação e se beber, não dirija.

Há muito tempo não degustava os vinhos da vinícula Saltón, constituída em 1910 no Brasil. Ela foi fundada pelos imigrantes italianos da família do senhor Antonio Domênico Saltón, vindos do Véneto. Os espumantes são super conhecidos e têm excelente custo-benefício. O vinho Saltón Talento já foi considerado um dos melhores tintos do Brasil. Ele é um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Taná. São quase 20 dias de maceração, 12 meses de carvalho francês, mais 12 meses na garrafa. É um super vinho brasileiro.

Degustei agora o vinho da linha exclusividade, de garrafas e produção bem limitada. O vinho se chama Septimum, com sete uvas. As uvas são Taná, Ancelota, Merlot, Cabernet Franc, Terodego, Cabernet Sauvignon e Marcelin. Tudo junto em um único vinho. A maceração de 5 dias, mais 15 dias no carvalho francês e um ano de garrafa, para se ter um vinho profundo, de coloração vibrante, bem equilibrado às sete uvas.

Aromas de frutas secas, vermelhas e negras, com notas balsâmicas, especiarias e baunilha. Este é um vinho bastante complexo e aveludado, de taninos redondos e acentuado final de boca. Que tal um vinho brasileiro com massa de berinjela, ravioles e torteles ao molho de carnes ou caças? Já temos ótimas opções de vinhos nacionais, e o Septimum é um deles, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCULA SALTON]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO POLIPHONIA E VINHO CHORINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho: uma ótima manhã pra você!Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranillo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias e fermentação a temperatura bem baixa para preservar o frescor. Teor alcoólico: apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paella com todas as suas nuances perfeitas — sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto. A harmonização foi perfeita!Escolha você também um bom rosé e se empolgue na cozinha, hein? Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho: uma ótima manhã pra você!Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranillo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias e fermentação a temperatura bem baixa para preservar o frescor. Teor alcoólico: apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paella com todas as suas nuances perfeitas — sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto. A harmonização foi perfeita!Escolha você também um bom rosé e se empolgue na cozinha, hein? Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho: uma ótima manhã pra você!Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranillo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias e fermentação a temperatura bem baixa para preservar o frescor. Teor alcoólico: apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paella com todas as suas nuances perfeitas — sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto. A harmonização foi perfeita!Escolha você também um bom rosé e se empolgue na cozinha, hein? Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho: uma ótima manhã pra você!Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranillo e 30% de Cabernet Sauvignon. Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias e fermentação a temperatura bem baixa para preservar o frescor. Teor alcoólico: apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paella com todas as suas nuances perfeitas — sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto. A harmonização foi perfeita!Escolha você também um bom rosé e se empolgue na cozinha, hein? Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ ROSÉ REVOLUTION]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MONASTRELL VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brute Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom para nós, porque açúcar só tira a nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como Alicante Boucher desde 2004 e a uva Egiodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei. Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei, degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso, e o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage. O Consentos traz notas mais fechadas, como Bosque Molhado, Café com Leite, Ameixas, especiarias doces como cravo e chocolate.

São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas. 70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto. Harmonizei com empadas de calabresa, o molho funghi. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa? Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho. 🍷]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brute Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom para nós, porque açúcar só tira a nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como Alicante Boucher desde 2004 e a uva Egiodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei. Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei, degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso, e o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage. O Consentos traz notas mais fechadas, como Bosque Molhado, Café com Leite, Ameixas, especiarias doces como cravo e chocolate.

São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas. 70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto. Harmonizei com empadas de calabresa, o molho funghi. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa? Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho. 🍷]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brute Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom para nós, porque açúcar só tira a nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como Alicante Boucher desde 2004 e a uva Egiodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei. Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei, degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso, e o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage. O Consentos traz notas mais fechadas, como Bosque Molhado, Café com Leite, Ameixas, especiarias doces como cravo e chocolate.

São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas. 70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto. Harmonizei com empadas de calabresa, o molho funghi. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa? Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho. 🍷]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem uma vinícola brasileira que está ousando e provocando o mercado. A Pisato, do Vale dos Vinhedos, que já comentei sobre o Fausto Merlot e o espumante Brute Natur, que segue a tendência de zero açúcar. Bom para nós, porque açúcar só tira a nossa energia.

A Pisato está plantando e elaborando vinhos com uvas bem diferentes, como Alicante Boucher desde 2004 e a uva Egiodola, uma das poucas versões dessa uva no Brasil, mas ainda não degustei. Está apostando também na Merlot, que há muito tempo o Brasil está tentando colocar como uva-bandeira, e outras versões ainda em assemblage.

Ganhei, degustei o Pisato Consentos. Consentos, em latim, é harmonia, consenso, e o vinho é o perfeito consenso entre Merlot, Cabernet Sauvignon e Taná, um assemblage. O Consentos traz notas mais fechadas, como Bosque Molhado, Café com Leite, Ameixas, especiarias doces como cravo e chocolate.

São 11 dias macerando, extraindo aromas e sabores das três uvas. 70% do vinho é Merlot, apesar de estar realmente se empenhando na uva Merlot. 70% do vinho é Merlot e, apesar de realmente estar se empenhando para que a Merlot seja a nossa uva bandeira, o restante é 15% de Taná e 15% de Cabernet Sauvignon.

É bem encorpadinho para a maioria dos vinhos brasileiros. Tem uma persistência média longa e a sugestão de harmonização são as caças, churrascos e molhos com vinho tinto. Harmonizei com empadas de calabresa, o molho funghi. Deu certo. E você? Também inventa harmonizações com vinhos em casa? Aproveite e compartilhe comigo usando a hashtag música e vinho. 🍷]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PIZZATO CONCENTUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LA LINDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINICOLA MAIS ANTIGA DO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que satisfação estar com você para mais um episódio da nossa Taça de Conhecimento, aqui no Música e Vinho. Seja bem-vindo!

Hoje falaremos sobre o Vale de Casablanca, uma região em grande ascensão no Chile. O vale está em uma localização privilegiada entre a capital, Santiago, e a cidade de Valparaíso, em uma linda planície costeira, onde os dias são bem quentes e as noites bastante frescas. Tal clima proporciona excelente maturação para as veridades cultivadas por lá.

Casablanca carregou, durante muito tempo, um rótulo de produzir vinhos baratos, principalmente com a uva Sauvignon Blanc. Porém, o cenário vem mudando, e é possível encontrar excelentes vinhos, como a Riesling, por exemplo, e até mesmo. Mesmo Gevustraminer, sensacional.

A espetacular vinícola Mattetite produz um vinho biodinâmico com a ova Sauvignon Blanc, com aromas que remetem a frutas cítricas e tropicais, como, por exemplo, papaya e, além disso, traz notas minerais que elevam o frescor do vinho.

Hummm... Em boca, é salino, frutado, rico, perfeito para harmonizar com ceviche, frutos do mar cozidos ou grelhados.

Um brinde ao Chile e à sua grande gama de vinhos sensacionais! E um brinde, obviamente, especial a você, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier. Aproveite e curta a página. Será um prazer!
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALE DE CASABLANCA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONCEITO INOVADOR ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RECEITA MOLHO DE CARNE COM CAFÉ - VINHO MERLOT PARA ACOMPANHAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre mais um vinho espumante nacional. A vinícola Domguerino traz, entre seu variado portfólio, o espumante Domguerino Natur Blanc de Blanc.

O espumante é produzido 100% com a uva branca Chardonnay e, por isso, encontramos no rótulo a expressão Blanc de Blanc, que significa vinho branco de uvas brancas.

As uvas são selecionadas manualmente. O desengasse é feito, seguido de uma leve ruptura das cascas, prensagem e separação do mosto flor, ou seja, o primeiro suco a sair da prensagem. Esse é mais nobre, rico em sabor e aromas.

A fermentação é realizada com leveduras selecionadas e controle de temperatura, e o mosto passa por batonagem por 30 dias, ganhando mais complexidade e qualidade.

O método de produção é o tradicional, onde a segunda fermentação é realizada dentro da própria garrafa, idêntico ao que ocorre em champanhe, na França.

O espumante passa por amadurecimento durante 36 meses em contato com as leveduras inativas. Neste momento, ganha cremosidade e mais complexidade em aromas e sabores.

De cor amarelo-palha, com reflexos esverdeados e perlage elegante e contínua, apresenta aromas de frutas cítricas, notas de pão tostado e especiarias. Em boca, é fino, fresco e traz um frescor com sabores de frutas brancas. Sensacional!

Deixe sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Curta a nossa página. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DON GUERINO NATURE BLANC DE BLANC]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO TERROSO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Da região central da Itália, chamada Umbria, vem o delicioso vinho Villa Cardetto, elaborado com a uva Pinogridio. Só para situar, a uva Pinogridio é rosada e tem a origem na França, mas é famosa também na Itália e recebe outros inúmeros nomes em várias partes do mundo, como o Rulander, na região da Áustria. Sivipinô é o nome que ela recebe na Eslovênia, Alcerroá gris na própria Alsácia e Pinogris.

Essa uva tem características de um vinho com boa acidez, pouco corpo, aromas cítricos de carambola, maçã verde, amêndoas; é um vinho seco, mas com aromas adocicados.

Degustei o Villa Cardetto Pinogridio, da Umbria, uma combinação perfeita para peixes como linguado, massas com frutos do mar, frango ao molho agridoces, saladas e quiches de legumes.

A região da Umbria é de muitas colinas e algumas montanhas e, bem ao centro, está localizada a cidade medieval de Orvieto, outro grande destaque da Umbria, que dá nome a um vinho elaborado com as uvas trebiano, malvazia, greteto e pode ter um corte de chardonnay. O vinho se chama Orvieto; é o estilo de vinho e não o nome do produtor.

Passei pela Umbria de carro e subi até a cidade de Orvieto, uma pérola no alto das pedras, rodeada de vinhedos e oliveiras, uma belíssima paisagem.

Lembrando sempre que, se beber, como eu fiz, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Da região central da Itália, chamada Umbria, vem o delicioso vinho Villa Cardetto, elaborado com a uva Pinogridio. Só para situar, a uva Pinogridio é rosada e tem a origem na França, mas é famosa também na Itália e recebe outros inúmeros nomes em várias partes do mundo, como o Rulander, na região da Áustria. Sivipinô é o nome que ela recebe na Eslovênia, Alcerroá gris na própria Alsácia e Pinogris.

Essa uva tem características de um vinho com boa acidez, pouco corpo, aromas cítricos de carambola, maçã verde, amêndoas; é um vinho seco, mas com aromas adocicados.

Degustei o Villa Cardetto Pinogridio, da Umbria, uma combinação perfeita para peixes como linguado, massas com frutos do mar, frango ao molho agridoces, saladas e quiches de legumes.

A região da Umbria é de muitas colinas e algumas montanhas e, bem ao centro, está localizada a cidade medieval de Orvieto, outro grande destaque da Umbria, que dá nome a um vinho elaborado com as uvas trebiano, malvazia, greteto e pode ter um corte de chardonnay. O vinho se chama Orvieto; é o estilo de vinho e não o nome do produtor.

Passei pela Umbria de carro e subi até a cidade de Orvieto, uma pérola no alto das pedras, rodeada de vinhedos e oliveiras, uma belíssima paisagem.

Lembrando sempre que, se beber, como eu fiz, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Da região central da Itália, chamada Umbria, vem o delicioso vinho Villa Cardetto, elaborado com a uva Pinogridio. Só para situar, a uva Pinogridio é rosada e tem a origem na França, mas é famosa também na Itália e recebe outros inúmeros nomes em várias partes do mundo, como o Rulander, na região da Áustria. Sivipinô é o nome que ela recebe na Eslovênia, Alcerroá gris na própria Alsácia e Pinogris.

Essa uva tem características de um vinho com boa acidez, pouco corpo, aromas cítricos de carambola, maçã verde, amêndoas; é um vinho seco, mas com aromas adocicados.

Degustei o Villa Cardetto Pinogridio, da Umbria, uma combinação perfeita para peixes como linguado, massas com frutos do mar, frango ao molho agridoces, saladas e quiches de legumes.

A região da Umbria é de muitas colinas e algumas montanhas e, bem ao centro, está localizada a cidade medieval de Orvieto, outro grande destaque da Umbria, que dá nome a um vinho elaborado com as uvas trebiano, malvazia, greteto e pode ter um corte de chardonnay. O vinho se chama Orvieto; é o estilo de vinho e não o nome do produtor.

Passei pela Umbria de carro e subi até a cidade de Orvieto, uma pérola no alto das pedras, rodeada de vinhedos e oliveiras, uma belíssima paisagem.

Lembrando sempre que, se beber, como eu fiz, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Da região central da Itália, chamada Umbria, vem o delicioso vinho Villa Cardetto, elaborado com a uva Pinogridio. Só para situar, a uva Pinogridio é rosada e tem a origem na França, mas é famosa também na Itália e recebe outros inúmeros nomes em várias partes do mundo, como o Rulander, na região da Áustria. Sivipinô é o nome que ela recebe na Eslovênia, Alcerroá gris na própria Alsácia e Pinogris.

Essa uva tem características de um vinho com boa acidez, pouco corpo, aromas cítricos de carambola, maçã verde, amêndoas; é um vinho seco, mas com aromas adocicados.

Degustei o Villa Cardetto Pinogridio, da Umbria, uma combinação perfeita para peixes como linguado, massas com frutos do mar, frango ao molho agridoces, saladas e quiches de legumes.

A região da Umbria é de muitas colinas e algumas montanhas e, bem ao centro, está localizada a cidade medieval de Orvieto, outro grande destaque da Umbria, que dá nome a um vinho elaborado com as uvas trebiano, malvazia, greteto e pode ter um corte de chardonnay. O vinho se chama Orvieto; é o estilo de vinho e não o nome do produtor.

Passei pela Umbria de carro e subi até a cidade de Orvieto, uma pérola no alto das pedras, rodeada de vinhedos e oliveiras, uma belíssima paisagem.

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      <title><![CDATA[ VINHO VILLA CARDETO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS JOVENS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS GASTRONÔMICOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE AURORA MOSCATEL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CHATEAU DUVALIER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Argentina Vinha Cobos é do renomado enólogo produtor Paul Hobbs, foi fundada em 1988 em Mendonça. Eu degustei o Brahmari Malbec de Luhandecuyo.

A diferença de rótulos por terroir é um diferencial dessa vinícola. Eles prezam muito os diferentes aspectos dos vinhos que trazem as notas do terroir. Este é um supervinho de cor forte, intensa, aquele vermelho rubi quase negro, de terroir pedregoso, e traz um certo mineral, produz vinhos fortes.

O envelhecimento e evolução do vinho acontece em barricas mescladas entre carvalho americano e francês, de novos e segundo uso, durante 18 meses. Além da coloração intensa, apresenta também fruta vermelha e negra. É um vinho amplo, de taninos macios, intensos e longa persistência. Mais um vinhão, como diria o Paul Hobbs.

Bom dia, doutor Joaquim Spadone, um grande abraço, Joaquim Spadone.

Me deu vontade de harmonizar e corri para fazer um risoto de filé com funghi. Malbec pede carne, não tem jeito. Funghi tem gosto de carne, e o risoto fica ainda mais escuro, untuoso, mais pesado, rico, complexo de sabores e harmônico.

O vinho Cobus Brahmari Malbec combina com risoto de filé e funghi, e lembrando sempre de manter a moderação. Reúna os amigos, deguste o seu vinho, mas mantenha a moderação para aproveitar vinhos novos e diferentes.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Argentina Vinha Cobos é do renomado enólogo produtor Paul Hobbs, foi fundada em 1988 em Mendonça. Eu degustei o Brahmari Malbec de Luhandecuyo.

A diferença de rótulos por terroir é um diferencial dessa vinícola. Eles prezam muito os diferentes aspectos dos vinhos que trazem as notas do terroir. Este é um supervinho de cor forte, intensa, aquele vermelho rubi quase negro, de terroir pedregoso, e traz um certo mineral, produz vinhos fortes.

O envelhecimento e evolução do vinho acontece em barricas mescladas entre carvalho americano e francês, de novos e segundo uso, durante 18 meses. Além da coloração intensa, apresenta também fruta vermelha e negra. É um vinho amplo, de taninos macios, intensos e longa persistência. Mais um vinhão, como diria o Paul Hobbs.

Bom dia, doutor Joaquim Spadone, um grande abraço, Joaquim Spadone.

Me deu vontade de harmonizar e corri para fazer um risoto de filé com funghi. Malbec pede carne, não tem jeito. Funghi tem gosto de carne, e o risoto fica ainda mais escuro, untuoso, mais pesado, rico, complexo de sabores e harmônico.

O vinho Cobus Brahmari Malbec combina com risoto de filé e funghi, e lembrando sempre de manter a moderação. Reúna os amigos, deguste o seu vinho, mas mantenha a moderação para aproveitar vinhos novos e diferentes.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A Argentina Vinha Cobos é do renomado enólogo produtor Paul Hobbs, foi fundada em 1988 em Mendonça. Eu degustei o Brahmari Malbec de Luhandecuyo.

A diferença de rótulos por terroir é um diferencial dessa vinícola. Eles prezam muito os diferentes aspectos dos vinhos que trazem as notas do terroir. Este é um supervinho de cor forte, intensa, aquele vermelho rubi quase negro, de terroir pedregoso, e traz um certo mineral, produz vinhos fortes.

O envelhecimento e evolução do vinho acontece em barricas mescladas entre carvalho americano e francês, de novos e segundo uso, durante 18 meses. Além da coloração intensa, apresenta também fruta vermelha e negra. É um vinho amplo, de taninos macios, intensos e longa persistência. Mais um vinhão, como diria o Paul Hobbs.

Bom dia, doutor Joaquim Spadone, um grande abraço, Joaquim Spadone.

Me deu vontade de harmonizar e corri para fazer um risoto de filé com funghi. Malbec pede carne, não tem jeito. Funghi tem gosto de carne, e o risoto fica ainda mais escuro, untuoso, mais pesado, rico, complexo de sabores e harmônico.

O vinho Cobus Brahmari Malbec combina com risoto de filé e funghi, e lembrando sempre de manter a moderação. Reúna os amigos, deguste o seu vinho, mas mantenha a moderação para aproveitar vinhos novos e diferentes.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A Argentina Vinha Cobos é do renomado enólogo produtor Paul Hobbs, foi fundada em 1988 em Mendonça. Eu degustei o Brahmari Malbec de Luhandecuyo.

A diferença de rótulos por terroir é um diferencial dessa vinícola. Eles prezam muito os diferentes aspectos dos vinhos que trazem as notas do terroir. Este é um supervinho de cor forte, intensa, aquele vermelho rubi quase negro, de terroir pedregoso, e traz um certo mineral, produz vinhos fortes.

O envelhecimento e evolução do vinho acontece em barricas mescladas entre carvalho americano e francês, de novos e segundo uso, durante 18 meses. Além da coloração intensa, apresenta também fruta vermelha e negra. É um vinho amplo, de taninos macios, intensos e longa persistência. Mais um vinhão, como diria o Paul Hobbs.

Bom dia, doutor Joaquim Spadone, um grande abraço, Joaquim Spadone.

Me deu vontade de harmonizar e corri para fazer um risoto de filé com funghi. Malbec pede carne, não tem jeito. Funghi tem gosto de carne, e o risoto fica ainda mais escuro, untuoso, mais pesado, rico, complexo de sabores e harmônico.

O vinho Cobus Brahmari Malbec combina com risoto de filé e funghi, e lembrando sempre de manter a moderação. Reúna os amigos, deguste o seu vinho, mas mantenha a moderação para aproveitar vinhos novos e diferentes.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRAMARE  MALBEC DE LUHANDECUYO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Obrigada pela sua companhia de sempre e para você que quer saber mais sobre música e vinho.

A uva de Tróia também é conhecida como Nero de Tróia, ou Sumarelo, ou Somarelo, e é típica do sul da Itália. A uva não é originária da Turquia, onde aconteceu a famosa Guerra de Tróia, mas a lenda diz que ela foi levada para a Itália por um herói da Guerra de Tróia que foi exilado após a guerra, chamada Diomedes.

A uva é da cidade de Tróia, na Itália, na Puglia, a mesma região da uva primitivo. É uma variedade de maturação tardia e muito resistente às pragas. Mesmo assim, vem sendo substituída pela uva primitivo e pela negro-amaro.

A uva Nero de Tróia produz vinhos com aromas de violeta, cereja madura, couro, tabaco, muito cacau e cassis. São geralmente vinhos profundos, complexos, de cor viva e ricos em taninos. A distringência típica, às vezes, é suave com os cortes, a mistura ou assemblage de outras uvas, como a Monteputiano.

É uma uva típica da Toscana, sim, porém é comum encontrar vinhedos na proporção 3 por 1 de Nero de Troia e Monteputiano. São três fileiras de Nero de Troia e uma fileira de Monteputiano plantadas na região da Puglia.

Uma tendência é a vinificação de varietais 100% Nero de Troia, e os xenólogos diminuem a gerengência normal desta uva com macerações mais curtas e controlando a temperatura na fermentação.

Os vinhos da uva Nero de Troia harmonizam muito bem com carnes, especialmente raguz de coelho, cordeiro, ossobuco e massas com sabores fortes.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Já pensou degustar um vinho da uva Nero de Troia? É mais uma novidade que você só encontra aqui no Musica e Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Obrigada pela sua companhia de sempre e para você que quer saber mais sobre música e vinho.

A uva de Tróia também é conhecida como Nero de Tróia, ou Sumarelo, ou Somarelo, e é típica do sul da Itália. A uva não é originária da Turquia, onde aconteceu a famosa Guerra de Tróia, mas a lenda diz que ela foi levada para a Itália por um herói da Guerra de Tróia que foi exilado após a guerra, chamada Diomedes.

A uva é da cidade de Tróia, na Itália, na Puglia, a mesma região da uva primitivo. É uma variedade de maturação tardia e muito resistente às pragas. Mesmo assim, vem sendo substituída pela uva primitivo e pela negro-amaro.

A uva Nero de Tróia produz vinhos com aromas de violeta, cereja madura, couro, tabaco, muito cacau e cassis. São geralmente vinhos profundos, complexos, de cor viva e ricos em taninos. A distringência típica, às vezes, é suave com os cortes, a mistura ou assemblage de outras uvas, como a Monteputiano.

É uma uva típica da Toscana, sim, porém é comum encontrar vinhedos na proporção 3 por 1 de Nero de Troia e Monteputiano. São três fileiras de Nero de Troia e uma fileira de Monteputiano plantadas na região da Puglia.

Uma tendência é a vinificação de varietais 100% Nero de Troia, e os xenólogos diminuem a gerengência normal desta uva com macerações mais curtas e controlando a temperatura na fermentação.

Os vinhos da uva Nero de Troia harmonizam muito bem com carnes, especialmente raguz de coelho, cordeiro, ossobuco e massas com sabores fortes.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Já pensou degustar um vinho da uva Nero de Troia? É mais uma novidade que você só encontra aqui no Musica e Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Obrigada pela sua companhia de sempre e para você que quer saber mais sobre música e vinho.

A uva de Tróia também é conhecida como Nero de Tróia, ou Sumarelo, ou Somarelo, e é típica do sul da Itália. A uva não é originária da Turquia, onde aconteceu a famosa Guerra de Tróia, mas a lenda diz que ela foi levada para a Itália por um herói da Guerra de Tróia que foi exilado após a guerra, chamada Diomedes.

A uva é da cidade de Tróia, na Itália, na Puglia, a mesma região da uva primitivo. É uma variedade de maturação tardia e muito resistente às pragas. Mesmo assim, vem sendo substituída pela uva primitivo e pela negro-amaro.

A uva Nero de Tróia produz vinhos com aromas de violeta, cereja madura, couro, tabaco, muito cacau e cassis. São geralmente vinhos profundos, complexos, de cor viva e ricos em taninos. A distringência típica, às vezes, é suave com os cortes, a mistura ou assemblage de outras uvas, como a Monteputiano.

É uma uva típica da Toscana, sim, porém é comum encontrar vinhedos na proporção 3 por 1 de Nero de Troia e Monteputiano. São três fileiras de Nero de Troia e uma fileira de Monteputiano plantadas na região da Puglia.

Uma tendência é a vinificação de varietais 100% Nero de Troia, e os xenólogos diminuem a gerengência normal desta uva com macerações mais curtas e controlando a temperatura na fermentação.

Os vinhos da uva Nero de Troia harmonizam muito bem com carnes, especialmente raguz de coelho, cordeiro, ossobuco e massas com sabores fortes.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Já pensou degustar um vinho da uva Nero de Troia? É mais uma novidade que você só encontra aqui no Musica e Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você. Obrigada pela sua companhia de sempre e para você que quer saber mais sobre música e vinho.

A uva de Tróia também é conhecida como Nero de Tróia, ou Sumarelo, ou Somarelo, e é típica do sul da Itália. A uva não é originária da Turquia, onde aconteceu a famosa Guerra de Tróia, mas a lenda diz que ela foi levada para a Itália por um herói da Guerra de Tróia que foi exilado após a guerra, chamada Diomedes.

A uva é da cidade de Tróia, na Itália, na Puglia, a mesma região da uva primitivo. É uma variedade de maturação tardia e muito resistente às pragas. Mesmo assim, vem sendo substituída pela uva primitivo e pela negro-amaro.

A uva Nero de Tróia produz vinhos com aromas de violeta, cereja madura, couro, tabaco, muito cacau e cassis. São geralmente vinhos profundos, complexos, de cor viva e ricos em taninos. A distringência típica, às vezes, é suave com os cortes, a mistura ou assemblage de outras uvas, como a Monteputiano.

É uma uva típica da Toscana, sim, porém é comum encontrar vinhedos na proporção 3 por 1 de Nero de Troia e Monteputiano. São três fileiras de Nero de Troia e uma fileira de Monteputiano plantadas na região da Puglia.

Uma tendência é a vinificação de varietais 100% Nero de Troia, e os xenólogos diminuem a gerengência normal desta uva com macerações mais curtas e controlando a temperatura na fermentação.

Os vinhos da uva Nero de Troia harmonizam muito bem com carnes, especialmente raguz de coelho, cordeiro, ossobuco e massas com sabores fortes.

Lembre-se sempre de manter a moderação. Já pensou degustar um vinho da uva Nero de Troia? É mais uma novidade que você só encontra aqui no Musica e Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA NERO DI TROIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Musica e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Uma ótima manhã para você! Que os espumantes brasileiros são de alta qualidade, nós já sabemos há muito tempo, mas uma classificação oficial veio para valorizar ainda mais os espumantes da região de Pinto Bandeira: a Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira.

Faz parte dessa DO as vinícolas Aurora, Dom Giovanni, Cavegaze e Valmarino. A área está situada entre 520 e 770 metros; isso permite plantio no sistema em espaldeira, aquele em que a videira recebe o sol da manhã e da tarde.

Outras regras para a produção no uso da DO Altos de Pinto Bandeira é o uso exclusivo do método tradicional, onde a segunda fermentação é elaborada na garrafa por, no mínimo, 12 meses. As uvas permitidas são Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico.

Uma super conquista que merece muito. Conhece muitos brindes com espumantes brasileiros da primeira denominação de origem de vinhos espumantes, DO Altos de Pinto Bandeira.

Bom espumante para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Musica e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Uma ótima manhã para você! Que os espumantes brasileiros são de alta qualidade, nós já sabemos há muito tempo, mas uma classificação oficial veio para valorizar ainda mais os espumantes da região de Pinto Bandeira: a Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira.

Faz parte dessa DO as vinícolas Aurora, Dom Giovanni, Cavegaze e Valmarino. A área está situada entre 520 e 770 metros; isso permite plantio no sistema em espaldeira, aquele em que a videira recebe o sol da manhã e da tarde.

Outras regras para a produção no uso da DO Altos de Pinto Bandeira é o uso exclusivo do método tradicional, onde a segunda fermentação é elaborada na garrafa por, no mínimo, 12 meses. As uvas permitidas são Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico.

Uma super conquista que merece muito. Conhece muitos brindes com espumantes brasileiros da primeira denominação de origem de vinhos espumantes, DO Altos de Pinto Bandeira.

Bom espumante para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Musica e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Uma ótima manhã para você! Que os espumantes brasileiros são de alta qualidade, nós já sabemos há muito tempo, mas uma classificação oficial veio para valorizar ainda mais os espumantes da região de Pinto Bandeira: a Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira.

Faz parte dessa DO as vinícolas Aurora, Dom Giovanni, Cavegaze e Valmarino. A área está situada entre 520 e 770 metros; isso permite plantio no sistema em espaldeira, aquele em que a videira recebe o sol da manhã e da tarde.

Outras regras para a produção no uso da DO Altos de Pinto Bandeira é o uso exclusivo do método tradicional, onde a segunda fermentação é elaborada na garrafa por, no mínimo, 12 meses. As uvas permitidas são Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico.

Uma super conquista que merece muito. Conhece muitos brindes com espumantes brasileiros da primeira denominação de origem de vinhos espumantes, DO Altos de Pinto Bandeira.

Bom espumante para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Musica e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Uma ótima manhã para você! Que os espumantes brasileiros são de alta qualidade, nós já sabemos há muito tempo, mas uma classificação oficial veio para valorizar ainda mais os espumantes da região de Pinto Bandeira: a Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira.

Faz parte dessa DO as vinícolas Aurora, Dom Giovanni, Cavegaze e Valmarino. A área está situada entre 520 e 770 metros; isso permite plantio no sistema em espaldeira, aquele em que a videira recebe o sol da manhã e da tarde.

Outras regras para a produção no uso da DO Altos de Pinto Bandeira é o uso exclusivo do método tradicional, onde a segunda fermentação é elaborada na garrafa por, no mínimo, 12 meses. As uvas permitidas são Pinot Noir, Chardonnay e Riesling Itálico.

Uma super conquista que merece muito. Conhece muitos brindes com espumantes brasileiros da primeira denominação de origem de vinhos espumantes, DO Altos de Pinto Bandeira.

Bom espumante para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DO PINTO BANDEIRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CHILENO - LOS BOLDOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ SISTEMA DE CONDUÇÃO DA VIDEIRA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CLÁSSICOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO COM COGUMELOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O música vinho de hoje fala sobre a Oceania, a ilha da Nova Zelândia, no Pacífico. Na minha cabeça, quando penso em Nova Zelândia, vejo Sauvignon Blanc, vinhos brancos, leves, frescos, minerais e com aromas tropicais. A uva Sauvignon Blanc corresponde a 42% da área plantada no país e é a protagonista.

Dizem que não existe vinho branco mais frutado no mundo que os Sauvignon Blancs da Nova Zelândia. A mais famosa região é Marlborough, fica a nordeste da ilha sul e é onde se concentra 73% da produção de todo o país.

Degustei o pontuado Ribbonwood Sauvignon Blanc, de Marlborough. O nome vem da árvore Ribbonwood, nativa da região, para mostrar a responsabilidade com a manutenção da região, a sustentabilidade das árvores que foram replontadas pelo produtor.

A primavera já está chegando e os vinhos vão mudando. Começam a voltar os vinhos brancos, frescos e até os tintos mais leves. O Ribbonwood tem aromas de ervas, aspargos e maracujá, além de notas minerais e uma elevada acidez.

Se você gosta da boca salivando, vai curtir harmonizar este delicioso vinho branco da Nova Zelândia, a terra dos melhores Sauvignon Blancs, com queijos brancos de cabra, saladas, lasanhas de legumes. Pode ser também camarões empanados, risoto de frutos do mar. Essa harmonização fica perfeita com pratos que tenham certa crocância e até um pouco picante, porque a acidez vai refrescar o seu paladar.

Um excelente Sauvignon Blanc para você, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O música vinho de hoje fala sobre a Oceania, a ilha da Nova Zelândia, no Pacífico. Na minha cabeça, quando penso em Nova Zelândia, vejo Sauvignon Blanc, vinhos brancos, leves, frescos, minerais e com aromas tropicais. A uva Sauvignon Blanc corresponde a 42% da área plantada no país e é a protagonista.

Dizem que não existe vinho branco mais frutado no mundo que os Sauvignon Blancs da Nova Zelândia. A mais famosa região é Marlborough, fica a nordeste da ilha sul e é onde se concentra 73% da produção de todo o país.

Degustei o pontuado Ribbonwood Sauvignon Blanc, de Marlborough. O nome vem da árvore Ribbonwood, nativa da região, para mostrar a responsabilidade com a manutenção da região, a sustentabilidade das árvores que foram replontadas pelo produtor.

A primavera já está chegando e os vinhos vão mudando. Começam a voltar os vinhos brancos, frescos e até os tintos mais leves. O Ribbonwood tem aromas de ervas, aspargos e maracujá, além de notas minerais e uma elevada acidez.

Se você gosta da boca salivando, vai curtir harmonizar este delicioso vinho branco da Nova Zelândia, a terra dos melhores Sauvignon Blancs, com queijos brancos de cabra, saladas, lasanhas de legumes. Pode ser também camarões empanados, risoto de frutos do mar. Essa harmonização fica perfeita com pratos que tenham certa crocância e até um pouco picante, porque a acidez vai refrescar o seu paladar.

Um excelente Sauvignon Blanc para você, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O música vinho de hoje fala sobre a Oceania, a ilha da Nova Zelândia, no Pacífico. Na minha cabeça, quando penso em Nova Zelândia, vejo Sauvignon Blanc, vinhos brancos, leves, frescos, minerais e com aromas tropicais. A uva Sauvignon Blanc corresponde a 42% da área plantada no país e é a protagonista.

Dizem que não existe vinho branco mais frutado no mundo que os Sauvignon Blancs da Nova Zelândia. A mais famosa região é Marlborough, fica a nordeste da ilha sul e é onde se concentra 73% da produção de todo o país.

Degustei o pontuado Ribbonwood Sauvignon Blanc, de Marlborough. O nome vem da árvore Ribbonwood, nativa da região, para mostrar a responsabilidade com a manutenção da região, a sustentabilidade das árvores que foram replontadas pelo produtor.

A primavera já está chegando e os vinhos vão mudando. Começam a voltar os vinhos brancos, frescos e até os tintos mais leves. O Ribbonwood tem aromas de ervas, aspargos e maracujá, além de notas minerais e uma elevada acidez.

Se você gosta da boca salivando, vai curtir harmonizar este delicioso vinho branco da Nova Zelândia, a terra dos melhores Sauvignon Blancs, com queijos brancos de cabra, saladas, lasanhas de legumes. Pode ser também camarões empanados, risoto de frutos do mar. Essa harmonização fica perfeita com pratos que tenham certa crocância e até um pouco picante, porque a acidez vai refrescar o seu paladar.

Um excelente Sauvignon Blanc para você, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O música vinho de hoje fala sobre a Oceania, a ilha da Nova Zelândia, no Pacífico. Na minha cabeça, quando penso em Nova Zelândia, vejo Sauvignon Blanc, vinhos brancos, leves, frescos, minerais e com aromas tropicais. A uva Sauvignon Blanc corresponde a 42% da área plantada no país e é a protagonista.

Dizem que não existe vinho branco mais frutado no mundo que os Sauvignon Blancs da Nova Zelândia. A mais famosa região é Marlborough, fica a nordeste da ilha sul e é onde se concentra 73% da produção de todo o país.

Degustei o pontuado Ribbonwood Sauvignon Blanc, de Marlborough. O nome vem da árvore Ribbonwood, nativa da região, para mostrar a responsabilidade com a manutenção da região, a sustentabilidade das árvores que foram replontadas pelo produtor.

A primavera já está chegando e os vinhos vão mudando. Começam a voltar os vinhos brancos, frescos e até os tintos mais leves. O Ribbonwood tem aromas de ervas, aspargos e maracujá, além de notas minerais e uma elevada acidez.

Se você gosta da boca salivando, vai curtir harmonizar este delicioso vinho branco da Nova Zelândia, a terra dos melhores Sauvignon Blancs, com queijos brancos de cabra, saladas, lasanhas de legumes. Pode ser também camarões empanados, risoto de frutos do mar. Essa harmonização fica perfeita com pratos que tenham certa crocância e até um pouco picante, porque a acidez vai refrescar o seu paladar.

Um excelente Sauvignon Blanc para você, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DA NOVA ZELÂNDIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ASPECTOS DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LAPOSTOLLE APALTA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Quem acha que sabe tudo de vinho está muito enganado! Eis o motivo de tanto fascínio pelo assunto: novas descobertas a cada dia! Você conhece a uva Gioia del Colle, Merelone, Zim? Uva de Corato, Della Pérgula ou Primitivo de Goya, Primitivo Nero? Todos são outros nomes da mesma uva Zinfandel. Pesquisas indicam que 90% da produção da uva Zinfandel é feita nos Estados Unidos. E o estilo mais produzido por lá é o White Zinfandel, o rosé que se chama branco, numa coloração rosé e levemente adocicada.

O estilo White Zinfandel ganhou destaque nos anos 70, quando os Estados Unidos descobriram a uva Zinfandel após o período de proibição das bebidas alcoólicas nos Estados Unidos. O estilo ganhou o paladar dos Estados Unidos. Americanos, são vinhos de curtíssima maceração. Mais um acaso do processo de fermentação interrompida sem motivo aparente, e o vinho não extraiu coloração e tinha alto nível de açúcar.

Só pra lembrar: durante a fermentação, o açúcar é transformado em álcool, de forma que, se a fermentação é interrompida, sobra açúcar e o álcool é baixo. E, já que o vinho não tinha mais como extrair coloração, o produtor resolveu retomar a fermentação seguindo o processo de vinhos brancos e obteve um vinho rosé fresco, levemente adocicado, que tem um mercado imenso nos Estados Unidos e no mundo.

O White's Infandel é um estilo de vinho que ganhou o nome também de Blush. Procure um bom produtor americano e experimente seu Blush em dias quentes, afinal, o verão está aí. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quem acha que sabe tudo de vinho está muito enganado! Eis o motivo de tanto fascínio pelo assunto: novas descobertas a cada dia! Você conhece a uva Gioia del Colle, Merelone, Zim? Uva de Corato, Della Pérgula ou Primitivo de Goya, Primitivo Nero? Todos são outros nomes da mesma uva Zinfandel. Pesquisas indicam que 90% da produção da uva Zinfandel é feita nos Estados Unidos. E o estilo mais produzido por lá é o White Zinfandel, o rosé que se chama branco, numa coloração rosé e levemente adocicada.

O estilo White Zinfandel ganhou destaque nos anos 70, quando os Estados Unidos descobriram a uva Zinfandel após o período de proibição das bebidas alcoólicas nos Estados Unidos. O estilo ganhou o paladar dos Estados Unidos. Americanos, são vinhos de curtíssima maceração. Mais um acaso do processo de fermentação interrompida sem motivo aparente, e o vinho não extraiu coloração e tinha alto nível de açúcar.

Só pra lembrar: durante a fermentação, o açúcar é transformado em álcool, de forma que, se a fermentação é interrompida, sobra açúcar e o álcool é baixo. E, já que o vinho não tinha mais como extrair coloração, o produtor resolveu retomar a fermentação seguindo o processo de vinhos brancos e obteve um vinho rosé fresco, levemente adocicado, que tem um mercado imenso nos Estados Unidos e no mundo.

O White's Infandel é um estilo de vinho que ganhou o nome também de Blush. Procure um bom produtor americano e experimente seu Blush em dias quentes, afinal, o verão está aí. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quem acha que sabe tudo de vinho está muito enganado! Eis o motivo de tanto fascínio pelo assunto: novas descobertas a cada dia! Você conhece a uva Gioia del Colle, Merelone, Zim? Uva de Corato, Della Pérgula ou Primitivo de Goya, Primitivo Nero? Todos são outros nomes da mesma uva Zinfandel. Pesquisas indicam que 90% da produção da uva Zinfandel é feita nos Estados Unidos. E o estilo mais produzido por lá é o White Zinfandel, o rosé que se chama branco, numa coloração rosé e levemente adocicada.

O estilo White Zinfandel ganhou destaque nos anos 70, quando os Estados Unidos descobriram a uva Zinfandel após o período de proibição das bebidas alcoólicas nos Estados Unidos. O estilo ganhou o paladar dos Estados Unidos. Americanos, são vinhos de curtíssima maceração. Mais um acaso do processo de fermentação interrompida sem motivo aparente, e o vinho não extraiu coloração e tinha alto nível de açúcar.

Só pra lembrar: durante a fermentação, o açúcar é transformado em álcool, de forma que, se a fermentação é interrompida, sobra açúcar e o álcool é baixo. E, já que o vinho não tinha mais como extrair coloração, o produtor resolveu retomar a fermentação seguindo o processo de vinhos brancos e obteve um vinho rosé fresco, levemente adocicado, que tem um mercado imenso nos Estados Unidos e no mundo.

O White's Infandel é um estilo de vinho que ganhou o nome também de Blush. Procure um bom produtor americano e experimente seu Blush em dias quentes, afinal, o verão está aí. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quem acha que sabe tudo de vinho está muito enganado! Eis o motivo de tanto fascínio pelo assunto: novas descobertas a cada dia! Você conhece a uva Gioia del Colle, Merelone, Zim? Uva de Corato, Della Pérgula ou Primitivo de Goya, Primitivo Nero? Todos são outros nomes da mesma uva Zinfandel. Pesquisas indicam que 90% da produção da uva Zinfandel é feita nos Estados Unidos. E o estilo mais produzido por lá é o White Zinfandel, o rosé que se chama branco, numa coloração rosé e levemente adocicada.

O estilo White Zinfandel ganhou destaque nos anos 70, quando os Estados Unidos descobriram a uva Zinfandel após o período de proibição das bebidas alcoólicas nos Estados Unidos. O estilo ganhou o paladar dos Estados Unidos. Americanos, são vinhos de curtíssima maceração. Mais um acaso do processo de fermentação interrompida sem motivo aparente, e o vinho não extraiu coloração e tinha alto nível de açúcar.

Só pra lembrar: durante a fermentação, o açúcar é transformado em álcool, de forma que, se a fermentação é interrompida, sobra açúcar e o álcool é baixo. E, já que o vinho não tinha mais como extrair coloração, o produtor resolveu retomar a fermentação seguindo o processo de vinhos brancos e obteve um vinho rosé fresco, levemente adocicado, que tem um mercado imenso nos Estados Unidos e no mundo.

O White's Infandel é um estilo de vinho que ganhou o nome também de Blush. Procure um bom produtor americano e experimente seu Blush em dias quentes, afinal, o verão está aí. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCOBERTAS DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO POUILLY FUISSE DROUHIN ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TANOARIA DE VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro-América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você! Já ouviram o provérbio que diz: com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, Arquioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva Alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Portugal. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho e a bodega Hirache, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro-América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você! Já ouviram o provérbio que diz: com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, Arquioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva Alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Portugal. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho e a bodega Hirache, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro-América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você! Já ouviram o provérbio que diz: com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, Arquioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva Alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Portugal. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho e a bodega Hirache, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro-América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você! Já ouviram o provérbio que diz: com pão e vinho se faz um bom caminho? Serve para descrever o caminho de Santiago de Compostela, que percorre todo o norte da Espanha, de leste a oeste. Começando com as cavas da Catalunha, passando pelos vinhos da uva garnacha da região de Navarra, entrando pela maior área vinícola da Espanha, Arquioja, onde 75% dos vinhos produzidos são tintos, 100% ou com assemblages da uva tempranilo, encerrando a jornada na Galícia.

A Galícia está localizada logo acima da famosa região dos vinhos verdes portugueses e tem vinhos com características e estilos bem parecidos. A Galícia é famosa pelos vinhos brancos da uva Alvarinho, assim como a região dos vinhos verdes em Portugal. Mas esse caminho cheio de histórias, fé e milagres tem ainda a famosa fonte de Hirache, que oferece vinho aos peregrinos. Segundo a placa da fonte, o peregrino que quiser chegar a Santiago com força e vitalidade, deste grande vinho tome um gole e brinde pela felicidade.

A fonte de Hirache está quase no início do caminho, na região produtora de Navarra, e abriga ainda um museu do vinho e a bodega Hirache, ambos abertos à visitação. O caminho de Santiago de Compostela passa por plantações de videiras, pequenos vilarejos, construções históricas, passa também por reflexões e vinhos à mesa para avivar o corpo e a mente. O caminho de Santiago de Compostela é também patrimônio itinerário cultural europeu e patrimônio da humanidade.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SANTIAGO DE COMPOSTELA ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO FOFOCAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 26 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BARDOLINO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[O tema de hoje será o corte bordalês.

Quando se fala em vinhos de corte, a maior referência é o corte bordalês, que tem a base das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e pode ter uma porcentagem pequena de Petit Verdot e Malbec.

O corte bordalês é, sem dúvida, um dos mais admirados e copiados do mundo; por isso, é possível encontrar vinhos deste estilo por todo o mundo.

Os produtores bordaleses dizem que a mistura das uvas é que dá aos vinhos a melhor qualidade, equilíbrio, delicadeza e nobreza: uma uva completa a outra. A harmonização entre potência, cor, taninos, longevidade, aromas e acidez resulta nos vinhos chamados de “receita”: um elemento de cada uva, e o enólogo consegue chegar à proporção e resultado que busca. Até porque as uvas se comportam de maneira distinta conforme a safra, então essa proporção não é rígida.

Cada produtor pode escolher entre as uvas da região,Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, um pouquinho de Petit Verdot e Malbec, e fazer a sua própria mistura, sem fugir muito do estilo Bordeaux, tão reverenciado em todo o mundo.

Falamos sempre em cortes de uvas tintas, mas a região Bordeaux também tem o corte branco, e as uvas principais são, geralmente, Sauvignon Blanc e Muscadet.

Bordeaux, para quem está entrando agora no mundo do vinho, é o nome de uma região vinícola que fica no sudoeste da França e produz alguns dos vinhos mais caros do mundo. Mas você também pode encontrar opções de vinhos que imitam o estilo Bordeaux a preços bem mais acessíveis. É só encontrar algum vinho que tenha esse assemblage entre Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

São os mais comuns de se encontrar, principalmente na Argentina, mas também no Chile, na Nova Zelândia, além dos franceses, é claro.

E lembre-se de manter a moderação: se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O tema de hoje será o corte bordalês.

Quando se fala em vinhos de corte, a maior referência é o corte bordalês, que tem a base das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e pode ter uma porcentagem pequena de Petit Verdot e Malbec.

O corte bordalês é, sem dúvida, um dos mais admirados e copiados do mundo; por isso, é possível encontrar vinhos deste estilo por todo o mundo.

Os produtores bordaleses dizem que a mistura das uvas é que dá aos vinhos a melhor qualidade, equilíbrio, delicadeza e nobreza: uma uva completa a outra. A harmonização entre potência, cor, taninos, longevidade, aromas e acidez resulta nos vinhos chamados de “receita”: um elemento de cada uva, e o enólogo consegue chegar à proporção e resultado que busca. Até porque as uvas se comportam de maneira distinta conforme a safra, então essa proporção não é rígida.

Cada produtor pode escolher entre as uvas da região,Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, um pouquinho de Petit Verdot e Malbec, e fazer a sua própria mistura, sem fugir muito do estilo Bordeaux, tão reverenciado em todo o mundo.

Falamos sempre em cortes de uvas tintas, mas a região Bordeaux também tem o corte branco, e as uvas principais são, geralmente, Sauvignon Blanc e Muscadet.

Bordeaux, para quem está entrando agora no mundo do vinho, é o nome de uma região vinícola que fica no sudoeste da França e produz alguns dos vinhos mais caros do mundo. Mas você também pode encontrar opções de vinhos que imitam o estilo Bordeaux a preços bem mais acessíveis. É só encontrar algum vinho que tenha esse assemblage entre Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

São os mais comuns de se encontrar, principalmente na Argentina, mas também no Chile, na Nova Zelândia, além dos franceses, é claro.

E lembre-se de manter a moderação: se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O tema de hoje será o corte bordalês.

Quando se fala em vinhos de corte, a maior referência é o corte bordalês, que tem a base das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e pode ter uma porcentagem pequena de Petit Verdot e Malbec.

O corte bordalês é, sem dúvida, um dos mais admirados e copiados do mundo; por isso, é possível encontrar vinhos deste estilo por todo o mundo.

Os produtores bordaleses dizem que a mistura das uvas é que dá aos vinhos a melhor qualidade, equilíbrio, delicadeza e nobreza: uma uva completa a outra. A harmonização entre potência, cor, taninos, longevidade, aromas e acidez resulta nos vinhos chamados de “receita”: um elemento de cada uva, e o enólogo consegue chegar à proporção e resultado que busca. Até porque as uvas se comportam de maneira distinta conforme a safra, então essa proporção não é rígida.

Cada produtor pode escolher entre as uvas da região,Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, um pouquinho de Petit Verdot e Malbec, e fazer a sua própria mistura, sem fugir muito do estilo Bordeaux, tão reverenciado em todo o mundo.

Falamos sempre em cortes de uvas tintas, mas a região Bordeaux também tem o corte branco, e as uvas principais são, geralmente, Sauvignon Blanc e Muscadet.

Bordeaux, para quem está entrando agora no mundo do vinho, é o nome de uma região vinícola que fica no sudoeste da França e produz alguns dos vinhos mais caros do mundo. Mas você também pode encontrar opções de vinhos que imitam o estilo Bordeaux a preços bem mais acessíveis. É só encontrar algum vinho que tenha esse assemblage entre Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

São os mais comuns de se encontrar, principalmente na Argentina, mas também no Chile, na Nova Zelândia, além dos franceses, é claro.

E lembre-se de manter a moderação: se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O tema de hoje será o corte bordalês.

Quando se fala em vinhos de corte, a maior referência é o corte bordalês, que tem a base das uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot, e pode ter uma porcentagem pequena de Petit Verdot e Malbec.

O corte bordalês é, sem dúvida, um dos mais admirados e copiados do mundo; por isso, é possível encontrar vinhos deste estilo por todo o mundo.

Os produtores bordaleses dizem que a mistura das uvas é que dá aos vinhos a melhor qualidade, equilíbrio, delicadeza e nobreza: uma uva completa a outra. A harmonização entre potência, cor, taninos, longevidade, aromas e acidez resulta nos vinhos chamados de “receita”: um elemento de cada uva, e o enólogo consegue chegar à proporção e resultado que busca. Até porque as uvas se comportam de maneira distinta conforme a safra, então essa proporção não é rígida.

Cada produtor pode escolher entre as uvas da região,Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, um pouquinho de Petit Verdot e Malbec, e fazer a sua própria mistura, sem fugir muito do estilo Bordeaux, tão reverenciado em todo o mundo.

Falamos sempre em cortes de uvas tintas, mas a região Bordeaux também tem o corte branco, e as uvas principais são, geralmente, Sauvignon Blanc e Muscadet.

Bordeaux, para quem está entrando agora no mundo do vinho, é o nome de uma região vinícola que fica no sudoeste da França e produz alguns dos vinhos mais caros do mundo. Mas você também pode encontrar opções de vinhos que imitam o estilo Bordeaux a preços bem mais acessíveis. É só encontrar algum vinho que tenha esse assemblage entre Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc.

São os mais comuns de se encontrar, principalmente na Argentina, mas também no Chile, na Nova Zelândia, além dos franceses, é claro.

E lembre-se de manter a moderação: se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORTE BORDALÊS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BRUNELLO DI MONTALCINO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90. As mais antigas uvas carmeneres estão plantadas no vale de Aumauê, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Aumauê é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Clos de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Massal 1945, da uva carmener, traz toda essa cultura e expressão. É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva carmener. Tem ainda um, uma cremosidade com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o Vinho Azul da Garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva Garnacha é bem mais leve, com notas florais; um vinho mais vibrante e fresco, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos. O Vinho Azul da Garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados da Safra de 2015. Tem muita novidade no Chile para você degustar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90. As mais antigas uvas carmeneres estão plantadas no vale de Aumauê, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Aumauê é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Clos de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Massal 1945, da uva carmener, traz toda essa cultura e expressão. É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva carmener. Tem ainda um, uma cremosidade com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o Vinho Azul da Garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva Garnacha é bem mais leve, com notas florais; um vinho mais vibrante e fresco, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos. O Vinho Azul da Garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados da Safra de 2015. Tem muita novidade no Chile para você degustar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90. As mais antigas uvas carmeneres estão plantadas no vale de Aumauê, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Aumauê é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Clos de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Massal 1945, da uva carmener, traz toda essa cultura e expressão. É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva carmener. Tem ainda um, uma cremosidade com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o Vinho Azul da Garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva Garnacha é bem mais leve, com notas florais; um vinho mais vibrante e fresco, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos. O Vinho Azul da Garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados da Safra de 2015. Tem muita novidade no Chile para você degustar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Chile é o país símbolo da uva carmener, e todo mundo já conhece a história de que a carmener era plantada como merlot por engano, até ser descoberta a real origem da uva carmener, já na década de 90. As mais antigas uvas carmeneres estão plantadas no vale de Aumauê, que pertence a Cachapoal. As videiras de carmener estão plantadas desde 1945. São vinhas de mais de 70 anos; por isso, o vale do Aumauê é considerado berço original da carmener no Chile.

A vinha Clos de Luz é uma casa que busca resgatar a cultura vitivinícola do Chile e está localizada exatamente nessa região. O vinho Massal 1945, da uva carmener, traz toda essa cultura e expressão. É um vinho tinto, elegante e potente, com altas notas herbáceas, típico da uva carmener. Tem ainda um, uma cremosidade com toques de chocolate e tabaco.

A vinha Close de Luz tem ainda o Vinho Azul da Garnacha, totalmente diferente da uva Carmener. A uva Garnacha é bem mais leve, com notas florais; um vinho mais vibrante e fresco, para acompanhar pratos com molhos e temperos herbáceos e frescos. O Vinho Azul da Garnacha recebeu 93 pontos no guia Descorchados da Safra de 2015. Tem muita novidade no Chile para você degustar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA CARMÉNÈRE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É uma excelente manhã pra você que me faz companhia aqui na Centro América FM. Como são muitas as uvas viníferas, eu posso voltar a este assunto e falar de outras uvas a cada edição. É que outro dia eu vi um rótulo escrito Prugnolo, e lembrei que Prugnolo gentile é mais um dos nomes dados a Sandiovese, assim como Brunello, e é assim, a mesma uva recebe vários nomes em diferentes regiões e em diferentes países.

Sandiovese, Brunello ou Prugnolo gentile são a mesma uva, assim como a Primitivo e a Zinfandel são a mesma uva. Proseco é glera, Cirá é a Hermitage, Malbec também se chama Cot, mas nenhuma tem mais nomes que a uva Tempranilo, que também é conhecida como Tinto Fino, Udelebre, Tinta Roris, Tinta de Torô, Sensibel, Escoreba, Tinchilana, Tinta de Madri, Tinta de Santiago, Tinta Aragonesa, Vio de Aranda e Val de Penhas.

Lembre-se sempre de mandar, ter a moderação, e se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É uma excelente manhã pra você que me faz companhia aqui na Centro América FM. Como são muitas as uvas viníferas, eu posso voltar a este assunto e falar de outras uvas a cada edição. É que outro dia eu vi um rótulo escrito Prugnolo, e lembrei que Prugnolo gentile é mais um dos nomes dados a Sandiovese, assim como Brunello, e é assim, a mesma uva recebe vários nomes em diferentes regiões e em diferentes países.

Sandiovese, Brunello ou Prugnolo gentile são a mesma uva, assim como a Primitivo e a Zinfandel são a mesma uva. Proseco é glera, Cirá é a Hermitage, Malbec também se chama Cot, mas nenhuma tem mais nomes que a uva Tempranilo, que também é conhecida como Tinto Fino, Udelebre, Tinta Roris, Tinta de Torô, Sensibel, Escoreba, Tinchilana, Tinta de Madri, Tinta de Santiago, Tinta Aragonesa, Vio de Aranda e Val de Penhas.

Lembre-se sempre de mandar, ter a moderação, e se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É uma excelente manhã pra você que me faz companhia aqui na Centro América FM. Como são muitas as uvas viníferas, eu posso voltar a este assunto e falar de outras uvas a cada edição. É que outro dia eu vi um rótulo escrito Prugnolo, e lembrei que Prugnolo gentile é mais um dos nomes dados a Sandiovese, assim como Brunello, e é assim, a mesma uva recebe vários nomes em diferentes regiões e em diferentes países.

Sandiovese, Brunello ou Prugnolo gentile são a mesma uva, assim como a Primitivo e a Zinfandel são a mesma uva. Proseco é glera, Cirá é a Hermitage, Malbec também se chama Cot, mas nenhuma tem mais nomes que a uva Tempranilo, que também é conhecida como Tinto Fino, Udelebre, Tinta Roris, Tinta de Torô, Sensibel, Escoreba, Tinchilana, Tinta de Madri, Tinta de Santiago, Tinta Aragonesa, Vio de Aranda e Val de Penhas.

Lembre-se sempre de mandar, ter a moderação, e se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É uma excelente manhã pra você que me faz companhia aqui na Centro América FM. Como são muitas as uvas viníferas, eu posso voltar a este assunto e falar de outras uvas a cada edição. É que outro dia eu vi um rótulo escrito Prugnolo, e lembrei que Prugnolo gentile é mais um dos nomes dados a Sandiovese, assim como Brunello, e é assim, a mesma uva recebe vários nomes em diferentes regiões e em diferentes países.

Sandiovese, Brunello ou Prugnolo gentile são a mesma uva, assim como a Primitivo e a Zinfandel são a mesma uva. Proseco é glera, Cirá é a Hermitage, Malbec também se chama Cot, mas nenhuma tem mais nomes que a uva Tempranilo, que também é conhecida como Tinto Fino, Udelebre, Tinta Roris, Tinta de Torô, Sensibel, Escoreba, Tinchilana, Tinta de Madri, Tinta de Santiago, Tinta Aragonesa, Vio de Aranda e Val de Penhas.

Lembre-se sempre de mandar, ter a moderação, e se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA PRUGNOLO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MÂCON-VILLAGES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CARAVAGGIO SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LAPOSTOLLE ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MEIOMI CHARDONNAY]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PEREZ CRUZ SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece: o Chianti Rufino. Ele é um clássico, e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália. A vinícola Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e, em apenas quatro anos, conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux, logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícola tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral. Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de pras secos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas, como merlot, cirá, cabernet sauvignon, petit verdot e até alicante branco.

Boucher. São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi, um Sangiovese grosso — é a uva —, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só sai em safras excepcionais, como a afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a Bisteca Fiorentina, que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para você ver que Ante Rufino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor, e não: o produtor se chama Rufino, e você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos, como Modos Alouda, do Cali, asiano, moscatos pra secos e rosês, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece: o Chianti Rufino. Ele é um clássico, e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália. A vinícola Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e, em apenas quatro anos, conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux, logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícola tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral. Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de pras secos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas, como merlot, cirá, cabernet sauvignon, petit verdot e até alicante branco.

Boucher. São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi, um Sangiovese grosso — é a uva —, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só sai em safras excepcionais, como a afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a Bisteca Fiorentina, que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para você ver que Ante Rufino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor, e não: o produtor se chama Rufino, e você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos, como Modos Alouda, do Cali, asiano, moscatos pra secos e rosês, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece: o Chianti Rufino. Ele é um clássico, e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália. A vinícola Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e, em apenas quatro anos, conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux, logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícola tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral. Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de pras secos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas, como merlot, cirá, cabernet sauvignon, petit verdot e até alicante branco.

Boucher. São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi, um Sangiovese grosso — é a uva —, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só sai em safras excepcionais, como a afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a Bisteca Fiorentina, que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para você ver que Ante Rufino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor, e não: o produtor se chama Rufino, e você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos, como Modos Alouda, do Cali, asiano, moscatos pra secos e rosês, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem um vinho que todo mundo conhece: o Chianti Rufino. Ele é um clássico, e do consagrado produtor da Toscana. Um vinho que tem sua produção controlada para garantir a qualidade e foi a primeira garrafa a exibir o selo de Doc G na Itália. A vinícola Rufino foi fundada em 1877, em Chianti, e, em apenas quatro anos, conquistou a primeira medalha de ouro em Chianti. Eles ganharam também o ouro na Feira de Bordeaux, logo nos primeiros anos.

Todo mundo conhece um Chianti, o tinto de Sangiovese com canaiolo, mas a vinícola tem deliciosos vinhos brancos também da uva Pinogridio, que é uma uva que eu amo. Vinhos frescos, aromas de frutas tropicais e mineral. Tem espumantes rosés, moscatos dastes, além de pras secos e tintos com base em Sangiovese e outras uvas, como merlot, cirá, cabernet sauvignon, petit verdot e até alicante branco.

Boucher. São vinhos como o Asiano, o Ducale e o Modus, além de Brunelos, como o Grepeno Masi, um Sangiovese grosso — é a uva —, um estágio mais longo, mais maduro e com aromas e final de boca que lembram chocolate e um tabaco bem suave.

E o rico e encorpado Alouda, feito de Cabernet Franc, Merlot e Colorino, um vintage que só sai em safras excepcionais, como a afina no tanque de aço e depois na garrafa. Extremamente elegante, encorpado, aromas balsâmicos, baunilha, para harmonizar com a Bisteca Fiorentina, que eu tive o prazer de experimentar em Florença, com batatas assadas, muito alho e azeite.

Lembre-se sempre de manter a moderação, para você ver que Ante Rufino tem muito mais do que só Quianti. A gente acha que é o nome do produtor, e não: o produtor se chama Rufino, e você vai encontrar todas essas outras variações de vinhos, como Modos Alouda, do Cali, asiano, moscatos pra secos e rosês, todos de produção do mesmo produtor na região mais famosa da Itália.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CHIANTI RUFFINO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM é a rádio do Musica & Vinho, e uma ótima manhã para você!

A Lapostolle é a mais francesa das vinícolas chilenas. A empresa possui uma história familiar ligada ao mundo dos vinhos e destilados desde 1827, com a produção dos famosos conhaques Grand Marnier, pertencentes à família.

Em 1994, Alexandre Marnier-Lapostolle fundou a Lapostolle no Chile, quando encontrou um vinhedo no Vale de Apalta que o encantou.

A Lapostolle nasceu com prestígio. Nasceu para produzir vinhos premium e altamente reputados, como o Clos Apalta 2005, eleito o melhor vinho do mundo pela Wine Spectator em 2008.

Desde o início, a vinícola aplica práticas sustentáveis no vinhedo e na cantina. Chega a compostar 365 toneladas de cascas e talos por ano. O cultivo é orgânico e biodinâmico, embora sem certificação oficial o que, aliás, apenas encarece o vinho.

A Lapostolle produz rótulos como o Grand Selection Sauvignon Blanc, que eu adoro. É um vinho que raramente recebe menos de 90 pontos de James Suckling e apresenta notas cítricas e herbáceas, perfeito para acompanhar peixes de rio ou do mar. Eu o harmonizei com um ceviche de atum com manga.

A Lapostolle produz ainda os famosos Cuvée Alexandre e o icônico Clos Apalta, que merece um Musique Vinho dedicado exclusivamente a ele.

Bom Lapostolle para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM é a rádio do Musica & Vinho, e uma ótima manhã para você!

A Lapostolle é a mais francesa das vinícolas chilenas. A empresa possui uma história familiar ligada ao mundo dos vinhos e destilados desde 1827, com a produção dos famosos conhaques Grand Marnier, pertencentes à família.

Em 1994, Alexandre Marnier-Lapostolle fundou a Lapostolle no Chile, quando encontrou um vinhedo no Vale de Apalta que o encantou.

A Lapostolle nasceu com prestígio. Nasceu para produzir vinhos premium e altamente reputados, como o Clos Apalta 2005, eleito o melhor vinho do mundo pela Wine Spectator em 2008.

Desde o início, a vinícola aplica práticas sustentáveis no vinhedo e na cantina. Chega a compostar 365 toneladas de cascas e talos por ano. O cultivo é orgânico e biodinâmico, embora sem certificação oficial o que, aliás, apenas encarece o vinho.

A Lapostolle produz rótulos como o Grand Selection Sauvignon Blanc, que eu adoro. É um vinho que raramente recebe menos de 90 pontos de James Suckling e apresenta notas cítricas e herbáceas, perfeito para acompanhar peixes de rio ou do mar. Eu o harmonizei com um ceviche de atum com manga.

A Lapostolle produz ainda os famosos Cuvée Alexandre e o icônico Clos Apalta, que merece um Musique Vinho dedicado exclusivamente a ele.

Bom Lapostolle para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM é a rádio do Musica & Vinho, e uma ótima manhã para você!

A Lapostolle é a mais francesa das vinícolas chilenas. A empresa possui uma história familiar ligada ao mundo dos vinhos e destilados desde 1827, com a produção dos famosos conhaques Grand Marnier, pertencentes à família.

Em 1994, Alexandre Marnier-Lapostolle fundou a Lapostolle no Chile, quando encontrou um vinhedo no Vale de Apalta que o encantou.

A Lapostolle nasceu com prestígio. Nasceu para produzir vinhos premium e altamente reputados, como o Clos Apalta 2005, eleito o melhor vinho do mundo pela Wine Spectator em 2008.

Desde o início, a vinícola aplica práticas sustentáveis no vinhedo e na cantina. Chega a compostar 365 toneladas de cascas e talos por ano. O cultivo é orgânico e biodinâmico, embora sem certificação oficial o que, aliás, apenas encarece o vinho.

A Lapostolle produz rótulos como o Grand Selection Sauvignon Blanc, que eu adoro. É um vinho que raramente recebe menos de 90 pontos de James Suckling e apresenta notas cítricas e herbáceas, perfeito para acompanhar peixes de rio ou do mar. Eu o harmonizei com um ceviche de atum com manga.

A Lapostolle produz ainda os famosos Cuvée Alexandre e o icônico Clos Apalta, que merece um Musique Vinho dedicado exclusivamente a ele.

Bom Lapostolle para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM é a rádio do Musica & Vinho, e uma ótima manhã para você!

A Lapostolle é a mais francesa das vinícolas chilenas. A empresa possui uma história familiar ligada ao mundo dos vinhos e destilados desde 1827, com a produção dos famosos conhaques Grand Marnier, pertencentes à família.

Em 1994, Alexandre Marnier-Lapostolle fundou a Lapostolle no Chile, quando encontrou um vinhedo no Vale de Apalta que o encantou.

A Lapostolle nasceu com prestígio. Nasceu para produzir vinhos premium e altamente reputados, como o Clos Apalta 2005, eleito o melhor vinho do mundo pela Wine Spectator em 2008.

Desde o início, a vinícola aplica práticas sustentáveis no vinhedo e na cantina. Chega a compostar 365 toneladas de cascas e talos por ano. O cultivo é orgânico e biodinâmico, embora sem certificação oficial o que, aliás, apenas encarece o vinho.

A Lapostolle produz rótulos como o Grand Selection Sauvignon Blanc, que eu adoro. É um vinho que raramente recebe menos de 90 pontos de James Suckling e apresenta notas cítricas e herbáceas, perfeito para acompanhar peixes de rio ou do mar. Eu o harmonizei com um ceviche de atum com manga.

A Lapostolle produz ainda os famosos Cuvée Alexandre e o icônico Clos Apalta, que merece um Musique Vinho dedicado exclusivamente a ele.

Bom Lapostolle para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LAPOSTOLLE ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UVAS DE TINTA DE COR E ALMA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO BAYANEGRA TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial. Tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando.

Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros, que tenham mil possibilidades de harmonização com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial. Tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando.

Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros, que tenham mil possibilidades de harmonização com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial. Tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando.

Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros, que tenham mil possibilidades de harmonização com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial. Tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando.

Há vários wine bars que têm o vinho como foco e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta. Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros, que tenham mil possibilidades de harmonização com as opções de vinhos.

Eu acho super bacana escolher um vinho e depois várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar opções que agradem ao seu paladar. Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a #Música&Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[WINE BARS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. É ótimo brindar uma taça de conhecimento com você.

A imensa quantidade de uvas viníferas autóctones, ou seja, nativas, de Portugal é grande. Entre este vasto leque, o Música e Vinho de hoje abordará a tinta conhecida por Moreto.

A Moreto tem cachos pequenos e bagos arredondados de tamanho mediano. Apresenta bom rendimento e vigor e prefere climas quentes, com boa insolação. Por isso, encontrou no Alentejo um local para chamar de casa.

Apesar de ter uma produção hoje quase escassa em todo o país, permanece viva, dando, muitas vezes, um toque especial aos vinhos de corte, aqueles que levam mais de uma variedade de uva em sua composição.

Teve seu apogeu quando os produtores focavam em quantidade, e nem tanto na qualidade, o que já não é a realidade do mercado de vinhos atualmente.

Nos dias de hoje, porém, a Moreto complementa os blends, pois apresenta pouca intensidade aromática e gustativa, trazendo equilíbrio quando a proposta do enólogo é elaborar um vinho mais redondo, leve e fácil de beber.

Um vinho que recomendo para o dia a dia e que traz em sua composição a tinta Moreto é o Alandra Tinto, da Herdade do Esporão. Além da Moreto, o vinho é composto pelas castas Castelão e Aragonez. Um vinho sensacional, com excelente relação entre preço e qualidade.

Um brinde à variedade Moreto e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode deixar sua sugestão de tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí: @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A UVA MORETO: UMA JOIA DO ALENTEJO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar experiências do mundo do vinho. Espumante Brut na forma mais bruta mesmo, sem degorgement e sem licor de expedição. Assim é o espumante Surly da Valduga, elaborado com 80% da uva branca Chardonnay e 20% da uva tinta Pinot Noir no Vale dos Vinhedos.

O vinho utiliza a técnica de surly, em que a bebida permanece em constante evolução na presença de leveduras. 10% do vinho passa em carvalho francês, e a maturação mínima é de 30 meses, e o vinho continua a evolução em garrafa até a sua abertura. Por isso, não estranhe a coloração turva na taça: está tudo ali, o vinho é muito vivo.

Já os aromas amendoados e de frutas tropicais frescas são intensos. Na boca apresenta uma super cremosidade. Degustei com carpaccio de salmão e peixes frescos marinados em leite de tigre, com muito sabor, muito limão e ervas. A harmonização, então, foi por total similaridade: acidez, frescor e cremosidade.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho nas redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar experiências do mundo do vinho. Espumante Brut na forma mais bruta mesmo, sem degorgement e sem licor de expedição. Assim é o espumante Surly da Valduga, elaborado com 80% da uva branca Chardonnay e 20% da uva tinta Pinot Noir no Vale dos Vinhedos.

O vinho utiliza a técnica de surly, em que a bebida permanece em constante evolução na presença de leveduras. 10% do vinho passa em carvalho francês, e a maturação mínima é de 30 meses, e o vinho continua a evolução em garrafa até a sua abertura. Por isso, não estranhe a coloração turva na taça: está tudo ali, o vinho é muito vivo.

Já os aromas amendoados e de frutas tropicais frescas são intensos. Na boca apresenta uma super cremosidade. Degustei com carpaccio de salmão e peixes frescos marinados em leite de tigre, com muito sabor, muito limão e ervas. A harmonização, então, foi por total similaridade: acidez, frescor e cremosidade.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho nas redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar experiências do mundo do vinho. Espumante Brut na forma mais bruta mesmo, sem degorgement e sem licor de expedição. Assim é o espumante Surly da Valduga, elaborado com 80% da uva branca Chardonnay e 20% da uva tinta Pinot Noir no Vale dos Vinhedos.

O vinho utiliza a técnica de surly, em que a bebida permanece em constante evolução na presença de leveduras. 10% do vinho passa em carvalho francês, e a maturação mínima é de 30 meses, e o vinho continua a evolução em garrafa até a sua abertura. Por isso, não estranhe a coloração turva na taça: está tudo ali, o vinho é muito vivo.

Já os aromas amendoados e de frutas tropicais frescas são intensos. Na boca apresenta uma super cremosidade. Degustei com carpaccio de salmão e peixes frescos marinados em leite de tigre, com muito sabor, muito limão e ervas. A harmonização, então, foi por total similaridade: acidez, frescor e cremosidade.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho nas redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É sempre bom ter a sua companhia para compartilhar experiências do mundo do vinho. Espumante Brut na forma mais bruta mesmo, sem degorgement e sem licor de expedição. Assim é o espumante Surly da Valduga, elaborado com 80% da uva branca Chardonnay e 20% da uva tinta Pinot Noir no Vale dos Vinhedos.

O vinho utiliza a técnica de surly, em que a bebida permanece em constante evolução na presença de leveduras. 10% do vinho passa em carvalho francês, e a maturação mínima é de 30 meses, e o vinho continua a evolução em garrafa até a sua abertura. Por isso, não estranhe a coloração turva na taça: está tudo ali, o vinho é muito vivo.

Já os aromas amendoados e de frutas tropicais frescas são intensos. Na boca apresenta uma super cremosidade. Degustei com carpaccio de salmão e peixes frescos marinados em leite de tigre, com muito sabor, muito limão e ervas. A harmonização, então, foi por total similaridade: acidez, frescor e cremosidade.

E você, está degustando o que? Compartilhe conosco usando a hashtag #musica&vinho nas redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTE SUR LIE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[

É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos. Pouco se ouve falar dos vinhos da Rumila, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzon. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador Dom José de Molina fez sua carreira militar. A uva destaque O Finca Luzon tem 90 pontos pelo guia espanhol Penan, por Antonio Galoni, mais uma boa referência para você acompanhar, e 91 pontos por James Sutlin. O vinho tem a monastrel como base e uma pontinha de cirá. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol da Rumila. São 10 a 15 dias de maceração. Para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região da Rumila. Harmonizei com o risoto de filé. Bem simples, bem saboroso, mas bem simples. Bom lusão para você!

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[

É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos. Pouco se ouve falar dos vinhos da Rumila, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzon. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador Dom José de Molina fez sua carreira militar. A uva destaque O Finca Luzon tem 90 pontos pelo guia espanhol Penan, por Antonio Galoni, mais uma boa referência para você acompanhar, e 91 pontos por James Sutlin. O vinho tem a monastrel como base e uma pontinha de cirá. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol da Rumila. São 10 a 15 dias de maceração. Para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região da Rumila. Harmonizei com o risoto de filé. Bem simples, bem saboroso, mas bem simples. Bom lusão para você!

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      <itunes:summary><![CDATA[

É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos. Pouco se ouve falar dos vinhos da Rumila, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzon. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador Dom José de Molina fez sua carreira militar. A uva destaque O Finca Luzon tem 90 pontos pelo guia espanhol Penan, por Antonio Galoni, mais uma boa referência para você acompanhar, e 91 pontos por James Sutlin. O vinho tem a monastrel como base e uma pontinha de cirá. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol da Rumila. São 10 a 15 dias de maceração. Para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região da Rumila. Harmonizei com o risoto de filé. Bem simples, bem saboroso, mas bem simples. Bom lusão para você!

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      <content:encoded><![CDATA[

É a sua companhia que me inspira a descobrir novos vinhos. Pouco se ouve falar dos vinhos da Rumila, a sudoeste da Espanha. Degustei o Finca Luzon. O nome foi dado em homenagem à ilha de Luzon, nas Filipinas, onde o fundador Dom José de Molina fez sua carreira militar. A uva destaque O Finca Luzon tem 90 pontos pelo guia espanhol Penan, por Antonio Galoni, mais uma boa referência para você acompanhar, e 91 pontos por James Sutlin. O vinho tem a monastrel como base e uma pontinha de cirá. Super linda a cor, muita fruta quente. O vinho é intenso e não passa em madeira. É puro terroir espanhol da Rumila. São 10 a 15 dias de maceração. Para extrair o melhor das uvas e do terroir calcário e quente da região da Rumila. Harmonizei com o risoto de filé. Bem simples, bem saboroso, mas bem simples. Bom lusão para você!

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      <title><![CDATA[FINCA LUZÓN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO OPUS ONE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho. Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartucha, os mesmos do vinho português Cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro, nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha Tinta e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente o espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranilo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho. Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartucha, os mesmos do vinho português Cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro, nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha Tinta e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente o espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranilo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho. Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartucha, os mesmos do vinho português Cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro, nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha Tinta e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente o espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranilo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por música, vinho e histórias do mundo do vinho. Eu adoro as lendas do mundo do vinho. Conta-se que, no século XII, os monges da ordem de Cartucha, os mesmos do vinho português Cartucha famoso, procuravam um lugar para construir um novo mosteiro. Encontraram um pastor que lhes informou sobre um lugar onde os anjos subiam aos céus por uma escada. Construíram exatamente nesse local o mosteiro chamado Scaladei e plantaram vinhas e elaboraram vinhos.

Ao redor do mosteiro, nasceu o vilarejo Scaladei. Mais tarde, a região ficou conhecida como Priorat ou Priorato, que significa comunidade religiosa. Para entender melhor a região, a denominação de origem controlada Priorat, que faz parte da Catalunha, é uma região que cultiva uvas no estilo Garnacha Tinta e Carinhenha. Elabora vinhos clássicos de aromas de cereja em calda. Os vinhos do Priorato costumam estagiar pelo menos 12 meses em carvalho.

O Priorato recebeu a denominação de origem de qualidade, o título máximo de denominação espanhola. A região tem produzido vinhos espetaculares, potentes, concentrados e longevos. Lembrando que a Catalunha tem baixa produtividade pela condição climática de baixo índice pluviométrico. São vinhos de coloração intensa, boa textura e taninos afinados. Um dos principais produtores chama-se Álvaro Palácios.

Se você também busca novidades, experimente o espanhol do Priorato, porque Espanha não é só Tempranilo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LENDAS DO MUNDO DO VINHO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar.

A família Fernández Rivera, da Espanha, é a produtora do famoso Pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribera del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos.

A vinícola foi fundada em 1972, e a primeira propriedade foi a Pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas.

O vinho Pesqueira Crianza é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% Tempranillo, com 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas: sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras.

A maturação acontece em carvalho, e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca.

Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e a complexidade do Pesqueira na sua taça.

Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis.

Bom Pesqueira para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar.

A família Fernández Rivera, da Espanha, é a produtora do famoso Pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribera del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos.

A vinícola foi fundada em 1972, e a primeira propriedade foi a Pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas.

O vinho Pesqueira Crianza é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% Tempranillo, com 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas: sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras.

A maturação acontece em carvalho, e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca.

Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e a complexidade do Pesqueira na sua taça.

Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis.

Bom Pesqueira para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar.

A família Fernández Rivera, da Espanha, é a produtora do famoso Pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribera del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos.

A vinícola foi fundada em 1972, e a primeira propriedade foi a Pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas.

O vinho Pesqueira Crianza é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% Tempranillo, com 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas: sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras.

A maturação acontece em carvalho, e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca.

Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e a complexidade do Pesqueira na sua taça.

Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis.

Bom Pesqueira para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar.

A família Fernández Rivera, da Espanha, é a produtora do famoso Pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribera del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos.

A vinícola foi fundada em 1972, e a primeira propriedade foi a Pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas.

O vinho Pesqueira Crianza é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% Tempranillo, com 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas: sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras.

A maturação acontece em carvalho, e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca.

Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e a complexidade do Pesqueira na sua taça.

Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis.

Bom Pesqueira para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PESQUERA CRIANZA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA ENCRUZADO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Vamos a mais uma taça de conhecimento no nosso Música e Vinho.

Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre a uva tinta Alicante Boucher. Esta uva tinta, de origem francesa, surgiu em 1866 pelas mãos de Henri Boucher, que efetuou o cruzamento entre a Grenache e a Petit Boucher. A ideia era ter uma uva que desse mais cor aos vinhos de blend, aqueles de mistura. Porém, começou a ficar mais popular devido ao bom rendimento de sua planta, em um momento em que este fator era relevante.

Uma curiosidade desta uva é que, além da casca grossa, rica em pigmentos de cor, ela possui a polpa levemente tinta, o que a classifica como uma variedade tintoreira.

Os vinhos de Alicante Boucher são, na maioria, pouco complexos, e este fator está na contramão do comercial mundo do vinho. Na França, a produção diminui a cada ano. Em Portugal, está em crescimento, principalmente no Alentejo, onde os vinhos passam em ânforas de barro, criando uma proposta de vinho com qualidade aromática e gustativa singular.

Um bom vinho, 100% Alicante Boucher, é o Herdade do Rossin, um vinho com um teor alcoólico relevante, atualmente superior a 14%. Tudo depende da safra. Seus taninos firmes e aromas ricos em frutos vermelhos e notas balsâmicas destacam a singularidade desse vinho. Vale muito a pena experimentar.

Um brinde à história da Alicante Boucher!

Deixe sua sugestão de tema para o Música e Vinho lá no meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALICANTE BOUSCHET ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, e agora tem música e vinho, vamos lá desmistificar essa coisa de que vinho bom é só vinho envelhecido, com rolhas de cortiça, de cores intensas e amadeirados. São apenas estilos diferentes, mas um Pinot Noir de rosca da Nova Zelândia pode te surpreender. A vinícula Sankler é bem jovem, de 1994, e traz um rótulo bem particular que homenageia os praticantes de nudismo, muito forte na região da propriedade.

O Pinot Noir tem a clássica coloração clarinha daqueles que se pode ver o fundo da taça, e os aromas tão delicados. É uma flor, uma framboesa fresca que evolui para uma geleia de frutas vermelhas tão deliciosa. A vinícula é uma das pioneiras na Nova Zelândia e responsável pelas inúmeras premiações para os homens românticos, com suas notas sedosas em boca. Tão descontraído, ao mesmo tempo perfeito para um sanduíche, um wrap de salmão com queijo cremoso. Acho perfeito também para um piquenique de vinho ao ar livre; vai sozinho com um sanduíche natural, com uma massa de queijos frescos que dá uma focaccia, com geleia de frutas vermelhas, com mix de frutas frescas, e pode ser bem geladinho, só geladinho. Cuidado para não gelar demais e perder os aromas, que são incríveis.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, e agora tem música e vinho, vamos lá desmistificar essa coisa de que vinho bom é só vinho envelhecido, com rolhas de cortiça, de cores intensas e amadeirados. São apenas estilos diferentes, mas um Pinot Noir de rosca da Nova Zelândia pode te surpreender. A vinícula Sankler é bem jovem, de 1994, e traz um rótulo bem particular que homenageia os praticantes de nudismo, muito forte na região da propriedade.

O Pinot Noir tem a clássica coloração clarinha daqueles que se pode ver o fundo da taça, e os aromas tão delicados. É uma flor, uma framboesa fresca que evolui para uma geleia de frutas vermelhas tão deliciosa. A vinícula é uma das pioneiras na Nova Zelândia e responsável pelas inúmeras premiações para os homens românticos, com suas notas sedosas em boca. Tão descontraído, ao mesmo tempo perfeito para um sanduíche, um wrap de salmão com queijo cremoso. Acho perfeito também para um piquenique de vinho ao ar livre; vai sozinho com um sanduíche natural, com uma massa de queijos frescos que dá uma focaccia, com geleia de frutas vermelhas, com mix de frutas frescas, e pode ser bem geladinho, só geladinho. Cuidado para não gelar demais e perder os aromas, que são incríveis.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, e agora tem música e vinho, vamos lá desmistificar essa coisa de que vinho bom é só vinho envelhecido, com rolhas de cortiça, de cores intensas e amadeirados. São apenas estilos diferentes, mas um Pinot Noir de rosca da Nova Zelândia pode te surpreender. A vinícula Sankler é bem jovem, de 1994, e traz um rótulo bem particular que homenageia os praticantes de nudismo, muito forte na região da propriedade.

O Pinot Noir tem a clássica coloração clarinha daqueles que se pode ver o fundo da taça, e os aromas tão delicados. É uma flor, uma framboesa fresca que evolui para uma geleia de frutas vermelhas tão deliciosa. A vinícula é uma das pioneiras na Nova Zelândia e responsável pelas inúmeras premiações para os homens românticos, com suas notas sedosas em boca. Tão descontraído, ao mesmo tempo perfeito para um sanduíche, um wrap de salmão com queijo cremoso. Acho perfeito também para um piquenique de vinho ao ar livre; vai sozinho com um sanduíche natural, com uma massa de queijos frescos que dá uma focaccia, com geleia de frutas vermelhas, com mix de frutas frescas, e pode ser bem geladinho, só geladinho. Cuidado para não gelar demais e perder os aromas, que são incríveis.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E pra você que está curtindo a Centro América FM, e agora tem música e vinho, vamos lá desmistificar essa coisa de que vinho bom é só vinho envelhecido, com rolhas de cortiça, de cores intensas e amadeirados. São apenas estilos diferentes, mas um Pinot Noir de rosca da Nova Zelândia pode te surpreender. A vinícula Sankler é bem jovem, de 1994, e traz um rótulo bem particular que homenageia os praticantes de nudismo, muito forte na região da propriedade.

O Pinot Noir tem a clássica coloração clarinha daqueles que se pode ver o fundo da taça, e os aromas tão delicados. É uma flor, uma framboesa fresca que evolui para uma geleia de frutas vermelhas tão deliciosa. A vinícula é uma das pioneiras na Nova Zelândia e responsável pelas inúmeras premiações para os homens românticos, com suas notas sedosas em boca. Tão descontraído, ao mesmo tempo perfeito para um sanduíche, um wrap de salmão com queijo cremoso. Acho perfeito também para um piquenique de vinho ao ar livre; vai sozinho com um sanduíche natural, com uma massa de queijos frescos que dá uma focaccia, com geleia de frutas vermelhas, com mix de frutas frescas, e pode ser bem geladinho, só geladinho. Cuidado para não gelar demais e perder os aromas, que são incríveis.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PINOT NOIR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E só na Centro América FM você tem música e vinho. Já ouviu falar em Tchacolí? Nem eu! Até que outro dia degustei o Atlante Tchacolí de Alava, um vinho espanhol da região do País Basco, que fica bem ao norte da Espanha, quase divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando assim a sua qualidade e a disseminação do nome Tchacolí pelo mundo.

Os vinhos Tchacolí são cultivados nas regiões Atlânticas, no País Basco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tchacolí. Tchacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, as verdeado, e foi a primeira certificação de Tchacolí. Em seguida, os Tchacolí de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994. O teacolí de álava, em 2001.

Com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um metálico na boca e pode ser levemente espumante. A principal uva é a rondarabzúria ou rondaribzúria. O Atlantis de Álava é um vinho de aromas e sabor bem diferente, com características únicas e marcantes.

A proximidade do mar traz um aroma de sal, peixes marinhos, não tem o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos. Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez degustando com mariscos, anchovas, sardinhas, fique bom, mas sozinho não é um dos meus preferidos.

Bom só para saber que existe o tal teacolí e se não agrada o meu estilo, já sei que não vou errar na compra. É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que você encontra pelas suas degustações. Qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E só na Centro América FM você tem música e vinho. Já ouviu falar em Tchacolí? Nem eu! Até que outro dia degustei o Atlante Tchacolí de Alava, um vinho espanhol da região do País Basco, que fica bem ao norte da Espanha, quase divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando assim a sua qualidade e a disseminação do nome Tchacolí pelo mundo.

Os vinhos Tchacolí são cultivados nas regiões Atlânticas, no País Basco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tchacolí. Tchacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, as verdeado, e foi a primeira certificação de Tchacolí. Em seguida, os Tchacolí de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994. O teacolí de álava, em 2001.

Com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um metálico na boca e pode ser levemente espumante. A principal uva é a rondarabzúria ou rondaribzúria. O Atlantis de Álava é um vinho de aromas e sabor bem diferente, com características únicas e marcantes.

A proximidade do mar traz um aroma de sal, peixes marinhos, não tem o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos. Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez degustando com mariscos, anchovas, sardinhas, fique bom, mas sozinho não é um dos meus preferidos.

Bom só para saber que existe o tal teacolí e se não agrada o meu estilo, já sei que não vou errar na compra. É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que você encontra pelas suas degustações. Qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E só na Centro América FM você tem música e vinho. Já ouviu falar em Tchacolí? Nem eu! Até que outro dia degustei o Atlante Tchacolí de Alava, um vinho espanhol da região do País Basco, que fica bem ao norte da Espanha, quase divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando assim a sua qualidade e a disseminação do nome Tchacolí pelo mundo.

Os vinhos Tchacolí são cultivados nas regiões Atlânticas, no País Basco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tchacolí. Tchacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, as verdeado, e foi a primeira certificação de Tchacolí. Em seguida, os Tchacolí de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994. O teacolí de álava, em 2001.

Com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um metálico na boca e pode ser levemente espumante. A principal uva é a rondarabzúria ou rondaribzúria. O Atlantis de Álava é um vinho de aromas e sabor bem diferente, com características únicas e marcantes.

A proximidade do mar traz um aroma de sal, peixes marinhos, não tem o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos. Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez degustando com mariscos, anchovas, sardinhas, fique bom, mas sozinho não é um dos meus preferidos.

Bom só para saber que existe o tal teacolí e se não agrada o meu estilo, já sei que não vou errar na compra. É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que você encontra pelas suas degustações. Qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E só na Centro América FM você tem música e vinho. Já ouviu falar em Tchacolí? Nem eu! Até que outro dia degustei o Atlante Tchacolí de Alava, um vinho espanhol da região do País Basco, que fica bem ao norte da Espanha, quase divisa com a França.

Esse estilo de vinho já foi quase esquecido. Era um vinho caseiro até a década de 80 e só em 1989 recebeu a primeira denominação de origem, melhorando assim a sua qualidade e a disseminação do nome Tchacolí pelo mundo.

Os vinhos Tchacolí são cultivados nas regiões Atlânticas, no País Basco, região de muita chuva e temperaturas bem frias. São três as denominações de Tchacolí. Tchacolí de Getária, nome da cidade que faz vinhos de um amarelo pálido, as verdeado, e foi a primeira certificação de Tchacolí. Em seguida, os Tchacolí de Biscaia, que receberam a denominação de origem em 1994. O teacolí de álava, em 2001.

Com vinhos de cor amarelo intenso, muita acidez, um metálico na boca e pode ser levemente espumante. A principal uva é a rondarabzúria ou rondaribzúria. O Atlantis de Álava é um vinho de aromas e sabor bem diferente, com características únicas e marcantes.

A proximidade do mar traz um aroma de sal, peixes marinhos, não tem o cheiro de decomposição do peixe, que é extremamente desagradável, mas o cheiro suave de peixes frescos. Você também descobriu algum vinho diferente? Talvez degustando com mariscos, anchovas, sardinhas, fique bom, mas sozinho não é um dos meus preferidos.

Bom só para saber que existe o tal teacolí e se não agrada o meu estilo, já sei que não vou errar na compra. É assim que você deve entender os estilos de vinhos diferentes que você encontra pelas suas degustações. Qual estilo te agrada mais e qual estilo não te agrada.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATLANTE TXAKOLI DE ÁLAVA ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A história do produtor australiano Penfolds se confunde com a história vitivinícola do próprio país. Fundada em 1844, a Penfolds é hoje a marca mais prestigiada e admirada do mundo, título recebido em 2019 pela Drinks International. A avaliação considera que a vinícola conseguiu manter um alto nível de qualidade em toda sua linha, que, aliás, é bem extensa.

Os vinhedos de Penfolds estão localizados ao sul da Austrália, a região mais privilegiada do país. Mas o produtor utiliza uvas não só de vinhedos próprios, mas também de vinhedos arrendados e de produtores independentes, um total de 220 vinhedos em toda a Austrália.

Produz excelentes vinhos de custo-benefício, como Rawson's Retreat ou Koonunga Hill, até superícones como Grange, já eleito o melhor vinho do mundo em 1995 pela revista Wine Spectator. O Grange foi designado como Heritage Icon, patrimônio nacional na Austrália, sendo o único vinho a merecer essa marca.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A história do produtor australiano Penfolds se confunde com a história vitivinícola do próprio país. Fundada em 1844, a Penfolds é hoje a marca mais prestigiada e admirada do mundo, título recebido em 2019 pela Drinks International. A avaliação considera que a vinícola conseguiu manter um alto nível de qualidade em toda sua linha, que, aliás, é bem extensa.

Os vinhedos de Penfolds estão localizados ao sul da Austrália, a região mais privilegiada do país. Mas o produtor utiliza uvas não só de vinhedos próprios, mas também de vinhedos arrendados e de produtores independentes, um total de 220 vinhedos em toda a Austrália.

Produz excelentes vinhos de custo-benefício, como Rawson's Retreat ou Koonunga Hill, até superícones como Grange, já eleito o melhor vinho do mundo em 1995 pela revista Wine Spectator. O Grange foi designado como Heritage Icon, patrimônio nacional na Austrália, sendo o único vinho a merecer essa marca.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A história do produtor australiano Penfolds se confunde com a história vitivinícola do próprio país. Fundada em 1844, a Penfolds é hoje a marca mais prestigiada e admirada do mundo, título recebido em 2019 pela Drinks International. A avaliação considera que a vinícola conseguiu manter um alto nível de qualidade em toda sua linha, que, aliás, é bem extensa.

Os vinhedos de Penfolds estão localizados ao sul da Austrália, a região mais privilegiada do país. Mas o produtor utiliza uvas não só de vinhedos próprios, mas também de vinhedos arrendados e de produtores independentes, um total de 220 vinhedos em toda a Austrália.

Produz excelentes vinhos de custo-benefício, como Rawson's Retreat ou Koonunga Hill, até superícones como Grange, já eleito o melhor vinho do mundo em 1995 pela revista Wine Spectator. O Grange foi designado como Heritage Icon, patrimônio nacional na Austrália, sendo o único vinho a merecer essa marca.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A história do produtor australiano Penfolds se confunde com a história vitivinícola do próprio país. Fundada em 1844, a Penfolds é hoje a marca mais prestigiada e admirada do mundo, título recebido em 2019 pela Drinks International. A avaliação considera que a vinícola conseguiu manter um alto nível de qualidade em toda sua linha, que, aliás, é bem extensa.

Os vinhedos de Penfolds estão localizados ao sul da Austrália, a região mais privilegiada do país. Mas o produtor utiliza uvas não só de vinhedos próprios, mas também de vinhedos arrendados e de produtores independentes, um total de 220 vinhedos em toda a Austrália.

Produz excelentes vinhos de custo-benefício, como Rawson's Retreat ou Koonunga Hill, até superícones como Grange, já eleito o melhor vinho do mundo em 1995 pela revista Wine Spectator. O Grange foi designado como Heritage Icon, patrimônio nacional na Austrália, sendo o único vinho a merecer essa marca.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHEDOS DE PENFOLDSA ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO GUERLAIN]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO TARA PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ELEGIDO TANNAT ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CHARTRON LÁ FLEUR BLANC]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem vinhos que conseguem se reinventar, como o caso do vinho La Linda da Bodega Luí de Bosca da Argentina. Um clássico que modernizou seu rótulo e também evoluiu muito em boca. A Bodega Luí de Bosca foi fundada em 1901 por produtores italianos vindos da região do Piemonte, na Itália. Já estão na sua quarta geração e com vinhedos bem antigos, como os do finca La Linda, que chegam a 50 anos.

Já dizia o famoso produtor La Fitte que os primeiros 100 anos são difíceis, mas depois vai. Vinhos de vinhedos de média de 30 anos, com certeza, irão elaborar vinhos cada vez melhores.

Degustei o clássico La Linda Cabernet Sauvignon da Safra de 2017, que se destacou na prova que fiz com outros 3 Cabernet Sauvignon, todos da América do Sul. Um vinho com aromas bem incrível, tensos e expressivos de fruta madura e frutas do bosque, além de especiarias. Taninos bem estruturados, mais equilibrados e harmoniosos.

Era um vinho para acompanhar queijos maduros, carnes assadas, cozidas, massas e risotos. É daqueles vinhos que acompanham desde os embutidos até uma Bela Marisa Bel. Recebeu 91 pontos na safra de 2015 pelo crítico americano de vinhos James Suckling. E esta nota foi dada em 2017, com o vinho no auge dos seus dois anos de safra.

O Fin Cala Linda é um clássico para sua lista dos vinhos bons e baratos. Lembre-se sempre de manter a moderação, mantenha o consumo moderado e consciente do vinho para aproveitar novos vinhos a cada dia.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem vinhos que conseguem se reinventar, como o caso do vinho La Linda da Bodega Luí de Bosca da Argentina. Um clássico que modernizou seu rótulo e também evoluiu muito em boca. A Bodega Luí de Bosca foi fundada em 1901 por produtores italianos vindos da região do Piemonte, na Itália. Já estão na sua quarta geração e com vinhedos bem antigos, como os do finca La Linda, que chegam a 50 anos.

Já dizia o famoso produtor La Fitte que os primeiros 100 anos são difíceis, mas depois vai. Vinhos de vinhedos de média de 30 anos, com certeza, irão elaborar vinhos cada vez melhores.

Degustei o clássico La Linda Cabernet Sauvignon da Safra de 2017, que se destacou na prova que fiz com outros 3 Cabernet Sauvignon, todos da América do Sul. Um vinho com aromas bem incrível, tensos e expressivos de fruta madura e frutas do bosque, além de especiarias. Taninos bem estruturados, mais equilibrados e harmoniosos.

Era um vinho para acompanhar queijos maduros, carnes assadas, cozidas, massas e risotos. É daqueles vinhos que acompanham desde os embutidos até uma Bela Marisa Bel. Recebeu 91 pontos na safra de 2015 pelo crítico americano de vinhos James Suckling. E esta nota foi dada em 2017, com o vinho no auge dos seus dois anos de safra.

O Fin Cala Linda é um clássico para sua lista dos vinhos bons e baratos. Lembre-se sempre de manter a moderação, mantenha o consumo moderado e consciente do vinho para aproveitar novos vinhos a cada dia.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem vinhos que conseguem se reinventar, como o caso do vinho La Linda da Bodega Luí de Bosca da Argentina. Um clássico que modernizou seu rótulo e também evoluiu muito em boca. A Bodega Luí de Bosca foi fundada em 1901 por produtores italianos vindos da região do Piemonte, na Itália. Já estão na sua quarta geração e com vinhedos bem antigos, como os do finca La Linda, que chegam a 50 anos.

Já dizia o famoso produtor La Fitte que os primeiros 100 anos são difíceis, mas depois vai. Vinhos de vinhedos de média de 30 anos, com certeza, irão elaborar vinhos cada vez melhores.

Degustei o clássico La Linda Cabernet Sauvignon da Safra de 2017, que se destacou na prova que fiz com outros 3 Cabernet Sauvignon, todos da América do Sul. Um vinho com aromas bem incrível, tensos e expressivos de fruta madura e frutas do bosque, além de especiarias. Taninos bem estruturados, mais equilibrados e harmoniosos.

Era um vinho para acompanhar queijos maduros, carnes assadas, cozidas, massas e risotos. É daqueles vinhos que acompanham desde os embutidos até uma Bela Marisa Bel. Recebeu 91 pontos na safra de 2015 pelo crítico americano de vinhos James Suckling. E esta nota foi dada em 2017, com o vinho no auge dos seus dois anos de safra.

O Fin Cala Linda é um clássico para sua lista dos vinhos bons e baratos. Lembre-se sempre de manter a moderação, mantenha o consumo moderado e consciente do vinho para aproveitar novos vinhos a cada dia.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem vinhos que conseguem se reinventar, como o caso do vinho La Linda da Bodega Luí de Bosca da Argentina. Um clássico que modernizou seu rótulo e também evoluiu muito em boca. A Bodega Luí de Bosca foi fundada em 1901 por produtores italianos vindos da região do Piemonte, na Itália. Já estão na sua quarta geração e com vinhedos bem antigos, como os do finca La Linda, que chegam a 50 anos.

Já dizia o famoso produtor La Fitte que os primeiros 100 anos são difíceis, mas depois vai. Vinhos de vinhedos de média de 30 anos, com certeza, irão elaborar vinhos cada vez melhores.

Degustei o clássico La Linda Cabernet Sauvignon da Safra de 2017, que se destacou na prova que fiz com outros 3 Cabernet Sauvignon, todos da América do Sul. Um vinho com aromas bem incrível, tensos e expressivos de fruta madura e frutas do bosque, além de especiarias. Taninos bem estruturados, mais equilibrados e harmoniosos.

Era um vinho para acompanhar queijos maduros, carnes assadas, cozidas, massas e risotos. É daqueles vinhos que acompanham desde os embutidos até uma Bela Marisa Bel. Recebeu 91 pontos na safra de 2015 pelo crítico americano de vinhos James Suckling. E esta nota foi dada em 2017, com o vinho no auge dos seus dois anos de safra.

O Fin Cala Linda é um clássico para sua lista dos vinhos bons e baratos. Lembre-se sempre de manter a moderação, mantenha o consumo moderado e consciente do vinho para aproveitar novos vinhos a cada dia.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO LA LINDA ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VIDEIRAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM: Música e Vinho

A Centro América FM é a rádio da música e do vinho, trazendo mais harmonizações e inspirações para você montar a sua noite de queijos e vinhos em casa. A harmonização pode ser feita por semelhança ou por contraponto.

Hoje vamos falar de mais dois tipos de queijos para harmonizar:

Queijos macios e amarelos, como Brie e Camembert:
De paladar suave, quase úmido e cremoso, com intensidade média de sabor. Esses queijos combinam bem com vinhos espumantes, brancos, rosés e tintos mais leves, feitos com uvas como Petit Verdot, Grenache, Barbera, Montepulciano ou Cabernet Franc.

Queijos semi-duros, como Gouda, Emmental e Provolone:De sabor mais intenso, textura firme e teor de gordura mais elevado. Pedem vinhos tintos frutados de médio corpo ou encorpados, com passagem por madeira. Experimente uvas como Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Tempranillo ou Touriga Nacional.

Agora você já tem ótimas opções de queijos para montar a sua noite de queijos e vinhos. Harmonize, deguste e aproveite!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM: Música e Vinho

A Centro América FM é a rádio da música e do vinho, trazendo mais harmonizações e inspirações para você montar a sua noite de queijos e vinhos em casa. A harmonização pode ser feita por semelhança ou por contraponto.

Hoje vamos falar de mais dois tipos de queijos para harmonizar:

Queijos macios e amarelos, como Brie e Camembert:
De paladar suave, quase úmido e cremoso, com intensidade média de sabor. Esses queijos combinam bem com vinhos espumantes, brancos, rosés e tintos mais leves, feitos com uvas como Petit Verdot, Grenache, Barbera, Montepulciano ou Cabernet Franc.

Queijos semi-duros, como Gouda, Emmental e Provolone:De sabor mais intenso, textura firme e teor de gordura mais elevado. Pedem vinhos tintos frutados de médio corpo ou encorpados, com passagem por madeira. Experimente uvas como Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Tempranillo ou Touriga Nacional.

Agora você já tem ótimas opções de queijos para montar a sua noite de queijos e vinhos. Harmonize, deguste e aproveite!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM: Música e Vinho

A Centro América FM é a rádio da música e do vinho, trazendo mais harmonizações e inspirações para você montar a sua noite de queijos e vinhos em casa. A harmonização pode ser feita por semelhança ou por contraponto.

Hoje vamos falar de mais dois tipos de queijos para harmonizar:

Queijos macios e amarelos, como Brie e Camembert:
De paladar suave, quase úmido e cremoso, com intensidade média de sabor. Esses queijos combinam bem com vinhos espumantes, brancos, rosés e tintos mais leves, feitos com uvas como Petit Verdot, Grenache, Barbera, Montepulciano ou Cabernet Franc.

Queijos semi-duros, como Gouda, Emmental e Provolone:De sabor mais intenso, textura firme e teor de gordura mais elevado. Pedem vinhos tintos frutados de médio corpo ou encorpados, com passagem por madeira. Experimente uvas como Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Tempranillo ou Touriga Nacional.

Agora você já tem ótimas opções de queijos para montar a sua noite de queijos e vinhos. Harmonize, deguste e aproveite!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM: Música e Vinho

A Centro América FM é a rádio da música e do vinho, trazendo mais harmonizações e inspirações para você montar a sua noite de queijos e vinhos em casa. A harmonização pode ser feita por semelhança ou por contraponto.

Hoje vamos falar de mais dois tipos de queijos para harmonizar:

Queijos macios e amarelos, como Brie e Camembert:
De paladar suave, quase úmido e cremoso, com intensidade média de sabor. Esses queijos combinam bem com vinhos espumantes, brancos, rosés e tintos mais leves, feitos com uvas como Petit Verdot, Grenache, Barbera, Montepulciano ou Cabernet Franc.

Queijos semi-duros, como Gouda, Emmental e Provolone:De sabor mais intenso, textura firme e teor de gordura mais elevado. Pedem vinhos tintos frutados de médio corpo ou encorpados, com passagem por madeira. Experimente uvas como Cabernet Sauvignon, Malbec, Syrah, Tempranillo ou Touriga Nacional.

Agora você já tem ótimas opções de queijos para montar a sua noite de queijos e vinhos. Harmonize, deguste e aproveite!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE VINHOS E QUEIJOS ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Entre o mar do Pacífico e o sol de Napa Valley fica a propriedade Mersoleil, do famoso grupo de vinhos americano Caymus. Os primeiros vinhedos foram plantados em 1988. A ideia é que o sol amadureça as uvas e os ventos do Pacífico estendam essa maturação, ganhando força e complexidade ao vinho.

Degustei o Mersoleil Silver Chardonnay. “Silver” é o prata, sem madeira. Inusitado, já que os chardonnays da Califórnia são sempre bem barricados, tostados e amanteigados.

O Mersoleil Silver Chardonnay é mais fresco, embora seja cremoso, com notas de limão, de flores de limão da plantação que está muito próxima ao vinho. Tudo isso aparece nos chardonnays de Mersoleil.

Só a uva chardonnay, sozinha, com plena maturação, já traz uma boa estrutura ao vinho. Então, o Mersoleil Chardonnay Silver, mesmo sem madeira, é bem presente, bem cheio em boca e pede um prato de bom corpo.

Eu harmonizei com bolinhos de bacalhau de entrada e, depois, postas de bacalhau com azeite e muito alho.

Bom Mersoleil pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Entre o mar do Pacífico e o sol de Napa Valley fica a propriedade Mersoleil, do famoso grupo de vinhos americano Caymus. Os primeiros vinhedos foram plantados em 1988. A ideia é que o sol amadureça as uvas e os ventos do Pacífico estendam essa maturação, ganhando força e complexidade ao vinho.

Degustei o Mersoleil Silver Chardonnay. “Silver” é o prata, sem madeira. Inusitado, já que os chardonnays da Califórnia são sempre bem barricados, tostados e amanteigados.

O Mersoleil Silver Chardonnay é mais fresco, embora seja cremoso, com notas de limão, de flores de limão da plantação que está muito próxima ao vinho. Tudo isso aparece nos chardonnays de Mersoleil.

Só a uva chardonnay, sozinha, com plena maturação, já traz uma boa estrutura ao vinho. Então, o Mersoleil Chardonnay Silver, mesmo sem madeira, é bem presente, bem cheio em boca e pede um prato de bom corpo.

Eu harmonizei com bolinhos de bacalhau de entrada e, depois, postas de bacalhau com azeite e muito alho.

Bom Mersoleil pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Entre o mar do Pacífico e o sol de Napa Valley fica a propriedade Mersoleil, do famoso grupo de vinhos americano Caymus. Os primeiros vinhedos foram plantados em 1988. A ideia é que o sol amadureça as uvas e os ventos do Pacífico estendam essa maturação, ganhando força e complexidade ao vinho.

Degustei o Mersoleil Silver Chardonnay. “Silver” é o prata, sem madeira. Inusitado, já que os chardonnays da Califórnia são sempre bem barricados, tostados e amanteigados.

O Mersoleil Silver Chardonnay é mais fresco, embora seja cremoso, com notas de limão, de flores de limão da plantação que está muito próxima ao vinho. Tudo isso aparece nos chardonnays de Mersoleil.

Só a uva chardonnay, sozinha, com plena maturação, já traz uma boa estrutura ao vinho. Então, o Mersoleil Chardonnay Silver, mesmo sem madeira, é bem presente, bem cheio em boca e pede um prato de bom corpo.

Eu harmonizei com bolinhos de bacalhau de entrada e, depois, postas de bacalhau com azeite e muito alho.

Bom Mersoleil pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Entre o mar do Pacífico e o sol de Napa Valley fica a propriedade Mersoleil, do famoso grupo de vinhos americano Caymus. Os primeiros vinhedos foram plantados em 1988. A ideia é que o sol amadureça as uvas e os ventos do Pacífico estendam essa maturação, ganhando força e complexidade ao vinho.

Degustei o Mersoleil Silver Chardonnay. “Silver” é o prata, sem madeira. Inusitado, já que os chardonnays da Califórnia são sempre bem barricados, tostados e amanteigados.

O Mersoleil Silver Chardonnay é mais fresco, embora seja cremoso, com notas de limão, de flores de limão da plantação que está muito próxima ao vinho. Tudo isso aparece nos chardonnays de Mersoleil.

Só a uva chardonnay, sozinha, com plena maturação, já traz uma boa estrutura ao vinho. Então, o Mersoleil Chardonnay Silver, mesmo sem madeira, é bem presente, bem cheio em boca e pede um prato de bom corpo.

Eu harmonizei com bolinhos de bacalhau de entrada e, depois, postas de bacalhau com azeite e muito alho.

Bom Mersoleil pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CAYMUS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícola Talente. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não. A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados a uvas como Canaiolo, Colorino e às francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rosés, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor.

Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva, e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde.

Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícola Talente. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não. A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados a uvas como Canaiolo, Colorino e às francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rosés, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor.

Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva, e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde.

Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícola Talente. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não. A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados a uvas como Canaiolo, Colorino e às francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rosés, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor.

Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva, e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde.

Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre, pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente.

Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícola Talente. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não. A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese. E os 5 hectares restantes são destinados a uvas como Canaiolo, Colorino e às francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talente é famosa pelos seus brunelos, pelos rosés, pela grapa de brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Toscana por um super produtor.

Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva, e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde.

Quanto mais herbáceo, melhor, seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIRLO TALENTI ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[TANOARIA DE VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM VINHO TERROSO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO  THREE SISTERS AND BROTHERS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SAUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Priscila Carvalho sugeriu o tema Eslovênia, e esse é o nosso assunto de hoje.

A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu, e, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho a 2500 anos, antes mesmo dos romanos terem levado a cultura para França e Espanha. Descobri nessa pesquisa que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia. Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor.

A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro, as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America. Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno brasileiro.


]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Priscila Carvalho sugeriu o tema Eslovênia, e esse é o nosso assunto de hoje.

A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu, e, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho a 2500 anos, antes mesmo dos romanos terem levado a cultura para França e Espanha. Descobri nessa pesquisa que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia. Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor.

A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro, as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America. Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno brasileiro.


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      <itunes:summary><![CDATA[A Priscila Carvalho sugeriu o tema Eslovênia, e esse é o nosso assunto de hoje.

A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu, e, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho a 2500 anos, antes mesmo dos romanos terem levado a cultura para França e Espanha. Descobri nessa pesquisa que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia. Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor.

A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro, as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America. Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno brasileiro.


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      <content:encoded><![CDATA[A Priscila Carvalho sugeriu o tema Eslovênia, e esse é o nosso assunto de hoje.

A Eslovênia fica ao norte da Itália, no leste europeu, e, embora os vinhos eslovenos sejam pouco conhecidos, a história é bem antiga. Os Celtas levaram o vinho a 2500 anos, antes mesmo dos romanos terem levado a cultura para França e Espanha. Descobri nessa pesquisa que o povo esloveno consome 43 litros de vinho per capita ano, mas o consumo é regular e moderado. São cerca de 28 mil vinícolas produzindo na Eslovênia. Tem tanta história antiga que a videira considerada mais antiga do mundo, com cerca de 500 anos, está na Eslovênia, na cidade de Maribor.

A vinha tem 30 metros de extensão, em um tronco de cerca de 80 centímetros de diâmetro, as famosas vinhas velhas. É uma variedade tinta local chamada de Modra Cavicina. Pinturas de quadros do século XVI confirmam o retrato do casarão onde a vinha está sustentada, já com a videira ornamentando a fachada. A casa histórica e a vinha são patrimônios da humanidade pela Unesco.

Existe uma colheita simbólica dessa videira, e os vinhos são usados apenas para presentear autoridades. Mais de tempos em tempos, mudas são plantadas pelo mundo. Em 2018, no dia 26 de setembro, essa muda chegou ao Brasil, em Bento Gonçalves, e foi plantada durante a primeira edição da Wines of South America. Já tem uma muda da videira mais antiga do mundo no Brasil. Vamos produzir um vinho esloveno brasileiro.


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      <title><![CDATA[VINHOS ESLOVENOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO SOPHENIA ESTATE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[MESMA UVA COM DIFERENTES NOMES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O vinho, como todas as outras artes, seja música, seja literatura ou artes plásticas, é uma arte que emociona as pessoas. 

O vinho francês poeme começa pelo nome, reverenciando poemas e poesias. O rótulo é todo desenhado em dourado, na garrafa negra, para você se emocionar. É um vinho do sul da França, de uma região que eu curto muito, o Languedoc, região de grande influência do Mediterrâneo. Elaborado com Cabernet Sauvignon e Syrah, um tintão encorpado, de taninos maduros e final persistente, com frutas maduras e notas defumadas, além de floral e especiarias nos aromas. O que achei curioso é que esse vinho não tem passagem na madeira e evolui tanto em aromas. 

Aqui no Brasil, quem consegue essa proeza é a Lídio Carraro, uma vinícola boutique do Vale dos Vinhedos. Nenhum vinho deles tem passagem na madeira. Madeira e tem aromas super evoluídos e complexos. Combina com pratos de carne vermelha, com cogumelos, embutidos e queijos maduros. Poemica Bernersol Vignon Syrah, um vinho para você se emocionar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O vinho, como todas as outras artes, seja música, seja literatura ou artes plásticas, é uma arte que emociona as pessoas. 

O vinho francês poeme começa pelo nome, reverenciando poemas e poesias. O rótulo é todo desenhado em dourado, na garrafa negra, para você se emocionar. É um vinho do sul da França, de uma região que eu curto muito, o Languedoc, região de grande influência do Mediterrâneo. Elaborado com Cabernet Sauvignon e Syrah, um tintão encorpado, de taninos maduros e final persistente, com frutas maduras e notas defumadas, além de floral e especiarias nos aromas. O que achei curioso é que esse vinho não tem passagem na madeira e evolui tanto em aromas. 

Aqui no Brasil, quem consegue essa proeza é a Lídio Carraro, uma vinícola boutique do Vale dos Vinhedos. Nenhum vinho deles tem passagem na madeira. Madeira e tem aromas super evoluídos e complexos. Combina com pratos de carne vermelha, com cogumelos, embutidos e queijos maduros. Poemica Bernersol Vignon Syrah, um vinho para você se emocionar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O vinho, como todas as outras artes, seja música, seja literatura ou artes plásticas, é uma arte que emociona as pessoas. 

O vinho francês poeme começa pelo nome, reverenciando poemas e poesias. O rótulo é todo desenhado em dourado, na garrafa negra, para você se emocionar. É um vinho do sul da França, de uma região que eu curto muito, o Languedoc, região de grande influência do Mediterrâneo. Elaborado com Cabernet Sauvignon e Syrah, um tintão encorpado, de taninos maduros e final persistente, com frutas maduras e notas defumadas, além de floral e especiarias nos aromas. O que achei curioso é que esse vinho não tem passagem na madeira e evolui tanto em aromas. 

Aqui no Brasil, quem consegue essa proeza é a Lídio Carraro, uma vinícola boutique do Vale dos Vinhedos. Nenhum vinho deles tem passagem na madeira. Madeira e tem aromas super evoluídos e complexos. Combina com pratos de carne vermelha, com cogumelos, embutidos e queijos maduros. Poemica Bernersol Vignon Syrah, um vinho para você se emocionar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O vinho, como todas as outras artes, seja música, seja literatura ou artes plásticas, é uma arte que emociona as pessoas. 

O vinho francês poeme começa pelo nome, reverenciando poemas e poesias. O rótulo é todo desenhado em dourado, na garrafa negra, para você se emocionar. É um vinho do sul da França, de uma região que eu curto muito, o Languedoc, região de grande influência do Mediterrâneo. Elaborado com Cabernet Sauvignon e Syrah, um tintão encorpado, de taninos maduros e final persistente, com frutas maduras e notas defumadas, além de floral e especiarias nos aromas. O que achei curioso é que esse vinho não tem passagem na madeira e evolui tanto em aromas. 

Aqui no Brasil, quem consegue essa proeza é a Lídio Carraro, uma vinícola boutique do Vale dos Vinhedos. Nenhum vinho deles tem passagem na madeira. Madeira e tem aromas super evoluídos e complexos. Combina com pratos de carne vermelha, com cogumelos, embutidos e queijos maduros. Poemica Bernersol Vignon Syrah, um vinho para você se emocionar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ BERNERSOL VIGNON SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BAYANEGRA TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quem nunca bebeu vinho colonial? O vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango. São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel.

Essa é a principal uva cultivada no Brasil. E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no Brasil são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de litros de vinhos consumidos que são das uvas viníferas, os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez. É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel. E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, com baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e a evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente, para a nossa alegria. Cada vez mais, a uva Isabel vem trazendo qualidade em vinhos coloniais e também em sucos de uva.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quem nunca bebeu vinho colonial? O vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango. São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel.

Essa é a principal uva cultivada no Brasil. E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no Brasil são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de litros de vinhos consumidos que são das uvas viníferas, os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez. É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel. E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, com baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e a evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente, para a nossa alegria. Cada vez mais, a uva Isabel vem trazendo qualidade em vinhos coloniais e também em sucos de uva.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quem nunca bebeu vinho colonial? O vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango. São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel.

Essa é a principal uva cultivada no Brasil. E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no Brasil são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de litros de vinhos consumidos que são das uvas viníferas, os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez. É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel. E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, com baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e a evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente, para a nossa alegria. Cada vez mais, a uva Isabel vem trazendo qualidade em vinhos coloniais e também em sucos de uva.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quem nunca bebeu vinho colonial? O vinho com aquele gostinho de uva que lembra um pouquinho de morango. São os vinhos feitos quase 100% das uvas Isabel.

Essa é a principal uva cultivada no Brasil. E olha a diferença: 218,38 milhões de litros dos vinhos consumidos no Brasil são da uva Isabel, contra 38,71 milhões de litros de vinhos consumidos que são das uvas viníferas, os famosos vinhos finos.

A Isabel é a uva que melhor se adaptou ao terroir brasileiro, pela sua resistência e robustez. É a uva dos vinhos docinhos e alegres, que ajudaram no longo e difícil caminho dos imigrantes italianos no Brasil.

Os sucos de uva brasileiros são elaborados com a uva Isabel. E os vinhos elaborados com a uva Isabel são intensos, com aroma de morango, docinhos, com baixo custo, só que não mais de baixa qualidade como antigamente.

A Embrapa, por exemplo, considerando a relevância da uva Isabel, a selecionou para estudos de melhoramento genético e a evolução de seus clones.

Já não se fazem garrafões como antigamente, para a nossa alegria. Cada vez mais, a uva Isabel vem trazendo qualidade em vinhos coloniais e também em sucos de uva.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO COLONIAL ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS PREMIADOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você. E eu quero saber: o vinho te inspira a quê? Vamos nos inspirar nesta manhã.

A vida entre borbulhas não é só champanhe. É claro que os mais respeitados estão guardados ao norte da França. São as famosas casas de champanhe. Mas o norte da Itália também tem seu charme. Elaboram os excelentes espumantes do tipo Frantiacorta, na região da Lombardia, pelo mesmo método tradicional de champanhe.

A denominação de origem Frantiacorta foi oficializada em 1995. E as uvas cultivadas são as brancas Chardonnay, Pinot Noir e a tinta Pinot Noir, conhecida como Pinot Nero na Itália. A semelhança com o champanhe começa pelas uvas Chardonnay, Pinot Noir, o método de elaboração, em que a segunda fermentação é dentro da garrafa, e o terroir, que é bem mineral.

São três as classificações de espumantes no estilo Franciacorta. O tradicional, que utiliza Chardonnay e Pinot Noir e envelhece 18 meses. O Franciacorta Satin, que só usa uvas brancas, a Pinot Blanc. E o Franciacorta Rosé, que usa 25% de Pinot Noir para dar coloração e 75% mesculando as uvas brancas Chardonnay e Pinot Blanc.

A origem do nome vem do italiano corte franque, que significa a corte isenta de tributos. Os monges beneditinos que produziam os vinhos nessa região eram isentos de impostos. Bem que os padres poderiam voltar a produzir, pedir isenção de impostos e vender vinhos corte franque. Que sonho, mas isso está bem longe da nossa realidade.

O jeito é pesquisar, aproveitar as promoções. E por que não formar as suas confrarias para compartilhar bons vinhos? E voilà, vamos aproveitando.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você. E eu quero saber: o vinho te inspira a quê? Vamos nos inspirar nesta manhã.

A vida entre borbulhas não é só champanhe. É claro que os mais respeitados estão guardados ao norte da França. São as famosas casas de champanhe. Mas o norte da Itália também tem seu charme. Elaboram os excelentes espumantes do tipo Frantiacorta, na região da Lombardia, pelo mesmo método tradicional de champanhe.

A denominação de origem Frantiacorta foi oficializada em 1995. E as uvas cultivadas são as brancas Chardonnay, Pinot Noir e a tinta Pinot Noir, conhecida como Pinot Nero na Itália. A semelhança com o champanhe começa pelas uvas Chardonnay, Pinot Noir, o método de elaboração, em que a segunda fermentação é dentro da garrafa, e o terroir, que é bem mineral.

São três as classificações de espumantes no estilo Franciacorta. O tradicional, que utiliza Chardonnay e Pinot Noir e envelhece 18 meses. O Franciacorta Satin, que só usa uvas brancas, a Pinot Blanc. E o Franciacorta Rosé, que usa 25% de Pinot Noir para dar coloração e 75% mesculando as uvas brancas Chardonnay e Pinot Blanc.

A origem do nome vem do italiano corte franque, que significa a corte isenta de tributos. Os monges beneditinos que produziam os vinhos nessa região eram isentos de impostos. Bem que os padres poderiam voltar a produzir, pedir isenção de impostos e vender vinhos corte franque. Que sonho, mas isso está bem longe da nossa realidade.

O jeito é pesquisar, aproveitar as promoções. E por que não formar as suas confrarias para compartilhar bons vinhos? E voilà, vamos aproveitando.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você. E eu quero saber: o vinho te inspira a quê? Vamos nos inspirar nesta manhã.

A vida entre borbulhas não é só champanhe. É claro que os mais respeitados estão guardados ao norte da França. São as famosas casas de champanhe. Mas o norte da Itália também tem seu charme. Elaboram os excelentes espumantes do tipo Frantiacorta, na região da Lombardia, pelo mesmo método tradicional de champanhe.

A denominação de origem Frantiacorta foi oficializada em 1995. E as uvas cultivadas são as brancas Chardonnay, Pinot Noir e a tinta Pinot Noir, conhecida como Pinot Nero na Itália. A semelhança com o champanhe começa pelas uvas Chardonnay, Pinot Noir, o método de elaboração, em que a segunda fermentação é dentro da garrafa, e o terroir, que é bem mineral.

São três as classificações de espumantes no estilo Franciacorta. O tradicional, que utiliza Chardonnay e Pinot Noir e envelhece 18 meses. O Franciacorta Satin, que só usa uvas brancas, a Pinot Blanc. E o Franciacorta Rosé, que usa 25% de Pinot Noir para dar coloração e 75% mesculando as uvas brancas Chardonnay e Pinot Blanc.

A origem do nome vem do italiano corte franque, que significa a corte isenta de tributos. Os monges beneditinos que produziam os vinhos nessa região eram isentos de impostos. Bem que os padres poderiam voltar a produzir, pedir isenção de impostos e vender vinhos corte franque. Que sonho, mas isso está bem longe da nossa realidade.

O jeito é pesquisar, aproveitar as promoções. E por que não formar as suas confrarias para compartilhar bons vinhos? E voilà, vamos aproveitando.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho e uma ótima manhã para você. E eu quero saber: o vinho te inspira a quê? Vamos nos inspirar nesta manhã.

A vida entre borbulhas não é só champanhe. É claro que os mais respeitados estão guardados ao norte da França. São as famosas casas de champanhe. Mas o norte da Itália também tem seu charme. Elaboram os excelentes espumantes do tipo Frantiacorta, na região da Lombardia, pelo mesmo método tradicional de champanhe.

A denominação de origem Frantiacorta foi oficializada em 1995. E as uvas cultivadas são as brancas Chardonnay, Pinot Noir e a tinta Pinot Noir, conhecida como Pinot Nero na Itália. A semelhança com o champanhe começa pelas uvas Chardonnay, Pinot Noir, o método de elaboração, em que a segunda fermentação é dentro da garrafa, e o terroir, que é bem mineral.

São três as classificações de espumantes no estilo Franciacorta. O tradicional, que utiliza Chardonnay e Pinot Noir e envelhece 18 meses. O Franciacorta Satin, que só usa uvas brancas, a Pinot Blanc. E o Franciacorta Rosé, que usa 25% de Pinot Noir para dar coloração e 75% mesculando as uvas brancas Chardonnay e Pinot Blanc.

A origem do nome vem do italiano corte franque, que significa a corte isenta de tributos. Os monges beneditinos que produziam os vinhos nessa região eram isentos de impostos. Bem que os padres poderiam voltar a produzir, pedir isenção de impostos e vender vinhos corte franque. Que sonho, mas isso está bem longe da nossa realidade.

O jeito é pesquisar, aproveitar as promoções. E por que não formar as suas confrarias para compartilhar bons vinhos? E voilà, vamos aproveitando.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CORTE FRANQUE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CHARTRON LÁ FLEUR BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO FORA DA LEI ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS AUTÊNTICOS E SEM MAQUIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima manhã para você. Se cada um de nós encontrarmos, em seu universo de trabalho ou na sua comunidade, uma forma de ajudar ao próximo, já estaremos com um grande passo para a evolução da humanidade.

Há vários projetos solidários no mundo do vinho, como o Vinho da Casa Perini e Virícula Nacional, com o nome Solidário. O vinho é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. A maior parte do lucro é destinado ao Instituto da Mama do Rio Grande do Sul e à Federação Brasileira da Hemofilia.

O câncer de mama tem cura, se detectado precocemente, e a hemofilia tem tratamento. Vinho e saúde sempre estiveram próximos, desde o uso do vinho para tratar feridas na antiguidade até a indicação por médicos de consumo frequente e moderado para ajudar na prevenção de inúmeras doenças, especialmente as cardíacas.

Vinho traz bem-estar, alegria e une as pessoas. O estról é a principal substância que apresenta as propriedades benéficas à saúde. Essa substância está presente em maior concentração no caso das uvas tintas, especialmente as uvas Taná, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah.

O Casaperini Solidário é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. Você contribui para uma causa e se beneficia também. Consulte sempre o seu médico e beba com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima manhã para você. Se cada um de nós encontrarmos, em seu universo de trabalho ou na sua comunidade, uma forma de ajudar ao próximo, já estaremos com um grande passo para a evolução da humanidade.

Há vários projetos solidários no mundo do vinho, como o Vinho da Casa Perini e Virícula Nacional, com o nome Solidário. O vinho é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. A maior parte do lucro é destinado ao Instituto da Mama do Rio Grande do Sul e à Federação Brasileira da Hemofilia.

O câncer de mama tem cura, se detectado precocemente, e a hemofilia tem tratamento. Vinho e saúde sempre estiveram próximos, desde o uso do vinho para tratar feridas na antiguidade até a indicação por médicos de consumo frequente e moderado para ajudar na prevenção de inúmeras doenças, especialmente as cardíacas.

Vinho traz bem-estar, alegria e une as pessoas. O estról é a principal substância que apresenta as propriedades benéficas à saúde. Essa substância está presente em maior concentração no caso das uvas tintas, especialmente as uvas Taná, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah.

O Casaperini Solidário é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. Você contribui para uma causa e se beneficia também. Consulte sempre o seu médico e beba com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima manhã para você. Se cada um de nós encontrarmos, em seu universo de trabalho ou na sua comunidade, uma forma de ajudar ao próximo, já estaremos com um grande passo para a evolução da humanidade.

Há vários projetos solidários no mundo do vinho, como o Vinho da Casa Perini e Virícula Nacional, com o nome Solidário. O vinho é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. A maior parte do lucro é destinado ao Instituto da Mama do Rio Grande do Sul e à Federação Brasileira da Hemofilia.

O câncer de mama tem cura, se detectado precocemente, e a hemofilia tem tratamento. Vinho e saúde sempre estiveram próximos, desde o uso do vinho para tratar feridas na antiguidade até a indicação por médicos de consumo frequente e moderado para ajudar na prevenção de inúmeras doenças, especialmente as cardíacas.

Vinho traz bem-estar, alegria e une as pessoas. O estról é a principal substância que apresenta as propriedades benéficas à saúde. Essa substância está presente em maior concentração no caso das uvas tintas, especialmente as uvas Taná, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah.

O Casaperini Solidário é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. Você contribui para uma causa e se beneficia também. Consulte sempre o seu médico e beba com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima manhã para você. Se cada um de nós encontrarmos, em seu universo de trabalho ou na sua comunidade, uma forma de ajudar ao próximo, já estaremos com um grande passo para a evolução da humanidade.

Há vários projetos solidários no mundo do vinho, como o Vinho da Casa Perini e Virícula Nacional, com o nome Solidário. O vinho é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. A maior parte do lucro é destinado ao Instituto da Mama do Rio Grande do Sul e à Federação Brasileira da Hemofilia.

O câncer de mama tem cura, se detectado precocemente, e a hemofilia tem tratamento. Vinho e saúde sempre estiveram próximos, desde o uso do vinho para tratar feridas na antiguidade até a indicação por médicos de consumo frequente e moderado para ajudar na prevenção de inúmeras doenças, especialmente as cardíacas.

Vinho traz bem-estar, alegria e une as pessoas. O estról é a principal substância que apresenta as propriedades benéficas à saúde. Essa substância está presente em maior concentração no caso das uvas tintas, especialmente as uvas Taná, Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah.

O Casaperini Solidário é elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. Você contribui para uma causa e se beneficia também. Consulte sempre o seu médico e beba com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ VINHO DA CASA PERINI SOLIDÁRIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta tarde aqui na Centro América FM. Hoje eu vou, literalmente, invadir a hora do café.

Hoje eu vou para o sul da Itália, na região de Nápoles, a cidade berço de três paixões brasileiras: a pizza, o café e uma paixão que cresce a cada dia, o vinho.

Para começar bem o dia, café expresso, que em Nápoles é servido bem forte e dá, no máximo, um gole e meio, de sabor bem marcado e com longa persistência. É tradição, em Nápoles, beber um café e deixar o outro pago como gentileza ao próximo cliente. Então, sem quebrar a corrente, tem sempre um café para você em uma cafeteria da cidade.

A pizza é a outra grande paixão, especialmente a marguerita, feita em homenagem à rainha Margherita de Savoia, que gostou muito do sabor — molho de tomate, muçarela, azeite e manjericão — e deu nome à famosa pizza margherita.

A grande paixão que cresce a cada dia no gosto dos brasileiros é o vinho. Nápoles foi devastada pelo vulcão Vesúvio e se recuperou ainda mais forte, com o solo vulcânico, ideal para uvas regionais como Fiano, Greco, Falanghina e Aglianico.

A história dos vinhos napolitanos remonta a 120 anos antes de Cristo, quando há registros do vinho romano Opimiano.

É muito legal descobrir novos vinhos, como o Pipoli Aglianico, um vinho forte, com aromas de cereja preta, cereja amarga, especiarias e baunilha; um vinho bem estruturado e de taninos maduros, perfeito para harmonizar com pizza margherita, claro, e encerrar com um bom café.

Lembrando sempre de manter a moderação. Só assim você poderá descobrir novos vinhos, como os da região napolitana e italiana — vinhos de solo vulcânico, intensos, para você aproveitar.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta tarde aqui na Centro América FM. Hoje eu vou, literalmente, invadir a hora do café.

Hoje eu vou para o sul da Itália, na região de Nápoles, a cidade berço de três paixões brasileiras: a pizza, o café e uma paixão que cresce a cada dia, o vinho.

Para começar bem o dia, café expresso, que em Nápoles é servido bem forte e dá, no máximo, um gole e meio, de sabor bem marcado e com longa persistência. É tradição, em Nápoles, beber um café e deixar o outro pago como gentileza ao próximo cliente. Então, sem quebrar a corrente, tem sempre um café para você em uma cafeteria da cidade.

A pizza é a outra grande paixão, especialmente a marguerita, feita em homenagem à rainha Margherita de Savoia, que gostou muito do sabor — molho de tomate, muçarela, azeite e manjericão — e deu nome à famosa pizza margherita.

A grande paixão que cresce a cada dia no gosto dos brasileiros é o vinho. Nápoles foi devastada pelo vulcão Vesúvio e se recuperou ainda mais forte, com o solo vulcânico, ideal para uvas regionais como Fiano, Greco, Falanghina e Aglianico.

A história dos vinhos napolitanos remonta a 120 anos antes de Cristo, quando há registros do vinho romano Opimiano.

É muito legal descobrir novos vinhos, como o Pipoli Aglianico, um vinho forte, com aromas de cereja preta, cereja amarga, especiarias e baunilha; um vinho bem estruturado e de taninos maduros, perfeito para harmonizar com pizza margherita, claro, e encerrar com um bom café.

Lembrando sempre de manter a moderação. Só assim você poderá descobrir novos vinhos, como os da região napolitana e italiana — vinhos de solo vulcânico, intensos, para você aproveitar.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta tarde aqui na Centro América FM. Hoje eu vou, literalmente, invadir a hora do café.

Hoje eu vou para o sul da Itália, na região de Nápoles, a cidade berço de três paixões brasileiras: a pizza, o café e uma paixão que cresce a cada dia, o vinho.

Para começar bem o dia, café expresso, que em Nápoles é servido bem forte e dá, no máximo, um gole e meio, de sabor bem marcado e com longa persistência. É tradição, em Nápoles, beber um café e deixar o outro pago como gentileza ao próximo cliente. Então, sem quebrar a corrente, tem sempre um café para você em uma cafeteria da cidade.

A pizza é a outra grande paixão, especialmente a marguerita, feita em homenagem à rainha Margherita de Savoia, que gostou muito do sabor — molho de tomate, muçarela, azeite e manjericão — e deu nome à famosa pizza margherita.

A grande paixão que cresce a cada dia no gosto dos brasileiros é o vinho. Nápoles foi devastada pelo vulcão Vesúvio e se recuperou ainda mais forte, com o solo vulcânico, ideal para uvas regionais como Fiano, Greco, Falanghina e Aglianico.

A história dos vinhos napolitanos remonta a 120 anos antes de Cristo, quando há registros do vinho romano Opimiano.

É muito legal descobrir novos vinhos, como o Pipoli Aglianico, um vinho forte, com aromas de cereja preta, cereja amarga, especiarias e baunilha; um vinho bem estruturado e de taninos maduros, perfeito para harmonizar com pizza margherita, claro, e encerrar com um bom café.

Lembrando sempre de manter a moderação. Só assim você poderá descobrir novos vinhos, como os da região napolitana e italiana — vinhos de solo vulcânico, intensos, para você aproveitar.
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      <content:encoded><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta tarde aqui na Centro América FM. Hoje eu vou, literalmente, invadir a hora do café.

Hoje eu vou para o sul da Itália, na região de Nápoles, a cidade berço de três paixões brasileiras: a pizza, o café e uma paixão que cresce a cada dia, o vinho.

Para começar bem o dia, café expresso, que em Nápoles é servido bem forte e dá, no máximo, um gole e meio, de sabor bem marcado e com longa persistência. É tradição, em Nápoles, beber um café e deixar o outro pago como gentileza ao próximo cliente. Então, sem quebrar a corrente, tem sempre um café para você em uma cafeteria da cidade.

A pizza é a outra grande paixão, especialmente a marguerita, feita em homenagem à rainha Margherita de Savoia, que gostou muito do sabor — molho de tomate, muçarela, azeite e manjericão — e deu nome à famosa pizza margherita.

A grande paixão que cresce a cada dia no gosto dos brasileiros é o vinho. Nápoles foi devastada pelo vulcão Vesúvio e se recuperou ainda mais forte, com o solo vulcânico, ideal para uvas regionais como Fiano, Greco, Falanghina e Aglianico.

A história dos vinhos napolitanos remonta a 120 anos antes de Cristo, quando há registros do vinho romano Opimiano.

É muito legal descobrir novos vinhos, como o Pipoli Aglianico, um vinho forte, com aromas de cereja preta, cereja amarga, especiarias e baunilha; um vinho bem estruturado e de taninos maduros, perfeito para harmonizar com pizza margherita, claro, e encerrar com um bom café.

Lembrando sempre de manter a moderação. Só assim você poderá descobrir novos vinhos, como os da região napolitana e italiana — vinhos de solo vulcânico, intensos, para você aproveitar.
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      <title><![CDATA[BERÇO DE TRÊS PAIXÕES BRASILEIRAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COM LINGUIÇA CUIABANA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Cada região do mundo tem uma comida típica que tem relação com o clima, o solo, as influências de colonização, além de guerras e seus rios, além do seu povo. O Velho Mundo do vinho, especificamente a Europa, tem suas harmonizações clássicas que valem ser lembradas.

Alguns pratos têm nomes bem diferentes, mas eu vou te mostrar que, na realidade, eles são velhos conhecidos da nossa mesa. Quer ver?

Bife bourguignon com Pinot Noir. Eu adoro bife bourguignon, e você também. É a famosa carne de panela com vinho e legumes, com aquele caldo suculento. Tradicionalmente, a receita é da Borgonha, na França, e a carne era marinada no vinho da região, os tintos de Pinot Noir. Daí o motivo da harmonização.

Quer ver outro nome francês que, na verdade, é o nosso grande conhecido? Entrecote, harmonizado com vinho Bordeaux. O entrecote é o contrafilé, ideal para grelhar. Na França, eles servem com molho e batatas fritas ou grelhadas. É o prato feito francês, que harmoniza com o tinto de Bordeaux, vinho mais encorpado e de taninos ativos, para acompanhar carnes grelhadas.

E, para fechar, a terra das massas: a Itália. Espaguete à bolonhesa com o vinho de Chianti. Não dá para falar de espaguete à bolonhesa sem lembrar da surpresa de uma cliente, na hora em que degustou e descobriu que espaguete à bolonhesa era o molho de tomate com aquela carne moída bem gostosa. A acidez do tomate fica perfeita com a acidez da uva Sangiovese, que é a base dos vinhos de Chianti.

E você, também se inspirou para fazer em casa uma harmonização clássica? Você pode compartilhar comigo usando a hashtag musica&vinho pelas redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cada região do mundo tem uma comida típica que tem relação com o clima, o solo, as influências de colonização, além de guerras e seus rios, além do seu povo. O Velho Mundo do vinho, especificamente a Europa, tem suas harmonizações clássicas que valem ser lembradas.

Alguns pratos têm nomes bem diferentes, mas eu vou te mostrar que, na realidade, eles são velhos conhecidos da nossa mesa. Quer ver?

Bife bourguignon com Pinot Noir. Eu adoro bife bourguignon, e você também. É a famosa carne de panela com vinho e legumes, com aquele caldo suculento. Tradicionalmente, a receita é da Borgonha, na França, e a carne era marinada no vinho da região, os tintos de Pinot Noir. Daí o motivo da harmonização.

Quer ver outro nome francês que, na verdade, é o nosso grande conhecido? Entrecote, harmonizado com vinho Bordeaux. O entrecote é o contrafilé, ideal para grelhar. Na França, eles servem com molho e batatas fritas ou grelhadas. É o prato feito francês, que harmoniza com o tinto de Bordeaux, vinho mais encorpado e de taninos ativos, para acompanhar carnes grelhadas.

E, para fechar, a terra das massas: a Itália. Espaguete à bolonhesa com o vinho de Chianti. Não dá para falar de espaguete à bolonhesa sem lembrar da surpresa de uma cliente, na hora em que degustou e descobriu que espaguete à bolonhesa era o molho de tomate com aquela carne moída bem gostosa. A acidez do tomate fica perfeita com a acidez da uva Sangiovese, que é a base dos vinhos de Chianti.

E você, também se inspirou para fazer em casa uma harmonização clássica? Você pode compartilhar comigo usando a hashtag musica&vinho pelas redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cada região do mundo tem uma comida típica que tem relação com o clima, o solo, as influências de colonização, além de guerras e seus rios, além do seu povo. O Velho Mundo do vinho, especificamente a Europa, tem suas harmonizações clássicas que valem ser lembradas.

Alguns pratos têm nomes bem diferentes, mas eu vou te mostrar que, na realidade, eles são velhos conhecidos da nossa mesa. Quer ver?

Bife bourguignon com Pinot Noir. Eu adoro bife bourguignon, e você também. É a famosa carne de panela com vinho e legumes, com aquele caldo suculento. Tradicionalmente, a receita é da Borgonha, na França, e a carne era marinada no vinho da região, os tintos de Pinot Noir. Daí o motivo da harmonização.

Quer ver outro nome francês que, na verdade, é o nosso grande conhecido? Entrecote, harmonizado com vinho Bordeaux. O entrecote é o contrafilé, ideal para grelhar. Na França, eles servem com molho e batatas fritas ou grelhadas. É o prato feito francês, que harmoniza com o tinto de Bordeaux, vinho mais encorpado e de taninos ativos, para acompanhar carnes grelhadas.

E, para fechar, a terra das massas: a Itália. Espaguete à bolonhesa com o vinho de Chianti. Não dá para falar de espaguete à bolonhesa sem lembrar da surpresa de uma cliente, na hora em que degustou e descobriu que espaguete à bolonhesa era o molho de tomate com aquela carne moída bem gostosa. A acidez do tomate fica perfeita com a acidez da uva Sangiovese, que é a base dos vinhos de Chianti.

E você, também se inspirou para fazer em casa uma harmonização clássica? Você pode compartilhar comigo usando a hashtag musica&vinho pelas redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cada região do mundo tem uma comida típica que tem relação com o clima, o solo, as influências de colonização, além de guerras e seus rios, além do seu povo. O Velho Mundo do vinho, especificamente a Europa, tem suas harmonizações clássicas que valem ser lembradas.

Alguns pratos têm nomes bem diferentes, mas eu vou te mostrar que, na realidade, eles são velhos conhecidos da nossa mesa. Quer ver?

Bife bourguignon com Pinot Noir. Eu adoro bife bourguignon, e você também. É a famosa carne de panela com vinho e legumes, com aquele caldo suculento. Tradicionalmente, a receita é da Borgonha, na França, e a carne era marinada no vinho da região, os tintos de Pinot Noir. Daí o motivo da harmonização.

Quer ver outro nome francês que, na verdade, é o nosso grande conhecido? Entrecote, harmonizado com vinho Bordeaux. O entrecote é o contrafilé, ideal para grelhar. Na França, eles servem com molho e batatas fritas ou grelhadas. É o prato feito francês, que harmoniza com o tinto de Bordeaux, vinho mais encorpado e de taninos ativos, para acompanhar carnes grelhadas.

E, para fechar, a terra das massas: a Itália. Espaguete à bolonhesa com o vinho de Chianti. Não dá para falar de espaguete à bolonhesa sem lembrar da surpresa de uma cliente, na hora em que degustou e descobriu que espaguete à bolonhesa era o molho de tomate com aquela carne moída bem gostosa. A acidez do tomate fica perfeita com a acidez da uva Sangiovese, que é a base dos vinhos de Chianti.

E você, também se inspirou para fazer em casa uma harmonização clássica? Você pode compartilhar comigo usando a hashtag musica&vinho pelas redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO CLÁSSICA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BAYANEGRA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COURELA TINTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RIOS QUE INSPIRAM VINHOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma excelente manhã para você.

A vinícola italiana Botter Carlo tem a sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz em terras espalhadas por toda a Itália, até chegar à Sicília.

A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nerodávola, aquela uva da Sicília para a qual eu torcia o nariz e agora amo.

A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos bem amenos, em clima mediterrâneo.

Degustei o Caleu Nerodávola, com coloração intensa, bem fechada, e notas de pimentas e frutas negras, super presentes, além de taninos bem rústicos. Um vinho com tons rústicos, mas, ao mesmo tempo, bem modurado, digamos, domado, integrando fruta e tanino.

Mas nem por isso delicado: é um vinho mais bruto.

E os aromas de fumaça da terra vulcânica lembram um defumado e aí já vem churrasco à cabeça.

Sim, o Nerodávola fica super bom com carnes tostadas, não queimadas, é claro. Com uma tosta leve de carvão e com risoto de queijos bem fortes, extremamente maduros.

Essa é a harmonização perfeita para um Nerodávola.

E você, tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?

Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag Música e Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma excelente manhã para você.

A vinícola italiana Botter Carlo tem a sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz em terras espalhadas por toda a Itália, até chegar à Sicília.

A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nerodávola, aquela uva da Sicília para a qual eu torcia o nariz e agora amo.

A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos bem amenos, em clima mediterrâneo.

Degustei o Caleu Nerodávola, com coloração intensa, bem fechada, e notas de pimentas e frutas negras, super presentes, além de taninos bem rústicos. Um vinho com tons rústicos, mas, ao mesmo tempo, bem modurado, digamos, domado, integrando fruta e tanino.

Mas nem por isso delicado: é um vinho mais bruto.

E os aromas de fumaça da terra vulcânica lembram um defumado e aí já vem churrasco à cabeça.

Sim, o Nerodávola fica super bom com carnes tostadas, não queimadas, é claro. Com uma tosta leve de carvão e com risoto de queijos bem fortes, extremamente maduros.

Essa é a harmonização perfeita para um Nerodávola.

E você, tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?

Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag Música e Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma excelente manhã para você.

A vinícola italiana Botter Carlo tem a sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz em terras espalhadas por toda a Itália, até chegar à Sicília.

A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nerodávola, aquela uva da Sicília para a qual eu torcia o nariz e agora amo.

A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos bem amenos, em clima mediterrâneo.

Degustei o Caleu Nerodávola, com coloração intensa, bem fechada, e notas de pimentas e frutas negras, super presentes, além de taninos bem rústicos. Um vinho com tons rústicos, mas, ao mesmo tempo, bem modurado, digamos, domado, integrando fruta e tanino.

Mas nem por isso delicado: é um vinho mais bruto.

E os aromas de fumaça da terra vulcânica lembram um defumado e aí já vem churrasco à cabeça.

Sim, o Nerodávola fica super bom com carnes tostadas, não queimadas, é claro. Com uma tosta leve de carvão e com risoto de queijos bem fortes, extremamente maduros.

Essa é a harmonização perfeita para um Nerodávola.

E você, tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?

Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag Música e Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma excelente manhã para você.

A vinícola italiana Botter Carlo tem a sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz em terras espalhadas por toda a Itália, até chegar à Sicília.

A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nerodávola, aquela uva da Sicília para a qual eu torcia o nariz e agora amo.

A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos bem amenos, em clima mediterrâneo.

Degustei o Caleu Nerodávola, com coloração intensa, bem fechada, e notas de pimentas e frutas negras, super presentes, além de taninos bem rústicos. Um vinho com tons rústicos, mas, ao mesmo tempo, bem modurado, digamos, domado, integrando fruta e tanino.

Mas nem por isso delicado: é um vinho mais bruto.

E os aromas de fumaça da terra vulcânica lembram um defumado e aí já vem churrasco à cabeça.

Sim, o Nerodávola fica super bom com carnes tostadas, não queimadas, é claro. Com uma tosta leve de carvão e com risoto de queijos bem fortes, extremamente maduros.

Essa é a harmonização perfeita para um Nerodávola.

E você, tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?

Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag Música e Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO NERO D´AVOLA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO GUASPARI VISTA DA SERRA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO 99 ROSAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[KRUG GRAND CUVEE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos falar da arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada em todo o mundo é o carvalho, porque apresenta a melhor porosidade, o que possibilita a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho.

Além disso, o carvalho tem também impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, além de resistência — podendo durar até 100 anos — e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é 225 litros e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem ter nenhum estágio na madeira ou inferior a 12 meses. Os Crianza, 12 meses na madeira e mais 3 em garrafa. Os Reserva, 12 meses em madeira mais 4 em garrafa. E os Gran Reserva, 24 meses em madeira e 6 anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica há uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos falar da arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada em todo o mundo é o carvalho, porque apresenta a melhor porosidade, o que possibilita a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho.

Além disso, o carvalho tem também impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, além de resistência — podendo durar até 100 anos — e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é 225 litros e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem ter nenhum estágio na madeira ou inferior a 12 meses. Os Crianza, 12 meses na madeira e mais 3 em garrafa. Os Reserva, 12 meses em madeira mais 4 em garrafa. E os Gran Reserva, 24 meses em madeira e 6 anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica há uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos falar da arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada em todo o mundo é o carvalho, porque apresenta a melhor porosidade, o que possibilita a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho.

Além disso, o carvalho tem também impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, além de resistência — podendo durar até 100 anos — e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é 225 litros e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem ter nenhum estágio na madeira ou inferior a 12 meses. Os Crianza, 12 meses na madeira e mais 3 em garrafa. Os Reserva, 12 meses em madeira mais 4 em garrafa. E os Gran Reserva, 24 meses em madeira e 6 anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica há uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, apaixonado por todos os assuntos relacionados ao mundo do vinho. Hoje vamos falar da arte da tanoaria.

Tanoa significa carvalho, e é daí que vem o ofício artesanal e ancestral da arte da tanoaria, que é a elaboração dos famosos barris de vinho. A atividade cresceu junto com o mercado e a cultura vinícola no mundo e é passada de geração em geração.

Historicamente, desde 200 anos antes de Cristo, a ânfora de argila começou a ser substituída pelos barris de madeira. No início, o objetivo era apenas o transporte e o armazenamento, mas hoje os barris de carvalho são verdadeiros instrumentos enológicos.

O formato arredondado facilitou o transporte, já que era possível rolar o barril. A madeira mais utilizada em todo o mundo é o carvalho, porque apresenta a melhor porosidade, o que possibilita a micro-oxigenação, super importante para a troca de aromas do vinho.

Além disso, o carvalho tem também impermeabilidade, maleabilidade para se trabalhar e elaborar as barricas, além de resistência — podendo durar até 100 anos — e leveza para o transporte.

Durante o processo de elaboração dos barris de carvalho, uma das partes super importantes que vai aparecer no seu vinho é a tosta do barril de carvalho. A tosta pode ser alta e proporcionar aromas que lembram chocolate, defumado e especiarias. Pode ser média, com aromas de baunilha e carvalho, ou leve, com baunilha e coco, aromas mais adocicados.

Outro fator importante que vai aparecer no seu vinho é a idade da madeira. Quanto mais jovem a madeira, maior o impacto de aromas no seu vinho. O tamanho das barricas também é importante. O padrão é 225 litros e, quanto menor o barril, maior ele influencia no estilo do seu vinho.

O uso do barril de carvalho influencia a regulamentação da classificação de vinhos na região da Rioja, na Espanha, por exemplo. A classificação é feita baseada no envelhecimento na madeira.

Já falamos sobre esse assunto, mas só para lembrar: os vinhos mais jovens podem ter nenhum estágio na madeira ou inferior a 12 meses. Os Crianza, 12 meses na madeira e mais 3 em garrafa. Os Reserva, 12 meses em madeira mais 4 em garrafa. E os Gran Reserva, 24 meses em madeira e 6 anos em garrafa antes de serem comercializados.

A arte da tanoaria influencia também na paleta de cores, tanto dos vinhos brancos quanto dos vinhos tintos, na estrutura e na textura dos vinhos. Pode variar nessa evolução de aromas e também no sabor do seu vinho.

Por trás de cada barrica há uma história: uma longa história e uma infinidade de pequenos e grandes detalhes que podem fazer a diferença no resultado final de um vinho.

Esta é a arte da tanoaria.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ARTE DA TANOARIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ELEGIDO TANNAT ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UVA PINOTAGE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM. Vamos lá, mais um termo utilizado no mundo do vinho que é bem bacana para você entender, e isso facilita até na hora de escolher o seu vinho. Maceração é uma etapa super importante na elaboração dos vinhos, especialmente dos vinhos tinto. Vinhos com mais maceração são vinhos que têm mais cor, mais amargor e até mais longevidade.

Maceração é o contato das cascas das uvas com o mosto. Você sabia que é possível fazer vinhos brancos, rosés e tintos com as uvas tintas? Sim, porque as antocianinas, a substância que dá a coloração ao vinho, está presente nas cascas das uvas. Portanto, se o suco não tiver contato com a casca, pode-se fazer vinhos brancos também de uvas tintas. Já se o suco tiver contato leve com a casca, faz-se o rosé. E se o contato for bem mais longo, elaboração do vinho. E os vinhos tintos.

É esse o processo de maceração. Da mesma uva tinta, sem contato com a casca, eu posso fazer vinhos brancos; com leve contato, vinhos rosés; e, com o contato bem mais longo, eu chego a vinhos tintos mais intensos. É assim que a gente entende qual é o estilo de vinho que você quer: mais ou menos cor, mais ou menos amargor.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM. Vamos lá, mais um termo utilizado no mundo do vinho que é bem bacana para você entender, e isso facilita até na hora de escolher o seu vinho. Maceração é uma etapa super importante na elaboração dos vinhos, especialmente dos vinhos tinto. Vinhos com mais maceração são vinhos que têm mais cor, mais amargor e até mais longevidade.

Maceração é o contato das cascas das uvas com o mosto. Você sabia que é possível fazer vinhos brancos, rosés e tintos com as uvas tintas? Sim, porque as antocianinas, a substância que dá a coloração ao vinho, está presente nas cascas das uvas. Portanto, se o suco não tiver contato com a casca, pode-se fazer vinhos brancos também de uvas tintas. Já se o suco tiver contato leve com a casca, faz-se o rosé. E se o contato for bem mais longo, elaboração do vinho. E os vinhos tintos.

É esse o processo de maceração. Da mesma uva tinta, sem contato com a casca, eu posso fazer vinhos brancos; com leve contato, vinhos rosés; e, com o contato bem mais longo, eu chego a vinhos tintos mais intensos. É assim que a gente entende qual é o estilo de vinho que você quer: mais ou menos cor, mais ou menos amargor.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM. Vamos lá, mais um termo utilizado no mundo do vinho que é bem bacana para você entender, e isso facilita até na hora de escolher o seu vinho. Maceração é uma etapa super importante na elaboração dos vinhos, especialmente dos vinhos tinto. Vinhos com mais maceração são vinhos que têm mais cor, mais amargor e até mais longevidade.

Maceração é o contato das cascas das uvas com o mosto. Você sabia que é possível fazer vinhos brancos, rosés e tintos com as uvas tintas? Sim, porque as antocianinas, a substância que dá a coloração ao vinho, está presente nas cascas das uvas. Portanto, se o suco não tiver contato com a casca, pode-se fazer vinhos brancos também de uvas tintas. Já se o suco tiver contato leve com a casca, faz-se o rosé. E se o contato for bem mais longo, elaboração do vinho. E os vinhos tintos.

É esse o processo de maceração. Da mesma uva tinta, sem contato com a casca, eu posso fazer vinhos brancos; com leve contato, vinhos rosés; e, com o contato bem mais longo, eu chego a vinhos tintos mais intensos. É assim que a gente entende qual é o estilo de vinho que você quer: mais ou menos cor, mais ou menos amargor.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM. Vamos lá, mais um termo utilizado no mundo do vinho que é bem bacana para você entender, e isso facilita até na hora de escolher o seu vinho. Maceração é uma etapa super importante na elaboração dos vinhos, especialmente dos vinhos tinto. Vinhos com mais maceração são vinhos que têm mais cor, mais amargor e até mais longevidade.

Maceração é o contato das cascas das uvas com o mosto. Você sabia que é possível fazer vinhos brancos, rosés e tintos com as uvas tintas? Sim, porque as antocianinas, a substância que dá a coloração ao vinho, está presente nas cascas das uvas. Portanto, se o suco não tiver contato com a casca, pode-se fazer vinhos brancos também de uvas tintas. Já se o suco tiver contato leve com a casca, faz-se o rosé. E se o contato for bem mais longo, elaboração do vinho. E os vinhos tintos.

É esse o processo de maceração. Da mesma uva tinta, sem contato com a casca, eu posso fazer vinhos brancos; com leve contato, vinhos rosés; e, com o contato bem mais longo, eu chego a vinhos tintos mais intensos. É assim que a gente entende qual é o estilo de vinho que você quer: mais ou menos cor, mais ou menos amargor.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROCESSO DE MACERAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Você, sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem Música e Vinho.

Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa. Mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés.

De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos. Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar, sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14%, você pode refrescar. Lembrando que, quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor e, quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólicos, você deve manter apenas refrescados, levemente refrescados. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Você, sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem Música e Vinho.

Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa. Mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés.

De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos. Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar, sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14%, você pode refrescar. Lembrando que, quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor e, quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólicos, você deve manter apenas refrescados, levemente refrescados. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Você, sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem Música e Vinho.

Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa. Mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés.

De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos. Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar, sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14%, você pode refrescar. Lembrando que, quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor e, quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólicos, você deve manter apenas refrescados, levemente refrescados. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que você tenha uma manhã incrível! Você, sintonizado aqui na Centro América FM, agora tem Música e Vinho.

Quando a gente pensa em serviço do vinho, acha que tem milhões de regras e muitos acessórios para ter em casa. Mas apenas dois acessórios são indispensáveis para você ter sempre na sua adega: um saca-rolha de dois estágios e um kit de taças em cristal transparente de frequência.

Os demais itens você pode ir adquirindo aos poucos, como decanter, secador de decanter e balde para manter a temperatura de espumantes, brancos e rosés.

De qualquer forma, é importante lembrar que a temperatura dos vinhos é essencial para garantir a qualidade do serviço dos vinhos. Espumantes, brancos e rosés você pode gelar bastante. Após abrir e servir, a temperatura começa a subir, especialmente em dias mais quentes. Neste caso, sirva pouco vinho na taça, mais ou menos o suficiente para três goles, e depois reponha sempre que necessário.

Tintos mais leves de álcool, de até 12% de graduação, você pode resfriar, sem gelar demais. Tintos médios de álcool, entre 13 e 14%, você pode refrescar. Lembrando que, quanto mais você gelar, mais vai sentir o amargor e, quanto mais quente, mais vai sentir o álcool.

Já os tintos superencorpados, acima de 14 graus alcoólicos, você deve manter apenas refrescados, levemente refrescados. Se gelar demais, o vinho fica duro e fecha todas as sensações aromáticas. Os aromas demoram a se desprender e você perde uma das etapas incríveis da degustação, que é o olfativo.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACESSÓRIOS INDISPENSÁVEIS PARA SUA ADEGA ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO EL VINCULO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O dia estava muito quente, e eu estava sem companhia para tomar um vinho.
Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei.
Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não é tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angos e carneiro assados.
Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos, a Itália.
Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço, que, aliás, era o vinho mais barato da carta.
Um vinho jovem chamado Colepetrito Rosso, apenas rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano.
E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer.
E, como a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano, ficou perfeita a harmonização.

O colepetrito rosso é feito com a uva monteputiano.
Essa é a segunda uva, a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva sangiovese.
A sangiovese, ao lado da cirá, são as duas uvas que formam belos assemblages com a monteputiano.

Desafio concluído.
Só ouvia as descrições: acidez boa, o sabor combina com a comida, vinho equilibrado de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida, e por aí vai.

Desafio concluído, consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O dia estava muito quente, e eu estava sem companhia para tomar um vinho.
Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei.
Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não é tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angos e carneiro assados.
Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos, a Itália.
Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço, que, aliás, era o vinho mais barato da carta.
Um vinho jovem chamado Colepetrito Rosso, apenas rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano.
E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer.
E, como a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano, ficou perfeita a harmonização.

O colepetrito rosso é feito com a uva monteputiano.
Essa é a segunda uva, a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva sangiovese.
A sangiovese, ao lado da cirá, são as duas uvas que formam belos assemblages com a monteputiano.

Desafio concluído.
Só ouvia as descrições: acidez boa, o sabor combina com a comida, vinho equilibrado de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida, e por aí vai.

Desafio concluído, consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O dia estava muito quente, e eu estava sem companhia para tomar um vinho.
Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei.
Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não é tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angos e carneiro assados.
Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos, a Itália.
Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço, que, aliás, era o vinho mais barato da carta.
Um vinho jovem chamado Colepetrito Rosso, apenas rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano.
E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer.
E, como a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano, ficou perfeita a harmonização.

O colepetrito rosso é feito com a uva monteputiano.
Essa é a segunda uva, a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva sangiovese.
A sangiovese, ao lado da cirá, são as duas uvas que formam belos assemblages com a monteputiano.

Desafio concluído.
Só ouvia as descrições: acidez boa, o sabor combina com a comida, vinho equilibrado de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida, e por aí vai.

Desafio concluído, consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O dia estava muito quente, e eu estava sem companhia para tomar um vinho.
Todos procuravam uma bebida para gelar, para refrescar, e eu concordei.
Mas, depois de alguns minutos, minhas papilas gustativas pediram um vinho, e lá fui eu a mais um desafio: agradar a quem não é tão fã de vinho e, para completar, ao meio-dia, em um.

Os pratos eram linguiça suína com ervas, bife de angos e carneiro assados.
Escolhi o país dos vinhos mais gastronômicos, a Itália.
Decidi por álcool mais baixo, apenas 12%, que permite gelar um pouco mais o vinho sem amargar.

Escolhi um vinho tinto para acompanhar as carnes e, depois, o preço, que, aliás, era o vinho mais barato da carta.
Um vinho jovem chamado Colepetrito Rosso, apenas rosso, tinto e italiano.

O vinho agradou em cheio, porque é um estilo muito simples e fácil de beber, com notas aromáticas de chá preto, frutas vermelhas e orégano.
E era exatamente o aroma de orégano, que é uma especiaria que dá muita vontade de comer.
E, como a linguiça tinha ervas, entre elas o orégano, ficou perfeita a harmonização.

O colepetrito rosso é feito com a uva monteputiano.
Essa é a segunda uva, a segunda variedade mais plantada na Itália, atrás somente da uva sangiovese.
A sangiovese, ao lado da cirá, são as duas uvas que formam belos assemblages com a monteputiano.

Desafio concluído.
Só ouvia as descrições: acidez boa, o sabor combina com a comida, vinho equilibrado de médio corpo, macio, melhor ainda com a comida, e por aí vai.

Desafio concluído, consegui agradar a turma.
Lembre-se sempre que, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COLLE PETRITO ROSSO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CEDRO DO NOVAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[PONTUAÇÕES DE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE BRUT]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NA PANELA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento será sobre uma uva branca que tem origem nas terras sicilianas, na Itália: a casta branca Grillo.

É pouco comentada no mundo do vinho, pois boa parte de sua produção é destinada a um tipo de vinho fortificado chamado Vinho de Marsala.

A variedade Grillo tem muita história, e sua origem mais aceita é a Sicília, sendo resultado do cruzamento das castas Catarratto e Moscato de Alexandria. Outra hipótese sobre seu surgimento aponta para o sul da Itália, mais precisamente para a região da Puglia, no salto da bota do mapa da Itália.

Existem relatos de que essa uva era utilizada no vinho favorito de Júlio César, líder militar e político romano, por volta do ano 45 a.C.

Um vinho que recomendo, elaborado com 100% da uva Grillo, é o Cusumano Shamaris Grillo DOC, cujas uvas são cultivadas em solos arenosos das terras sicilianas.

O vinho amadurece por quatro meses em contato com as borras, trazendo mais elegância e complexidade aos aromas e sabores. Aliás, seus aromas remetem a notas cítricas e florais, sendo ideal para se refrescar acompanhado de saladas frescas em geral, peixes grelhados, massas com molho de manteiga e ervas frescas e até mesmo um queijo de massa mole, como, por exemplo, o brie.

Sensacional!

Um brinde à história da casta Grillo e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.somelier. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A UVA GRILLO: A BRANCA DA SICÍLIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É uma excelente manhã para você que curte as canções da Centro América FM e que quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizada a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção, com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier, começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação alcoólica. Tive que decantar, é claro, muito álcool. O vinho era negro: 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço! Um achado do meu amigo Marcelo Pádua.

Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco usando a hashtag #musica&vinho, através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É uma excelente manhã para você que curte as canções da Centro América FM e que quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizada a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção, com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier, começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação alcoólica. Tive que decantar, é claro, muito álcool. O vinho era negro: 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço! Um achado do meu amigo Marcelo Pádua.

Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco usando a hashtag #musica&vinho, através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É uma excelente manhã para você que curte as canções da Centro América FM e que quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizada a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção, com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier, começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação alcoólica. Tive que decantar, é claro, muito álcool. O vinho era negro: 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço! Um achado do meu amigo Marcelo Pádua.

Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco usando a hashtag #musica&vinho, através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É uma excelente manhã para você que curte as canções da Centro América FM e que quer saber mais sobre o mundo do vinho.

Na província de Carmelo, no Uruguai, está localizada a bodega boutique El Legado. Produz entre 8 e 10 mil garrafas por ano, e a produção, com as atuais uvas Sirra, Taná e Vionier, começou somente em 2007.

Degustei o blend Taná-Sirra, com 14% de graduação alcoólica. Tive que decantar, é claro, muito álcool. O vinho era negro: 80% de Taná e 20% de Sirra. Então, ele ganha muita coloração das duas uvas. Aromas de frutas negras, tostado, especiarias.

Um vinho super complexo, encorpado, mas de taninos extremamente aveludados. Daqueles vinhos musculosos, de tão encorpados. Um vinhaço! Um achado do meu amigo Marcelo Pádua.

Harmonizei com ossobuco e polenta, porque precisava de maciez e suculência.

Eu quero saber o que você também está degustando, o que você encontrou de novos vinhos. É só compartilhar conosco usando a hashtag #musica&vinho, através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BLEND TANNAT-SIRRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Um bom dia para você!

E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje.

No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada. E o vinho argentino Tilha traz, no rótulo e na concepção, a valorização do terroir argentino.

Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores.

A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada.

O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho supermoderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos.

Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e de melhor custo-benefício.

Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com um vinho fácil de beber entre amigos.

Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Um bom dia para você!

E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje.

No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada. E o vinho argentino Tilha traz, no rótulo e na concepção, a valorização do terroir argentino.

Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores.

A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada.

O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho supermoderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos.

Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e de melhor custo-benefício.

Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com um vinho fácil de beber entre amigos.

Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Um bom dia para você!

E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje.

No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada. E o vinho argentino Tilha traz, no rótulo e na concepção, a valorização do terroir argentino.

Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores.

A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada.

O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho supermoderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos.

Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e de melhor custo-benefício.

Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com um vinho fácil de beber entre amigos.

Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM. Um bom dia para você!

E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje.

No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada. E o vinho argentino Tilha traz, no rótulo e na concepção, a valorização do terroir argentino.

Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores.

A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada.

O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho supermoderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos.

Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e de melhor custo-benefício.

Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com um vinho fácil de beber entre amigos.

Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TÍLIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima noite para você! Obrigada pela companhia de sempre aqui na Centro América FM.

Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno, a Lapostolle. O vinho é encorpado, intenso, elegante, redondo, macio e suculento.

O produtor está localizado no Chile, no Vale de Apalta, e o vinho Lapostolle Apalta, lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base, com um corte de Merlot, Carménère, Cabernet Franc e Syrah.

O Apalta tem 14,5% de teor alcoólico, mas não pesa, porque possui excelente estrutura para sustentar toda essa potência. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo em que as cascas ficam em contato com o suco, permitindo a máxima extração de cor, taninos, aromas e outras substâncias presentes na uva.

Cerca de 70% do Lapostolle Apalta passa 12 meses em barricas de carvalho francês de segundo e terceiro uso, enquanto os outros 30% permanecem em tanques de aço inoxidável para preservar o caráter frutado do vinho.

Agora você já pode começar a preparar a brasa e separar os seus melhores cortes para um grande churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar um Lapostolle Apalta.

Bom Lapostolle Apalta para você!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima noite para você! Obrigada pela companhia de sempre aqui na Centro América FM.

Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno, a Lapostolle. O vinho é encorpado, intenso, elegante, redondo, macio e suculento.

O produtor está localizado no Chile, no Vale de Apalta, e o vinho Lapostolle Apalta, lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base, com um corte de Merlot, Carménère, Cabernet Franc e Syrah.

O Apalta tem 14,5% de teor alcoólico, mas não pesa, porque possui excelente estrutura para sustentar toda essa potência. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo em que as cascas ficam em contato com o suco, permitindo a máxima extração de cor, taninos, aromas e outras substâncias presentes na uva.

Cerca de 70% do Lapostolle Apalta passa 12 meses em barricas de carvalho francês de segundo e terceiro uso, enquanto os outros 30% permanecem em tanques de aço inoxidável para preservar o caráter frutado do vinho.

Agora você já pode começar a preparar a brasa e separar os seus melhores cortes para um grande churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar um Lapostolle Apalta.

Bom Lapostolle Apalta para você!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima noite para você! Obrigada pela companhia de sempre aqui na Centro América FM.

Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno, a Lapostolle. O vinho é encorpado, intenso, elegante, redondo, macio e suculento.

O produtor está localizado no Chile, no Vale de Apalta, e o vinho Lapostolle Apalta, lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base, com um corte de Merlot, Carménère, Cabernet Franc e Syrah.

O Apalta tem 14,5% de teor alcoólico, mas não pesa, porque possui excelente estrutura para sustentar toda essa potência. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo em que as cascas ficam em contato com o suco, permitindo a máxima extração de cor, taninos, aromas e outras substâncias presentes na uva.

Cerca de 70% do Lapostolle Apalta passa 12 meses em barricas de carvalho francês de segundo e terceiro uso, enquanto os outros 30% permanecem em tanques de aço inoxidável para preservar o caráter frutado do vinho.

Agora você já pode começar a preparar a brasa e separar os seus melhores cortes para um grande churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar um Lapostolle Apalta.

Bom Lapostolle Apalta para você!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima noite para você! Obrigada pela companhia de sempre aqui na Centro América FM.

Tem vinho que é sucesso, sem dúvida. O Lapostolle Apalta é um queridinho do mais francês produtor chileno, a Lapostolle. O vinho é encorpado, intenso, elegante, redondo, macio e suculento.

O produtor está localizado no Chile, no Vale de Apalta, e o vinho Lapostolle Apalta, lançado em 2015, tem a Cabernet Sauvignon como base, com um corte de Merlot, Carménère, Cabernet Franc e Syrah.

O Apalta tem 14,5% de teor alcoólico, mas não pesa, porque possui excelente estrutura para sustentar toda essa potência. São 28 dias de maceração. Maceração você já sabe, né? É o tempo em que as cascas ficam em contato com o suco, permitindo a máxima extração de cor, taninos, aromas e outras substâncias presentes na uva.

Cerca de 70% do Lapostolle Apalta passa 12 meses em barricas de carvalho francês de segundo e terceiro uso, enquanto os outros 30% permanecem em tanques de aço inoxidável para preservar o caráter frutado do vinho.

Agora você já pode começar a preparar a brasa e separar os seus melhores cortes para um grande churrasco. De verdade, se eu fosse você, já iria procurar um Lapostolle Apalta.

Bom Lapostolle Apalta para você!
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LAPOSTOLLE APALTA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COTE DE BEAUNE DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO FAUSTO MERLOT]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO POLIFONIA E CHORINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CORTE BORDALÊS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM para mais uma edição do Música e Vinho.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Chateauneuf-du-Pape. Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva cirrá.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perran, a proprietária do ícone Chateau de Bo Castel. O Vansobre da Família Perran tem 50% de cirrá e 50% da uva tinta Grenache, plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox e a cirrá em tanques de madeira. Depois, só a cirrá envelhece em carvalho por um ano. Ganhamos um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias, super gastronômico.

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perran com filé au poivre, que ficou perfeito. Ótimo Vansobre pra]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM para mais uma edição do Música e Vinho.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Chateauneuf-du-Pape. Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva cirrá.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perran, a proprietária do ícone Chateau de Bo Castel. O Vansobre da Família Perran tem 50% de cirrá e 50% da uva tinta Grenache, plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox e a cirrá em tanques de madeira. Depois, só a cirrá envelhece em carvalho por um ano. Ganhamos um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias, super gastronômico.

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perran com filé au poivre, que ficou perfeito. Ótimo Vansobre pra]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM para mais uma edição do Música e Vinho.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Chateauneuf-du-Pape. Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva cirrá.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perran, a proprietária do ícone Chateau de Bo Castel. O Vansobre da Família Perran tem 50% de cirrá e 50% da uva tinta Grenache, plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox e a cirrá em tanques de madeira. Depois, só a cirrá envelhece em carvalho por um ano. Ganhamos um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias, super gastronômico.

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perran com filé au poivre, que ficou perfeito. Ótimo Vansobre pra]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM para mais uma edição do Música e Vinho.

Cada região da França é cheia de pequenas aldeias, e todas têm a sua particularidade, como Vansobre, que fica a 40 km ao norte da famosa região vinícola de Chateauneuf-du-Pape. Vansobre é especial para a produção de vinhos elaborados a partir da uva cirrá.

Degustei o Vansobre do vinhedo Le Cornu, da Família Perran, a proprietária do ícone Chateau de Bo Castel. O Vansobre da Família Perran tem 50% de cirrá e 50% da uva tinta Grenache, plantado em socalcos de mais ou menos 300 metros, em terroir bem pedregoso.

Cada uva é vinificada separadamente: a Grenache em inox e a cirrá em tanques de madeira. Depois, só a cirrá envelhece em carvalho por um ano. Ganhamos um vinho fino, intenso, com notas de violeta, carne defumada, amoras e café, com muita fruta madura e toques de especiarias, super gastronômico.

Harmonizei o meu Vansobre da Família Perran com filé au poivre, que ficou perfeito. Ótimo Vansobre pra]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINSOBRES PERRIN ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Uma das grandes uvas brancas é a Riesling, que se destaca na Alemanha, com vinhos elegantes e complexos. São duas as variedades dessa uva: a Riesling renana, de maior qualidade, e a Riesling itálica, com menos expressão. É possível elaborar vinhos da uva Riesling em diferentes graus de doçura, do seco, meio seco e aos doces. Vários ice vines, os vinhos do gelo de uvas congeladas, são feitos da uva Riesling. 

O fungo nobre, chamado de botrytis, que ataca e fura a casca da uva, desidratando a fruta e concentrando açúcar, pode atacar também a uva Riesling e resultar em vinhos excepcionais de sobremesa. A Alemanha é, sem dúvida, o maior país produtor, mas é possível encontrar também na Nova Zelândia, Canadá e França. Seus vinhos costumam ser finos, elegantes e intensos, com alta acidez. 

Achei um Riesling argentino, o Luigi Bosca Riesling, de vinhas de mais de 60 anos, com um olfato cítrico, flores brancas e mineral, e uma persistência cítrica deliciosa, super vibrante, com a sua acidez pulsante, característica de qualidade da uva Riesling. Perfeita harmonização para peixes gordos, como o salmão e, por que não, nosso peixe de água doce, como o pacu.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma das grandes uvas brancas é a Riesling, que se destaca na Alemanha, com vinhos elegantes e complexos. São duas as variedades dessa uva: a Riesling renana, de maior qualidade, e a Riesling itálica, com menos expressão. É possível elaborar vinhos da uva Riesling em diferentes graus de doçura, do seco, meio seco e aos doces. Vários ice vines, os vinhos do gelo de uvas congeladas, são feitos da uva Riesling. 

O fungo nobre, chamado de botrytis, que ataca e fura a casca da uva, desidratando a fruta e concentrando açúcar, pode atacar também a uva Riesling e resultar em vinhos excepcionais de sobremesa. A Alemanha é, sem dúvida, o maior país produtor, mas é possível encontrar também na Nova Zelândia, Canadá e França. Seus vinhos costumam ser finos, elegantes e intensos, com alta acidez. 

Achei um Riesling argentino, o Luigi Bosca Riesling, de vinhas de mais de 60 anos, com um olfato cítrico, flores brancas e mineral, e uma persistência cítrica deliciosa, super vibrante, com a sua acidez pulsante, característica de qualidade da uva Riesling. Perfeita harmonização para peixes gordos, como o salmão e, por que não, nosso peixe de água doce, como o pacu.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma das grandes uvas brancas é a Riesling, que se destaca na Alemanha, com vinhos elegantes e complexos. São duas as variedades dessa uva: a Riesling renana, de maior qualidade, e a Riesling itálica, com menos expressão. É possível elaborar vinhos da uva Riesling em diferentes graus de doçura, do seco, meio seco e aos doces. Vários ice vines, os vinhos do gelo de uvas congeladas, são feitos da uva Riesling. 

O fungo nobre, chamado de botrytis, que ataca e fura a casca da uva, desidratando a fruta e concentrando açúcar, pode atacar também a uva Riesling e resultar em vinhos excepcionais de sobremesa. A Alemanha é, sem dúvida, o maior país produtor, mas é possível encontrar também na Nova Zelândia, Canadá e França. Seus vinhos costumam ser finos, elegantes e intensos, com alta acidez. 

Achei um Riesling argentino, o Luigi Bosca Riesling, de vinhas de mais de 60 anos, com um olfato cítrico, flores brancas e mineral, e uma persistência cítrica deliciosa, super vibrante, com a sua acidez pulsante, característica de qualidade da uva Riesling. Perfeita harmonização para peixes gordos, como o salmão e, por que não, nosso peixe de água doce, como o pacu.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma das grandes uvas brancas é a Riesling, que se destaca na Alemanha, com vinhos elegantes e complexos. São duas as variedades dessa uva: a Riesling renana, de maior qualidade, e a Riesling itálica, com menos expressão. É possível elaborar vinhos da uva Riesling em diferentes graus de doçura, do seco, meio seco e aos doces. Vários ice vines, os vinhos do gelo de uvas congeladas, são feitos da uva Riesling. 

O fungo nobre, chamado de botrytis, que ataca e fura a casca da uva, desidratando a fruta e concentrando açúcar, pode atacar também a uva Riesling e resultar em vinhos excepcionais de sobremesa. A Alemanha é, sem dúvida, o maior país produtor, mas é possível encontrar também na Nova Zelândia, Canadá e França. Seus vinhos costumam ser finos, elegantes e intensos, com alta acidez. 

Achei um Riesling argentino, o Luigi Bosca Riesling, de vinhas de mais de 60 anos, com um olfato cítrico, flores brancas e mineral, e uma persistência cítrica deliciosa, super vibrante, com a sua acidez pulsante, característica de qualidade da uva Riesling. Perfeita harmonização para peixes gordos, como o salmão e, por que não, nosso peixe de água doce, como o pacu.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA RIESLING]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[MENDOZA: O CORAÇÃO DA PRODUÇÃO DE VINHOS DA ARGENTINA]]></description>
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      <title><![CDATA[MENDOZA: O CORAÇÃO DA PRODUÇÃO DE VINHOS DA ARGENTINA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa taça de conhecimento traz mais um vinho alegre. Este vinho só podia ser brasileiro, trazendo qualidade como nos vinhos dos grandes países produtores.

O espumante Cave Antiga é ideal para a família, desde os consumidores mais experientes até os mais iniciantes. Produzido pelo método Tcharmá, onde a segunda fermentação é realizada em tanques de aço pressurizados, gerando o gás carbônico do vinho, o solo é do terroir da Serra Gaúcha, em uma localidade rica em areia e argila.

O espumante é pronto para consumo e deve ser consumido ainda muito jovem, para assim sentir as suas características principais, tais como a coloração amarelo-palha sutil, perlage evidente e constante, aromas de frutas brancas e maduras e um toque floral.

Hummm... Em boca, tem agradável doçura e acidez bem integrada, além de notas cítricas. Sua graduação alcoólica é de 7.7, o que é considerada baixa.

A harmonização deste espumante é versátil e pode ser combinada com salgadinhos fritos, saladas em geral, peixes grelhados e até mesmo com um pedacinho de fruta da sua preferência. E por que não uma salada de frutas? Sensacional!

Um brinde doce e fresco com este espumante brasileiro. Um brinde especial a você, ouvinte do Música em Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa no meu Instagram, @jonas.somelhiero. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTE CAVE ANTIGA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SIGLAS GSM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venha de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produz os famosos astes. Aste é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes. O método aste forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito do método charmate.

Pelo método aste, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool, e a fermentação já é interrompida, assim sobra açúcar e o gás é mantido sem deixar escapar na atmosfera. Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho.

Da mesma região descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente, a braqueto. Uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte. A braqueto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usual para nós, mas deliciosos. Especialmente os docinhos, como o aqués e braqueto.

Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo. Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venha de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produz os famosos astes. Aste é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes. O método aste forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito do método charmate.

Pelo método aste, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool, e a fermentação já é interrompida, assim sobra açúcar e o gás é mantido sem deixar escapar na atmosfera. Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho.

Da mesma região descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente, a braqueto. Uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte. A braqueto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usual para nós, mas deliciosos. Especialmente os docinhos, como o aqués e braqueto.

Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo. Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venha de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produz os famosos astes. Aste é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes. O método aste forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito do método charmate.

Pelo método aste, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool, e a fermentação já é interrompida, assim sobra açúcar e o gás é mantido sem deixar escapar na atmosfera. Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho.

Da mesma região descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente, a braqueto. Uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte. A braqueto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usual para nós, mas deliciosos. Especialmente os docinhos, como o aqués e braqueto.

Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo. Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você gosta dos docinhos, vamos encontrá-los, mesmo que venha de longe, das colinas do Piemonte, uma região belíssima, premiada como Patrimônio Mundial da Unesco.

Sobre vinhos docinhos, eles são perfeitos para harmonizar com sobremesas e ainda para você criar drinks com algum ingrediente que quebre a doçura.

É nessa região do Piemonte que se produz os famosos astes. Aste é o nome da região e também do método de elaboração desses espumantes. O método aste forma a espumatização em uma única etapa de fermentação, dentro de autoclaves, como é feito do método charmate.

Pelo método aste, o vinho atinge entre 6 e 10 graus de álcool, e a fermentação já é interrompida, assim sobra açúcar e o gás é mantido sem deixar escapar na atmosfera. Os aromas frutados são bem presentes e o álcool é bem levinho.

Da mesma região descobri um vinho feito não com as uvas moscatos, mas com uma uva diferente, a braqueto. Uma uva tinta cultivada predominantemente no Piemonte. A braqueto é usada normalmente para a elaboração de espumantes tintos, pouco usual para nós, mas deliciosos. Especialmente os docinhos, como o aqués e braqueto.

Aromas de flores, morango, framboesa, amora e cravo. Um espumante tinto e docinho para você harmonizar com saladas de frutas, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS DOCES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO RIESLING]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ETAPA AROMÁTICA DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UVA SOUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO LUIS CANAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã para você; vamos juntos em mais uma edição do Música e Vinho. Sabe que, nos últimos anos, eu percebi que o vinho fez muita gente repensar as viagens e incluir os vinhedos e vinícolas no roteiro. 

Se você é um apaixonado por vinhos como eu, consegue pensar em visitar a Argentina sem visitar uma vinícola? Se você está começando no mundo do vinho, talvez reserve um dia de passeio às vinícolas. Se já foi totalmente fisgado pelos taninos, acidez e pelagens, vai querer se hospedar nas vinícolas.

Na Argentina, você pode ficar em Mendoza, que tem mais de 1.200 vinícolas. No Chile, é melhor hospedar-se na capital Santiago e sair cada dia para um vale que fica a mais ou menos uma hora e meia da cidade. Em Portugal, a melhor opção é a região do Douro, que, por ser patrimônio da humanidade, tem a melhor estrutura turística do país.
Na Itália, é difícil escolher, porque o país todo é repleto de vinícolas preparadas ao enoturismo. Defina uma região e explore tudo. No Brasil, o Vale dos Vinhedos já tem programação o ano todo, de cursos, visitas, degustações, jantares harmonizados, piqueniques, jazz e vinho, e muita animação para os turistas.

Na Espanha, a principal região é a Rioja, com mais de 2.500 vinícolas, com inúmeras celebrações ao longo do ano. E ainda a Califórnia, nos Estados Unidos; melhor ficar em São Francisco, que fica a uns 100 km da região de Napa Valley. Já a França merece um mústico e vinho só para explorar o país todo, atrás de uvas e vinhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã para você; vamos juntos em mais uma edição do Música e Vinho. Sabe que, nos últimos anos, eu percebi que o vinho fez muita gente repensar as viagens e incluir os vinhedos e vinícolas no roteiro. 

Se você é um apaixonado por vinhos como eu, consegue pensar em visitar a Argentina sem visitar uma vinícola? Se você está começando no mundo do vinho, talvez reserve um dia de passeio às vinícolas. Se já foi totalmente fisgado pelos taninos, acidez e pelagens, vai querer se hospedar nas vinícolas.

Na Argentina, você pode ficar em Mendoza, que tem mais de 1.200 vinícolas. No Chile, é melhor hospedar-se na capital Santiago e sair cada dia para um vale que fica a mais ou menos uma hora e meia da cidade. Em Portugal, a melhor opção é a região do Douro, que, por ser patrimônio da humanidade, tem a melhor estrutura turística do país.
Na Itália, é difícil escolher, porque o país todo é repleto de vinícolas preparadas ao enoturismo. Defina uma região e explore tudo. No Brasil, o Vale dos Vinhedos já tem programação o ano todo, de cursos, visitas, degustações, jantares harmonizados, piqueniques, jazz e vinho, e muita animação para os turistas.

Na Espanha, a principal região é a Rioja, com mais de 2.500 vinícolas, com inúmeras celebrações ao longo do ano. E ainda a Califórnia, nos Estados Unidos; melhor ficar em São Francisco, que fica a uns 100 km da região de Napa Valley. Já a França merece um mústico e vinho só para explorar o país todo, atrás de uvas e vinhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã para você; vamos juntos em mais uma edição do Música e Vinho. Sabe que, nos últimos anos, eu percebi que o vinho fez muita gente repensar as viagens e incluir os vinhedos e vinícolas no roteiro. 

Se você é um apaixonado por vinhos como eu, consegue pensar em visitar a Argentina sem visitar uma vinícola? Se você está começando no mundo do vinho, talvez reserve um dia de passeio às vinícolas. Se já foi totalmente fisgado pelos taninos, acidez e pelagens, vai querer se hospedar nas vinícolas.

Na Argentina, você pode ficar em Mendoza, que tem mais de 1.200 vinícolas. No Chile, é melhor hospedar-se na capital Santiago e sair cada dia para um vale que fica a mais ou menos uma hora e meia da cidade. Em Portugal, a melhor opção é a região do Douro, que, por ser patrimônio da humanidade, tem a melhor estrutura turística do país.
Na Itália, é difícil escolher, porque o país todo é repleto de vinícolas preparadas ao enoturismo. Defina uma região e explore tudo. No Brasil, o Vale dos Vinhedos já tem programação o ano todo, de cursos, visitas, degustações, jantares harmonizados, piqueniques, jazz e vinho, e muita animação para os turistas.

Na Espanha, a principal região é a Rioja, com mais de 2.500 vinícolas, com inúmeras celebrações ao longo do ano. E ainda a Califórnia, nos Estados Unidos; melhor ficar em São Francisco, que fica a uns 100 km da região de Napa Valley. Já a França merece um mústico e vinho só para explorar o país todo, atrás de uvas e vinhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã para você; vamos juntos em mais uma edição do Música e Vinho. Sabe que, nos últimos anos, eu percebi que o vinho fez muita gente repensar as viagens e incluir os vinhedos e vinícolas no roteiro. 

Se você é um apaixonado por vinhos como eu, consegue pensar em visitar a Argentina sem visitar uma vinícola? Se você está começando no mundo do vinho, talvez reserve um dia de passeio às vinícolas. Se já foi totalmente fisgado pelos taninos, acidez e pelagens, vai querer se hospedar nas vinícolas.

Na Argentina, você pode ficar em Mendoza, que tem mais de 1.200 vinícolas. No Chile, é melhor hospedar-se na capital Santiago e sair cada dia para um vale que fica a mais ou menos uma hora e meia da cidade. Em Portugal, a melhor opção é a região do Douro, que, por ser patrimônio da humanidade, tem a melhor estrutura turística do país.
Na Itália, é difícil escolher, porque o país todo é repleto de vinícolas preparadas ao enoturismo. Defina uma região e explore tudo. No Brasil, o Vale dos Vinhedos já tem programação o ano todo, de cursos, visitas, degustações, jantares harmonizados, piqueniques, jazz e vinho, e muita animação para os turistas.

Na Espanha, a principal região é a Rioja, com mais de 2.500 vinícolas, com inúmeras celebrações ao longo do ano. E ainda a Califórnia, nos Estados Unidos; melhor ficar em São Francisco, que fica a uns 100 km da região de Napa Valley. Já a França merece um mústico e vinho só para explorar o país todo, atrás de uvas e vinhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHEDOS E VINÍCOLAS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DOCES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E nesta manhã eu quero a sua companhia para falar de música e vinho. Vai achando que hotel de vinho é coisa de França e Argentina. Olha só o que já temos aqui no Brasil.

Em Santa Catarina, a vinícola Terra fica em bom retiro. A pousada Boutique tem belíssimas acomodações dentro da vinícola, com wine bar e programação nos vinhedos.

No Rio Grande do Sul, em Bento Gossalves, a Casa Valduga tem cinco pousadas bem pequenas, dentro de um complexo turístico imenso. Cada uma das pousadas leva o nome de um vinho da vinícola. Pousada História, pousada Raízes, Identidade Leopoldina e pousada Gran, todas cercadas de parreirais.

A pousada Teranholo é mais uma opção de hotel em vinícola com spa. Você vai se hospedar nas suites Chardonnay, Cabernet Suite, Cabernet Sauvignon, Marcelin, Cabernet Franck ou Merlot. Muito fofo o nome de cada suíte, homenageando as uvas. Da região.

E o mais luxuoso e imponente, parece um castelo, cauda ali, filial dos hotéis, spa de vinho de Bordeaux, no meio do vale dos vinhedos e com tudo pensando nos xenófilos do mundo que viajam por causa do vinho, vinhedos e mais vinhos. É o spa do vinho.

A vista é do alto de uma colina e o terraço tem um wine bar impecável. Salas de degustação, uma supercarta de vinhos no restaurante, você visita os vinhedos e na volta spa do vinho.

E o Brasil tem muito mais hotéis de vinho. Você já visitou algum? Compartilhe conosco usando a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E nesta manhã eu quero a sua companhia para falar de música e vinho. Vai achando que hotel de vinho é coisa de França e Argentina. Olha só o que já temos aqui no Brasil.

Em Santa Catarina, a vinícola Terra fica em bom retiro. A pousada Boutique tem belíssimas acomodações dentro da vinícola, com wine bar e programação nos vinhedos.

No Rio Grande do Sul, em Bento Gossalves, a Casa Valduga tem cinco pousadas bem pequenas, dentro de um complexo turístico imenso. Cada uma das pousadas leva o nome de um vinho da vinícola. Pousada História, pousada Raízes, Identidade Leopoldina e pousada Gran, todas cercadas de parreirais.

A pousada Teranholo é mais uma opção de hotel em vinícola com spa. Você vai se hospedar nas suites Chardonnay, Cabernet Suite, Cabernet Sauvignon, Marcelin, Cabernet Franck ou Merlot. Muito fofo o nome de cada suíte, homenageando as uvas. Da região.

E o mais luxuoso e imponente, parece um castelo, cauda ali, filial dos hotéis, spa de vinho de Bordeaux, no meio do vale dos vinhedos e com tudo pensando nos xenófilos do mundo que viajam por causa do vinho, vinhedos e mais vinhos. É o spa do vinho.

A vista é do alto de uma colina e o terraço tem um wine bar impecável. Salas de degustação, uma supercarta de vinhos no restaurante, você visita os vinhedos e na volta spa do vinho.

E o Brasil tem muito mais hotéis de vinho. Você já visitou algum? Compartilhe conosco usando a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E nesta manhã eu quero a sua companhia para falar de música e vinho. Vai achando que hotel de vinho é coisa de França e Argentina. Olha só o que já temos aqui no Brasil.

Em Santa Catarina, a vinícola Terra fica em bom retiro. A pousada Boutique tem belíssimas acomodações dentro da vinícola, com wine bar e programação nos vinhedos.

No Rio Grande do Sul, em Bento Gossalves, a Casa Valduga tem cinco pousadas bem pequenas, dentro de um complexo turístico imenso. Cada uma das pousadas leva o nome de um vinho da vinícola. Pousada História, pousada Raízes, Identidade Leopoldina e pousada Gran, todas cercadas de parreirais.

A pousada Teranholo é mais uma opção de hotel em vinícola com spa. Você vai se hospedar nas suites Chardonnay, Cabernet Suite, Cabernet Sauvignon, Marcelin, Cabernet Franck ou Merlot. Muito fofo o nome de cada suíte, homenageando as uvas. Da região.

E o mais luxuoso e imponente, parece um castelo, cauda ali, filial dos hotéis, spa de vinho de Bordeaux, no meio do vale dos vinhedos e com tudo pensando nos xenófilos do mundo que viajam por causa do vinho, vinhedos e mais vinhos. É o spa do vinho.

A vista é do alto de uma colina e o terraço tem um wine bar impecável. Salas de degustação, uma supercarta de vinhos no restaurante, você visita os vinhedos e na volta spa do vinho.

E o Brasil tem muito mais hotéis de vinho. Você já visitou algum? Compartilhe conosco usando a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E nesta manhã eu quero a sua companhia para falar de música e vinho. Vai achando que hotel de vinho é coisa de França e Argentina. Olha só o que já temos aqui no Brasil.

Em Santa Catarina, a vinícola Terra fica em bom retiro. A pousada Boutique tem belíssimas acomodações dentro da vinícola, com wine bar e programação nos vinhedos.

No Rio Grande do Sul, em Bento Gossalves, a Casa Valduga tem cinco pousadas bem pequenas, dentro de um complexo turístico imenso. Cada uma das pousadas leva o nome de um vinho da vinícola. Pousada História, pousada Raízes, Identidade Leopoldina e pousada Gran, todas cercadas de parreirais.

A pousada Teranholo é mais uma opção de hotel em vinícola com spa. Você vai se hospedar nas suites Chardonnay, Cabernet Suite, Cabernet Sauvignon, Marcelin, Cabernet Franck ou Merlot. Muito fofo o nome de cada suíte, homenageando as uvas. Da região.

E o mais luxuoso e imponente, parece um castelo, cauda ali, filial dos hotéis, spa de vinho de Bordeaux, no meio do vale dos vinhedos e com tudo pensando nos xenófilos do mundo que viajam por causa do vinho, vinhedos e mais vinhos. É o spa do vinho.

A vista é do alto de uma colina e o terraço tem um wine bar impecável. Salas de degustação, uma supercarta de vinhos no restaurante, você visita os vinhedos e na volta spa do vinho.

E o Brasil tem muito mais hotéis de vinho. Você já visitou algum? Compartilhe conosco usando a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HOTEL DE VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO BORDÔ TINTO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[DIFERENÇA ENTRE AS UVAS PINOT NOIR E CABERNET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã pra você
Que tal curtir agora a música e vinho?
Temos um vizinho que nos brinda com paisagens maravilhosas para o turismo e, ainda, vinhos com a famosa uva-bandeira Taná. Degustando uma linguiça caseira bem apimentada e com aquele gostinho de brasa, pensei em um Taná.
Encontrei o Elerrido, de Taná com Merlot. Aliás, a Merlot é uma fofa, porque tem aparecido nos últimos vinhos que degustei com maestria, trazendo elegância, frescor e equilíbrio. Foi o que ela fez com o Luí, de Leonardo, de Nerodávola com Merlot, que eu já falei um monte desse vinho aqui, e agora com o Elerrido Taná com corte de Merlot.

Normalmente, Taná é bem tânico, mas esse vinho é uma boa opção de Taná mais leve para se degustar durante o dia, e eu harmonizei com a linguiçinha e o liger na brasa também. Só 12% de álcool, muito leve; dá para refrescar vinhos com graduação alcoólica mais baixa. Logo que você abre o vinho, já baixa para uns 10% de álcool, e fica muito leve.

A vinícola que produz o Elerido é a Monte Toscanini, de 1908, com tradições italianas. A vinícola faz parte também do roteiro Los Caminos del Vino e tem várias atividades para os visitantes.
Outro vinho uruguaio que gostei muito foi o Sepas Nobles, da Bodegas Carral. Este, 100% Taná. Aí já é mais marcadinho na boca e eu traduzo: o tanino, aquela adstringência que seca a boca, é mais forte.

E, se você ainda acha isso estranho ao paladar, mas já entrou ou quer entrar para o mundo do vinho, pode ir se acostumando, porque isso é bom, acredite, você vai gostar.

A Bodegas Carral é uma das mais antigas do Uruguai, tem 265 anos de história e vários rótulos.
Boas sugestões de Taná para o seu dia a dia: Elerido Taná com Merlot e o Sepas Nobles, da Bodegas Carral.
Lembre-se sempre de manter a moderação e um bom Taná para você.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã pra você
Que tal curtir agora a música e vinho?
Temos um vizinho que nos brinda com paisagens maravilhosas para o turismo e, ainda, vinhos com a famosa uva-bandeira Taná. Degustando uma linguiça caseira bem apimentada e com aquele gostinho de brasa, pensei em um Taná.
Encontrei o Elerrido, de Taná com Merlot. Aliás, a Merlot é uma fofa, porque tem aparecido nos últimos vinhos que degustei com maestria, trazendo elegância, frescor e equilíbrio. Foi o que ela fez com o Luí, de Leonardo, de Nerodávola com Merlot, que eu já falei um monte desse vinho aqui, e agora com o Elerrido Taná com corte de Merlot.

Normalmente, Taná é bem tânico, mas esse vinho é uma boa opção de Taná mais leve para se degustar durante o dia, e eu harmonizei com a linguiçinha e o liger na brasa também. Só 12% de álcool, muito leve; dá para refrescar vinhos com graduação alcoólica mais baixa. Logo que você abre o vinho, já baixa para uns 10% de álcool, e fica muito leve.

A vinícola que produz o Elerido é a Monte Toscanini, de 1908, com tradições italianas. A vinícola faz parte também do roteiro Los Caminos del Vino e tem várias atividades para os visitantes.
Outro vinho uruguaio que gostei muito foi o Sepas Nobles, da Bodegas Carral. Este, 100% Taná. Aí já é mais marcadinho na boca e eu traduzo: o tanino, aquela adstringência que seca a boca, é mais forte.

E, se você ainda acha isso estranho ao paladar, mas já entrou ou quer entrar para o mundo do vinho, pode ir se acostumando, porque isso é bom, acredite, você vai gostar.

A Bodegas Carral é uma das mais antigas do Uruguai, tem 265 anos de história e vários rótulos.
Boas sugestões de Taná para o seu dia a dia: Elerido Taná com Merlot e o Sepas Nobles, da Bodegas Carral.
Lembre-se sempre de manter a moderação e um bom Taná para você.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã pra você
Que tal curtir agora a música e vinho?
Temos um vizinho que nos brinda com paisagens maravilhosas para o turismo e, ainda, vinhos com a famosa uva-bandeira Taná. Degustando uma linguiça caseira bem apimentada e com aquele gostinho de brasa, pensei em um Taná.
Encontrei o Elerrido, de Taná com Merlot. Aliás, a Merlot é uma fofa, porque tem aparecido nos últimos vinhos que degustei com maestria, trazendo elegância, frescor e equilíbrio. Foi o que ela fez com o Luí, de Leonardo, de Nerodávola com Merlot, que eu já falei um monte desse vinho aqui, e agora com o Elerrido Taná com corte de Merlot.

Normalmente, Taná é bem tânico, mas esse vinho é uma boa opção de Taná mais leve para se degustar durante o dia, e eu harmonizei com a linguiçinha e o liger na brasa também. Só 12% de álcool, muito leve; dá para refrescar vinhos com graduação alcoólica mais baixa. Logo que você abre o vinho, já baixa para uns 10% de álcool, e fica muito leve.

A vinícola que produz o Elerido é a Monte Toscanini, de 1908, com tradições italianas. A vinícola faz parte também do roteiro Los Caminos del Vino e tem várias atividades para os visitantes.
Outro vinho uruguaio que gostei muito foi o Sepas Nobles, da Bodegas Carral. Este, 100% Taná. Aí já é mais marcadinho na boca e eu traduzo: o tanino, aquela adstringência que seca a boca, é mais forte.

E, se você ainda acha isso estranho ao paladar, mas já entrou ou quer entrar para o mundo do vinho, pode ir se acostumando, porque isso é bom, acredite, você vai gostar.

A Bodegas Carral é uma das mais antigas do Uruguai, tem 265 anos de história e vários rótulos.
Boas sugestões de Taná para o seu dia a dia: Elerido Taná com Merlot e o Sepas Nobles, da Bodegas Carral.
Lembre-se sempre de manter a moderação e um bom Taná para você.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã pra você
Que tal curtir agora a música e vinho?
Temos um vizinho que nos brinda com paisagens maravilhosas para o turismo e, ainda, vinhos com a famosa uva-bandeira Taná. Degustando uma linguiça caseira bem apimentada e com aquele gostinho de brasa, pensei em um Taná.
Encontrei o Elerrido, de Taná com Merlot. Aliás, a Merlot é uma fofa, porque tem aparecido nos últimos vinhos que degustei com maestria, trazendo elegância, frescor e equilíbrio. Foi o que ela fez com o Luí, de Leonardo, de Nerodávola com Merlot, que eu já falei um monte desse vinho aqui, e agora com o Elerrido Taná com corte de Merlot.

Normalmente, Taná é bem tânico, mas esse vinho é uma boa opção de Taná mais leve para se degustar durante o dia, e eu harmonizei com a linguiçinha e o liger na brasa também. Só 12% de álcool, muito leve; dá para refrescar vinhos com graduação alcoólica mais baixa. Logo que você abre o vinho, já baixa para uns 10% de álcool, e fica muito leve.

A vinícola que produz o Elerido é a Monte Toscanini, de 1908, com tradições italianas. A vinícola faz parte também do roteiro Los Caminos del Vino e tem várias atividades para os visitantes.
Outro vinho uruguaio que gostei muito foi o Sepas Nobles, da Bodegas Carral. Este, 100% Taná. Aí já é mais marcadinho na boca e eu traduzo: o tanino, aquela adstringência que seca a boca, é mais forte.

E, se você ainda acha isso estranho ao paladar, mas já entrou ou quer entrar para o mundo do vinho, pode ir se acostumando, porque isso é bom, acredite, você vai gostar.

A Bodegas Carral é uma das mais antigas do Uruguai, tem 265 anos de história e vários rótulos.
Boas sugestões de Taná para o seu dia a dia: Elerido Taná com Merlot e o Sepas Nobles, da Bodegas Carral.
Lembre-se sempre de manter a moderação e um bom Taná para você.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA TANNAT]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho. Essa eu não sabia.

Chirá é a décima uva mais plantada em Portugal, fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo, suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Chirá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Chirás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Chirá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada. Degustei o quinta do crasto Superior Chirá, com vinhas de 11 anos. Um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é de 2014.

O vinho é feito com a uva sirrai, 3% da uva branca vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou cinco dias macerando em temperaturas baixas, para manter a elegância do vinho, além dos 16 meses de carvalho francês.

O vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O quinta do crastro superior se harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos sirrars portugueses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho. Essa eu não sabia.

Chirá é a décima uva mais plantada em Portugal, fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo, suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Chirá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Chirás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Chirá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada. Degustei o quinta do crasto Superior Chirá, com vinhas de 11 anos. Um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é de 2014.

O vinho é feito com a uva sirrai, 3% da uva branca vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou cinco dias macerando em temperaturas baixas, para manter a elegância do vinho, além dos 16 meses de carvalho francês.

O vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O quinta do crastro superior se harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos sirrars portugueses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho. Essa eu não sabia.

Chirá é a décima uva mais plantada em Portugal, fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo, suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Chirá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Chirás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Chirá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada. Degustei o quinta do crasto Superior Chirá, com vinhas de 11 anos. Um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é de 2014.

O vinho é feito com a uva sirrai, 3% da uva branca vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou cinco dias macerando em temperaturas baixas, para manter a elegância do vinho, além dos 16 meses de carvalho francês.

O vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O quinta do crastro superior se harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos sirrars portugueses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã para descobrir mais novidades sobre o mundo do vinho. Essa eu não sabia.

Chirá é a décima uva mais plantada em Portugal, fica atrás apenas das uvas nativas, as autóctones. Ela se adapta muito bem ao terroir do alentejo, suporta o calor intenso, solo pobre, e mostra nos vinhos muita fruta, pimenta e especiarias.

A Chirá vem se destacando também no Douro, a terra de produção das uvas para o vinho do Porto. Os Chirás portugueses têm grande potencial aromático. São vinhos complexos, com notas animais e fruta muito madura, além de taninos ricos, bom para a produção de vinhos de guarda.

A Chirá surgiu há pouco mais de 20 anos em Portugal, mas já ocupa 4 mil hectares de área plantada. Degustei o quinta do crasto Superior Chirá, com vinhas de 11 anos. Um vinho de 2014, engarrafado em 2016. 97% do vinho é de 2014.

O vinho é feito com a uva sirrai, 3% da uva branca vionier, só para dar um equilíbrio. As uvas são do Douro Superior, que é a melhor localização para a qualidade das uvas. Passou cinco dias macerando em temperaturas baixas, para manter a elegância do vinho, além dos 16 meses de carvalho francês.

O vinho é bem escuro, com frutas silvestres, notas de chocolate, um vinho fresco, persistente, de taninos firmes, sensação de boca mentolada, encorpado e suave ao mesmo tempo.

O quinta do crastro superior se harmoniza muito bem com a gastronomia local do Douro: carneiro assado, javali, perdiz e cozidos à portuguesa.

Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho com os novos sirrars portugueses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LE CABANON SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LA VIEILLE FERME BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vinho, pela sua complexidade histórica e por todo o trabalho necessário para se finalizar uma garrafa, não é algo que podemos considerar simples. Mas, dentre os inúmeros estilos de vinhos, há alguns mais complexos e outros mais simples.

Há os vinhos que precisamos decantar e separar os elementos; aqueles que evoluem na taça, que mostram camadas de aromas, que precisam de comida para se mostrar, que precisam de anos para chegar ao seu auge.

Na outra ponta, há os vinhos muito bem elaborados, mais simples e extremamente prazerosos. Já degustei várias vezes, quando quero apenas reunir os amigos, o Marius Rosé, de M. Chapoutier, do Languedoc: um Grenache com uma coloração mais forte que os rosés da Provence. Também menos salino e com mais fruta. Parece uma bala de frutas vermelhas.

O Languedoc é a região que produz o maior volume de vinhos da França. E os vinhos são considerados mais rústicos, mas ideais para o dia a dia. A qualidade só vem crescendo, mas a maior parte das nossas degustações pede vinhos mais simples.

Isso acontece quando o vinho mostra um aroma frutado, por exemplo, e esse aroma não vai mudar até o final da garrafa. Ele é simplesmente saboroso e gostoso, como o Marius Rosé de Chapoutier.

Bom Marius para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vinho, pela sua complexidade histórica e por todo o trabalho necessário para se finalizar uma garrafa, não é algo que podemos considerar simples. Mas, dentre os inúmeros estilos de vinhos, há alguns mais complexos e outros mais simples.

Há os vinhos que precisamos decantar e separar os elementos; aqueles que evoluem na taça, que mostram camadas de aromas, que precisam de comida para se mostrar, que precisam de anos para chegar ao seu auge.

Na outra ponta, há os vinhos muito bem elaborados, mais simples e extremamente prazerosos. Já degustei várias vezes, quando quero apenas reunir os amigos, o Marius Rosé, de M. Chapoutier, do Languedoc: um Grenache com uma coloração mais forte que os rosés da Provence. Também menos salino e com mais fruta. Parece uma bala de frutas vermelhas.

O Languedoc é a região que produz o maior volume de vinhos da França. E os vinhos são considerados mais rústicos, mas ideais para o dia a dia. A qualidade só vem crescendo, mas a maior parte das nossas degustações pede vinhos mais simples.

Isso acontece quando o vinho mostra um aroma frutado, por exemplo, e esse aroma não vai mudar até o final da garrafa. Ele é simplesmente saboroso e gostoso, como o Marius Rosé de Chapoutier.

Bom Marius para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vinho, pela sua complexidade histórica e por todo o trabalho necessário para se finalizar uma garrafa, não é algo que podemos considerar simples. Mas, dentre os inúmeros estilos de vinhos, há alguns mais complexos e outros mais simples.

Há os vinhos que precisamos decantar e separar os elementos; aqueles que evoluem na taça, que mostram camadas de aromas, que precisam de comida para se mostrar, que precisam de anos para chegar ao seu auge.

Na outra ponta, há os vinhos muito bem elaborados, mais simples e extremamente prazerosos. Já degustei várias vezes, quando quero apenas reunir os amigos, o Marius Rosé, de M. Chapoutier, do Languedoc: um Grenache com uma coloração mais forte que os rosés da Provence. Também menos salino e com mais fruta. Parece uma bala de frutas vermelhas.

O Languedoc é a região que produz o maior volume de vinhos da França. E os vinhos são considerados mais rústicos, mas ideais para o dia a dia. A qualidade só vem crescendo, mas a maior parte das nossas degustações pede vinhos mais simples.

Isso acontece quando o vinho mostra um aroma frutado, por exemplo, e esse aroma não vai mudar até o final da garrafa. Ele é simplesmente saboroso e gostoso, como o Marius Rosé de Chapoutier.

Bom Marius para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vinho, pela sua complexidade histórica e por todo o trabalho necessário para se finalizar uma garrafa, não é algo que podemos considerar simples. Mas, dentre os inúmeros estilos de vinhos, há alguns mais complexos e outros mais simples.

Há os vinhos que precisamos decantar e separar os elementos; aqueles que evoluem na taça, que mostram camadas de aromas, que precisam de comida para se mostrar, que precisam de anos para chegar ao seu auge.

Na outra ponta, há os vinhos muito bem elaborados, mais simples e extremamente prazerosos. Já degustei várias vezes, quando quero apenas reunir os amigos, o Marius Rosé, de M. Chapoutier, do Languedoc: um Grenache com uma coloração mais forte que os rosés da Provence. Também menos salino e com mais fruta. Parece uma bala de frutas vermelhas.

O Languedoc é a região que produz o maior volume de vinhos da França. E os vinhos são considerados mais rústicos, mas ideais para o dia a dia. A qualidade só vem crescendo, mas a maior parte das nossas degustações pede vinhos mais simples.

Isso acontece quando o vinho mostra um aroma frutado, por exemplo, e esse aroma não vai mudar até o final da garrafa. Ele é simplesmente saboroso e gostoso, como o Marius Rosé de Chapoutier.

Bom Marius para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ MARIUS ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FERMENTAÇÃO EM CONCRETO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E nessa manhã eu quero a sua companhia para falar sobre sistemas de condução das videiras. Há pouco tempo, citávamos apenas o sistema latada e espaldeira. Agora surgiram nomes como Guiyô, Gobelê, Colura e Lira. Cada método traz um benefício diferente às videiras.

A videira na verdade é uma planta rasteira, e conduzir é guiar, mostrar o caminho que a planta vai se desenvolver. O sistema latada, ou conhecido também como pergolado, é o que traz maior rendimento. O nome já diz, forma realmente um pergolado. Os cachos pendem para baixo e ficam encobertos do sol pelas folhas. Em regiões extremamente quentes é até bom para proteger os cachos do sol forte. Mas em regiões úmidas, por exemplo, isso pode atrapalhar o amadurecimento dos frutos.

O sistema espaldeira é plantado na vertical, tipo uma cerca, e os cachos ficam expostos. Livre do acúmulo de umidade e permite o total amadurecimento, é o mais usado em todo o mundo.

Tem um sistema que as videiras se apoiam em árvores, crescem muito, mas produzem pouco. Na Espanha é comum o sistema gobelet ou vaso. Nesse caso, as videiras se apoiam por estacas por uns 10 anos, até estarem com os caules bem grossos e poderem se sustentar sozinhas. Rende pouco também.

O sistema em lira é formado por duas cortinas verticais. A videira se abre no alto e tem ainda o sistema colura. A videira permanece rasteira e é enrolada formando um ninho. Esse é bem interessante.

As raízes são profundas, o método é usado na Grécia, uma região de chuvas escassas, o que força as plantas a buscarem água profundamente no solo. Como as raízes são profundas, em certo momento os nutrientes, Não alcançam os frutos. Daí, a cada 80 anos, a videira é podada rente ao solo. Isso pode acontecer até cinco vezes. Por isso, em Santorini, há videiras com raízes de aproximadamente 400 anos.

É muita história nesse mundo do vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E nessa manhã eu quero a sua companhia para falar sobre sistemas de condução das videiras. Há pouco tempo, citávamos apenas o sistema latada e espaldeira. Agora surgiram nomes como Guiyô, Gobelê, Colura e Lira. Cada método traz um benefício diferente às videiras.

A videira na verdade é uma planta rasteira, e conduzir é guiar, mostrar o caminho que a planta vai se desenvolver. O sistema latada, ou conhecido também como pergolado, é o que traz maior rendimento. O nome já diz, forma realmente um pergolado. Os cachos pendem para baixo e ficam encobertos do sol pelas folhas. Em regiões extremamente quentes é até bom para proteger os cachos do sol forte. Mas em regiões úmidas, por exemplo, isso pode atrapalhar o amadurecimento dos frutos.

O sistema espaldeira é plantado na vertical, tipo uma cerca, e os cachos ficam expostos. Livre do acúmulo de umidade e permite o total amadurecimento, é o mais usado em todo o mundo.

Tem um sistema que as videiras se apoiam em árvores, crescem muito, mas produzem pouco. Na Espanha é comum o sistema gobelet ou vaso. Nesse caso, as videiras se apoiam por estacas por uns 10 anos, até estarem com os caules bem grossos e poderem se sustentar sozinhas. Rende pouco também.

O sistema em lira é formado por duas cortinas verticais. A videira se abre no alto e tem ainda o sistema colura. A videira permanece rasteira e é enrolada formando um ninho. Esse é bem interessante.

As raízes são profundas, o método é usado na Grécia, uma região de chuvas escassas, o que força as plantas a buscarem água profundamente no solo. Como as raízes são profundas, em certo momento os nutrientes, Não alcançam os frutos. Daí, a cada 80 anos, a videira é podada rente ao solo. Isso pode acontecer até cinco vezes. Por isso, em Santorini, há videiras com raízes de aproximadamente 400 anos.

É muita história nesse mundo do vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E nessa manhã eu quero a sua companhia para falar sobre sistemas de condução das videiras. Há pouco tempo, citávamos apenas o sistema latada e espaldeira. Agora surgiram nomes como Guiyô, Gobelê, Colura e Lira. Cada método traz um benefício diferente às videiras.

A videira na verdade é uma planta rasteira, e conduzir é guiar, mostrar o caminho que a planta vai se desenvolver. O sistema latada, ou conhecido também como pergolado, é o que traz maior rendimento. O nome já diz, forma realmente um pergolado. Os cachos pendem para baixo e ficam encobertos do sol pelas folhas. Em regiões extremamente quentes é até bom para proteger os cachos do sol forte. Mas em regiões úmidas, por exemplo, isso pode atrapalhar o amadurecimento dos frutos.

O sistema espaldeira é plantado na vertical, tipo uma cerca, e os cachos ficam expostos. Livre do acúmulo de umidade e permite o total amadurecimento, é o mais usado em todo o mundo.

Tem um sistema que as videiras se apoiam em árvores, crescem muito, mas produzem pouco. Na Espanha é comum o sistema gobelet ou vaso. Nesse caso, as videiras se apoiam por estacas por uns 10 anos, até estarem com os caules bem grossos e poderem se sustentar sozinhas. Rende pouco também.

O sistema em lira é formado por duas cortinas verticais. A videira se abre no alto e tem ainda o sistema colura. A videira permanece rasteira e é enrolada formando um ninho. Esse é bem interessante.

As raízes são profundas, o método é usado na Grécia, uma região de chuvas escassas, o que força as plantas a buscarem água profundamente no solo. Como as raízes são profundas, em certo momento os nutrientes, Não alcançam os frutos. Daí, a cada 80 anos, a videira é podada rente ao solo. Isso pode acontecer até cinco vezes. Por isso, em Santorini, há videiras com raízes de aproximadamente 400 anos.

É muita história nesse mundo do vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E nessa manhã eu quero a sua companhia para falar sobre sistemas de condução das videiras. Há pouco tempo, citávamos apenas o sistema latada e espaldeira. Agora surgiram nomes como Guiyô, Gobelê, Colura e Lira. Cada método traz um benefício diferente às videiras.

A videira na verdade é uma planta rasteira, e conduzir é guiar, mostrar o caminho que a planta vai se desenvolver. O sistema latada, ou conhecido também como pergolado, é o que traz maior rendimento. O nome já diz, forma realmente um pergolado. Os cachos pendem para baixo e ficam encobertos do sol pelas folhas. Em regiões extremamente quentes é até bom para proteger os cachos do sol forte. Mas em regiões úmidas, por exemplo, isso pode atrapalhar o amadurecimento dos frutos.

O sistema espaldeira é plantado na vertical, tipo uma cerca, e os cachos ficam expostos. Livre do acúmulo de umidade e permite o total amadurecimento, é o mais usado em todo o mundo.

Tem um sistema que as videiras se apoiam em árvores, crescem muito, mas produzem pouco. Na Espanha é comum o sistema gobelet ou vaso. Nesse caso, as videiras se apoiam por estacas por uns 10 anos, até estarem com os caules bem grossos e poderem se sustentar sozinhas. Rende pouco também.

O sistema em lira é formado por duas cortinas verticais. A videira se abre no alto e tem ainda o sistema colura. A videira permanece rasteira e é enrolada formando um ninho. Esse é bem interessante.

As raízes são profundas, o método é usado na Grécia, uma região de chuvas escassas, o que força as plantas a buscarem água profundamente no solo. Como as raízes são profundas, em certo momento os nutrientes, Não alcançam os frutos. Daí, a cada 80 anos, a videira é podada rente ao solo. Isso pode acontecer até cinco vezes. Por isso, em Santorini, há videiras com raízes de aproximadamente 400 anos.

É muita história nesse mundo do vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SISTEMAS DE CONDUÇÃO DAS VIDEIRAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho. A ciência conseguiu provar após dois mil anos e não há dúvidas: vinho faz bem à saúde e para a alma. Tornou-se uma bebida fundamental.

Já dizia o poeta romano Bábrios: o grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome. O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos. Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde. Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida. Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinhos e a saúde, e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenecedora dos antioxidantes do vinho. Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente, mas, dos efeitos da mente, ninguém tem dúvidas.

E há muitas contribuições quanto aos avanços da política, ciência e literatura, desde a antiguidade à atualidade, desenvolvidas a partir do vinho. Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos em que partilhavam uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio e hoje é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho para você, uma ótima manhã, e lembre-se de compartilhar o que você está degustando usando a hashtag musica&vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho. A ciência conseguiu provar após dois mil anos e não há dúvidas: vinho faz bem à saúde e para a alma. Tornou-se uma bebida fundamental.

Já dizia o poeta romano Bábrios: o grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome. O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos. Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde. Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida. Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinhos e a saúde, e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenecedora dos antioxidantes do vinho. Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente, mas, dos efeitos da mente, ninguém tem dúvidas.

E há muitas contribuições quanto aos avanços da política, ciência e literatura, desde a antiguidade à atualidade, desenvolvidas a partir do vinho. Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos em que partilhavam uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio e hoje é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho para você, uma ótima manhã, e lembre-se de compartilhar o que você está degustando usando a hashtag musica&vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho. A ciência conseguiu provar após dois mil anos e não há dúvidas: vinho faz bem à saúde e para a alma. Tornou-se uma bebida fundamental.

Já dizia o poeta romano Bábrios: o grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome. O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos. Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde. Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida. Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinhos e a saúde, e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenecedora dos antioxidantes do vinho. Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente, mas, dos efeitos da mente, ninguém tem dúvidas.

E há muitas contribuições quanto aos avanços da política, ciência e literatura, desde a antiguidade à atualidade, desenvolvidas a partir do vinho. Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos em que partilhavam uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio e hoje é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho para você, uma ótima manhã, e lembre-se de compartilhar o que você está degustando usando a hashtag musica&vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A sabedoria popular sempre reconheceu as qualidades e contribuições físicas e espirituais do vinho. A ciência conseguiu provar após dois mil anos e não há dúvidas: vinho faz bem à saúde e para a alma. Tornou-se uma bebida fundamental.

Já dizia o poeta romano Bábrios: o grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade de vinhos que consome. O vinho é, sim, um instrumento cultural repleto de simbolismos. Através do vinho, experimentamos novas culturas e adquirimos conhecimentos sobre cada povo, gastronomia e região à qual o vinho pertence.

De Pasteur, no século XIX, a Serge Renaud, em 1991, o vinho faz bem à saúde. Pasteur introduziu a pasteurização, que elimina as bactérias do vinho por aquecimento da bebida. Renaud confirmou a boa relação entre o consumo de vinhos e a saúde, e a menor incidência de doenças coronarianas.

Mais recentemente, os cientistas se concentram na ação rejuvenecedora dos antioxidantes do vinho. Os estudos continuam a examinar várias partes do corpo humano onde o vinho pode agir beneficamente, mas, dos efeitos da mente, ninguém tem dúvidas.

E há muitas contribuições quanto aos avanços da política, ciência e literatura, desde a antiguidade à atualidade, desenvolvidas a partir do vinho. Do comércio marítimo do Mediterrâneo aos simpósios políticos e filosóficos em que partilhavam uma taça de vinho, o vinho sempre teve seu prestígio e hoje é capaz de unir as pessoas com fortes laços histórico-culturais, das taças de cristal aos copos de acrílico.

Um bom vinho para você, uma ótima manhã, e lembre-se de compartilhar o que você está degustando usando a hashtag musica&vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BENEFÍCIOS DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CARMENERE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Gigondas é o nome de uma apelação de origem controlada francesa, no Vale do Rhône, que se destaca na elaboração de vinhos tintos e poucos rosés, não elaborando vinhos brancos. As principais uvas são Grenache, Cinsault, Mourvèdre e Syrah.

Gigondas é uma microrregião dentro da Côte-du-Rhône, que produz vinhos gordos, encorpados, intensos e complexos.

Degustei o Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, a maior referência do Rhône. Sedoso, macio, grande, com um super retrogosto de cereja, marca registrada do vinho L’Argile.

O Gigondas L’Argile compara-se a alguns Châteauneuf-du-Pape e é elaborado com 50% de Grenache e 50% da uva tinta Syrah. O vinho é pequeno e a produção bastante limitada.

A safra de 2018 tem 94 pontos pela Wine Spectator, 93 por Robert Parker e 93 por Antonio Galloni, um dos maiores críticos americanos de vinhos da atualidade, da revista Vinous.

O Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, é um supervinho que você pode abrir para curtir momentos especiais, porque pede comida e merece estar aberto pelo menos 30 minutos antes, sem decantar.

Vamos para a cozinha para te inspirar: queijos bem maduros e artesanais, como um Pardinho, o queijo brasileiro, um bom bife ancho, carré de cordeiro ou ainda uma massa com ragu de linguiça.

E bom Gigondas para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Gigondas é o nome de uma apelação de origem controlada francesa, no Vale do Rhône, que se destaca na elaboração de vinhos tintos e poucos rosés, não elaborando vinhos brancos. As principais uvas são Grenache, Cinsault, Mourvèdre e Syrah.

Gigondas é uma microrregião dentro da Côte-du-Rhône, que produz vinhos gordos, encorpados, intensos e complexos.

Degustei o Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, a maior referência do Rhône. Sedoso, macio, grande, com um super retrogosto de cereja, marca registrada do vinho L’Argile.

O Gigondas L’Argile compara-se a alguns Châteauneuf-du-Pape e é elaborado com 50% de Grenache e 50% da uva tinta Syrah. O vinho é pequeno e a produção bastante limitada.

A safra de 2018 tem 94 pontos pela Wine Spectator, 93 por Robert Parker e 93 por Antonio Galloni, um dos maiores críticos americanos de vinhos da atualidade, da revista Vinous.

O Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, é um supervinho que você pode abrir para curtir momentos especiais, porque pede comida e merece estar aberto pelo menos 30 minutos antes, sem decantar.

Vamos para a cozinha para te inspirar: queijos bem maduros e artesanais, como um Pardinho, o queijo brasileiro, um bom bife ancho, carré de cordeiro ou ainda uma massa com ragu de linguiça.

E bom Gigondas para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Gigondas é o nome de uma apelação de origem controlada francesa, no Vale do Rhône, que se destaca na elaboração de vinhos tintos e poucos rosés, não elaborando vinhos brancos. As principais uvas são Grenache, Cinsault, Mourvèdre e Syrah.

Gigondas é uma microrregião dentro da Côte-du-Rhône, que produz vinhos gordos, encorpados, intensos e complexos.

Degustei o Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, a maior referência do Rhône. Sedoso, macio, grande, com um super retrogosto de cereja, marca registrada do vinho L’Argile.

O Gigondas L’Argile compara-se a alguns Châteauneuf-du-Pape e é elaborado com 50% de Grenache e 50% da uva tinta Syrah. O vinho é pequeno e a produção bastante limitada.

A safra de 2018 tem 94 pontos pela Wine Spectator, 93 por Robert Parker e 93 por Antonio Galloni, um dos maiores críticos americanos de vinhos da atualidade, da revista Vinous.

O Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, é um supervinho que você pode abrir para curtir momentos especiais, porque pede comida e merece estar aberto pelo menos 30 minutos antes, sem decantar.

Vamos para a cozinha para te inspirar: queijos bem maduros e artesanais, como um Pardinho, o queijo brasileiro, um bom bife ancho, carré de cordeiro ou ainda uma massa com ragu de linguiça.

E bom Gigondas para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Gigondas é o nome de uma apelação de origem controlada francesa, no Vale do Rhône, que se destaca na elaboração de vinhos tintos e poucos rosés, não elaborando vinhos brancos. As principais uvas são Grenache, Cinsault, Mourvèdre e Syrah.

Gigondas é uma microrregião dentro da Côte-du-Rhône, que produz vinhos gordos, encorpados, intensos e complexos.

Degustei o Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, a maior referência do Rhône. Sedoso, macio, grande, com um super retrogosto de cereja, marca registrada do vinho L’Argile.

O Gigondas L’Argile compara-se a alguns Châteauneuf-du-Pape e é elaborado com 50% de Grenache e 50% da uva tinta Syrah. O vinho é pequeno e a produção bastante limitada.

A safra de 2018 tem 94 pontos pela Wine Spectator, 93 por Robert Parker e 93 por Antonio Galloni, um dos maiores críticos americanos de vinhos da atualidade, da revista Vinous.

O Gigondas L’Argile, da Famille Perrin, é um supervinho que você pode abrir para curtir momentos especiais, porque pede comida e merece estar aberto pelo menos 30 minutos antes, sem decantar.

Vamos para a cozinha para te inspirar: queijos bem maduros e artesanais, como um Pardinho, o queijo brasileiro, um bom bife ancho, carré de cordeiro ou ainda uma massa com ragu de linguiça.

E bom Gigondas para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[   GIGONDAS LA GILLE PERRIN ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vinho e seus deuses. Degustei o Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica a uns 50 km de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telo.

O rótulo me chamou a atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrado é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrado de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirá, com um toque de baunilha pelos seus 5 meses de carvalho. O Telo e Cirá é um vinho cedo, com taninos macios, rico e persistente.

Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vinho e seus deuses. Degustei o Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica a uns 50 km de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telo.

O rótulo me chamou a atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrado é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrado de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirá, com um toque de baunilha pelos seus 5 meses de carvalho. O Telo e Cirá é um vinho cedo, com taninos macios, rico e persistente.

Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vinho e seus deuses. Degustei o Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica a uns 50 km de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telo.

O rótulo me chamou a atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrado é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrado de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirá, com um toque de baunilha pelos seus 5 meses de carvalho. O Telo e Cirá é um vinho cedo, com taninos macios, rico e persistente.

Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vinho e seus deuses. Degustei o Telo e Cirrado Lázio. A propriedade fica a uns 50 km de Roma e o nome vem da deusa romana da terra, do solo fértil, Telo.

O rótulo me chamou a atenção e descobri que foi escolhido em um concurso de arte que aconteceu no belíssimo Castelo de Sant'Angelo, em Roma. O Castelo de Sant'Angelo é um cenário belíssimo e foi lá que aconteceu a grande ópera Tosca, de Giacomo Puccini. Totalmente cheio de arte. Um monumento rico, que tem a estátua de um anjo coroando o edifício.

Telo e Cirrado é um vinho cheio de arte. A garrafa tem o formato das antigas garrafas romanas e o vinho é do produtor Falesco.

Um super Cirrado de coloração vermelho bem intenso, frutas frescas e as famosas especiarias da Cirá, com um toque de baunilha pelos seus 5 meses de carvalho. O Telo e Cirá é um vinho cedo, com taninos macios, rico e persistente.

Acompanha super bem pizzas de calabresa, queijos maturados e massas com molhos fortes, como o nhoque de quatro queijos da minha amiga Gabriela Grandu. Que perfeição! Cremoso, aromas lácteos, sabores extremamente harmoniosos, incrível!

Nhoque aos quatro queijos com vinho tinto é uma boa sugestão de harmonização, lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TELLUS CERRADO LISO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO QUINTA DE CASTELARES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho.
Uma excelente manhã pra você!

A vinícola italiana Botter Carlo tem sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz vinhos em terras espalhadas por todo o país, até chegar à Sicília. A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nero d’Avola, aquela uva da Sicília que eu torcia o nariz… e agora eu amo!
A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos amenos, típico clima mediterrâneo da ilha.

Provei o Caleu Nero d’Avola, de coloração intensa, bem fechada, com notas de pimentas e frutas negras. Super pegadas de taninos rústicos, um vinho com tons fortes, mas ao mesmo tempo amadurecido, digamos, domado. Integra fruta e tanino de forma equilibrada. Mas nem por isso é delicado: é um vinho mais bruto, cheio de personalidade.

Os aromas de fumaça, vindos da terra vulcânica, lembram um leve defumado, e aí, claro, já vem churrasco à cabeça!
Sim, o Nero d’Avola fica ótimo com carnes tostadas, não queimadas, é claro, com aquela tosta leve de carvão. Também harmoniza muito bem com risotos de queijos fortes e bem maduros. Essa é a combinação perfeita para um Nero d’Avola!

E você? Tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?
Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag #MúsicaEVinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho.
Uma excelente manhã pra você!

A vinícola italiana Botter Carlo tem sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz vinhos em terras espalhadas por todo o país, até chegar à Sicília. A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nero d’Avola, aquela uva da Sicília que eu torcia o nariz… e agora eu amo!
A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos amenos, típico clima mediterrâneo da ilha.

Provei o Caleu Nero d’Avola, de coloração intensa, bem fechada, com notas de pimentas e frutas negras. Super pegadas de taninos rústicos, um vinho com tons fortes, mas ao mesmo tempo amadurecido, digamos, domado. Integra fruta e tanino de forma equilibrada. Mas nem por isso é delicado: é um vinho mais bruto, cheio de personalidade.

Os aromas de fumaça, vindos da terra vulcânica, lembram um leve defumado, e aí, claro, já vem churrasco à cabeça!
Sim, o Nero d’Avola fica ótimo com carnes tostadas, não queimadas, é claro, com aquela tosta leve de carvão. Também harmoniza muito bem com risotos de queijos fortes e bem maduros. Essa é a combinação perfeita para um Nero d’Avola!

E você? Tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?
Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag #MúsicaEVinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho.
Uma excelente manhã pra você!

A vinícola italiana Botter Carlo tem sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz vinhos em terras espalhadas por todo o país, até chegar à Sicília. A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nero d’Avola, aquela uva da Sicília que eu torcia o nariz… e agora eu amo!
A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos amenos, típico clima mediterrâneo da ilha.

Provei o Caleu Nero d’Avola, de coloração intensa, bem fechada, com notas de pimentas e frutas negras. Super pegadas de taninos rústicos, um vinho com tons fortes, mas ao mesmo tempo amadurecido, digamos, domado. Integra fruta e tanino de forma equilibrada. Mas nem por isso é delicado: é um vinho mais bruto, cheio de personalidade.

Os aromas de fumaça, vindos da terra vulcânica, lembram um leve defumado, e aí, claro, já vem churrasco à cabeça!
Sim, o Nero d’Avola fica ótimo com carnes tostadas, não queimadas, é claro, com aquela tosta leve de carvão. Também harmoniza muito bem com risotos de queijos fortes e bem maduros. Essa é a combinação perfeita para um Nero d’Avola!

E você? Tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?
Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag #MúsicaEVinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho.
Uma excelente manhã pra você!

A vinícola italiana Botter Carlo tem sua sede em Fossalta di Piave, no Vêneto, ao norte da Itália, mas produz vinhos em terras espalhadas por todo o país, até chegar à Sicília. A vinícola preserva as uvas nativas de cada região e explora ao máximo suas características, que são extremamente distintas em cada pedacinho da Itália.

Degustei mais um Nero d’Avola, aquela uva da Sicília que eu torcia o nariz… e agora eu amo!
A Sicília é a terra do solo vulcânico e também considerada a terra do sol, de verões quentes e invernos amenos, típico clima mediterrâneo da ilha.

Provei o Caleu Nero d’Avola, de coloração intensa, bem fechada, com notas de pimentas e frutas negras. Super pegadas de taninos rústicos, um vinho com tons fortes, mas ao mesmo tempo amadurecido, digamos, domado. Integra fruta e tanino de forma equilibrada. Mas nem por isso é delicado: é um vinho mais bruto, cheio de personalidade.

Os aromas de fumaça, vindos da terra vulcânica, lembram um leve defumado, e aí, claro, já vem churrasco à cabeça!
Sim, o Nero d’Avola fica ótimo com carnes tostadas, não queimadas, é claro, com aquela tosta leve de carvão. Também harmoniza muito bem com risotos de queijos fortes e bem maduros. Essa é a combinação perfeita para um Nero d’Avola!

E você? Tem alguma uva ou estilo de vinho que não gostava e agora ama?
Então compartilhe comigo a sua experiência usando a hashtag #MúsicaEVinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NERO D´ AVOLA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO AJUDA NA INSÔNIA?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS CHILENOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, e que a sua manhã seja super saborosa.

Essa é uma das características principais dos vinhos portugueses. Os nomes das uvas são bem estranhos, né? E quase todos são típicos de Portugal. São uvas plantadas apenas em território português; nós chamamos de uvas autóctones. Isso faz com que os vinhos portugueses sejam bem diferentes do resto do mundo.

Atualmente, os alentejanos e os tintos durienses, da região do Douro, estão ganhando muitos adeptos pelo mundo. Os tintos do Douro são feitos das mesmas uvas do vinho do Porto. Têm aromas doces que lembram os Portos, porém são vinhos tintos secos, perfeitos para acompanhar comida.

Já os vinhos alentejanos são considerados os mais saborosos do país. São vinhos de muita cor, bom corpo, sedosos e com sabor gostoso. Gostoso mesmo, difícil não agradar.

Tanto os durienses quanto os alentejanos são vinhos gastronômicos, ou seja, precisam de comida para valorizar. Experimente com pratos rústicos, como carne de porco assada, rabada, carnes assadas, polenta com cogumelos, e aproveite os seus vinhos portugueses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, e que a sua manhã seja super saborosa.

Essa é uma das características principais dos vinhos portugueses. Os nomes das uvas são bem estranhos, né? E quase todos são típicos de Portugal. São uvas plantadas apenas em território português; nós chamamos de uvas autóctones. Isso faz com que os vinhos portugueses sejam bem diferentes do resto do mundo.

Atualmente, os alentejanos e os tintos durienses, da região do Douro, estão ganhando muitos adeptos pelo mundo. Os tintos do Douro são feitos das mesmas uvas do vinho do Porto. Têm aromas doces que lembram os Portos, porém são vinhos tintos secos, perfeitos para acompanhar comida.

Já os vinhos alentejanos são considerados os mais saborosos do país. São vinhos de muita cor, bom corpo, sedosos e com sabor gostoso. Gostoso mesmo, difícil não agradar.

Tanto os durienses quanto os alentejanos são vinhos gastronômicos, ou seja, precisam de comida para valorizar. Experimente com pratos rústicos, como carne de porco assada, rabada, carnes assadas, polenta com cogumelos, e aproveite os seus vinhos portugueses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, e que a sua manhã seja super saborosa.

Essa é uma das características principais dos vinhos portugueses. Os nomes das uvas são bem estranhos, né? E quase todos são típicos de Portugal. São uvas plantadas apenas em território português; nós chamamos de uvas autóctones. Isso faz com que os vinhos portugueses sejam bem diferentes do resto do mundo.

Atualmente, os alentejanos e os tintos durienses, da região do Douro, estão ganhando muitos adeptos pelo mundo. Os tintos do Douro são feitos das mesmas uvas do vinho do Porto. Têm aromas doces que lembram os Portos, porém são vinhos tintos secos, perfeitos para acompanhar comida.

Já os vinhos alentejanos são considerados os mais saborosos do país. São vinhos de muita cor, bom corpo, sedosos e com sabor gostoso. Gostoso mesmo, difícil não agradar.

Tanto os durienses quanto os alentejanos são vinhos gastronômicos, ou seja, precisam de comida para valorizar. Experimente com pratos rústicos, como carne de porco assada, rabada, carnes assadas, polenta com cogumelos, e aproveite os seus vinhos portugueses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que alegria ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, e que a sua manhã seja super saborosa.

Essa é uma das características principais dos vinhos portugueses. Os nomes das uvas são bem estranhos, né? E quase todos são típicos de Portugal. São uvas plantadas apenas em território português; nós chamamos de uvas autóctones. Isso faz com que os vinhos portugueses sejam bem diferentes do resto do mundo.

Atualmente, os alentejanos e os tintos durienses, da região do Douro, estão ganhando muitos adeptos pelo mundo. Os tintos do Douro são feitos das mesmas uvas do vinho do Porto. Têm aromas doces que lembram os Portos, porém são vinhos tintos secos, perfeitos para acompanhar comida.

Já os vinhos alentejanos são considerados os mais saborosos do país. São vinhos de muita cor, bom corpo, sedosos e com sabor gostoso. Gostoso mesmo, difícil não agradar.

Tanto os durienses quanto os alentejanos são vinhos gastronômicos, ou seja, precisam de comida para valorizar. Experimente com pratos rústicos, como carne de porco assada, rabada, carnes assadas, polenta com cogumelos, e aproveite os seus vinhos portugueses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS PORTUGUESES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO E POESIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
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      <content:encoded><![CDATA[Hoje, nossa Taça de Conhecimento é sobre um vinho português proveniente da região do Tejo.

O vinho tinto Cabeça de Toiro Reserva é, de fato, um vinho com muita personalidade. Sua rotulagem tem um recorte que remete à cabeça de um touro.

O vinho, que é de uma denominação de origem controlada, tem em sua composição as castas Syrah, com 34%, Castelão, com 33%, e Touriga Nacional, com 33%.

O vinho estagia em barricas de carvalho francês de primeiro uso por 9 meses, proporcionando aromas e sabores equilibrados. Seus aromas são bastante frutados e apresentam notas tostadas bem integradas ao vinho.

O vinho Cabeça de Toiro tem excelentes pontuações pela renomada *Wine Enthusiast*, uma revista.

E, para harmonizar este vinho do Tejo, podemos valorizar a sua potencialidade e permitir peixe ou carne. Para o peixe, um bom cassoulet de bacalhau; ou uma carne de panela. Sensacional.

Um brinde à Quinta de São João Batista, onde nasce o vinho Cabeça de Toiro.

Um brinde especial a você, ouvinte do *Música e Vinho*, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram, @jonas.sommelier

Será um prazer.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CABEÇA DE TOIRO RESERVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[LEITURA E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[PIZZA, CAFÉ E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo

A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e tantos outros rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro, da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha.

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha e caramelo, podendo evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Têm acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos?

Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas, para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves, até um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, como um angus.

Também combinam muito bem com cordeiro assado, marinado no próprio vinho tinto. E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português ou uma rabada com polenta?

Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação.

Lembre-se sempre: se beber, não dirija.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo

A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e tantos outros rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro, da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha.

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha e caramelo, podendo evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Têm acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos?

Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas, para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves, até um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, como um angus.

Também combinam muito bem com cordeiro assado, marinado no próprio vinho tinto. E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português ou uma rabada com polenta?

Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação.

Lembre-se sempre: se beber, não dirija.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo

A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e tantos outros rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro, da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha.

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha e caramelo, podendo evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Têm acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos?

Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas, para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves, até um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, como um angus.

Também combinam muito bem com cordeiro assado, marinado no próprio vinho tinto. E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português ou uma rabada com polenta?

Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação.

Lembre-se sempre: se beber, não dirija.
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      <content:encoded><![CDATA[Harmonizações com Tempranillo

A uva da Península Ibérica, Tempranillo, tem outras dezenas de nomes pelo mundo e tantos outros rótulos fáceis de encontrar e super dinâmicos para harmonizar com comida. Pode ser um Tempranillo espanhol, um argentino ou brasileiro, da região da Campanha Gaúcha, mais ao sul da Serra Gaúcha.

Normalmente, os vinhos desta uva têm coloração não muito intensa e aromas de frutas vermelhas, especiarias, um defumado, baunilha e caramelo, podendo evoluir para frutas secas e toques herbáceos quando têm passagem em madeira. Têm acidez média, pouco açúcar e taninos expressivos. São vinhos de médio corpo a encorpados e super gastronômicos.

Que tal começar com uma seleção de presuntos?

Outras sugestões de harmonizações vão desde um atum com crosta de gergelim e ervas, para um Tempranillo sem madeira, mais jovem, com taninos leves, até um hambúrguer de carne com sabor mais acentuado, como um angus.

Também combinam muito bem com cordeiro assado, marinado no próprio vinho tinto. E que tal um arroz de pato com chorizo, um cozido português ou uma rabada com polenta?

Já deu água na boca? Já está salivando por um Tempranillo? Então é só aproveitar, escolher o seu rótulo e degustar com muita moderação.

Lembre-se sempre: se beber, não dirija.
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E um bom dia pra você que está curtindo a Centro América FM!

Só aqui você tem Música e Vinho.

Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa,  Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles pra falar hoje, no Música e Vinho.

Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite.
A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, uva da qual o Chile é especialista.
O Sauvignon Blanc chileno tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, os pasteizinhos assados e com recheios diversos,  tem um vinho bom pra você!
Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Syrah.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Syrah com Cabernet, o corte típico australiano.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país: Brasil.
Com uma infinidade de pratos típicos, eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como a música, as danças, os costumes e a comida.

Um prato de coloração negra, que mostra a melhor harmonização de contrastes.
Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os espumantes.
Transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar seus aromas.

Feijoada combina super bem com espumante brasileiro brut.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!

E se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag #musica&vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E um bom dia pra você que está curtindo a Centro América FM!

Só aqui você tem Música e Vinho.

Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa,  Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles pra falar hoje, no Música e Vinho.

Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite.
A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, uva da qual o Chile é especialista.
O Sauvignon Blanc chileno tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, os pasteizinhos assados e com recheios diversos,  tem um vinho bom pra você!
Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Syrah.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Syrah com Cabernet, o corte típico australiano.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país: Brasil.
Com uma infinidade de pratos típicos, eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como a música, as danças, os costumes e a comida.

Um prato de coloração negra, que mostra a melhor harmonização de contrastes.
Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os espumantes.
Transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar seus aromas.

Feijoada combina super bem com espumante brasileiro brut.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!

E se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag #musica&vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E um bom dia pra você que está curtindo a Centro América FM!

Só aqui você tem Música e Vinho.

Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa,  Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles pra falar hoje, no Música e Vinho.

Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite.
A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, uva da qual o Chile é especialista.
O Sauvignon Blanc chileno tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, os pasteizinhos assados e com recheios diversos,  tem um vinho bom pra você!
Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Syrah.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Syrah com Cabernet, o corte típico australiano.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país: Brasil.
Com uma infinidade de pratos típicos, eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como a música, as danças, os costumes e a comida.

Um prato de coloração negra, que mostra a melhor harmonização de contrastes.
Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os espumantes.
Transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar seus aromas.

Feijoada combina super bem com espumante brasileiro brut.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!

E se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag #musica&vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E um bom dia pra você que está curtindo a Centro América FM!

Só aqui você tem Música e Vinho.

Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa,  Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles pra falar hoje, no Música e Vinho.

Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite.
A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, uva da qual o Chile é especialista.
O Sauvignon Blanc chileno tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, os pasteizinhos assados e com recheios diversos,  tem um vinho bom pra você!
Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Syrah.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Syrah com Cabernet, o corte típico australiano.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país: Brasil.
Com uma infinidade de pratos típicos, eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como a música, as danças, os costumes e a comida.

Um prato de coloração negra, que mostra a melhor harmonização de contrastes.
Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os espumantes.
Transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar seus aromas.

Feijoada combina super bem com espumante brasileiro brut.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija!

E se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag #musica&vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DE PRATOS TÍPICOS EUROPEUS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O nosso tema de hoje é o vinho memórias. Para os filósofos, a memória é a garantia da nossa própria identidade. São as lembranças conservadas, ideias ou imagens que lembramos sem esforço algum. Podem ser as memórias visuais, memórias olfativas e até as memórias sentimentais. Boas lembranças é tudo aquilo que te traz calorzinho ao coração.

E o vinho memórias da vinícola El Principal, do Chile, foi criado em 1999, em homenagem aos quatro séculos de história, quatro séculos de memórias. O símbolo do roto é o espiral da vida e representa o círculo da vida, que é o permanente movimento gerado pelas nossas experiências e pelas nossas memórias. O espiral da vida é presente nas antigas civilizações e representa a evolução e o constante desenvolvimento.

Podemos dizer que hoje já gosto melhor, porque tenho memórias olfativas e memórias visuais. No mundo do vinho, essa evolução e desenvolvimento acontece a cada nova safra, a cada geração e, a cada degustação, vamos formando nossas memórias olfativas. Cada um tem sua memória vinífera: aquele vinho em tal lugar, com tal pessoa.

A composição do vinho Memórias foi cuidadosamente elaborado para manter o frescor da fruta e preservar a intensidade do vinho. A base é a uva Cabernet Sauvignon, com um assemblage de peti verdot para aumentar a acidez e o frescor do vinho. Cirrar, para dar suas notas de especiarias, a uva Carmeneri foi utilizada para intensificar a cor vermelha e os taninos redondos. E a uva Cabernet Franc, pelos seus intensos sabores e aromas.

Este é o famoso assemblage do vinho Memórias. Resulta um vinho que coleciona reconhecimentos, como o melhor vinho do concurso Catador Santiago, em 2018, e 90 pontos por Robert Parker com a safra de 2015. O vinho chileno Memórias traz contigo toda a carga de informações, de memórias e de lembranças dos estudos da vinícula e também a carga de informações, histórias e memórias da própria videira.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O nosso tema de hoje é o vinho memórias. Para os filósofos, a memória é a garantia da nossa própria identidade. São as lembranças conservadas, ideias ou imagens que lembramos sem esforço algum. Podem ser as memórias visuais, memórias olfativas e até as memórias sentimentais. Boas lembranças é tudo aquilo que te traz calorzinho ao coração.

E o vinho memórias da vinícola El Principal, do Chile, foi criado em 1999, em homenagem aos quatro séculos de história, quatro séculos de memórias. O símbolo do roto é o espiral da vida e representa o círculo da vida, que é o permanente movimento gerado pelas nossas experiências e pelas nossas memórias. O espiral da vida é presente nas antigas civilizações e representa a evolução e o constante desenvolvimento.

Podemos dizer que hoje já gosto melhor, porque tenho memórias olfativas e memórias visuais. No mundo do vinho, essa evolução e desenvolvimento acontece a cada nova safra, a cada geração e, a cada degustação, vamos formando nossas memórias olfativas. Cada um tem sua memória vinífera: aquele vinho em tal lugar, com tal pessoa.

A composição do vinho Memórias foi cuidadosamente elaborado para manter o frescor da fruta e preservar a intensidade do vinho. A base é a uva Cabernet Sauvignon, com um assemblage de peti verdot para aumentar a acidez e o frescor do vinho. Cirrar, para dar suas notas de especiarias, a uva Carmeneri foi utilizada para intensificar a cor vermelha e os taninos redondos. E a uva Cabernet Franc, pelos seus intensos sabores e aromas.

Este é o famoso assemblage do vinho Memórias. Resulta um vinho que coleciona reconhecimentos, como o melhor vinho do concurso Catador Santiago, em 2018, e 90 pontos por Robert Parker com a safra de 2015. O vinho chileno Memórias traz contigo toda a carga de informações, de memórias e de lembranças dos estudos da vinícula e também a carga de informações, histórias e memórias da própria videira.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O nosso tema de hoje é o vinho memórias. Para os filósofos, a memória é a garantia da nossa própria identidade. São as lembranças conservadas, ideias ou imagens que lembramos sem esforço algum. Podem ser as memórias visuais, memórias olfativas e até as memórias sentimentais. Boas lembranças é tudo aquilo que te traz calorzinho ao coração.

E o vinho memórias da vinícola El Principal, do Chile, foi criado em 1999, em homenagem aos quatro séculos de história, quatro séculos de memórias. O símbolo do roto é o espiral da vida e representa o círculo da vida, que é o permanente movimento gerado pelas nossas experiências e pelas nossas memórias. O espiral da vida é presente nas antigas civilizações e representa a evolução e o constante desenvolvimento.

Podemos dizer que hoje já gosto melhor, porque tenho memórias olfativas e memórias visuais. No mundo do vinho, essa evolução e desenvolvimento acontece a cada nova safra, a cada geração e, a cada degustação, vamos formando nossas memórias olfativas. Cada um tem sua memória vinífera: aquele vinho em tal lugar, com tal pessoa.

A composição do vinho Memórias foi cuidadosamente elaborado para manter o frescor da fruta e preservar a intensidade do vinho. A base é a uva Cabernet Sauvignon, com um assemblage de peti verdot para aumentar a acidez e o frescor do vinho. Cirrar, para dar suas notas de especiarias, a uva Carmeneri foi utilizada para intensificar a cor vermelha e os taninos redondos. E a uva Cabernet Franc, pelos seus intensos sabores e aromas.

Este é o famoso assemblage do vinho Memórias. Resulta um vinho que coleciona reconhecimentos, como o melhor vinho do concurso Catador Santiago, em 2018, e 90 pontos por Robert Parker com a safra de 2015. O vinho chileno Memórias traz contigo toda a carga de informações, de memórias e de lembranças dos estudos da vinícula e também a carga de informações, histórias e memórias da própria videira.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O nosso tema de hoje é o vinho memórias. Para os filósofos, a memória é a garantia da nossa própria identidade. São as lembranças conservadas, ideias ou imagens que lembramos sem esforço algum. Podem ser as memórias visuais, memórias olfativas e até as memórias sentimentais. Boas lembranças é tudo aquilo que te traz calorzinho ao coração.

E o vinho memórias da vinícola El Principal, do Chile, foi criado em 1999, em homenagem aos quatro séculos de história, quatro séculos de memórias. O símbolo do roto é o espiral da vida e representa o círculo da vida, que é o permanente movimento gerado pelas nossas experiências e pelas nossas memórias. O espiral da vida é presente nas antigas civilizações e representa a evolução e o constante desenvolvimento.

Podemos dizer que hoje já gosto melhor, porque tenho memórias olfativas e memórias visuais. No mundo do vinho, essa evolução e desenvolvimento acontece a cada nova safra, a cada geração e, a cada degustação, vamos formando nossas memórias olfativas. Cada um tem sua memória vinífera: aquele vinho em tal lugar, com tal pessoa.

A composição do vinho Memórias foi cuidadosamente elaborado para manter o frescor da fruta e preservar a intensidade do vinho. A base é a uva Cabernet Sauvignon, com um assemblage de peti verdot para aumentar a acidez e o frescor do vinho. Cirrar, para dar suas notas de especiarias, a uva Carmeneri foi utilizada para intensificar a cor vermelha e os taninos redondos. E a uva Cabernet Franc, pelos seus intensos sabores e aromas.

Este é o famoso assemblage do vinho Memórias. Resulta um vinho que coleciona reconhecimentos, como o melhor vinho do concurso Catador Santiago, em 2018, e 90 pontos por Robert Parker com a safra de 2015. O vinho chileno Memórias traz contigo toda a carga de informações, de memórias e de lembranças dos estudos da vinícula e também a carga de informações, histórias e memórias da própria videira.

Lembrando sempre de manter a moderação para aproveitar novos vinhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO E MEMÓRIA ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS SUIÇOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS BRASILEIROS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS COM A UVA PINOTAGE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO ESTEVA DOURO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DO SUL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO JOSEPH KRUGER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. Todo Chablis é francês. Todo Chablis é Borgonha, norte da Borgonha.

Todo Chablis é branco. Todo Chablis é elaborado com as uvas Chardonnay e é bem mineral. Se é esse estilo de vinho que você procura, escolha a melhor referência na Borgonha desde 1888, o grande produtor Joseph Dronin. O Chablis de Dronin é seco, frutado, dourado, com notas aromáticas que lembram ervas frescas, cítricos, alimão e grapefruit. Toques de folhas secas e bem mineral, a característica mais típica de um Chablis. Para harmonizar: ostras, mariscos, camarões, salmão com espinafre, risotos de frutos do mar. Elegância é o símbolo de Chablis.

São vinhos complexos para curtir por horas, do herbáceo às folhas secas e ao amendoado, também bastante típico desse estilo de vinho. É o Chardonnay na sua expressão mais pura, sem madeira, sem muita gordura. Experimente também o seu Chablis de Drogne com queijos como talégio, ribochon, queijos de cabra e pratos à base de cogumelos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. Todo Chablis é francês. Todo Chablis é Borgonha, norte da Borgonha.

Todo Chablis é branco. Todo Chablis é elaborado com as uvas Chardonnay e é bem mineral. Se é esse estilo de vinho que você procura, escolha a melhor referência na Borgonha desde 1888, o grande produtor Joseph Dronin. O Chablis de Dronin é seco, frutado, dourado, com notas aromáticas que lembram ervas frescas, cítricos, alimão e grapefruit. Toques de folhas secas e bem mineral, a característica mais típica de um Chablis. Para harmonizar: ostras, mariscos, camarões, salmão com espinafre, risotos de frutos do mar. Elegância é o símbolo de Chablis.

São vinhos complexos para curtir por horas, do herbáceo às folhas secas e ao amendoado, também bastante típico desse estilo de vinho. É o Chardonnay na sua expressão mais pura, sem madeira, sem muita gordura. Experimente também o seu Chablis de Drogne com queijos como talégio, ribochon, queijos de cabra e pratos à base de cogumelos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. Todo Chablis é francês. Todo Chablis é Borgonha, norte da Borgonha.

Todo Chablis é branco. Todo Chablis é elaborado com as uvas Chardonnay e é bem mineral. Se é esse estilo de vinho que você procura, escolha a melhor referência na Borgonha desde 1888, o grande produtor Joseph Dronin. O Chablis de Dronin é seco, frutado, dourado, com notas aromáticas que lembram ervas frescas, cítricos, alimão e grapefruit. Toques de folhas secas e bem mineral, a característica mais típica de um Chablis. Para harmonizar: ostras, mariscos, camarões, salmão com espinafre, risotos de frutos do mar. Elegância é o símbolo de Chablis.

São vinhos complexos para curtir por horas, do herbáceo às folhas secas e ao amendoado, também bastante típico desse estilo de vinho. É o Chardonnay na sua expressão mais pura, sem madeira, sem muita gordura. Experimente também o seu Chablis de Drogne com queijos como talégio, ribochon, queijos de cabra e pratos à base de cogumelos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho. Todo Chablis é francês. Todo Chablis é Borgonha, norte da Borgonha.

Todo Chablis é branco. Todo Chablis é elaborado com as uvas Chardonnay e é bem mineral. Se é esse estilo de vinho que você procura, escolha a melhor referência na Borgonha desde 1888, o grande produtor Joseph Dronin. O Chablis de Dronin é seco, frutado, dourado, com notas aromáticas que lembram ervas frescas, cítricos, alimão e grapefruit. Toques de folhas secas e bem mineral, a característica mais típica de um Chablis. Para harmonizar: ostras, mariscos, camarões, salmão com espinafre, risotos de frutos do mar. Elegância é o símbolo de Chablis.

São vinhos complexos para curtir por horas, do herbáceo às folhas secas e ao amendoado, também bastante típico desse estilo de vinho. É o Chardonnay na sua expressão mais pura, sem madeira, sem muita gordura. Experimente também o seu Chablis de Drogne com queijos como talégio, ribochon, queijos de cabra e pratos à base de cogumelos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ CHABLIS DROUHIN]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã.

Não sei você, mas eu já me declarei amante dos assemblages, que são os vinhos com mistura de uvas, e tem uma dupla que é sempre sucesso: Malbec e Sihá. Sozinhas elaboram vinhos encantadores e, juntas, formam uma bela parceria.

As duas uvas são de origem francesa, mas se destacam na Argentina, Malbec, e na Austrália, a uva Sihá. Essa dupla também elabora vinhos de preços bem competitivos e tem tudo o que a gente quer: coloração vermelho-roxo intensa, aromas frutados de ameixa e amora e várias outras frutas vermelhas, chegando a pimenta, especiarias, cassis e couro.

São vinhos que preenchem a boca e são bastante suculentos, com boa concentração e taninos de médios a altos, dependendo do vinho. Já citei vários vinhos com essa combinação de Malbec e Sihá aqui no Música e Vinho. A Argentina usa muito esse assemblage, e essa mistura é daquelas duplas sem erro.

Degustei o Trucha Malbec-Cirá, 60% da uva malbec e 40% de cirá. Apenas 30% do vinho passou seis meses na madeira para domar os taninos, e os outros 70% do líquido foram preservados para manter o frutado do vinho.

O vinho Trucha Malbec-Cirá é produzido na região do rio Diamante, que é um rio repleto de peixes da espécie truta, trucha em espanhol, e daí vem o seu nome. Mas a harmonização não é feita com os peixes truta. Seguindo as sugestões de peso, textura e intensidade de sabores, é com as carnes vermelhas que esse vinho fica ainda melhor, além de massas com ragu de carnes, queijos maduros, carnes de panela com muitos temperos para acompanhar a cirá.

E aí é só aproveitar, usando sempre a hashtag musica&vinho para compartilhar comigo as suas experiências.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã.

Não sei você, mas eu já me declarei amante dos assemblages, que são os vinhos com mistura de uvas, e tem uma dupla que é sempre sucesso: Malbec e Sihá. Sozinhas elaboram vinhos encantadores e, juntas, formam uma bela parceria.

As duas uvas são de origem francesa, mas se destacam na Argentina, Malbec, e na Austrália, a uva Sihá. Essa dupla também elabora vinhos de preços bem competitivos e tem tudo o que a gente quer: coloração vermelho-roxo intensa, aromas frutados de ameixa e amora e várias outras frutas vermelhas, chegando a pimenta, especiarias, cassis e couro.

São vinhos que preenchem a boca e são bastante suculentos, com boa concentração e taninos de médios a altos, dependendo do vinho. Já citei vários vinhos com essa combinação de Malbec e Sihá aqui no Música e Vinho. A Argentina usa muito esse assemblage, e essa mistura é daquelas duplas sem erro.

Degustei o Trucha Malbec-Cirá, 60% da uva malbec e 40% de cirá. Apenas 30% do vinho passou seis meses na madeira para domar os taninos, e os outros 70% do líquido foram preservados para manter o frutado do vinho.

O vinho Trucha Malbec-Cirá é produzido na região do rio Diamante, que é um rio repleto de peixes da espécie truta, trucha em espanhol, e daí vem o seu nome. Mas a harmonização não é feita com os peixes truta. Seguindo as sugestões de peso, textura e intensidade de sabores, é com as carnes vermelhas que esse vinho fica ainda melhor, além de massas com ragu de carnes, queijos maduros, carnes de panela com muitos temperos para acompanhar a cirá.

E aí é só aproveitar, usando sempre a hashtag musica&vinho para compartilhar comigo as suas experiências.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã.

Não sei você, mas eu já me declarei amante dos assemblages, que são os vinhos com mistura de uvas, e tem uma dupla que é sempre sucesso: Malbec e Sihá. Sozinhas elaboram vinhos encantadores e, juntas, formam uma bela parceria.

As duas uvas são de origem francesa, mas se destacam na Argentina, Malbec, e na Austrália, a uva Sihá. Essa dupla também elabora vinhos de preços bem competitivos e tem tudo o que a gente quer: coloração vermelho-roxo intensa, aromas frutados de ameixa e amora e várias outras frutas vermelhas, chegando a pimenta, especiarias, cassis e couro.

São vinhos que preenchem a boca e são bastante suculentos, com boa concentração e taninos de médios a altos, dependendo do vinho. Já citei vários vinhos com essa combinação de Malbec e Sihá aqui no Música e Vinho. A Argentina usa muito esse assemblage, e essa mistura é daquelas duplas sem erro.

Degustei o Trucha Malbec-Cirá, 60% da uva malbec e 40% de cirá. Apenas 30% do vinho passou seis meses na madeira para domar os taninos, e os outros 70% do líquido foram preservados para manter o frutado do vinho.

O vinho Trucha Malbec-Cirá é produzido na região do rio Diamante, que é um rio repleto de peixes da espécie truta, trucha em espanhol, e daí vem o seu nome. Mas a harmonização não é feita com os peixes truta. Seguindo as sugestões de peso, textura e intensidade de sabores, é com as carnes vermelhas que esse vinho fica ainda melhor, além de massas com ragu de carnes, queijos maduros, carnes de panela com muitos temperos para acompanhar a cirá.

E aí é só aproveitar, usando sempre a hashtag musica&vinho para compartilhar comigo as suas experiências.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã.

Não sei você, mas eu já me declarei amante dos assemblages, que são os vinhos com mistura de uvas, e tem uma dupla que é sempre sucesso: Malbec e Sihá. Sozinhas elaboram vinhos encantadores e, juntas, formam uma bela parceria.

As duas uvas são de origem francesa, mas se destacam na Argentina, Malbec, e na Austrália, a uva Sihá. Essa dupla também elabora vinhos de preços bem competitivos e tem tudo o que a gente quer: coloração vermelho-roxo intensa, aromas frutados de ameixa e amora e várias outras frutas vermelhas, chegando a pimenta, especiarias, cassis e couro.

São vinhos que preenchem a boca e são bastante suculentos, com boa concentração e taninos de médios a altos, dependendo do vinho. Já citei vários vinhos com essa combinação de Malbec e Sihá aqui no Música e Vinho. A Argentina usa muito esse assemblage, e essa mistura é daquelas duplas sem erro.

Degustei o Trucha Malbec-Cirá, 60% da uva malbec e 40% de cirá. Apenas 30% do vinho passou seis meses na madeira para domar os taninos, e os outros 70% do líquido foram preservados para manter o frutado do vinho.

O vinho Trucha Malbec-Cirá é produzido na região do rio Diamante, que é um rio repleto de peixes da espécie truta, trucha em espanhol, e daí vem o seu nome. Mas a harmonização não é feita com os peixes truta. Seguindo as sugestões de peso, textura e intensidade de sabores, é com as carnes vermelhas que esse vinho fica ainda melhor, além de massas com ragu de carnes, queijos maduros, carnes de panela com muitos temperos para acompanhar a cirá.

E aí é só aproveitar, usando sempre a hashtag musica&vinho para compartilhar comigo as suas experiências.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ASSEMBLAGE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.
 E se o vinho te inspira a explorar assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como a Rastaud, que só foi reconhecida em 2010.

Rastaud é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados dentro da famosa região do Rhône, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Cotes do Rhône, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos.

Os vinhos no estilo Rastaud utilizam as uvas regionais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados.

Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15–20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço durante 12 a 16 meses.

Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados, lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô, do sul da França.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.
 E se o vinho te inspira a explorar assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como a Rastaud, que só foi reconhecida em 2010.

Rastaud é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados dentro da famosa região do Rhône, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Cotes do Rhône, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos.

Os vinhos no estilo Rastaud utilizam as uvas regionais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados.

Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15–20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço durante 12 a 16 meses.

Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados, lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô, do sul da França.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.
 E se o vinho te inspira a explorar assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como a Rastaud, que só foi reconhecida em 2010.

Rastaud é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados dentro da famosa região do Rhône, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Cotes do Rhône, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos.

Os vinhos no estilo Rastaud utilizam as uvas regionais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados.

Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15–20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço durante 12 a 16 meses.

Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados, lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô, do sul da França.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.
 E se o vinho te inspira a explorar assim como eu, somos amigos do vinho. Quanto mais eu exploro, mais descubro e mais me apaixono por cada nome, cada apelação, mesmo as pouco conhecidas, como a Rastaud, que só foi reconhecida em 2010.

Rastaud é uma apelação de vinhos fortificados e também de vinhos não fortificados dentro da famosa região do Rhône, ao sul da França. Ser reconhecida como uma apelação de origem controlada foi uma independência dos Cotes do Rhône, nome que aparecia antigamente nos rótulos destes vinhos.

Os vinhos no estilo Rastaud utilizam as uvas regionais como Grenache Noir, Grenache Gris e Grenache Blanc. Os tintos são produzidos 100% com Grenache Noir, e os fortificados chegam até 15% de graduação alcoólica, por isso são chamados de fortificados.

Ainda temos poucas opções no Brasil, mas não demora a surgir opções como o Rastô da Maison Chapoutier, feito 100% com a uva Grenache e 14,5% de álcool. O vinho passa 15–20 dias em vinificação, com duas remoagens diárias. Amadurece parte em barrica e parte em cubas de aço durante 12 a 16 meses.

Um supervinho saboroso e profundo, daqueles vinhos negros e condimentados, lembram aromas de tâmaras e amêndoas. Vinhos extremamente diferentes, mas uma opção para você explorar, descobrir e se inspirar no mundo do vinho. Vinhos no estilo Rastô, do sul da França.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ESTILO  RASTEAU]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM PÃO E VINHO SE FAZ UM BOM CAMINHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO LE CHARMES DE KIRWAN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO POUILLY FUISSE DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[LE ROSE LAPOSTELLE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO FUNGHI PUCCINI]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO DELAS FRÉRES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos sobre um vinho chileno produzido com a união de conhecimentos de dois enólogos franceses, que, inclusive, são casados: Lorena e Damien Laurent, proprietários da vinícola Laurent. Um de seus vinhos é chamado Laurent Generoso Syrah e é produzido 100% com a variedade syrah, oriunda do terroir do Vale do Maipo. É um vinho de autor e busca, em uma pequena produção, se traduzir em uma coloração rubi profunda, aromas que remetem a frutas vermelhas, tais como morangos, framboesas e amoras bem maduras, além de um toque sutilmente herbáceo e de especiarias. Em boca, é aveludado e natural, apresentando equilíbrio entre taninos e acidez e teor alcoólico de 14%. Os sabores remetem à noz-moscada e às frutas vermelhas maduras. O vinho representa, de forma ímpar, o microterroir do Vale do Curicó dentro do Vale do Maipo. Sensacional!

O mais interessante é que o casal Laurent tem experiência de mais de 10 anos na renomada vinícola bordalesa Chateau-Elscartes, que é mundialmente conhecida pelos vinhos biodinâmicos. Toda essa experiência se traduz em vinhos espetaculares, que são produzidos de forma natural. Sensacional!

Um brinde a Lorena e Damien e, em especial, a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Aproveite e curta a página. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LAURENT GENEROSO SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CHATEAU]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUEIJO BRIE E GELEIA COM CHAMPANHE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[FINCA LUZÓN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, é a rádio do Música e Vinho!
Uma ótima manhã pra você!

É claro que você quer ser o Mestre do Vinho e acertar todos os desafios dessa degustação às cegas. Sua degustação de vinhos pode ser ainda mais divertida com o jogo de tabuleiro Mestre do Vinho.

Funciona assim: você vai ter que degustar e adivinhar oito itens.
Qual é a idade do vinho?
Qual é a uva?
É um varietal ou um assemblage?
Novo Mundo ou Velho Mundo?
Qual é o país?
Tem uso de madeira ou não?
Qual é a graduação alcoólica do vinho?
E se o vinho é encorpado, elegante, leve... qual é a sua percepção?

Bom, há duas formas de se jogar o Mestre dos Vinhos:
A primeira é com uma só pessoa organizando, ela faz o papel de sommelier e coordena toda a degustação às cegas.
Ou pelo método de confraria, um formato diferente, onde cada integrante traz o vinho sem falar pra ninguém.
Todos degustam às cegas e a brincadeira segue no método confraria.

Quem acertar e andar mais casas pelo tabuleiro é o Mestre do Vinho!

Bacana, né? Muito legal pra gente se divertir, degustar e ampliar o nosso conhecimento.

Uma ótima manhã pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, é a rádio do Música e Vinho!
Uma ótima manhã pra você!

É claro que você quer ser o Mestre do Vinho e acertar todos os desafios dessa degustação às cegas. Sua degustação de vinhos pode ser ainda mais divertida com o jogo de tabuleiro Mestre do Vinho.

Funciona assim: você vai ter que degustar e adivinhar oito itens.
Qual é a idade do vinho?
Qual é a uva?
É um varietal ou um assemblage?
Novo Mundo ou Velho Mundo?
Qual é o país?
Tem uso de madeira ou não?
Qual é a graduação alcoólica do vinho?
E se o vinho é encorpado, elegante, leve... qual é a sua percepção?

Bom, há duas formas de se jogar o Mestre dos Vinhos:
A primeira é com uma só pessoa organizando, ela faz o papel de sommelier e coordena toda a degustação às cegas.
Ou pelo método de confraria, um formato diferente, onde cada integrante traz o vinho sem falar pra ninguém.
Todos degustam às cegas e a brincadeira segue no método confraria.

Quem acertar e andar mais casas pelo tabuleiro é o Mestre do Vinho!

Bacana, né? Muito legal pra gente se divertir, degustar e ampliar o nosso conhecimento.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, é a rádio do Música e Vinho!
Uma ótima manhã pra você!

É claro que você quer ser o Mestre do Vinho e acertar todos os desafios dessa degustação às cegas. Sua degustação de vinhos pode ser ainda mais divertida com o jogo de tabuleiro Mestre do Vinho.

Funciona assim: você vai ter que degustar e adivinhar oito itens.
Qual é a idade do vinho?
Qual é a uva?
É um varietal ou um assemblage?
Novo Mundo ou Velho Mundo?
Qual é o país?
Tem uso de madeira ou não?
Qual é a graduação alcoólica do vinho?
E se o vinho é encorpado, elegante, leve... qual é a sua percepção?

Bom, há duas formas de se jogar o Mestre dos Vinhos:
A primeira é com uma só pessoa organizando, ela faz o papel de sommelier e coordena toda a degustação às cegas.
Ou pelo método de confraria, um formato diferente, onde cada integrante traz o vinho sem falar pra ninguém.
Todos degustam às cegas e a brincadeira segue no método confraria.

Quem acertar e andar mais casas pelo tabuleiro é o Mestre do Vinho!

Bacana, né? Muito legal pra gente se divertir, degustar e ampliar o nosso conhecimento.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, é a rádio do Música e Vinho!
Uma ótima manhã pra você!

É claro que você quer ser o Mestre do Vinho e acertar todos os desafios dessa degustação às cegas. Sua degustação de vinhos pode ser ainda mais divertida com o jogo de tabuleiro Mestre do Vinho.

Funciona assim: você vai ter que degustar e adivinhar oito itens.
Qual é a idade do vinho?
Qual é a uva?
É um varietal ou um assemblage?
Novo Mundo ou Velho Mundo?
Qual é o país?
Tem uso de madeira ou não?
Qual é a graduação alcoólica do vinho?
E se o vinho é encorpado, elegante, leve... qual é a sua percepção?

Bom, há duas formas de se jogar o Mestre dos Vinhos:
A primeira é com uma só pessoa organizando, ela faz o papel de sommelier e coordena toda a degustação às cegas.
Ou pelo método de confraria, um formato diferente, onde cada integrante traz o vinho sem falar pra ninguém.
Todos degustam às cegas e a brincadeira segue no método confraria.

Quem acertar e andar mais casas pelo tabuleiro é o Mestre do Vinho!

Bacana, né? Muito legal pra gente se divertir, degustar e ampliar o nosso conhecimento.

Uma ótima manhã pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MESTRE DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[MACERAÇÃO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem.
 O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado.
 Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. 

Para harmonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem.
 O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado.
 Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. 

Para harmonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem.
 O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado.
 Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. 

Para harmonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje. A nossa taça de conhecimento da vez é sobre a uva branca Kevrus Traminer, uma uva de pele rosada, e seus vinhos são extremamente aromáticos. Tem grande destaque na Alemanha e na região francesa da Ausácia, onde acredita-se ser a sua terra de origem.
 O nome Kevrus Traminer se traduz na palavra "temperado", pelo fato de os vinhos desta uva serem ricos em aromas de tempero, em especial, especiarias, além do toque frutado.
 Como esta variedade amadurece rapidamente, existe uma preferência para produzi-la em locais com clima ameno, pois, em locais mais conscientes, seus vinhos perdem a esperada qualidade. 

Para harmonizar este vinho, recomendo um camarão ao molho curry ou outros pratos com uma leve picância. Este vinho irá acentuar os sabores e mostrar por que tem os vinhos mais aromáticos do mundo. E que tal deixar a sua sugestão de tema para o Música e Vinho? Pode registrar lá no meu Instagram. Anote aí: @aJonas.Sommelie]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA GEWÜRZTRAMINER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia, e mais uma edição do Musica e Vinho.

Fala-se muito em terroir, em a expressão de um terroir. São vinhos elaborados com a mesma variedade de uva, às vezes pelo mesmo produtor, mas com características bem distintas, preservando apenas o seu terroir. Terroir é um termo francês, mas que se origina do latim território. É uma extensão de terra que tem as mesmas características física e natural, de geografia, solo, topografia, clima, etc.

À medida que o terreno muda sua característica, temos um novo terroir, e cada um recebe melhor um tipo de uva, ou a mesma uva pode se desenvolver muito bem em terroirs diferentes, porém com texturas, cores, aromas e sabores diferentes.

Está na moda, sim, identificar e destacar a expressão de cada terroir, deixar que a terra mostre suas nuances e diferencie os milhares de rótulos disponíveis no mundo. O mercado do vinho vem revelando novas uvas que, na verdade, estavam apenas esquecidas, como novos doques, maipuandis no Chile é um exemplo, e outras denominações que estão ganhando destaque, como IGT Terra Siciliane da Ilha da Sicília, que expressa muito bem o seu terroir vulcânico nos vinhos.

É exatamente isso que está acontecendo. Em várias regiões do mundo, o produtor prefere manter o seu terroir, mostrar o diferencial da sua terra. Quanto mais identidade ao vinho, mais curiosidade desperta o consumidor.

E tem mais um aspecto que pode mascarar o terroir: é o uso de madeira nos vinhos. Principalmente madeiras novas podem mascarar as características primárias do vinho, aqueles aromas e sabores que vem da uva. Por isso, se você busca vinhos com expressão de terroir, que mostram sua essência, o melhor armazenamento é em tanques de aço e nox ou o uso de barricas usadas de carvalho francês, que são os mais sutis.

Assim, você terá vinhos com real expressão de terroir. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia, e mais uma edição do Musica e Vinho.

Fala-se muito em terroir, em a expressão de um terroir. São vinhos elaborados com a mesma variedade de uva, às vezes pelo mesmo produtor, mas com características bem distintas, preservando apenas o seu terroir. Terroir é um termo francês, mas que se origina do latim território. É uma extensão de terra que tem as mesmas características física e natural, de geografia, solo, topografia, clima, etc.

À medida que o terreno muda sua característica, temos um novo terroir, e cada um recebe melhor um tipo de uva, ou a mesma uva pode se desenvolver muito bem em terroirs diferentes, porém com texturas, cores, aromas e sabores diferentes.

Está na moda, sim, identificar e destacar a expressão de cada terroir, deixar que a terra mostre suas nuances e diferencie os milhares de rótulos disponíveis no mundo. O mercado do vinho vem revelando novas uvas que, na verdade, estavam apenas esquecidas, como novos doques, maipuandis no Chile é um exemplo, e outras denominações que estão ganhando destaque, como IGT Terra Siciliane da Ilha da Sicília, que expressa muito bem o seu terroir vulcânico nos vinhos.

É exatamente isso que está acontecendo. Em várias regiões do mundo, o produtor prefere manter o seu terroir, mostrar o diferencial da sua terra. Quanto mais identidade ao vinho, mais curiosidade desperta o consumidor.

E tem mais um aspecto que pode mascarar o terroir: é o uso de madeira nos vinhos. Principalmente madeiras novas podem mascarar as características primárias do vinho, aqueles aromas e sabores que vem da uva. Por isso, se você busca vinhos com expressão de terroir, que mostram sua essência, o melhor armazenamento é em tanques de aço e nox ou o uso de barricas usadas de carvalho francês, que são os mais sutis.

Assim, você terá vinhos com real expressão de terroir. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia, e mais uma edição do Musica e Vinho.

Fala-se muito em terroir, em a expressão de um terroir. São vinhos elaborados com a mesma variedade de uva, às vezes pelo mesmo produtor, mas com características bem distintas, preservando apenas o seu terroir. Terroir é um termo francês, mas que se origina do latim território. É uma extensão de terra que tem as mesmas características física e natural, de geografia, solo, topografia, clima, etc.

À medida que o terreno muda sua característica, temos um novo terroir, e cada um recebe melhor um tipo de uva, ou a mesma uva pode se desenvolver muito bem em terroirs diferentes, porém com texturas, cores, aromas e sabores diferentes.

Está na moda, sim, identificar e destacar a expressão de cada terroir, deixar que a terra mostre suas nuances e diferencie os milhares de rótulos disponíveis no mundo. O mercado do vinho vem revelando novas uvas que, na verdade, estavam apenas esquecidas, como novos doques, maipuandis no Chile é um exemplo, e outras denominações que estão ganhando destaque, como IGT Terra Siciliane da Ilha da Sicília, que expressa muito bem o seu terroir vulcânico nos vinhos.

É exatamente isso que está acontecendo. Em várias regiões do mundo, o produtor prefere manter o seu terroir, mostrar o diferencial da sua terra. Quanto mais identidade ao vinho, mais curiosidade desperta o consumidor.

E tem mais um aspecto que pode mascarar o terroir: é o uso de madeira nos vinhos. Principalmente madeiras novas podem mascarar as características primárias do vinho, aqueles aromas e sabores que vem da uva. Por isso, se você busca vinhos com expressão de terroir, que mostram sua essência, o melhor armazenamento é em tanques de aço e nox ou o uso de barricas usadas de carvalho francês, que são os mais sutis.

Assim, você terá vinhos com real expressão de terroir. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela sua companhia, e mais uma edição do Musica e Vinho.

Fala-se muito em terroir, em a expressão de um terroir. São vinhos elaborados com a mesma variedade de uva, às vezes pelo mesmo produtor, mas com características bem distintas, preservando apenas o seu terroir. Terroir é um termo francês, mas que se origina do latim território. É uma extensão de terra que tem as mesmas características física e natural, de geografia, solo, topografia, clima, etc.

À medida que o terreno muda sua característica, temos um novo terroir, e cada um recebe melhor um tipo de uva, ou a mesma uva pode se desenvolver muito bem em terroirs diferentes, porém com texturas, cores, aromas e sabores diferentes.

Está na moda, sim, identificar e destacar a expressão de cada terroir, deixar que a terra mostre suas nuances e diferencie os milhares de rótulos disponíveis no mundo. O mercado do vinho vem revelando novas uvas que, na verdade, estavam apenas esquecidas, como novos doques, maipuandis no Chile é um exemplo, e outras denominações que estão ganhando destaque, como IGT Terra Siciliane da Ilha da Sicília, que expressa muito bem o seu terroir vulcânico nos vinhos.

É exatamente isso que está acontecendo. Em várias regiões do mundo, o produtor prefere manter o seu terroir, mostrar o diferencial da sua terra. Quanto mais identidade ao vinho, mais curiosidade desperta o consumidor.

E tem mais um aspecto que pode mascarar o terroir: é o uso de madeira nos vinhos. Principalmente madeiras novas podem mascarar as características primárias do vinho, aqueles aromas e sabores que vem da uva. Por isso, se você busca vinhos com expressão de terroir, que mostram sua essência, o melhor armazenamento é em tanques de aço e nox ou o uso de barricas usadas de carvalho francês, que são os mais sutis.

Assim, você terá vinhos com real expressão de terroir. Lembrando sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS TERROIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO JANARE AGLIANICO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BOURGOGNE ROUGE DROUHIN ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vinícola Herdade do Esporão é uma das mais renomadas de Portugal, com os seus grandes vinhos e azeites que expressam a região do Alentejo de forma sublime.

Um de seus vinhos é amplamente vendido no Brasil e consegue aliar a qualidade a um preço abaixo de 70 reais. Isso mesmo: um vinho Herdade do Esporão Pé Tinto. É muito divertido, é frutado, agradável em aromas e sabores, sendo ideal para o dia a dia.

Um blend das castas Tinta Castelão, Trincadeira e Moreto, variedades que, no Alentejo, se expressam com muito caráter. A casta Castelão é muito conhecida pelo famoso Tinto Periquita. A Moreto é uma casta que quase se extinguiu, que praticamente se extinguiu, e está sendo resgatada pela Herdade do Esporão. Já a Trincadeira é renomada e existe nos quatro cantos de Portugal.

Um vinho vibrante, com aromas de frutos vermelhos e toques herbáceos bem sutis. Em boca, é fresco, seu corpo é leve para mediano e seus taninos são bastante macios.

Perfeito para harmonizar com pizzas em geral ou até mesmo aquele espaguete ao molho de tomate e almôndegas. Sensacional!

Um brinde aos vinhos versáteis e um brinde especial a você, ouvinte do Música e Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa através do meu Instagram. Anote aí, por gentileza. Será um prazer.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCOLA HERDADE DO ESPORÃO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[DRINKS DE VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO TORRE DE ESTREMOZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho é pra você que quer saber mais, que quer se aventurar no mundo do vinho, quer ver ou te inspirar notas de frutas brancas, frescas, amêndoas e flores. Que delícia de vinho branco piemontês!

Se você também está aberto a se aventurar e conhecer novos vinhos, que tal experimentar um cortese de Gave? A Vila de Gave e esta classificação de vinhos Gave é do norte da Itália e está localizada no piemonte, bem próximo à cidade de Gênova.

E para harmonizar com os pratos da culinária mediterrânea, peixes e crustáceos, os produtores da região começaram a plantar e a produzir vinhos com uvas brancas. A cortese de Gave produz vinhos frescos, secos e de alta acidez, por isso muitos produtores optam pela fermentação malolática para arredondar e retirar um pouco da alta acidez, ou o produtor aproveita a sacidez para produzir belíssimos vinhos espumantes.

Degustei o Ildodi. Ildodi era a denominação de chefe ou comandante, nome usado para os dirigentes máximos da cidade de Gênova. Um vinho de grande frescor, uma boa persistência e super gastronômico para beber gelado.

O Ildodi é da vinícola Broglie, que já serviu seus vinhos no Vaticano em comemorações aos 25 anos do pontificado do Papa João Paulo II, em reuniões importantes como a do G8 em 2009 e em vários banquetes oficiais.

Se você está aberto a se aventurar, que tal experimentar Cortese de Gave? Uma ótima manhã para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho é pra você que quer saber mais, que quer se aventurar no mundo do vinho, quer ver ou te inspirar notas de frutas brancas, frescas, amêndoas e flores. Que delícia de vinho branco piemontês!

Se você também está aberto a se aventurar e conhecer novos vinhos, que tal experimentar um cortese de Gave? A Vila de Gave e esta classificação de vinhos Gave é do norte da Itália e está localizada no piemonte, bem próximo à cidade de Gênova.

E para harmonizar com os pratos da culinária mediterrânea, peixes e crustáceos, os produtores da região começaram a plantar e a produzir vinhos com uvas brancas. A cortese de Gave produz vinhos frescos, secos e de alta acidez, por isso muitos produtores optam pela fermentação malolática para arredondar e retirar um pouco da alta acidez, ou o produtor aproveita a sacidez para produzir belíssimos vinhos espumantes.

Degustei o Ildodi. Ildodi era a denominação de chefe ou comandante, nome usado para os dirigentes máximos da cidade de Gênova. Um vinho de grande frescor, uma boa persistência e super gastronômico para beber gelado.

O Ildodi é da vinícola Broglie, que já serviu seus vinhos no Vaticano em comemorações aos 25 anos do pontificado do Papa João Paulo II, em reuniões importantes como a do G8 em 2009 e em vários banquetes oficiais.

Se você está aberto a se aventurar, que tal experimentar Cortese de Gave? Uma ótima manhã para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho é pra você que quer saber mais, que quer se aventurar no mundo do vinho, quer ver ou te inspirar notas de frutas brancas, frescas, amêndoas e flores. Que delícia de vinho branco piemontês!

Se você também está aberto a se aventurar e conhecer novos vinhos, que tal experimentar um cortese de Gave? A Vila de Gave e esta classificação de vinhos Gave é do norte da Itália e está localizada no piemonte, bem próximo à cidade de Gênova.

E para harmonizar com os pratos da culinária mediterrânea, peixes e crustáceos, os produtores da região começaram a plantar e a produzir vinhos com uvas brancas. A cortese de Gave produz vinhos frescos, secos e de alta acidez, por isso muitos produtores optam pela fermentação malolática para arredondar e retirar um pouco da alta acidez, ou o produtor aproveita a sacidez para produzir belíssimos vinhos espumantes.

Degustei o Ildodi. Ildodi era a denominação de chefe ou comandante, nome usado para os dirigentes máximos da cidade de Gênova. Um vinho de grande frescor, uma boa persistência e super gastronômico para beber gelado.

O Ildodi é da vinícola Broglie, que já serviu seus vinhos no Vaticano em comemorações aos 25 anos do pontificado do Papa João Paulo II, em reuniões importantes como a do G8 em 2009 e em vários banquetes oficiais.

Se você está aberto a se aventurar, que tal experimentar Cortese de Gave? Uma ótima manhã para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho é pra você que quer saber mais, que quer se aventurar no mundo do vinho, quer ver ou te inspirar notas de frutas brancas, frescas, amêndoas e flores. Que delícia de vinho branco piemontês!

Se você também está aberto a se aventurar e conhecer novos vinhos, que tal experimentar um cortese de Gave? A Vila de Gave e esta classificação de vinhos Gave é do norte da Itália e está localizada no piemonte, bem próximo à cidade de Gênova.

E para harmonizar com os pratos da culinária mediterrânea, peixes e crustáceos, os produtores da região começaram a plantar e a produzir vinhos com uvas brancas. A cortese de Gave produz vinhos frescos, secos e de alta acidez, por isso muitos produtores optam pela fermentação malolática para arredondar e retirar um pouco da alta acidez, ou o produtor aproveita a sacidez para produzir belíssimos vinhos espumantes.

Degustei o Ildodi. Ildodi era a denominação de chefe ou comandante, nome usado para os dirigentes máximos da cidade de Gênova. Um vinho de grande frescor, uma boa persistência e super gastronômico para beber gelado.

O Ildodi é da vinícola Broglie, que já serviu seus vinhos no Vaticano em comemorações aos 25 anos do pontificado do Papa João Paulo II, em reuniões importantes como a do G8 em 2009 e em vários banquetes oficiais.

Se você está aberto a se aventurar, que tal experimentar Cortese de Gave? Uma ótima manhã para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORTESE DI GAVI]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PEREZ SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você ainda tinha dúvidas, eu adoro ganhar vinho de presente. Pode ser no Ano Novo, Páscoa, Natal, aniversário, Dia da Mulher, Dia dos Namorados, Dia do Sommelier, Dia do Radialista, Dia das Mães, eu aceito vinhos de presente.

Ganhei o Isade Selection Tinto, da Rioja, na Espanha.

O vinho tem 80% da uva Tempranillo e 20% da uva Graciano. A Tempranillo vem de “temprano”, a que amadurece cedo, você já conhece. Mas a Graciano, eu sei que só 20% parece pouco, mas não, faz uma diferença grande ao vinho.

A Graciano recebe os nomes também de Tinta Miúda e Morastel. Ela é uma uva de grande complexidade em sabor e aromática, porque, ao contrário da Tempranillo, demora para amadurecer e ganha complexidade aromática. A Graciano é bastante tânica e isso traz a qualidade ao vinho.

80% de Tempranillo e 20% de Graciano, e ganhamos o Isade Selection. Tem uma coloração rubi bem intensa e é super complexo nos aromas. Vai da fruta ao fumo.

As vinhas são antigas, de mais ou menos 60 anos. O fumo vem dos barris de carvalho, durante os 16 meses de madeira. Eu harmonizei o meu Isade com costelinha de porco assada. Esses são os pratos típicos da Rioja: carneiro, porco.

Várias safras do Isade estão pontuadas por Robert Parker com 94 pontos, por exemplo, na safra de 2010. Degustei o 2014 e mostra que o vinho é de boa guarda. Mais uns 8 anos, pelo menos, e agora ele estava no auge.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você ainda tinha dúvidas, eu adoro ganhar vinho de presente. Pode ser no Ano Novo, Páscoa, Natal, aniversário, Dia da Mulher, Dia dos Namorados, Dia do Sommelier, Dia do Radialista, Dia das Mães, eu aceito vinhos de presente.

Ganhei o Isade Selection Tinto, da Rioja, na Espanha.

O vinho tem 80% da uva Tempranillo e 20% da uva Graciano. A Tempranillo vem de “temprano”, a que amadurece cedo, você já conhece. Mas a Graciano, eu sei que só 20% parece pouco, mas não, faz uma diferença grande ao vinho.

A Graciano recebe os nomes também de Tinta Miúda e Morastel. Ela é uma uva de grande complexidade em sabor e aromática, porque, ao contrário da Tempranillo, demora para amadurecer e ganha complexidade aromática. A Graciano é bastante tânica e isso traz a qualidade ao vinho.

80% de Tempranillo e 20% de Graciano, e ganhamos o Isade Selection. Tem uma coloração rubi bem intensa e é super complexo nos aromas. Vai da fruta ao fumo.

As vinhas são antigas, de mais ou menos 60 anos. O fumo vem dos barris de carvalho, durante os 16 meses de madeira. Eu harmonizei o meu Isade com costelinha de porco assada. Esses são os pratos típicos da Rioja: carneiro, porco.

Várias safras do Isade estão pontuadas por Robert Parker com 94 pontos, por exemplo, na safra de 2010. Degustei o 2014 e mostra que o vinho é de boa guarda. Mais uns 8 anos, pelo menos, e agora ele estava no auge.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você ainda tinha dúvidas, eu adoro ganhar vinho de presente. Pode ser no Ano Novo, Páscoa, Natal, aniversário, Dia da Mulher, Dia dos Namorados, Dia do Sommelier, Dia do Radialista, Dia das Mães, eu aceito vinhos de presente.

Ganhei o Isade Selection Tinto, da Rioja, na Espanha.

O vinho tem 80% da uva Tempranillo e 20% da uva Graciano. A Tempranillo vem de “temprano”, a que amadurece cedo, você já conhece. Mas a Graciano, eu sei que só 20% parece pouco, mas não, faz uma diferença grande ao vinho.

A Graciano recebe os nomes também de Tinta Miúda e Morastel. Ela é uma uva de grande complexidade em sabor e aromática, porque, ao contrário da Tempranillo, demora para amadurecer e ganha complexidade aromática. A Graciano é bastante tânica e isso traz a qualidade ao vinho.

80% de Tempranillo e 20% de Graciano, e ganhamos o Isade Selection. Tem uma coloração rubi bem intensa e é super complexo nos aromas. Vai da fruta ao fumo.

As vinhas são antigas, de mais ou menos 60 anos. O fumo vem dos barris de carvalho, durante os 16 meses de madeira. Eu harmonizei o meu Isade com costelinha de porco assada. Esses são os pratos típicos da Rioja: carneiro, porco.

Várias safras do Isade estão pontuadas por Robert Parker com 94 pontos, por exemplo, na safra de 2010. Degustei o 2014 e mostra que o vinho é de boa guarda. Mais uns 8 anos, pelo menos, e agora ele estava no auge.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você ainda tinha dúvidas, eu adoro ganhar vinho de presente. Pode ser no Ano Novo, Páscoa, Natal, aniversário, Dia da Mulher, Dia dos Namorados, Dia do Sommelier, Dia do Radialista, Dia das Mães, eu aceito vinhos de presente.

Ganhei o Isade Selection Tinto, da Rioja, na Espanha.

O vinho tem 80% da uva Tempranillo e 20% da uva Graciano. A Tempranillo vem de “temprano”, a que amadurece cedo, você já conhece. Mas a Graciano, eu sei que só 20% parece pouco, mas não, faz uma diferença grande ao vinho.

A Graciano recebe os nomes também de Tinta Miúda e Morastel. Ela é uma uva de grande complexidade em sabor e aromática, porque, ao contrário da Tempranillo, demora para amadurecer e ganha complexidade aromática. A Graciano é bastante tânica e isso traz a qualidade ao vinho.

80% de Tempranillo e 20% de Graciano, e ganhamos o Isade Selection. Tem uma coloração rubi bem intensa e é super complexo nos aromas. Vai da fruta ao fumo.

As vinhas são antigas, de mais ou menos 60 anos. O fumo vem dos barris de carvalho, durante os 16 meses de madeira. Eu harmonizei o meu Isade com costelinha de porco assada. Esses são os pratos típicos da Rioja: carneiro, porco.

Várias safras do Isade estão pontuadas por Robert Parker com 94 pontos, por exemplo, na safra de 2010. Degustei o 2014 e mostra que o vinho é de boa guarda. Mais uns 8 anos, pelo menos, e agora ele estava no auge.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ISADE SELECTION TINTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[a mais tradicional região Vite Vinícula da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luís Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas garnacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet Sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou. Antes o doc Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja, e agora já destaca as subregiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alaveça, que tem diferenças de terroir e altitude, e já começam também a ser aceitos destaques no rótulo, mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degusteio Luís Canhas Criança. Tem 95% de tempranilo e 5% da uva garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na espanha para ser um rioja criança.

Na boca tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico, de taninos redondos e bom retrogosto. É um vinho super gastronômico.

O luís canhas criança pode ser harmonizado. Que tal um churrasco com batatas assadas? Pode ser mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[a mais tradicional região Vite Vinícula da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luís Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas garnacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet Sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou. Antes o doc Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja, e agora já destaca as subregiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alaveça, que tem diferenças de terroir e altitude, e já começam também a ser aceitos destaques no rótulo, mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degusteio Luís Canhas Criança. Tem 95% de tempranilo e 5% da uva garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na espanha para ser um rioja criança.

Na boca tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico, de taninos redondos e bom retrogosto. É um vinho super gastronômico.

O luís canhas criança pode ser harmonizado. Que tal um churrasco com batatas assadas? Pode ser mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[a mais tradicional região Vite Vinícula da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luís Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas garnacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet Sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou. Antes o doc Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja, e agora já destaca as subregiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alaveça, que tem diferenças de terroir e altitude, e já começam também a ser aceitos destaques no rótulo, mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degusteio Luís Canhas Criança. Tem 95% de tempranilo e 5% da uva garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na espanha para ser um rioja criança.

Na boca tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico, de taninos redondos e bom retrogosto. É um vinho super gastronômico.

O luís canhas criança pode ser harmonizado. Que tal um churrasco com batatas assadas? Pode ser mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[a mais tradicional região Vite Vinícula da Espanha, a Rioja, vem o vinho Luís Canhas. A terra das tempranilhos, mas que usa também no corte as uvas garnacha e graciano, mas não admite ainda a entrada de cabernet Sauvignon, merlot e outras uvas francesas. É uma forma de preservar o estilo da Rioja.

Aliás, uma coisa mudou. Antes o doc Rioja, que é bem grande, só mencionava no rótulo Rioja, e agora já destaca as subregiões Rioja Alta, Rioja Baixa e Rioja Alaveça, que tem diferenças de terroir e altitude, e já começam também a ser aceitos destaques no rótulo, mencionando as comunidades, os vilarejos ou os vilagens onde os vinhos são produzidos, para valorizar cada região.

Degusteio Luís Canhas Criança. Tem 95% de tempranilo e 5% da uva garnacha, de vinhedos com idade média de 30 anos. Já mostra uma força de raiz que busca nutrientes a fundo e que expressa no vinho intensidade e força, desde a coloração até ao paladar. Passa 18 meses em carvalho, exatamente como determina a classificação de envelhecimento na espanha para ser um rioja criança.

Na boca tem notas de morango, um pouquinho de baunilha, muita madeira, é claro, e um aceto balsâmico, de taninos redondos e bom retrogosto. É um vinho super gastronômico.

O luís canhas criança pode ser harmonizado. Que tal um churrasco com batatas assadas? Pode ser mandioca frita também, ou um cozido de carnes com legumes, lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO LUIS CAÑAS CRIANZA ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO FRANCES POEME]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de uma harmonização super gostosa: vinho e chocolate, um clássico.

Para que essa combinação funcione, o vinho precisa ser tão intenso quanto o chocolate, para equilibrar a untuosidade, a intensidade e o sabor de ambos. Falamos sobre essa harmonização sempre na Páscoa, mas chocolate é algo que podemos aproveitar o ano todo.

Portos e Tokays combinam muito bem com chocolate. Você também pode variar: fazer molhos de chocolate amargo para carnes vermelhas ou massas e harmonizar com um Malbec ou um Nebbiolo. Para finalizar a refeição, um Porto acompanhado de uma palha italiana é simplesmente perfeito.

Vinho e chocolate também são uma deliciosa opção para presentear. E você ainda pode se esbaldar nos bombons trufados de vinho, isso mesmo, bombons de chocolate amargo com recheios de vinho tinto, como Cabernet Sauvignon, Malbec ou até Porto.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de uma harmonização super gostosa: vinho e chocolate, um clássico.

Para que essa combinação funcione, o vinho precisa ser tão intenso quanto o chocolate, para equilibrar a untuosidade, a intensidade e o sabor de ambos. Falamos sobre essa harmonização sempre na Páscoa, mas chocolate é algo que podemos aproveitar o ano todo.

Portos e Tokays combinam muito bem com chocolate. Você também pode variar: fazer molhos de chocolate amargo para carnes vermelhas ou massas e harmonizar com um Malbec ou um Nebbiolo. Para finalizar a refeição, um Porto acompanhado de uma palha italiana é simplesmente perfeito.

Vinho e chocolate também são uma deliciosa opção para presentear. E você ainda pode se esbaldar nos bombons trufados de vinho, isso mesmo, bombons de chocolate amargo com recheios de vinho tinto, como Cabernet Sauvignon, Malbec ou até Porto.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de uma harmonização super gostosa: vinho e chocolate, um clássico.

Para que essa combinação funcione, o vinho precisa ser tão intenso quanto o chocolate, para equilibrar a untuosidade, a intensidade e o sabor de ambos. Falamos sobre essa harmonização sempre na Páscoa, mas chocolate é algo que podemos aproveitar o ano todo.

Portos e Tokays combinam muito bem com chocolate. Você também pode variar: fazer molhos de chocolate amargo para carnes vermelhas ou massas e harmonizar com um Malbec ou um Nebbiolo. Para finalizar a refeição, um Porto acompanhado de uma palha italiana é simplesmente perfeito.

Vinho e chocolate também são uma deliciosa opção para presentear. E você ainda pode se esbaldar nos bombons trufados de vinho, isso mesmo, bombons de chocolate amargo com recheios de vinho tinto, como Cabernet Sauvignon, Malbec ou até Porto.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de uma harmonização super gostosa: vinho e chocolate, um clássico.

Para que essa combinação funcione, o vinho precisa ser tão intenso quanto o chocolate, para equilibrar a untuosidade, a intensidade e o sabor de ambos. Falamos sobre essa harmonização sempre na Páscoa, mas chocolate é algo que podemos aproveitar o ano todo.

Portos e Tokays combinam muito bem com chocolate. Você também pode variar: fazer molhos de chocolate amargo para carnes vermelhas ou massas e harmonizar com um Malbec ou um Nebbiolo. Para finalizar a refeição, um Porto acompanhado de uma palha italiana é simplesmente perfeito.

Vinho e chocolate também são uma deliciosa opção para presentear. E você ainda pode se esbaldar nos bombons trufados de vinho, isso mesmo, bombons de chocolate amargo com recheios de vinho tinto, como Cabernet Sauvignon, Malbec ou até Porto.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO ENTRE VINHO E CHOCOLATE ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VICENTIN BANDA DE LOS TRES SUCIOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvintes da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho, nosso compromisso diário com uma taça de conhecimento sobre o infinito mundo do vinho.

Hoje falaremos sobre um fato histórico que mudou o mundo do vinho para sempre.

Em 1976, foi realizada uma degustação às cegas em Paris, com o intuito de promover os vinhos do Novo Mundo e celebrar os 200 anos da independência dos Estados Unidos. A estratégia foi colocar alguns vinhos produzidos nos Estados Unidos entre emblemáticos franceses de Bordeaux e da Borgonha.

Sem saber quais vinhos estavam degustando, os jurados atribuíram suas notas. No final, o que parecia impossível aconteceu.

Um Chardonnay da Califórnia, chamado Chateau Montelena, da safra de 1973, foi classificado em primeiro lugar.

Na classificação dos vinhos tintos, a Califórnia ficou em primeiro lugar também, com o vinho Stag's Leap, da safra de 1973, um tinto encorpado, 100% Cabernet Sauvignon.

Enquanto o evento acontecia, foi solicitada pelos avaliadores uma contraprova e, finalmente, foi constatada a qualidade dos vinhos americanos naquele momento.

Rapidamente, a notícia se espalhou, e os vinhos vencedores se esgotaram em alguns dias nas adegas dos Estados Unidos.

Depois dessa degustação, o mundo mudou o olhar perante os vinhos do Novo Mundo.

A França tem sua alta qualidade no mundo dos vinhos, isso é inquestionável, devido ao seu conhecimento de produção e à alta qualidade do terroir. Porém, não é sensato fechar os olhos para as diversas propostas de vinho pelo mundo afora.

Um brinde à extraordinária safra de 1973, lá na Califórnia, e ao Novo e ao Velho Mundo do vinho.

E, se você quer sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe registrado no meu Instagram. Anote aí: @Jonas.Somelier.

Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A REVOLUÇÃO SILENCIOSA DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo.

Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão. Os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca é um vinho de paladar só. Suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga.

Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leves e toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo.

Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão. Os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca é um vinho de paladar só. Suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga.

Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leves e toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo.

Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão. Os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca é um vinho de paladar só. Suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga.

Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leves e toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, obrigada pela companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho.

A vinícola Barone Montalto é uma jovenzinha na ilha da Sicília. Ela é colonizada por gregos e, posteriormente, pelos romanos, que deixaram muitas influências, como teatro e arquitetura. A Barone Montalto foi fundada em 2000 e acompanha a nova tendência dos vinhos sicilianos, muito próximos aos vinhos do Novo Mundo.

Embora sejam vinhos de terroir vulcânico, apresentam sabor, são vinhos de aromas vivos, pronunciados e bem aparentes, que se mostram fácil e, principalmente, vinhos que agradam a todos.

Tenho um carinho pelo Barone Montalto, pois o degustei pela primeira vez na Itália e a uva Pinogridio está entre as minhas brancas preferidas. O Barone Montalto Pinogridio, da linha aquarelo, tem a coloração esverdeada, lembrando maçã verde e libão. Os mesmos aromas que aparecem no olfato.

Na boca é um vinho de paladar só. Suave, como uma mousse, e traz acidez e mais notas de limão, como um limão siciliano. Um vinho de tampa de rosca para facilitar. Pode gelar, beber jovem e acompanhado de risoto de camarão, massas com ervas frescas e manteiga.

Um vinho de alta salivação, causada pelo frescor da acidez do Barone Montalto. Para lembrar que esse vinho é siciliano, leves e toques de defumado. Afinal, estamos na ilha de terroir vulcânico e vulcões ativos.

Bom pinogride para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ UVA PINOT GRIGIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO LA VIEILLE FERME BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã para você que quer saber mais sobre o mundo do vinho.
Mais uma região vinícola recebeu o título de patrimônio da Unesco. Desta vez, foram as colinas de Prosecco. Prosecco são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.

O título foi dado em 7 de julho de 2019. A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos estados-membros.
As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.
Mas, afinal, Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?
Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Pádua, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Porém, Prosecco também era o nome da uva. Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera, e o vinho deve ter 85% da uva Glera. Os demais 15% podem ser compostos pelas uvas Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é o estilo de vinho. São os espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.
Prosecco é, então, denominação de origem, já foi o nome da uva, continua sendo o estilo de vinho e, agora, é também patrimônio da Unesco.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã para você que quer saber mais sobre o mundo do vinho.
Mais uma região vinícola recebeu o título de patrimônio da Unesco. Desta vez, foram as colinas de Prosecco. Prosecco são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.

O título foi dado em 7 de julho de 2019. A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos estados-membros.
As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.
Mas, afinal, Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?
Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Pádua, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Porém, Prosecco também era o nome da uva. Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera, e o vinho deve ter 85% da uva Glera. Os demais 15% podem ser compostos pelas uvas Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é o estilo de vinho. São os espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.
Prosecco é, então, denominação de origem, já foi o nome da uva, continua sendo o estilo de vinho e, agora, é também patrimônio da Unesco.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã para você que quer saber mais sobre o mundo do vinho.
Mais uma região vinícola recebeu o título de patrimônio da Unesco. Desta vez, foram as colinas de Prosecco. Prosecco são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.

O título foi dado em 7 de julho de 2019. A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos estados-membros.
As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.
Mas, afinal, Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?
Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Pádua, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Porém, Prosecco também era o nome da uva. Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera, e o vinho deve ter 85% da uva Glera. Os demais 15% podem ser compostos pelas uvas Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é o estilo de vinho. São os espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.
Prosecco é, então, denominação de origem, já foi o nome da uva, continua sendo o estilo de vinho e, agora, é também patrimônio da Unesco.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã para você que quer saber mais sobre o mundo do vinho.
Mais uma região vinícola recebeu o título de patrimônio da Unesco. Desta vez, foram as colinas de Prosecco. Prosecco são os vinhos italianos mais consumidos no mundo.

O título foi dado em 7 de julho de 2019. A indicação italiana foi aprovada por unanimidade, garantindo os 21 votos dos estados-membros.
As colinas de Conegliano e Valdobbiadene são de uma beleza única.
Mas, afinal, Prosecco é uva, é estilo ou é denominação de origem?
Os primeiros limites demarcados são de 1930, ao nordeste da Itália, abrangendo cidades como Treviso, Veneza, Vicenza, Pádua, Belluno, Gorizia, Trieste, Pordenone e Udine, para a denominação de origem Prosecco.

Porém, Prosecco também era o nome da uva. Só que, em 2009, a uva branca Prosecco passou a se chamar Glera, e o vinho deve ter 85% da uva Glera. Os demais 15% podem ser compostos pelas uvas Chardonnay, Pinot Bianco, Pinot Noir e outras uvas regionais.

Prosecco também é o estilo de vinho. São os espumantes elaborados pelo método Charmat, quando a segunda fermentação acontece em tanques, e não individualmente na garrafa, como acontece na região de Champagne.
Prosecco é, então, denominação de origem, já foi o nome da uva, continua sendo o estilo de vinho e, agora, é também patrimônio da Unesco.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COLINAS DE PROSECCO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO LA VIE FERME]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima amanhã para você. Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na armonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso. Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glen Carlou Syrah da região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos. Como eu adoro assemblagens, escolhi o . Que Glen Carlou Syrah tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, como esses 1% de vionier já bastam. O Glen Carlou passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico com final longo e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool. E você pode seguir da linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africanoGlen Carlou Syrah . Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima amanhã para você. Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na armonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso. Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glen Carlou Syrah da região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos. Como eu adoro assemblagens, escolhi o . Que Glen Carlou Syrah tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, como esses 1% de vionier já bastam. O Glen Carlou passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico com final longo e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool. E você pode seguir da linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africanoGlen Carlou Syrah . Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima amanhã para você. Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na armonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso. Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glen Carlou Syrah da região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos. Como eu adoro assemblagens, escolhi o . Que Glen Carlou Syrah tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, como esses 1% de vionier já bastam. O Glen Carlou passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico com final longo e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool. E você pode seguir da linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africanoGlen Carlou Syrah . Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo da Centro América FM e uma ótima amanhã para você. Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na armonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso. Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glen Carlou Syrah da região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos. Como eu adoro assemblagens, escolhi o . Que Glen Carlou Syrah tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, como esses 1% de vionier já bastam. O Glen Carlou passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico com final longo e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool. E você pode seguir da linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africanoGlen Carlou Syrah . Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO GLEN CARLOU SYRAH]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 18 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você sabia que vinho pode ter traços de ovo e leite? Essa informação já é obrigatória no contrarótulo dos vinhos na Europa. A prática é comum: os produtores utilizam ovos nos vinhos tintos e leite em vinhos brancos para retirar as impurezas, aromas indesejados e capturar todas as partículas em suspensão no vinho. É o processo de clarificação.

Além do ovo e do leite, que podem causar alergia a algumas pessoas, já falei aqui no Music Vinho sobre a intolerância ao SO2 em excesso, que pode provocar dores no estômago, além do excesso de álcool, que causa dores de cabeça.

E agora, mais uma descoberta, feita pelo cientista italiano Giuseppe Palmisano, na Universidade de Turim. Ele descobriu as glicoproteínas que se formam naturalmente durante o processo de fermentação e que podem causar alergia, igual ao látex, por exemplo. Alguns dos sintomas são espirros, coceira e vermelhidão pelo corpo, além de dor de cabeça e dores abdominais.

Uma outra pesquisa observou que as pessoas que apresentaram alergia ao vinho tinham também outras alergias alimentares. Então, observe se suas reações são realmente do vinho ou de algum alimento da comida que acompanha o seu vinho.

Quem é alérgico apresentará os sintomas mesmo que consuma o vinho com moderação e, a melhor indicação, é claro, nesses casos, é consultar sempre o seu médico.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você sabia que vinho pode ter traços de ovo e leite? Essa informação já é obrigatória no contrarótulo dos vinhos na Europa. A prática é comum: os produtores utilizam ovos nos vinhos tintos e leite em vinhos brancos para retirar as impurezas, aromas indesejados e capturar todas as partículas em suspensão no vinho. É o processo de clarificação.

Além do ovo e do leite, que podem causar alergia a algumas pessoas, já falei aqui no Music Vinho sobre a intolerância ao SO2 em excesso, que pode provocar dores no estômago, além do excesso de álcool, que causa dores de cabeça.

E agora, mais uma descoberta, feita pelo cientista italiano Giuseppe Palmisano, na Universidade de Turim. Ele descobriu as glicoproteínas que se formam naturalmente durante o processo de fermentação e que podem causar alergia, igual ao látex, por exemplo. Alguns dos sintomas são espirros, coceira e vermelhidão pelo corpo, além de dor de cabeça e dores abdominais.

Uma outra pesquisa observou que as pessoas que apresentaram alergia ao vinho tinham também outras alergias alimentares. Então, observe se suas reações são realmente do vinho ou de algum alimento da comida que acompanha o seu vinho.

Quem é alérgico apresentará os sintomas mesmo que consuma o vinho com moderação e, a melhor indicação, é claro, nesses casos, é consultar sempre o seu médico.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você sabia que vinho pode ter traços de ovo e leite? Essa informação já é obrigatória no contrarótulo dos vinhos na Europa. A prática é comum: os produtores utilizam ovos nos vinhos tintos e leite em vinhos brancos para retirar as impurezas, aromas indesejados e capturar todas as partículas em suspensão no vinho. É o processo de clarificação.

Além do ovo e do leite, que podem causar alergia a algumas pessoas, já falei aqui no Music Vinho sobre a intolerância ao SO2 em excesso, que pode provocar dores no estômago, além do excesso de álcool, que causa dores de cabeça.

E agora, mais uma descoberta, feita pelo cientista italiano Giuseppe Palmisano, na Universidade de Turim. Ele descobriu as glicoproteínas que se formam naturalmente durante o processo de fermentação e que podem causar alergia, igual ao látex, por exemplo. Alguns dos sintomas são espirros, coceira e vermelhidão pelo corpo, além de dor de cabeça e dores abdominais.

Uma outra pesquisa observou que as pessoas que apresentaram alergia ao vinho tinham também outras alergias alimentares. Então, observe se suas reações são realmente do vinho ou de algum alimento da comida que acompanha o seu vinho.

Quem é alérgico apresentará os sintomas mesmo que consuma o vinho com moderação e, a melhor indicação, é claro, nesses casos, é consultar sempre o seu médico.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você sabia que vinho pode ter traços de ovo e leite? Essa informação já é obrigatória no contrarótulo dos vinhos na Europa. A prática é comum: os produtores utilizam ovos nos vinhos tintos e leite em vinhos brancos para retirar as impurezas, aromas indesejados e capturar todas as partículas em suspensão no vinho. É o processo de clarificação.

Além do ovo e do leite, que podem causar alergia a algumas pessoas, já falei aqui no Music Vinho sobre a intolerância ao SO2 em excesso, que pode provocar dores no estômago, além do excesso de álcool, que causa dores de cabeça.

E agora, mais uma descoberta, feita pelo cientista italiano Giuseppe Palmisano, na Universidade de Turim. Ele descobriu as glicoproteínas que se formam naturalmente durante o processo de fermentação e que podem causar alergia, igual ao látex, por exemplo. Alguns dos sintomas são espirros, coceira e vermelhidão pelo corpo, além de dor de cabeça e dores abdominais.

Uma outra pesquisa observou que as pessoas que apresentaram alergia ao vinho tinham também outras alergias alimentares. Então, observe se suas reações são realmente do vinho ou de algum alimento da comida que acompanha o seu vinho.

Quem é alérgico apresentará os sintomas mesmo que consuma o vinho com moderação e, a melhor indicação, é claro, nesses casos, é consultar sempre o seu médico.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OVO E LEITE NO VINHO?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos de um vinho espumante nacional, produzido pela vinícola Casa Pedruti, no interior da Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul.

O espumante apresenta coloração rosada, de boa intensidade e muito brilho. Suas borbulhas são finas e delicadas. Os aromas remetem a morango, amora e framboesas maduras. Em boca, a sensação de leve doçura agrada e traz ao paladar as mesmas notas percebidas nos aromas: frutas vermelhas.

A produção do Casa Pedruti Brut Rosé é realizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, pelo método Charmat, em que a segunda fermentação — responsável pela formação do gás carbônico — acontece em tanques pressurizados de aço inoxidável.

As uvas escolhidas para a produção deste espumante são as tintas Merlot e Pinot Noir.

A rotulagem do vinho é bastante criativa, trazendo diversas palavras que remetem a ocasiões em que o espumante pode estar presente em nossas vidas, como formaturas, praia, casamento, entre outras.

Um brinde aos espumantes do Brasil, que refrescam nos dias mais quentes e acalentam nos dias mais frios.

E um brinde especial a você, ouvinte do Musica e Vinho, que pode sugerir um tema para nossa Taça de Conhecimento por meio do meu Instagram, @jonas.sommelier]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASA PEDRUCCI BRUT ROSÉ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Música e Vinho Centro América FM, uma ótima manhã para você. A região do Vale do Coutchagua já foi eleita, em 2003, como a melhor região vinícola do mundo pela wine enthusiast, e nessa região se estabeleceu a vinha bisqueira, a pioneira do Vale do Coutchagua desde 1980, com vinhas plantadas desde 1965. A vinha ganhou destaque em 2002, quando o La Roya Merlot da Safra de 2000 foi nomeado o melhor merlot do mundo durante a International Wine Challenge, em Londres, e em 2014, quando a revista Wine Spectator incluiu o La Roya Serrada Safra de 2012 na lista dos 100 melhores vinhos do mundo.

Como uma apaixonada por Sauvignon Blanc, degustei o La Roya Gran Reserva Sauvignon Blanc, que tem um diferencial na colheita. A uva é colhida em duas fases, com diferença de 10 dias entre a primeira e a segunda colheita, e isso faz uma grande diferença. Diferença. Uvas quanto mais maduras, maior o grau de doçura. O vinho é brilhante, com uma suavidade em boca, como uma mousse. Delicados aromas de frutas doces, além dos herbáceos, como pimenta verde e aspargos. Um vinho bastante persistente e de final elegante.

Perfeito para peixes, cevites, queijos frescos ou até uma massa com recheio de búfala e ervas frescas. Um vinho com colher, tem duas fases, é o primeiro que eu degustei. E assim, vamos buscando novidades e tendências no mundo do vinho. E você, está degustando o quê? Eu quero saber a sua degustação. Novos vinhos, novas formas de se elaborar, novos países, regiões e também uvas. É só compartilhar conosco usando a #Musica&Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Música e Vinho Centro América FM, uma ótima manhã para você. A região do Vale do Coutchagua já foi eleita, em 2003, como a melhor região vinícola do mundo pela wine enthusiast, e nessa região se estabeleceu a vinha bisqueira, a pioneira do Vale do Coutchagua desde 1980, com vinhas plantadas desde 1965. A vinha ganhou destaque em 2002, quando o La Roya Merlot da Safra de 2000 foi nomeado o melhor merlot do mundo durante a International Wine Challenge, em Londres, e em 2014, quando a revista Wine Spectator incluiu o La Roya Serrada Safra de 2012 na lista dos 100 melhores vinhos do mundo.

Como uma apaixonada por Sauvignon Blanc, degustei o La Roya Gran Reserva Sauvignon Blanc, que tem um diferencial na colheita. A uva é colhida em duas fases, com diferença de 10 dias entre a primeira e a segunda colheita, e isso faz uma grande diferença. Diferença. Uvas quanto mais maduras, maior o grau de doçura. O vinho é brilhante, com uma suavidade em boca, como uma mousse. Delicados aromas de frutas doces, além dos herbáceos, como pimenta verde e aspargos. Um vinho bastante persistente e de final elegante.

Perfeito para peixes, cevites, queijos frescos ou até uma massa com recheio de búfala e ervas frescas. Um vinho com colher, tem duas fases, é o primeiro que eu degustei. E assim, vamos buscando novidades e tendências no mundo do vinho. E você, está degustando o quê? Eu quero saber a sua degustação. Novos vinhos, novas formas de se elaborar, novos países, regiões e também uvas. É só compartilhar conosco usando a #Musica&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Música e Vinho Centro América FM, uma ótima manhã para você. A região do Vale do Coutchagua já foi eleita, em 2003, como a melhor região vinícola do mundo pela wine enthusiast, e nessa região se estabeleceu a vinha bisqueira, a pioneira do Vale do Coutchagua desde 1980, com vinhas plantadas desde 1965. A vinha ganhou destaque em 2002, quando o La Roya Merlot da Safra de 2000 foi nomeado o melhor merlot do mundo durante a International Wine Challenge, em Londres, e em 2014, quando a revista Wine Spectator incluiu o La Roya Serrada Safra de 2012 na lista dos 100 melhores vinhos do mundo.

Como uma apaixonada por Sauvignon Blanc, degustei o La Roya Gran Reserva Sauvignon Blanc, que tem um diferencial na colheita. A uva é colhida em duas fases, com diferença de 10 dias entre a primeira e a segunda colheita, e isso faz uma grande diferença. Diferença. Uvas quanto mais maduras, maior o grau de doçura. O vinho é brilhante, com uma suavidade em boca, como uma mousse. Delicados aromas de frutas doces, além dos herbáceos, como pimenta verde e aspargos. Um vinho bastante persistente e de final elegante.

Perfeito para peixes, cevites, queijos frescos ou até uma massa com recheio de búfala e ervas frescas. Um vinho com colher, tem duas fases, é o primeiro que eu degustei. E assim, vamos buscando novidades e tendências no mundo do vinho. E você, está degustando o quê? Eu quero saber a sua degustação. Novos vinhos, novas formas de se elaborar, novos países, regiões e também uvas. É só compartilhar conosco usando a #Musica&Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Música e Vinho Centro América FM, uma ótima manhã para você. A região do Vale do Coutchagua já foi eleita, em 2003, como a melhor região vinícola do mundo pela wine enthusiast, e nessa região se estabeleceu a vinha bisqueira, a pioneira do Vale do Coutchagua desde 1980, com vinhas plantadas desde 1965. A vinha ganhou destaque em 2002, quando o La Roya Merlot da Safra de 2000 foi nomeado o melhor merlot do mundo durante a International Wine Challenge, em Londres, e em 2014, quando a revista Wine Spectator incluiu o La Roya Serrada Safra de 2012 na lista dos 100 melhores vinhos do mundo.

Como uma apaixonada por Sauvignon Blanc, degustei o La Roya Gran Reserva Sauvignon Blanc, que tem um diferencial na colheita. A uva é colhida em duas fases, com diferença de 10 dias entre a primeira e a segunda colheita, e isso faz uma grande diferença. Diferença. Uvas quanto mais maduras, maior o grau de doçura. O vinho é brilhante, com uma suavidade em boca, como uma mousse. Delicados aromas de frutas doces, além dos herbáceos, como pimenta verde e aspargos. Um vinho bastante persistente e de final elegante.

Perfeito para peixes, cevites, queijos frescos ou até uma massa com recheio de búfala e ervas frescas. Um vinho com colher, tem duas fases, é o primeiro que eu degustei. E assim, vamos buscando novidades e tendências no mundo do vinho. E você, está degustando o quê? Eu quero saber a sua degustação. Novos vinhos, novas formas de se elaborar, novos países, regiões e também uvas. É só compartilhar conosco usando a #Musica&Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALE DO COLCHAGUA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO RUTINI MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Boa música e um bom vinho, você encontra aqui! ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Boa música e um bom vinho, você encontra aqui! ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Boa música e um bom vinho, você encontra aqui! ]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[VINHO LARANJA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega a sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil, é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano.

Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos. Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens com dois meses de envelhecimento aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro, 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega a sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil, é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano.

Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos. Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens com dois meses de envelhecimento aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro, 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega a sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil, é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano.

Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos. Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens com dois meses de envelhecimento aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro, 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega a sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil, é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano.

Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos. Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens com dois meses de envelhecimento aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro, 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ASSEMBLAGE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[inhos no estilo passito são comuns na Itália. É o processo utilizado na elaboração dos famosos vins santo e dos amarones. Mas nunca tinha ouvido falar na região do Piemonde elaborados com a uva barbera no estilo passito e fiquei super curiosa para pesquisar.

O fazoleto barbera passito foi o rótulo que me chamou a atenção. Ele é elaborado pela Cooperativa Vinícula Aráutica, fundada em 1954 no Piemonte, e o vinho é elaborado com 100% da uva barbera. 20% da uva somente é deixada na vinha, no pé, por mais três semanas para pacificação.

A técnica de apacimento das uvas é para concentrar mais aromas e sabores, já que o vinho perde água e volume e concentra açúcar. O processo pode acontecer antes da colheita, deixando a uva secar no pé ou em esteiras após a colheita, após colhidas ou também penduradas em galpões após a colheita.

O fazolo é descrito como um vinho de médio corpo e moderadamente tânico, para acompanhar massas com carnes e lasanhas. Ainda não degustei. Se você já experimentou um passito do pie monte, compartilha comigo usando a hashtag música e vinho.

A uva barbera é a uva típica da região do pie monte, ao norte da Itália. É a região dos parreirais encobertos por névoas no outono. Normalmente, os vinhos desta uva barbera são leves, como o Barbera Lacuerça, que já citei várias vezes, mas este processo de desidratar a uva traz potência e concentração, mudando totalmente o estilo do vinho.

Um vinho diferente para você experimentar e descobrir, a cada dia, novos aromas e sabores do vinho. E ainda ir além, pesquisando sobre cada região de vinho que você degustar, você entende melhor a história e a cultura do local.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[inhos no estilo passito são comuns na Itália. É o processo utilizado na elaboração dos famosos vins santo e dos amarones. Mas nunca tinha ouvido falar na região do Piemonde elaborados com a uva barbera no estilo passito e fiquei super curiosa para pesquisar.

O fazoleto barbera passito foi o rótulo que me chamou a atenção. Ele é elaborado pela Cooperativa Vinícula Aráutica, fundada em 1954 no Piemonte, e o vinho é elaborado com 100% da uva barbera. 20% da uva somente é deixada na vinha, no pé, por mais três semanas para pacificação.

A técnica de apacimento das uvas é para concentrar mais aromas e sabores, já que o vinho perde água e volume e concentra açúcar. O processo pode acontecer antes da colheita, deixando a uva secar no pé ou em esteiras após a colheita, após colhidas ou também penduradas em galpões após a colheita.

O fazolo é descrito como um vinho de médio corpo e moderadamente tânico, para acompanhar massas com carnes e lasanhas. Ainda não degustei. Se você já experimentou um passito do pie monte, compartilha comigo usando a hashtag música e vinho.

A uva barbera é a uva típica da região do pie monte, ao norte da Itália. É a região dos parreirais encobertos por névoas no outono. Normalmente, os vinhos desta uva barbera são leves, como o Barbera Lacuerça, que já citei várias vezes, mas este processo de desidratar a uva traz potência e concentração, mudando totalmente o estilo do vinho.

Um vinho diferente para você experimentar e descobrir, a cada dia, novos aromas e sabores do vinho. E ainda ir além, pesquisando sobre cada região de vinho que você degustar, você entende melhor a história e a cultura do local.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[inhos no estilo passito são comuns na Itália. É o processo utilizado na elaboração dos famosos vins santo e dos amarones. Mas nunca tinha ouvido falar na região do Piemonde elaborados com a uva barbera no estilo passito e fiquei super curiosa para pesquisar.

O fazoleto barbera passito foi o rótulo que me chamou a atenção. Ele é elaborado pela Cooperativa Vinícula Aráutica, fundada em 1954 no Piemonte, e o vinho é elaborado com 100% da uva barbera. 20% da uva somente é deixada na vinha, no pé, por mais três semanas para pacificação.

A técnica de apacimento das uvas é para concentrar mais aromas e sabores, já que o vinho perde água e volume e concentra açúcar. O processo pode acontecer antes da colheita, deixando a uva secar no pé ou em esteiras após a colheita, após colhidas ou também penduradas em galpões após a colheita.

O fazolo é descrito como um vinho de médio corpo e moderadamente tânico, para acompanhar massas com carnes e lasanhas. Ainda não degustei. Se você já experimentou um passito do pie monte, compartilha comigo usando a hashtag música e vinho.

A uva barbera é a uva típica da região do pie monte, ao norte da Itália. É a região dos parreirais encobertos por névoas no outono. Normalmente, os vinhos desta uva barbera são leves, como o Barbera Lacuerça, que já citei várias vezes, mas este processo de desidratar a uva traz potência e concentração, mudando totalmente o estilo do vinho.

Um vinho diferente para você experimentar e descobrir, a cada dia, novos aromas e sabores do vinho. E ainda ir além, pesquisando sobre cada região de vinho que você degustar, você entende melhor a história e a cultura do local.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[inhos no estilo passito são comuns na Itália. É o processo utilizado na elaboração dos famosos vins santo e dos amarones. Mas nunca tinha ouvido falar na região do Piemonde elaborados com a uva barbera no estilo passito e fiquei super curiosa para pesquisar.

O fazoleto barbera passito foi o rótulo que me chamou a atenção. Ele é elaborado pela Cooperativa Vinícula Aráutica, fundada em 1954 no Piemonte, e o vinho é elaborado com 100% da uva barbera. 20% da uva somente é deixada na vinha, no pé, por mais três semanas para pacificação.

A técnica de apacimento das uvas é para concentrar mais aromas e sabores, já que o vinho perde água e volume e concentra açúcar. O processo pode acontecer antes da colheita, deixando a uva secar no pé ou em esteiras após a colheita, após colhidas ou também penduradas em galpões após a colheita.

O fazolo é descrito como um vinho de médio corpo e moderadamente tânico, para acompanhar massas com carnes e lasanhas. Ainda não degustei. Se você já experimentou um passito do pie monte, compartilha comigo usando a hashtag música e vinho.

A uva barbera é a uva típica da região do pie monte, ao norte da Itália. É a região dos parreirais encobertos por névoas no outono. Normalmente, os vinhos desta uva barbera são leves, como o Barbera Lacuerça, que já citei várias vezes, mas este processo de desidratar a uva traz potência e concentração, mudando totalmente o estilo do vinho.

Um vinho diferente para você experimentar e descobrir, a cada dia, novos aromas e sabores do vinho. E ainda ir além, pesquisando sobre cada região de vinho que você degustar, você entende melhor a história e a cultura do local.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO FAZZOLLETO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CAVA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística no período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama, ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer: suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística no período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama, ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer: suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística no período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama, ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer: suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[
O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã.

A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies, e o consumo é tão popular que virou atração turística no período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite.

As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único: ou você ama, ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar.

Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer: suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho: do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas.

Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco, e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade: desde os cremes de cogumelos, fatiados na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais.

Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS E COGUMELOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Bom dia!

Hoje eu quero inspirar você a experimentar novas harmonizações.

Muita gente acredita que vinho branco combina apenas com peixes e frutos do mar. Mas e as massas? E os queijos?

Recentemente, fiz uma sequência harmonizada com um Sauvignon Blanc chileno. Comecei com uma salada de folhas verdes, tomate fresco e creme de burrata com aceto balsâmico. Como prato principal, servi um espaguete ao pesto.

Mas como pensar para que uma harmonização dessas dê certo?

O segredo está em observar os elementos do vinho e os elementos da comida.

Se você não conhece um vinho específico, vá pela uva, como eu fiz nesse dia. Eu sabia que queria um Sauvignon Blanc e escolhi um exemplar chileno. Em geral, os Sauvignon Blancs do Chile são vinhos leves, frescos, com boa acidez, notas cítricas e características herbáceas.

A partir dessas informações, escolhi os pratos. A salada é fresca, leve e possui acidez. A burrata traz cremosidade e frescor, enquanto as folhas reforçam essa sensação de leveza. Já a massa, por si só, é neutra. Por isso, optei pelo molho pesto, que traz ervas frescas e nozes. Está aí o elemento herbáceo do prato, criando uma ponte com o vinho.

É preciso pensar um pouco, mas a experiência vale a pena.

Quando esses elementos se encontram na boca, costumam criar um terceiro sabor, resultado da interação entre comida e vinho. E, quando a harmonização funciona, acontece algo mágico: o vinho parece ficar melhor, e a comida também ganha uma nova dimensão.

Bom Sauvignon Blanc para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Bom dia!

Hoje eu quero inspirar você a experimentar novas harmonizações.

Muita gente acredita que vinho branco combina apenas com peixes e frutos do mar. Mas e as massas? E os queijos?

Recentemente, fiz uma sequência harmonizada com um Sauvignon Blanc chileno. Comecei com uma salada de folhas verdes, tomate fresco e creme de burrata com aceto balsâmico. Como prato principal, servi um espaguete ao pesto.

Mas como pensar para que uma harmonização dessas dê certo?

O segredo está em observar os elementos do vinho e os elementos da comida.

Se você não conhece um vinho específico, vá pela uva, como eu fiz nesse dia. Eu sabia que queria um Sauvignon Blanc e escolhi um exemplar chileno. Em geral, os Sauvignon Blancs do Chile são vinhos leves, frescos, com boa acidez, notas cítricas e características herbáceas.

A partir dessas informações, escolhi os pratos. A salada é fresca, leve e possui acidez. A burrata traz cremosidade e frescor, enquanto as folhas reforçam essa sensação de leveza. Já a massa, por si só, é neutra. Por isso, optei pelo molho pesto, que traz ervas frescas e nozes. Está aí o elemento herbáceo do prato, criando uma ponte com o vinho.

É preciso pensar um pouco, mas a experiência vale a pena.

Quando esses elementos se encontram na boca, costumam criar um terceiro sabor, resultado da interação entre comida e vinho. E, quando a harmonização funciona, acontece algo mágico: o vinho parece ficar melhor, e a comida também ganha uma nova dimensão.

Bom Sauvignon Blanc para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Bom dia!

Hoje eu quero inspirar você a experimentar novas harmonizações.

Muita gente acredita que vinho branco combina apenas com peixes e frutos do mar. Mas e as massas? E os queijos?

Recentemente, fiz uma sequência harmonizada com um Sauvignon Blanc chileno. Comecei com uma salada de folhas verdes, tomate fresco e creme de burrata com aceto balsâmico. Como prato principal, servi um espaguete ao pesto.

Mas como pensar para que uma harmonização dessas dê certo?

O segredo está em observar os elementos do vinho e os elementos da comida.

Se você não conhece um vinho específico, vá pela uva, como eu fiz nesse dia. Eu sabia que queria um Sauvignon Blanc e escolhi um exemplar chileno. Em geral, os Sauvignon Blancs do Chile são vinhos leves, frescos, com boa acidez, notas cítricas e características herbáceas.

A partir dessas informações, escolhi os pratos. A salada é fresca, leve e possui acidez. A burrata traz cremosidade e frescor, enquanto as folhas reforçam essa sensação de leveza. Já a massa, por si só, é neutra. Por isso, optei pelo molho pesto, que traz ervas frescas e nozes. Está aí o elemento herbáceo do prato, criando uma ponte com o vinho.

É preciso pensar um pouco, mas a experiência vale a pena.

Quando esses elementos se encontram na boca, costumam criar um terceiro sabor, resultado da interação entre comida e vinho. E, quando a harmonização funciona, acontece algo mágico: o vinho parece ficar melhor, e a comida também ganha uma nova dimensão.

Bom Sauvignon Blanc para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Bom dia!

Hoje eu quero inspirar você a experimentar novas harmonizações.

Muita gente acredita que vinho branco combina apenas com peixes e frutos do mar. Mas e as massas? E os queijos?

Recentemente, fiz uma sequência harmonizada com um Sauvignon Blanc chileno. Comecei com uma salada de folhas verdes, tomate fresco e creme de burrata com aceto balsâmico. Como prato principal, servi um espaguete ao pesto.

Mas como pensar para que uma harmonização dessas dê certo?

O segredo está em observar os elementos do vinho e os elementos da comida.

Se você não conhece um vinho específico, vá pela uva, como eu fiz nesse dia. Eu sabia que queria um Sauvignon Blanc e escolhi um exemplar chileno. Em geral, os Sauvignon Blancs do Chile são vinhos leves, frescos, com boa acidez, notas cítricas e características herbáceas.

A partir dessas informações, escolhi os pratos. A salada é fresca, leve e possui acidez. A burrata traz cremosidade e frescor, enquanto as folhas reforçam essa sensação de leveza. Já a massa, por si só, é neutra. Por isso, optei pelo molho pesto, que traz ervas frescas e nozes. Está aí o elemento herbáceo do prato, criando uma ponte com o vinho.

É preciso pensar um pouco, mas a experiência vale a pena.

Quando esses elementos se encontram na boca, costumam criar um terceiro sabor, resultado da interação entre comida e vinho. E, quando a harmonização funciona, acontece algo mágico: o vinho parece ficar melhor, e a comida também ganha uma nova dimensão.

Bom Sauvignon Blanc para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO COM SAUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[ -]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHOS DOCES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.
O romance não é sobre um casal, é sobre a capacidade de amar e mudar nossa existência completamente. Você sabe que o amor pode mudar tudo, mas o que você faria por amor? O que o amor faria por você? A escritora Miranda Elie, da trilogia Paris-Seneffel, já lançou o segundo livro, Meandro. O primeiro se chama Brahmara e o terceiro ainda não sabemos. Dizemos que os livros são uma trilogia para você degustar. A história se passa em meio a vinhedos, vinícolas, hotéis, adegas e muitos restaurantes.
O vinho, como é o seu papel desde a antiguidade, une o casal. E a paixão acontece. As histórias se encontram e o vinho é o grande elo do romance.
​Cada movimento do líquido percorrendo as paredes do decanter são descritas. Os aromas e sabores, as harmonizações, o desejo por vinhos raros, a troca de olhares do casal, é tudo muito encantador nas linhas da escritora Miranda Ely. Degustei em longos goles os dois livros. Degustei querendo mais, já esperando o terceiro livro. Paris Senafel fala sobre vinhos, vinhedos, vinícolas e paixões. Boa leitura pra você! E lembre-se sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.
O romance não é sobre um casal, é sobre a capacidade de amar e mudar nossa existência completamente. Você sabe que o amor pode mudar tudo, mas o que você faria por amor? O que o amor faria por você? A escritora Miranda Elie, da trilogia Paris-Seneffel, já lançou o segundo livro, Meandro. O primeiro se chama Brahmara e o terceiro ainda não sabemos. Dizemos que os livros são uma trilogia para você degustar. A história se passa em meio a vinhedos, vinícolas, hotéis, adegas e muitos restaurantes.
O vinho, como é o seu papel desde a antiguidade, une o casal. E a paixão acontece. As histórias se encontram e o vinho é o grande elo do romance.
​Cada movimento do líquido percorrendo as paredes do decanter são descritas. Os aromas e sabores, as harmonizações, o desejo por vinhos raros, a troca de olhares do casal, é tudo muito encantador nas linhas da escritora Miranda Ely. Degustei em longos goles os dois livros. Degustei querendo mais, já esperando o terceiro livro. Paris Senafel fala sobre vinhos, vinhedos, vinícolas e paixões. Boa leitura pra você! E lembre-se sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.
O romance não é sobre um casal, é sobre a capacidade de amar e mudar nossa existência completamente. Você sabe que o amor pode mudar tudo, mas o que você faria por amor? O que o amor faria por você? A escritora Miranda Elie, da trilogia Paris-Seneffel, já lançou o segundo livro, Meandro. O primeiro se chama Brahmara e o terceiro ainda não sabemos. Dizemos que os livros são uma trilogia para você degustar. A história se passa em meio a vinhedos, vinícolas, hotéis, adegas e muitos restaurantes.
O vinho, como é o seu papel desde a antiguidade, une o casal. E a paixão acontece. As histórias se encontram e o vinho é o grande elo do romance.
​Cada movimento do líquido percorrendo as paredes do decanter são descritas. Os aromas e sabores, as harmonizações, o desejo por vinhos raros, a troca de olhares do casal, é tudo muito encantador nas linhas da escritora Miranda Ely. Degustei em longos goles os dois livros. Degustei querendo mais, já esperando o terceiro livro. Paris Senafel fala sobre vinhos, vinhedos, vinícolas e paixões. Boa leitura pra você! E lembre-se sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã para você.
O romance não é sobre um casal, é sobre a capacidade de amar e mudar nossa existência completamente. Você sabe que o amor pode mudar tudo, mas o que você faria por amor? O que o amor faria por você? A escritora Miranda Elie, da trilogia Paris-Seneffel, já lançou o segundo livro, Meandro. O primeiro se chama Brahmara e o terceiro ainda não sabemos. Dizemos que os livros são uma trilogia para você degustar. A história se passa em meio a vinhedos, vinícolas, hotéis, adegas e muitos restaurantes.
O vinho, como é o seu papel desde a antiguidade, une o casal. E a paixão acontece. As histórias se encontram e o vinho é o grande elo do romance.
​Cada movimento do líquido percorrendo as paredes do decanter são descritas. Os aromas e sabores, as harmonizações, o desejo por vinhos raros, a troca de olhares do casal, é tudo muito encantador nas linhas da escritora Miranda Ely. Degustei em longos goles os dois livros. Degustei querendo mais, já esperando o terceiro livro. Paris Senafel fala sobre vinhos, vinhedos, vinícolas e paixões. Boa leitura pra você! E lembre-se sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARIS SANS EIFFEL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje. No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada, e o vinho argentino Tilha traz no rótulo e na concepção a valorização do terroir argentino. Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores. A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada. O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho super moderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos. Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e melhor custo-benefício. Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com vinho fácil de beber entre amigos. Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje. No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada, e o vinho argentino Tilha traz no rótulo e na concepção a valorização do terroir argentino. Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores. A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada. O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho super moderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos. Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e melhor custo-benefício. Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com vinho fácil de beber entre amigos. Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje. No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada, e o vinho argentino Tilha traz no rótulo e na concepção a valorização do terroir argentino. Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores. A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada. O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho super moderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos. Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e melhor custo-benefício. Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com vinho fácil de beber entre amigos. Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E se você também procura vinhos bons e baratos, está na hora de anotar o nome do vinho de hoje. No mundo do vinho, a palavra terroir é sempre falada, e o vinho argentino Tilha traz no rótulo e na concepção a valorização do terroir argentino. Tilha é uma árvore cultivada na Argentina que simboliza o sagrado e que protege os guerreiros. O chá da flor da Tilha é calmante, e os trabalhadores dos vinhedos costumam descansar bebendo chá de Tilha à sombra das próprias árvores. A ideia do vinho é justamente valorizar a árvore regional Tilha. Os vinhos do produtor Tilha são da família Catena Zapata e recebem os melhores elogios da crítica internacional especializada. O Tilha Malbec-Cirá, por exemplo, passa seis meses em carvalho francês e americano. É um vinho super moderno e saboroso. Combina com carnes assadas, massas e risotos. Ainda recebeu 90 pontos de James Sutley, em 2017, e 90 pontos do renomado Robert Parker, em 2015, que o considerou impressionante e melhor custo-benefício. Combinei com carnes assadas, frango, maminha e linguiças assadas, para comer sem frescura, num churrasco bem descontraído, com vinho fácil de beber entre amigos. Tem vinho que é assim: bom, gostoso, barato e fácil de beber.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TILIA MALBEC SYRAH]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima manhã para você.

A cidade de Estremoz fica no distrito de Évora, no Alentejo, e, pela sua localização próxima à Espanha, foi usada como apoio do exército português contra a Espanha, especialmente na chamada Guerra da Restauração.

O monumento mais importante é a Torre de Estremoz, usada como defesa alentejana nesses períodos de batalhas. Em homenagem à Torre de Estremoz, o produtor Thiago Cabasso elaborou o Vinho Torre de Estremoz, um tinto alentejano delicioso, elaborado com as castas regionais Trincadeira, Alicante Boucher e Aragonês.

Uma fruta madura, aveludada, chocolate nos aromas, frescor, taninos doces, bom volume de boca e muito macio.

Não sei você, mas, quando penso nos vinhos alentejanos, imagino vinhos quentes, maduros, de cores fortes e saborosas. É difícil achar um vinho alentejano que não agrade.

São vinhos de planície, quentes e com poucas chuvas. São mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados no Alentejo e a produção de 88 milhões de litros de vinho por ano.

Grande parte dessa produção está disponível para nós aqui no mercado brasileiro, com várias opções de bons vinhos tintos alentejanos para você degustar.

Lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima manhã para você.

A cidade de Estremoz fica no distrito de Évora, no Alentejo, e, pela sua localização próxima à Espanha, foi usada como apoio do exército português contra a Espanha, especialmente na chamada Guerra da Restauração.

O monumento mais importante é a Torre de Estremoz, usada como defesa alentejana nesses períodos de batalhas. Em homenagem à Torre de Estremoz, o produtor Thiago Cabasso elaborou o Vinho Torre de Estremoz, um tinto alentejano delicioso, elaborado com as castas regionais Trincadeira, Alicante Boucher e Aragonês.

Uma fruta madura, aveludada, chocolate nos aromas, frescor, taninos doces, bom volume de boca e muito macio.

Não sei você, mas, quando penso nos vinhos alentejanos, imagino vinhos quentes, maduros, de cores fortes e saborosas. É difícil achar um vinho alentejano que não agrade.

São vinhos de planície, quentes e com poucas chuvas. São mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados no Alentejo e a produção de 88 milhões de litros de vinho por ano.

Grande parte dessa produção está disponível para nós aqui no mercado brasileiro, com várias opções de bons vinhos tintos alentejanos para você degustar.

Lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima manhã para você.

A cidade de Estremoz fica no distrito de Évora, no Alentejo, e, pela sua localização próxima à Espanha, foi usada como apoio do exército português contra a Espanha, especialmente na chamada Guerra da Restauração.

O monumento mais importante é a Torre de Estremoz, usada como defesa alentejana nesses períodos de batalhas. Em homenagem à Torre de Estremoz, o produtor Thiago Cabasso elaborou o Vinho Torre de Estremoz, um tinto alentejano delicioso, elaborado com as castas regionais Trincadeira, Alicante Boucher e Aragonês.

Uma fruta madura, aveludada, chocolate nos aromas, frescor, taninos doces, bom volume de boca e muito macio.

Não sei você, mas, quando penso nos vinhos alentejanos, imagino vinhos quentes, maduros, de cores fortes e saborosas. É difícil achar um vinho alentejano que não agrade.

São vinhos de planície, quentes e com poucas chuvas. São mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados no Alentejo e a produção de 88 milhões de litros de vinho por ano.

Grande parte dessa produção está disponível para nós aqui no mercado brasileiro, com várias opções de bons vinhos tintos alentejanos para você degustar.

Lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima manhã para você.

A cidade de Estremoz fica no distrito de Évora, no Alentejo, e, pela sua localização próxima à Espanha, foi usada como apoio do exército português contra a Espanha, especialmente na chamada Guerra da Restauração.

O monumento mais importante é a Torre de Estremoz, usada como defesa alentejana nesses períodos de batalhas. Em homenagem à Torre de Estremoz, o produtor Thiago Cabasso elaborou o Vinho Torre de Estremoz, um tinto alentejano delicioso, elaborado com as castas regionais Trincadeira, Alicante Boucher e Aragonês.

Uma fruta madura, aveludada, chocolate nos aromas, frescor, taninos doces, bom volume de boca e muito macio.

Não sei você, mas, quando penso nos vinhos alentejanos, imagino vinhos quentes, maduros, de cores fortes e saborosas. É difícil achar um vinho alentejano que não agrade.

São vinhos de planície, quentes e com poucas chuvas. São mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados no Alentejo e a produção de 88 milhões de litros de vinho por ano.

Grande parte dessa produção está disponível para nós aqui no mercado brasileiro, com várias opções de bons vinhos tintos alentejanos para você degustar.

Lembrando sempre, é claro, de manter a moderação.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS TINTOS DO ALENTEJO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO UNINDO PESSOAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E um bom dia para você que quer saber mais sobre as histórias do mundo do vinho.

Os arqueólogos estão acostumados a encontrar ânforas com vestígios de vinho em suas escavações. Na Armênia, eles descobriram, em 2011, o que seria a mais antiga vinícula do mundo, com mais de 6 mil anos. Encontraram todo o aparato para produção, desde prensas e jarros de fermentação e de armazenamento do vinho.

Já a vinícula mais antiga do mundo, ainda em atividade, está localizada na França, na cidade de Nantes, no Vale do Loire. É o Château Marquês de Goulain, com mais de mil anos de atividade. O Castelo é considerado, ainda, o terceiro empreendimento comercial mais antigo do mundo e a mais antiga empresa familiar e europeia em atividade.

O Château está no Vale do Loire, região reconhecida pelos seus vinhos brancos e rosés. O Marquês de Goulain produz vinhos de San Sérpio e Fumé, que são os vinhos brancos da uva Sauvignon Blanc. Vouvrez, um estilo de vinhos brancos feitos com a uva Chenin Blanc, além de Chardonnay's, e é um dos poucos produtores a produzir vinhos com a uva Folie Blanc.

A Folie Blanc é pouco utilizada porque é muito suscetível a pragas. Você vai encontrar também o Marquês de Goulane com o Muscadet de Severet Mine em Surly.

O Vale do Loire é rico em vinhos brancos, com aromas intensos e paladar mineral, pelo seu solo de tufo, tufo é o calcário, além do clima frio. O Vale é também considerado patrimônio mundial pela Unesco, repleto de castelos. Inclusive, você pode se hospedar no castelo do Marquês de Goulane.

Já pensou se hospedar na vinícola mais antiga do mundo, em pleno vapor, lotada de vinhos?

Lembre-se sempre de compartilhar as suas experiências usando a                         #MÚSICA&VINHO]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E um bom dia para você que quer saber mais sobre as histórias do mundo do vinho.

Os arqueólogos estão acostumados a encontrar ânforas com vestígios de vinho em suas escavações. Na Armênia, eles descobriram, em 2011, o que seria a mais antiga vinícula do mundo, com mais de 6 mil anos. Encontraram todo o aparato para produção, desde prensas e jarros de fermentação e de armazenamento do vinho.

Já a vinícula mais antiga do mundo, ainda em atividade, está localizada na França, na cidade de Nantes, no Vale do Loire. É o Château Marquês de Goulain, com mais de mil anos de atividade. O Castelo é considerado, ainda, o terceiro empreendimento comercial mais antigo do mundo e a mais antiga empresa familiar e europeia em atividade.

O Château está no Vale do Loire, região reconhecida pelos seus vinhos brancos e rosés. O Marquês de Goulain produz vinhos de San Sérpio e Fumé, que são os vinhos brancos da uva Sauvignon Blanc. Vouvrez, um estilo de vinhos brancos feitos com a uva Chenin Blanc, além de Chardonnay's, e é um dos poucos produtores a produzir vinhos com a uva Folie Blanc.

A Folie Blanc é pouco utilizada porque é muito suscetível a pragas. Você vai encontrar também o Marquês de Goulane com o Muscadet de Severet Mine em Surly.

O Vale do Loire é rico em vinhos brancos, com aromas intensos e paladar mineral, pelo seu solo de tufo, tufo é o calcário, além do clima frio. O Vale é também considerado patrimônio mundial pela Unesco, repleto de castelos. Inclusive, você pode se hospedar no castelo do Marquês de Goulane.

Já pensou se hospedar na vinícola mais antiga do mundo, em pleno vapor, lotada de vinhos?

Lembre-se sempre de compartilhar as suas experiências usando a                         #MÚSICA&VINHO]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E um bom dia para você que quer saber mais sobre as histórias do mundo do vinho.

Os arqueólogos estão acostumados a encontrar ânforas com vestígios de vinho em suas escavações. Na Armênia, eles descobriram, em 2011, o que seria a mais antiga vinícula do mundo, com mais de 6 mil anos. Encontraram todo o aparato para produção, desde prensas e jarros de fermentação e de armazenamento do vinho.

Já a vinícula mais antiga do mundo, ainda em atividade, está localizada na França, na cidade de Nantes, no Vale do Loire. É o Château Marquês de Goulain, com mais de mil anos de atividade. O Castelo é considerado, ainda, o terceiro empreendimento comercial mais antigo do mundo e a mais antiga empresa familiar e europeia em atividade.

O Château está no Vale do Loire, região reconhecida pelos seus vinhos brancos e rosés. O Marquês de Goulain produz vinhos de San Sérpio e Fumé, que são os vinhos brancos da uva Sauvignon Blanc. Vouvrez, um estilo de vinhos brancos feitos com a uva Chenin Blanc, além de Chardonnay's, e é um dos poucos produtores a produzir vinhos com a uva Folie Blanc.

A Folie Blanc é pouco utilizada porque é muito suscetível a pragas. Você vai encontrar também o Marquês de Goulane com o Muscadet de Severet Mine em Surly.

O Vale do Loire é rico em vinhos brancos, com aromas intensos e paladar mineral, pelo seu solo de tufo, tufo é o calcário, além do clima frio. O Vale é também considerado patrimônio mundial pela Unesco, repleto de castelos. Inclusive, você pode se hospedar no castelo do Marquês de Goulane.

Já pensou se hospedar na vinícola mais antiga do mundo, em pleno vapor, lotada de vinhos?

Lembre-se sempre de compartilhar as suas experiências usando a                         #MÚSICA&VINHO]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E um bom dia para você que quer saber mais sobre as histórias do mundo do vinho.

Os arqueólogos estão acostumados a encontrar ânforas com vestígios de vinho em suas escavações. Na Armênia, eles descobriram, em 2011, o que seria a mais antiga vinícula do mundo, com mais de 6 mil anos. Encontraram todo o aparato para produção, desde prensas e jarros de fermentação e de armazenamento do vinho.

Já a vinícula mais antiga do mundo, ainda em atividade, está localizada na França, na cidade de Nantes, no Vale do Loire. É o Château Marquês de Goulain, com mais de mil anos de atividade. O Castelo é considerado, ainda, o terceiro empreendimento comercial mais antigo do mundo e a mais antiga empresa familiar e europeia em atividade.

O Château está no Vale do Loire, região reconhecida pelos seus vinhos brancos e rosés. O Marquês de Goulain produz vinhos de San Sérpio e Fumé, que são os vinhos brancos da uva Sauvignon Blanc. Vouvrez, um estilo de vinhos brancos feitos com a uva Chenin Blanc, além de Chardonnay's, e é um dos poucos produtores a produzir vinhos com a uva Folie Blanc.

A Folie Blanc é pouco utilizada porque é muito suscetível a pragas. Você vai encontrar também o Marquês de Goulane com o Muscadet de Severet Mine em Surly.

O Vale do Loire é rico em vinhos brancos, com aromas intensos e paladar mineral, pelo seu solo de tufo, tufo é o calcário, além do clima frio. O Vale é também considerado patrimônio mundial pela Unesco, repleto de castelos. Inclusive, você pode se hospedar no castelo do Marquês de Goulane.

Já pensou se hospedar na vinícola mais antiga do mundo, em pleno vapor, lotada de vinhos?

Lembre-se sempre de compartilhar as suas experiências usando a                         #MÚSICA&VINHO]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HISTÓRIAS DO MUNDO DO VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá para cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Rari, a 1200 metros; Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado La consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.

A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a vinícola que suaviza os taninos, em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e leite. Muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o rutine Cabernet Sauvignon Malbec Argentino.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá para cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Rari, a 1200 metros; Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado La consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.

A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a vinícola que suaviza os taninos, em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e leite. Muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o rutine Cabernet Sauvignon Malbec Argentino.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá para cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Rari, a 1200 metros; Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado La consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.

A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a vinícola que suaviza os taninos, em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e leite. Muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o rutine Cabernet Sauvignon Malbec Argentino.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A bodega Routine se instalou no Vale do Uco, na Argentina. Foi a primeira a se instalar nessa região. De lá para cá, a região se despontou como uma das principais produtoras da Argentina.

A vinícola está presente com três vinhedos: Guatala Rari, a 1200 metros; Altamira, a 1100 metros; e o vinhedo chamado La consulta, a 950 metros, onde se planta apenas Malbec.

Escolhi o Routine 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon, um vinhão. A cor chega a vibrar na taça, super intenso, um roxo profundo. A união das duas super uvas deu um resultado super harmônico.

A Cabernet Sauvignon entrega ao vinho corpo e estrutura, e a vinícola que suaviza os taninos, em uma combinação única de aromas e sabores, com camadas e camadas de fruta, ameixa, baunilha e leite. Muita força no vinho.

Realmente, o enólogo Mariano de Paola tem razão quando diz que a vinícola foi desenhada para produzir vinhos ultraprêmios. A revista britânica The Canter já o destacou como um dos 30 melhores enólogos do mundo.

Para nós, só nos resta aproveitar vinhos como o rutine Cabernet Sauvignon Malbec Argentino.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BODEGA ROUTINE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPORÃO RESERVA BRANCO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ENTREVISTA COM ALEJANDRO PEREGRINE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[m meio à enorme oferta de vinhos disponíveis no mercado, algumas pontuações e selos podem te ajudar a destacar os melhores vinhos, ou, pelo menos, os que tenham passado por alguns critérios técnicos, seja por um crítico, por alguma revista especializada ou por um guia de vinhos.

Para você entender alguns exemplos, o supercrítico americano Robert Parker é o papa do vinho nesse assunto e pontua vinhos na escala de números de 50 a 100 pontos, sendo que 50 são os vinhos considerados inaceitáveis e 100 pontos, os superconcorridos. A crítica inglesa Ansys Robinson usa a escala de 12 a 20 pontos. O guia italiano Gambero Rosso utiliza o sistema de taças, ou bicchiere em italiano, de 0 a 3 biqueres, e os produtores que alcançam 3 biqueres por 10 vezes consecutivas são premiados com uma estrela. O guia chileno utiliza o sistema de pontos de 80 a 100. O crítico americano James Suckling, já considerado um dos homens mais poderosos do vinho pela revista Forbes, pontua entre 90 e 100. A revista americana Wine Enthusiast avalia entre 50 e 100 pontos. A Wine Spectator, uma outra revista americana, pontua entre 50 e 100. E a revista inglesa The Canter segue o sistema de 50 a 100 pontos também.

Dessa forma, é preciso ter cautela ao entender que vinhos com 20 pontos por Jansis Robinson é o máximo e, ao mesmo tempo, abaixo dos 50, inaceitáveis, de Robert Parker.

Além dessas pontuações, hoje encontramos níveis de reconhecimento do público em geral, que deixa seus comentários e análises nos aplicativos e pode te ajudar a avaliar e definir uma compra. A minha sugestão é que você comece a fazer as suas próprias anotações e crie seu sistema de classificação. O meu varia entre 1 a 3 estrelas.

De manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[m meio à enorme oferta de vinhos disponíveis no mercado, algumas pontuações e selos podem te ajudar a destacar os melhores vinhos, ou, pelo menos, os que tenham passado por alguns critérios técnicos, seja por um crítico, por alguma revista especializada ou por um guia de vinhos.

Para você entender alguns exemplos, o supercrítico americano Robert Parker é o papa do vinho nesse assunto e pontua vinhos na escala de números de 50 a 100 pontos, sendo que 50 são os vinhos considerados inaceitáveis e 100 pontos, os superconcorridos. A crítica inglesa Ansys Robinson usa a escala de 12 a 20 pontos. O guia italiano Gambero Rosso utiliza o sistema de taças, ou bicchiere em italiano, de 0 a 3 biqueres, e os produtores que alcançam 3 biqueres por 10 vezes consecutivas são premiados com uma estrela. O guia chileno utiliza o sistema de pontos de 80 a 100. O crítico americano James Suckling, já considerado um dos homens mais poderosos do vinho pela revista Forbes, pontua entre 90 e 100. A revista americana Wine Enthusiast avalia entre 50 e 100 pontos. A Wine Spectator, uma outra revista americana, pontua entre 50 e 100. E a revista inglesa The Canter segue o sistema de 50 a 100 pontos também.

Dessa forma, é preciso ter cautela ao entender que vinhos com 20 pontos por Jansis Robinson é o máximo e, ao mesmo tempo, abaixo dos 50, inaceitáveis, de Robert Parker.

Além dessas pontuações, hoje encontramos níveis de reconhecimento do público em geral, que deixa seus comentários e análises nos aplicativos e pode te ajudar a avaliar e definir uma compra. A minha sugestão é que você comece a fazer as suas próprias anotações e crie seu sistema de classificação. O meu varia entre 1 a 3 estrelas.

De manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[m meio à enorme oferta de vinhos disponíveis no mercado, algumas pontuações e selos podem te ajudar a destacar os melhores vinhos, ou, pelo menos, os que tenham passado por alguns critérios técnicos, seja por um crítico, por alguma revista especializada ou por um guia de vinhos.

Para você entender alguns exemplos, o supercrítico americano Robert Parker é o papa do vinho nesse assunto e pontua vinhos na escala de números de 50 a 100 pontos, sendo que 50 são os vinhos considerados inaceitáveis e 100 pontos, os superconcorridos. A crítica inglesa Ansys Robinson usa a escala de 12 a 20 pontos. O guia italiano Gambero Rosso utiliza o sistema de taças, ou bicchiere em italiano, de 0 a 3 biqueres, e os produtores que alcançam 3 biqueres por 10 vezes consecutivas são premiados com uma estrela. O guia chileno utiliza o sistema de pontos de 80 a 100. O crítico americano James Suckling, já considerado um dos homens mais poderosos do vinho pela revista Forbes, pontua entre 90 e 100. A revista americana Wine Enthusiast avalia entre 50 e 100 pontos. A Wine Spectator, uma outra revista americana, pontua entre 50 e 100. E a revista inglesa The Canter segue o sistema de 50 a 100 pontos também.

Dessa forma, é preciso ter cautela ao entender que vinhos com 20 pontos por Jansis Robinson é o máximo e, ao mesmo tempo, abaixo dos 50, inaceitáveis, de Robert Parker.

Além dessas pontuações, hoje encontramos níveis de reconhecimento do público em geral, que deixa seus comentários e análises nos aplicativos e pode te ajudar a avaliar e definir uma compra. A minha sugestão é que você comece a fazer as suas próprias anotações e crie seu sistema de classificação. O meu varia entre 1 a 3 estrelas.

De manter a moderação para aproveitar o seu próximo vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[m meio à enorme oferta de vinhos disponíveis no mercado, algumas pontuações e selos podem te ajudar a destacar os melhores vinhos, ou, pelo menos, os que tenham passado por alguns critérios técnicos, seja por um crítico, por alguma revista especializada ou por um guia de vinhos.

Para você entender alguns exemplos, o supercrítico americano Robert Parker é o papa do vinho nesse assunto e pontua vinhos na escala de números de 50 a 100 pontos, sendo que 50 são os vinhos considerados inaceitáveis e 100 pontos, os superconcorridos. A crítica inglesa Ansys Robinson usa a escala de 12 a 20 pontos. O guia italiano Gambero Rosso utiliza o sistema de taças, ou bicchiere em italiano, de 0 a 3 biqueres, e os produtores que alcançam 3 biqueres por 10 vezes consecutivas são premiados com uma estrela. O guia chileno utiliza o sistema de pontos de 80 a 100. O crítico americano James Suckling, já considerado um dos homens mais poderosos do vinho pela revista Forbes, pontua entre 90 e 100. A revista americana Wine Enthusiast avalia entre 50 e 100 pontos. A Wine Spectator, uma outra revista americana, pontua entre 50 e 100. E a revista inglesa The Canter segue o sistema de 50 a 100 pontos também.

Dessa forma, é preciso ter cautela ao entender que vinhos com 20 pontos por Jansis Robinson é o máximo e, ao mesmo tempo, abaixo dos 50, inaceitáveis, de Robert Parker.

Além dessas pontuações, hoje encontramos níveis de reconhecimento do público em geral, que deixa seus comentários e análises nos aplicativos e pode te ajudar a avaliar e definir uma compra. A minha sugestão é que você comece a fazer as suas próprias anotações e crie seu sistema de classificação. O meu varia entre 1 a 3 estrelas.

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      <title><![CDATA[GUIA SOBRE VINHOS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 08:13:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NERO D'AVOLA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO COM COXINHA DE GALINHA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CHATEAU MARJOSSE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SAUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CLAUDE VAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PASSITO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO E CAFÉ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CACIQUE MARAVILHA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você.

Degustei, outro dia, um vinho do produtor Família Vicentina, Argentina, e me surpreendi positivamente com um vinho que tem um nome bem original. A linha se chama Banda de los Três Súcios e, a princípio, herdinaram três vinhos de uvas que foram consideradas totalmente inviáveis.

Os vinhos se chamam El Contrabandista, de Petit Verdot; El Tramposo, de Cabernet Franc; e El Renegado, de Cabernet Sauvignon. A linha surgiu na safra de 2014, que não foi grande coisa. O cuidado com os vinhos foi redobrado e cada variedade foi deixada nos barris para ver como se comportavam e evoluíram: a Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc e a Petit Verdot.

Pareciam que não dariam nada. Eram vinhos rebeldes, terrosos, sem expressão e impuros. O Tramposo, de Cabernet Franc, era tímido, mas se abriu ao ser engarrafado e mostrou sua elegância e intensidade. O Renegado, Cabernet Sauvignon, que era todo desalinhado, se converteu em um lorde.

E o Contrabandista, de Petit Verdot, que eu degustei, mostra bastante fruta e profundidade. O Contrabandista de Petit Verdot é um vinho elaborado de vinhedos de 15 anos, com 25 dias de maceração — e eu traduzo: maceração é o líquido em contato com a casca para extrair força, cor e sabor.

Armazenado por 12 meses em carvalho francês de tosta alta, tem um perfume de flores, expressão aromática de tabac, com certo mineral, taninos elegantes, fruta doce e baunilha. Um vinho daqueles encorpados, gordos, mas muito diferente. Tem personalidade.

Aliás, é um 100% Petit Verdot, uma uva com poucos varietais pelo mundo. Vale experimentar o Contrabandista Petit Verdot da família Vicentin, na Argentina.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você.

Degustei, outro dia, um vinho do produtor Família Vicentina, Argentina, e me surpreendi positivamente com um vinho que tem um nome bem original. A linha se chama Banda de los Três Súcios e, a princípio, herdinaram três vinhos de uvas que foram consideradas totalmente inviáveis.

Os vinhos se chamam El Contrabandista, de Petit Verdot; El Tramposo, de Cabernet Franc; e El Renegado, de Cabernet Sauvignon. A linha surgiu na safra de 2014, que não foi grande coisa. O cuidado com os vinhos foi redobrado e cada variedade foi deixada nos barris para ver como se comportavam e evoluíram: a Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc e a Petit Verdot.

Pareciam que não dariam nada. Eram vinhos rebeldes, terrosos, sem expressão e impuros. O Tramposo, de Cabernet Franc, era tímido, mas se abriu ao ser engarrafado e mostrou sua elegância e intensidade. O Renegado, Cabernet Sauvignon, que era todo desalinhado, se converteu em um lorde.

E o Contrabandista, de Petit Verdot, que eu degustei, mostra bastante fruta e profundidade. O Contrabandista de Petit Verdot é um vinho elaborado de vinhedos de 15 anos, com 25 dias de maceração — e eu traduzo: maceração é o líquido em contato com a casca para extrair força, cor e sabor.

Armazenado por 12 meses em carvalho francês de tosta alta, tem um perfume de flores, expressão aromática de tabac, com certo mineral, taninos elegantes, fruta doce e baunilha. Um vinho daqueles encorpados, gordos, mas muito diferente. Tem personalidade.

Aliás, é um 100% Petit Verdot, uma uva com poucos varietais pelo mundo. Vale experimentar o Contrabandista Petit Verdot da família Vicentin, na Argentina.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você.

Degustei, outro dia, um vinho do produtor Família Vicentina, Argentina, e me surpreendi positivamente com um vinho que tem um nome bem original. A linha se chama Banda de los Três Súcios e, a princípio, herdinaram três vinhos de uvas que foram consideradas totalmente inviáveis.

Os vinhos se chamam El Contrabandista, de Petit Verdot; El Tramposo, de Cabernet Franc; e El Renegado, de Cabernet Sauvignon. A linha surgiu na safra de 2014, que não foi grande coisa. O cuidado com os vinhos foi redobrado e cada variedade foi deixada nos barris para ver como se comportavam e evoluíram: a Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc e a Petit Verdot.

Pareciam que não dariam nada. Eram vinhos rebeldes, terrosos, sem expressão e impuros. O Tramposo, de Cabernet Franc, era tímido, mas se abriu ao ser engarrafado e mostrou sua elegância e intensidade. O Renegado, Cabernet Sauvignon, que era todo desalinhado, se converteu em um lorde.

E o Contrabandista, de Petit Verdot, que eu degustei, mostra bastante fruta e profundidade. O Contrabandista de Petit Verdot é um vinho elaborado de vinhedos de 15 anos, com 25 dias de maceração — e eu traduzo: maceração é o líquido em contato com a casca para extrair força, cor e sabor.

Armazenado por 12 meses em carvalho francês de tosta alta, tem um perfume de flores, expressão aromática de tabac, com certo mineral, taninos elegantes, fruta doce e baunilha. Um vinho daqueles encorpados, gordos, mas muito diferente. Tem personalidade.

Aliás, é um 100% Petit Verdot, uma uva com poucos varietais pelo mundo. Vale experimentar o Contrabandista Petit Verdot da família Vicentin, na Argentina.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você.

Degustei, outro dia, um vinho do produtor Família Vicentina, Argentina, e me surpreendi positivamente com um vinho que tem um nome bem original. A linha se chama Banda de los Três Súcios e, a princípio, herdinaram três vinhos de uvas que foram consideradas totalmente inviáveis.

Os vinhos se chamam El Contrabandista, de Petit Verdot; El Tramposo, de Cabernet Franc; e El Renegado, de Cabernet Sauvignon. A linha surgiu na safra de 2014, que não foi grande coisa. O cuidado com os vinhos foi redobrado e cada variedade foi deixada nos barris para ver como se comportavam e evoluíram: a Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc e a Petit Verdot.

Pareciam que não dariam nada. Eram vinhos rebeldes, terrosos, sem expressão e impuros. O Tramposo, de Cabernet Franc, era tímido, mas se abriu ao ser engarrafado e mostrou sua elegância e intensidade. O Renegado, Cabernet Sauvignon, que era todo desalinhado, se converteu em um lorde.

E o Contrabandista, de Petit Verdot, que eu degustei, mostra bastante fruta e profundidade. O Contrabandista de Petit Verdot é um vinho elaborado de vinhedos de 15 anos, com 25 dias de maceração — e eu traduzo: maceração é o líquido em contato com a casca para extrair força, cor e sabor.

Armazenado por 12 meses em carvalho francês de tosta alta, tem um perfume de flores, expressão aromática de tabac, com certo mineral, taninos elegantes, fruta doce e baunilha. Um vinho daqueles encorpados, gordos, mas muito diferente. Tem personalidade.

Aliás, é um 100% Petit Verdot, uma uva com poucos varietais pelo mundo. Vale experimentar o Contrabandista Petit Verdot da família Vicentin, na Argentina.

Lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO LA BANDA DE LOS ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E um bom dia para você que está curtindo a Centro América FM. Só aqui você tem música e vinho. Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa, Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles para falar hoje no Música e Vinho. Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite. A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, que o Chile é especialista. Sauvignon Blanc do Chile tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, pastéis assados e com recheios diversos, tem um vinho bom pra você. Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Sihá.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Sihá com Cabernet, o corte típico da Austrália.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país, Brasil, com uma infinidade de pratos típicos. Mas eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como música, danças, costumes e a comida. Um prato de coloração negra e que mostra a melhor harmonização de contrastes. Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar os seus aromas. Feijoada combina super bem com espumante brasileiro, Brute.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija. E, se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E um bom dia para você que está curtindo a Centro América FM. Só aqui você tem música e vinho. Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa, Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles para falar hoje no Música e Vinho. Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite. A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, que o Chile é especialista. Sauvignon Blanc do Chile tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, pastéis assados e com recheios diversos, tem um vinho bom pra você. Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Sihá.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Sihá com Cabernet, o corte típico da Austrália.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país, Brasil, com uma infinidade de pratos típicos. Mas eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como música, danças, costumes e a comida. Um prato de coloração negra e que mostra a melhor harmonização de contrastes. Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar os seus aromas. Feijoada combina super bem com espumante brasileiro, Brute.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija. E, se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E um bom dia para você que está curtindo a Centro América FM. Só aqui você tem música e vinho. Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa, Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles para falar hoje no Música e Vinho. Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite. A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, que o Chile é especialista. Sauvignon Blanc do Chile tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, pastéis assados e com recheios diversos, tem um vinho bom pra você. Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Sihá.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Sihá com Cabernet, o corte típico da Austrália.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país, Brasil, com uma infinidade de pratos típicos. Mas eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como música, danças, costumes e a comida. Um prato de coloração negra e que mostra a melhor harmonização de contrastes. Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar os seus aromas. Feijoada combina super bem com espumante brasileiro, Brute.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija. E, se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E um bom dia para você que está curtindo a Centro América FM. Só aqui você tem música e vinho. Seguindo a tradição de harmonizações de pratos típicos da Europa, Itália, França, Espanha e Portugal, pensei nas harmonizações com pratos típicos dos países do Novo Mundo, que são compostos por Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, Estados Unidos, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia.

Escolhi alguns deles para falar hoje no Música e Vinho. Qual estilo de vinho melhor combina com feijoada brasileira e as empanadas argentinas?

Do Chile, escolhi o prato Congrio Rosa, um peixe chamado Congrio, servido como se fosse um bacalhau, com batatas, legumes e muito azeite. A harmonização clássica fica com um vinho branco de Sauvignon Blanc, que o Chile é especialista. Sauvignon Blanc do Chile tem até um gostinho de sal na boca, que vem dos ventos do Pacífico.

Para quem ama as empanadas argentinas, aqueles pratos típicos do Música e Vinho, pastéis assados e com recheios diversos, tem um vinho bom pra você. Vamos considerar o recheio mais tradicional, de carnes e calabresa, e vamos direto para uma assemblage entre as uvas Malbec e Sihá.

Da Austrália, a costelinha de porco ao molho barbecue é uma tradição, e a harmonização fica com os vinhos de Sihá com Cabernet, o corte típico da Austrália.

E, pra fechar as harmonizações do Novo Mundo, o nosso país, Brasil, com uma infinidade de pratos típicos. Mas eu escolhi a feijoada, descendente de tantas riquezas que os negros nos deixaram, como música, danças, costumes e a comida. Um prato de coloração negra e que mostra a melhor harmonização de contrastes. Casou super bem com o estilo de vinho que o Brasil é campeão: os transparentes, translúcidos, que borbulham na taça e dançam, subindo pra nos cumprimentar e mostrar os seus aromas. Feijoada combina super bem com espumante brasileiro, Brute.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija. E, se você quiser compartilhar as suas experiências, pode usar a hashtag música e vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HARMONIZAÇÃO DO NOVO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tem vinho que vira febre, moda e depois some do mercado. O Alto Las Ormigas, da Argentina, é um desses vinhos. Mais uma super revolução enológica e de marketing aconteceu, e o vinho está de volta. Agora assinada pelo enólogo Alberto Antonini.

A linha tem vinhos para o dia a dia e outras reservas mais elaborados. O Tinto Blend é uma boa sugestão, especialmente se você quer começar a experimentar outros argentinos que não sejam só Malbec.

O Blend Alto Las Ormigas tem 48% da uva Bonarda, 45% do clássico Malbec e 7% da uva branca Semilhão. Sabia disso? Que no meio de um vinho tinto pode-se usar uma parcela de uvas brancas só para equilibrar e dar leveza ao vinho. A coloração está na casca das uvas tintas, então não faz diferença.

Este vinho é fermentado em tanques de cimento. Tem aromas de frutas como framboesa e amoras, médio corpo, taninos sedosos. Um vinho todo certinho, inclusive no custo, perfeito para aperitivar, para levar e curtir com os amigos, para começar a descobrir novos sabores na Argentina, para curtir uma música, para namorar.

Sobre a fermentação em tanques de cimento, se você quer saber mais, dá uma olhadinha no site da Centro América FM, que você vai encontrar um músico e vinho sobre o assunto.

E você, está degustando a música? Compartilhe comigo usando a hashtag #musicavinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tem vinho que vira febre, moda e depois some do mercado. O Alto Las Ormigas, da Argentina, é um desses vinhos. Mais uma super revolução enológica e de marketing aconteceu, e o vinho está de volta. Agora assinada pelo enólogo Alberto Antonini.

A linha tem vinhos para o dia a dia e outras reservas mais elaborados. O Tinto Blend é uma boa sugestão, especialmente se você quer começar a experimentar outros argentinos que não sejam só Malbec.

O Blend Alto Las Ormigas tem 48% da uva Bonarda, 45% do clássico Malbec e 7% da uva branca Semilhão. Sabia disso? Que no meio de um vinho tinto pode-se usar uma parcela de uvas brancas só para equilibrar e dar leveza ao vinho. A coloração está na casca das uvas tintas, então não faz diferença.

Este vinho é fermentado em tanques de cimento. Tem aromas de frutas como framboesa e amoras, médio corpo, taninos sedosos. Um vinho todo certinho, inclusive no custo, perfeito para aperitivar, para levar e curtir com os amigos, para começar a descobrir novos sabores na Argentina, para curtir uma música, para namorar.

Sobre a fermentação em tanques de cimento, se você quer saber mais, dá uma olhadinha no site da Centro América FM, que você vai encontrar um músico e vinho sobre o assunto.

E você, está degustando a música? Compartilhe comigo usando a hashtag #musicavinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tem vinho que vira febre, moda e depois some do mercado. O Alto Las Ormigas, da Argentina, é um desses vinhos. Mais uma super revolução enológica e de marketing aconteceu, e o vinho está de volta. Agora assinada pelo enólogo Alberto Antonini.

A linha tem vinhos para o dia a dia e outras reservas mais elaborados. O Tinto Blend é uma boa sugestão, especialmente se você quer começar a experimentar outros argentinos que não sejam só Malbec.

O Blend Alto Las Ormigas tem 48% da uva Bonarda, 45% do clássico Malbec e 7% da uva branca Semilhão. Sabia disso? Que no meio de um vinho tinto pode-se usar uma parcela de uvas brancas só para equilibrar e dar leveza ao vinho. A coloração está na casca das uvas tintas, então não faz diferença.

Este vinho é fermentado em tanques de cimento. Tem aromas de frutas como framboesa e amoras, médio corpo, taninos sedosos. Um vinho todo certinho, inclusive no custo, perfeito para aperitivar, para levar e curtir com os amigos, para começar a descobrir novos sabores na Argentina, para curtir uma música, para namorar.

Sobre a fermentação em tanques de cimento, se você quer saber mais, dá uma olhadinha no site da Centro América FM, que você vai encontrar um músico e vinho sobre o assunto.

E você, está degustando a música? Compartilhe comigo usando a hashtag #musicavinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tem vinho que vira febre, moda e depois some do mercado. O Alto Las Ormigas, da Argentina, é um desses vinhos. Mais uma super revolução enológica e de marketing aconteceu, e o vinho está de volta. Agora assinada pelo enólogo Alberto Antonini.

A linha tem vinhos para o dia a dia e outras reservas mais elaborados. O Tinto Blend é uma boa sugestão, especialmente se você quer começar a experimentar outros argentinos que não sejam só Malbec.

O Blend Alto Las Ormigas tem 48% da uva Bonarda, 45% do clássico Malbec e 7% da uva branca Semilhão. Sabia disso? Que no meio de um vinho tinto pode-se usar uma parcela de uvas brancas só para equilibrar e dar leveza ao vinho. A coloração está na casca das uvas tintas, então não faz diferença.

Este vinho é fermentado em tanques de cimento. Tem aromas de frutas como framboesa e amoras, médio corpo, taninos sedosos. Um vinho todo certinho, inclusive no custo, perfeito para aperitivar, para levar e curtir com os amigos, para começar a descobrir novos sabores na Argentina, para curtir uma música, para namorar.

Sobre a fermentação em tanques de cimento, se você quer saber mais, dá uma olhadinha no site da Centro América FM, que você vai encontrar um músico e vinho sobre o assunto.

E você, está degustando a música? Compartilhe comigo usando a hashtag #musicavinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ ALTO LAS HORMIGAS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MEIOMI CHARDONNAY]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO SAUVIGNON BLANC CHILENO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[VINHO SASSOALLORO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE CASA VERRONE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Música e Vinho é só aqui, na Centro América FM. Uma ótima manhã para você!

Vamos falar sobre vinhos brasileiros. Degustei três vinhos brasileiros: o Aurora Procedências Rosé Brut, o Aurora Chardonnay, da região de Pinto Bandeira, e o Pequenas Partilhas Cabernet Franc.

São três vinhos diferentes, um espumante, um branco e um vinho tinto, de excelente renome em todo o território nacional. Vamos entender um pouquinho sobre esses três estilos de vinhos que fazem sucesso não só no Brasil, mas fora também, participando até de grandes premiações.

O Rosé Brut é elaborado com as uvas Pinot Noir, que é tinta, e Riesling Itálico, que é uma uva branca. Sem o contato com a casca da Pinot Noir, você tem um vinho branco. Neste caso, no Aurora Procedências Rosé Brut, o enólogo quis fazer um vinho rosado, por isso ele ganha a coloração bem delicada da uva Pinot Noir. É um vinho seco e de bom corpo, da região de Pinto Bandeira.

Você sabia que a região de Pinto Bandeira é considerada a melhor indicação de procedência para os melhores espumantes brasileiros? Isso quer dizer que ela tem uma certificação para a elaboração dos melhores espumantes do Brasil. Essa região é reconhecida como o melhor terroir, perfeito para uvas brancas com boa acidez, a maior característica de qualidade dos nossos espumantes.

Já o Chardonnay, também elaborado na região de Pinto Bandeira, é um chardonnay um pouquinho diferente. Ele não tem a nota frutada tão acentuada quanto a maioria dos vinhos da uva branca Chardonnay. Tem muita elegância e notas que lembram amêndoa e certa mineralidade. Já o apelidei de petit Chablis pela elegância e mineralidade, perfeito para nossos peixes de água doce regionais, mas aceita também frutos do mar.

Já o vinho tinto Pequenas Partilhas Cabernet Frank, elaborado com essa uva, a Cabernet Frank, já foi muito plantada no Brasil até a década de 70. A origem é francesa, no Vale do Loire, mas é uma das uvas permitidas na famosa região de Bordeaux. É mais perfumada, menos tânica e mais leve que a famosa Cabernet Sauvignon.

Agora, começa a aparecer sozinha. Antes, a Cabernet Frank aparecia só em pequenos cortes, ou assemblages, que são as misturas de uvas. No Brasil, as videiras de Cabernet Frank foram atacadas por fungos na década de 90, e as videiras foram replantadas. Agora, temos excelentes opções de vinhos tintos da uva Cabernet Frank pra gente aproveitar aqui no Brasil.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Música e Vinho é só aqui, na Centro América FM. Uma ótima manhã para você!

Vamos falar sobre vinhos brasileiros. Degustei três vinhos brasileiros: o Aurora Procedências Rosé Brut, o Aurora Chardonnay, da região de Pinto Bandeira, e o Pequenas Partilhas Cabernet Franc.

São três vinhos diferentes, um espumante, um branco e um vinho tinto, de excelente renome em todo o território nacional. Vamos entender um pouquinho sobre esses três estilos de vinhos que fazem sucesso não só no Brasil, mas fora também, participando até de grandes premiações.

O Rosé Brut é elaborado com as uvas Pinot Noir, que é tinta, e Riesling Itálico, que é uma uva branca. Sem o contato com a casca da Pinot Noir, você tem um vinho branco. Neste caso, no Aurora Procedências Rosé Brut, o enólogo quis fazer um vinho rosado, por isso ele ganha a coloração bem delicada da uva Pinot Noir. É um vinho seco e de bom corpo, da região de Pinto Bandeira.

Você sabia que a região de Pinto Bandeira é considerada a melhor indicação de procedência para os melhores espumantes brasileiros? Isso quer dizer que ela tem uma certificação para a elaboração dos melhores espumantes do Brasil. Essa região é reconhecida como o melhor terroir, perfeito para uvas brancas com boa acidez, a maior característica de qualidade dos nossos espumantes.

Já o Chardonnay, também elaborado na região de Pinto Bandeira, é um chardonnay um pouquinho diferente. Ele não tem a nota frutada tão acentuada quanto a maioria dos vinhos da uva branca Chardonnay. Tem muita elegância e notas que lembram amêndoa e certa mineralidade. Já o apelidei de petit Chablis pela elegância e mineralidade, perfeito para nossos peixes de água doce regionais, mas aceita também frutos do mar.

Já o vinho tinto Pequenas Partilhas Cabernet Frank, elaborado com essa uva, a Cabernet Frank, já foi muito plantada no Brasil até a década de 70. A origem é francesa, no Vale do Loire, mas é uma das uvas permitidas na famosa região de Bordeaux. É mais perfumada, menos tânica e mais leve que a famosa Cabernet Sauvignon.

Agora, começa a aparecer sozinha. Antes, a Cabernet Frank aparecia só em pequenos cortes, ou assemblages, que são as misturas de uvas. No Brasil, as videiras de Cabernet Frank foram atacadas por fungos na década de 90, e as videiras foram replantadas. Agora, temos excelentes opções de vinhos tintos da uva Cabernet Frank pra gente aproveitar aqui no Brasil.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Música e Vinho é só aqui, na Centro América FM. Uma ótima manhã para você!

Vamos falar sobre vinhos brasileiros. Degustei três vinhos brasileiros: o Aurora Procedências Rosé Brut, o Aurora Chardonnay, da região de Pinto Bandeira, e o Pequenas Partilhas Cabernet Franc.

São três vinhos diferentes, um espumante, um branco e um vinho tinto, de excelente renome em todo o território nacional. Vamos entender um pouquinho sobre esses três estilos de vinhos que fazem sucesso não só no Brasil, mas fora também, participando até de grandes premiações.

O Rosé Brut é elaborado com as uvas Pinot Noir, que é tinta, e Riesling Itálico, que é uma uva branca. Sem o contato com a casca da Pinot Noir, você tem um vinho branco. Neste caso, no Aurora Procedências Rosé Brut, o enólogo quis fazer um vinho rosado, por isso ele ganha a coloração bem delicada da uva Pinot Noir. É um vinho seco e de bom corpo, da região de Pinto Bandeira.

Você sabia que a região de Pinto Bandeira é considerada a melhor indicação de procedência para os melhores espumantes brasileiros? Isso quer dizer que ela tem uma certificação para a elaboração dos melhores espumantes do Brasil. Essa região é reconhecida como o melhor terroir, perfeito para uvas brancas com boa acidez, a maior característica de qualidade dos nossos espumantes.

Já o Chardonnay, também elaborado na região de Pinto Bandeira, é um chardonnay um pouquinho diferente. Ele não tem a nota frutada tão acentuada quanto a maioria dos vinhos da uva branca Chardonnay. Tem muita elegância e notas que lembram amêndoa e certa mineralidade. Já o apelidei de petit Chablis pela elegância e mineralidade, perfeito para nossos peixes de água doce regionais, mas aceita também frutos do mar.

Já o vinho tinto Pequenas Partilhas Cabernet Frank, elaborado com essa uva, a Cabernet Frank, já foi muito plantada no Brasil até a década de 70. A origem é francesa, no Vale do Loire, mas é uma das uvas permitidas na famosa região de Bordeaux. É mais perfumada, menos tânica e mais leve que a famosa Cabernet Sauvignon.

Agora, começa a aparecer sozinha. Antes, a Cabernet Frank aparecia só em pequenos cortes, ou assemblages, que são as misturas de uvas. No Brasil, as videiras de Cabernet Frank foram atacadas por fungos na década de 90, e as videiras foram replantadas. Agora, temos excelentes opções de vinhos tintos da uva Cabernet Frank pra gente aproveitar aqui no Brasil.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Música e Vinho é só aqui, na Centro América FM. Uma ótima manhã para você!

Vamos falar sobre vinhos brasileiros. Degustei três vinhos brasileiros: o Aurora Procedências Rosé Brut, o Aurora Chardonnay, da região de Pinto Bandeira, e o Pequenas Partilhas Cabernet Franc.

São três vinhos diferentes, um espumante, um branco e um vinho tinto, de excelente renome em todo o território nacional. Vamos entender um pouquinho sobre esses três estilos de vinhos que fazem sucesso não só no Brasil, mas fora também, participando até de grandes premiações.

O Rosé Brut é elaborado com as uvas Pinot Noir, que é tinta, e Riesling Itálico, que é uma uva branca. Sem o contato com a casca da Pinot Noir, você tem um vinho branco. Neste caso, no Aurora Procedências Rosé Brut, o enólogo quis fazer um vinho rosado, por isso ele ganha a coloração bem delicada da uva Pinot Noir. É um vinho seco e de bom corpo, da região de Pinto Bandeira.

Você sabia que a região de Pinto Bandeira é considerada a melhor indicação de procedência para os melhores espumantes brasileiros? Isso quer dizer que ela tem uma certificação para a elaboração dos melhores espumantes do Brasil. Essa região é reconhecida como o melhor terroir, perfeito para uvas brancas com boa acidez, a maior característica de qualidade dos nossos espumantes.

Já o Chardonnay, também elaborado na região de Pinto Bandeira, é um chardonnay um pouquinho diferente. Ele não tem a nota frutada tão acentuada quanto a maioria dos vinhos da uva branca Chardonnay. Tem muita elegância e notas que lembram amêndoa e certa mineralidade. Já o apelidei de petit Chablis pela elegância e mineralidade, perfeito para nossos peixes de água doce regionais, mas aceita também frutos do mar.

Já o vinho tinto Pequenas Partilhas Cabernet Frank, elaborado com essa uva, a Cabernet Frank, já foi muito plantada no Brasil até a década de 70. A origem é francesa, no Vale do Loire, mas é uma das uvas permitidas na famosa região de Bordeaux. É mais perfumada, menos tânica e mais leve que a famosa Cabernet Sauvignon.

Agora, começa a aparecer sozinha. Antes, a Cabernet Frank aparecia só em pequenos cortes, ou assemblages, que são as misturas de uvas. No Brasil, as videiras de Cabernet Frank foram atacadas por fungos na década de 90, e as videiras foram replantadas. Agora, temos excelentes opções de vinhos tintos da uva Cabernet Frank pra gente aproveitar aqui no Brasil.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS BRASILEIROS ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO VINSOBRES BERRINI]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[PÃO E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO MUSCADET]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COTE DE BEAUNE DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. A celebração do Natal é comemorada há 1.667 anos no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350 pelo Papa Júlio I e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal.

 A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século 3. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. 

É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a harmonização, a minha sugestão são os vinhos de médio corpo para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas por dia. No estoque se necessário. Os vinhos tintos como os douchetos, valpolicella e barbera são boas opções e pode ter também uma opção de vinho branco como a uva Sauvignon Blanc. 

A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para a sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adoça a sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. A celebração do Natal é comemorada há 1.667 anos no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350 pelo Papa Júlio I e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal.

 A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século 3. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. 

É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a harmonização, a minha sugestão são os vinhos de médio corpo para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas por dia. No estoque se necessário. Os vinhos tintos como os douchetos, valpolicella e barbera são boas opções e pode ter também uma opção de vinho branco como a uva Sauvignon Blanc. 

A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para a sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adoça a sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. A celebração do Natal é comemorada há 1.667 anos no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350 pelo Papa Júlio I e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal.

 A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século 3. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. 

É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a harmonização, a minha sugestão são os vinhos de médio corpo para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas por dia. No estoque se necessário. Os vinhos tintos como os douchetos, valpolicella e barbera são boas opções e pode ter também uma opção de vinho branco como a uva Sauvignon Blanc. 

A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para a sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adoça a sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[
Uma excelente manhã de Natal pra você, cheia de símbolos e significados. A celebração do Natal é comemorada há 1.667 anos no dia 25 de dezembro. A data foi criada pela Igreja Católica no ano 350 pelo Papa Júlio I e depois virou feriado. São vários os símbolos que acompanham a festa de Natal.

 A árvore tem o formato triangular, simbolizando a Santíssima Trindade. O Papai Noel, que traz os presentes, foi inspirado em São Nicolás, um bispo do século 3. As velas e toda a iluminação significa Jesus, a luz do mundo. O vinho não está nesta lista, mas não pode faltar no Natal. E ele tem a função social de entrelaçar os relacionamentos e a amizade. 

É uma boa opção, inclusive, para o seu presente de Natal. Para a harmonização, a minha sugestão são os vinhos de médio corpo para conseguir harmonizar com a fartura de pratos à mesa e agradar a todos. Reserve meia garrafa por pessoa, mas tenha mais umas três garrafas por dia. No estoque se necessário. Os vinhos tintos como os douchetos, valpolicella e barbera são boas opções e pode ter também uma opção de vinho branco como a uva Sauvignon Blanc. 

A acidez desses vinhos vai bem com os pratos mais gordurosos e quitar um espumante moscatel para a sua sobremesa. Servido bem gelado ao final, ele limpa o paladar e adoça a sua boca com suavidade, frescor e aromas encantadores. Um feliz Natal a todos os ouvintes, obrigada pela sua companhia de sempre e lembre-se de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NATAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CORTÊS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje, nossa taça de conhecimento sobre o maravilhoso mundo do vinho.

Hoje falaremos de um vinho nacional que encanta pelo equilíbrio e alta qualidade: o Reserva Alma Única Syrah.

A Vinícola Alma Única foi fundada em 2008, no Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul, distante da capital, Porto Alegre, cerca de 120 km. A vinícola é de propriedade de dois irmãos gêmeos, Magda e Márcio Brandelli.

Dentre uma gama de diversas propostas de vinhos, o Reserva Syrah se destaca pela qualidade e relação de custo-benefício. Um tinto de cor intensa, digna da casta Syrah, um vinho carnudo, bem intenso e com um final de boca longo.

Pimenta-preta, um certo chocolate, frutas escuras maduras, couro e defumado mostram a riqueza aromática deste vinho. A estrutura tânica deste Reserva Syrah é bem relevante, o que proporciona um tempo de guarda superior a 6 anos.

Um fator importante é o tempo de passagem por barricas. Acredite: são 20 meses, sendo 10 meses em barrica de carvalho americano e os outros 10 meses em carvalho francês. Que equilíbrio!

A temperatura ideal de serviço é entre 15 e 18 graus. Dessa forma, seus aromas prevalecerão.

Recomendo a harmonização com costela suína ao molho agridoce ou, até mesmo, um cordeiro assado com ervas aromáticas.

Uma notícia triste sobre a Vinícola Alma Única foi o falecimento de Márcio Brandelli, em 2020, um grande enólogo que, com certeza, será inesquecível, pois seus vinhos continuarão contando a sua história.

Tenho um grande amigo chamado Ivo, um apaixonado por vinhos e, principalmente, pelos vinhos da Alma Única, a quem fica o meu abraço.

E, se você, ouvinte, deseja sugerir um tema para o Música e Vinho, deixe lá no meu Instagram, @jonas.sommelier. Será um prazer!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SYRAH BRASILEIRO QUE MERECE UM LUGAR NA SUA TAÇA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO EL VINCULO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã pra você! Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon.

Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias, a temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paeja, com todas as suas nuances perfeitas, sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto, e a harmonização foi perfeita.

Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha. País. Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã pra você! Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon.

Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias, a temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paeja, com todas as suas nuances perfeitas, sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto, e a harmonização foi perfeita.

Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha. País. Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã pra você! Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon.

Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias, a temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paeja, com todas as suas nuances perfeitas, sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto, e a harmonização foi perfeita.

Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha. País. Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho, e uma ótima manhã pra você! Tem dias que a gente acerta tanto na harmonização que vale a pena compartilhar. Num dia de extremo calor, escolhi um rosé da Domínio de Punctum, uma vinícola espanhola orgânica e biodinâmica da região de Castilha. O rosé se chama 99 Rosas e é elaborado com 70% da uva Tempranilo e 30% de Cabernet Sauvignon.

Um vinho super leve, com maceração curta de apenas cinco dias, a temperatura bem baixa para preservar o frescor, apenas 7%. Harmonizei com um típico prato mediterrâneo: uma paeja, com todas as suas nuances perfeitas, sabor, apresentação, cheiro, textura, umidade, uma certa pimentinha, tempero no ponto, e a harmonização foi perfeita.

Escolha você também um bom rosé, se empolgue na cozinha. País. Dá-lhe rosés! Essa é a nova moda: Rosé Revolution.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO 99 ROSAS ROSÉ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2025 08:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No continente africano, a África do Sul é o destaque na produção de vinhos. Aqui, a Chardonnay reina entre as uvas brancas, e a Pinotage é a uva-bandeira tinta do país.

Os franceses têm grande influência no cultivo da região da Cidade do Cabo, e vários deles acabaram seguindo com a produção de vinho. Daí o motivo de tantas uvas de origem francesa, como a Cinzo, a Mouvèdre e as mais tradicionais, como Cabernet Sauvignon, Sihá e Merlot. A mistura de Pinot Noir e Cinzo originou a uva Pinotage.

Hoje encontramos boas barganhas e supervinhos tops na África do Sul, como o Raka Biography, 100% Sihá. Ele sai somente em safras especiais, como a de 2015. Toda a linha Raka de vinhos sul-africanos é super recomendada, como o Kinari, que tem destaque para a uva Petit Verdeux, e o Splice, de um sujeito. Super assemblage, com destaque para a uva muvedre.

Voltando ao Biography, que é 100% si-ra, ele tem coloração bem escura, aromas que lembram a meixa, pimenta preta, café e couro. Taninos supermacios e bem integrados, e um final superlongo.

Sem preconceito com os vinhos sul-africanos, fica mais uma sugestão para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No continente africano, a África do Sul é o destaque na produção de vinhos. Aqui, a Chardonnay reina entre as uvas brancas, e a Pinotage é a uva-bandeira tinta do país.

Os franceses têm grande influência no cultivo da região da Cidade do Cabo, e vários deles acabaram seguindo com a produção de vinho. Daí o motivo de tantas uvas de origem francesa, como a Cinzo, a Mouvèdre e as mais tradicionais, como Cabernet Sauvignon, Sihá e Merlot. A mistura de Pinot Noir e Cinzo originou a uva Pinotage.

Hoje encontramos boas barganhas e supervinhos tops na África do Sul, como o Raka Biography, 100% Sihá. Ele sai somente em safras especiais, como a de 2015. Toda a linha Raka de vinhos sul-africanos é super recomendada, como o Kinari, que tem destaque para a uva Petit Verdeux, e o Splice, de um sujeito. Super assemblage, com destaque para a uva muvedre.

Voltando ao Biography, que é 100% si-ra, ele tem coloração bem escura, aromas que lembram a meixa, pimenta preta, café e couro. Taninos supermacios e bem integrados, e um final superlongo.

Sem preconceito com os vinhos sul-africanos, fica mais uma sugestão para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No continente africano, a África do Sul é o destaque na produção de vinhos. Aqui, a Chardonnay reina entre as uvas brancas, e a Pinotage é a uva-bandeira tinta do país.

Os franceses têm grande influência no cultivo da região da Cidade do Cabo, e vários deles acabaram seguindo com a produção de vinho. Daí o motivo de tantas uvas de origem francesa, como a Cinzo, a Mouvèdre e as mais tradicionais, como Cabernet Sauvignon, Sihá e Merlot. A mistura de Pinot Noir e Cinzo originou a uva Pinotage.

Hoje encontramos boas barganhas e supervinhos tops na África do Sul, como o Raka Biography, 100% Sihá. Ele sai somente em safras especiais, como a de 2015. Toda a linha Raka de vinhos sul-africanos é super recomendada, como o Kinari, que tem destaque para a uva Petit Verdeux, e o Splice, de um sujeito. Super assemblage, com destaque para a uva muvedre.

Voltando ao Biography, que é 100% si-ra, ele tem coloração bem escura, aromas que lembram a meixa, pimenta preta, café e couro. Taninos supermacios e bem integrados, e um final superlongo.

Sem preconceito com os vinhos sul-africanos, fica mais uma sugestão para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No continente africano, a África do Sul é o destaque na produção de vinhos. Aqui, a Chardonnay reina entre as uvas brancas, e a Pinotage é a uva-bandeira tinta do país.

Os franceses têm grande influência no cultivo da região da Cidade do Cabo, e vários deles acabaram seguindo com a produção de vinho. Daí o motivo de tantas uvas de origem francesa, como a Cinzo, a Mouvèdre e as mais tradicionais, como Cabernet Sauvignon, Sihá e Merlot. A mistura de Pinot Noir e Cinzo originou a uva Pinotage.

Hoje encontramos boas barganhas e supervinhos tops na África do Sul, como o Raka Biography, 100% Sihá. Ele sai somente em safras especiais, como a de 2015. Toda a linha Raka de vinhos sul-africanos é super recomendada, como o Kinari, que tem destaque para a uva Petit Verdeux, e o Splice, de um sujeito. Super assemblage, com destaque para a uva muvedre.

Voltando ao Biography, que é 100% si-ra, ele tem coloração bem escura, aromas que lembram a meixa, pimenta preta, café e couro. Taninos supermacios e bem integrados, e um final superlongo.

Sem preconceito com os vinhos sul-africanos, fica mais uma sugestão para você degustar, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA CHARDONNAY]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO SÉPTIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CUVELIER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, daí espanta mesmo. Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos 120 reais, o Chateau Puicarpan de Bordeaux.

Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon. Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot, em vinhos tintos que vão de médio corpo a encorpados. A Cote du Castillon produz vinhos com certa rusticidade, que vai se afinando com o tempo.

Degustei o xatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet sauvignon, com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos. Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso soboá, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, daí espanta mesmo. Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos 120 reais, o Chateau Puicarpan de Bordeaux.

Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon. Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot, em vinhos tintos que vão de médio corpo a encorpados. A Cote du Castillon produz vinhos com certa rusticidade, que vai se afinando com o tempo.

Degustei o xatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet sauvignon, com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos. Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso soboá, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, daí espanta mesmo. Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos 120 reais, o Chateau Puicarpan de Bordeaux.

Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon. Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot, em vinhos tintos que vão de médio corpo a encorpados. A Cote du Castillon produz vinhos com certa rusticidade, que vai se afinando com o tempo.

Degustei o xatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet sauvignon, com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos. Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso soboá, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu tenho um amigo que gosta muito de vinhos, mas nunca conseguiu se entender com os bordôs tintos. Você também acha difícil? O fantasma dos bordôs é o preço, sempre apresentados como os vinhos mais caros do mundo, daí espanta mesmo. Degustei uma opção muito boa de custo justo, na faixa dos 120 reais, o Chateau Puicarpan de Bordeaux.

Bordeaux é uma região francesa de vinhos dividida em margem direita e margem esquerda. Na margem direita está a subregião de Saint-Emilion, de grandes vinhos da uva Merlot. E em Saint-Emilion há uma apelação, uma outra partezinha de terra dentro de Saint-Emilion, chamada de Cotes du Castillon. Ali produzem-se vinhos que usam a maior parcela da uva Merlot, em vinhos tintos que vão de médio corpo a encorpados. A Cote du Castillon produz vinhos com certa rusticidade, que vai se afinando com o tempo.

Degustei o xatopo e carpam, 80% da uva merlot e 20% de cabernet sauvignon, com passagem de 8 meses em madeira e 14% de álcool, então você pode guardar por uns 4 anos. Na boca, um perfeito equilíbrio entre madeira e fruta. Acidez na medida certa, taninos presentes, aromas que lembram a meixa seca, caça e o famoso soboá, aquele aroma de terra molhada bem típico nos tintos bordaleses.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHÂTEAU PUYCARPIN BORDEAUX]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO FRANCESCO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JOGO - MESTRE DOS VINHOS ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CLOS APALTA 2005]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO TITULOS VERDICCHIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O TAMANHO DA GARRAFA MUDA O VINHO?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O VINHO E SEUS DEUSES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Olá, ouvinte da Rádio Easy! Seja muito bem-vindo ao Música e Vinho de hoje.

Vamos à nossa taça de conhecimento do dia? Falaremos sobre o Eiswein, o vinho do gelo.

A origem desta proposta de vinho é alemã e foi ao acaso, acredite. Um viticultor alemão se ausentou do seu vinhedo e, ao regressar, as uvas estavam extremamente maduras e congeladas, pois era inverno rigoroso. Elas deveriam ter sido colhidas antes da chegada das temperaturas congelantes, entre menos 7 e menos 10 graus.

Para não perder a safra, resolveu vinificar e, ao esmagar as uvas congeladas, ocorreu a concentração natural dos cristais de água e do sumo mais denso e doce. Assim, a concentração do mosto fica extremamente doce e com níveis de acidez relevantes. E estes dois fatores deixam o vinho equilibrado no paladar, rico em aromas com expressões de frutas cítricas, mel e floral.

A fermentação deste vinho é lenta, podendo durar 5 meses.

Este vinho de congelamento natural é produzido na Alemanha e em outros países do norte europeu, como também na América do Norte, como o Canadá, onde a qualidade do vinho é sensacional e o volume de produção é considerável.

Como vimos, o processo de produção não é simples e rápido e, por estes fatores, o preço de uma garrafa reflete o custo de produção.

As uvas mais utilizadas são a Riesling, a Cabernet Franc, a Chenamblain e a Gewürztraminer.

Um vinho sensacional para finalizar a refeição ou até mesmo para acompanhar queijos curados e azuis.

Um brinde ao Música e Vinho. Um brinde ao vinho do gelo. E um brinde a você, ouvinte da Rádio Easy.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ICE WINE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro-América FM. Música e Vinho, uma ótima manhã para você.

Saint-Joseph — ou, traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua referência como santo no sul da França e acabou dando nome a uma das mais famosas apelações do Vale do Rhône: os vinhos Saint-Joseph.

Originalmente, essa apelação produzia apenas vinhos tintos elaborados com a uva Syrah, o que é uma verdadeira maravilha para os amantes dessa variedade. Em 1979, passou a ser permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussanne. Mesmo assim, os vinhos continuam intensos, com coloração profunda.

São vinhos muito aromáticos, com notas de frutas maduras, especiarias e toques de baunilha. Não se deve esperar de um Saint-Joseph nada menos que taninos suaves e sedosos, além de longa persistência em boca. Normalmente, são vinhos com excelente vocação gastronômica, ideais para acompanhar carnes de caça e queijos mais intensos.

Um dos produtores mais conhecidos dessa apelação é o famoso Guigal, cujos rótulos destacam muito bem cada denominação. Além das apelações Côtes du Rhône e Côte-Rôtie, que você talvez já tenha provado, que tal experimentar algo diferente? Fica a sugestão: Saint-Joseph.

Mais uma dica de vinho para você continuar explorando, aprendendo e se inspirando.
E eu quero saber: o que você está degustando hoje?
Compartilhe com a gente usando a hashtag #MúsicaEVinho nas redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro-América FM. Música e Vinho, uma ótima manhã para você.

Saint-Joseph — ou, traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua referência como santo no sul da França e acabou dando nome a uma das mais famosas apelações do Vale do Rhône: os vinhos Saint-Joseph.

Originalmente, essa apelação produzia apenas vinhos tintos elaborados com a uva Syrah, o que é uma verdadeira maravilha para os amantes dessa variedade. Em 1979, passou a ser permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussanne. Mesmo assim, os vinhos continuam intensos, com coloração profunda.

São vinhos muito aromáticos, com notas de frutas maduras, especiarias e toques de baunilha. Não se deve esperar de um Saint-Joseph nada menos que taninos suaves e sedosos, além de longa persistência em boca. Normalmente, são vinhos com excelente vocação gastronômica, ideais para acompanhar carnes de caça e queijos mais intensos.

Um dos produtores mais conhecidos dessa apelação é o famoso Guigal, cujos rótulos destacam muito bem cada denominação. Além das apelações Côtes du Rhône e Côte-Rôtie, que você talvez já tenha provado, que tal experimentar algo diferente? Fica a sugestão: Saint-Joseph.

Mais uma dica de vinho para você continuar explorando, aprendendo e se inspirando.
E eu quero saber: o que você está degustando hoje?
Compartilhe com a gente usando a hashtag #MúsicaEVinho nas redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro-América FM. Música e Vinho, uma ótima manhã para você.

Saint-Joseph — ou, traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua referência como santo no sul da França e acabou dando nome a uma das mais famosas apelações do Vale do Rhône: os vinhos Saint-Joseph.

Originalmente, essa apelação produzia apenas vinhos tintos elaborados com a uva Syrah, o que é uma verdadeira maravilha para os amantes dessa variedade. Em 1979, passou a ser permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussanne. Mesmo assim, os vinhos continuam intensos, com coloração profunda.

São vinhos muito aromáticos, com notas de frutas maduras, especiarias e toques de baunilha. Não se deve esperar de um Saint-Joseph nada menos que taninos suaves e sedosos, além de longa persistência em boca. Normalmente, são vinhos com excelente vocação gastronômica, ideais para acompanhar carnes de caça e queijos mais intensos.

Um dos produtores mais conhecidos dessa apelação é o famoso Guigal, cujos rótulos destacam muito bem cada denominação. Além das apelações Côtes du Rhône e Côte-Rôtie, que você talvez já tenha provado, que tal experimentar algo diferente? Fica a sugestão: Saint-Joseph.

Mais uma dica de vinho para você continuar explorando, aprendendo e se inspirando.
E eu quero saber: o que você está degustando hoje?
Compartilhe com a gente usando a hashtag #MúsicaEVinho nas redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro-América FM. Música e Vinho, uma ótima manhã para você.

Saint-Joseph — ou, traduzindo, São José, o esposo de Maria, teve sua referência como santo no sul da França e acabou dando nome a uma das mais famosas apelações do Vale do Rhône: os vinhos Saint-Joseph.

Originalmente, essa apelação produzia apenas vinhos tintos elaborados com a uva Syrah, o que é uma verdadeira maravilha para os amantes dessa variedade. Em 1979, passou a ser permitida a introdução de até 10% de uvas brancas, como Marsanne e Roussanne. Mesmo assim, os vinhos continuam intensos, com coloração profunda.

São vinhos muito aromáticos, com notas de frutas maduras, especiarias e toques de baunilha. Não se deve esperar de um Saint-Joseph nada menos que taninos suaves e sedosos, além de longa persistência em boca. Normalmente, são vinhos com excelente vocação gastronômica, ideais para acompanhar carnes de caça e queijos mais intensos.

Um dos produtores mais conhecidos dessa apelação é o famoso Guigal, cujos rótulos destacam muito bem cada denominação. Além das apelações Côtes du Rhône e Côte-Rôtie, que você talvez já tenha provado, que tal experimentar algo diferente? Fica a sugestão: Saint-Joseph.

Mais uma dica de vinho para você continuar explorando, aprendendo e se inspirando.
E eu quero saber: o que você está degustando hoje?
Compartilhe com a gente usando a hashtag #MúsicaEVinho nas redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SAINT JOSEPH]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MONTEPULCIANO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO NA HISTÓRIA DE JERUSALÉM ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO CHAMBOLLE ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO TERROIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BOM É VINHO ENVELHECIDO?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PARIS SANS EIFFEL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você ama vinhos e ama viajar, vamos unir o útil ao agradável. Programe todo o seu roteiro em função de vinícolas, museus e wine bars pelo mundo.

De Roma a Sicília dá para fazer em 10 dias. Começando por Roma, na região dos famosos Frascati: vinhos brancos feitos de Malvasia, Trebbiano e a uva Greco.

Com passeios aos famosos pontos turísticos de Roma, passando por vários roteiros gastronômicos e enogastronômicos, misturando vinho e comida, e visita à vinícola Pallavicini.

De Roma para Catânia, na ilha da Sicília, onde você pode visitar a vinícola Benanti e curtir o wine bar Wine & Charm à noite.

De Catânia para a cidade de Siracusa, visita-se a azienda agrícola Pupillo.

De Siracusa para a cidade de Agrigento, visita-se a vinícola Feudo Principi di Butera.

De Butera, em seguida Palermo, para conhecer a vinícola Cusumano e a Alessandro di Camporeale.

Um roteiro para se degustar os vinhos do Lazio, em Roma, são os famosos Frascati: dos leves aos encorpados, dos secos aos vinhos de sobremesa. E os vinhos da região da Sicília, com uvas como Nero d’Avola, Nerello Mascalese e até os fortificados vinhos Marsala.

Mais uma sugestão de enoturismo para você viajar e curtir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você ama vinhos e ama viajar, vamos unir o útil ao agradável. Programe todo o seu roteiro em função de vinícolas, museus e wine bars pelo mundo.

De Roma a Sicília dá para fazer em 10 dias. Começando por Roma, na região dos famosos Frascati: vinhos brancos feitos de Malvasia, Trebbiano e a uva Greco.

Com passeios aos famosos pontos turísticos de Roma, passando por vários roteiros gastronômicos e enogastronômicos, misturando vinho e comida, e visita à vinícola Pallavicini.

De Roma para Catânia, na ilha da Sicília, onde você pode visitar a vinícola Benanti e curtir o wine bar Wine & Charm à noite.

De Catânia para a cidade de Siracusa, visita-se a azienda agrícola Pupillo.

De Siracusa para a cidade de Agrigento, visita-se a vinícola Feudo Principi di Butera.

De Butera, em seguida Palermo, para conhecer a vinícola Cusumano e a Alessandro di Camporeale.

Um roteiro para se degustar os vinhos do Lazio, em Roma, são os famosos Frascati: dos leves aos encorpados, dos secos aos vinhos de sobremesa. E os vinhos da região da Sicília, com uvas como Nero d’Avola, Nerello Mascalese e até os fortificados vinhos Marsala.

Mais uma sugestão de enoturismo para você viajar e curtir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você ama vinhos e ama viajar, vamos unir o útil ao agradável. Programe todo o seu roteiro em função de vinícolas, museus e wine bars pelo mundo.

De Roma a Sicília dá para fazer em 10 dias. Começando por Roma, na região dos famosos Frascati: vinhos brancos feitos de Malvasia, Trebbiano e a uva Greco.

Com passeios aos famosos pontos turísticos de Roma, passando por vários roteiros gastronômicos e enogastronômicos, misturando vinho e comida, e visita à vinícola Pallavicini.

De Roma para Catânia, na ilha da Sicília, onde você pode visitar a vinícola Benanti e curtir o wine bar Wine & Charm à noite.

De Catânia para a cidade de Siracusa, visita-se a azienda agrícola Pupillo.

De Siracusa para a cidade de Agrigento, visita-se a vinícola Feudo Principi di Butera.

De Butera, em seguida Palermo, para conhecer a vinícola Cusumano e a Alessandro di Camporeale.

Um roteiro para se degustar os vinhos do Lazio, em Roma, são os famosos Frascati: dos leves aos encorpados, dos secos aos vinhos de sobremesa. E os vinhos da região da Sicília, com uvas como Nero d’Avola, Nerello Mascalese e até os fortificados vinhos Marsala.

Mais uma sugestão de enoturismo para você viajar e curtir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você ama vinhos e ama viajar, vamos unir o útil ao agradável. Programe todo o seu roteiro em função de vinícolas, museus e wine bars pelo mundo.

De Roma a Sicília dá para fazer em 10 dias. Começando por Roma, na região dos famosos Frascati: vinhos brancos feitos de Malvasia, Trebbiano e a uva Greco.

Com passeios aos famosos pontos turísticos de Roma, passando por vários roteiros gastronômicos e enogastronômicos, misturando vinho e comida, e visita à vinícola Pallavicini.

De Roma para Catânia, na ilha da Sicília, onde você pode visitar a vinícola Benanti e curtir o wine bar Wine & Charm à noite.

De Catânia para a cidade de Siracusa, visita-se a azienda agrícola Pupillo.

De Siracusa para a cidade de Agrigento, visita-se a vinícola Feudo Principi di Butera.

De Butera, em seguida Palermo, para conhecer a vinícola Cusumano e a Alessandro di Camporeale.

Um roteiro para se degustar os vinhos do Lazio, em Roma, são os famosos Frascati: dos leves aos encorpados, dos secos aos vinhos de sobremesa. E os vinhos da região da Sicília, com uvas como Nero d’Avola, Nerello Mascalese e até os fortificados vinhos Marsala.

Mais uma sugestão de enoturismo para você viajar e curtir. Lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS E VIAGENS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ uma excelente manhã para você que me faz companhia aqui no Musica e Vinho.

Na hora de planejar a sua adega personalizada, pequenas adegas prontas ou até um espaço adega em casa, é legal pensar em diferentes formatos de nichos. Uma adega fica bem mais adaptada se houver coméias para guardar os seus vinhos deitados. E se o tamanho das coméias respeitar e tiver as medidas para todos os formatos de garrafa, sejam borgoesas ou bordalesas, é legal ter gavetas para acessórios, uma bancada ou um aparador para abrir a garrafa, decantar um vinho.

Você pode criar prateleiras para guardar alguns vinhos em pé, como garrafas de vinho do porto e espumantes, para decorar. Acho muito lindo expositores em que as garrafas ficam inclinadas e você pode expor seus rótulos mais tops e valorizar a sua adega.

E se você tem alguns vinhos com estoque maior, se comprou caixa feta. Fechada, se tem hábito para servir em festas, é bom ter armários com espaços mais amplos na sua adega para guardar os vinhos na própria caixa. Se for caixa de madeira, já deixa à vista, caixas de madeira deixam a sua adega mais charmosa.

E lembre-se que a temperatura da adega é de armazenamento para conservar a qualidade dos seus vinhos, mas você vai precisar ajustar a temperatura de serviço a cada vinho antes de beber. Espumantes brancos e rosés mais gelados, tintos mais leves refrescados e tintos mais encorpados entre 16 e 18 graus.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ uma excelente manhã para você que me faz companhia aqui no Musica e Vinho.

Na hora de planejar a sua adega personalizada, pequenas adegas prontas ou até um espaço adega em casa, é legal pensar em diferentes formatos de nichos. Uma adega fica bem mais adaptada se houver coméias para guardar os seus vinhos deitados. E se o tamanho das coméias respeitar e tiver as medidas para todos os formatos de garrafa, sejam borgoesas ou bordalesas, é legal ter gavetas para acessórios, uma bancada ou um aparador para abrir a garrafa, decantar um vinho.

Você pode criar prateleiras para guardar alguns vinhos em pé, como garrafas de vinho do porto e espumantes, para decorar. Acho muito lindo expositores em que as garrafas ficam inclinadas e você pode expor seus rótulos mais tops e valorizar a sua adega.

E se você tem alguns vinhos com estoque maior, se comprou caixa feta. Fechada, se tem hábito para servir em festas, é bom ter armários com espaços mais amplos na sua adega para guardar os vinhos na própria caixa. Se for caixa de madeira, já deixa à vista, caixas de madeira deixam a sua adega mais charmosa.

E lembre-se que a temperatura da adega é de armazenamento para conservar a qualidade dos seus vinhos, mas você vai precisar ajustar a temperatura de serviço a cada vinho antes de beber. Espumantes brancos e rosés mais gelados, tintos mais leves refrescados e tintos mais encorpados entre 16 e 18 graus.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ uma excelente manhã para você que me faz companhia aqui no Musica e Vinho.

Na hora de planejar a sua adega personalizada, pequenas adegas prontas ou até um espaço adega em casa, é legal pensar em diferentes formatos de nichos. Uma adega fica bem mais adaptada se houver coméias para guardar os seus vinhos deitados. E se o tamanho das coméias respeitar e tiver as medidas para todos os formatos de garrafa, sejam borgoesas ou bordalesas, é legal ter gavetas para acessórios, uma bancada ou um aparador para abrir a garrafa, decantar um vinho.

Você pode criar prateleiras para guardar alguns vinhos em pé, como garrafas de vinho do porto e espumantes, para decorar. Acho muito lindo expositores em que as garrafas ficam inclinadas e você pode expor seus rótulos mais tops e valorizar a sua adega.

E se você tem alguns vinhos com estoque maior, se comprou caixa feta. Fechada, se tem hábito para servir em festas, é bom ter armários com espaços mais amplos na sua adega para guardar os vinhos na própria caixa. Se for caixa de madeira, já deixa à vista, caixas de madeira deixam a sua adega mais charmosa.

E lembre-se que a temperatura da adega é de armazenamento para conservar a qualidade dos seus vinhos, mas você vai precisar ajustar a temperatura de serviço a cada vinho antes de beber. Espumantes brancos e rosés mais gelados, tintos mais leves refrescados e tintos mais encorpados entre 16 e 18 graus.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ uma excelente manhã para você que me faz companhia aqui no Musica e Vinho.

Na hora de planejar a sua adega personalizada, pequenas adegas prontas ou até um espaço adega em casa, é legal pensar em diferentes formatos de nichos. Uma adega fica bem mais adaptada se houver coméias para guardar os seus vinhos deitados. E se o tamanho das coméias respeitar e tiver as medidas para todos os formatos de garrafa, sejam borgoesas ou bordalesas, é legal ter gavetas para acessórios, uma bancada ou um aparador para abrir a garrafa, decantar um vinho.

Você pode criar prateleiras para guardar alguns vinhos em pé, como garrafas de vinho do porto e espumantes, para decorar. Acho muito lindo expositores em que as garrafas ficam inclinadas e você pode expor seus rótulos mais tops e valorizar a sua adega.

E se você tem alguns vinhos com estoque maior, se comprou caixa feta. Fechada, se tem hábito para servir em festas, é bom ter armários com espaços mais amplos na sua adega para guardar os vinhos na própria caixa. Se for caixa de madeira, já deixa à vista, caixas de madeira deixam a sua adega mais charmosa.

E lembre-se que a temperatura da adega é de armazenamento para conservar a qualidade dos seus vinhos, mas você vai precisar ajustar a temperatura de serviço a cada vinho antes de beber. Espumantes brancos e rosés mais gelados, tintos mais leves refrescados e tintos mais encorpados entre 16 e 18 graus.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERSONALIZAÇÃO DE ADEGA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FERMENTAÇÃO EM CONCRETO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Aqui tem sempre um novo vinho para você descobrir. Uma ótima manhã para você. Uma das propriedades de família Perran, a maior referência dos vinhos do Rony, fica no Rony Norte e se chama Ameson Alexandran. Ameson é o resultado da Join Ventry de um trio cheio de referências com a vitivinicultura do Rony. São eles: Nicolás Jaboyer, Guilherme Sorrell e Alexandre Cassio.

Para a gente se situar melhor: o Rony Sul é cheio de assemblages, e a Grenache é a uva principal; e no Rony Norte predomina a branca Vionier e a tinta Syrah. Normalmente os vinhos do Rony Norte são mais opulentos, intensos, como os estilos Saint Joseph de Alexandran, Crozermitage de Alexandran e o branco Contrier de Alexandran.

Mas Ameson Alexandran fez um vinho com tampa de rosca, mais simples e delicioso. É o Le Cabanon Syrah, com 90% de aquecimento, 5% da uva-cirrá e 5% da branca-vionier. O processo de elaboração do vinho foi com fermentação a frio, para manter as cerejas e a violeta. Sem passagem em madeira, a vionier dá um frescor e uma leveza ao cirrá que, inclusive, você pode refrescar um pouco mais. Um vinho para se beber jovem.

Degustei no calor e ele não trouxe a sensação de peso do álcool. Harmonizei com picadinho, farofa e ovo. A pimenta negra que aparece no cirrá dá o toque, o tempero, a deliciosa harmonização.

Bom lê cabanon para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Aqui tem sempre um novo vinho para você descobrir. Uma ótima manhã para você. Uma das propriedades de família Perran, a maior referência dos vinhos do Rony, fica no Rony Norte e se chama Ameson Alexandran. Ameson é o resultado da Join Ventry de um trio cheio de referências com a vitivinicultura do Rony. São eles: Nicolás Jaboyer, Guilherme Sorrell e Alexandre Cassio.

Para a gente se situar melhor: o Rony Sul é cheio de assemblages, e a Grenache é a uva principal; e no Rony Norte predomina a branca Vionier e a tinta Syrah. Normalmente os vinhos do Rony Norte são mais opulentos, intensos, como os estilos Saint Joseph de Alexandran, Crozermitage de Alexandran e o branco Contrier de Alexandran.

Mas Ameson Alexandran fez um vinho com tampa de rosca, mais simples e delicioso. É o Le Cabanon Syrah, com 90% de aquecimento, 5% da uva-cirrá e 5% da branca-vionier. O processo de elaboração do vinho foi com fermentação a frio, para manter as cerejas e a violeta. Sem passagem em madeira, a vionier dá um frescor e uma leveza ao cirrá que, inclusive, você pode refrescar um pouco mais. Um vinho para se beber jovem.

Degustei no calor e ele não trouxe a sensação de peso do álcool. Harmonizei com picadinho, farofa e ovo. A pimenta negra que aparece no cirrá dá o toque, o tempero, a deliciosa harmonização.

Bom lê cabanon para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Aqui tem sempre um novo vinho para você descobrir. Uma ótima manhã para você. Uma das propriedades de família Perran, a maior referência dos vinhos do Rony, fica no Rony Norte e se chama Ameson Alexandran. Ameson é o resultado da Join Ventry de um trio cheio de referências com a vitivinicultura do Rony. São eles: Nicolás Jaboyer, Guilherme Sorrell e Alexandre Cassio.

Para a gente se situar melhor: o Rony Sul é cheio de assemblages, e a Grenache é a uva principal; e no Rony Norte predomina a branca Vionier e a tinta Syrah. Normalmente os vinhos do Rony Norte são mais opulentos, intensos, como os estilos Saint Joseph de Alexandran, Crozermitage de Alexandran e o branco Contrier de Alexandran.

Mas Ameson Alexandran fez um vinho com tampa de rosca, mais simples e delicioso. É o Le Cabanon Syrah, com 90% de aquecimento, 5% da uva-cirrá e 5% da branca-vionier. O processo de elaboração do vinho foi com fermentação a frio, para manter as cerejas e a violeta. Sem passagem em madeira, a vionier dá um frescor e uma leveza ao cirrá que, inclusive, você pode refrescar um pouco mais. Um vinho para se beber jovem.

Degustei no calor e ele não trouxe a sensação de peso do álcool. Harmonizei com picadinho, farofa e ovo. A pimenta negra que aparece no cirrá dá o toque, o tempero, a deliciosa harmonização.

Bom lê cabanon para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Aqui tem sempre um novo vinho para você descobrir. Uma ótima manhã para você. Uma das propriedades de família Perran, a maior referência dos vinhos do Rony, fica no Rony Norte e se chama Ameson Alexandran. Ameson é o resultado da Join Ventry de um trio cheio de referências com a vitivinicultura do Rony. São eles: Nicolás Jaboyer, Guilherme Sorrell e Alexandre Cassio.

Para a gente se situar melhor: o Rony Sul é cheio de assemblages, e a Grenache é a uva principal; e no Rony Norte predomina a branca Vionier e a tinta Syrah. Normalmente os vinhos do Rony Norte são mais opulentos, intensos, como os estilos Saint Joseph de Alexandran, Crozermitage de Alexandran e o branco Contrier de Alexandran.

Mas Ameson Alexandran fez um vinho com tampa de rosca, mais simples e delicioso. É o Le Cabanon Syrah, com 90% de aquecimento, 5% da uva-cirrá e 5% da branca-vionier. O processo de elaboração do vinho foi com fermentação a frio, para manter as cerejas e a violeta. Sem passagem em madeira, a vionier dá um frescor e uma leveza ao cirrá que, inclusive, você pode refrescar um pouco mais. Um vinho para se beber jovem.

Degustei no calor e ele não trouxe a sensação de peso do álcool. Harmonizei com picadinho, farofa e ovo. A pimenta negra que aparece no cirrá dá o toque, o tempero, a deliciosa harmonização.

Bom lê cabanon para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ LÊ CABANON SYRAH]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente. Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talenti.

Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno. A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes são destinados ao vinho. As uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícula Talente é famosa pelos seus Brunelos, pelos Rostos, pela grapa de Brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Tuscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor ,seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente. Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talenti.

Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno. A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes são destinados ao vinho. As uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícula Talente é famosa pelos seus Brunelos, pelos Rostos, pela grapa de Brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Tuscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor ,seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente. Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talenti.

Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno. A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes são destinados ao vinho. As uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícula Talente é famosa pelos seus Brunelos, pelos Rostos, pela grapa de Brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Tuscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor ,seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde? Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre. Pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talente. Eu sei que eu já falei sobre esse vinho no Music Vinho, mas sempre tem novas impressões, novos contextos, como a história da vinícula Talenti.

Achei que era uma vinícula super tradicional, mas não. A vinícula foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho, 1980 é super moderno. A vinícula é familiar e tem uma construção em pedra muito linda no povoado de San Angelo di Coli, um povoado de mais ou menos 1300 habitantes, minúsculo.

Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes são destinados ao vinho. As uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talente, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícula Talente é famosa pelos seus Brunelos, pelos Rostos, pela grapa de Brunelo e também pelos azeites.

Para você ver como o gosto não se discute, naquela noite ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, um vinho cultivado na Tuscana por um super produtor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se achava algum motivo para eu gostar tanto e a turma não gostar do vinho. Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos, mas tem gente que não gosta.

Já veio à minha mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e acompanhado de pão de alho com mais ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo? Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro verde. Quanto mais herbáceo, melhor ,seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão: Zirlo Talente.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCULA TALENTI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO TERROIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO JEMA CORVINA VERONESE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO JEREZ ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nossa, que vinho bom, muito bom, excelente, delicioso. Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo. Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz. As etapas são visual, aromática e gusta ativa. Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou opacidade da cor, os reflexos e mudanças de tonalidade da cor e a famosa lágrima do vinho. O quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações. Um vinho da uva Chardonnay com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença. Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos e, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a #músicaevinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nossa, que vinho bom, muito bom, excelente, delicioso. Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo. Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz. As etapas são visual, aromática e gusta ativa. Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou opacidade da cor, os reflexos e mudanças de tonalidade da cor e a famosa lágrima do vinho. O quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações. Um vinho da uva Chardonnay com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença. Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos e, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a #músicaevinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nossa, que vinho bom, muito bom, excelente, delicioso. Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo. Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz. As etapas são visual, aromática e gusta ativa. Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou opacidade da cor, os reflexos e mudanças de tonalidade da cor e a famosa lágrima do vinho. O quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações. Um vinho da uva Chardonnay com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença. Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos e, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a #músicaevinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nossa, que vinho bom, muito bom, excelente, delicioso. Quando a gente começa a beber vinhos e ainda não consegue descrever o que sentimos, é assim mesmo, mas já é o primeiro passo. Vinho é assim: vivo, evolui, melhora, muda, amadurece, trava a língua, saliva, esquenta, refresca, oxida, envelhece e até explode, como os espumantes. Tudo é possível.

O exercício da degustação é gostoso, divertido e vai te levar a esse caminho de entender cada sensação que o vinho te traz. As etapas são visual, aromática e gusta ativa. Primeiro, sirva um terço da taça e observe a coloração. Vinhos brancos ganham cor com a idade e vinhos tintos perdem coloração. Você ainda pode analisar o brilho ou opacidade da cor, os reflexos e mudanças de tonalidade da cor e a famosa lágrima do vinho. O quanto mais rápido escorrer o líquido, menos alcoólico é o vinho.

Só é possível entender essas variações de coloração se colocar estilos diferentes nas taças, uma ao lado da outra. Assim, você vai ampliar seu conhecimento fazendo comparações. Um vinho da uva Chardonnay com barricas, ao lado de um Sauvignon Blanc jovem, tem grande diferença. Já os vinhos brancos, dentro das garrafas, nas prateleiras ou ainda na adega, às vezes você pode confundir com o vinho tinto, porque parece tudo igual.

Exercícios como este são bem divertidos e, se você também já fez essa degustação, lembre-se de compartilhar conosco usando a #músicaevinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DEGUSTAÇÃO]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/easy99-cuiaba/podcast-178536412/episodes/678814-MUSICA%20E%20VINHO%20-%20QUINTA%20-%2029012026.mp3" type="audio/mpeg" length="407722"/>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinanoir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinanoir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinanoir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinanoir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinanoir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinanoir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A uva Sauvignon Blanc é consagrada em países como a Nova Zelândia, assim como a tinta Pinanoir. Essas são as duas uvas principais de destaque do país Nova Zelândia. A Nova Zelândia é um país bem pequeno, mas com um grande número de regiões vinícolas. São 12 no total. 42% da área plantada é da uva branca Sauvignon Blanc. São mais de 500 vinícolas no país, e elas abastecem um consumo que está dividido: 50% para consumo próprio e 50% para exportação. Bom isso, né?

A maioria das vinícolas está localizada no lado leste da ilha, onde estão mais protegidas das grandes chuvas das montanhas do oeste e beneficiadas pelo sol e pela brisa fresca do litoral leste. As uvas não escondem a característica principal dos vinhos da Nova Zelândia, que são finesa e elegância: Sauvignon Blanc e Pinanoir. Os vinhos da uva Sauvignon Blanc são frutados e elegantes, e os Pinot Noir, mais intensos e concentrados que os vinhos da Borgonha.

Degustei o Kaffir Sauvignon Blanc, super frutado, cítrico e com um leve mineral, para acompanhar frutos do mar. Degustei também o Silene Pinot Noir, de frutas maduras e uma seda ao paladar. E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA SOUVIGNON BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[LEITURA E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MARTINET BRU]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho!
E que tal falar um pouquinho sobre o papel do sommelier?

Eu já acompanho o mercado de restauração, como dizemos, o mercado de restaurantes, há muitos anos. Já vi várias fases de serviço. Peguei desde o mais clássico, quando o maître era quase um semideus no salão. Era inaceitável qualquer erro, e essa rigidez seguia para o atendimento duro e robótico dos garçons e também do sommelier.

Há pouco tempo, mais ou menos uns dez anos atrás, os consumidores descobriram a figura do sommelier, e ele era muito requisitado. Havia pouca informação disponível no mercado, por isso precisava da orientação do sommelier.

Atender uma mesa poderia levar tempo, porque era preciso conversar muito até entender o gosto do cliente e as suas preferências, até sugerir o melhor vinho.

Hoje, o acesso à informação é muito simples, normalmente, o cliente sabe o que quer. O sommelier passa, então, para uma nova fase: cada vez mais, gerenciar estoque, fazer boas compras, promover eventos, orientar a escolha quando solicitado e cuidar dos serviços sem dar aulas.

Ouvir o cliente quanto às suas preferências de temperatura, decantação e harmonizações.

Eu já achei o meu caminho: compartilhar aqui, no Música e Vinho, com vocês, e também nas minhas redes sociais, a vida de sommelier.

Lembre-se sempre: mantenha a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho!
E que tal falar um pouquinho sobre o papel do sommelier?

Eu já acompanho o mercado de restauração, como dizemos, o mercado de restaurantes, há muitos anos. Já vi várias fases de serviço. Peguei desde o mais clássico, quando o maître era quase um semideus no salão. Era inaceitável qualquer erro, e essa rigidez seguia para o atendimento duro e robótico dos garçons e também do sommelier.

Há pouco tempo, mais ou menos uns dez anos atrás, os consumidores descobriram a figura do sommelier, e ele era muito requisitado. Havia pouca informação disponível no mercado, por isso precisava da orientação do sommelier.

Atender uma mesa poderia levar tempo, porque era preciso conversar muito até entender o gosto do cliente e as suas preferências, até sugerir o melhor vinho.

Hoje, o acesso à informação é muito simples, normalmente, o cliente sabe o que quer. O sommelier passa, então, para uma nova fase: cada vez mais, gerenciar estoque, fazer boas compras, promover eventos, orientar a escolha quando solicitado e cuidar dos serviços sem dar aulas.

Ouvir o cliente quanto às suas preferências de temperatura, decantação e harmonizações.

Eu já achei o meu caminho: compartilhar aqui, no Música e Vinho, com vocês, e também nas minhas redes sociais, a vida de sommelier.

Lembre-se sempre: mantenha a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho!
E que tal falar um pouquinho sobre o papel do sommelier?

Eu já acompanho o mercado de restauração, como dizemos, o mercado de restaurantes, há muitos anos. Já vi várias fases de serviço. Peguei desde o mais clássico, quando o maître era quase um semideus no salão. Era inaceitável qualquer erro, e essa rigidez seguia para o atendimento duro e robótico dos garçons e também do sommelier.

Há pouco tempo, mais ou menos uns dez anos atrás, os consumidores descobriram a figura do sommelier, e ele era muito requisitado. Havia pouca informação disponível no mercado, por isso precisava da orientação do sommelier.

Atender uma mesa poderia levar tempo, porque era preciso conversar muito até entender o gosto do cliente e as suas preferências, até sugerir o melhor vinho.

Hoje, o acesso à informação é muito simples, normalmente, o cliente sabe o que quer. O sommelier passa, então, para uma nova fase: cada vez mais, gerenciar estoque, fazer boas compras, promover eventos, orientar a escolha quando solicitado e cuidar dos serviços sem dar aulas.

Ouvir o cliente quanto às suas preferências de temperatura, decantação e harmonizações.

Eu já achei o meu caminho: compartilhar aqui, no Música e Vinho, com vocês, e também nas minhas redes sociais, a vida de sommelier.

Lembre-se sempre: mantenha a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você que curte o Música e Vinho!
E que tal falar um pouquinho sobre o papel do sommelier?

Eu já acompanho o mercado de restauração, como dizemos, o mercado de restaurantes, há muitos anos. Já vi várias fases de serviço. Peguei desde o mais clássico, quando o maître era quase um semideus no salão. Era inaceitável qualquer erro, e essa rigidez seguia para o atendimento duro e robótico dos garçons e também do sommelier.

Há pouco tempo, mais ou menos uns dez anos atrás, os consumidores descobriram a figura do sommelier, e ele era muito requisitado. Havia pouca informação disponível no mercado, por isso precisava da orientação do sommelier.

Atender uma mesa poderia levar tempo, porque era preciso conversar muito até entender o gosto do cliente e as suas preferências, até sugerir o melhor vinho.

Hoje, o acesso à informação é muito simples, normalmente, o cliente sabe o que quer. O sommelier passa, então, para uma nova fase: cada vez mais, gerenciar estoque, fazer boas compras, promover eventos, orientar a escolha quando solicitado e cuidar dos serviços sem dar aulas.

Ouvir o cliente quanto às suas preferências de temperatura, decantação e harmonizações.

Eu já achei o meu caminho: compartilhar aqui, no Música e Vinho, com vocês, e também nas minhas redes sociais, a vida de sommelier.

Lembre-se sempre: mantenha a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUNÇÃO DO SOMMELIER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você, sintonizado na Centro América FM!

Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia: Rioja Red Blend. É o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranillo.

Além da tempranillo, esse corte tem também garnacha, mazuelo e graciano. A base é a tempranillo, com sua variedade de sabores e aromas que vão das frutas vermelhas, como morango e cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas.

A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A mazuelo, também conhecida como carignan, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. Já a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranillo!

O Promesa Crianza é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrada não só na Espanha, mas também na Califórnia e na Austrália.

Eu entendi esse estilo como um corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unem Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, elas formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo.

O corte do Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e na Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado.

Por enquanto, a minha sugestão é o Promesa Crianza.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você, sintonizado na Centro América FM!

Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia: Rioja Red Blend. É o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranillo.

Além da tempranillo, esse corte tem também garnacha, mazuelo e graciano. A base é a tempranillo, com sua variedade de sabores e aromas que vão das frutas vermelhas, como morango e cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas.

A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A mazuelo, também conhecida como carignan, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. Já a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranillo!

O Promesa Crianza é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrada não só na Espanha, mas também na Califórnia e na Austrália.

Eu entendi esse estilo como um corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unem Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, elas formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo.

O corte do Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e na Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado.

Por enquanto, a minha sugestão é o Promesa Crianza.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você, sintonizado na Centro América FM!

Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia: Rioja Red Blend. É o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranillo.

Além da tempranillo, esse corte tem também garnacha, mazuelo e graciano. A base é a tempranillo, com sua variedade de sabores e aromas que vão das frutas vermelhas, como morango e cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas.

A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A mazuelo, também conhecida como carignan, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. Já a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranillo!

O Promesa Crianza é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrada não só na Espanha, mas também na Califórnia e na Austrália.

Eu entendi esse estilo como um corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unem Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, elas formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo.

O corte do Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e na Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado.

Por enquanto, a minha sugestão é o Promesa Crianza.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você, sintonizado na Centro América FM!

Descobri uma terminologia usada no vocabulário do vinho que eu não sabia: Rioja Red Blend. É o termo usado para descrever a combinação das uvas tintas da região espanhola de Rioja, que usa normalmente as uvas tempranillo.

Além da tempranillo, esse corte tem também garnacha, mazuelo e graciano. A base é a tempranillo, com sua variedade de sabores e aromas que vão das frutas vermelhas, como morango e cereja, até sabores mais ricos e suculentos, como ameixa, chocolate e frutas cozidas.

A garnacha traz corpo ao vinho e adiciona sabores como framboesa e uma certa picância. A mazuelo, também conhecida como carignan, traz coloração escura ao vinho e taninos bem presentes. Já a uva graciano incorpora ao vinho perfumes e estrutura.

Que tal experimentar um Rioja Red Blend e sair do lugar comum? Lembre-se: a Espanha não é só tempranillo!

O Promesa Crianza é uma boa opção, com pelo menos 12 meses em carvalho e 2 anos de envelhecimento geral. E essa mistura de uvas, o Rioja Red Blend, pode ser encontrada não só na Espanha, mas também na Califórnia e na Austrália.

Eu entendi esse estilo como um corte bordalês, das três principais uvas tintas da região de Bordeaux, que unem Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. Juntas, elas formam uma bela parceria, e esse corte típico é copiado em várias regiões vinícolas do mundo.

O corte do Rioja Red Blend também começa a ser copiado e, por isso, aparece não só na Espanha, mas na Califórnia e na Austrália. Talvez a gente comece a ver mais Rioja Red Blend no mercado.

Por enquanto, a minha sugestão é o Promesa Crianza.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIOJA RED BLEND ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã no Música e Vinho, que hoje tem um gostinho de dar água na boca. Me deu água na boca só de lembrar do queijo Brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho.

Afinal, Brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e, por isso, a harmonização é um clássico: Brie com Champagne.

O queijo Brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo imperador Carlos Magno I.

O Brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes, fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou, ainda, assado na massa folhada.

Não tem aperitivo melhor que o Brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco. Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento.

Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem. Enquanto o seu Brie assa, você já pode escolher entre um Pinot Noir do Chile, um Pinot Noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou, ainda, da Borgonha.

A uva Pinot Noir é a chamada Leide das uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos que lembram o mofo da casca do Brie.

Essa é a excelente harmonização: Brie com champanhe ou um tinto de Pinot Noir.

Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã no Música e Vinho, que hoje tem um gostinho de dar água na boca. Me deu água na boca só de lembrar do queijo Brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho.

Afinal, Brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e, por isso, a harmonização é um clássico: Brie com Champagne.

O queijo Brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo imperador Carlos Magno I.

O Brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes, fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou, ainda, assado na massa folhada.

Não tem aperitivo melhor que o Brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco. Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento.

Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem. Enquanto o seu Brie assa, você já pode escolher entre um Pinot Noir do Chile, um Pinot Noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou, ainda, da Borgonha.

A uva Pinot Noir é a chamada Leide das uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos que lembram o mofo da casca do Brie.

Essa é a excelente harmonização: Brie com champanhe ou um tinto de Pinot Noir.

Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã no Música e Vinho, que hoje tem um gostinho de dar água na boca. Me deu água na boca só de lembrar do queijo Brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho.

Afinal, Brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e, por isso, a harmonização é um clássico: Brie com Champagne.

O queijo Brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo imperador Carlos Magno I.

O Brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes, fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou, ainda, assado na massa folhada.

Não tem aperitivo melhor que o Brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco. Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento.

Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem. Enquanto o seu Brie assa, você já pode escolher entre um Pinot Noir do Chile, um Pinot Noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou, ainda, da Borgonha.

A uva Pinot Noir é a chamada Leide das uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos que lembram o mofo da casca do Brie.

Essa é a excelente harmonização: Brie com champanhe ou um tinto de Pinot Noir.

Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que delícia ter a sua companhia nesta manhã no Música e Vinho, que hoje tem um gostinho de dar água na boca. Me deu água na boca só de lembrar do queijo Brie com geleia na hora de escrever este Música e Vinho.

Afinal, Brie é o queijo mais antigo da França e, hoje em dia, faz um sucesso nas festas, servido com massa folhada e geleias de vários sabores, frutas e mel. É uma super combinação com vinho.

Brie com geleia pede um vinho. A região de Brie está próxima a Champagne, na França, e, por isso, a harmonização é um clássico: Brie com Champagne.

O queijo Brie é considerado o queijo dos reis ou o rei dos queijos, porque os reis o elegeram, no Congresso de Viena, em 1814, como o mais macio e saboroso da França. Foi eleito pelo imperador Carlos Magno I.

O Brie tem a textura macia e sabor forte, sabor lácteo forte, e combina com a textura cremosa e os aromas lácteos dos espumantes, dos famosos champanhes.

Combina também com saladas, carnes, fundis, castanhas como amêndoas, geleias e mel. Pode ser consumido frio, empanado e frito ou, ainda, assado na massa folhada.

Não tem aperitivo melhor que o Brie com massa folhada e geleia de frutas vermelhas ou frutas amarelas, como o damasco. Nesta receita, o frutado da geleia conta muito para harmonização, e os tintos mais leves surgem com perfeição para este casamento.

Aromas de frutas vermelhas ou amarelas, aromas doces intensos, combinam super bem. Enquanto o seu Brie assa, você já pode escolher entre um Pinot Noir do Chile, um Pinot Noir da Nova Zelândia, da região da Califórnia ou, ainda, da Borgonha.

A uva Pinot Noir é a chamada Leide das uvas, uma uva autóctone da região da Borgonha. A frutinha fresca, frutas vermelhas e delicadas, notas de morango, cereja e cogumelos que lembram o mofo da casca do Brie.

Essa é a excelente harmonização: Brie com champanhe ou um tinto de Pinot Noir.

Sugestões de harmonização para você seguir degustando, lembrando sempre, claro, de manter a moderação.
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      <title><![CDATA[SUGESTÃO DE HARMONIZAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Já reparou naquelas pessoas que pegam o vinho e vão logo cheirando? Eu sei que, para muita gente, isso parece frescura, mas eu explico. Faz parte da degustação do vinho: as etapas são visual, aromática e agustativa. Se você fizer as duas que antecedem a degustação, o vinho pode ser ainda mais agradável. Nem adianta torcer o nariz, porque é uma questão de tempo: todo mundo vai beber vinho um dia.

A etapa aromática é super prazerosa. Procure na internet uma coisa chamada roda de aromas de vinhos, e você vai encontrar todas as famílias aromáticas possíveis nos vinhos. São muitos, mas bem distintos. E, para mim, é uma viagem sensorial que só engrandece o vinho.

Sirva apenas um terço da taça para o vinho ter espaço para liberar o álcool e você fazer o giro que vai liberar os aromas. Cada família aromática pode ter relação tanto com vinhos brancos como com vinhos tintos, e um só vinho pode apresentar várias famílias aromáticas.

Um exemplo: champanhe branco pode ter aromas tanto de flores como de frutas brancas, além de pão e manteiga. Um vinho Pinot Noir tinto pode ter aromas de frutas vermelhas, como morango. Um Malbec pode ter aromas de frutas vermelhas maduras e frutas em compota. Um Sauvignon Blanc pode ter aromas de maracujá e de ervas frescas. Um vinho tinto envelhecido da Sicília, por exemplo, pode ter aromas de defumado, charuto e de frutas negras.

Já pensou você sentir e conseguir descrever esses aromas no vinho sem nem mesmo tê-lo colocado em boca? Essa é a experiência sensorial na etapa aromática de degustação dos vinhos. Se você também teve alguma experiência interessante na etapa aromática, compartilhe conosco usando #musica&vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO E SEUS AROMAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO GOULEYANT BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar: Morenilho, também conhecida pelos nomes Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum dos meus livros falava sobre ela, e na internet há pouquíssimas informações.

Sei que é uma uva quase extinta, atualmente em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Materteresina, e também do Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostados e um toque de cacau. Já o Materteresina é um assemblage de cinco uvas: Garnacha, Tempranillo e Morenilho, espanholas; e Merlot e Cirrá, francesas. Comparando os dois vinhos, nota-se similaridade nos aromas, principalmente os toques defumados e balsâmicos. Ambos são vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de Morenilho são verdadeiros achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para harmonizar, combinam muito bem com cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas ou costelas de porco com figo.

E você, o que está degustando? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho nas redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar: Morenilho, também conhecida pelos nomes Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum dos meus livros falava sobre ela, e na internet há pouquíssimas informações.

Sei que é uma uva quase extinta, atualmente em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Materteresina, e também do Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostados e um toque de cacau. Já o Materteresina é um assemblage de cinco uvas: Garnacha, Tempranillo e Morenilho, espanholas; e Merlot e Cirrá, francesas. Comparando os dois vinhos, nota-se similaridade nos aromas, principalmente os toques defumados e balsâmicos. Ambos são vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de Morenilho são verdadeiros achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para harmonizar, combinam muito bem com cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas ou costelas de porco com figo.

E você, o que está degustando? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho nas redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar: Morenilho, também conhecida pelos nomes Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum dos meus livros falava sobre ela, e na internet há pouquíssimas informações.

Sei que é uma uva quase extinta, atualmente em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Materteresina, e também do Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostados e um toque de cacau. Já o Materteresina é um assemblage de cinco uvas: Garnacha, Tempranillo e Morenilho, espanholas; e Merlot e Cirrá, francesas. Comparando os dois vinhos, nota-se similaridade nos aromas, principalmente os toques defumados e balsâmicos. Ambos são vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de Morenilho são verdadeiros achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para harmonizar, combinam muito bem com cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas ou costelas de porco com figo.

E você, o que está degustando? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho nas redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que coisa sem fim! Uma outra uva que eu nunca tinha ouvido falar: Morenilho, também conhecida pelos nomes Mandon, Mandó, Galmeta ou Galmete. Nenhum dos meus livros falava sobre ela, e na internet há pouquíssimas informações.

Sei que é uma uva quase extinta, atualmente em fase de recuperação. É espanhola e entra na composição de um vinho chamado Materteresina, e também do Finca Morenilho, 100% da uva autóctone da região de Terra Alta, no extremo da Catalunha.

O Finca Morenilho apresenta aromas florais, balsâmicos, tostados e um toque de cacau. Já o Materteresina é um assemblage de cinco uvas: Garnacha, Tempranillo e Morenilho, espanholas; e Merlot e Cirrá, francesas. Comparando os dois vinhos, nota-se similaridade nos aromas, principalmente os toques defumados e balsâmicos. Ambos são vinhos carnudos, gordos e persistentes.

Vinhos de Morenilho são verdadeiros achados para quem está na fase de experimentar vinhos diferentes do comum. Para harmonizar, combinam muito bem com cordeiros com páprica e outras especiarias, javali com castanhas ou costelas de porco com figo.

E você, o que está degustando? É só compartilhar comigo usando a hashtag #musicvinho nas redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UVA MORENILHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHOS BRANCOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Domane Paul Mas do Languedoc produz um vinho branco chamado Claudeval. É o mesmo produtor do Arrogant Frog. A linha Claudeval é sempre feito de assemblages de uvas tradicionais e regionais do sul da França, como as uvas brancas Grenache Blanc, Vermentino, Chassant, Mausac, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc. Essa é a composição das uvas do famoso Claudeval branco.

O vinho permanece três meses sobre as borras, as chamadas lias. Ou você pode encontrar no rótulo ou na ficha técnica escrito como surli. Nesse período, o vinho ganha estrutura, acidez e notas de flores e frutas brancas, como pera e maçã.

Eu adoro esse estilo de vinhos brancos secos e minerais para acompanhar com um arroz com frutos do mar e ervas frescas. Que tal a sua sugestão de harmonização? E eu quero saber qual é a sua sugestão de harmonização, o que você está degustando? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Domane Paul Mas do Languedoc produz um vinho branco chamado Claudeval. É o mesmo produtor do Arrogant Frog. A linha Claudeval é sempre feito de assemblages de uvas tradicionais e regionais do sul da França, como as uvas brancas Grenache Blanc, Vermentino, Chassant, Mausac, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc. Essa é a composição das uvas do famoso Claudeval branco.

O vinho permanece três meses sobre as borras, as chamadas lias. Ou você pode encontrar no rótulo ou na ficha técnica escrito como surli. Nesse período, o vinho ganha estrutura, acidez e notas de flores e frutas brancas, como pera e maçã.

Eu adoro esse estilo de vinhos brancos secos e minerais para acompanhar com um arroz com frutos do mar e ervas frescas. Que tal a sua sugestão de harmonização? E eu quero saber qual é a sua sugestão de harmonização, o que você está degustando? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Domane Paul Mas do Languedoc produz um vinho branco chamado Claudeval. É o mesmo produtor do Arrogant Frog. A linha Claudeval é sempre feito de assemblages de uvas tradicionais e regionais do sul da França, como as uvas brancas Grenache Blanc, Vermentino, Chassant, Mausac, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc. Essa é a composição das uvas do famoso Claudeval branco.

O vinho permanece três meses sobre as borras, as chamadas lias. Ou você pode encontrar no rótulo ou na ficha técnica escrito como surli. Nesse período, o vinho ganha estrutura, acidez e notas de flores e frutas brancas, como pera e maçã.

Eu adoro esse estilo de vinhos brancos secos e minerais para acompanhar com um arroz com frutos do mar e ervas frescas. Que tal a sua sugestão de harmonização? E eu quero saber qual é a sua sugestão de harmonização, o que você está degustando? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Domane Paul Mas do Languedoc produz um vinho branco chamado Claudeval. É o mesmo produtor do Arrogant Frog. A linha Claudeval é sempre feito de assemblages de uvas tradicionais e regionais do sul da França, como as uvas brancas Grenache Blanc, Vermentino, Chassant, Mausac, Sauvignon Blanc e Chenin Blanc. Essa é a composição das uvas do famoso Claudeval branco.

O vinho permanece três meses sobre as borras, as chamadas lias. Ou você pode encontrar no rótulo ou na ficha técnica escrito como surli. Nesse período, o vinho ganha estrutura, acidez e notas de flores e frutas brancas, como pera e maçã.

Eu adoro esse estilo de vinhos brancos secos e minerais para acompanhar com um arroz com frutos do mar e ervas frescas. Que tal a sua sugestão de harmonização? E eu quero saber qual é a sua sugestão de harmonização, o que você está degustando? Compartilhe conosco usando a hashtag Musica e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CLAUDE VAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MARTINET BRU]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PROSECCO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS BRANCOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[No programa Música e Vinho, o sommelier Jonas Eduardo explica como a fermentação alcoólica transforma o mosto em vinho e destaca o papel essencial das leveduras nesse processo. O especialista aborda as diferenças entre leveduras naturais e comerciais, além da influência do oxigênio na produção de vinhos tintos e brancos, revelando como a ciência e a técnica garantem qualidade e equilíbrio à bebida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No programa Música e Vinho, o sommelier Jonas Eduardo explica como a fermentação alcoólica transforma o mosto em vinho e destaca o papel essencial das leveduras nesse processo. O especialista aborda as diferenças entre leveduras naturais e comerciais, além da influência do oxigênio na produção de vinhos tintos e brancos, revelando como a ciência e a técnica garantem qualidade e equilíbrio à bebida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No programa Música e Vinho, o sommelier Jonas Eduardo explica como a fermentação alcoólica transforma o mosto em vinho e destaca o papel essencial das leveduras nesse processo. O especialista aborda as diferenças entre leveduras naturais e comerciais, além da influência do oxigênio na produção de vinhos tintos e brancos, revelando como a ciência e a técnica garantem qualidade e equilíbrio à bebida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No programa Música e Vinho, o sommelier Jonas Eduardo explica como a fermentação alcoólica transforma o mosto em vinho e destaca o papel essencial das leveduras nesse processo. O especialista aborda as diferenças entre leveduras naturais e comerciais, além da influência do oxigênio na produção de vinhos tintos e brancos, revelando como a ciência e a técnica garantem qualidade e equilíbrio à bebida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA: O PROCESSO QUE DÁ VIDA AO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre,  pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talenti.

Eu sei que já falei sobre esse vinho aqui no Música e Vinho, mas sempre surgem novas impressões, novos contextos — como a história da vinícola Talenti. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não! A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda, no povoado de San Angelo in Colle, um vilarejo com mais ou menos 1.300 habitantes minúsculo! Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes abrigam uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talenti, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talenti é famosa pelos seus Brunellos, pelos Rossos, pela grappa de Brunello e também pelos azeites pra você ver como gosto não se discute!

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot — um vinho cultivado na Toscana por um superprodutor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se encontrava algum motivo para eu gostar tanto, e a turma não.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos — mas tem gente que não gosta. Já me veio à mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo?

Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde. Quanto mais herbáceo, melhor seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão de hoje: Zirlo Talenti.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre,  pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talenti.

Eu sei que já falei sobre esse vinho aqui no Música e Vinho, mas sempre surgem novas impressões, novos contextos — como a história da vinícola Talenti. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não! A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda, no povoado de San Angelo in Colle, um vilarejo com mais ou menos 1.300 habitantes minúsculo! Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes abrigam uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talenti, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talenti é famosa pelos seus Brunellos, pelos Rossos, pela grappa de Brunello e também pelos azeites pra você ver como gosto não se discute!

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot — um vinho cultivado na Toscana por um superprodutor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se encontrava algum motivo para eu gostar tanto, e a turma não.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos — mas tem gente que não gosta. Já me veio à mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo?

Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde. Quanto mais herbáceo, melhor seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão de hoje: Zirlo Talenti.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre,  pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talenti.

Eu sei que já falei sobre esse vinho aqui no Música e Vinho, mas sempre surgem novas impressões, novos contextos — como a história da vinícola Talenti. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não! A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda, no povoado de San Angelo in Colle, um vilarejo com mais ou menos 1.300 habitantes minúsculo! Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes abrigam uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talenti, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talenti é famosa pelos seus Brunellos, pelos Rossos, pela grappa de Brunello e também pelos azeites pra você ver como gosto não se discute!

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot — um vinho cultivado na Toscana por um superprodutor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se encontrava algum motivo para eu gostar tanto, e a turma não.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos — mas tem gente que não gosta. Já me veio à mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo?

Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde. Quanto mais herbáceo, melhor seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão de hoje: Zirlo Talenti.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quer começar o seu dia bem, escolhendo um vinho para mais tarde?

Se você, assim como eu, também tem os seus vinhos queridinhos, aqueles que você gosta de repetir sempre,  pois eu cheguei a um restaurante onde só um vinho chamou a minha atenção: o meu queridinho da Toscana, o Zirlo Talenti.

Eu sei que já falei sobre esse vinho aqui no Música e Vinho, mas sempre surgem novas impressões, novos contextos — como a história da vinícola Talenti. Achei que era uma vinícola super tradicional, mas não! A vinícola foi fundada em 1980. Para a Enotria, a Itália, a terra do vinho 1980 é super moderno.

A vinícola é familiar e tem uma construção em pedra muito linda, no povoado de San Angelo in Colle, um vilarejo com mais ou menos 1.300 habitantes minúsculo! Dos 21 hectares plantados, 16 são destinados à rainha das uvas da Toscana, a Sangiovese, e os 5 hectares restantes abrigam uvas como Canaiolo, Colorino e as francesas Merlot, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot.

Além do meu queridinho Zirlo Talenti, que é o mais jovenzinho da linha, a vinícola Talenti é famosa pelos seus Brunellos, pelos Rossos, pela grappa de Brunello e também pelos azeites pra você ver como gosto não se discute!

Naquela noite, ninguém gostou do meu vinho de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot — um vinho cultivado na Toscana por um superprodutor. Analisei a ficha técnica do vinho para ver se encontrava algum motivo para eu gostar tanto, e a turma não.

Será que foi o sabor das frutas vermelhas, como o figo, ou os aromas de sálvia? Eu amo todos os aromas herbáceos — mas tem gente que não gosta. Já me veio à mente aquele filé ao molho do suco da própria carne, com muita erva e ervas aromáticas. Será que exagerei no herbáceo?

Se pudesse, finalizaria tudo com cheiro-verde. Quanto mais herbáceo, melhor seja na comida ou no vinho.

Essa é a minha sugestão de hoje: Zirlo Talenti.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIRLO TALENTI ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 25 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. 

Pequenos, mas nem tanto: eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.
Quem curte e acompanha o Musica e Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, a casca de uva branca também tem cor.
O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E, ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja, e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você? Compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho, usando a hashtag Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. 

Pequenos, mas nem tanto: eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.
Quem curte e acompanha o Musica e Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, a casca de uva branca também tem cor.
O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E, ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja, e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você? Compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho, usando a hashtag Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. 

Pequenos, mas nem tanto: eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.
Quem curte e acompanha o Musica e Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, a casca de uva branca também tem cor.
O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E, ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja, e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você? Compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho, usando a hashtag Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Outro dia, li uma matéria da revista Adegas sobre vinhos laranjas que dizia que essa busca pelo que é simples é uma reafirmação de valores da humanidade. E os vinhos naturais buscam trazer essa inocência perdida e mostram os anseios de pequenos grupos sociais. 

Pequenos, mas nem tanto: eles vêm crescendo junto com a consciência alimentar. Comida e bebida cada vez mais naturais.
Quem curte e acompanha o Musica e Vinho deve se lembrar do programa sobre vinhos coloridos. Falei sobre as colorações de vinhos brancos, tintos, azuis, verdes, rosés e também dos laranjas. E você pode ouvir mais no nosso site da Centro América FM.

Pois bem, os vinhos laranjas são vinhos brancos tratados como tintos. A técnica vem da Geórgia e da Armênia, onde o suco da uva fica em contato com as cascas para adquirir a cor. A cor laranja, ou seja, a casca de uva branca também tem cor.
O enólogo Josco Gravner, o rei dos vinhos laranjas, é um esloveno radicado em Friuli, na Itália. Foi ele quem trouxe à tona a metodologia dos vinhos laranja. E, ainda, a vinificação acontece com cachos, engaços e sementes, o que pode trazer certo amargor ao vinho laranja, além do tanino da casca, que, neste caso, fica em contato com o mosto.

Neste estilo de vinhos, há duas controvérsias conhecidas no mundo do vinho: casca de uva branca não tem cor, tem sim, a coloração laranja, e vinho branco não tem taninos, a não ser que fique em contato com a casca, como é o caso dos vinhos laranjas.

O estilo laranja é um vinho com frescor de branco que ganhou coloração, ganhou corpo, ganhou tanino. E eu harmonizaria vinhos laranjas com uma bela galinhada ou um frango no estilo indiano com molho ao curry.

E você? Compartilhe comigo e com todos os amantes do Música e Vinho, usando a hashtag Música e Vinho. Lembre-se sempre de manter a moderação para aproveitar e conhecer novos vinhos, como os estilos de vinhos laranjas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS COLORIDOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vinhos chilenos. Do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região. A Vinha Alcahuás está no Vale do Elqui e é um superpolo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do hemisfério sul e, por isso, tem vários observatórios astronômicos.

A Vinha Alcahuás preserva o pisapé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisapé. Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carmenet, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, não se desenvolveram bem na região.

Mudaram, então, para duas variedades do Mediterrâneo, a Cirá e a Garnacha, e o resultado foi excepcional. O objetivo, inclusive, é que a Cirá dos vinhedos de Alcahuás se torne um dos melhores cirás do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú e no varietal de Sihá.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui: um supervinho de Sihá-Garnacha e Petit-Sihá. Já o Gruz é uma mescla tinta igual ao Rúz, com a parcela de Malbec; é o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Gruz.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubí profunda e, ao nariz, uma fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas, fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Sihá, mas já vou atrás porque sou uma enlouquecida por Sihás e, se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem o Sihás do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vinhos chilenos. Do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região. A Vinha Alcahuás está no Vale do Elqui e é um superpolo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do hemisfério sul e, por isso, tem vários observatórios astronômicos.

A Vinha Alcahuás preserva o pisapé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisapé. Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carmenet, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, não se desenvolveram bem na região.

Mudaram, então, para duas variedades do Mediterrâneo, a Cirá e a Garnacha, e o resultado foi excepcional. O objetivo, inclusive, é que a Cirá dos vinhedos de Alcahuás se torne um dos melhores cirás do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú e no varietal de Sihá.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui: um supervinho de Sihá-Garnacha e Petit-Sihá. Já o Gruz é uma mescla tinta igual ao Rúz, com a parcela de Malbec; é o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Gruz.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubí profunda e, ao nariz, uma fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas, fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Sihá, mas já vou atrás porque sou uma enlouquecida por Sihás e, se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem o Sihás do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vinhos chilenos. Do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região. A Vinha Alcahuás está no Vale do Elqui e é um superpolo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do hemisfério sul e, por isso, tem vários observatórios astronômicos.

A Vinha Alcahuás preserva o pisapé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisapé. Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carmenet, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, não se desenvolveram bem na região.

Mudaram, então, para duas variedades do Mediterrâneo, a Cirá e a Garnacha, e o resultado foi excepcional. O objetivo, inclusive, é que a Cirá dos vinhedos de Alcahuás se torne um dos melhores cirás do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú e no varietal de Sihá.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui: um supervinho de Sihá-Garnacha e Petit-Sihá. Já o Gruz é uma mescla tinta igual ao Rúz, com a parcela de Malbec; é o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Gruz.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubí profunda e, ao nariz, uma fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas, fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Sihá, mas já vou atrás porque sou uma enlouquecida por Sihás e, se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem o Sihás do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vinhos chilenos. Do Vale do Elqui, ao norte de Santiago, vem um produtor que está totalmente conectado à cultura astrofísica da região. A Vinha Alcahuás está no Vale do Elqui e é um superpolo de astroturismo. É considerado o céu mais limpo e claro do hemisfério sul e, por isso, tem vários observatórios astronômicos.

A Vinha Alcahuás preserva o pisapé das uvas, e isso é incrível. É difícil uma vinícola, atualmente, ainda fazer o pisapé. Uma outra particularidade da vinícola é que eles plantaram inicialmente Cabernet Sauvignon e Carmenet, as uvas de maior destaque no Chile. Porém, não se desenvolveram bem na região.

Mudaram, então, para duas variedades do Mediterrâneo, a Cirá e a Garnacha, e o resultado foi excepcional. O objetivo, inclusive, é que a Cirá dos vinhedos de Alcahuás se torne um dos melhores cirás do mundo. A uva entra na elaboração dos vinhos Drú e Rú e no varietal de Sihá.

O Rú é o nome do portal de conexão entre a divindade e a humanidade, uma homenagem ao misticismo do Vale do Elqui: um supervinho de Sihá-Garnacha e Petit-Sihá. Já o Gruz é uma mescla tinta igual ao Rúz, com a parcela de Malbec; é o segundo vinho da casa e homenageia a constelação Gruz.

Degustei ainda o Cuesta Tica, 100% garnacha, da safra de 2017. Quis experimentar porque era a primeira safra. Um vinho de coloração rubí profunda e, ao nariz, uma fruta vermelha com ervas, especiarias rosas e notas lácteas, fresco, de médio corpo e taninos bem firmes.

Ao final, não degustei o varietal 100% Sihá, mas já vou atrás porque sou uma enlouquecida por Sihás e, se essa é a nova promessa, já quero saber o que tem o Sihás do Vale do Elqui.

E você, está degustando o quê? Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS CHILENOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, música e vinho  e uma ótima manhã pra você!

Zibbibo . Lá vem ela com esses nomes esquisitos!
Eu sei que você pensa assim… Mas o que eu descubro, já fico louca pra compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de Moscato de Alexandria.
É uma uva muito antiga, cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália  para fazer os vinhos doces de Pantelleria e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo.
É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva-passa.

Mas na Sicília tem um vinho seco elaborado com essa uva: o Barone Montalto Collezione di Famiglia Zibbibo Terre Siciliane.
Tem todo o perfume exuberante e lúdico, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem em madeira.

Um vinho branco, de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira… só pode ser gastronômico!

A sugestão de harmonização é:

atum selado com crosta de gergelim,

mix de cogumelos na manteiga de ervas,

ou um risoto à milanesa com açafrão, caldo de frango e queijos.

Se você está aberto a novos vinhos, o Música e Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências.
E eu quero saber: o que você está degustando?

Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, música e vinho  e uma ótima manhã pra você!

Zibbibo . Lá vem ela com esses nomes esquisitos!
Eu sei que você pensa assim… Mas o que eu descubro, já fico louca pra compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de Moscato de Alexandria.
É uma uva muito antiga, cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália  para fazer os vinhos doces de Pantelleria e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo.
É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva-passa.

Mas na Sicília tem um vinho seco elaborado com essa uva: o Barone Montalto Collezione di Famiglia Zibbibo Terre Siciliane.
Tem todo o perfume exuberante e lúdico, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem em madeira.

Um vinho branco, de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira… só pode ser gastronômico!

A sugestão de harmonização é:

atum selado com crosta de gergelim,

mix de cogumelos na manteiga de ervas,

ou um risoto à milanesa com açafrão, caldo de frango e queijos.

Se você está aberto a novos vinhos, o Música e Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências.
E eu quero saber: o que você está degustando?

Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, música e vinho  e uma ótima manhã pra você!

Zibbibo . Lá vem ela com esses nomes esquisitos!
Eu sei que você pensa assim… Mas o que eu descubro, já fico louca pra compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de Moscato de Alexandria.
É uma uva muito antiga, cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália  para fazer os vinhos doces de Pantelleria e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo.
É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva-passa.

Mas na Sicília tem um vinho seco elaborado com essa uva: o Barone Montalto Collezione di Famiglia Zibbibo Terre Siciliane.
Tem todo o perfume exuberante e lúdico, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem em madeira.

Um vinho branco, de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira… só pode ser gastronômico!

A sugestão de harmonização é:

atum selado com crosta de gergelim,

mix de cogumelos na manteiga de ervas,

ou um risoto à milanesa com açafrão, caldo de frango e queijos.

Se você está aberto a novos vinhos, o Música e Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências.
E eu quero saber: o que você está degustando?

Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, música e vinho  e uma ótima manhã pra você!

Zibbibo . Lá vem ela com esses nomes esquisitos!
Eu sei que você pensa assim… Mas o que eu descubro, já fico louca pra compartilhar com vocês.

Essa tal uva branca é da família das moscatos e recebe também o nome de Moscato de Alexandria.
É uma uva muito antiga, cultivada na Austrália, na África do Sul, na Itália  para fazer os vinhos doces de Pantelleria e na Espanha, na região de Málaga.

Na Sicília, ao sul da Itália, ela é conhecida como Zee Bibo.
É uma uva normalmente usada para fazer vinhos de sobremesa, além de servir também para fazer uva-passa.

Mas na Sicília tem um vinho seco elaborado com essa uva: o Barone Montalto Collezione di Famiglia Zibbibo Terre Siciliane.
Tem todo o perfume exuberante e lúdico, mas é encorpado, rico, macio e de um amarelo dourado, uma coloração própria das uvas, mas escoltado pela passagem em madeira.

Um vinho branco, de solo vulcânico, clima quente e passagem de madeira… só pode ser gastronômico!

A sugestão de harmonização é:

atum selado com crosta de gergelim,

mix de cogumelos na manteiga de ervas,

ou um risoto à milanesa com açafrão, caldo de frango e queijos.

Se você está aberto a novos vinhos, o Música e Vinho te inspira a mergulhar em novas experiências.
E eu quero saber: o que você está degustando?

Compartilhe conosco usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ZIBBIBO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM.
E a Itália sempre me encanta, mesmo os vinhos mais simples, como os Valpolicellas. Vinícolas como a Corte Diaria são mais jovens se comparadas às vinícolas de muitas gerações italianas. Nasceu em 1989 de uma parceria da família Alegrine e um grupo de viticultores do Veneto. Elabora vinhos que possam agradar os consumidores além da Itália e, por isso, são vinhos mais jovens, frutados, perfumados e fáceis de beber, mais ao estilo novo mundo.

Você pode escolher entre um Corte Diaria suave, que são os vinhos brancos secos elaborados com as uvas brancas Garganega e Trebiano; ou um corte de Merlot e Corvina, uma uva bem regional; um Bardolino, brancos de Pinogrid ou Chardonnay; um Bardolino rosé chamado de Chiareto; ou os tintos Ripasso e Ritiotto; ou até evoluir a um Amarone.

Para acompanhar, a bela charcutaria com os vinhos brancos. Seleção de queijos, optei pelo Valpolicella do produtor Cortediara. Um vinho clássico elaborado com as uvas Corvina Veronesi e Rondinella, sem nenhum envelhecimento em madeira. O vinho se mostra logo nos aromas bem frutados e leve toque de especiarias. Sente também um defumado bem sutil, que super combinou com o defumado dos embutidos.

Um vinho que deixa a conversa fluir sem precisar voltar ao vinho, sem nenhuma interferência. Um vinho que compartilha espaço entre as conversas, sem que o centro das atenções seja o vinho, apenas lubrifica as ideias, permeando os assuntos. É um vinho perfeito para tratar de negócios, sem que o vinho se sobreponha. E, ao invés de dizer que é um vinho com bom custo-benefício, prefiro dizer que é uma excelente oportunidade.

Cortediara e Valpolicella: mais uma opção de vinho para você degustar sempre, lembrando, claro, de manter a moderação.


]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM.
E a Itália sempre me encanta, mesmo os vinhos mais simples, como os Valpolicellas. Vinícolas como a Corte Diaria são mais jovens se comparadas às vinícolas de muitas gerações italianas. Nasceu em 1989 de uma parceria da família Alegrine e um grupo de viticultores do Veneto. Elabora vinhos que possam agradar os consumidores além da Itália e, por isso, são vinhos mais jovens, frutados, perfumados e fáceis de beber, mais ao estilo novo mundo.

Você pode escolher entre um Corte Diaria suave, que são os vinhos brancos secos elaborados com as uvas brancas Garganega e Trebiano; ou um corte de Merlot e Corvina, uma uva bem regional; um Bardolino, brancos de Pinogrid ou Chardonnay; um Bardolino rosé chamado de Chiareto; ou os tintos Ripasso e Ritiotto; ou até evoluir a um Amarone.

Para acompanhar, a bela charcutaria com os vinhos brancos. Seleção de queijos, optei pelo Valpolicella do produtor Cortediara. Um vinho clássico elaborado com as uvas Corvina Veronesi e Rondinella, sem nenhum envelhecimento em madeira. O vinho se mostra logo nos aromas bem frutados e leve toque de especiarias. Sente também um defumado bem sutil, que super combinou com o defumado dos embutidos.

Um vinho que deixa a conversa fluir sem precisar voltar ao vinho, sem nenhuma interferência. Um vinho que compartilha espaço entre as conversas, sem que o centro das atenções seja o vinho, apenas lubrifica as ideias, permeando os assuntos. É um vinho perfeito para tratar de negócios, sem que o vinho se sobreponha. E, ao invés de dizer que é um vinho com bom custo-benefício, prefiro dizer que é uma excelente oportunidade.

Cortediara e Valpolicella: mais uma opção de vinho para você degustar sempre, lembrando, claro, de manter a moderação.


]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM.
E a Itália sempre me encanta, mesmo os vinhos mais simples, como os Valpolicellas. Vinícolas como a Corte Diaria são mais jovens se comparadas às vinícolas de muitas gerações italianas. Nasceu em 1989 de uma parceria da família Alegrine e um grupo de viticultores do Veneto. Elabora vinhos que possam agradar os consumidores além da Itália e, por isso, são vinhos mais jovens, frutados, perfumados e fáceis de beber, mais ao estilo novo mundo.

Você pode escolher entre um Corte Diaria suave, que são os vinhos brancos secos elaborados com as uvas brancas Garganega e Trebiano; ou um corte de Merlot e Corvina, uma uva bem regional; um Bardolino, brancos de Pinogrid ou Chardonnay; um Bardolino rosé chamado de Chiareto; ou os tintos Ripasso e Ritiotto; ou até evoluir a um Amarone.

Para acompanhar, a bela charcutaria com os vinhos brancos. Seleção de queijos, optei pelo Valpolicella do produtor Cortediara. Um vinho clássico elaborado com as uvas Corvina Veronesi e Rondinella, sem nenhum envelhecimento em madeira. O vinho se mostra logo nos aromas bem frutados e leve toque de especiarias. Sente também um defumado bem sutil, que super combinou com o defumado dos embutidos.

Um vinho que deixa a conversa fluir sem precisar voltar ao vinho, sem nenhuma interferência. Um vinho que compartilha espaço entre as conversas, sem que o centro das atenções seja o vinho, apenas lubrifica as ideias, permeando os assuntos. É um vinho perfeito para tratar de negócios, sem que o vinho se sobreponha. E, ao invés de dizer que é um vinho com bom custo-benefício, prefiro dizer que é uma excelente oportunidade.

Cortediara e Valpolicella: mais uma opção de vinho para você degustar sempre, lembrando, claro, de manter a moderação.


]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM.
E a Itália sempre me encanta, mesmo os vinhos mais simples, como os Valpolicellas. Vinícolas como a Corte Diaria são mais jovens se comparadas às vinícolas de muitas gerações italianas. Nasceu em 1989 de uma parceria da família Alegrine e um grupo de viticultores do Veneto. Elabora vinhos que possam agradar os consumidores além da Itália e, por isso, são vinhos mais jovens, frutados, perfumados e fáceis de beber, mais ao estilo novo mundo.

Você pode escolher entre um Corte Diaria suave, que são os vinhos brancos secos elaborados com as uvas brancas Garganega e Trebiano; ou um corte de Merlot e Corvina, uma uva bem regional; um Bardolino, brancos de Pinogrid ou Chardonnay; um Bardolino rosé chamado de Chiareto; ou os tintos Ripasso e Ritiotto; ou até evoluir a um Amarone.

Para acompanhar, a bela charcutaria com os vinhos brancos. Seleção de queijos, optei pelo Valpolicella do produtor Cortediara. Um vinho clássico elaborado com as uvas Corvina Veronesi e Rondinella, sem nenhum envelhecimento em madeira. O vinho se mostra logo nos aromas bem frutados e leve toque de especiarias. Sente também um defumado bem sutil, que super combinou com o defumado dos embutidos.

Um vinho que deixa a conversa fluir sem precisar voltar ao vinho, sem nenhuma interferência. Um vinho que compartilha espaço entre as conversas, sem que o centro das atenções seja o vinho, apenas lubrifica as ideias, permeando os assuntos. É um vinho perfeito para tratar de negócios, sem que o vinho se sobreponha. E, ao invés de dizer que é um vinho com bom custo-benefício, prefiro dizer que é uma excelente oportunidade.

Cortediara e Valpolicella: mais uma opção de vinho para você degustar sempre, lembrando, claro, de manter a moderação.


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      <title><![CDATA[VALPOLICELLA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PROSECCO ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O tema de hoje, vamos brincar de verdade ou mentira: vinho, quanto mais velho, melhor. E sabe quem me mandou essa sugestão de verdade ou mentira? Foi o Ulisses. Um abraço, Ulisses. Obrigada pela sua sugestão para o Music Vinho.

Parece bobagem, mas ainda há muita dúvida sobre verdades e mentiras do mundo do vinho. Sobre a durabilidade de 2 a 3 anos escrito na garrafa, os vinhos brancos mais simples normalmente têm vida, ou seja, a durabilidade de 4 a 5 anos, e os vinhos tintos entre 6 e 7 anos. Porém, há exceções, como os vinhos de guarda, os vinhos do porto e champanhe safrados. Portanto, o vinho quanto mais velho melhor é mentira.

Vinho tinto deve ser servido à temperatura ambiente. É verdade se a temperatura média do local é entre 18 e 20 graus, mais ou menos. Coisa rara em nossas bandas. O ideal é ponderar e resfriar um pouco o vinho se o clima estiver muito quente, mas, mesmo assim, cuidado, porque vinhos tintos gelados demais destacam o tanino e a sensação de amargura aumenta. Portanto, vinho tinto servido a temperatura ambiente é uma meia verdade.

Champanhas e espumantes sobem mais, isso é 100% verdade. O ideal é você se hidratar bastante e comer antes de beber vinhos espumantes, já que o gás carbônico potencializa a absorção de álcool. E, já que não tem festa sem espumante, aliás, eu vejo espumantes em todas as festas sociais e corporativas na cidade, aproveite os canapés das festas para não deixar subir os efeitos do álcool. O objetivo dos espumantes nas festas é soltar o riso, mas tudo com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O tema de hoje, vamos brincar de verdade ou mentira: vinho, quanto mais velho, melhor. E sabe quem me mandou essa sugestão de verdade ou mentira? Foi o Ulisses. Um abraço, Ulisses. Obrigada pela sua sugestão para o Music Vinho.

Parece bobagem, mas ainda há muita dúvida sobre verdades e mentiras do mundo do vinho. Sobre a durabilidade de 2 a 3 anos escrito na garrafa, os vinhos brancos mais simples normalmente têm vida, ou seja, a durabilidade de 4 a 5 anos, e os vinhos tintos entre 6 e 7 anos. Porém, há exceções, como os vinhos de guarda, os vinhos do porto e champanhe safrados. Portanto, o vinho quanto mais velho melhor é mentira.

Vinho tinto deve ser servido à temperatura ambiente. É verdade se a temperatura média do local é entre 18 e 20 graus, mais ou menos. Coisa rara em nossas bandas. O ideal é ponderar e resfriar um pouco o vinho se o clima estiver muito quente, mas, mesmo assim, cuidado, porque vinhos tintos gelados demais destacam o tanino e a sensação de amargura aumenta. Portanto, vinho tinto servido a temperatura ambiente é uma meia verdade.

Champanhas e espumantes sobem mais, isso é 100% verdade. O ideal é você se hidratar bastante e comer antes de beber vinhos espumantes, já que o gás carbônico potencializa a absorção de álcool. E, já que não tem festa sem espumante, aliás, eu vejo espumantes em todas as festas sociais e corporativas na cidade, aproveite os canapés das festas para não deixar subir os efeitos do álcool. O objetivo dos espumantes nas festas é soltar o riso, mas tudo com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O tema de hoje, vamos brincar de verdade ou mentira: vinho, quanto mais velho, melhor. E sabe quem me mandou essa sugestão de verdade ou mentira? Foi o Ulisses. Um abraço, Ulisses. Obrigada pela sua sugestão para o Music Vinho.

Parece bobagem, mas ainda há muita dúvida sobre verdades e mentiras do mundo do vinho. Sobre a durabilidade de 2 a 3 anos escrito na garrafa, os vinhos brancos mais simples normalmente têm vida, ou seja, a durabilidade de 4 a 5 anos, e os vinhos tintos entre 6 e 7 anos. Porém, há exceções, como os vinhos de guarda, os vinhos do porto e champanhe safrados. Portanto, o vinho quanto mais velho melhor é mentira.

Vinho tinto deve ser servido à temperatura ambiente. É verdade se a temperatura média do local é entre 18 e 20 graus, mais ou menos. Coisa rara em nossas bandas. O ideal é ponderar e resfriar um pouco o vinho se o clima estiver muito quente, mas, mesmo assim, cuidado, porque vinhos tintos gelados demais destacam o tanino e a sensação de amargura aumenta. Portanto, vinho tinto servido a temperatura ambiente é uma meia verdade.

Champanhas e espumantes sobem mais, isso é 100% verdade. O ideal é você se hidratar bastante e comer antes de beber vinhos espumantes, já que o gás carbônico potencializa a absorção de álcool. E, já que não tem festa sem espumante, aliás, eu vejo espumantes em todas as festas sociais e corporativas na cidade, aproveite os canapés das festas para não deixar subir os efeitos do álcool. O objetivo dos espumantes nas festas é soltar o riso, mas tudo com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você sintonizado na Centro América FM. O tema de hoje, vamos brincar de verdade ou mentira: vinho, quanto mais velho, melhor. E sabe quem me mandou essa sugestão de verdade ou mentira? Foi o Ulisses. Um abraço, Ulisses. Obrigada pela sua sugestão para o Music Vinho.

Parece bobagem, mas ainda há muita dúvida sobre verdades e mentiras do mundo do vinho. Sobre a durabilidade de 2 a 3 anos escrito na garrafa, os vinhos brancos mais simples normalmente têm vida, ou seja, a durabilidade de 4 a 5 anos, e os vinhos tintos entre 6 e 7 anos. Porém, há exceções, como os vinhos de guarda, os vinhos do porto e champanhe safrados. Portanto, o vinho quanto mais velho melhor é mentira.

Vinho tinto deve ser servido à temperatura ambiente. É verdade se a temperatura média do local é entre 18 e 20 graus, mais ou menos. Coisa rara em nossas bandas. O ideal é ponderar e resfriar um pouco o vinho se o clima estiver muito quente, mas, mesmo assim, cuidado, porque vinhos tintos gelados demais destacam o tanino e a sensação de amargura aumenta. Portanto, vinho tinto servido a temperatura ambiente é uma meia verdade.

Champanhas e espumantes sobem mais, isso é 100% verdade. O ideal é você se hidratar bastante e comer antes de beber vinhos espumantes, já que o gás carbônico potencializa a absorção de álcool. E, já que não tem festa sem espumante, aliás, eu vejo espumantes em todas as festas sociais e corporativas na cidade, aproveite os canapés das festas para não deixar subir os efeitos do álcool. O objetivo dos espumantes nas festas é soltar o riso, mas tudo com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CURIOSIDADES DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[DOPAMINA E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BARONE MONTALTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NATAL COM VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho!

Cahors não é só Malbec. A Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Goulean Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vigouroux é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goulean Malbec eu já te sugeri até para criar a experiência de degustar, no mesmo dia, um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, da delicadeza e do delicioso aroma floral do Goulean Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombard.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos e saladas.

O Goulean Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina ou até mesmo em um drink.

E eu gostei dessa ideia do Goulean Blanc na pescaria.

Bom Goulean para você!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho!

Cahors não é só Malbec. A Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Goulean Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vigouroux é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goulean Malbec eu já te sugeri até para criar a experiência de degustar, no mesmo dia, um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, da delicadeza e do delicioso aroma floral do Goulean Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombard.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos e saladas.

O Goulean Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina ou até mesmo em um drink.

E eu gostei dessa ideia do Goulean Blanc na pescaria.

Bom Goulean para você!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho!

Cahors não é só Malbec. A Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Goulean Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vigouroux é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goulean Malbec eu já te sugeri até para criar a experiência de degustar, no mesmo dia, um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, da delicadeza e do delicioso aroma floral do Goulean Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombard.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos e saladas.

O Goulean Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina ou até mesmo em um drink.

E eu gostei dessa ideia do Goulean Blanc na pescaria.

Bom Goulean para você!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma super manhã para você que curte música e vinho!

Cahors não é só Malbec. A Sauvignon Blanc, a uva de Bordeaux, também está presente no sudoeste da França neste delicioso Goulean Blanc, com frescor e sem madeira.

A Maison Georges Vigouroux é uma casa francesa que já foi muito aclamada antes da filoxera e ressurgiu no final do século XIX, trazendo um Malbec mais bem elaborado, mais elegante, diferente do Malbec rústico que a França fazia. A casa existe desde 1887 e está na terceira geração.

O Goulean Malbec eu já te sugeri até para criar a experiência de degustar, no mesmo dia, um Malbec francês e um Malbec argentino. E agora é a vez do frescor, da delicadeza e do delicioso aroma floral do Goulean Blanc, elaborado predominantemente com Sauvignon Blanc e um pouquinho da uva branca Colombard.

Goulean, em francês, significa fácil de beber, e é esse o estilo desse vinho: sedutor, perfeito para piscina, para pescaria, perfeito com ceviche, com peixinho frito, moqueca, queijos frescos e saladas.

O Goulean Blanc é um vinho simples para te acompanhar no gelo, no rio, na praia, na piscina ou até mesmo em um drink.

E eu gostei dessa ideia do Goulean Blanc na pescaria.

Bom Goulean para você!
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      <title><![CDATA[GOULEYANT BLANC ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima manhã para você que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços, eu nunca degustei. E você? Mas, só pelas paisagens dos vinhos da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do rigor do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar. A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux. La Côte quer dizer encosta, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos, como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutos como pêssego e maçã, além de nozes e mel. Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é a Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007. O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo: um sol que vem de cima, generoso e acolhedor; um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado; e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima manhã para você que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços, eu nunca degustei. E você? Mas, só pelas paisagens dos vinhos da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do rigor do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar. A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux. La Côte quer dizer encosta, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos, como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutos como pêssego e maçã, além de nozes e mel. Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é a Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007. O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo: um sol que vem de cima, generoso e acolhedor; um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado; e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima manhã para você que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços, eu nunca degustei. E você? Mas, só pelas paisagens dos vinhos da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do rigor do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar. A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux. La Côte quer dizer encosta, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos, como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutos como pêssego e maçã, além de nozes e mel. Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é a Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007. O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo: um sol que vem de cima, generoso e acolhedor; um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado; e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima manhã para você que é apaixonado por vinhos.

Vinhos suíços, eu nunca degustei. E você? Mas, só pelas paisagens dos vinhos da região de Lac Léman, já me deu vontade de encontrar um vinho suíço para conhecer.

O Lac Léman é o maior lago da Europa Ocidental e tem um clima particular. Está protegido do rigor do inverno, pois o lago e os muros de pedra armazenam calor e, no verão, o próprio lago ajuda a refrescar. A exposição solar é de nascente, o que é propício à viticultura.

São duas as regiões mais importantes dos vinhos na Suíça: La Côte e Lavaux. La Côte quer dizer encosta, pela sua localização na suave colina. Produz vinhos brancos, como os da uva Chasselas, uma uva de coloração dourada, lembrando a Chardonnay, e aromas de frutos como pêssego e maçã, além de nozes e mel. Perfeito para um fondue de queijos ou massas com molhos brancos.

Além da Chasselas, a região produz ainda vinhos com as uvas Chardonnay, Müller-Thurgau, Sylvaner, Pinot Gris e os tintos mais leves, como Pinot Noir e Gamay.

A outra região vinícola da Suíça é a Lavaux, considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2007. O motivo de tal título são as paisagens incríveis dos vinhedos.

Dizem sobre a região de Lavaux que ela tem a sorte de amadurecer sob um sol triplo: um sol que vem de cima, generoso e acolhedor; um sol que vem de baixo, reflexo do lago espelhado; e um sol retido nos velhos muros de pedra, que é liberado à noite.
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      <title><![CDATA[VINHOS SUIÇOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente noite para você, sintonizado na Centro América FM!

Por que será que maçã combina com canela? E por que será que vinho do Porto combina com torta de maçã? Não faço a menor ideia. Normalmente, o Porto não combina muito com sobremesas excessivamente frutadas, mas com a maçã vermelha a história é diferente, especialmente quando ela aparece em forma de doces assados.

A torta de maçã é um símbolo dos Estados Unidos. Nunca falta na mesa do Dia de Ação de Graças. Mas sua origem está na Inglaterra, e ela combina perfeitamente com um vinho que vem de Portugal. Ou seja, nada parece fazer muito sentido nessa harmonização entre torta de maçã e vinho do Porto.

A não ser à mesa.

E no paladar.

Ali, tudo faz sentido.

Que casamento perfeito!

Você pode testar algumas variações em casa. Experimente o seu vinho do Porto com uma maçã assada ao próprio vinho do Porto. Ou uma massa folhada recheada com maçã e coberta com uma calda de vinho do Porto. Outra excelente opção é uma maçã inteiramente envolvida em uma redução do vinho.

Também vale apostar em um bolo de maçã com a massa umedecida por vinho do Porto. E, claro, na clássica torta de maçã com canela, acompanhada de uma bela taça de vinho do Porto tinto.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente noite para você, sintonizado na Centro América FM!

Por que será que maçã combina com canela? E por que será que vinho do Porto combina com torta de maçã? Não faço a menor ideia. Normalmente, o Porto não combina muito com sobremesas excessivamente frutadas, mas com a maçã vermelha a história é diferente, especialmente quando ela aparece em forma de doces assados.

A torta de maçã é um símbolo dos Estados Unidos. Nunca falta na mesa do Dia de Ação de Graças. Mas sua origem está na Inglaterra, e ela combina perfeitamente com um vinho que vem de Portugal. Ou seja, nada parece fazer muito sentido nessa harmonização entre torta de maçã e vinho do Porto.

A não ser à mesa.

E no paladar.

Ali, tudo faz sentido.

Que casamento perfeito!

Você pode testar algumas variações em casa. Experimente o seu vinho do Porto com uma maçã assada ao próprio vinho do Porto. Ou uma massa folhada recheada com maçã e coberta com uma calda de vinho do Porto. Outra excelente opção é uma maçã inteiramente envolvida em uma redução do vinho.

Também vale apostar em um bolo de maçã com a massa umedecida por vinho do Porto. E, claro, na clássica torta de maçã com canela, acompanhada de uma bela taça de vinho do Porto tinto.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente noite para você, sintonizado na Centro América FM!

Por que será que maçã combina com canela? E por que será que vinho do Porto combina com torta de maçã? Não faço a menor ideia. Normalmente, o Porto não combina muito com sobremesas excessivamente frutadas, mas com a maçã vermelha a história é diferente, especialmente quando ela aparece em forma de doces assados.

A torta de maçã é um símbolo dos Estados Unidos. Nunca falta na mesa do Dia de Ação de Graças. Mas sua origem está na Inglaterra, e ela combina perfeitamente com um vinho que vem de Portugal. Ou seja, nada parece fazer muito sentido nessa harmonização entre torta de maçã e vinho do Porto.

A não ser à mesa.

E no paladar.

Ali, tudo faz sentido.

Que casamento perfeito!

Você pode testar algumas variações em casa. Experimente o seu vinho do Porto com uma maçã assada ao próprio vinho do Porto. Ou uma massa folhada recheada com maçã e coberta com uma calda de vinho do Porto. Outra excelente opção é uma maçã inteiramente envolvida em uma redução do vinho.

Também vale apostar em um bolo de maçã com a massa umedecida por vinho do Porto. E, claro, na clássica torta de maçã com canela, acompanhada de uma bela taça de vinho do Porto tinto.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente noite para você, sintonizado na Centro América FM!

Por que será que maçã combina com canela? E por que será que vinho do Porto combina com torta de maçã? Não faço a menor ideia. Normalmente, o Porto não combina muito com sobremesas excessivamente frutadas, mas com a maçã vermelha a história é diferente, especialmente quando ela aparece em forma de doces assados.

A torta de maçã é um símbolo dos Estados Unidos. Nunca falta na mesa do Dia de Ação de Graças. Mas sua origem está na Inglaterra, e ela combina perfeitamente com um vinho que vem de Portugal. Ou seja, nada parece fazer muito sentido nessa harmonização entre torta de maçã e vinho do Porto.

A não ser à mesa.

E no paladar.

Ali, tudo faz sentido.

Que casamento perfeito!

Você pode testar algumas variações em casa. Experimente o seu vinho do Porto com uma maçã assada ao próprio vinho do Porto. Ou uma massa folhada recheada com maçã e coberta com uma calda de vinho do Porto. Outra excelente opção é uma maçã inteiramente envolvida em uma redução do vinho.

Também vale apostar em um bolo de maçã com a massa umedecida por vinho do Porto. E, claro, na clássica torta de maçã com canela, acompanhada de uma bela taça de vinho do Porto tinto.

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      <title><![CDATA[MAÇA COM PORTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO MARIUS ROSE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO FAZ BEM PARA SAUDE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MACERAÇÃO DO VINHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO DO PORTO COM TORTA DE MAÇÃ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PONTUAÇÕES DE VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto.

A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a Antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira. Porém, têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantém a temperatura constante naturalmente. Têm a microporosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho.

Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo o seu terroir. Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macios — entende? — venino. Sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho.

Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Vinícola Guaspari, de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato de ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto.

A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a Antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira. Porém, têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantém a temperatura constante naturalmente. Têm a microporosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho.

Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo o seu terroir. Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macios — entende? — venino. Sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho.

Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Vinícola Guaspari, de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato de ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto.

A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a Antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira. Porém, têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantém a temperatura constante naturalmente. Têm a microporosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho.

Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo o seu terroir. Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macios — entende? — venino. Sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho.

Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Vinícola Guaspari, de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato de ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A sugestão de tema de hoje é do Marcelo Padua, a respeito dos vinhos de fermentação em concreto.

A fermentação em concreto não é nenhuma novidade, assim como a fermentação em ânforas, que acontece desde a Antiguidade. Os tanques em concreto estão sendo cada vez mais usados na elaboração dos vinhos. Eles deixaram de ser usados e perderam espaço para o inox e também para a madeira. Porém, têm várias vantagens.

São tanques com paredes resistentes e espessas, com revestimento neutro, que mantém a temperatura constante naturalmente. Têm a microporosidade, que permite a micro-oxigenação, assim como a madeira, porém sem transferências de aromas, o que acontece com a fermentação no carvalho.

Os vinhos ficam mais cremosos e preservam as características da uva, mantendo o seu terroir. Para os enólogos que buscam aromas mais complexos e macios — entende? — venino. Sem interferências da madeira, o tanque em concreto é perfeito, mas nada impede que, posteriormente, o vinho seja amadurecido em carvalho.

Esse formato oval, que está sendo muito utilizado nos tanques de concreto, é vantajoso, pois permite a movimentação do vinho por todo o espaço do tanque, sem a necessidade de remontagem, e tem uma grande durabilidade. Só precisa ser lavado com água morna a cada ciclo.

Aqui no Brasil, a vinícola Vinícola Guaspari, de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, já utiliza o tanque em formato de ovo, feito em concreto, para o seu Sauvignon Blanc.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO DE FERMENTAÇÃO EM CONCRETO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM, também o música e vinho.

O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também. Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os portos.

Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.

Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu estrogonofe, serve também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha, ou usar para o molho de peixes e frangos.

Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas, para marinar carnes vermelhas, faz carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, fica super gostoso. Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas com mussagu, peras ao vinho, panacota e muito mais.

E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entra na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espumas de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta, alho, e servir sobre uma carne vermelha. Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.

Não desperdice nada. Todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM, também o música e vinho.

O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também. Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os portos.

Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.

Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu estrogonofe, serve também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha, ou usar para o molho de peixes e frangos.

Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas, para marinar carnes vermelhas, faz carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, fica super gostoso. Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas com mussagu, peras ao vinho, panacota e muito mais.

E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entra na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espumas de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta, alho, e servir sobre uma carne vermelha. Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.

Não desperdice nada. Todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM, também o música e vinho.

O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também. Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os portos.

Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.

Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu estrogonofe, serve também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha, ou usar para o molho de peixes e frangos.

Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas, para marinar carnes vermelhas, faz carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, fica super gostoso. Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas com mussagu, peras ao vinho, panacota e muito mais.

E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entra na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espumas de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta, alho, e servir sobre uma carne vermelha. Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.

Não desperdice nada. Todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã para você que curte a Centro América FM, também o música e vinho.

O vinho tem lugar reservado à mesa, e não pense que é só na taça, mas no prato também. Você já deve ter comido alguma receita que leva vinho, tanto espumante quanto vinhos brancos, tintos e até os portos.

Se acabou o gás do espumante e você não bebeu tudo, vai para a panela, para dar cremosidade aos molhos para peixes e frutos do mar ou frangos, para o molho da salada, para incorporar os grãos do seu risoto, para preparar uma marinada para o seu peixe.

Os vinhos brancos podem incrementar o refogado dos cogumelos do seu estrogonofe, serve também para fazer um risoto de aspargo e abobrinha, ou usar para o molho de peixes e frangos.

Já os vinhos tintos servem para uma grande variedade de receitas, para marinar carnes vermelhas, faz carnes de panela ao molho de vinho tinto, filés ao molho de vinho, risotos mais escuros, como linguiça, presuntos, carnes e cogumelos. Além do arroz de polvo, fica super gostoso. Várias massas com molho de vinho e carnes, e as sobremesas com mussagu, peras ao vinho, panacota e muito mais.

E os vinhos do Porto, embora sejam doces, entra na receita de pratos salgados. Já comi um filé com espumas de vinho do Porto, mas você pode testar em casa uma redução de vinho do Porto com caldo de carne, com muitos temperos, ervas, sal, pimenta, alho, e servir sobre uma carne vermelha. Pode servir também como molho para pera grelhada e ainda umedecer a massa do seu bolo confeitado com vinho do Porto.

Não desperdice nada. Todo vinho pode virar vinagre, mas, antes disso, vai para a panela.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RECEITAS COM VINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único; ou você ama, ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco; e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único; ou você ama, ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco; e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único; ou você ama, ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco; e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O músico vinho está no ar, e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas.

O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único; ou você ama, ou odeia.

Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo, que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores.

Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho, do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji, que parecem carne vermelha; o paris, que é bastante fresco; o portobello, que vai bem com carnes; o champignon, que eu amo fresco; e todos pedem vinho.

A receita vai da sua criatividade, desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combinam com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO POINT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO COLONIAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO BRAMARE MALBEC ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo aqui na Centro América FM. Uma ótima manhã para você! A região central do Rhone é delimitada como Côte de Rhone, e é lá que está localizado o famoso vinhedo Codolet, também apelidado de Baby beaucastel, porque está localizado ao lado do vinhedo ícone de beaucastel.

São 30 hectares de solos conhecidos pelas pedras lisas de rios, as chamadas Galet Rollet. coudoulet de beaucastel  pertence à Famille Perrin, que é proprietária da maior área dos melhores terroirs do Rhone.

Esse vinho é um Côte de Rhone Premium, elaborado com as uvas tintas grenache, buvedre, cirá e sançó. Passa seis meses em fúdres, aqueles barris de carvalho de mais de mil litros. A coloração é violeta, com notas de ervas, frutas vermelhas, amoras e frutas negras, chocolate e pimenta. Em boca é macio, encorpado, saboroso.

Degusteia a safra de negros. De 2018, que ainda tem uns 15 anos de vida. Perfeita harmonização com carnes vermelhas, carnes na brasa, macias como um ancho com polenta trufada, ou um carneiro com risoto de queijos.

Um super achado: coudoulet de beaucastel.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo aqui na Centro América FM. Uma ótima manhã para você! A região central do Rhone é delimitada como Côte de Rhone, e é lá que está localizado o famoso vinhedo Codolet, também apelidado de Baby beaucastel, porque está localizado ao lado do vinhedo ícone de beaucastel.

São 30 hectares de solos conhecidos pelas pedras lisas de rios, as chamadas Galet Rollet. coudoulet de beaucastel  pertence à Famille Perrin, que é proprietária da maior área dos melhores terroirs do Rhone.

Esse vinho é um Côte de Rhone Premium, elaborado com as uvas tintas grenache, buvedre, cirá e sançó. Passa seis meses em fúdres, aqueles barris de carvalho de mais de mil litros. A coloração é violeta, com notas de ervas, frutas vermelhas, amoras e frutas negras, chocolate e pimenta. Em boca é macio, encorpado, saboroso.

Degusteia a safra de negros. De 2018, que ainda tem uns 15 anos de vida. Perfeita harmonização com carnes vermelhas, carnes na brasa, macias como um ancho com polenta trufada, ou um carneiro com risoto de queijos.

Um super achado: coudoulet de beaucastel.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo aqui na Centro América FM. Uma ótima manhã para você! A região central do Rhone é delimitada como Côte de Rhone, e é lá que está localizado o famoso vinhedo Codolet, também apelidado de Baby beaucastel, porque está localizado ao lado do vinhedo ícone de beaucastel.

São 30 hectares de solos conhecidos pelas pedras lisas de rios, as chamadas Galet Rollet. coudoulet de beaucastel  pertence à Famille Perrin, que é proprietária da maior área dos melhores terroirs do Rhone.

Esse vinho é um Côte de Rhone Premium, elaborado com as uvas tintas grenache, buvedre, cirá e sançó. Passa seis meses em fúdres, aqueles barris de carvalho de mais de mil litros. A coloração é violeta, com notas de ervas, frutas vermelhas, amoras e frutas negras, chocolate e pimenta. Em boca é macio, encorpado, saboroso.

Degusteia a safra de negros. De 2018, que ainda tem uns 15 anos de vida. Perfeita harmonização com carnes vermelhas, carnes na brasa, macias como um ancho com polenta trufada, ou um carneiro com risoto de queijos.

Um super achado: coudoulet de beaucastel.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música e Vinho é exclusivo aqui na Centro América FM. Uma ótima manhã para você! A região central do Rhone é delimitada como Côte de Rhone, e é lá que está localizado o famoso vinhedo Codolet, também apelidado de Baby beaucastel, porque está localizado ao lado do vinhedo ícone de beaucastel.

São 30 hectares de solos conhecidos pelas pedras lisas de rios, as chamadas Galet Rollet. coudoulet de beaucastel  pertence à Famille Perrin, que é proprietária da maior área dos melhores terroirs do Rhone.

Esse vinho é um Côte de Rhone Premium, elaborado com as uvas tintas grenache, buvedre, cirá e sançó. Passa seis meses em fúdres, aqueles barris de carvalho de mais de mil litros. A coloração é violeta, com notas de ervas, frutas vermelhas, amoras e frutas negras, chocolate e pimenta. Em boca é macio, encorpado, saboroso.

Degusteia a safra de negros. De 2018, que ainda tem uns 15 anos de vida. Perfeita harmonização com carnes vermelhas, carnes na brasa, macias como um ancho com polenta trufada, ou um carneiro com risoto de queijos.

Um super achado: coudoulet de beaucastel.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ COUDOULET DE BEAUCASTEL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO RIESLING]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DIVERSOS NOMES DA UVA CARINÂ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.


]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.


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      <itunes:summary><![CDATA[
No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.


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      <content:encoded><![CDATA[
No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Moscatel, uma das mais antigas e aromáticas do mundo. Conheça sua origem, as diferentes formas como é chamada em diversos países, os estilos de vinhos que produz e as características que fazem dessa variedade uma das preferidas para quem busca vinhos leves, frescos e cheios de aromas frutados.


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      <title><![CDATA[UVA MOSCATEL: AROMA, FRESCOR E VERSATILIDADE EM CADA TAÇA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Música & Vinho é exclusivo da Centro América FM.
Uma ótima manhã para você!

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça — às vezes até em grande quantidade. Esses sedimentos são resultado do acúmulo e da solidificação de elementos naturais do vinho, como pigmentos de cor e taninos.

Em alguns casos, eles podem apresentar um sabor levemente amargo, mas é importante destacar: não oferecem nenhum risco ao consumo. Podem ser desagradáveis na textura, sim, mas não indicam que o vinho esteja estragado.

A forma mais comum de resolver isso é a decantação. O desafio é que nem sempre sabemos, antes de abrir, se o vinho possui sedimentos. Por isso, ao servir a primeira taça, observe com atenção. Se notar a presença deles, ainda dá tempo de decantar.

O ideal é deixar a garrafa em pé por um tempo, permitindo que os sedimentos se depositem no fundo, evitando que se misturem novamente ao líquido. Outra opção é utilizar um filtro, como um coador próprio para vinhos.

Vale lembrar que existem muitos vinhos naturais que não passam por processos de filtragem durante a elaboração. Nesses casos, os sedimentos têm um papel importante, inclusive na formação de aromas e sabores.

Os sedimentos podem aparecer tanto em vinhos tintos quanto em vinhos brancos.
Nos brancos, eles geralmente são a cristalização de ácidos, especialmente o ácido tartárico, o principal ácido do vinho.

No fim das contas, a escolha é sua:
Se você prefere vinhos naturais, com o mínimo de interferência, é preciso se acostumar com os sedimentos.
Se não quer os “pedacinhos” no líquido, é só filtrar ou decantar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Música & Vinho é exclusivo da Centro América FM.
Uma ótima manhã para você!

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça — às vezes até em grande quantidade. Esses sedimentos são resultado do acúmulo e da solidificação de elementos naturais do vinho, como pigmentos de cor e taninos.

Em alguns casos, eles podem apresentar um sabor levemente amargo, mas é importante destacar: não oferecem nenhum risco ao consumo. Podem ser desagradáveis na textura, sim, mas não indicam que o vinho esteja estragado.

A forma mais comum de resolver isso é a decantação. O desafio é que nem sempre sabemos, antes de abrir, se o vinho possui sedimentos. Por isso, ao servir a primeira taça, observe com atenção. Se notar a presença deles, ainda dá tempo de decantar.

O ideal é deixar a garrafa em pé por um tempo, permitindo que os sedimentos se depositem no fundo, evitando que se misturem novamente ao líquido. Outra opção é utilizar um filtro, como um coador próprio para vinhos.

Vale lembrar que existem muitos vinhos naturais que não passam por processos de filtragem durante a elaboração. Nesses casos, os sedimentos têm um papel importante, inclusive na formação de aromas e sabores.

Os sedimentos podem aparecer tanto em vinhos tintos quanto em vinhos brancos.
Nos brancos, eles geralmente são a cristalização de ácidos, especialmente o ácido tartárico, o principal ácido do vinho.

No fim das contas, a escolha é sua:
Se você prefere vinhos naturais, com o mínimo de interferência, é preciso se acostumar com os sedimentos.
Se não quer os “pedacinhos” no líquido, é só filtrar ou decantar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Música & Vinho é exclusivo da Centro América FM.
Uma ótima manhã para você!

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça — às vezes até em grande quantidade. Esses sedimentos são resultado do acúmulo e da solidificação de elementos naturais do vinho, como pigmentos de cor e taninos.

Em alguns casos, eles podem apresentar um sabor levemente amargo, mas é importante destacar: não oferecem nenhum risco ao consumo. Podem ser desagradáveis na textura, sim, mas não indicam que o vinho esteja estragado.

A forma mais comum de resolver isso é a decantação. O desafio é que nem sempre sabemos, antes de abrir, se o vinho possui sedimentos. Por isso, ao servir a primeira taça, observe com atenção. Se notar a presença deles, ainda dá tempo de decantar.

O ideal é deixar a garrafa em pé por um tempo, permitindo que os sedimentos se depositem no fundo, evitando que se misturem novamente ao líquido. Outra opção é utilizar um filtro, como um coador próprio para vinhos.

Vale lembrar que existem muitos vinhos naturais que não passam por processos de filtragem durante a elaboração. Nesses casos, os sedimentos têm um papel importante, inclusive na formação de aromas e sabores.

Os sedimentos podem aparecer tanto em vinhos tintos quanto em vinhos brancos.
Nos brancos, eles geralmente são a cristalização de ácidos, especialmente o ácido tartárico, o principal ácido do vinho.

No fim das contas, a escolha é sua:
Se você prefere vinhos naturais, com o mínimo de interferência, é preciso se acostumar com os sedimentos.
Se não quer os “pedacinhos” no líquido, é só filtrar ou decantar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Música & Vinho é exclusivo da Centro América FM.
Uma ótima manhã para você!

Você provavelmente já viu sedimentos de vinho na taça — às vezes até em grande quantidade. Esses sedimentos são resultado do acúmulo e da solidificação de elementos naturais do vinho, como pigmentos de cor e taninos.

Em alguns casos, eles podem apresentar um sabor levemente amargo, mas é importante destacar: não oferecem nenhum risco ao consumo. Podem ser desagradáveis na textura, sim, mas não indicam que o vinho esteja estragado.

A forma mais comum de resolver isso é a decantação. O desafio é que nem sempre sabemos, antes de abrir, se o vinho possui sedimentos. Por isso, ao servir a primeira taça, observe com atenção. Se notar a presença deles, ainda dá tempo de decantar.

O ideal é deixar a garrafa em pé por um tempo, permitindo que os sedimentos se depositem no fundo, evitando que se misturem novamente ao líquido. Outra opção é utilizar um filtro, como um coador próprio para vinhos.

Vale lembrar que existem muitos vinhos naturais que não passam por processos de filtragem durante a elaboração. Nesses casos, os sedimentos têm um papel importante, inclusive na formação de aromas e sabores.

Os sedimentos podem aparecer tanto em vinhos tintos quanto em vinhos brancos.
Nos brancos, eles geralmente são a cristalização de ácidos, especialmente o ácido tartárico, o principal ácido do vinho.

No fim das contas, a escolha é sua:
Se você prefere vinhos naturais, com o mínimo de interferência, é preciso se acostumar com os sedimentos.
Se não quer os “pedacinhos” no líquido, é só filtrar ou decantar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DECANTAÇÃO DE VINHO ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Em Portugal, a vinícola do Alentejo Herdade de Malhadinha associou um ar lúdico e extremamente delicado aos seus vinhos. É que as crianças da família desenharam os rótulos e dão os nomes aos vinhos: Pequeno João, Maria da Malhadinha, Menino Antônio e por aí vai.

É claro que vinho não é coisa para criança, mas a interação familiar na vinícola, agregando todas as gerações, é que é bem bacana. Me chamou a atenção, e fui pesquisar.

Um rosé com passagem em madeira: o Malhadinha Rosé, de Touriga Nacional, baga e tinta miúda. Normalmente, rosé não tem passagem por madeira para manter o tal frescor, mas o Malhadinha passa pouco tempo em carvalho francês.

É um vinho mais sofisticado que alegre, o adjetivo mais comum e usado para os rosés. É um vinho mais sério, mas, ainda assim, com leveza. Excelente frescor e aromas frutados e florais.

A vinícola está localizada no Alentejo, em meio aos sobreiros. É uma vinícola jovem, de 1998, e totalmente preparada para receber visitantes, com hotel, passeios a cavalo, degustações, vinoterapia e muito mais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em Portugal, a vinícola do Alentejo Herdade de Malhadinha associou um ar lúdico e extremamente delicado aos seus vinhos. É que as crianças da família desenharam os rótulos e dão os nomes aos vinhos: Pequeno João, Maria da Malhadinha, Menino Antônio e por aí vai.

É claro que vinho não é coisa para criança, mas a interação familiar na vinícola, agregando todas as gerações, é que é bem bacana. Me chamou a atenção, e fui pesquisar.

Um rosé com passagem em madeira: o Malhadinha Rosé, de Touriga Nacional, baga e tinta miúda. Normalmente, rosé não tem passagem por madeira para manter o tal frescor, mas o Malhadinha passa pouco tempo em carvalho francês.

É um vinho mais sofisticado que alegre, o adjetivo mais comum e usado para os rosés. É um vinho mais sério, mas, ainda assim, com leveza. Excelente frescor e aromas frutados e florais.

A vinícola está localizada no Alentejo, em meio aos sobreiros. É uma vinícola jovem, de 1998, e totalmente preparada para receber visitantes, com hotel, passeios a cavalo, degustações, vinoterapia e muito mais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em Portugal, a vinícola do Alentejo Herdade de Malhadinha associou um ar lúdico e extremamente delicado aos seus vinhos. É que as crianças da família desenharam os rótulos e dão os nomes aos vinhos: Pequeno João, Maria da Malhadinha, Menino Antônio e por aí vai.

É claro que vinho não é coisa para criança, mas a interação familiar na vinícola, agregando todas as gerações, é que é bem bacana. Me chamou a atenção, e fui pesquisar.

Um rosé com passagem em madeira: o Malhadinha Rosé, de Touriga Nacional, baga e tinta miúda. Normalmente, rosé não tem passagem por madeira para manter o tal frescor, mas o Malhadinha passa pouco tempo em carvalho francês.

É um vinho mais sofisticado que alegre, o adjetivo mais comum e usado para os rosés. É um vinho mais sério, mas, ainda assim, com leveza. Excelente frescor e aromas frutados e florais.

A vinícola está localizada no Alentejo, em meio aos sobreiros. É uma vinícola jovem, de 1998, e totalmente preparada para receber visitantes, com hotel, passeios a cavalo, degustações, vinoterapia e muito mais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em Portugal, a vinícola do Alentejo Herdade de Malhadinha associou um ar lúdico e extremamente delicado aos seus vinhos. É que as crianças da família desenharam os rótulos e dão os nomes aos vinhos: Pequeno João, Maria da Malhadinha, Menino Antônio e por aí vai.

É claro que vinho não é coisa para criança, mas a interação familiar na vinícola, agregando todas as gerações, é que é bem bacana. Me chamou a atenção, e fui pesquisar.

Um rosé com passagem em madeira: o Malhadinha Rosé, de Touriga Nacional, baga e tinta miúda. Normalmente, rosé não tem passagem por madeira para manter o tal frescor, mas o Malhadinha passa pouco tempo em carvalho francês.

É um vinho mais sofisticado que alegre, o adjetivo mais comum e usado para os rosés. É um vinho mais sério, mas, ainda assim, com leveza. Excelente frescor e aromas frutados e florais.

A vinícola está localizada no Alentejo, em meio aos sobreiros. É uma vinícola jovem, de 1998, e totalmente preparada para receber visitantes, com hotel, passeios a cavalo, degustações, vinoterapia e muito mais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ VINÍCOLA HERDADE DE MALHADINHA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É um bom dia pra você que está curtindo a Central América FM! E agora tem música e vinho. Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos. O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo.

O termo é super antigo. Os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade. O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço pra realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só pra beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado pra ter contato com a pele — pode causar irritação e produção de oleosidade.

São desde o relaxamento, a redução de rugas e anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidrata a pele, elimina toxinas, acelera a cicatrização de feridas, auxilia na produção de colágeno — e, por isso, mantém a pele mais firme —, ativa a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É um bom dia pra você que está curtindo a Central América FM! E agora tem música e vinho. Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos. O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo.

O termo é super antigo. Os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade. O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço pra realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só pra beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado pra ter contato com a pele — pode causar irritação e produção de oleosidade.

São desde o relaxamento, a redução de rugas e anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidrata a pele, elimina toxinas, acelera a cicatrização de feridas, auxilia na produção de colágeno — e, por isso, mantém a pele mais firme —, ativa a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É um bom dia pra você que está curtindo a Central América FM! E agora tem música e vinho. Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos. O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo.

O termo é super antigo. Os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade. O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço pra realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só pra beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado pra ter contato com a pele — pode causar irritação e produção de oleosidade.

São desde o relaxamento, a redução de rugas e anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidrata a pele, elimina toxinas, acelera a cicatrização de feridas, auxilia na produção de colágeno — e, por isso, mantém a pele mais firme —, ativa a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É um bom dia pra você que está curtindo a Central América FM! E agora tem música e vinho. Vocês sabem que uma das minhas grandes referências é a revista Adega, que traz as melhores publicações do mundo do vinho. E eles trouxeram uma matéria sobre vinoterapia, o tratamento estético à base de vinhos e seus elementos. O termo vinoterapia é patenteado e só pode ser usado em seis espaços de vinhos pelo mundo.

O termo é super antigo. Os gregos já registravam os tratamentos estéticos à base de uvas desde a Antiguidade. O tratamento é baseado na utilização de nutrientes da uva: casca, mosto, óleo de semente e bagaço pra realizar esfoliações, massagens e banhos. O vinho mesmo é usado só pra beber enquanto relaxa na banheira com cremes e sais, porque o álcool não é indicado pra ter contato com a pele — pode causar irritação e produção de oleosidade.

São desde o relaxamento, a redução de rugas e anti-envelhecimento. Como todo tratamento, a vinoterapia precisa ter a orientação do seu médico, mas alguns dos benefícios são: hidrata a pele, elimina toxinas, acelera a cicatrização de feridas, auxilia na produção de colágeno — e, por isso, mantém a pele mais firme —, ativa a circulação sanguínea.

A história é bem clara: Cleópatra, a rainha do Egito e a mais bela da sua época, já tomava banhos de vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINOTERAPIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PEQUENO PINTOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, para falar de música e vinho.

Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada cacho.

Chuva boa para videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva podem aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.
Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no Novo Mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que cada vez mais a qualidade é mais importante que a quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no Novo Mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho?
Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

É aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.
Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas em cálcio, baixas, duras e extremamente ácidas.

Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.
Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, para falar de música e vinho.

Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada cacho.

Chuva boa para videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva podem aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.
Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no Novo Mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que cada vez mais a qualidade é mais importante que a quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no Novo Mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho?
Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

É aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.
Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas em cálcio, baixas, duras e extremamente ácidas.

Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.
Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, para falar de música e vinho.

Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada cacho.

Chuva boa para videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva podem aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.
Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no Novo Mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que cada vez mais a qualidade é mais importante que a quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no Novo Mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho?
Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

É aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.
Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas em cálcio, baixas, duras e extremamente ácidas.

Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.
Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Que bom ter a sua companhia nesta manhã aqui na Centro América FM, para falar de música e vinho.

Você já deve ter ouvido falar que as videiras precisam sofrer para ter boas uvas. É que, quanto mais ela luta para buscar água no solo, mais ela absorve nutrientes da terra e mais força ganha em cada cacho.

Chuva boa para videira é no período de outono, inverno e início de primavera, quando ela está invernando e dá início ao período de brotação. O ideal é mais ou menos 680 milímetros de chuva ao ano. No verão, só o sol já basta, já que sol e chuva podem aumentar o risco de fungos e diminuir o processo de maturação.
Na Europa, países como Portugal, Espanha e Itália já conseguiram autorização para irrigar seus vinhedos, assim como acontece no Novo Mundo, por gotejamento. As entidades que regulamentam a viticultura na Europa entendem, ainda, que cada vez mais a qualidade é mais importante que a quantidade, já que videiras irrigadas produzem maior quantidade, mas, se equilibrado, como no Novo Mundo, conseguem bons resultados.

E quais nutrientes são esses que a videira precisa? O que muda no meu vinho?
Um dos nutrientes é o fósforo, que ajuda no crescimento e desenvolvimento da planta; o potássio, que ajuda na maturação das uvas e crescimento dos cachos; e o cálcio, que também atua no crescimento dos ramos e raízes e contribui para o desenvolvimento da planta, além de outros nutrientes como zinco, manganês, ferro, cobre, enxofre e nitrogênio.

É aí, na busca do equilíbrio e análise do campo, que entra um trabalho imenso do enólogo e de todos os viticultores. É uma interação entre homem e natureza e o equilíbrio do uso de conhecimento para se obter o melhor da planta e da terra.
Videiras sem nutrientes ou com excesso de água resultam em uvas diluídas em cálcio, baixas, duras e extremamente ácidas.

Por isso, vale lembrar que vinho é o resultado da transformação do açúcar em álcool a partir de uvas sadias. A sanidade das uvas resulta em bons vinhos.
Lembre-se sempre de manter a moderação, claro, e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIDEIRAS COM BOAS UVAS ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DORO E DUERO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[LES CHARMES DE KIRWAN]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma excelente manhã para você que me faz companhia!

O estilo é francês em terras argentinas, este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborados em Mendoza.

A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram. Porém, a família Cuvellier vem de uma longa história vitivinícola na França, desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França. A partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Château Le Croc, em Saint-Estèphe, e o Léoville Poyferré, em Saint-Julien.

Atualmente, a família possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Siete e a Agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Siete, esse é um projeto que eu curto muito! Idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino com cinco uvas: Malbec, que é a base da Argentina,  além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Petit Verdot.

Assim são também os cortes da linha Cuvellier de Los Andes, como o Grand Vin, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Syrah e Petit Verdot.

A Cuvellier de Los Andes se dedica às variedades tintas em um estilo de plantio orgânico e biodinâmico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco.

O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages... porque a Argentina não é só Malbec!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma excelente manhã para você que me faz companhia!

O estilo é francês em terras argentinas, este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborados em Mendoza.

A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram. Porém, a família Cuvellier vem de uma longa história vitivinícola na França, desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França. A partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Château Le Croc, em Saint-Estèphe, e o Léoville Poyferré, em Saint-Julien.

Atualmente, a família possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Siete e a Agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Siete, esse é um projeto que eu curto muito! Idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino com cinco uvas: Malbec, que é a base da Argentina,  além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Petit Verdot.

Assim são também os cortes da linha Cuvellier de Los Andes, como o Grand Vin, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Syrah e Petit Verdot.

A Cuvellier de Los Andes se dedica às variedades tintas em um estilo de plantio orgânico e biodinâmico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco.

O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages... porque a Argentina não é só Malbec!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma excelente manhã para você que me faz companhia!

O estilo é francês em terras argentinas, este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborados em Mendoza.

A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram. Porém, a família Cuvellier vem de uma longa história vitivinícola na França, desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França. A partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Château Le Croc, em Saint-Estèphe, e o Léoville Poyferré, em Saint-Julien.

Atualmente, a família possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Siete e a Agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Siete, esse é um projeto que eu curto muito! Idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino com cinco uvas: Malbec, que é a base da Argentina,  além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Petit Verdot.

Assim são também os cortes da linha Cuvellier de Los Andes, como o Grand Vin, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Syrah e Petit Verdot.

A Cuvellier de Los Andes se dedica às variedades tintas em um estilo de plantio orgânico e biodinâmico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco.

O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages... porque a Argentina não é só Malbec!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma excelente manhã para você que me faz companhia!

O estilo é francês em terras argentinas, este é o estilo dos vinhos da linha Cuvellier de Los Andes, elaborados em Mendoza.

A bodega Cuvellier de Los Andes é de 1998, ano em que as atividades na Argentina iniciaram. Porém, a família Cuvellier vem de uma longa história vitivinícola na França, desde 1804.

O fundador Henri Cuvellier desenvolveu super bem o negócio de vinhos, vendendo aos seus amigos burgueses na França. A partir daí, adquiriu novos châteaux, como o famoso Château Le Croc, em Saint-Estèphe, e o Léoville Poyferré, em Saint-Julien.

Atualmente, a família possui, além da bodega argentina Cuvellier de Los Andes, o Clos de Los Siete e a Agrícola Cuvellier, no Chile.

Por falar em Clos de Los Siete, esse é um projeto que eu curto muito! Idealizado por Michel Rolland, o super enólogo francês, reúne quatro super vinícolas para elaborar um assemblage argentino com cinco uvas: Malbec, que é a base da Argentina,  além de Merlot, Cabernet Sauvignon, Syrah e Petit Verdot.

Assim são também os cortes da linha Cuvellier de Los Andes, como o Grand Vin, o Collection e o Top El, que usam os assemblages das principais uvas plantadas por esse produtor: Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Syrah e Petit Verdot.

A Cuvellier de Los Andes se dedica às variedades tintas em um estilo de plantio orgânico e biodinâmico, aproveitando ao máximo o potencial do Vale do Uco.

O vale é perfeito para as uvas tintas mais intensas com terrenos de pedra, clima quente e seco, noites frias e altitude de mil metros.

Mais um super produtor com vinhos de alta qualidade e super assemblages... porque a Argentina não é só Malbec!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CUVELIER DE LOS ANDES ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO QUINTA DO COTTO ROSÉ ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UVA NERO DI TROIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[COTE DE BEAUNE DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Das terras altas de Espírito Santo do Pinhal vêm os vinhos da Vinícola Guaspari, um sonho que começou em 2001. As primeiras videiras foram plantadas em 2006, e o primeiro vinho foi produzido em 2008.

Degustei, mais uma vez, o Vista da Serra Syrah, em um cenário único na Serra da Mantiqueira, em meio às oliveiras. De coloração profunda, apresenta aromas de especiarias, frutas vermelhas e um leve tostado.

Não decantei, porque prefiro deixar o vinho apenas respirando sem a rolha e, depois, deixá-lo abrir em uma boa taça. Faz mais sentido para mim, se quero apreciar a evolução do vinho e se não há borras para separar.
Abri um espumante enquanto deixava o Guaspari Vista da Serra se abrir lentamente. Escolhi um bife na brasa, com um lindo colorido, acompanhado de mini legumes que também vieram da brasa.

O frescor dos legumes, o tostado da brasa, a doçura do milho e do tomate, a textura crocante do rabanete e o corpo da carne vermelha ficaram impecáveis com o Vista da Serra Syrah.
Mais Syrah na minha lista. No topo da lista.

O Guaspari Vista da Serra é encorpado, mas não pesado. É aveludado, com taninos redondos e longos. Um vinho muito complexo, que não para de revelar camadas e camadas de frutas. Ele está acima, muito acima da média.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Das terras altas de Espírito Santo do Pinhal vêm os vinhos da Vinícola Guaspari, um sonho que começou em 2001. As primeiras videiras foram plantadas em 2006, e o primeiro vinho foi produzido em 2008.

Degustei, mais uma vez, o Vista da Serra Syrah, em um cenário único na Serra da Mantiqueira, em meio às oliveiras. De coloração profunda, apresenta aromas de especiarias, frutas vermelhas e um leve tostado.

Não decantei, porque prefiro deixar o vinho apenas respirando sem a rolha e, depois, deixá-lo abrir em uma boa taça. Faz mais sentido para mim, se quero apreciar a evolução do vinho e se não há borras para separar.
Abri um espumante enquanto deixava o Guaspari Vista da Serra se abrir lentamente. Escolhi um bife na brasa, com um lindo colorido, acompanhado de mini legumes que também vieram da brasa.

O frescor dos legumes, o tostado da brasa, a doçura do milho e do tomate, a textura crocante do rabanete e o corpo da carne vermelha ficaram impecáveis com o Vista da Serra Syrah.
Mais Syrah na minha lista. No topo da lista.

O Guaspari Vista da Serra é encorpado, mas não pesado. É aveludado, com taninos redondos e longos. Um vinho muito complexo, que não para de revelar camadas e camadas de frutas. Ele está acima, muito acima da média.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Das terras altas de Espírito Santo do Pinhal vêm os vinhos da Vinícola Guaspari, um sonho que começou em 2001. As primeiras videiras foram plantadas em 2006, e o primeiro vinho foi produzido em 2008.

Degustei, mais uma vez, o Vista da Serra Syrah, em um cenário único na Serra da Mantiqueira, em meio às oliveiras. De coloração profunda, apresenta aromas de especiarias, frutas vermelhas e um leve tostado.

Não decantei, porque prefiro deixar o vinho apenas respirando sem a rolha e, depois, deixá-lo abrir em uma boa taça. Faz mais sentido para mim, se quero apreciar a evolução do vinho e se não há borras para separar.
Abri um espumante enquanto deixava o Guaspari Vista da Serra se abrir lentamente. Escolhi um bife na brasa, com um lindo colorido, acompanhado de mini legumes que também vieram da brasa.

O frescor dos legumes, o tostado da brasa, a doçura do milho e do tomate, a textura crocante do rabanete e o corpo da carne vermelha ficaram impecáveis com o Vista da Serra Syrah.
Mais Syrah na minha lista. No topo da lista.

O Guaspari Vista da Serra é encorpado, mas não pesado. É aveludado, com taninos redondos e longos. Um vinho muito complexo, que não para de revelar camadas e camadas de frutas. Ele está acima, muito acima da média.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Das terras altas de Espírito Santo do Pinhal vêm os vinhos da Vinícola Guaspari, um sonho que começou em 2001. As primeiras videiras foram plantadas em 2006, e o primeiro vinho foi produzido em 2008.

Degustei, mais uma vez, o Vista da Serra Syrah, em um cenário único na Serra da Mantiqueira, em meio às oliveiras. De coloração profunda, apresenta aromas de especiarias, frutas vermelhas e um leve tostado.

Não decantei, porque prefiro deixar o vinho apenas respirando sem a rolha e, depois, deixá-lo abrir em uma boa taça. Faz mais sentido para mim, se quero apreciar a evolução do vinho e se não há borras para separar.
Abri um espumante enquanto deixava o Guaspari Vista da Serra se abrir lentamente. Escolhi um bife na brasa, com um lindo colorido, acompanhado de mini legumes que também vieram da brasa.

O frescor dos legumes, o tostado da brasa, a doçura do milho e do tomate, a textura crocante do rabanete e o corpo da carne vermelha ficaram impecáveis com o Vista da Serra Syrah.
Mais Syrah na minha lista. No topo da lista.

O Guaspari Vista da Serra é encorpado, mas não pesado. É aveludado, com taninos redondos e longos. Um vinho muito complexo, que não para de revelar camadas e camadas de frutas. Ele está acima, muito acima da média.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUASPARI VISTA DA SERRA ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS AUSTRIACOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PESQUERA CRIANZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO RASTEAU]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO SALBIDE ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTE AURORA MOSCATEL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO ALBACLARA SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje vamos falar sobre mesma uva e diferentes nomes. 

É muito comum encontrar isso e às vezes entender que tempranilo ou aragones é exatamente a mesma uva facilita na hora da sua compra. Malbec ou primitivo ou zinfandel, são dois nomes para a mesma uva, monastrel ou muvedre, garnacha ou grenache, pinonoar ou pinonero. Pinonoar na França e pinonero é a forma como a pinonoar é conhecida na Itália. Carinã e mazuelo, nebiolo e quiavenasca, trebiano ou uniblã, sandiovese e prugnolo gentile, castelões e periquita em Portugal, glera e prosecco, macabeu e viura, tá vendo como tem. Diferentes nomes para a mesma uva, entendendo disso, facilita na hora da sua compra, lembrando sempre de manter a moderação na hora de degustar o seu vinho.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje vamos falar sobre mesma uva e diferentes nomes. 

É muito comum encontrar isso e às vezes entender que tempranilo ou aragones é exatamente a mesma uva facilita na hora da sua compra. Malbec ou primitivo ou zinfandel, são dois nomes para a mesma uva, monastrel ou muvedre, garnacha ou grenache, pinonoar ou pinonero. Pinonoar na França e pinonero é a forma como a pinonoar é conhecida na Itália. Carinã e mazuelo, nebiolo e quiavenasca, trebiano ou uniblã, sandiovese e prugnolo gentile, castelões e periquita em Portugal, glera e prosecco, macabeu e viura, tá vendo como tem. Diferentes nomes para a mesma uva, entendendo disso, facilita na hora da sua compra, lembrando sempre de manter a moderação na hora de degustar o seu vinho.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje vamos falar sobre mesma uva e diferentes nomes. 

É muito comum encontrar isso e às vezes entender que tempranilo ou aragones é exatamente a mesma uva facilita na hora da sua compra. Malbec ou primitivo ou zinfandel, são dois nomes para a mesma uva, monastrel ou muvedre, garnacha ou grenache, pinonoar ou pinonero. Pinonoar na França e pinonero é a forma como a pinonoar é conhecida na Itália. Carinã e mazuelo, nebiolo e quiavenasca, trebiano ou uniblã, sandiovese e prugnolo gentile, castelões e periquita em Portugal, glera e prosecco, macabeu e viura, tá vendo como tem. Diferentes nomes para a mesma uva, entendendo disso, facilita na hora da sua compra, lembrando sempre de manter a moderação na hora de degustar o seu vinho.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje vamos falar sobre mesma uva e diferentes nomes. 

É muito comum encontrar isso e às vezes entender que tempranilo ou aragones é exatamente a mesma uva facilita na hora da sua compra. Malbec ou primitivo ou zinfandel, são dois nomes para a mesma uva, monastrel ou muvedre, garnacha ou grenache, pinonoar ou pinonero. Pinonoar na França e pinonero é a forma como a pinonoar é conhecida na Itália. Carinã e mazuelo, nebiolo e quiavenasca, trebiano ou uniblã, sandiovese e prugnolo gentile, castelões e periquita em Portugal, glera e prosecco, macabeu e viura, tá vendo como tem. Diferentes nomes para a mesma uva, entendendo disso, facilita na hora da sua compra, lembrando sempre de manter a moderação na hora de degustar o seu vinho.
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      <title><![CDATA[   MESMA UVA E DIFERENTES NOMES ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO MEMÓRIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. Hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música.

O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, um conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luís de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras.

O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vão mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho. A formação é feita das uvas Cihali, Cante-Boucher e Petit Verdot.

De coloração profunda, granada forte, com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremosos. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano em garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

O outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo, você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, um dos principais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro, e no rótulo você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música.

O Chorinho é um vinho tinto, com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. As uvas são Toriga Franca, Tinta Roris, Tinta Barroca e Toriga Nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. Hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música.

O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, um conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luís de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras.

O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vão mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho. A formação é feita das uvas Cihali, Cante-Boucher e Petit Verdot.

De coloração profunda, granada forte, com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremosos. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano em garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

O outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo, você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, um dos principais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro, e no rótulo você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música.

O Chorinho é um vinho tinto, com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. As uvas são Toriga Franca, Tinta Roris, Tinta Barroca e Toriga Nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. Hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música.

O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, um conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luís de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras.

O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vão mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho. A formação é feita das uvas Cihali, Cante-Boucher e Petit Verdot.

De coloração profunda, granada forte, com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremosos. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano em garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

O outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo, você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, um dos principais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro, e no rótulo você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música.

O Chorinho é um vinho tinto, com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. As uvas são Toriga Franca, Tinta Roris, Tinta Barroca e Toriga Nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Obrigada pela sua companhia de sempre em mais uma edição do Música e Vinho. Hoje eu vou falar sobre dois vinhos portugueses que têm tudo a ver com música.

O primeiro se chama Polifonia e vem da região do Alentejo, e o segundo se chama Chorinho, da região do Douro.

Polifonia é a multiplicidade de sons, um conjunto harmonioso de sons, e esse é o nome dado ao vinho do Monte dos Perdigões. A quinta Monte dos Perdigões foi a casa do ilustre maestro português Luís de Freitas Branco, que compôs ali suas mais marcantes obras.

O vinho Polifonia é uma composição em que o enólogo escolhe os lotes de vinhos que têm maior aptidão organoléptica e de envelhecimento. Aptidão organoléptica é onde vão mais aparecer todos os aromas e sabores do vinho. A formação é feita das uvas Cihali, Cante-Boucher e Petit Verdot.

De coloração profunda, granada forte, com aromas de frutas maduras em compota, é um vinho bastante cheio, carnudo, de taninos suaves e cremosos. O Polifonia é feito de vinhas velhas, e a harmonização fica para caças e assados. Passa 18 meses no carvalho francês de tosta média e mais um ano em garrafa. Tem um final bem longo e encorpado. Este é o Polifonia da região do Alentejo.

O outro vinho, em homenagem ao ritmo musical brasileiro, se chama Chorinho e é da região do Douro. A vinícola é a Lavradores de Feitoria. O vinho Chorinho nasceu da ideia da cantora Roberta Sá, que é apaixonada por vinhos portugueses. Ela pediu um vinho com a lágrima de um choro boêmio e melodicamente brasileiro. Por isso, o Chorinho é um vinho com a delicadeza e a sutileza do estilo choro.

No rótulo, você vai encontrar os azulejos portugueses, destacando a silhueta de um violão, um dos principais instrumentos do nosso Chorinho. O nome é mesmo uma homenagem ao ritmo brasileiro, e no rótulo você vai encontrar os mapas do Brasil e de Portugal para reforçar os laços luso-brasileiros, unindo a cultura e a música.

O Chorinho é um vinho tinto, com aromas de cereja e amora, de uma acidez refrescante para lembrar o nosso Brasil. As uvas são Toriga Franca, Tinta Roris, Tinta Barroca e Toriga Nacional.

Duas sugestões de vinhos com nomes bastante convidativos, portugueses: Polifonia e Chorinho, para você ouvir e beber com moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO POLIPHONIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje falaremos sobre as vinhas velhas e seus efeitos, ou diferenciais, para o vinho. Será que eles existem?

Muitas vinícolas, pelo mundo, estampam em seus rótulos as palavras Old Vines ou até mesmo vinhas centenárias. Mas, afinal, o que isso tem de interessante?

Existem diversas opiniões sobre o tema das vinhas velhas. Vamos a algumas.

As vinhas velhas têm baixo rendimento natural, e isso faz com que seus frutos sejam mais concentrados, gerando vinhos mais complexos e com mais qualidade.

As vinhas velhas se adaptaram plenamente ao terroir ao longo do tempo, e isso faz com que expressem melhor, em seus frutos, as características do próprio terroir, como também as características da própria variedade.

É fato que não existem argumentos que garantam que vinhos de vinhas velhas sejam melhores do que vinhos de vinhas novas. Tudo isso envolve muita complexidade, pois não existe um órgão regulador que determine a idade ideal para uma vinha ser considerada velha. Isso varia entre países e regiões.

Atualmente, o termo está muito inserido em questões de marketing.

Eu, particularmente, vejo o termo como algo que mexe com a imaginação, pois saber que as vinhas estão há anos no mesmo local, que podem ter sido manejadas por diferentes gerações e que sobreviveram a diversas irregularidades e safras desperta um certo respeito e curiosidade em um mundo cheio de histórias e particularidades, como é o mundo do vinho.

Um brinde às vinhas velhas e, em especial, a você, ouvinte do Música em Vinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OLD VINES: O QUE MUDA NA TAÇA? ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[JONAS EDUARDO ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM!
E agora, tem Música e Vinho.

Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei: a Tinta Negra Mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos, únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos, e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de Julho.

Os vinhos Madeira passam por um processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, que vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo.

Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas?
É exatamente isso que eu curto!

E só para resumir esses três vinhos fortificados do Música e Vinho de hoje: todos os três têm alta graduação alcoólica, têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá, fortifique um pouquinho seu paladar e arrisque na degustação com vinhos diferentes!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM!
E agora, tem Música e Vinho.

Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei: a Tinta Negra Mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos, únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos, e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de Julho.

Os vinhos Madeira passam por um processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, que vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo.

Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas?
É exatamente isso que eu curto!

E só para resumir esses três vinhos fortificados do Música e Vinho de hoje: todos os três têm alta graduação alcoólica, têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá, fortifique um pouquinho seu paladar e arrisque na degustação com vinhos diferentes!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM!
E agora, tem Música e Vinho.

Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei: a Tinta Negra Mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos, únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos, e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de Julho.

Os vinhos Madeira passam por um processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, que vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo.

Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas?
É exatamente isso que eu curto!

E só para resumir esses três vinhos fortificados do Música e Vinho de hoje: todos os três têm alta graduação alcoólica, têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá, fortifique um pouquinho seu paladar e arrisque na degustação com vinhos diferentes!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM!
E agora, tem Música e Vinho.

Quando falamos em vinhos fortificados, rapidamente vêm os vinhos do Porto à mente. Mas não podemos esquecer também dos vinhos Madeira e do Jerez.

O Madeira é português também, da ilha de mesmo nome. São vinhos feitos com uma das uvas negras que citei: a Tinta Negra Mole. Os Madeiras são altamente alcoólicos, como os Portos, únicos, longevos e de alta qualidade.

Os vinhos Madeira eram o estilo preferido dos czares russos, e foi também o estilo de vinho do famoso brinde erguido em comemoração à Declaração da Independência dos Estados Unidos, no 4 de Julho.

Os vinhos Madeira passam por um processo de oxidação em cascas de madeiras antigas e, por isso, têm aromas que chamamos de etéreos, aromas de envelhecimento, como o mofo, mais fechados, além das frutas cristalizadas e um certo néctar.

O Jerez, o mais antigo vinho da Europa, também é fortificado e produzido há mais de dois mil anos. É tão complexo na produção quanto no paladar e nos aromas. São vários estilos de Jerez, que vão desde os secos até os açucarados.

Eu degustei um Jerez doce numa prova de três vinhos fortificados: um Porto, um Madeira e um Jerez. É legal comparar as cores, os aromas e os sabores dos três vinhos juntos, todos com coloração bem envelhecida, meio opaca, diferente dos outros vinhos mais vivos que a gente costuma degustar.

Com borras sobrando, aromas totalmente fechados, mistura o doce com mofo, caramelo, madeira velha, nozes, frutas secas, chocolate e mais mofo.

Como alguém pode amar tanto aromas de coisas envelhecidas?
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E só para resumir esses três vinhos fortificados do Música e Vinho de hoje: todos os três têm alta graduação alcoólica, têm adição de aguardente vínica no processo, todos com sabores fortes e texturas robustas.

O Porto só tem doce, e o Madeira e o Jerez podem ser secos ou doces.

Vamos lá, fortifique um pouquinho seu paladar e arrisque na degustação com vinhos diferentes!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS FORTIFICADOS ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 12 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leida Reserva Sihá. É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na Vinha Leida, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.

A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Tá na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Sihá são perfeitos para ilustrar. Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota com toque de geléia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa. Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leida Reserva Sihá. É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na Vinha Leida, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.

A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Tá na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Sihá são perfeitos para ilustrar. Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota com toque de geléia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa. Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leida Reserva Sihá. É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na Vinha Leida, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.

A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Tá na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Sihá são perfeitos para ilustrar. Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota com toque de geléia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa. Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um bom dia para você! Vamos degustar juntos? Então anota aí mais um vinho que não pode faltar na sua adega: Leida Reserva Sihá. É um chileno de tampa de rosca, elaborado pela enóloga Viviana Navarrete, na Vinha Leida, a vinícola mais costeira do Chile. Recebe todas as influências do Pacífico e produz vinhos extremamente elegantes.

A vinícola segue a linha dos vinhos mais elegantes e femininos. Mas se engana quem pensa que vinhos femininos sejam vinhos levinhos. Tá na hora de valorizar a força da mulher, e os vinhos da uva tinta Sihá são perfeitos para ilustrar. Tem muita cor, nada de cores clarinhas; bom corpo, nada de vinhos levinhos; notas de frutas vermelhas e negras, porque mulher nunca é um elemento só. Evolução para frutas em compota com toque de geléia de pimenta, porque mulher sabe ser delicada, docinha e apimentar quando precisa. Persistência em boca longa, com presença de taninos que você percebe, mas estão super integrados, como a mulher que, com sua delicadeza, tem força para seguir; com sua suavidade, tem força para vencer]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ LEYDA RESERVA SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO GIGONDAS LA GILLE PERRIN]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega à sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil: é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano. Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos.

Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens, com dois meses de envelhecimento, aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro: 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega à sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil: é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano. Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos.

Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens, com dois meses de envelhecimento, aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro: 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega à sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil: é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano. Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos.

Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens, com dois meses de envelhecimento, aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro: 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Nosso tema de hoje é um super duelo entre Douro e Douero. Um só rio, duas super regiões vinícolas ao longo dos seus 850 km do rio Douro. No lado espanhol nasce o Douero e chega à sua fosa em Vila Nova de Gaia, já em Portugal, com o nome de rio Douro.

As duas regiões elaboram vinhos bem distintos, mas ambos de grande prestígio. Então, se você fizer uma harmonização entre Douro e Douero, não vai ser fácil: é um super duelo.

Os vinhos do Douro têm características florais intensas e o uso de carvalho francês como predominância. Já a ribeira do Douero, na Espanha, é mais frutado e usa carvalho americano. Na ribeira do Douero, na Espanha, a Tempranilo reina e desenvolve vinhos muito elegantes, complexos, concentrados, potentes e harmônicos.

Hoje, já usa uvas estrangeiras nos cortes. Triplicou o número de produtores e tem uma grande variedade de vinhos, que vai dos jovens, com dois meses de envelhecimento, aos vinhos mais velhos, reservas à moda antiga.

No Douro, em 2003, surgiram os Douro Boys, uma geração de produtores que passou a usar as uvas do porto para fazer os tintos secos, que chamaram de novos durienses. Agora, já estamos com a geração Douro Kids, os novos durienses que estão em direção ao primeiro grupo e contribuir com as suas ideias, seja no marketing ou na enologia.

Uma das novidades é que eles estão plantando e produzindo um vinho feito 100% com a uva baga, a uva símbolo de outra região chamada Bairrada, só que estão produzindo no Douro. O vinho não foi ainda engarrafado, mas vem novidade por aí.

Além de vinhos varietais, outra novidade no Douro: 100% com toriga nacional, sendo que o comum no Douro sempre foram os famosos. Assemblagens, as misturas de uvas.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO DOURO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e ainda as novidades do Musique Vinho. Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc. Ela vem se destacando no terroir catarinense e já se discute uma criação de uma doc, uma denominação de origem controlada para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros. Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia. A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes. Que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia. A amplitude térmica, e eu traduzo é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita. Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso. Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático. Minerais e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina. Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e ainda as novidades do Musique Vinho. Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc. Ela vem se destacando no terroir catarinense e já se discute uma criação de uma doc, uma denominação de origem controlada para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros. Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia. A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes. Que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia. A amplitude térmica, e eu traduzo é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita. Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso. Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático. Minerais e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina. Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e ainda as novidades do Musique Vinho. Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc. Ela vem se destacando no terroir catarinense e já se discute uma criação de uma doc, uma denominação de origem controlada para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros. Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia. A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes. Que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia. A amplitude térmica, e eu traduzo é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita. Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso. Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático. Minerais e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina. Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma ótima manhã para você que curte a Centro América FM e ainda as novidades do Musique Vinho. Quando a uva sobrevive às temperaturas geladas e até neve da Serra Catarinense no Brasil, dizem ser uma uva selvagem ou uma Sauvignon. E é assim que se comporta a Sauvignon Blanc. Ela vem se destacando no terroir catarinense e já se discute uma criação de uma doc, uma denominação de origem controlada para proteger as características da Sauvignon Blanc na região da Serra Catarinense. A Serra, na região de São Joaquim, tem altitudes entre 900 e 1400 metros. Um dos fatores atribuídos pelos enólogos para o destaque da Sauvignon Blanc em terras catarinenses é o ciclo intermediário da uva, que consegue escapar das grandes geadas no período de brotação e não tem maturação nem precoce nem tardia. A Sauvignon Blanc é resistente aos ventos fortes. Que tem uma casca espessa e resistente. E a uva, diferente das demais, se beneficia da loucura climática que acontece na região, fazendo as quatro estações em um único dia. A amplitude térmica, e eu traduzo é a variação de temperatura entre o dia e a noite, faz com que a uva absorva e mantenha o calor durante o dia e se refresque à noite, liberando os ácidos que compõem o vinho de maneira bem lenta. Assim, a uva é colhida na sua plena maturação de açúcares e aromática perfeita. Na taça, em linhas gerais, os vinhos da uva Sauvignon Blanc de Santa Catarina são bastante minerais, elegantes, complexos aromaticamente e sutis. São vinhos intensos, com boa acidez e aromas que lembram maracujá, abacaxi, além de aspargos, folhas, vegetais e um cítrico bem intenso. Os produtores têm preferido colher a uva um pouco antes da completa maturação para preservar o aromático. Minerais e não deixar sobressair tanto os aromas de frutas tropicais mais doces. Esse é o estilo do Sauvignon Blanc de Santa Catarina. Nos últimos anos, os melhores vinhos brancos brasileiros vieram de lá e tudo indica que esse caminho de sucesso é só o começo. Lembre-se sempre de manter a moderação e se beber, não dirija!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SAUVIGNON BLANC]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPUMANTES ROSES ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO MASCIARELLI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.

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      <itunes:summary><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.

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      <content:encoded><![CDATA[No Música e Vinho de hoje, o sommelier Jonas Eduardo apresenta a uva Goethe, uma variedade que combina a resistência das uvas americanas com a elegância das viníferas europeias. Conheça sua origem, sua história no Brasil e descubra por que ela se tornou um dos grandes símbolos da viticultura de Santa Catarina, dando origem a vinhos e espumantes de qualidade reconhecida.

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      <title><![CDATA[UVA GOETHE: A JOIA DA VITICULTURA CATARINENSE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BRAMARE MALBEC]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS ARGENTINOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SELEÇÃO COM 4 VINHOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BAYANEGRA TEMPRANILLO]]></title>
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      <title><![CDATA[VINHO TAYLOR'S SINGLE HARVEST]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS DOCES - HASTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO BLEND TANNAT SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO PINOT NOIR 2015]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MAÇA COM PORTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Refrescante, versátil e cercada de história, a sangria é um dos coquetéis mais tradicionais da Península Ibérica. Feita originalmente com vinho tinto seco, a bebida tem origem disputada entre Portugal e Espanha e, desde 2014, possui proteção de denominação de origem na União Europeia, podendo receber oficialmente o nome "sangria" apenas quando produzida nesses dois países.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SANGRIA: A TRADIÇÃO IBÉRICA QUE CONQUISTOU O MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CHARTRON LÁ FLEUR BLANC]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM. Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar. A família Fernández Rivera da Espanha é a produtora do famoso pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribeira Del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos. A vinícola foi fundada em 1972 e a primeira propriedade foi a pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas. O vinho pesqueira criança é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% tempranilo, 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras. A maturação acontece em carvalho e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca. Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e complexidade do pesqueira na sua taça. Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis. Bom pesqueira para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM. Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar. A família Fernández Rivera da Espanha é a produtora do famoso pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribeira Del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos. A vinícola foi fundada em 1972 e a primeira propriedade foi a pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas. O vinho pesqueira criança é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% tempranilo, 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras. A maturação acontece em carvalho e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca. Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e complexidade do pesqueira na sua taça. Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis. Bom pesqueira para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM. Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar. A família Fernández Rivera da Espanha é a produtora do famoso pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribeira Del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos. A vinícola foi fundada em 1972 e a primeira propriedade foi a pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas. O vinho pesqueira criança é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% tempranilo, 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras. A maturação acontece em carvalho e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca. Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e complexidade do pesqueira na sua taça. Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis. Bom pesqueira para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[
E uma excelente manhã para você que está curtindo a Centro América FM. Paixão pela uva e pela terra. Tem mais, muito mais para você descobrir e degustar. A família Fernández Rivera da Espanha é a produtora do famoso pesqueira, o vinho que impulsionou a criação da denominação de origem Ribeira Del Duero. Pesqueira está comemorando 50 anos. A vinícola foi fundada em 1972 e a primeira propriedade foi a pesqueira. Alejandro Fernández foi quem começou o projeto e logo ganhou o reconhecimento de Robert Parker, que classificou a vinícola como cinco estrelas. O vinho pesqueira criança é considerado soberbo pelo crítico americano. É um 100% tempranilo, 18 meses em carvalho americano e seis meses em garrafa. São camadas e camadas de frutas sedoso, encorpado e com um retrogosto intenso de frutas negras. A maturação acontece em carvalho e ela trouxe ainda um toque balsâmico e um suave sabor licoroso ao vinho. Fica muito tempo em boca. Vale abrir umas horas antes, mas sugiro só abrir, sem decantar, para você curtir a evolução e complexidade do pesqueira na sua taça. Perfeito para um bom churrasco, carneiro e embutidos espanhóis. Bom pesqueira para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PESQUERA CRIANZA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar com harmonizações entre porto e chocolate.
A mistura de coco com chocolate é um dos clássicos da confeitaria, mas, segundo os inventores, foi desenvolvida pensando no paladar dos brasileiros — e deu muito certo.

É a harmonização perfeita para os vinhos do Porto Tinto. Uma taça de um Graham’s, seja Ruby, Tawny ou um 10 anos, com um bombom de chocolate com coco ou uma torta mousse de chocolate com coco, é uma combinação de fechar os olhos.

O coco tem as notas amendoadas que a gente encontra no Graham’s, e o chocolate, se for amargo, melhor ainda, segura a intensidade de um bom Porto.
Experimentei uma outra harmonização: o Porto Graham’s 10 anos com uma torta mousse de chocolate, calda de geleia de frutas vermelhas e um toque de hortelã.
A foto vocês podem ver no meu Instagram, arroba a Casey e a June. Pena que não dá para compartilhar o cheiro.

O perfume dessa torta mousse combina perfeitamente com os complexos aromas do Graham’s 10 anos. Graham’s é a melhor e mais reputada casa de Porto do mundo.

O 10 anos é uma super seleção de vinhos reserva, envelhecidos em média por 10 anos, com um buquê impressionante e contagiante.
Ficaria horas sentindo o aroma dessa sobremesa e do vinho. Não horas, mas curtindo longamente os aromas do chocolate, da calda e da hortelã, depois do vinho, depois do chocolate e depois do vinho.
Bom Porto para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar com harmonizações entre porto e chocolate.
A mistura de coco com chocolate é um dos clássicos da confeitaria, mas, segundo os inventores, foi desenvolvida pensando no paladar dos brasileiros — e deu muito certo.

É a harmonização perfeita para os vinhos do Porto Tinto. Uma taça de um Graham’s, seja Ruby, Tawny ou um 10 anos, com um bombom de chocolate com coco ou uma torta mousse de chocolate com coco, é uma combinação de fechar os olhos.

O coco tem as notas amendoadas que a gente encontra no Graham’s, e o chocolate, se for amargo, melhor ainda, segura a intensidade de um bom Porto.
Experimentei uma outra harmonização: o Porto Graham’s 10 anos com uma torta mousse de chocolate, calda de geleia de frutas vermelhas e um toque de hortelã.
A foto vocês podem ver no meu Instagram, arroba a Casey e a June. Pena que não dá para compartilhar o cheiro.

O perfume dessa torta mousse combina perfeitamente com os complexos aromas do Graham’s 10 anos. Graham’s é a melhor e mais reputada casa de Porto do mundo.

O 10 anos é uma super seleção de vinhos reserva, envelhecidos em média por 10 anos, com um buquê impressionante e contagiante.
Ficaria horas sentindo o aroma dessa sobremesa e do vinho. Não horas, mas curtindo longamente os aromas do chocolate, da calda e da hortelã, depois do vinho, depois do chocolate e depois do vinho.
Bom Porto para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar com harmonizações entre porto e chocolate.
A mistura de coco com chocolate é um dos clássicos da confeitaria, mas, segundo os inventores, foi desenvolvida pensando no paladar dos brasileiros — e deu muito certo.

É a harmonização perfeita para os vinhos do Porto Tinto. Uma taça de um Graham’s, seja Ruby, Tawny ou um 10 anos, com um bombom de chocolate com coco ou uma torta mousse de chocolate com coco, é uma combinação de fechar os olhos.

O coco tem as notas amendoadas que a gente encontra no Graham’s, e o chocolate, se for amargo, melhor ainda, segura a intensidade de um bom Porto.
Experimentei uma outra harmonização: o Porto Graham’s 10 anos com uma torta mousse de chocolate, calda de geleia de frutas vermelhas e um toque de hortelã.
A foto vocês podem ver no meu Instagram, arroba a Casey e a June. Pena que não dá para compartilhar o cheiro.

O perfume dessa torta mousse combina perfeitamente com os complexos aromas do Graham’s 10 anos. Graham’s é a melhor e mais reputada casa de Porto do mundo.

O 10 anos é uma super seleção de vinhos reserva, envelhecidos em média por 10 anos, com um buquê impressionante e contagiante.
Ficaria horas sentindo o aroma dessa sobremesa e do vinho. Não horas, mas curtindo longamente os aromas do chocolate, da calda e da hortelã, depois do vinho, depois do chocolate e depois do vinho.
Bom Porto para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E hoje eu quero te inspirar com harmonizações entre porto e chocolate.
A mistura de coco com chocolate é um dos clássicos da confeitaria, mas, segundo os inventores, foi desenvolvida pensando no paladar dos brasileiros — e deu muito certo.

É a harmonização perfeita para os vinhos do Porto Tinto. Uma taça de um Graham’s, seja Ruby, Tawny ou um 10 anos, com um bombom de chocolate com coco ou uma torta mousse de chocolate com coco, é uma combinação de fechar os olhos.

O coco tem as notas amendoadas que a gente encontra no Graham’s, e o chocolate, se for amargo, melhor ainda, segura a intensidade de um bom Porto.
Experimentei uma outra harmonização: o Porto Graham’s 10 anos com uma torta mousse de chocolate, calda de geleia de frutas vermelhas e um toque de hortelã.
A foto vocês podem ver no meu Instagram, arroba a Casey e a June. Pena que não dá para compartilhar o cheiro.

O perfume dessa torta mousse combina perfeitamente com os complexos aromas do Graham’s 10 anos. Graham’s é a melhor e mais reputada casa de Porto do mundo.

O 10 anos é uma super seleção de vinhos reserva, envelhecidos em média por 10 anos, com um buquê impressionante e contagiante.
Ficaria horas sentindo o aroma dessa sobremesa e do vinho. Não horas, mas curtindo longamente os aromas do chocolate, da calda e da hortelã, depois do vinho, depois do chocolate e depois do vinho.
Bom Porto para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORTO & CHOCOLATE ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO BERNE ESPRIT DI MEDITERRANEE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por música e também por vinho. Outro dia falei sobre o espumante Natur da vinícola Apisato, no Vale dos Vinhedos, ao sul do Brasil. Uma tendência em diminuir açúcar, e os espumantes com dosagem zero, os Natur, estão ganhando espaço.

Mas Apisato tem ainda a linha chamada Fausto, de vinhos mais descontraídos, vindos do vinhedo de nome Fausto, bem pertinho do Vale dos Vinhedos, com vinhos que já são exportados desde 2013. Degustei o Fausto Merlot, uma uva que identifica e representa o Brasil e a destaque da vinícola desde 1999.

O Fausto Merlot já é exportado para seis países e recebe destaques como o Vinho da Classe Executiva de uma Supercompania Aérea, em 2014. Destaque no Guia Internacional Mil Vinhos para provar, entre outros destaques em painéis de vinhos no Brasil e no exterior.

Frutado. Não perde seu frescor porque passa apenas seis meses em carvalho de segundo uso, que já é bem mais leve. Lembra meixas, tem um certo terroso e couro. Um vinho de bom retrogosto fresco, já que é um vinho jovem e para consumir ainda jovem. E é de tampa de rosca, fácil de abrir.

É super gastronômico. Pede um risoto de cogumelos, uma carne suína, pode ser uma pancheta ao molho de manteiga, massas de molhos como bolonhesa, berinjelas ao pomodoro, queijos em embutidos ou ainda uma linguiça com pão e molho de alho, pode ser? Já me deu vontade de beber um Fausto Merlot. Lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por música e também por vinho. Outro dia falei sobre o espumante Natur da vinícola Apisato, no Vale dos Vinhedos, ao sul do Brasil. Uma tendência em diminuir açúcar, e os espumantes com dosagem zero, os Natur, estão ganhando espaço.

Mas Apisato tem ainda a linha chamada Fausto, de vinhos mais descontraídos, vindos do vinhedo de nome Fausto, bem pertinho do Vale dos Vinhedos, com vinhos que já são exportados desde 2013. Degustei o Fausto Merlot, uma uva que identifica e representa o Brasil e a destaque da vinícola desde 1999.

O Fausto Merlot já é exportado para seis países e recebe destaques como o Vinho da Classe Executiva de uma Supercompania Aérea, em 2014. Destaque no Guia Internacional Mil Vinhos para provar, entre outros destaques em painéis de vinhos no Brasil e no exterior.

Frutado. Não perde seu frescor porque passa apenas seis meses em carvalho de segundo uso, que já é bem mais leve. Lembra meixas, tem um certo terroso e couro. Um vinho de bom retrogosto fresco, já que é um vinho jovem e para consumir ainda jovem. E é de tampa de rosca, fácil de abrir.

É super gastronômico. Pede um risoto de cogumelos, uma carne suína, pode ser uma pancheta ao molho de manteiga, massas de molhos como bolonhesa, berinjelas ao pomodoro, queijos em embutidos ou ainda uma linguiça com pão e molho de alho, pode ser? Já me deu vontade de beber um Fausto Merlot. Lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por música e também por vinho. Outro dia falei sobre o espumante Natur da vinícola Apisato, no Vale dos Vinhedos, ao sul do Brasil. Uma tendência em diminuir açúcar, e os espumantes com dosagem zero, os Natur, estão ganhando espaço.

Mas Apisato tem ainda a linha chamada Fausto, de vinhos mais descontraídos, vindos do vinhedo de nome Fausto, bem pertinho do Vale dos Vinhedos, com vinhos que já são exportados desde 2013. Degustei o Fausto Merlot, uma uva que identifica e representa o Brasil e a destaque da vinícola desde 1999.

O Fausto Merlot já é exportado para seis países e recebe destaques como o Vinho da Classe Executiva de uma Supercompania Aérea, em 2014. Destaque no Guia Internacional Mil Vinhos para provar, entre outros destaques em painéis de vinhos no Brasil e no exterior.

Frutado. Não perde seu frescor porque passa apenas seis meses em carvalho de segundo uso, que já é bem mais leve. Lembra meixas, tem um certo terroso e couro. Um vinho de bom retrogosto fresco, já que é um vinho jovem e para consumir ainda jovem. E é de tampa de rosca, fácil de abrir.

É super gastronômico. Pede um risoto de cogumelos, uma carne suína, pode ser uma pancheta ao molho de manteiga, massas de molhos como bolonhesa, berinjelas ao pomodoro, queijos em embutidos ou ainda uma linguiça com pão e molho de alho, pode ser? Já me deu vontade de beber um Fausto Merlot. Lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É uma excelente manhã para você, apaixonado por música e também por vinho. Outro dia falei sobre o espumante Natur da vinícola Apisato, no Vale dos Vinhedos, ao sul do Brasil. Uma tendência em diminuir açúcar, e os espumantes com dosagem zero, os Natur, estão ganhando espaço.

Mas Apisato tem ainda a linha chamada Fausto, de vinhos mais descontraídos, vindos do vinhedo de nome Fausto, bem pertinho do Vale dos Vinhedos, com vinhos que já são exportados desde 2013. Degustei o Fausto Merlot, uma uva que identifica e representa o Brasil e a destaque da vinícola desde 1999.

O Fausto Merlot já é exportado para seis países e recebe destaques como o Vinho da Classe Executiva de uma Supercompania Aérea, em 2014. Destaque no Guia Internacional Mil Vinhos para provar, entre outros destaques em painéis de vinhos no Brasil e no exterior.

Frutado. Não perde seu frescor porque passa apenas seis meses em carvalho de segundo uso, que já é bem mais leve. Lembra meixas, tem um certo terroso e couro. Um vinho de bom retrogosto fresco, já que é um vinho jovem e para consumir ainda jovem. E é de tampa de rosca, fácil de abrir.

É super gastronômico. Pede um risoto de cogumelos, uma carne suína, pode ser uma pancheta ao molho de manteiga, massas de molhos como bolonhesa, berinjelas ao pomodoro, queijos em embutidos ou ainda uma linguiça com pão e molho de alho, pode ser? Já me deu vontade de beber um Fausto Merlot. Lembrando sempre, claro, de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPUMANTE NATURE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO CORTESE DI GAVI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BOURGOGNE ROUGE DROUHIN]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VINHO GUASPARI SYRAH]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É incrível como os drinques de vinho não saem de moda. E eu adoro criar, inventar e colorir a festa. É assim desde criança, nos tempos de drinques sem álcool. E eu quero te inspirar para fazer aí na sua casa.

Nas minhas redes sociais você acompanha fotos.

Escolha um bom espumante brut de preferência, um vinho branco seco e um vinho tinto seco.

Coloque um mix de frutas vermelhas congeladas e complete com espumante. Vai formar uma bela espumatização rosê, e as frutas já dão uma doçura ao seu drinque.

Taça gelinhos de suco de pêssego. Para quebrar o doce do suco, esprema um limão para cada caixa de suco. Na taça, vai uma ou duas pedras do gelo de pêssego, e você vai usar o mesmo espumante brut.

Opção número 3. Agora com vinho branco e vodka. É a caipirinha de vinho. Macere os limões com açúcar. Acrescente uma dose de vinho branco, uma dose de vodka e gelo a gosto.

A última opção de drink é o clássico chamado Espanhola. Bata tudo no liquidificador: uma garrafa de vinho tinto seco, um abacaxi e meia lata de leite condensado. É só coar e servir com gelo.

Atendendo a pedidos, quatro receitas bem simples pra você reunir os amigos e se inspirar com o Musica & Vinho]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É incrível como os drinques de vinho não saem de moda. E eu adoro criar, inventar e colorir a festa. É assim desde criança, nos tempos de drinques sem álcool. E eu quero te inspirar para fazer aí na sua casa.

Nas minhas redes sociais você acompanha fotos.

Escolha um bom espumante brut de preferência, um vinho branco seco e um vinho tinto seco.

Coloque um mix de frutas vermelhas congeladas e complete com espumante. Vai formar uma bela espumatização rosê, e as frutas já dão uma doçura ao seu drinque.

Taça gelinhos de suco de pêssego. Para quebrar o doce do suco, esprema um limão para cada caixa de suco. Na taça, vai uma ou duas pedras do gelo de pêssego, e você vai usar o mesmo espumante brut.

Opção número 3. Agora com vinho branco e vodka. É a caipirinha de vinho. Macere os limões com açúcar. Acrescente uma dose de vinho branco, uma dose de vodka e gelo a gosto.

A última opção de drink é o clássico chamado Espanhola. Bata tudo no liquidificador: uma garrafa de vinho tinto seco, um abacaxi e meia lata de leite condensado. É só coar e servir com gelo.

Atendendo a pedidos, quatro receitas bem simples pra você reunir os amigos e se inspirar com o Musica & Vinho]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É incrível como os drinques de vinho não saem de moda. E eu adoro criar, inventar e colorir a festa. É assim desde criança, nos tempos de drinques sem álcool. E eu quero te inspirar para fazer aí na sua casa.

Nas minhas redes sociais você acompanha fotos.

Escolha um bom espumante brut de preferência, um vinho branco seco e um vinho tinto seco.

Coloque um mix de frutas vermelhas congeladas e complete com espumante. Vai formar uma bela espumatização rosê, e as frutas já dão uma doçura ao seu drinque.

Taça gelinhos de suco de pêssego. Para quebrar o doce do suco, esprema um limão para cada caixa de suco. Na taça, vai uma ou duas pedras do gelo de pêssego, e você vai usar o mesmo espumante brut.

Opção número 3. Agora com vinho branco e vodka. É a caipirinha de vinho. Macere os limões com açúcar. Acrescente uma dose de vinho branco, uma dose de vodka e gelo a gosto.

A última opção de drink é o clássico chamado Espanhola. Bata tudo no liquidificador: uma garrafa de vinho tinto seco, um abacaxi e meia lata de leite condensado. É só coar e servir com gelo.

Atendendo a pedidos, quatro receitas bem simples pra você reunir os amigos e se inspirar com o Musica & Vinho]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É incrível como os drinques de vinho não saem de moda. E eu adoro criar, inventar e colorir a festa. É assim desde criança, nos tempos de drinques sem álcool. E eu quero te inspirar para fazer aí na sua casa.

Nas minhas redes sociais você acompanha fotos.

Escolha um bom espumante brut de preferência, um vinho branco seco e um vinho tinto seco.

Coloque um mix de frutas vermelhas congeladas e complete com espumante. Vai formar uma bela espumatização rosê, e as frutas já dão uma doçura ao seu drinque.

Taça gelinhos de suco de pêssego. Para quebrar o doce do suco, esprema um limão para cada caixa de suco. Na taça, vai uma ou duas pedras do gelo de pêssego, e você vai usar o mesmo espumante brut.

Opção número 3. Agora com vinho branco e vodka. É a caipirinha de vinho. Macere os limões com açúcar. Acrescente uma dose de vinho branco, uma dose de vodka e gelo a gosto.

A última opção de drink é o clássico chamado Espanhola. Bata tudo no liquidificador: uma garrafa de vinho tinto seco, um abacaxi e meia lata de leite condensado. É só coar e servir com gelo.

Atendendo a pedidos, quatro receitas bem simples pra você reunir os amigos e se inspirar com o Musica & Vinho]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DRINKS COM VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Vamos à nossa taça de conhecimento de hoje.

A África do Sul é, para muitos especialistas do mundo do vinho, considerada uma ponte entre os vinhos do Novo e do Velho Mundo.

A região do Cabo Ocidental é onde a produção se concentra. Por lá, os vinhedos se misturam às paisagens naturais, que são uma mescla entre montanhas, vales e planaltos. E isso é interessante, pois permite uma grande diversidade de estilos de vinhos. Sensacional!

O cultivo de videiras se iniciou na África do Sul pelas mãos dos holandeses, por volta de 1650. Porém, a produção de vinho começa a ter intensidade com a chegada dos franceses, que trouxeram seu rico conhecimento em meados de 1680.

A uva emblemática deste país é a tinta Pinotage, uma variedade com muita história e singularidade.

Hoje, o Musica&Vinho destaca um vinho sul-africano conhecido em todo o mundo. O vinho Chocolate Block é um blend composto pelas tintas Grenache, Syrah, Cabernet e Cinsaut, e pela branca Viognier.

O vinho é robusto, mostrando intensidade em aromas e sabores que vão desde floral, frutos vermelhos e negros maduros, até especiarias, tostado e couro.

Um brinde aos vinhos estilosos da África do Sul! E um brinde especial a você, ouvinte do Musica&Vinho, que pode sugerir um tema para o nosso programa lá no meu Instagram. Será um prazer.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ESTILOSOS DA ÁFRICA DO SUL ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BRAMARE MALBEC ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 13 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã para você. Vem comigo conhecer mais uma uva diferente do sul da Itália.

O sul da Itália sempre foi renegado a segundo plano, tanto economicamente quanto em relação à qualidade e importância vitivinícula, que é o nosso tema por aqui. Os vinhos do sul eram considerados boas opções só para se fazer corte com os vinhos do norte, aí sim considerados grandes vinhos.

Esse preconceito vem perdendo força pelo mundo depois que surgiram produtores como Valentino e Sciotti. Ele resolveu investir na Cantina Luccarelli e hoje é reconhecido como super produtor, especialmente fora da Itália. 95% da sua produção é exportada.

Por aqui, no Brasil, faz sucesso toda a linha dos Luccarellis, como o Rosso Puglia de Sangiovese, Malvasia Nera e Aglianico, o Primitivo da Puglia, o Primitivo de Mandúria e o Negro Amaro. Todos elaborados com uvas bem típicas do sul da Itália, para provar a capacidade de elaborar bons vinhos do sul, no sul, apenas com uvas do sul da Itália.

Uma informação que talvez te desperte: nem todo o vinho do produtor Lucarelli é primitivo. Tem outros, como o da uva negro-amaro, que faz parte daquela lista de uvas que citei, com coloração escura, os vinhos all black.

Essa uva é bem cultuada no sul, na região de Lete, na cidade de Guagnano. Acontece anualmente o com muitas atividades culturais, música e premiações e destaques de vinhos elaborados com a uva negro-amaro. Acontece normalmente entre 10 e 20 de agosto de cada ano, para valorizar a uva de pele resistente, de grão crocante, firme, sabor açucarado, vigoroso e excelente rendimento.

Na Puglia, a terra natal da uva negro-amaro, ela também é chamada de Apuglia, e a denominação o roque salite salentino é usado para os vinhos produzidos com no mínimo 80% da. Negro-amaro.

Para quem gosta de vinhos frutados, com aromas e sabores que lembram a meixa, cerejas e amoras, com notas de canela, couro, cacau e taninos bem macios, lucarela e da uva negro-amaro.

Lembrando sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar e descobrir novos vinhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã para você. Vem comigo conhecer mais uma uva diferente do sul da Itália.

O sul da Itália sempre foi renegado a segundo plano, tanto economicamente quanto em relação à qualidade e importância vitivinícula, que é o nosso tema por aqui. Os vinhos do sul eram considerados boas opções só para se fazer corte com os vinhos do norte, aí sim considerados grandes vinhos.

Esse preconceito vem perdendo força pelo mundo depois que surgiram produtores como Valentino e Sciotti. Ele resolveu investir na Cantina Luccarelli e hoje é reconhecido como super produtor, especialmente fora da Itália. 95% da sua produção é exportada.

Por aqui, no Brasil, faz sucesso toda a linha dos Luccarellis, como o Rosso Puglia de Sangiovese, Malvasia Nera e Aglianico, o Primitivo da Puglia, o Primitivo de Mandúria e o Negro Amaro. Todos elaborados com uvas bem típicas do sul da Itália, para provar a capacidade de elaborar bons vinhos do sul, no sul, apenas com uvas do sul da Itália.

Uma informação que talvez te desperte: nem todo o vinho do produtor Lucarelli é primitivo. Tem outros, como o da uva negro-amaro, que faz parte daquela lista de uvas que citei, com coloração escura, os vinhos all black.

Essa uva é bem cultuada no sul, na região de Lete, na cidade de Guagnano. Acontece anualmente o com muitas atividades culturais, música e premiações e destaques de vinhos elaborados com a uva negro-amaro. Acontece normalmente entre 10 e 20 de agosto de cada ano, para valorizar a uva de pele resistente, de grão crocante, firme, sabor açucarado, vigoroso e excelente rendimento.

Na Puglia, a terra natal da uva negro-amaro, ela também é chamada de Apuglia, e a denominação o roque salite salentino é usado para os vinhos produzidos com no mínimo 80% da. Negro-amaro.

Para quem gosta de vinhos frutados, com aromas e sabores que lembram a meixa, cerejas e amoras, com notas de canela, couro, cacau e taninos bem macios, lucarela e da uva negro-amaro.

Lembrando sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar e descobrir novos vinhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã para você. Vem comigo conhecer mais uma uva diferente do sul da Itália.

O sul da Itália sempre foi renegado a segundo plano, tanto economicamente quanto em relação à qualidade e importância vitivinícula, que é o nosso tema por aqui. Os vinhos do sul eram considerados boas opções só para se fazer corte com os vinhos do norte, aí sim considerados grandes vinhos.

Esse preconceito vem perdendo força pelo mundo depois que surgiram produtores como Valentino e Sciotti. Ele resolveu investir na Cantina Luccarelli e hoje é reconhecido como super produtor, especialmente fora da Itália. 95% da sua produção é exportada.

Por aqui, no Brasil, faz sucesso toda a linha dos Luccarellis, como o Rosso Puglia de Sangiovese, Malvasia Nera e Aglianico, o Primitivo da Puglia, o Primitivo de Mandúria e o Negro Amaro. Todos elaborados com uvas bem típicas do sul da Itália, para provar a capacidade de elaborar bons vinhos do sul, no sul, apenas com uvas do sul da Itália.

Uma informação que talvez te desperte: nem todo o vinho do produtor Lucarelli é primitivo. Tem outros, como o da uva negro-amaro, que faz parte daquela lista de uvas que citei, com coloração escura, os vinhos all black.

Essa uva é bem cultuada no sul, na região de Lete, na cidade de Guagnano. Acontece anualmente o com muitas atividades culturais, música e premiações e destaques de vinhos elaborados com a uva negro-amaro. Acontece normalmente entre 10 e 20 de agosto de cada ano, para valorizar a uva de pele resistente, de grão crocante, firme, sabor açucarado, vigoroso e excelente rendimento.

Na Puglia, a terra natal da uva negro-amaro, ela também é chamada de Apuglia, e a denominação o roque salite salentino é usado para os vinhos produzidos com no mínimo 80% da. Negro-amaro.

Para quem gosta de vinhos frutados, com aromas e sabores que lembram a meixa, cerejas e amoras, com notas de canela, couro, cacau e taninos bem macios, lucarela e da uva negro-amaro.

Lembrando sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar e descobrir novos vinhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã para você. Vem comigo conhecer mais uma uva diferente do sul da Itália.

O sul da Itália sempre foi renegado a segundo plano, tanto economicamente quanto em relação à qualidade e importância vitivinícula, que é o nosso tema por aqui. Os vinhos do sul eram considerados boas opções só para se fazer corte com os vinhos do norte, aí sim considerados grandes vinhos.

Esse preconceito vem perdendo força pelo mundo depois que surgiram produtores como Valentino e Sciotti. Ele resolveu investir na Cantina Luccarelli e hoje é reconhecido como super produtor, especialmente fora da Itália. 95% da sua produção é exportada.

Por aqui, no Brasil, faz sucesso toda a linha dos Luccarellis, como o Rosso Puglia de Sangiovese, Malvasia Nera e Aglianico, o Primitivo da Puglia, o Primitivo de Mandúria e o Negro Amaro. Todos elaborados com uvas bem típicas do sul da Itália, para provar a capacidade de elaborar bons vinhos do sul, no sul, apenas com uvas do sul da Itália.

Uma informação que talvez te desperte: nem todo o vinho do produtor Lucarelli é primitivo. Tem outros, como o da uva negro-amaro, que faz parte daquela lista de uvas que citei, com coloração escura, os vinhos all black.

Essa uva é bem cultuada no sul, na região de Lete, na cidade de Guagnano. Acontece anualmente o com muitas atividades culturais, música e premiações e destaques de vinhos elaborados com a uva negro-amaro. Acontece normalmente entre 10 e 20 de agosto de cada ano, para valorizar a uva de pele resistente, de grão crocante, firme, sabor açucarado, vigoroso e excelente rendimento.

Na Puglia, a terra natal da uva negro-amaro, ela também é chamada de Apuglia, e a denominação o roque salite salentino é usado para os vinhos produzidos com no mínimo 80% da. Negro-amaro.

Para quem gosta de vinhos frutados, com aromas e sabores que lembram a meixa, cerejas e amoras, com notas de canela, couro, cacau e taninos bem macios, lucarela e da uva negro-amaro.

Lembrando sempre de manter a moderação, só assim você poderá aproveitar e descobrir novos vinhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CANTINA LUCARELLI]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO LAPOSTOLLE APALTA ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que bom ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

Após o sucesso do filme Sideways, lá em 2006, o filho do produtor da Caymus Vineyards
, Joe Wagner, começou a produzir na costa da Califórnia. Ele definiu por vinhos que pudessem conquistar o paladar americano, que ama hambúrguer com ketchup, churrasco com molho barbecue, massas com muito molho de tomate e que fossem muito fáceis de beber.

O slogan da vinícola Meiomi Wines
 é: “fácil de beber, difícil de esquecer”.

E assim surgiu a vinícola Meiomi, que, na língua indígena antiga da Califórnia, significa “costa”, já que os vinhedos estão localizados nas regiões costeiras de Sonoma County, Monterey County e Santa Barbara County.

O Meiomi Chardonnay tem seis meses de carvalho. É super dourado, com notas amendoadas, baunilha, manteiga e muita fruta branca, como pêssego e abacaxi.

Já testei várias harmonizações, e vale compartilhar as melhores: o Meiomi Chardonnay com carpaccio de salmão, com salmão ao molho de maracujá, com brusqueta de salmão com avocado e aceto balsâmico ou uma leitora pururuca ao molho de mostarda Dijon em grãos e purê de beterrabas.

Super Meiomi para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MEIOMI CHARDONNAY]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma ótima manhã para você que me faz companhia aqui no Música e Vinho.

Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco, e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma ótima manhã para você que me faz companhia aqui no Música e Vinho.

Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco, e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma ótima manhã para você que me faz companhia aqui no Música e Vinho.

Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco, e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma ótima manhã para você que me faz companhia aqui no Música e Vinho.

Quem vem primeiro: o vinho ou o prato? E você? Escolhe primeiro o prato ou o vinho?

Tudo bem se o momento for da comida, se a estrela é o objetivo de um prato especial — tranquilo, você pode escolher o vinho depois. Mas isso vem mudando. Há vários wine bars que têm o vinho como foco, e cardápios que possam ligar aos vinhos da carta.

Desta forma, os chefes de cozinha dos wine bars buscam criar cardápios neutros e que tenham mil possibilidades de se harmonizar com as opções de vinhos. Eu acho super bacana escolher um vinho e depois escolher várias entradinhas para brincar com a harmonização e testar várias opções que agradem ao seu paladar.

Afinal, o bacana do vinho é se aventurar.

E você? Tá degustando o quê? Compartilhe comigo usando a hashtag #MúsicaEVinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[WINE BARS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TANOARIA DE VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO LÊ CABANON SYRAH ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Mar 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO CARBENET SAUVIGNON]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

A família Perrin realmente encanta. Na região sul da França, onde eles dominam grande parte dos melhores vinhedos, é elaborado o delicioso Côtes du Rhône Réserve Blanc — um assemblage de Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne. Todos são uvas regionais da França.

O vinho não passa em barricas de carvalho e é super frutado, com notas de limão, maçã e até um pêssego. Bom corpo, boa presença de boca e persistência média.

Imagine um vinho muito delicado e super gastronômico.
Frutos do mar e toda a culinária do Mediterrâneo ficam perfeitos com o Côtes du Rhône Réserve Blanc da Perrin: camarões, lagostas, paella, bruschettas de tomate e manjericão fresco, tapas com legumes, salmão ao pesto, tabule...

Deu água na boca, né?

Os vinhos da região do Rhône são quase sempre de assemblages ou cortes de uvas.
Tem Côtes du Rhône branco, rosé e tinto. A grande maioria é tinto, sim — por isso muita gente acha que todo Côtes du Rhône é tinto. Talvez também porque não havia tantas opções no mercado como agora.

As principais uvas brancas do Rhône são: Bourboulenc, Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne.
E entre as uvas tintas, predominam: Syrah, Mourvèdre, Grenache, Carignan e Cinsault.

Deixe o vinho entrar na sua vida.
Let it wine!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

A família Perrin realmente encanta. Na região sul da França, onde eles dominam grande parte dos melhores vinhedos, é elaborado o delicioso Côtes du Rhône Réserve Blanc — um assemblage de Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne. Todos são uvas regionais da França.

O vinho não passa em barricas de carvalho e é super frutado, com notas de limão, maçã e até um pêssego. Bom corpo, boa presença de boca e persistência média.

Imagine um vinho muito delicado e super gastronômico.
Frutos do mar e toda a culinária do Mediterrâneo ficam perfeitos com o Côtes du Rhône Réserve Blanc da Perrin: camarões, lagostas, paella, bruschettas de tomate e manjericão fresco, tapas com legumes, salmão ao pesto, tabule...

Deu água na boca, né?

Os vinhos da região do Rhône são quase sempre de assemblages ou cortes de uvas.
Tem Côtes du Rhône branco, rosé e tinto. A grande maioria é tinto, sim — por isso muita gente acha que todo Côtes du Rhône é tinto. Talvez também porque não havia tantas opções no mercado como agora.

As principais uvas brancas do Rhône são: Bourboulenc, Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne.
E entre as uvas tintas, predominam: Syrah, Mourvèdre, Grenache, Carignan e Cinsault.

Deixe o vinho entrar na sua vida.
Let it wine!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

A família Perrin realmente encanta. Na região sul da França, onde eles dominam grande parte dos melhores vinhedos, é elaborado o delicioso Côtes du Rhône Réserve Blanc — um assemblage de Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne. Todos são uvas regionais da França.

O vinho não passa em barricas de carvalho e é super frutado, com notas de limão, maçã e até um pêssego. Bom corpo, boa presença de boca e persistência média.

Imagine um vinho muito delicado e super gastronômico.
Frutos do mar e toda a culinária do Mediterrâneo ficam perfeitos com o Côtes du Rhône Réserve Blanc da Perrin: camarões, lagostas, paella, bruschettas de tomate e manjericão fresco, tapas com legumes, salmão ao pesto, tabule...

Deu água na boca, né?

Os vinhos da região do Rhône são quase sempre de assemblages ou cortes de uvas.
Tem Côtes du Rhône branco, rosé e tinto. A grande maioria é tinto, sim — por isso muita gente acha que todo Côtes du Rhône é tinto. Talvez também porque não havia tantas opções no mercado como agora.

As principais uvas brancas do Rhône são: Bourboulenc, Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne.
E entre as uvas tintas, predominam: Syrah, Mourvèdre, Grenache, Carignan e Cinsault.

Deixe o vinho entrar na sua vida.
Let it wine!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia nesta manhã para falar de música e vinho.

A família Perrin realmente encanta. Na região sul da França, onde eles dominam grande parte dos melhores vinhedos, é elaborado o delicioso Côtes du Rhône Réserve Blanc — um assemblage de Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne. Todos são uvas regionais da França.

O vinho não passa em barricas de carvalho e é super frutado, com notas de limão, maçã e até um pêssego. Bom corpo, boa presença de boca e persistência média.

Imagine um vinho muito delicado e super gastronômico.
Frutos do mar e toda a culinária do Mediterrâneo ficam perfeitos com o Côtes du Rhône Réserve Blanc da Perrin: camarões, lagostas, paella, bruschettas de tomate e manjericão fresco, tapas com legumes, salmão ao pesto, tabule...

Deu água na boca, né?

Os vinhos da região do Rhône são quase sempre de assemblages ou cortes de uvas.
Tem Côtes du Rhône branco, rosé e tinto. A grande maioria é tinto, sim — por isso muita gente acha que todo Côtes du Rhône é tinto. Talvez também porque não havia tantas opções no mercado como agora.

As principais uvas brancas do Rhône são: Bourboulenc, Viognier, Grenache Blanc, Marsanne e Roussanne.
E entre as uvas tintas, predominam: Syrah, Mourvèdre, Grenache, Carignan e Cinsault.

Deixe o vinho entrar na sua vida.
Let it wine!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CÔTES DU RHÔNE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Hoje vamos para a região da Catalunha, ao norte da Espanha.

A região da Catalunha é a área vinícula com maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsan, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 subregiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem cava.

Primeiro, que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava, e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura, e a denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção.

Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhas, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas. Enquanto em champanhas se usa Pinot Noir, Pinot Munir e Chardonnay, na Espanha você utiliza Chareolot, Macabeu e Pareliada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrel para os cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, e chegou a ser chamado de champanhe espanhol. O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados. Os cavas de selo branco são os mais jovens, com 9 meses de maturação; os de selo verde são as reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com 30 meses de maturação.

É super fácil harmonizar cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos, como arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje vamos para a região da Catalunha, ao norte da Espanha.

A região da Catalunha é a área vinícula com maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsan, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 subregiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem cava.

Primeiro, que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava, e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura, e a denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção.

Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhas, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas. Enquanto em champanhas se usa Pinot Noir, Pinot Munir e Chardonnay, na Espanha você utiliza Chareolot, Macabeu e Pareliada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrel para os cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, e chegou a ser chamado de champanhe espanhol. O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados. Os cavas de selo branco são os mais jovens, com 9 meses de maturação; os de selo verde são as reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com 30 meses de maturação.

É super fácil harmonizar cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos, como arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje vamos para a região da Catalunha, ao norte da Espanha.

A região da Catalunha é a área vinícula com maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsan, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 subregiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem cava.

Primeiro, que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava, e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura, e a denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção.

Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhas, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas. Enquanto em champanhas se usa Pinot Noir, Pinot Munir e Chardonnay, na Espanha você utiliza Chareolot, Macabeu e Pareliada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrel para os cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, e chegou a ser chamado de champanhe espanhol. O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados. Os cavas de selo branco são os mais jovens, com 9 meses de maturação; os de selo verde são as reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com 30 meses de maturação.

É super fácil harmonizar cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos, como arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje vamos para a região da Catalunha, ao norte da Espanha.

A região da Catalunha é a área vinícula com maior número de denominações de origem controlada. Entre as mais conhecidas estão Costa del Segre, Monsan, Penedes, Priorat e Cava, bastante conhecido. Ao todo, são 12 subregiões, mas hoje vamos entender melhor a denominação de origem cava.

Primeiro, que cava, em espanhol, é masculino, então não é a cava, e sim o cava. O clima da Catalunha é de poucas chuvas, e isso faz com que as videiras apresentem uma baixa produtividade, obrigando as uvas a se concentrarem mais em aromas e sabores. Daí, o resultado são vinhos de coloração profunda, excelente textura, e a denominação de vinhos no estilo cava foi exclusividade da Catalunha durante muito tempo e ainda é responsável por 85% da produção.

Porém, hoje os espumantes espanhóis em todo o território podem ser chamados de cava. São elaborados no mesmo método tradicional dos famosos champanhas, mas o sabor é bem diferente, já que as uvas são distintas. Enquanto em champanhas se usa Pinot Noir, Pinot Munir e Chardonnay, na Espanha você utiliza Chareolot, Macabeu e Pareliada para fazer os cavas, além das uvas Pinot Noir, Garnacha e Monastrel para os cavas rosados e tintos.

Desde 1960, o cava ganha o mercado, pois a qualidade cresceu com as novas regras de elaboração e o uso de novas tecnologias, e chegou a ser chamado de champanhe espanhol. O bom disso tudo é que o cava é mais suave, mais frutado que os champanhes franceses e é bem mais barato também.

São três estilos de cavas que você vai encontrar nos rótulos em supermercados. Os cavas de selo branco são os mais jovens, com 9 meses de maturação; os de selo verde são as reservas, com 15 meses de maturação; e os de selo negro, os gran reserva, com 30 meses de maturação.

É super fácil harmonizar cava, porque vai com quase tudo, desde os embutidos da Catalunha aos mariscos, como arroz e açafrão, lembrando sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINÍCOLAS NA CATALUNHA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[POUSADA DE VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. 

E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais. Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. 

É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas Cinsault, Grenache Noir, Syrah e Role. 5% do vinho passa em Carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e em todos os ingredientes. Em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 tons de rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. 

Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca e o processo de elaboração. Tem sempre um rosé para te encantar. É

 só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. 

E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais. Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. 

É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas Cinsault, Grenache Noir, Syrah e Role. 5% do vinho passa em Carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e em todos os ingredientes. Em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 tons de rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. 

Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca e o processo de elaboração. Tem sempre um rosé para te encantar. É

 só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. 

E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais. Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. 

É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas Cinsault, Grenache Noir, Syrah e Role. 5% do vinho passa em Carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e em todos os ingredientes. Em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 tons de rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. 

Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca e o processo de elaboração. Tem sempre um rosé para te encantar. É

 só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Sabe qual é o queridinho do momento? São os vinhos rosés. Apaixonados por vinhos rosés são declarados rosé lovers, como eu. Já degustou vinhos rosés? Se ainda tem preconceito, você não sabe o que está perdendo. Ele não é nem branco nem tinto, mas tem aromas de tinto e frescor de branco. O melhor dos dois mundos. 

E ainda a versatilidade de harmonizar com uma infinidade de pratos, desde saladas, massas ao sugo, embutidos mais leves. Pode ser frutos do mar, frango, comida japonesa e muito mais. Celebridades como Angelina Jolie e Brad Pitt influenciaram muito o aumento do consumo de rosés quando lançaram o Chateau de Miraval Rosé. 

É sucesso absoluto na Provence, elaborado com as uvas Cinsault, Grenache Noir, Syrah e Role. 5% do vinho passa em Carvalho. Tem uma fruta intensa no nariz e em todos os ingredientes. Em boca, notas frutadas e minerais. O Chateau de Miraval é puro música e vinho. Olha que fantástica essa história. Em 1970, o pianista e compositor de jazz Jacques Luzier comprou a propriedade e a transformou em um estúdio de gravação, onde músicos como a banda Pink Floyd e Sting gravaram algumas músicas. Da música para os filmes, me inspirei nos 50 tons de rosa. Só para você entender que a variação de cores dos vinhos rosés é imensa. 

Vai do rosa salmão ao pink, cereja, pêssego, casca de cebola e até tons mais atijolados. Depende da uva ou dos cortes de uvas tintas usadas. Depende se a casca tem mais pigmentação ou não. Depende também do tempo de maceração, que é o contato do suco da uva com a casca e o processo de elaboração. Tem sempre um rosé para te encantar. É

 só você escolher um dos tons de rosé que mais te agrada. Se você está aberto a novas experiências, o Música e Vinho te inspira. E eu quero saber o que você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHOS ROSÉS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SEDIMENTOS NA TAÇA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 May 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É sempre uma alegria ter a sua companhia no Musica e Vinho. E uma ótima manhã para você! Entre Florença e Siena está a Abadia Coutibono. A uva Sangiovese reina e expressa a sua melhor versão.

Degustei o Chianti Setamura, que tem 90% da uva Sangiovese e 10% de canaiolo. São 12,5% de álcool. O vinho é muito leve. Degustei com o primeiro prato de massa recheada com mussarela de búfala, tomates frescos e manjericão.

Na gastronomia italiana tem essa tradição: a massa é o primeiro prato e a carne é o segundo prato. Perfeito para fazer a sequência de vinhos de dois toscanos tintos. Degustei primeiro o Chianti Setamura da Abadia Coutibono, para depois seguir com um saço alouro, que tem 100% da mesma uva, mas em um clone muito mais intenso, a Sangiovese Grosso.

Começar com um vinho mais jovem, menos alcoólico, e o meuquiante fez o seu papel com muita agradabilidade. Essa é a palavra: um vinho amável, mas com muita expressão. Eu amo as notas da Sangiovese pelas folhas de chá seco, um tabaco suave, violeta, pimenta preta e cereja. O vinho tem frescor, mas ao mesmo tempo traz uma fruta quente.

Preparando as suas papilas com vinhos no mesmo estilo, dois sangioveses, você vai ter muito mais prazer nos dois vinhos. Bom quiante para você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É sempre uma alegria ter a sua companhia no Musica e Vinho. E uma ótima manhã para você! Entre Florença e Siena está a Abadia Coutibono. A uva Sangiovese reina e expressa a sua melhor versão.

Degustei o Chianti Setamura, que tem 90% da uva Sangiovese e 10% de canaiolo. São 12,5% de álcool. O vinho é muito leve. Degustei com o primeiro prato de massa recheada com mussarela de búfala, tomates frescos e manjericão.

Na gastronomia italiana tem essa tradição: a massa é o primeiro prato e a carne é o segundo prato. Perfeito para fazer a sequência de vinhos de dois toscanos tintos. Degustei primeiro o Chianti Setamura da Abadia Coutibono, para depois seguir com um saço alouro, que tem 100% da mesma uva, mas em um clone muito mais intenso, a Sangiovese Grosso.

Começar com um vinho mais jovem, menos alcoólico, e o meuquiante fez o seu papel com muita agradabilidade. Essa é a palavra: um vinho amável, mas com muita expressão. Eu amo as notas da Sangiovese pelas folhas de chá seco, um tabaco suave, violeta, pimenta preta e cereja. O vinho tem frescor, mas ao mesmo tempo traz uma fruta quente.

Preparando as suas papilas com vinhos no mesmo estilo, dois sangioveses, você vai ter muito mais prazer nos dois vinhos. Bom quiante para você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É sempre uma alegria ter a sua companhia no Musica e Vinho. E uma ótima manhã para você! Entre Florença e Siena está a Abadia Coutibono. A uva Sangiovese reina e expressa a sua melhor versão.

Degustei o Chianti Setamura, que tem 90% da uva Sangiovese e 10% de canaiolo. São 12,5% de álcool. O vinho é muito leve. Degustei com o primeiro prato de massa recheada com mussarela de búfala, tomates frescos e manjericão.

Na gastronomia italiana tem essa tradição: a massa é o primeiro prato e a carne é o segundo prato. Perfeito para fazer a sequência de vinhos de dois toscanos tintos. Degustei primeiro o Chianti Setamura da Abadia Coutibono, para depois seguir com um saço alouro, que tem 100% da mesma uva, mas em um clone muito mais intenso, a Sangiovese Grosso.

Começar com um vinho mais jovem, menos alcoólico, e o meuquiante fez o seu papel com muita agradabilidade. Essa é a palavra: um vinho amável, mas com muita expressão. Eu amo as notas da Sangiovese pelas folhas de chá seco, um tabaco suave, violeta, pimenta preta e cereja. O vinho tem frescor, mas ao mesmo tempo traz uma fruta quente.

Preparando as suas papilas com vinhos no mesmo estilo, dois sangioveses, você vai ter muito mais prazer nos dois vinhos. Bom quiante para você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É sempre uma alegria ter a sua companhia no Musica e Vinho. E uma ótima manhã para você! Entre Florença e Siena está a Abadia Coutibono. A uva Sangiovese reina e expressa a sua melhor versão.

Degustei o Chianti Setamura, que tem 90% da uva Sangiovese e 10% de canaiolo. São 12,5% de álcool. O vinho é muito leve. Degustei com o primeiro prato de massa recheada com mussarela de búfala, tomates frescos e manjericão.

Na gastronomia italiana tem essa tradição: a massa é o primeiro prato e a carne é o segundo prato. Perfeito para fazer a sequência de vinhos de dois toscanos tintos. Degustei primeiro o Chianti Setamura da Abadia Coutibono, para depois seguir com um saço alouro, que tem 100% da mesma uva, mas em um clone muito mais intenso, a Sangiovese Grosso.

Começar com um vinho mais jovem, menos alcoólico, e o meuquiante fez o seu papel com muita agradabilidade. Essa é a palavra: um vinho amável, mas com muita expressão. Eu amo as notas da Sangiovese pelas folhas de chá seco, um tabaco suave, violeta, pimenta preta e cereja. O vinho tem frescor, mas ao mesmo tempo traz uma fruta quente.

Preparando as suas papilas com vinhos no mesmo estilo, dois sangioveses, você vai ter muito mais prazer nos dois vinhos. Bom quiante para você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHIANT CETAMURA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Está no ar mais uma edição do Música e Vinho.

Do coração da Rioja lavesa vem o vinho tinto salbide, um 100% tempranilo. O salbide é um vinho espanhol bem típico, mas com menos madeira que os riojas de uns 10 anos atrás. Os 14% de álcool não pesam, a madeira é bem sutil e elegante. Foram apenas 12 meses em carvalho, bem menos que o comum na Espanha, entre 16 e 48 meses de madeira.

A tempranilo é a uva rainha da Espanha, pode produzir vinhos muito leves e jovens a vinhos muito longevos e encorpados. O salbide me encantou, mantém perfeito equilíbrio entre fruta e madeira. Mantém a tipicidade da Espanha usando a madeira, vinhas de mais ou menos 45 anos no coração da Rioja, mas muito fácil de beber.

O salbide tem uma coloração cereja, intensos aromas de frutas negras e baunilha, muito frescura. E essa é a principal característica de modernidade nesse vinho. É esse frescor e vivacidade que o fazem ganhar admiradores do novo mundo. É o que a gente busca, frescor no vinho. Potência em nariz, equilíbrio em boca e um vinho vivo, com bastante acidez.

Bom para acompanhar aperitivos ou um belo jantar. Um vinho para toda hora, sem muitos mistérios. Se bem que ele se abre aos poucos e aí vêm os aromas animais, que eu também amo. Quem sabe você encontre outros aromas? Aproveite e compartilhe comigo usando a #MusicaeVinho.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Está no ar mais uma edição do Música e Vinho.

Do coração da Rioja lavesa vem o vinho tinto salbide, um 100% tempranilo. O salbide é um vinho espanhol bem típico, mas com menos madeira que os riojas de uns 10 anos atrás. Os 14% de álcool não pesam, a madeira é bem sutil e elegante. Foram apenas 12 meses em carvalho, bem menos que o comum na Espanha, entre 16 e 48 meses de madeira.

A tempranilo é a uva rainha da Espanha, pode produzir vinhos muito leves e jovens a vinhos muito longevos e encorpados. O salbide me encantou, mantém perfeito equilíbrio entre fruta e madeira. Mantém a tipicidade da Espanha usando a madeira, vinhas de mais ou menos 45 anos no coração da Rioja, mas muito fácil de beber.

O salbide tem uma coloração cereja, intensos aromas de frutas negras e baunilha, muito frescura. E essa é a principal característica de modernidade nesse vinho. É esse frescor e vivacidade que o fazem ganhar admiradores do novo mundo. É o que a gente busca, frescor no vinho. Potência em nariz, equilíbrio em boca e um vinho vivo, com bastante acidez.

Bom para acompanhar aperitivos ou um belo jantar. Um vinho para toda hora, sem muitos mistérios. Se bem que ele se abre aos poucos e aí vêm os aromas animais, que eu também amo. Quem sabe você encontre outros aromas? Aproveite e compartilhe comigo usando a #MusicaeVinho.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Está no ar mais uma edição do Música e Vinho.

Do coração da Rioja lavesa vem o vinho tinto salbide, um 100% tempranilo. O salbide é um vinho espanhol bem típico, mas com menos madeira que os riojas de uns 10 anos atrás. Os 14% de álcool não pesam, a madeira é bem sutil e elegante. Foram apenas 12 meses em carvalho, bem menos que o comum na Espanha, entre 16 e 48 meses de madeira.

A tempranilo é a uva rainha da Espanha, pode produzir vinhos muito leves e jovens a vinhos muito longevos e encorpados. O salbide me encantou, mantém perfeito equilíbrio entre fruta e madeira. Mantém a tipicidade da Espanha usando a madeira, vinhas de mais ou menos 45 anos no coração da Rioja, mas muito fácil de beber.

O salbide tem uma coloração cereja, intensos aromas de frutas negras e baunilha, muito frescura. E essa é a principal característica de modernidade nesse vinho. É esse frescor e vivacidade que o fazem ganhar admiradores do novo mundo. É o que a gente busca, frescor no vinho. Potência em nariz, equilíbrio em boca e um vinho vivo, com bastante acidez.

Bom para acompanhar aperitivos ou um belo jantar. Um vinho para toda hora, sem muitos mistérios. Se bem que ele se abre aos poucos e aí vêm os aromas animais, que eu também amo. Quem sabe você encontre outros aromas? Aproveite e compartilhe comigo usando a #MusicaeVinho.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Está no ar mais uma edição do Música e Vinho.

Do coração da Rioja lavesa vem o vinho tinto salbide, um 100% tempranilo. O salbide é um vinho espanhol bem típico, mas com menos madeira que os riojas de uns 10 anos atrás. Os 14% de álcool não pesam, a madeira é bem sutil e elegante. Foram apenas 12 meses em carvalho, bem menos que o comum na Espanha, entre 16 e 48 meses de madeira.

A tempranilo é a uva rainha da Espanha, pode produzir vinhos muito leves e jovens a vinhos muito longevos e encorpados. O salbide me encantou, mantém perfeito equilíbrio entre fruta e madeira. Mantém a tipicidade da Espanha usando a madeira, vinhas de mais ou menos 45 anos no coração da Rioja, mas muito fácil de beber.

O salbide tem uma coloração cereja, intensos aromas de frutas negras e baunilha, muito frescura. E essa é a principal característica de modernidade nesse vinho. É esse frescor e vivacidade que o fazem ganhar admiradores do novo mundo. É o que a gente busca, frescor no vinho. Potência em nariz, equilíbrio em boca e um vinho vivo, com bastante acidez.

Bom para acompanhar aperitivos ou um belo jantar. Um vinho para toda hora, sem muitos mistérios. Se bem que ele se abre aos poucos e aí vêm os aromas animais, que eu também amo. Quem sabe você encontre outros aromas? Aproveite e compartilhe comigo usando a #MusicaeVinho.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO TINTO SALBIDE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[KÉZIA GIUGNI]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que a sua manhã seja muito intensa, exatamente como o vinho do nosso programa de hoje.

Você já degustou um exemplar de vinho orgânico e biodinâmico?

A Bodegas Pablo, da região de Saragoça, na Espanha, produz vinho sem o uso de qualquer produto químico nos vinhedos, seguindo apenas práticas sustentáveis  e, por isso, é orgânico.

A vinícola usa a filosofia de manter o equilíbrio e a harmonia entre as fases da lua para gerenciar a colheita, a vinificação e todo o manejo das videiras. Por isso, é considerada biodinâmica.

Há um tempo atrás, os vinhos que seguiam este conceito mais purista ou natural tinham menos expressão. Eram vinhos mais simples e quase tímidos, mesmo em boca.

Essa foi a minha surpresa ao degustar o Menguante Tempranillo: uma explosão de sabores! Um clássico Tempranillo, com muita expressão, notas aromáticas intensas e bem marcadas, lembrando chocolate, baunilha tostado, frutas vermelhas maduras, com tanino bem estruturado e longa persistência.

Esse vinho não falta mais na minha adega. Já harmonizei com presunto espanhol, queijos maduros com figo e geleias intensas, como a de jabuticaba. E também com costelinha de porco com arroz.

Super sugestão de vinho que não pode faltar na sua adega.

Uma ótima manhã pra você!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que a sua manhã seja muito intensa, exatamente como o vinho do nosso programa de hoje.

Você já degustou um exemplar de vinho orgânico e biodinâmico?

A Bodegas Pablo, da região de Saragoça, na Espanha, produz vinho sem o uso de qualquer produto químico nos vinhedos, seguindo apenas práticas sustentáveis  e, por isso, é orgânico.

A vinícola usa a filosofia de manter o equilíbrio e a harmonia entre as fases da lua para gerenciar a colheita, a vinificação e todo o manejo das videiras. Por isso, é considerada biodinâmica.

Há um tempo atrás, os vinhos que seguiam este conceito mais purista ou natural tinham menos expressão. Eram vinhos mais simples e quase tímidos, mesmo em boca.

Essa foi a minha surpresa ao degustar o Menguante Tempranillo: uma explosão de sabores! Um clássico Tempranillo, com muita expressão, notas aromáticas intensas e bem marcadas, lembrando chocolate, baunilha tostado, frutas vermelhas maduras, com tanino bem estruturado e longa persistência.

Esse vinho não falta mais na minha adega. Já harmonizei com presunto espanhol, queijos maduros com figo e geleias intensas, como a de jabuticaba. E também com costelinha de porco com arroz.

Super sugestão de vinho que não pode faltar na sua adega.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que a sua manhã seja muito intensa, exatamente como o vinho do nosso programa de hoje.

Você já degustou um exemplar de vinho orgânico e biodinâmico?

A Bodegas Pablo, da região de Saragoça, na Espanha, produz vinho sem o uso de qualquer produto químico nos vinhedos, seguindo apenas práticas sustentáveis  e, por isso, é orgânico.

A vinícola usa a filosofia de manter o equilíbrio e a harmonia entre as fases da lua para gerenciar a colheita, a vinificação e todo o manejo das videiras. Por isso, é considerada biodinâmica.

Há um tempo atrás, os vinhos que seguiam este conceito mais purista ou natural tinham menos expressão. Eram vinhos mais simples e quase tímidos, mesmo em boca.

Essa foi a minha surpresa ao degustar o Menguante Tempranillo: uma explosão de sabores! Um clássico Tempranillo, com muita expressão, notas aromáticas intensas e bem marcadas, lembrando chocolate, baunilha tostado, frutas vermelhas maduras, com tanino bem estruturado e longa persistência.

Esse vinho não falta mais na minha adega. Já harmonizei com presunto espanhol, queijos maduros com figo e geleias intensas, como a de jabuticaba. E também com costelinha de porco com arroz.

Super sugestão de vinho que não pode faltar na sua adega.

Uma ótima manhã pra você!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que a sua manhã seja muito intensa, exatamente como o vinho do nosso programa de hoje.

Você já degustou um exemplar de vinho orgânico e biodinâmico?

A Bodegas Pablo, da região de Saragoça, na Espanha, produz vinho sem o uso de qualquer produto químico nos vinhedos, seguindo apenas práticas sustentáveis  e, por isso, é orgânico.

A vinícola usa a filosofia de manter o equilíbrio e a harmonia entre as fases da lua para gerenciar a colheita, a vinificação e todo o manejo das videiras. Por isso, é considerada biodinâmica.

Há um tempo atrás, os vinhos que seguiam este conceito mais purista ou natural tinham menos expressão. Eram vinhos mais simples e quase tímidos, mesmo em boca.

Essa foi a minha surpresa ao degustar o Menguante Tempranillo: uma explosão de sabores! Um clássico Tempranillo, com muita expressão, notas aromáticas intensas e bem marcadas, lembrando chocolate, baunilha tostado, frutas vermelhas maduras, com tanino bem estruturado e longa persistência.

Esse vinho não falta mais na minha adega. Já harmonizei com presunto espanhol, queijos maduros com figo e geleias intensas, como a de jabuticaba. E também com costelinha de porco com arroz.

Super sugestão de vinho que não pode faltar na sua adega.

Uma ótima manhã pra você!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENGUANTE TEMPRANILLO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, sintonizado na Centro América FM!
Pronto para curtir mais uma edição do Música e Vinho?

Já encontrei vários vinhos com rótulos lindíssimos de artistas famosos.
Quando o vinho encontra a arte, surge o Vinho Caravaggio, em homenagem a um dos mais notados pintores italianos.

Caravaggio pintou a famosa obra Baco, o Deus do Vinho, e também a obra chamada O Musicista, só pra mostrar a você que Caravaggio também amava música e vinho.

Fui presenteada pela Marilene, que trouxe o Vinho Caravaggio Sauvignon Blanc, da Marsovã, de Malta, um país-ilha minúsculo, que eu nunca imaginei que produzisse vinho.
Mas produz! E muito bom.

É que a produção é pequena e quase toda consumida pelos milhares de turistas que visitam Malta a cada ano.
A vinícola Marsovã foi fundada em 1919, e Malta produz vinhos desde o ano 800 a.C.

Uma vinícola prestigiada pela crítica internacional e que organiza vários festivais de música e vinho em sua propriedade.

Voltando ao meu vinho:
um Super Cabernet Sauvignon, com notas de ervas, frutas intensas, chocolate e tabaco.
Um vinho bem encorpado, com taninos perfeitos, pode disputar com supervinhos pelo mundo!

A linha Caravaggio homenageia o pintor que atuou não só na Itália, mas também na ilha de Malta.

Mais uma sugestão de vinho pra você:
Caravaggio Sauvignon Blanc.
E lembre-se sempre, moderação é o segredo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, sintonizado na Centro América FM!
Pronto para curtir mais uma edição do Música e Vinho?

Já encontrei vários vinhos com rótulos lindíssimos de artistas famosos.
Quando o vinho encontra a arte, surge o Vinho Caravaggio, em homenagem a um dos mais notados pintores italianos.

Caravaggio pintou a famosa obra Baco, o Deus do Vinho, e também a obra chamada O Musicista, só pra mostrar a você que Caravaggio também amava música e vinho.

Fui presenteada pela Marilene, que trouxe o Vinho Caravaggio Sauvignon Blanc, da Marsovã, de Malta, um país-ilha minúsculo, que eu nunca imaginei que produzisse vinho.
Mas produz! E muito bom.

É que a produção é pequena e quase toda consumida pelos milhares de turistas que visitam Malta a cada ano.
A vinícola Marsovã foi fundada em 1919, e Malta produz vinhos desde o ano 800 a.C.

Uma vinícola prestigiada pela crítica internacional e que organiza vários festivais de música e vinho em sua propriedade.

Voltando ao meu vinho:
um Super Cabernet Sauvignon, com notas de ervas, frutas intensas, chocolate e tabaco.
Um vinho bem encorpado, com taninos perfeitos, pode disputar com supervinhos pelo mundo!

A linha Caravaggio homenageia o pintor que atuou não só na Itália, mas também na ilha de Malta.

Mais uma sugestão de vinho pra você:
Caravaggio Sauvignon Blanc.
E lembre-se sempre, moderação é o segredo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, sintonizado na Centro América FM!
Pronto para curtir mais uma edição do Música e Vinho?

Já encontrei vários vinhos com rótulos lindíssimos de artistas famosos.
Quando o vinho encontra a arte, surge o Vinho Caravaggio, em homenagem a um dos mais notados pintores italianos.

Caravaggio pintou a famosa obra Baco, o Deus do Vinho, e também a obra chamada O Musicista, só pra mostrar a você que Caravaggio também amava música e vinho.

Fui presenteada pela Marilene, que trouxe o Vinho Caravaggio Sauvignon Blanc, da Marsovã, de Malta, um país-ilha minúsculo, que eu nunca imaginei que produzisse vinho.
Mas produz! E muito bom.

É que a produção é pequena e quase toda consumida pelos milhares de turistas que visitam Malta a cada ano.
A vinícola Marsovã foi fundada em 1919, e Malta produz vinhos desde o ano 800 a.C.

Uma vinícola prestigiada pela crítica internacional e que organiza vários festivais de música e vinho em sua propriedade.

Voltando ao meu vinho:
um Super Cabernet Sauvignon, com notas de ervas, frutas intensas, chocolate e tabaco.
Um vinho bem encorpado, com taninos perfeitos, pode disputar com supervinhos pelo mundo!

A linha Caravaggio homenageia o pintor que atuou não só na Itália, mas também na ilha de Malta.

Mais uma sugestão de vinho pra você:
Caravaggio Sauvignon Blanc.
E lembre-se sempre, moderação é o segredo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E uma excelente manhã pra você, sintonizado na Centro América FM!
Pronto para curtir mais uma edição do Música e Vinho?

Já encontrei vários vinhos com rótulos lindíssimos de artistas famosos.
Quando o vinho encontra a arte, surge o Vinho Caravaggio, em homenagem a um dos mais notados pintores italianos.

Caravaggio pintou a famosa obra Baco, o Deus do Vinho, e também a obra chamada O Musicista, só pra mostrar a você que Caravaggio também amava música e vinho.

Fui presenteada pela Marilene, que trouxe o Vinho Caravaggio Sauvignon Blanc, da Marsovã, de Malta, um país-ilha minúsculo, que eu nunca imaginei que produzisse vinho.
Mas produz! E muito bom.

É que a produção é pequena e quase toda consumida pelos milhares de turistas que visitam Malta a cada ano.
A vinícola Marsovã foi fundada em 1919, e Malta produz vinhos desde o ano 800 a.C.

Uma vinícola prestigiada pela crítica internacional e que organiza vários festivais de música e vinho em sua propriedade.

Voltando ao meu vinho:
um Super Cabernet Sauvignon, com notas de ervas, frutas intensas, chocolate e tabaco.
Um vinho bem encorpado, com taninos perfeitos, pode disputar com supervinhos pelo mundo!

A linha Caravaggio homenageia o pintor que atuou não só na Itália, mas também na ilha de Malta.

Mais uma sugestão de vinho pra você:
Caravaggio Sauvignon Blanc.
E lembre-se sempre, moderação é o segredo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO CARAVAGGIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ALENTEJANO BORRADOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VINHO MEDITERRANEO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tá na hora de música e vinho na Centro America FM. Rios que inspiram vinhos.

Já fiz uma série só de vinícolas que margeiam os rios como Reno, Douro, Pó, Rio Loar, Tejo, Mosel, Rio São Francisco e muitos pelo mundo. A maior importância dos rios é manter o equilíbrio de temperatura. Os rios são fonte de refrigeração e também de calor para os vinhedos. Esse equilíbrio é que traz estabilidade e qualidade aos vinhedos.

Na Provence, sul da França, está o Domane-Rimuresque, em uma região conhecida como Riviera. Riviera é a região de rios. A região é bastante conhecida por produzir um dos melhores rosés do mundo. E eles conseguiram. Produciram com intensidade, sem perder a delicadeza dos rosés.

Degustei o Petit Rimuresque elaborado com Cinzo, Grenache Noir e Sihá. Imonizei com a intensidade do som da guitarra de Bibi King, o rei do blues. Bibi King tem o mesmo equilíbrio entre intensidade e delicadeza. E o som da guitarra em uma nota só. Como disse Bibi King, posso fazer uma nota a valer por mil.

Essa versatilidade é a marca principal dos rosés, que tem os aromas de tintos e o frescor dos vinhos brancos. Poderia perfeitamente harmonizar com o bobó de camarões bem apimentado. Tem o frescor do mar, a leveza do camarão e a intensidade dos temperos marcados de bobó. Aguenta até uma pimentinha.

Mais um rosé para a sua lista do Mani Rimrusk. E você, está degustando o que? É só compartilhar conosco usando a hashtag musicvinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tá na hora de música e vinho na Centro America FM. Rios que inspiram vinhos.

Já fiz uma série só de vinícolas que margeiam os rios como Reno, Douro, Pó, Rio Loar, Tejo, Mosel, Rio São Francisco e muitos pelo mundo. A maior importância dos rios é manter o equilíbrio de temperatura. Os rios são fonte de refrigeração e também de calor para os vinhedos. Esse equilíbrio é que traz estabilidade e qualidade aos vinhedos.

Na Provence, sul da França, está o Domane-Rimuresque, em uma região conhecida como Riviera. Riviera é a região de rios. A região é bastante conhecida por produzir um dos melhores rosés do mundo. E eles conseguiram. Produciram com intensidade, sem perder a delicadeza dos rosés.

Degustei o Petit Rimuresque elaborado com Cinzo, Grenache Noir e Sihá. Imonizei com a intensidade do som da guitarra de Bibi King, o rei do blues. Bibi King tem o mesmo equilíbrio entre intensidade e delicadeza. E o som da guitarra em uma nota só. Como disse Bibi King, posso fazer uma nota a valer por mil.

Essa versatilidade é a marca principal dos rosés, que tem os aromas de tintos e o frescor dos vinhos brancos. Poderia perfeitamente harmonizar com o bobó de camarões bem apimentado. Tem o frescor do mar, a leveza do camarão e a intensidade dos temperos marcados de bobó. Aguenta até uma pimentinha.

Mais um rosé para a sua lista do Mani Rimrusk. E você, está degustando o que? É só compartilhar conosco usando a hashtag musicvinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tá na hora de música e vinho na Centro America FM. Rios que inspiram vinhos.

Já fiz uma série só de vinícolas que margeiam os rios como Reno, Douro, Pó, Rio Loar, Tejo, Mosel, Rio São Francisco e muitos pelo mundo. A maior importância dos rios é manter o equilíbrio de temperatura. Os rios são fonte de refrigeração e também de calor para os vinhedos. Esse equilíbrio é que traz estabilidade e qualidade aos vinhedos.

Na Provence, sul da França, está o Domane-Rimuresque, em uma região conhecida como Riviera. Riviera é a região de rios. A região é bastante conhecida por produzir um dos melhores rosés do mundo. E eles conseguiram. Produciram com intensidade, sem perder a delicadeza dos rosés.

Degustei o Petit Rimuresque elaborado com Cinzo, Grenache Noir e Sihá. Imonizei com a intensidade do som da guitarra de Bibi King, o rei do blues. Bibi King tem o mesmo equilíbrio entre intensidade e delicadeza. E o som da guitarra em uma nota só. Como disse Bibi King, posso fazer uma nota a valer por mil.

Essa versatilidade é a marca principal dos rosés, que tem os aromas de tintos e o frescor dos vinhos brancos. Poderia perfeitamente harmonizar com o bobó de camarões bem apimentado. Tem o frescor do mar, a leveza do camarão e a intensidade dos temperos marcados de bobó. Aguenta até uma pimentinha.

Mais um rosé para a sua lista do Mani Rimrusk. E você, está degustando o que? É só compartilhar conosco usando a hashtag musicvinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tá na hora de música e vinho na Centro America FM. Rios que inspiram vinhos.

Já fiz uma série só de vinícolas que margeiam os rios como Reno, Douro, Pó, Rio Loar, Tejo, Mosel, Rio São Francisco e muitos pelo mundo. A maior importância dos rios é manter o equilíbrio de temperatura. Os rios são fonte de refrigeração e também de calor para os vinhedos. Esse equilíbrio é que traz estabilidade e qualidade aos vinhedos.

Na Provence, sul da França, está o Domane-Rimuresque, em uma região conhecida como Riviera. Riviera é a região de rios. A região é bastante conhecida por produzir um dos melhores rosés do mundo. E eles conseguiram. Produciram com intensidade, sem perder a delicadeza dos rosés.

Degustei o Petit Rimuresque elaborado com Cinzo, Grenache Noir e Sihá. Imonizei com a intensidade do som da guitarra de Bibi King, o rei do blues. Bibi King tem o mesmo equilíbrio entre intensidade e delicadeza. E o som da guitarra em uma nota só. Como disse Bibi King, posso fazer uma nota a valer por mil.

Essa versatilidade é a marca principal dos rosés, que tem os aromas de tintos e o frescor dos vinhos brancos. Poderia perfeitamente harmonizar com o bobó de camarões bem apimentado. Tem o frescor do mar, a leveza do camarão e a intensidade dos temperos marcados de bobó. Aguenta até uma pimentinha.

Mais um rosé para a sua lista do Mani Rimrusk. E você, está degustando o que? É só compartilhar conosco usando a hashtag musicvinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PETIT RIMAURESQUE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Corela, no português de Portugal, significa uma parcela de terra e é o nome de um vinho regional alentejano. O corela tinto é uma delícia para o dia a dia, uma assemblagem entre toriga nacional e aragonês e ainda a francesa cirá, que esse produtor corte de cima insiste, desde o início, em colocar no meio do alentejo e desobedecer totalmente as leis.

O que encanta a maioria dos vinhos portugueses é que são saborosos. Não é só álcool e ternino, sabe? E tem cor intensa e frutas maduras. Nada de madeira, está pronto para beber, como a maioria dos vinhos de hoje, como a maioria dos vinhos alentejanos que brasileiros amam.

Tem cor intensa, bom corpo, são saborosos e aveludados. A tradição vitivinícula vem desde o Império Romano, por isso é possível encontrar ruínas de lagares, onde acontecia o pis a pé. E é aí, no alentejo, também que se encontram as ânforas utilizadas antigamente para a fermentação das uvas.

Nesse método, as ânforas são fechadas com seira de abelha e enterradas durante sete meses. Dizem que o barro não interfere no sabor do vinho. Com essa referência, surgiram novos vinhos em ânforas pelo mundo e um já no Brasil. Mas eu te conto outro dia.

O alentejo, no centro de Portugal, produz cerca de 85 milhões de litros de vinho por ano e é o maior produtor do país. Tem muitas opções de vinhos bebê do alentejo, os bons e baratos, como o corela tinto, para você experimentar.

E eu quero saber o que mais você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Corela, no português de Portugal, significa uma parcela de terra e é o nome de um vinho regional alentejano. O corela tinto é uma delícia para o dia a dia, uma assemblagem entre toriga nacional e aragonês e ainda a francesa cirá, que esse produtor corte de cima insiste, desde o início, em colocar no meio do alentejo e desobedecer totalmente as leis.

O que encanta a maioria dos vinhos portugueses é que são saborosos. Não é só álcool e ternino, sabe? E tem cor intensa e frutas maduras. Nada de madeira, está pronto para beber, como a maioria dos vinhos de hoje, como a maioria dos vinhos alentejanos que brasileiros amam.

Tem cor intensa, bom corpo, são saborosos e aveludados. A tradição vitivinícula vem desde o Império Romano, por isso é possível encontrar ruínas de lagares, onde acontecia o pis a pé. E é aí, no alentejo, também que se encontram as ânforas utilizadas antigamente para a fermentação das uvas.

Nesse método, as ânforas são fechadas com seira de abelha e enterradas durante sete meses. Dizem que o barro não interfere no sabor do vinho. Com essa referência, surgiram novos vinhos em ânforas pelo mundo e um já no Brasil. Mas eu te conto outro dia.

O alentejo, no centro de Portugal, produz cerca de 85 milhões de litros de vinho por ano e é o maior produtor do país. Tem muitas opções de vinhos bebê do alentejo, os bons e baratos, como o corela tinto, para você experimentar.

E eu quero saber o que mais você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Corela, no português de Portugal, significa uma parcela de terra e é o nome de um vinho regional alentejano. O corela tinto é uma delícia para o dia a dia, uma assemblagem entre toriga nacional e aragonês e ainda a francesa cirá, que esse produtor corte de cima insiste, desde o início, em colocar no meio do alentejo e desobedecer totalmente as leis.

O que encanta a maioria dos vinhos portugueses é que são saborosos. Não é só álcool e ternino, sabe? E tem cor intensa e frutas maduras. Nada de madeira, está pronto para beber, como a maioria dos vinhos de hoje, como a maioria dos vinhos alentejanos que brasileiros amam.

Tem cor intensa, bom corpo, são saborosos e aveludados. A tradição vitivinícula vem desde o Império Romano, por isso é possível encontrar ruínas de lagares, onde acontecia o pis a pé. E é aí, no alentejo, também que se encontram as ânforas utilizadas antigamente para a fermentação das uvas.

Nesse método, as ânforas são fechadas com seira de abelha e enterradas durante sete meses. Dizem que o barro não interfere no sabor do vinho. Com essa referência, surgiram novos vinhos em ânforas pelo mundo e um já no Brasil. Mas eu te conto outro dia.

O alentejo, no centro de Portugal, produz cerca de 85 milhões de litros de vinho por ano e é o maior produtor do país. Tem muitas opções de vinhos bebê do alentejo, os bons e baratos, como o corela tinto, para você experimentar.

E eu quero saber o que mais você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Corela, no português de Portugal, significa uma parcela de terra e é o nome de um vinho regional alentejano. O corela tinto é uma delícia para o dia a dia, uma assemblagem entre toriga nacional e aragonês e ainda a francesa cirá, que esse produtor corte de cima insiste, desde o início, em colocar no meio do alentejo e desobedecer totalmente as leis.

O que encanta a maioria dos vinhos portugueses é que são saborosos. Não é só álcool e ternino, sabe? E tem cor intensa e frutas maduras. Nada de madeira, está pronto para beber, como a maioria dos vinhos de hoje, como a maioria dos vinhos alentejanos que brasileiros amam.

Tem cor intensa, bom corpo, são saborosos e aveludados. A tradição vitivinícula vem desde o Império Romano, por isso é possível encontrar ruínas de lagares, onde acontecia o pis a pé. E é aí, no alentejo, também que se encontram as ânforas utilizadas antigamente para a fermentação das uvas.

Nesse método, as ânforas são fechadas com seira de abelha e enterradas durante sete meses. Dizem que o barro não interfere no sabor do vinho. Com essa referência, surgiram novos vinhos em ânforas pelo mundo e um já no Brasil. Mas eu te conto outro dia.

O alentejo, no centro de Portugal, produz cerca de 85 milhões de litros de vinho por ano e é o maior produtor do país. Tem muitas opções de vinhos bebê do alentejo, os bons e baratos, como o corela tinto, para você experimentar.

E eu quero saber o que mais você está degustando. Compartilhe conosco usando a hashtag Música e Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO COURELA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na harmonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista, do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso.

Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glencarlu Cirrada, região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo, com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos.

Como eu adoro assemblagens, escolhi o Glencarlu Cirrada, que tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, e esses 1% de vionier já bastam.

O Glencarlu passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada, e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias são bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico, com final longo, e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool.

E você pode seguir da Linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas, e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africano Glencarlu Cirrá.

Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na harmonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista, do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso.

Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glencarlu Cirrada, região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo, com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos.

Como eu adoro assemblagens, escolhi o Glencarlu Cirrada, que tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, e esses 1% de vionier já bastam.

O Glencarlu passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada, e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias são bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico, com final longo, e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool.

E você pode seguir da Linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas, e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africano Glencarlu Cirrá.

Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na harmonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista, do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso.

Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glencarlu Cirrada, região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo, com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos.

Como eu adoro assemblagens, escolhi o Glencarlu Cirrada, que tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, e esses 1% de vionier já bastam.

O Glencarlu passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada, e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias são bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico, com final longo, e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool.

E você pode seguir da Linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas, e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africano Glencarlu Cirrá.

Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se você também gosta de pão com linguiça como eu, se liga na harmonização. Linguiça Cuiabana bem temperada combina com vinho, é claro. A linguiça Cuiabana original é feita de carne bovina, com leite, queijo minas e temperos. Mas hoje há variações com carne suínas, frango e até com peixes. O mais curioso é que a origem da linguiça Cuiabana é paulista, do interior de São Paulo. E aqui em Mato Grosso era pouco conhecida, mas já está fazendo sucesso.

Sanduíche de linguiça Cuiabana com vinho sul-africano foi a minha escolha. Degustei o Glencarlu Cirrada, região vinícola do Paral, na África do Sul, que fica acima da famosa região de Stellenbosch. A região tem clima mediterrâneo, com invernos chuvosos e verões quentes e calorosos, perfeitos para se plantar e degustar bons vinhos.

Como eu adoro assemblagens, escolhi o Glencarlu Cirrada, que tem o corte de 5% de muvedre e 1% da uva branca vionier para equilibrar o vinho. Usar uvas brancas em cortes de vinhos tintos traz leveza ao vinho, e esses 1% de vionier já bastam.

O Glencarlu passa 12 meses em carvalho francês e americano e traz complexidade de notas terciárias à uva cirrá. A cor é bem fechada, e os aromas de frutas negras, couro, chocolate e especiarias são bem típicos dos vinhos da África do Sul. É um vinho rico, com final longo, e pode ser decantado para abrir ainda mais os aromas e baixar os seus altos 14,5 de álcool.

E você pode seguir da Linguiça Cuiabana para Toscana e as carnes assadas, e fica perfeito o seu churrasco com o vinho sul-africano Glencarlu Cirrá.

Uma ótima manhã para você, lembre-se sempre de manter a moderação.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LINGUIÇA CUIABANA E VINHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.

Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degusteio baia negra tempranilo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação oncólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o que? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.

Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degusteio baia negra tempranilo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação oncólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o que? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.

Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degusteio baia negra tempranilo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação oncólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o que? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E que delícia ter a sua companhia para falar de música e vinho.

Que tal uma boa opção de vinho espanhol, bom e barato? Aliás, toda a linha da bodega Selaya é de preços muito acessíveis. A bodega é de 1927, na região de Castilha, e todos os seus vinhos entregam mais do que custam. São considerados as melhores pechinchas do velho mundo e vêm ganhando seu espaço. Melhor aproveitar, porque a lei da oferta e da procura pode fazer os preços catapultarem.

Degusteio baia negra tempranilo, super leve, só 12% de álcool. Uma super opção para introdução aos vinhos, porque a graduação oncólica é bem baixa. Na boca também é quase suave, com pouco tanino. Bem frutadinho, sem muita persistência, mas com boa presença.

Para acompanhar, só uma brusqueta de presuntos, tapas ou pratos mais simples de carnes vermelhas.

E você, está degustando o que? Compartilhe usando a hashtag. E segue Musique Vinho através das redes sociais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO BAYANEGRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHOS TINTOS DE PINOT NOIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[PORTO & CHOCOLATE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Elvio Rezende]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 13 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Hoje vamos falar sobre uma lenda, um mosteiro. Ouça e fique por dentro.]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[Hoje vamos falar sobre uma lenda, um mosteiro. Ouça e fique por dentro.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VINHO ESPANHOL PRIORATO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DEGUSTAÇÃO DO VINHO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PEQUI COM VINHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO OPUS ONE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O músico vinho está no ar e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas. O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único, ou você ama ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho. Do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji que parecem carne vermelha, o paris que é bastante fresco, o portobello que vai bem com carnes, o champignon que eu amo fresco e todos pedem vinho. A receita vai da sua criatividade desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combina com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O músico vinho está no ar e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas. O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único, ou você ama ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho. Do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji que parecem carne vermelha, o paris que é bastante fresco, o portobello que vai bem com carnes, o champignon que eu amo fresco e todos pedem vinho. A receita vai da sua criatividade desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combina com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O músico vinho está no ar e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas. O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único, ou você ama ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho. Do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji que parecem carne vermelha, o paris que é bastante fresco, o portobello que vai bem com carnes, o champignon que eu amo fresco e todos pedem vinho. A receita vai da sua criatividade desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combina com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O músico vinho está no ar e eu lhe desejo uma excelente manhã. A Itália é considerada a pátria dos cogumelos. São centenas de espécies e o consumo é tão popular que virou atração turística ao período da colheita, chamado de Andaria funghi, e todos vão em busca do tesouro nas florestas. O funghi portini é o mais famoso e cresce ao norte da Itália. O cogumelo chamado cantarela tem a coloração laranja. Os cardoncelli são os mais populares ao sul da Itália e são servidos assados, fritos ou cozidos em azeite. As trufas crescem embaixo da terra e têm sabor único, ou você ama ou odeia. Todos fazem parte dos ingredientes de diversas receitas na Itália e pelo mundo que pedem vinho para harmonizar. Pela variedade de sabores e intensidade dos cogumelos, não se pode generalizar e dizer que cogumelos combinam com pinot noir, como já ouvi dizer. Suave e fresco, enquanto as trufas negras ou brancas são uma explosão de sabores. Seguindo a intensidade de aromas e sabores, harmoniza-se o vinho. Do pinot noir ao barolo de nebiolo para as trufas. Além desses cogumelos italianos, que são mais raros por aqui, temos o shiitake e o shimeji que parecem carne vermelha, o paris que é bastante fresco, o portobello que vai bem com carnes, o champignon que eu amo fresco e todos pedem vinho. A receita vai da sua criatividade desde os cremes de cogumelos, fatiado na salada, assados, molhos de cogumelos e muito mais. Cogumelos são ricos em vitamina D e super combina com vinhos. Lembre-se sempre de manter a moderação para criar a sua próxima harmonização.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ITÁLIA, A PÁTRIA DOS COGUMELOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho, e uma ótima manhã pra você!

A história toda dos vinhos de garagem começou na França, na região de Saint-Émilion, com o famoso Jean-Luc Thunevin e a ajuda do seu amigo, enólogo super famoso, Michel Roland.

É claro que tudo deu certo. Eles começaram, literalmente, na garagem de casa — por falta de dinheiro mesmo — até comprarem o Château Valandraud. Receberam pontuação do crítico Robert Parker e, além disso, Jean-Luc ganhou o apelido de “Bad Boy”. Era considerado um vinhateiro na contramão e fez pegar a moda dos vinhos de garagem, que permanece até hoje.

São produções pequenas, com poucos exemplares, mas que resultam em algumas raridades.

Degustei o Passo a Passo, um blend tinto argentino, um vinho de garagem que, até agora, não consegui descobrir sequer o nome do produtor. Era um Bonarda bem intenso, com aroma muito forte de ervas, frutas, menta e mineral — bem típico de vinhas velhas. Intenso no nariz, mas nem tanto na boca, já que os vinhos de garagem são mais naturais.

Não têm tanta extração de polpa e fogem dos processos mecânicos tradicionais. Por isso, você pode encontrar também turvações e, às vezes, borras no vinho — é normal! São vinhos mais crus, mais vivos… afinal, são vinhos de garagem.

Lembre-se de manter a moderação sempre.
Se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho, e uma ótima manhã pra você!

A história toda dos vinhos de garagem começou na França, na região de Saint-Émilion, com o famoso Jean-Luc Thunevin e a ajuda do seu amigo, enólogo super famoso, Michel Roland.

É claro que tudo deu certo. Eles começaram, literalmente, na garagem de casa — por falta de dinheiro mesmo — até comprarem o Château Valandraud. Receberam pontuação do crítico Robert Parker e, além disso, Jean-Luc ganhou o apelido de “Bad Boy”. Era considerado um vinhateiro na contramão e fez pegar a moda dos vinhos de garagem, que permanece até hoje.

São produções pequenas, com poucos exemplares, mas que resultam em algumas raridades.

Degustei o Passo a Passo, um blend tinto argentino, um vinho de garagem que, até agora, não consegui descobrir sequer o nome do produtor. Era um Bonarda bem intenso, com aroma muito forte de ervas, frutas, menta e mineral — bem típico de vinhas velhas. Intenso no nariz, mas nem tanto na boca, já que os vinhos de garagem são mais naturais.

Não têm tanta extração de polpa e fogem dos processos mecânicos tradicionais. Por isso, você pode encontrar também turvações e, às vezes, borras no vinho — é normal! São vinhos mais crus, mais vivos… afinal, são vinhos de garagem.

Lembre-se de manter a moderação sempre.
Se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho, e uma ótima manhã pra você!

A história toda dos vinhos de garagem começou na França, na região de Saint-Émilion, com o famoso Jean-Luc Thunevin e a ajuda do seu amigo, enólogo super famoso, Michel Roland.

É claro que tudo deu certo. Eles começaram, literalmente, na garagem de casa — por falta de dinheiro mesmo — até comprarem o Château Valandraud. Receberam pontuação do crítico Robert Parker e, além disso, Jean-Luc ganhou o apelido de “Bad Boy”. Era considerado um vinhateiro na contramão e fez pegar a moda dos vinhos de garagem, que permanece até hoje.

São produções pequenas, com poucos exemplares, mas que resultam em algumas raridades.

Degustei o Passo a Passo, um blend tinto argentino, um vinho de garagem que, até agora, não consegui descobrir sequer o nome do produtor. Era um Bonarda bem intenso, com aroma muito forte de ervas, frutas, menta e mineral — bem típico de vinhas velhas. Intenso no nariz, mas nem tanto na boca, já que os vinhos de garagem são mais naturais.

Não têm tanta extração de polpa e fogem dos processos mecânicos tradicionais. Por isso, você pode encontrar também turvações e, às vezes, borras no vinho — é normal! São vinhos mais crus, mais vivos… afinal, são vinhos de garagem.

Lembre-se de manter a moderação sempre.
Se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Centro América FM, Música e Vinho, e uma ótima manhã pra você!

A história toda dos vinhos de garagem começou na França, na região de Saint-Émilion, com o famoso Jean-Luc Thunevin e a ajuda do seu amigo, enólogo super famoso, Michel Roland.

É claro que tudo deu certo. Eles começaram, literalmente, na garagem de casa — por falta de dinheiro mesmo — até comprarem o Château Valandraud. Receberam pontuação do crítico Robert Parker e, além disso, Jean-Luc ganhou o apelido de “Bad Boy”. Era considerado um vinhateiro na contramão e fez pegar a moda dos vinhos de garagem, que permanece até hoje.

São produções pequenas, com poucos exemplares, mas que resultam em algumas raridades.

Degustei o Passo a Passo, um blend tinto argentino, um vinho de garagem que, até agora, não consegui descobrir sequer o nome do produtor. Era um Bonarda bem intenso, com aroma muito forte de ervas, frutas, menta e mineral — bem típico de vinhas velhas. Intenso no nariz, mas nem tanto na boca, já que os vinhos de garagem são mais naturais.

Não têm tanta extração de polpa e fogem dos processos mecânicos tradicionais. Por isso, você pode encontrar também turvações e, às vezes, borras no vinho — é normal! São vinhos mais crus, mais vivos… afinal, são vinhos de garagem.

Lembre-se de manter a moderação sempre.
Se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHÂTEAU VALANDRAUD]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHO TINTO COLLE PETRITO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VINHEDOS FAMOSOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha, mas até hoje eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha, e eu preciso descrever para vocês.

Uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca muito bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar, e a acidez faz salivar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages.

Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos. A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos.

Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado oscela uma armonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha, mas até hoje eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha, e eu preciso descrever para vocês.

Uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca muito bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar, e a acidez faz salivar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages.

Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos. A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos.

Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado oscela uma armonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha, mas até hoje eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha, e eu preciso descrever para vocês.

Uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca muito bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar, e a acidez faz salivar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages.

Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos. A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos.

Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado oscela uma armonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Regra de harmonização normalmente não contempla vinho para coxinha de galinha, mas até hoje eu digo que a melhor entrada que comi no restaurante mais estrelado do Brasil foi uma coxinha de galinha, e eu preciso descrever para vocês.

Uma coxinha muito bem temperada. Na base da coxinha, um purê de mandioca muito bem cremoso com catupiry. Então, o catupiry veio por fora. O serviço foi feito em pratos fundos, para regar com o melhor caldo de galinha da vida. Realmente, uma coxinha inesquecível.

Você acha que não combina? Ainda tem preconceitos e acha que vinho é só para alta gastronomia? Ou não gosta de coxinha? Eu te provo tecnicamente a harmonização.

As comidas gordurosas têm que contrapor com vinhos mais frescos. A gordura seca o paladar, e a acidez faz salivar. A crocância da fritura combina com o creque-creque das bolhas do gás do espumante, traduzindo os perlages.

Frango é uma carne branca e combina com vinhos brancos, como os espumantes brancos. A coxinha é cheia de temperos e ervas, e os espumantes têm aromas herbáceos maravilhosos.

Para encher a boca e salivar de vez, o purê de mandioca com catupiry é super cremoso, assim como a textura da espumatização que se forma na boca a cada gole de vinhos espumantes.

Prato quente com vinho gelado oscela uma armonização de contraponto, que é a cara da nova era do mundo do vinho.

Bem-vindos à descontração, à liberdade que os antigos deuses já pregavam desde a antiguidade, à alegria dos jovens consumidores de vinhos e à paixão pela bebida que é secular e que se renova a cada dia, a cada música e vinho.

Lembre-se sempre de manter a moderação e, se beber, não dirija.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[REGRA DE HARMONIZAÇÃO ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
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